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 Ficha para Semi-deus - registros antigos

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Mnemósine
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MensagemAssunto: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Qua 25 Abr 2012, 23:30

Bem vindo, campista! Sabemos que você ainda deve estar bem confuso com todos os acontecimentos dessa nova vida de semi-deus, mas vamos ajudá-lo com isso. Bom, agora que está aqui no acampamento, supomos que não deseja ficar no chalé de Hermes pra sempre, não é? Então, descobriremos de quem você é filho! Por favor, preencha a ficha abaixo para isso:

1- Nome:

2 - Características (físicas e psicológicas):

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª pessoa)

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)

6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.

OBS: Atente-se às questões 2 e 4. Ainda que muitos não prestem atenção a isso, são dados inportantes que influenciam tanto na reclamação quanto a narrativa. Mas, independente da escolha que fizer, seja bem vindo, campista!

ATENÇÃO: PARA SER FILHO DE ZEUS, HADES OU POSEIDON A FICHA NÃO É VÁLIDA. CASO TENHA INTERESSE NELES DEVE FAZER O TESTE AQUI!!!

Participa do sistema beta? ( ) SIM ( ) NÃO

Temporariamente, até 31/05 as fichas de reclamação serão válidas para os filhos dos três grandes para aqueles que quiserem ingressar no sistema beta. Obrigada!


Última edição por Mnemósine em Sex 20 Jul 2012, 00:35, editado 5 vez(es)
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Aahron Rewest
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 27 Abr 2012, 18:05


I Nome:
#Aahron Rewest

II Características:
#Físicas - Um garoto de olhos negros como a noite e cabelos de cor de areia, embora o final, próximo a nuca, seja de uma cor branca. Possui uma estatura mediana, os músculos pouco definidos e um porte atlético. Tem pequenas cicatrizes pelo corpo inteiro, fruto de seu passado. Como sua vida é em paisagens geladas, seu tom de pele é levemente pálido. Seu detalhe físico mais marcante, quando está de roupas, é uma mecha de vermelho em seu cabelo, que costuma cair em seu rosto. No geral, ágil.
#Psicológicas - Seu passado não é bonito, e mesmo assim ele tenta seguir em diante. Sua personalidade é levemente bipolar, entre picos de emoções distintas, dentre as quais destacam-se mais o ódio, a tristeza e o medo. Pode ser chamado de frio e calculista, além de egoísta, por pensar muito mais em si próprio do que no bem da causa ou dos outros. Aprendeu que somente ele é responsável por seus erros e acertos. Dificilmente nutre confiança ou qualquer outro tipo de relação com desconhecidos. Odeia quando é preciso que façam as coisas por ele, já que está acostumado a se virar sozinho. Por ter tal autonomia, se afasta das pessoas e procura viver o mais solitariamente possível. Por se manter longe de todos, procura analisar o comportamento por olhares, trejeitos e ações dos outros – um observador da vida. Sua inteligência é vasta, porém o conhecimento dele é limitado, devido aos poucos anos de estudo. Preferiria morrer a dever a vida a alguém. Apesar de tudo, procura, ao máximo, controlar seus sentimentos e não expô-los a ninguém.

III História:
#Lembrando que todas as informações aqui contidas não poderão ser utilizadas em ON, a menos que eu conte-as para alguém.
#O garoto foi abandonado na maternidade, pois seu pai fugiu, assustado, ao saber com quem havia tido um filho. Talvez por uma artimanha do destino, foi trocado com outro bebê e acabou sendo criado por um casal ligeiramente rico. O pai adotivo era médico, sem emprego fixo, e a mãe não trabalhava - fez turismo como faculdade. Por causa disso, Aahron viajou por todos os tipos de lugares, conheceu todos os tipos de culturas e fala um pouco de todos os tipos de línguas. Um garoto vivido, digamos. Nunca soube nada sobre seu pai biológico e seus ascendentes falsos nada dizem sobre o assunto.
#Os países que mais o encantaram foram: Inglaterra, Austrália, Japão, Egito e França - embora tenha passado os maiores períodos na Itália e na Espanha (costuma utilizar termos comuns das duas línguas, mais que os outros). O garoto teve um irmão, por pouco mais que um ano, quando o mesmo faleceu, em consequência de um incêndio em sua casa. Os laudos policiais afirmavam ter sido um crime, mas o culpado nunca fora pego. Aahron ficou muito raivoso na época, mas apagou o irmão de sua existência. Se for perguntado, despista tudo.
#Numa vida que se resumia a viagens, o menino foi até a Estátua da Liberdade. Com seus pais, como uma família feliz, tirava fotos para guardar em seu precioso caderno - na verdade, um álbum de recordações. Tudo estava visualmente bem, mas entre os rostos maravilhados, havia um que fixava seus olhos no menino. Esquecendo de todos os presentes, pulou três metros e caiu sobre o alvo. Aahron esperneava, gritava, chorava. Alguém retirou aquele monte de pelos de si, que logo rolou para longe. "Entre ali, meu bebê!" dissera a mãe, aflita. Sem pensar, obedeceu. Os barulhos eram tão altos que o garoto colocou a mão sobre os ouvidos e se recolheu todo, numa tentativa de se tranquilizar e esquecer do mundo. Acabou, todavia, adormecendo. Quando acordou, não encontrou mais seus pais, nem o monstro que o atacara. Estava sozinho num mundo que acabara de deixar de ser seguro.
#Desnorteado, Aahron voltou para a ilha de Manhattan, com um capitão de um barco qualquer. O que faria? O que poderia fazer sem seus pais? Foi para o hotel onde estavam hospedados. Subiu ao quarto e abriu a porta. Algumas lágrimas percorriam a extensão de seu rosto. Pegou umas poucas roupas, seu álbum de fotos e só. Deixou as coisas dos pais intactas. Eles voltariam para buscá-las, ele sabia que sim. Saiu do hotel. E os mesmos olhos soturnos o observavam - os olhos de uma Mantícore voraz. Entrou no Central Park, como intuição. E lá fora atacado. Na margem de um lago, o monstro saltou ao seu encontro e bloqueou seu caminho. De nada mais lembra, pois só desmaiou.
#Ao abrir os olhos, notou que seres de traços élficos o cercavam. Soltou uma exclamação de susto. Uma bondosa dentre as mulheres acalmou-o e explicou-lhe. Um sátiro o viria buscar. Não sabia o que era isso, mas a calma e a naturalidade da mulher o encantara. Bons amigos, esses espíritos da natureza., pensou consigo. Descobrira, entretanto, que a Mantícore não fora morta, e sumira com tudo o que Aahron possuía de sua antiga vida, tornando-o, assim, um sem história. Triste, esperou o sátiro chegar. Entrou no carro e fez a única coisa que conseguia: Chorou.

IV Por quê?
#Sinceramente, adorei os poderes e os itens de Melinoe. Além disso, a deusa terá um papel importante na história de Aahron - que se desenrolara com o avanço do personagem. De início, posso dizer que o garoto sofrerá com vozes em sua cabeça e terá várias perguntas que necessitam serem respondidas, principalmente a dúvida cruel: Onde estarão seus pais?
#Em OFF, adoraria citar que a deusa dos fantasmas mexe com minha imaginação e, aproveitando o fato de eu ser Beta, vou experimentar um personagem como filho de Melinoe - nunca tive um.

Eu sou beta. \õ/


Última edição por Aahron Rewest em Sex 27 Abr 2012, 21:37, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sab 28 Abr 2012, 23:44

Nome

Lucas Fowl

Características físicas e psicológicas.

Há aqueles que dizem “Me paralisei quando o vi, não consegui pensar em nada; imergi em um breu sem igual quando fitei o olhar dele. Era um olhar tão profundo a ponto de conseguir ver meu caminho percorrido. Nunca vou esquecer aqueles olhos negros”.
De fato não foram muitos os que viram Lucas pelo simples motivo de ser anti-social e preferir a noite ao dia. Ninguém sabia ao certo sua história, mas sempre viam seus olhos avermelhados de quem passou o dia inteiro chorando, talvez porque seu passado tenha sido muito difícil.

Normalmente vestia preto que destacava seus cabelos loiros que caiam até a altura de sua sobrancelha. Aparentava ter vinte anos com o tamanho ideal para a idade. Eventualmente havia um corte estampado em algum canto do seu rosto demonstrando que dentro dele não há lugar para o medo.

História

Você faz, você paga


Aos 12 anos, o objeto do nosso estudo morava em um apartamento junto com o seu pai. Lucas não conhecia o paradeiro de sua mãe, na verdade ele nem queria saber. Era muito inocente para se importar com isso. Pouco a pouco o pai de Lucas colocou a idéia na cabeça do filho sobre uma nova mãe idéia qual foi aceita tranquilamente. Foi nessa época que o nosso pequeno semideus presenciou uma cena marcante em sua vida: na madrugada de sexta para sábado seu pai chega perdidamente bêbado em casa deixando sua mãe preocupadíssima e nervosa que depois de um bate-boca tremendo é violenta pelo marido até a morte.

É obvio que Lucas ficou apavorado e apresentou sintomas de choque pós-traumático. Sem muitas demoras o homem arrumou suas malas, colocou o filho no carro e partiu em rumo de qualquer cidade desconhecida com o objetivo de que nunca os achassem.

Depois desse tumulto não se teve mais notícias dos dois, provavelmente o semideus deve ter crescido com uma desculpa extremamente esfarrapada pelo ato do pai e quem sabe tenha sido maltratado e violentado. Sete anos após o acidente a polícia já havia parado a procura pelo acusado e o assunto já tinha se dissolvido.

Outro dia um policial novato voltava para casa e levou um pequeno susto. Sem entender direito o que aconteceu se aproximou do ser caído no chão, mutilado. O policial conhecia aquele resto, mas não se lembrava de onde.

- Não pode ser.

Voltou para o carro e vasculhou sua maleta procurando as fotos dos procurados em destaque e lá, bem no cantinho estava retratado o rosto do homem caído no chão. Empalideceu, “ele está morto!?”. Tampou a boca com a mão para segurar o vômito e então puxou seu rádio e disse com voz fraca:

- Informando todas as unidades, encontrei o suspeito do caso 23, repito, encontrei o suspeito do caso 23.

Dito isso se virou em direção ao morto cuja barriga continha uma pequena fresa. Ergueu o olhar e na parede na qual existia uma frase escrita com sangue que dizia “A vingança é a justiça do homem em estado selvagem”.

Agora sozinho, sem casa, dinheiro ou comida; esquecer tornou-se uma necessidade. Dormiu várias noites sob árvores e pontes, tomando água seja e comendo frutas que encontrava apodrecidas no chão, estava farto de navegar sem destino. Foi em seus sonhos que ele encontrava o que precisava, a cada noite que fechava os olhos encontrava a estrada qual tinha de seguir, mal sabia o que o esperava no fim daquela estrada, o acampamento meio sangue.

Por qual deus/deusa deseja ser reclamado e por quê?

Dizer que gosto muito dessa deusa é um pouco clichê então decidi escolher uma deusa que não conheço muito a fim de explorá-la pretendendo me divertir contando histórias mesclando vingança com justiça. Como a vingança deve ser justa, isso me desafiará a criar uma tremenda história bem estruturada para que tenha um ótimo desfecho.
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Amanda S. Thompson
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 11 Maio 2012, 19:58


1- Nome:
Amanda Grace

2 - Características (físicas e psicológicas):
*físicas:Amanda tem olhos pretos,assim como seus cabelos que são encaracolados.Ela é um pouco alta e possui um porte físico um pouco atlético.Ela tem uma pequena cicatriz,que ganhou quando era criança, acima de sua sombrancelha esquerda.
*psicológicas:Amanda sempre se irrita facilmente com as coisas e depois que isso acontece é difícil segura-la.Ela é muito quieta e calada.As vezes fica olhando para o nada e imaginando se as coisas fossem diferentes.Amanda nunca teve muitos amigos.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª pessoa)
Minha vida sempre foi um tanto quanto agitada,eu nunca conseguia me entumar nas escolas e ainda tinha o problema da dislexia.Certa noite decidi pergunta para minha mae pela milhezima vez sobre o meu pai,mais ela sempre falava a mesma coisa,dizia que ele era muito atarefado e tinha muitos problemas e por isso nos abandonou.Eu nunca acreditei sempre achei que houvesse mais nessa historia.Nessa mesma noite assim que me deitei e peguei no sono,tive um sonho,um sonho bem estranho(nao que nao houvesse coisas estranhos suficientes na minha vida)nesse sonho havia um homem ele era novo e bonito,tinha cabelos pretos como os meus,e esse homem estava tentando se comunicar comigo mais eu nao conseguia escuta-lo e tambem nao conseguia falar nada,derrepente eu me senti sendo puxada para baixo e tudo se tornou frio e escuro,acordei suando frio e vi que ja estava na hora de eu ir para a escola,me levante e me vesti.Fui em direçao a cozinha e minha mae estava la,ela disse:

-Bom dia filha,dormiu bem?
-Bom dia,ah sim
Tomei meu cafe e sai em direçao ao colegio.Quando chequei me dei conta de que avisa esquecido meu livro de quimica em casa,decidi voltar para busca-lo.Entrei em um beco só que estava deserto demais e quando me virei para voltar me dei de cara com uma criatura gigantes e com apenas um olho,soltei um grito e tentei me afastar mais tropecei em meus proprios pés e cai ele se aproximou e me erqueu no ar ele disse:
-Voce tem que morrer!
Despois disso ele me lançou no ar como uma boneca de trapos e eu bati com a cabeça em alguma coisa,coloquei a mao no local que doia e percebi que estava sangrando,minha visao estava turva e o mostro continuava a se aproximar de mim,quando uma outra criatura vem correndo ele ataca o ciclope e escuto ele urrando de dor,ele se aproxima de mim e fala:
-A gente tem que sair daqui,agora!
Saimos correndo a toda velocidade e paramos em frente a um cavalo,ele seria um cavalo normal se nao tivesse asas
-Suba-ordenou a criatura.O mostro ja havia e recuperado e ja estava vindo atras de nós entao subi no cavalo.Quando ja estamos a uma grande altura ainda escuto o mostro urrar de frustaçao.
-Quem é voce?para onde esta me levando e o que era aquilo que estava me perseguindo?-pergunto.
-Meu nome é Albert e eu sou um satiro protetor-foi só quando ele disse isso que reparei em suas penas ou melhor patas,da cintura para baixo ele era um bode.Mas mesmo com meu olhar estranho ele continuou-Estou te levando para o Acampamento Meio-Sangue é um lugar para crianças especiais como voce com poderes,e aquilo que estava te perseguindo era um Ciclope teve sorte dele nao ser adulto,ele foi enviado para matar voce.
-Deu pra perceber.
-Bem ,no Acampamento vao te explicar as coisas melhor.
Fiquei pensando nisso,sem entender muita coisa,quando o cavalo com asas pousou em uma enorme colina.Albert desceu dele e me ajudou a descer tambem,paramos em frente a um grande arco onde estava escrito Acampamento Meio-Sangue e mesmo estando em Grego eu consegui entender,e assim que atravesei esse arco senti uma onda de força passando por mim.E foi assim que eu cheguei no acampamento.

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Ares.Sempre gostei muito dele, ele combina bastante comigo e admiro ele por nao ligar para o que os outros falam,por nao ter medo de nada e simplismente acho ele demais!
5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?
Escudo do impacto e Trombeta da batalha
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John Ghruver
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 11 Maio 2012, 20:53

Ficha de Reclamação


Nome:
John Bartolomeu Ghruver

Características:
1,88m, 89kg. Mãos ágeis, quase nunca paradas. Amante do fogo, grande construtor. Calmo, tem dificuldades de se relacionar com as formas orgânicas de vida, preferindo assim, as máquinas.

História:
Bom, eu nunca fui um cara de sorte. Muita gente reclama da mãe ou do pai, por não os deixarem fazer isso ou aquilo. Como eu desejaria ter pais que me mandassem fazer isso ou aquilo. O que me disseram no orfanato de Childrens of California foi que minha mãe morreu no parto, e que meu pai havia me abandonado. Me disseram isso quando fiz doze anos. Mas eu sabia que deveria ser mais do que isso. Eu tinha passado por muitas coisas, digamos, estranhas durante minha estadia no CoC(Childrens of California). Uma vez um bicho estranho de cauda me atacou, e eu matei ele com uma faca de cozinha, depois de quase morrer. Todo mundo no CoC disse que eu estava doido. Ninguém lá parecia gostar de mim.

•••


Foi quando fiz 15 anos, que decidi sair daquele lugar. O segurança que ficava no portão tentou me segurar, e eu tive que bater nele. Eu era diferente de todos. Eu tinha habilidade pra lutar, batia em gente bem maior do que eu. Muitas pessoas acham que orfanato é lugar de pobres crianças semi depressivas. Mentira. Lá sempre tinha uma briga, uma intriga, tudo de errado. Apanhei muito lá, mas também bati pra valer nos caras. Eu não era a favor da violência, eu só me defendia. Tá, voltando de onde eu parei. Depois de deixar o segurança desmaiado e com alguns hematomas, fugi pelas ruas da Califórnia, pedindo informações sobre onde estava a estrada que levava a Nova York. Depois de uns quatro ou cinco dias caminhando, dormindo na grama, cheguei na estrada principal. Eu sentia que meu lugar era Nova York. Consegui uma carona com um caminhoneiro. A viagem foi totalmente silenciosa.

•••


Já estávamos em Nova York, então fui falar com o caminhoneiro:

-Josh, acho que aqui já tá bom, cara. - disse tentando ser amigável.

-Nem rola, John. Já te disse que vou te deixar num lugar diferente, onde você vai poder tocar uma vida. Um garoto jovem de 15 anos, órfão, não pode ficar largado na rua.

-Cara eu te contei a verdade. Eu fugi de um orfanato, não vou voltar para outro.

Ele ficou em silêncio, estava claramente dando o assunto por encerrado, e afirmando que não me deixaria descer. Entendam, ele tinha sido muito legal comigo, não podia bater nele ou insistir para me deixar ir, então só esperei.

•••


-Estamos chegando - afirmou Josh.

A viagem seguiu um tanto silenciosa, eu estava a ponto de cochilar, quando tomei um susto grande que me despertou.

-PULA AGORA! - gritou Josh, abrindo a porta do caminhão e pulando por ela.

Instintivamente fiz o mesmo. Bati forte no asfalto e sai capotando devido a velocidade em que o caminhão estava quando pulei. Ouvi uma grande explosão, e quando consegui, com grande esforço, me levantar, vi o caminhão em chamas. Tentei entender o que estava acontecendo, mas só tive tempo de ver algo muito rápido vindo em minha direção. Instintivamente saquei minha faca de prata que tinha achado na rua que estava bem presa na cintura, e dei uma investida na direção da tal coisa que vinha em minha direção. Seja lá o que fosse, agora era só poeira. Olhei para os lados, e vi que Josh estava sem as calças e sem os sapatos. Mas ele não tinha... pernas... ele tinha... pêlos... e cascos. Senti um baque em minhas costas e caí de cara no chão. Pude ver Josh correndo e pulando por cima de mim, gritando e atacando algo que estava fora da minha visão. Foi aí que desmaiei.

•••


Acordei três dias depois na enfermaria do acampamento meio-sangue, e em seguida Josh me contou aquela longa história sobre deuses que todo mundo conhece.


Pai desejado:
Hefesto

____

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Linus Schneider
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 11 Maio 2012, 21:54

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Ψ Nome?

Linus Schneider

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Ψ Características (físicas e psicológicas)?

Sou um menino extrovertido quando quero, caso contrário fico irritado, mas consigo sorri assim mesmo. Raiva? Nunca. Desprezo? Só se for muito sacana comigo. Mágoa? Depende. Sou um garoto calmo e tranquilo, porém perco a paciência facilmente, dependendo do dia. meu físico é médio. Pareço fraco, mas acho que músculos nem sempre importam. Possuo 1,72 de altura, cabelo quase preto e curto, pele clara, uso óculos e sou magro. Pareço legal, porém, normalmente sou anti-social e não faço amizades facilmente. Gosto de desenhar e realizar cálculos matemáticos. Quando estou sem o que fazer? Sento em qualquer lugar e fico olhando pro nada. Adoro quando nestes momentos, sinto a brisa do ar e o vento vindo contra meu rosto. Acho que é isso! ^^

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Ψ Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?

Minha vida nunca foi um conto de fadas, sempre que ouvia as fábulas infantis, ficava imaginando como que os personagens principais tinham um final feliz. Infelizmente, minha história não foi nada parecida.
Minha mãe se chamava Carolina e meu pai... Bem... Meu pai nem se quer o nome eu conhecia. Pelo que me lembro, eu "não tinha um pai". Minha mãe sempre me dava atenção por eu ser filho único. Nos não tínhamos uma situação financeira muito boa, mas dava para levar a vida.

Minha mãe era arquiteta. A maioria de suas construção era destinada para Moinhos de Vento e Aerogeradores (o que proporciona energia eólica). Eu adorava quando ela construía esses modelos. Sempre procurava entrar nos moinhos que ela construía, até porque, me sentia bem com a brisa suave que fazia no alto destas torres.

Nessa época, eu deveria ter aproximadamente 5 anos. Já tinha maturidade suficiente para saber que minha mãe era tudo pra mim e que ela precisava muito da minha ajuda. Estava sempre procurando ajudá-la nos afazeres e nas horas difíceis. Nem chegava a perguntar do meu pai, pois quando fazia, ela ficava triste e desamparada. Parecia que ela não tinha rumo.
Minha vida escolar era praticamente inexistente. Apenas frequentava escolas públicas e não permanecia no lugar por mais de 1 mês. Minha dificuldade com as palavras e de me enturmar era extremamente complicadas. Eu não enxergava as palavras como elas realmente eram. Sempre se embaralhavam dentro da minha cabeça. Se eu tinha muitos amigos? A resposta é não. Não conseguia me enturmar e muito menos fazer amizades. Todos me viam como um doente, um esquisito que frequentava aquele lugar.

Minha vida continuava a piorar. Sempre ia do mal ao pior. Quando completei 6 anos, minha mãe fora morta por um câncer em seu cérebro. Ela ficou internada por algumas semanas, mas não resistiu. Fiquei só. Sem ninguém para me guiar ou ajudar. Minha família? Pensavam a mesma coisa que meus "colegas" de classe.
Após alguns dias do falecimento da minha mãe, tive que me virar. Minha mãe me ensinou tudo que eu precisava saber para sobreviver no mundo atual antes de sua partida. Ela deixou todas as papeladas dos móveis, imóveis e do veículo prontas para serem vendidos. Fiz tudo o que era necessário e vendi todas nossas coisas.
Foi difícil, pois ninguém confiava em um garotinho de apenas 6 anos. Mas, com o tempo, pessoas boas vieram e aceitaram as ofertas. Por fim, depositei tudo na conta do banco. Não tinha muito, mas o bastante para sobreviver.

Passaram-se alguns meses e ia passando de hospedagem por hospedagem, até conseguir achar um hotel simples em que minhas economias podiam cobrir.
O tempo foi passando e passando. Quando completei 10 anos, resolvi voltar a minha antiga casa. Era um pouco longe, mas tinha juntado bastante dinheiro para essa visita. Peguei o metro e fui.
Ao chegar lá, toquei a campainha. Esperei alguns segundos, mas ninguém atendeu. Por incrível que pareça, a porta estava destrancada. A curiosidade era tanta que entrei.

Ao olhar, dava para perceber que a casa estava a algum tempo abandonada. Poeira circulava o chão e entre os móveis e poucas teias de aranha se localizavam aos cantos das paredes. Alguns móveis estavam cobertos com panos brancos e outros com uma camada grossa de poeira. Subi as escadas. Ao chegar a meu antigo quarto, vejo tudo como era antes. Nada estava fora do lugar. Quando sentei na cama, uma pequena nuvem de poeira circulou o espaço. Dei duas tosses e me deparei com meu antigo guarda-roupas. Levantei-me e abri as portas. No mesmo instante, minha expressão de saudade mudou para espanto. Um bastão de aproximadamente 1,5 metros estava encostado junto a um bilhete amarrado em seu corpo, que dizia:

"Meu filho, como não tinha nada para lhe oferecer como presente, deixei este bastão de aço. Ele fora utilizado por meu pai em guerras que ele participou e confrontos contra inimigos de seu clã. Era a única herança em que eu podia deixar a ti. Utilize-o sabiamente e não deixe que cai em mãos erradas. Te amo, meu filho!"

Peguei o bastão e sai correndo da casa. Precisava chegar em um tal de Acampamento. Depois de horas correndo e pedindo informações, cheguei a uma estrada que passava por meio de pequenos morros. Mais parecido com um campo, fui correndo para achar o tal lugar. Em meio caminho, avisto uma criatura em pé, olhando para o horizonte. Fui aproximando-me aos poucos. Ao chegar perto, vi que era um Minotauro. Ele não havia percebido minha presença, mas persisti em continuar avançando. Calafrios percorreram meu corpo. nunca havia encontrado algo parecido. Sabia que não era coisa boa, mas resolvi chamar sua atenção.

Futuquei ele com uma extremidade do meu bastão e com um giro brusco, tentou arrancar minha cabeça fora com seu machado. Abaixei instantaneamente e consegui sair vivo. Pelo menos com a cabeça no lugar. Levantei e afastei 2 passos para trás. Ergui meu bastão e bati com tudo no chão. Assim, pude pegar impulso. Neste momento, segurando na outra extremidade do bastão, fiz um salto e bati com os dois pés no peito do grandão. Com o impacto, ele caiu sentado. Com uma rasteira mirabolante, ele derrubou meu cajado que rolou pelo chão junto comigo. Alguns arranhões apareceram em meu corpo.

Tornei-me a levantar. Vi que não seria fácil detê-lo. Aproveitando o Sol da tarde, ergui meu bastão na horizontal e com o sol batendo em minha arma, pude refletir uma parte da luz solar no rosto do minotauro, que tentava levantar-se.
Aproveitando o momento, corri em sua direção. Quando ele recuperou os sentidos, já havia percebido uma forte estucada concentrada em seu estômago. Acertei meu bastão com tudo em sua barriga. Afastei assim que ele tentou segurar na minha arma. Desviando mais uma vez de um futuro golpe dele.

O grandão levantou. Uma mão segurava o machado e a outra apoiava a barriga que parecia doer intensamente. Percebi que o terreno era de terra, então arrastei uma extremidade do meu bastão pela terra, fazendo uma pequena quantidade de poeira levantar. Estranhamente, um fraco vento concentrou-se na poeira, indo diretamente no rosto do Minotauro. Isso dificultou sua visão novamente. aproximei-me para um novo ataque, mas ele se antecipou e acertou meu braço esquerdo com um soco. Era para ter deslocado meu braço, mas por sorte, ele estava intacto, apenas doía. Afastei e rolei pelo chão ao lado de sua perna. Por ele ser grande, seus movimentos eram mais lentos que os meus. Levantei atrás dele e acertei meu bastão em suas vértebras quebrando 1 ou 2, pelo bastão ser de Aço. Gruindo de dor, acertei a batata da perna direita com um chute forte, fazendo ele ajoelhar-se.

Para sair vivo, precisava matá-lo. Girei meu bastão com a mão direita a cima de minha cabeça. Depois de algumas voltas, parei e no mesmo momento, acertei sua cabeça com um golpe na vertical. Uma nuvem de poeira circulou o local. Caminhei mais alguns metros e cheguei a um Portal de madeira. Ali percebi que estava realmente salvo. Ao entrar vi campistas treinando, sátiros apostando corridas e semideuses usando seus poderes. Quíron me recebeu, contei minha história a ele e fui para o chalé de Hermes onde no caminho, o diretor do acampamento me contou tudo que precisava saber.


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Ψ Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?

Desejo ser reclamado Filho de Éolo, pois adoro sentir aquela brisa da praia em meu rosto, o vento vindo da lagoa... Me sinto relaxado com meu eu interior. Consigo realmente relaxar e sentir uma paz que não poderia sentir realizando qualquer outra coisa. Sempre procuro descansar em meio a uma brisa suave. Ler? Adoro. Mas, sabe aquela sensação de estar em um conforto absoluto? É a sensação que sinto, ao estar frente a uma corrente de ar, em meio a uma leitura ou afazer.

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Ψ Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?

≈ Arco de Ouro Branco [Se transforma num cordão de prata. Lança flechas infinitas com a ponta de Ouro Branco. A flecha se materializa na corda, quando esta é puxada (O dano é o mesmo de uma flecha normal). Inteiramente feito de Ouro Branco com desenhos de nuvens que se mexem pela arma.] {Presente de Reclamação - Éolo}

≈ Anel dos Quatro Ventos [Um anel feito de Ouro Branco. Contém uma safira aonde um pouco do poder de cada vento está guardado. Útil em situações onde o ar é pouco e/ou nenhum. A quantidade do vento é infinita.] {By: Éolo}

≈ Armadura Temporal Completa [Se transforma em um cinto branco com uma opala no centro. Quando a opala é pressionada, a armadura se ativa. Mantém a temperatura corporal, evitando congelamentos, queimaduras, incineração e afins. Feita de Ouro Branco. É leve, não prejudicando a movimentação. Possui um desenho de Eólia no peito.] {Presente de Reclamação - Éolo}

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Silvia Royce
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Ter 15 Maio 2012, 16:29

1- Nome:
Silvia Royce

2 - Características (físicas e psicológicas):
Pele bronzeada, magra, olhos castanhos;
Sou muito sincera, leal aos meus amigos e odeio me sentir "presa", não gosto de ser obrigada a deixar de fazer algo que quero ou gosto, odeio ser contida.

3- Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e
como chegou ao acampamento?

Vivi minha vida inteira numa cidade pequena e calma, próxima a Nova Iorque, mas ainda assim, eu sempre fui a estranha. Eu e minha mãe sempre fomos muito abertas uma com a outra, mas quando se tratava do meu pai... ela se fechava. Sempre tive a impressão de que ele fizera muito mal a ela, mas como não tinha provas, não era justo acusá-lo. Ela sempre dizia que ele era a pessoa mais incrível que ela conhcera, mas algo não me deixava simpatizar com ele.

Ao longo de minha infância muitas coisas estranhas aconteceram. Os professores pareciam loucos (tá, isso parece até normal, mas não era no meu caso), sempre queriam me matar. A primeira vez foi quando uma professora de ciências me trancou no banheiro e jogou uma bomba de gás lá dentro. Não sei dizer como mas eu consegui me livrar daquela situação... só me lembro que tinha aberto uma torneira e molhado meu rosto, pois o banheiro estava quente e o calor não me deixa pensar direito.

Uma outra vez que sofri tentativa de assassinato foi na quarta série, quando o diretor (um louco de pedra, que me odiou na primeira vez que me viu) me atacou com sua espingarda de caça. Na situação, estávamos em excursão a um ponto histórico próximo a um rio. Ele julgou, provavelmente, que aquela seria a situação perfeita pra acabar comigo. Ele se deu mal. Bom, na verdade eu nem entendi como me safei daquilo, mas o fato é que eu corri e pulei no rio. Nadei feito louca e, quando emergi, minha turma estava muito mais longe do que a distância que eu poderia ter nadado.

Entre outros acontecimentos, fui sendo transferida de escola em escola a cada ano. Além de tudo isso, eu tinha TDAH e Dislexia, o que não me ajudava em nada. Meus colegas de turma nunca se aproximavam de mim, eu era a esquisita e ponto final. Mas foi na sexta série que a coisa tomou um rumo que eu jamais imaginaria. O cenário: aula de educação física, excepcionalmente na piscina. Estávamos eufóricos, era a primeira aula de natação do ano (e era a terceira de educação física, em geral), eu principalmente. Sou louca por água, sempre fui. O professor pulou na piscina e disse que acompanharia cada um dos alunos até a outra borda para avaliar nosso desempenho. Até então tudo bem, o problema, obviamente, foi na minha vez. Ao chegarmos na metade da piscina, o professor começou a me afogar, ou melhor, tentar me afogar. Ele pôs as mãos sobre minha cabeça e me afundou. Estranhamente eu não me importei, exceto pelo fato de que tava doendo horrores, mas eu não senti mais nada.

Lutei contra as mãos dele, tentando desvencilhar-me delas e foi mais fácil do que eu imaginei. Eu não sabia que era tão forte, era impossível aquele cara ser fraco com os músculos que ele tinha. Enfim, quando me livrei de suas mãos, nadei feito louca até a outra borda, e cheguei lá mais rápido do que pensei que seria, novamente. Me impulsionei para fora da água e fugi. O professor me fitava com olhar feroz e mortífero. Corri agarrando meu uniforme e de repente senti alguém segurar meu braço. Voltei-me rapidamente, pronta pra dar um chute nos países baixos do professor quando me deparei com meu melhor amigo, Lonny. Ele me motivou a continuar correndo e quando finalmente pudemos nos esconder, numa das dependências da escola, pude me vestir devidamente.

Então corremos outra vez. Lonny me levou para fora da escola, tomamos um táxi e chegamos à minha casa. Quê? À minha casa? É, é isso mesmo. Lonny, de algum modo, sabia meu endereço e ele nunca tinha ido até lá. Ao chegarmos, ele puxou minha mãe de lado, os dois cochicharam não sei o quê e ela deu a chave do carro para ele. A coisa estava mais estranha do que nunca, mas não parou aí. Lonny pisou fundo no acelerador e fomos seguindo na direção do imenso estreito de Long Island. Eu nem imaginava que Lonny dirigia, mas depois de toda a minha vida vendo estranhezas, nada mais me surpreendia.

Finalmente chegamos a... lugar nenhum. Quando paramos o carro, tudo que vi foi uma imensa colina com um suntuoso pinheiro no topo, mais nada. E nem daria para ver nada considerando que o "coisa" apareceu em nossa frente. Era o professor de educação física, só que mais bombado do que nunca, peludo e com dentes pontudos. Lonny arqueou e só pode balbuciar "lestrigão" no meu ouvido. Obviamente eu não entendi nada do que ele quis dizer, só sei que comecei a correr. Lonny disse para eu não olhar para trás e correr até além da colina que ele estaria atrás de mim. Sei que não foi digno de minha parte obedecê-lo e deixá-lo para trás, mas a razão tinha me abandonado totalmente naquele momento.

Corri mais do que nunca e finalmente cheguei ao topo. Como se um véu espesso tivesse sido tirado de meus olhos, vi o Acampamento Meio-Sangue. Mas não tive tanto tempo para admirá-lo. Senti um impacto quente em minhas costas e perdi o equilíbrio. Rolei colina abaixo e bati com a cabeça numa pedra. E então, escuridão. Acordei deitada numa cama quente e confortável. Lonny estava na cama ao lado. Ambos tínhamos ataduras pelo corpo e eu tinha uma faixa na cabeça. Um garoto com pernas de bode e chifres me disse que eu estava bem, num lugar seguro, e que eu era uma semideusa. Ele me contou toda a história que contam aos novatos e minha cabeça parecia que iria explodir.

Depois de dois dias pude levantar e só então ver o Acampamento de verdade. Aquele era meu lar, onde eu não seria mais a esquisita. Eu finalmente poderia ser feliz.

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Por Poseidon, pois é com ele que mais me identifico. Sempre gostei de água, é onde me sinto melhor, esqueço dos problemas. Estar submersa me atrai mais do que qualquer coisa.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?
Ainda não há presentes listados, mas gostaria de um tridente de bronze e um escudo também de bronze.
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Alicia Carter
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Ter 15 Maio 2012, 19:11

1- Nome:
Alicia Carter

2 - Características :
Loira, olhos azuis, pele clara, sem tatuagens. Sou uma pessoa que gosta muito de se dar bem com os outros, gosta de se divertir na praia, sair com os amigos, tranquila com as coisas, bem vaidosa e toda ajeitadinha.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?

Alicia as 6:00 da manhã estava de pé já, ela estava quase pronta para escola, mesmo a escola sendo as 7:00. Ela sempre se arrumava toda, a maquiagem era essencial no seu dia a dia. Ela acaba de se arrumar mais ou menos uns vinte minutos para a aula começar, então a mesma vai em direção a escola de apé. Rapidamente a garota chega lá na escola, ela vai até seu armário deixando as coisas que não iria usar lá e levando o resto para a sala de aula. Tinha algumas pessoas em pé, mas a maioria já havia sentado. Logo Alicia se senta na cadeira desocupada ali a direita próximo a janela.
Ela assiste toda aula naquele maior tédio, e quando da o intervalo ela vai até a porta e sente algo segurando seu braço e a puxando, ela é puxada até uma sala do zelador. Lá dentro somente ela vai perceber quem havia a puxado. Lá estava sua melhor amiga, Blair. Blair a olha e pergunta.

- Sabe porque te puxei até aqui? - Sem deixa-la responder logo ela mesma continua - Você é uma semi deusa, acorda, está em perigo aqui.
Alicia sem saber por onde começar entender foi logo abrindo a boca para perguntar mais coisas, quando sua amiga começa a falar novamente.
-Não tem tempo para perguntas. Vamos logo.
Blair puxou ela e a tirou da escola arrumando as coisas que teria que levar e mandou um bilhete para o senhor Luccas (Pai adotivo de Alicia) falando-o que ela teria que ir embora por causa de um imprevisto. No caminho ela foi contando a Alicia o que estava acontecendo. Assim passaram por uma floresta, cheias de árvores e árvores que nunca lhe havia visto na vida, e também elas passaram por um portal, onde assim chegaram ao famoso acampamento.

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Quero ser reclamada filha de Afrodite. Por gostar de todas Afrodites, ter o maior respeito a elas, e amar se arrumar.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?
Estão todos a definir.
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Maddie M. Winstead
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Ter 15 Maio 2012, 20:19

♦Nome♦
Maddie Marston Winstead

♦Características♦
Maddie é uma garota quieta e taciturna , de poucas palavras.Apenas se pronuncia quando contrariada ou quando a necessidade chama.Por mais que aparente ser gentil e educada, é mais forte do que parece, possuindo uma grande personalidade: surpreendendo aqueles que pouco a conhecem.É espontânea,alegre e sincera na companhia de amigos que a provaram seu valor, assim se mostrando uma leal companheira para todos os momentos.

A garota leva para toda sua vida os valores passados pelos seus pais alongo dos anos com a educação que lhe fora dada:Disciplina,altruísmo, compaixão.Sem contar o seu grande senso de obrigação e responsabilidade.

Características físicas ; A garota possui uma pele clara como a neve, cabelo castanho escuro liso e olhos castanhos com um tom esverdeado, não chega passar dos 57kg e não medindo mais que 1,63cm.



♦Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento♦
Filha de um lenhador,nascida no Canadá - Toronto, que no início dos seus 20 anos, não teve condições de sustentar a filha sozinha, já que a mãe havia desaparecido logo após ter dado a luz a criança.Ofereceu a jovem rescém-nascida para o irmão que caridosamente a havia adotada sem relutância.
Maddie teve uma infância e adolescência boa,criada por um pai militar, já com suas carreira ingressada há muitos a e uma mãe médica neurologista, muito popular e querida pela região, devido aos seus atos de caridade perante a comunidade.Não se deixava afetar com o clima frio, por temperaturas frias, tanto quanto gélidas,pelo contrário,se dava extremamente bem.Fora ótima na escola, muitos diziam que a garota era a frente de seu tempo, já estudando matérias de faculdade em sua época de colégio, como Anatomia, Biofísica e Primeiros Socorros com sua mãe nas horas vagas.
Próximo do término de suas aulas no 3° Colegial, os seus pais resolveram lhe contar a verdade, revelando seu verdadeiro pai e a sua verdadeira natureza, o que claro não foi fácil para ela se acostumar.Havia ganhado também de seu pai adotivo um envelope, contendo uma passagem aérea para Nova York além de um endereço anexado.
Foi a partir daí, que sua viagem para a verdade começara, onde a sua única certeza, era que ela não era apenas humana.



♦Por qual deus/deusa deseja ser reclamado e porque♦
Filha de Quione & Curandeira de Esculápio
Me dou e me identifico excepcionalmente bem com o frio em OFF, e acredito que se os deuses realmente viessem a existir, não haveria dúvidas que seria uma filha de Quione.Sempre gostei da área da saúde, desde meus primeiros invernos.Tenho como natureza ser prestativa as pessoas, sempre tentando dar o melhor de mim para ajudá-las.Pretendo usar meus poderes & dons relacionados ao frio para que, futuramente possa ajudar meus pacientes quando vier a me turnar uma curandeira de Esculápio,o usando como tratamento principal.


♦Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar♦
Arco de gelo ( arco de cor transparente, que ajuda na criação de flechas de gelo)
Colar de gelo ( auxilia na camuflagem, mudando a cor da roupa do usuário de acordo com o ambiente)

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Chuck B. Heineken
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Qui 17 Maio 2012, 21:58

Why is the world so unfair with the weird?


Ficha de Reclamação

1- Nome:
Charles(Chuck) Blake Heineken


2 - Características (físicas e psicológicas):
Chuck é um garoto excepcionalmente... Incomum, apesar de sua aparência. Cabelos castanhos, assim como seus olhos. Sua estatura era mediana, assim como sua descrição, ajudavam-no a esconder-se do mundo. Tinha um físico atlético, e músculos um tanto definidos. Em seu pulso direito, via-se um desenho que se assemelhava a uma ave... Uma ave negra. Esta foi fruto de suas aventuras em St. Edwiges, que serão narradas em breve.
Charles é introvertido e silencioso. O tipo de ser que tenta não ser notado. Escondido à sombra das outras pessoas. Intransigente, ele é contrário a tudo que as pessoas fazem. Viveu a maior parte de sua vida encerrado em um colégio interno, mas recusa-se a aprender a que lhe é apresentado. Embora seja pacífico, mexer com este garoto não seria um movimento muito sabia. Nestas ocasiões, seu lado vingativo, um lado que cresceu com o passar de sua vida cruel e injusta. Contudo, vingança não é seu maior atributo. O ódio, esta sim seria sua principal característica. Um sentimento alimentado pela desprezível família Heineken, a qual você conhecerá um pouco mais agora...


3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?
Bem, iniciemos nossa história conhecendo um pouco mais sobre a família Heineken. Harry Heineken é um bem sucedido investidor da bolsa de valores. Suas ações foram, desde jovem, tomando proporções extraordinárias. Assim, este reuniu uma enorme fortuna e agora dirigi uma mundialmente conhecida fábrica de bebidas alcoólicas. Desde vinhos e uísques a conhaque e licor. Pode-se imaginar o quão feliz é este homem... Pois, na verdade, pode-se apenas imaginar. A causa de sua infelicidade é Laura Heineken, sua ex-esposa. Laura é uma mulher encantadora, que um dia apaixonou-se por Harry. Logo em seguida, os dois se viram em uma encantadora história de amor. Casaram-se, tiveram um filho e viveram seu amor. Mas o encanto foi, aparentemente, quebrado. Até hoje, apenas o Sr. e a Sra. Heineken conhecem o verdadeiro fim desta história.

Pois bem... Lembram-se que eu mencionei que os Heineken tiveram um filho? Sim, este se chamava Charles Blake Heineken. Depois da separação de seus pais, aos 7 anos, foi determinado pela lei que este deveria ficar com seu pai. Mas, não foi exatamente isto que aconteceu...

∞ ∞ ∞

9 anos se passaram e agora, Charles encontra-se em um cenário totalmente diferente da casa dos Heineken. Este se encontra em um beliche, na parte debaixo, em um dormitório. O dormitório de St. Edwiges.

Antes que prosseguir, explicar-lhe-ei do que se trata Saint Edwiges. St. Edwiges é um colégio interno na França. Considerado uma das instituições de ensino mais completa e eficiente, este colégio é o lar de Chuck desde os 7 anos. Seu pai o mandara para este lugar e, embora Charles não conhecesse os motivos de seu pai, Harry exilou seu filho na Itália pois não suportava olhá-lo e reconhecer tantas semelhanças com sua mãe.

Bem, voltemos à sequência lógica dos fatos. Charles dormia tranquilamente em sua cama, quando um garoto alto e magro, trajando camisa social branca e calça preta, abaixo de um sobretudo negro - o uniforme de St. Edwiges -, aproximou-se dele, empurrando-o e gritando:

- Vamos, Chuck! Acorde! - Charles respondeu com um resmungo. - Sinceramente, não sei por que ainda o ajudo. - Luke, como se chamava, deixou o quarto e, logo em seguida, Charles levantou-se. Em pouco tempo, estava arrumado e pronto para seu primeiro período.

Correndo pelos corredores vazios - afinal, a aula já havia começado - seus passos ecoavam pela escola. Este atravessou o campus, subiu escadas, errou portas, pois mesmo estudando ali há tanto tempo não era difícil se perder. E, depois de tanto andar, Charles avistou sua sala, no fundo do corredor. Este se dirigiu lentamente a ela, sabia o quão tedioso seria a aquela aula de Latim. Mas antes que chegasse à sala, virou-se para o lado esquerdo, parando sua caminhada. Algo chamara-lhe atenção. Em uma sala vazia, com a porta entreaberta, via-se uma cena, no mínimo, inusitada. O zelador, Fletcher, com a língua para fora, escovava-a com o esfregão. Logo que o tirou da frente do rosto, Charles notou que sua língua possuía uma bifurcação. Como em um réptil. O zelador, então, visualizou o garoto à porta e, sorrindo maldosamente, começou a aproximar-se. Charles não esperou para ver o que aconteceria. Pelo contrário, este lançou-se para a porta da sala de aula, correndo o mais rápido que podia. 5 metros da porta, o zelador aproximava-se cada vez mais... 3 metros. Estava cada vez mais perto... 2 metros. Não conseguiria se livrar... 1 metro. Será que o zelador ainda o seguia?

- SENHOR HEINEKEN! - Uma voz seca e arrastada exclamou.

Charles estava agora dentro da sala de Latim. Ele virou-se para trás, mas no corredor não havia ninguém. Fechou a porta e, andando pela sala, sentou-se em uma cadeira no centro da sala. "Mas, afinal, o que foi que acabou de acontecer? Minha imaginação uniu-se à minha visão para pregar-me uma peça?".

∞ ∞ ∞

Naquela manhã, Chuck sequer prestou atenção à aula da Sra. Hopkins. E, na verdade, fazia-o sempre. Mas dessa vez, sua mente não parava de pensar no que se procedeu naquela sala vazia. O sinal para fim do período tocou e todos se levantaram, deixando a sala. Nos corredores, alunos corriam e espremiam-se na luta para chegar às suas salas. Já Charles caminhava calma e obtusamente. Podemos dizer que o ensino não lhe é tão importante. Eu sei o que você deve estar pensando: Como um aluno como este ainda não foi expulso da escola? E sua resposta, é simples. Imagine apenas que a família Heineken é muito influente. Descendo as escadarias do segundo andar para o térreo, quando ouviu seu nome ser exclamado ao longe.

- Charles! - Ele levantou seu rosto, avistando uma figura bastante conhecida, Elric. Este se encontrava já te térreo do prédio e convidava Charles a adentrar uma sala. Chuck assim o fez.

Elric não era um aluno, muito menos um zelador. Tratava-se do professor de Inglês. Mas este professor não era como os outros. Por algum estranho motivo, gostava de Chuck. E, aos poucos se tornaram amigos. Já na sala, o professor parecia bastante desconfortável.

- Está pronto? - Charles perguntou.

- Sim... Mas... Você tem certeza? - Levou sua mão ao queixo, coçando a barba por fazer, com certa dificuldade. Ah, eu mencionei que este usava muletas?

- Não seja medroso. - Chuck estendeu o braço, mostrando-lhe o pulso. - Faça!

Relutante, Elric iniciou o que devia ser feito. Logo, o professor tomou um ferro quente em suas mãos protegidas, e colocou-o sobre a pele do garoto, que agonizou silenciosamente. Nascia assim uma marca... Mas não uma marca qualquer. Uma marca simbólica. A ave que levaria consigo a lembrança de um terrível passado, e de um futuro pior ainda...

∞ ∞ ∞

Terminado a seção de tortura, os dois deixaram a sala. Chuck levava em seu pulso, agora, um rolo inteiro de gaze, usado pelo professor arrependido. Não havia, novamente, nenhum aluno nos corredores. E eu posso jurar que o professor Elric devia estar, nesse momento, dando aula. Mas não o fez. Os dois decidiram matar aula e se suicidar, se jogando do teto. É, gostavam de fazê-lo. Era uma brincadeira, é claro, o fato não se consumava, na verdade.

Subiram as escadas correndo, até estarmos no teto da escola. Era preferível brincar disso sozinhos. Mas o suicídio foi interrompido. No teto, encontrava-se o Sr. Fletcher. Este olhava para a porta, como se já esperasse por alguém. Seus dentes sujos e podres sorriram para os dois.

- Olá, jovensssssss! - Começou a andar na direção deles. Enquanto andava, seu corpo começou a... Transmutar-se. Sim, seu corpo tornou-se escamoso, suas pernas pareciam caudas de serpente. E...

Chuck foi retirado de seu choque de realidade, quando Elric puxou-o, descendo as escadas.

- A gente precisa sair daqui, agora! - Olhando para trás, o professor viu a criatura aproximar-se cada vez mais. - Eu te explico depois.

Charles e Elric corriam, mas quanto mais se apressavam, mais a distancia entre o zelador e eles diminuía. Logo, Elric soltou a mão de Chuck. Este parecia impotente, mas o professor parecia saber bem o que fazia. De dentro do bolso, retirou uma estranha flauta e, em seguida, começou a tocar uma melodia frenética. Das aberturas entre as paredes e do chão, surgiram raízes. E estas foram formando uma parede na escada, bloqueando a passagem da...

- Não vai segurar a Dracaena por muito tempo. - "Draca o quê?", pensou Chuck. - Vamos... Temos que voltar para os Estados Unidos agora...

∞ ∞ ∞

Charles não reclamou... Afinal, deixar Saint Edwiges era seu maior sonho. Mas não conseguia entender o porquê desta viagem aos Estados Unidos. Não compreendia a periculosidade daquela criatura. Já anoitecia, quando pousaram no McArthur Airport Airlines. Logo após, Elric jogou-o num táxi, e partiram. Até então a viagem continuava calma. E assim planejava o professor. No táxi, ele começou a contar-lhe a verdade.

- Charles... A verdade mesmo é que... - Parecia desconfortável novamente. - É que você é um... Um semideus.

- U-um o que? Elric, você está louco. Trouxe-me até aqui pra isso?

- Pense bem, Chuck. O monstro que vimos, as coisas estanhas que, por vezes, aconteceram no colégio... - Enquanto ele mencionava os acontecimentos, Chuck ia recordando-se de cada um. Trágicos acidentes, que aconteciam com ele.

Foi difícil... Afinal, não é fácil para nenhum semideus. Mas, ao chegar à beira da colina Meio-Sangue, Chuck não pode duvidar mais. Subiram a colina lentamente, até que se encontravam agora em um majestoso acampamento. O...

- Acampamento Meio-Sangue... Seu novo lar. - Elric esboçou um sorriso, no canto do rosto. Parecia até prever a expressão do garoto ao descobrir que seu melhor-amigo era um sátiro. Mas, ao mesmo tempo, imaginava os perigos e desilusões de uma vida meio-sangue. Sem expectativas, sem sonho... Tudo se resume a servir aos deuses. Na verdade, parecia assemelhar-se muito à vida de Charles até agora, não é? E, com certeza,não vai demorar muito até que Chuck perceba que um de seus pais não é, realmente seu pai...


4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Hades é um deus fascinante. O incompreendido do Olimpo. Desde sua primeira aparição na série de livros, chamou-me a atenção. O renegado dos deuses... O injustiçado. Além de combinar com a personalidade deste personagem, seus poderes são maravilhosos, além de suas armas de reclamação. Apesar de, inicialmente, ter me decidido entre Perséfone e Melinoe, tornou-se visível, depois de um tempo, que não haveria deus melhor para criar este personagem do que Hades.


5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?
Elmo da Escuridão [Réplica do elmo de seu pai. Transforma-se em qualquer tipo de acessório para a cabeça. No formato original faz com que o semideus fique invisível por 3 turnos. Isto só pode ser utilizado uma vez por missão.] [By: Hades]

Espada de Ferro Estígio [ Tem o cabo detalhado com lascas de Ébano. Tem a habilidade única de absorver as almas que ceifa. Transforma-se em um anel negro.] [ Total de Almas=0] [By: Hades]

Adaga de Ferro Estígio [ Adaga completamente preta. Seu cabo é detalhado com uma caveira e esta, por sua vez, tem olhos de rubi. Tem a habilidade única de absorver as almas que ceifa. Espanta os espíritos que se aproximam do filho de Hades.] [Almas=0] [By: Hades]


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Taylor H. Bloodstone
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 25 Maio 2012, 21:17

Sendo reclamado.
One thing, I don't know why, It doesn't even matter how hard you'd try, Keep that in mind. I designed this rhyme, To explain in due time


Nome
Taylor Henri Bloodstone

Características
Taylor é extrovertido, não gosta muito de ficar no canto isolado de todos. Porém, tem o pavio curto, irritando-se com facilidade. Quando entra nesse estado a única coisa que o acalma é as fortes rajadas de vento que rodeiam a sua casa, controladas de uma maneira inexplicável por ele. Em seu tempo livre, o garoto gosta de observar as nuvens no céu, imaginando os mistérios que ele esconde. Seu maior sonho é se tornar um goleiro de futebol.

O jovem tem seus olhos azuis como o céu claro e cabelos loiros, embora possa achar alguns fios castanhos se procurar bem. Possui apenas os músculos dos braços definidos e um porte atlético. Tem alguns roxos em seu rosto, devido às inúmeras boladas que leva no local quando esta jogando futebol. Mesmo ficando boa parte do tempo em contato com o sol, seu tom de pele é branco.

História
Era uma sexta-feira chuvosa, faltavam apenas alguns minutos para o término da partida e o time apostava todas as suas fichas naquela jogada para conseguir o gol do empate e consequentemente o título da Liga Juvenil Estadunidense. Um dos atacantes do DC United estava parado frente à área do Los Angeles Galaxy, esperando a bola chegar a seu pé para poder tentar marcar o tão sonhado gol, e esse lance não demorou muito para acontecer. Henrique, garoto brasileiro que morava e estudava nos Estados Unidos, deu um passe rasteiro para o atacante, que após dar uma bela finta no zagueiro chutou com força em direção ao gol, mirando acertar o ângulo direito.

Tudo parecia correr bem, porém no gol estava Taylor. O garoto estava disposto a frustrar os planos do time adversário e quando a bola aproximava-se de seu gol decidiu pular, esticando bem o seu braço esquerdo e direito. A princípio parecia que não conseguiria defender o chute, mas o vento o ajudou de certa forma, fazendo com que a bola mudasse seu curso e indo na direção do goleiro, e este aproveitando a oportunidade espalmou para fora. Finalizando a partida e ganhando pela primeira vez a Liga Juvenil. Uma alegria enorme tomou conta de Taylor, que após a defesa milagrosa ajoelhou-se no chão e fez uma pequena oração de agradecimento. Tentando dizer obrigado, alguma força divina fez com que uma grande rajada de vento bagunçasse o cabelo do garoto, que sorriu, levantando-se e partindo em direção ao vestiário.

•••

Os jogadores do Los Angeles Galaxy estavam todos reunidos no vestiário do time. Muitos estavam ao lado de Taylor, agradecendo-o pela defesa um tanto quanto milagrosa no ultimo minuto e os outros integrantes festejavam e esbanjavam felicidade. Porém Pierre, o destaque do time na liga mesmo tendo chegado a algumas rodadas do fim da liga estava isolado dos demais jogadores, o garoto parecia estar preocupado com algo e toda hora movia seus lábios lentamente, tentando dizer algo para si mesmo. Taylor suspirou, saindo de onde estava e caminhando rapidamente na direção de seu amigo.

▬ Por que esta preocupado cara? ▬ Falou o goleiro, batendo de leve no ombro de seu companheiro.

▬ Hein? ▬ Gritou Pierre, se assustando ▬ Preocupado, eu? Fica tranquilo, não estou.

Taylor fechou seus olhos e suspirou, conhecia bem o seu amigo e sabia que havia algo de errado com ele.

▬ Eu sei que tem Pierre... ▬ Falou de forma direta, deixando o outro mais nervoso.

Pierre levou a mão à cabeça e sussurrou, de forma que apenas Taylor escutasse.

▬ Taylor... Você não estranhou todas as vezes que a bola mudou o seu curso, tornando uma defesa que a princípio parecia impossível ser possível?

O jovem goleiro levou uma mão ao queixo e pensou por alguns instantes. Realmente a situação descrita por Pierre havia acontecido diversas vezes na vida futebolística de Taylor, porém ele nunca havia dado muita atenção para isso, acreditava que era pura sorte.

▬ Pierre, isso não é nada além da sorte. ▬ Falou Taylor, dando um sorriso falsificado.

▬ Vamos receber as medalhas, a chuva finalmente cessou ▬ Pierre levantou-se, olhando pela janela e advertindo mais uma vez Taylor ▬ Lembre-se, o raio não cai duas vezes no mesmo lugar ▬ Por fim olhou para o céu com medo.

•••
O por do sol estendia-se pela cidade de Nova York, a cidade sorteada para celebrar o ultimo jogo da liga. Todos os jogadores dos Los Angeles Galaxy estavam em pé sobre uma pequena plataforma de madeira posta no campo de futebol. No meio de todos estavam Taylor e Pierre, heróis do time no tão esperado título. O goleiro carregava em seus braços a pequena taça feita em prata, enquanto o atacante levava consigo um pequeno troféu com o formato de uma bola de futebol, ele havia sido o artilheiro do campeonato.

Tudo estava perfeito para Taylor, mas esse seu momento foi interrompido quando uma estranha névoa começou a envolver o campo, o garoto olhou rapidamente para seus companheiros, mas estes com a exceção de Pierre pareciam não ver nada.

▬ Droga, precisava de mais tempo... ▬ Pierre parecia estar entrando em estado de choque.

▬ O que é isso Pierre? ▬ Perguntou Taylor, achando muito estranhando tudo o que acontecia no campo.

▬ Taylor, isso parece ser estranho, mas eu preciso te contar uma coisa! ▬ Falou Pierre, deixando Taylor apreensivo ▬ Você é filho de um Deus!

Após fazer a revelação, Pierre puxou o braço do garoto e correu com ele para dentro do vestiário, tudo acontecia tão depressa e o restante do time parecia não ligar. Enquanto era puxado, Inúmeras perguntas formavam-se na cabeça do goleiro, essas iriam ser respondidas em breve... Ou não.

•••
▬ Explique-me direito esta estória Pierre! ▬ Exclamou Taylor, assim que seu amigo acabou de trancar a porta.

▬ Bom cara ▬ Pierre suspirou ▬ Não sei por onde começar!

Taylor encarou Pierre e falou tentando parecer normal.

▬ Eu sou um filho de Deus?

▬ Taylor, sim você é filho de um Deus. Quem ele é? Isso não posso responder, mas posso te explicar um pouco sobre isso.

▬ Fale-me então!

Durante as próximas horas que se passaram Pierre conversou com Taylor e explicou a ele tudo sobre a vida de um semideus. O goleiro a principio não acreditava muito no que seu colega falava, achava que ele estava ficando louco, porém os fatos provavam o contrário. Toda sorte que Taylor tinha quando jogava no gol vinha de forças naturais e divinas, mas quem era seu progenitor Olimpiano? Essa pergunta apenas foi respondida quando chegou ao acampamento.

Progenitor Divino
Gostaria de ser reclamado por Éolo.

Presentes de reclamação
Arco de Ouro Branco: [Se transforma num cordão de prata. Lança flechas infinitas com a ponta de Ouro Branco. A flecha se materializa na corda, quando esta é puxada (O dano é o mesmo de uma flecha normal). Inteiramente feito de Ouro Branco com desenhos de nuvens que se mexem pela arma.] {Presente de Reclamação - Éolo}

Anel dos Quatro Ventos[Um anel feito de Ouro Branco. Contém uma safira aonde um pouco do poder de cada vento está guardado. Útil em situações onde o ar é pouco e/ou nenhum. A quantidade do vento é infinita.] {By: Éolo}

Armadura Temporal Completa [Se transforma em um cinto branco com uma opala no centro. Quando a opala é pressionada, a armadura se ativa. Mantém a temperatura corporal, evitando congelamentos, queimaduras, incineração e afins. Feita de Ouro Branco. É leve, não prejudicando a movimentação. Possui um desenho de Eólia no peito.] {By: Éolo}

Apenas Lembranças
Luvas de Goleiro [Um par de luvas vermelhas, Taylor usava ela quando jogava futebol]

Troféu de Prata [Este item lembra Taylor da sua ultima conquista de quando era mortal, a LJFE]



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Anabelle W. Darkhole
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sab 02 Jun 2012, 13:01



We rase it up


This is a gift, it comes with a price Who is the lamb and who is the knife? Midas is king and he holds me so tight And turns me to gold in the sunlight, Raise it up, raise it up


▬ Qual é seu nome completo?
Meredith Keith McFoster

▬ Cite suas principais características, físicas e psicológicas.
Imagine uma garota que poderia se passar pela filha perfeita dos filmes famosos, essa sou eu. Sou de uma altura normal relacionada a minha idade, aproximadamente 1,70 metros, e um corpo com as curvas no lugar. Minha pele é clara, sem nenhuma mancha de sol, além das sardas sutis em volta do nariz. Meus cabelos são curtos e encaracolados, de um tom natural vermelho que lembra muito o fogo. A única coisa na minha aparência que indica minha insanidade são meus olhos. Eles são grandes e verdes, com uma expressão fixa alucinada, como se eu sempre estivesse pensando em qual seria a minha próxima criação.

Se meus amigos pudessem me definir em apenas uma palavra seria bipolar. Posso ser garota mais chata do mundo, sem senso de humor e raiva que poderia causar a terceira guerra mundial, mas também pode ser aquela que está sempre feliz e a solidariedade em pessoa . Acho que o fato de eu ler muito me tornou uma menina muito ingênua , sonhadora, e esse é meu maior defeito. Sempre acho que tudo vai acabar bem, que todas as pessoas são boas e gentis. Nos jogos entre chalés sou uma das mais positivas. Sempre torcendo para que nosso time vença. Sabe, apesar de tudo creio que eu seria sua pior inimiga se me desafiar, sou uma ótima estrategista e quando alguém me ofende... Sai de baixo! Quando me sinto ameaçada coloco em prática minhas características mais competitivas. Sou muito observadora, sempre foco no ponto fraco de um adversário, e bastante esforçada na hora de competir. Sou muito engenhosa, minhas estratégias raramente têm defeitos.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
... Atualmente

O barulho da chuva batendo no telhado do trailer era terrível. Como eu conseguiria me concentrar em meus desenhos com esse obstáculo? Obrigada natureza, por fazer uma tempestade num momento tão convencional como esse. Suspirei e adicionei mais um traçado forte no esboço de uma ponte que eu estava desenhando. Desenhar, meu único salvador do tédio nas noites de sábado enquanto meu pai trabalhava. Como se não bastasse ser a única garota inteligente na escolinha pública do bairro, ainda tinha que sofrer com a humilhação de ser filha do arqueólogo falido. Revirei os olhos para aquele pensamento, eu amava meu pai e apenas isso importava.

Estava quase acabando de fazer a sustentação da ponte, quando ouvi um estrondo vindo do lado de fora do trailer. Pulei da cadeira, assustada, e olhei ao redor procurando algo suspeito. Me levantei, peguei um rolo de macarrão e segui até a porta, de onde tinha vindo o barulho. Olho pela fechadura da porta e vejo a sombra de um bode iluminada pelo raio que acabara de cair. Espere um minuto! O bode está em pé? Meu sangue gelou, eu estava morta de medo. Depois de alguns segundos, a criatura fez a última coisa que eu esperava, bateu na porta.

- Béééé! - Ele ganiu, a coisa tinha uma voz esganiçada - Por favor, abra a porta! Elas estão chegando! Por favor, me deixe entrar!

Apesar de a possibilidade de eu abrir aquela porta estar completamente fora de cogitação, minha curiosidade falou mais alto. Uma criatura desconhecida queria falar comigo, quando eu teria outra chance de ver o inexplicável? Indecisa, abro a porta de metal e me deparo com um homem muito peludo. Ou melhor, com as pernas muito peludas. Ao ver seus chifres, solto um grito agonizado e acerto sua cabeça com o rolo de macarrão. Eu acabo de agredir um homem-bode.

... 24/12/2004, 23h45

- Vamos filha, estamos quase lá! - Gritou Henri McFoster para a filha - Não teremos outra chance de vir no Egito tão cedo!

A garota de nove anos que vinha atrás do homem bufou de raiva. Que menina gostaria de passar a véspera de Natal procurando tumbas no Egito, onze horas da noite? Nenhuma. Resposta correta. Meredith começou a contar até dez, se segurando para não perder a paciência com o pai. Ela sabia que ele só queria seu bem, mas que mal faria passar o Natal como uma pessoa comum? Se bem que a palavra comum não estava muito adequada à rotina da família McFoster. Primeiramente, eles vivam em um trailer com cheiro de peixe permanente, não tinham moradia fixa, mudavam de estado uma vez por mês e nunca tinham comido um hambúrguer na vida. Certa vezes, Mere desejava que tivesse sido adotada e que, um dia, seria encontrada por seus pais verdadeiros. A vida era complicada para a garota.

- Querida, veja só isso! - De repente, Henri parou. Começou a encarar uma enorme pedra no meio das ruínas de uma cidade qualquer - É uma verdadeira preciosidade... Se tivesse apenas uma...

- PAI! - Meredith interrompeu-o - Estou cansada disso! Não aguento mais viajar tanto! Eu quero um lugar fixo para morar, eu quero estudar! Realiza, papai, eu estou crescendo, preciso de uma casa. Algo para chamar de lar.

O homem se calou, não tinha nada mais para falar. Os dois voltaram para o hotel, sem dizer nenhuma palavra, mas seus olhares diziam tudo. Henri parecia agonizado, como se tivesse um segredo a esconder. Mere estava simplesmente, brava, e descontava tudo em seus desenhos. Por mais que ela quisesse ser normal, não conseguiria. Seu pai sabia disso. Não importava onde ficassem, elas sempre os encontrariam.

... Atualmente

O tempo ia passando, poderiam ter sido minutos, horas, ou até dias. Eu simplesmente não podia acreditar no que estava vendo, aquela criatura me lembrava muito um... Como era mesmo o nome daquele bode grego? Sátiro? É, acho que é isso. Não conseguia parar de encarar aquilo que eu acabara de abater com emu taco de macarrão. Segurei o braço do "homem" e puxei para dentro, com medo que ele fugisse e chamasse mais amigos peludos. Eu não podia me arriscar a ter de encarar um bando de coisas como essa. Assim que levei-o para dentro, tranquei a porta e corri para cozinha em busca de um telefone. Meus dedos corriam pelos botões, lingando para a policia, minha única ideia. Assim que o atendente 24 horas atendeu a ligação, contei tudo o que tinha acontecido, mas acho que aprecia uma louca, porque ele brigou comigo dizendo que falsa denuncia era crime e desligou.

- Béééé! - A voz do homem-bode pairou no trailer - O que aconteceu... Ai meus Deuses! Elas estão chegando! Preciso encontrar a semi-deusa! BÉÉÉÉ!

Peguei o rolo de macarrão novamente e fiquei em posição de defesa. Se a criatura surgisse, eu poderia atacá-la na cabeça, pegar minha bicicleta no lado de fora e fugir na chuva. Não era uma má ideia, se bem que o chão devia estar coberto de lama fazendo minha bicicleta entalar. Suspirei, não sabia o que fazer. O homem bode apareceu na cozinha assustado, ele era magricelo e tinha cabelos negros encaracolados, encobrindo parcialmente seus chifres. Assim que ele deu um passo na minha direção, ameacei acertá-lo outra vez. Ele levantou as mãos em sinal de paz, porém eu continuava com medo.

- Você precisa me ouvir, semi-deusa! - Ele disse, os olhos pareciam alertas e o nariz farejava o ar - Elas estão vindo, já mataram seu pai pelo caminho! Você precisa vir comigo!

Mataram meu pai? Semi deusa? O que estava acontecendo aqui? Eu respirava de forma ofegante, completamente apavorada. Caminhei na direção do homem, ainda armada, mas cai no chão ao sentir que o trailer estava sendo sacudido.

- Quem é você? O que está acontecendo? - Gritei alto o suficiente para ser ouvida através do trovão e dos barulhos da tempestade

O homem bode gritou de medo ao cair no chão assim como eu. Ele se levantou apressado e me colocou nas costas, apesar dos meus protestos. Não podia acreditar que estava sendo sequestrada por um bode, sentia a morte chegando. O possível sátiro arrebentou a porta com os cascos, pegou uma mochila na sala (que, por acaso, estava com minhas coisas. Estranho) e correu pela escuridão da noite, gritando coisas incompreensíveis.

- As emposa estão chegando - Ele repetia, desesperado - Longo caminho de Texas até Long Island... Acampamento Meio-Sangue...

Depois de várias horas, chegamos na estação de trem mais próxima do Texas. O possível sátiro me levou para um banheiro e vestiu roupas normais que tirara da mochila. Me entregou uma toalha (sério, como tudo aquilo cabia na mochila?) e pediu que eu me secasse. Como estava assustada demais para qualquer coisa, apenas assenti e o obedeci. Olhando de perto, ele até aprecia um garoto normal, tirando os dentes salientes.

- Desculpe, eu tive que fazer isso... - Ele disse, assim que sentamos num vagão de trem - Acho que te devo algumas respostas, certo Meredith? Meu nome é Finn, sou um sátiro protetor do Acampamento Meio Sangue.

Olhei confusa para ele. Como sabia meu nome? Isso não importava. Nada mais importava, eu não tinha mais família nem casa. Suspirei e indiquei que Finn continuasse com sua explicação.

Depois de quatro horas, chegamos em New York e minha mente ainda tentava processar as novas informações. Mitologia grega. Monstros. Névoa. Acampamento meio sangue. Tinha a leve impressão de que demoraria muito tempo para que voltasse para o Texas, mas o que eu tinha a perder? A vida. Pensando bem, minha vida até que era um preço justo depois de tudo que passei.

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamada? Por que?
Eu desejo ser reclamada por Athena, deusa da sabedoria e da estratégia.
Gostaria de ser uma filha de Atena, pois, apesar de não ser muito parecida com meu supostos irmãos, acho que sou inteligente o bastante para ver que meu lugar é junto deles. Ela é a deusa Olimpiana que pensa, aquela que faz os planos para a vitória. Para mim, ela tem uma participação crucial no conselho Olimpiano.

▬ Quais presentes de reclamação deseja ganhar?
- Espada/Lança Inteligente [A principio é um relógio com dois botões, quando aperta o primeiro o relógio se torna uma espada de bronze celestial, mede 40cm, que ajuda a encontrar pontos vulneráveis no oponente, quando o outro botão é apertado se torna uma lança de 2 metros com o mesmo efeito da espada]
- Escudo do estrategista [Um escudo que aumenta a agilidade e reflexos do filho de Athena, extremamente resistente e se torna um anel]
- Armadura Sagrada [Feita em Bronze Sagrado, a armadura é semi-indestrutível e é composta apenas por peitoral, pernas e pés][By:Athena]

▬ Quais são suas lembranças mortais?
- Medalhão McFoster [Uma corrente de ouro com um pingente em forma de coruja, do mesmo material. Dois cristais estão incrustados nos olhos da coruja]
- Ipod Apple [Um iPod touch da Apple meio desgastado, repleto de fotos de sua família, músicas e anotações]



Meredith Keith McFoster

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Mei Saki
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Dom 03 Jun 2012, 10:15



Ficha




Nome

Maiden "Mei" Saki

Características

Cabelo levemente repicado e negro como o breu. Os olhos negros. Ombros largos, braços fortes e musculosos, mas sem deixar de ser feminino ou proporcional à altura, que não chega à 1,55m. Possui os traços característicos dos asiáticos. Uma personalidade ignorante a faz parecer egocêntrica, mas é apenas um pouco avoada. Tem o costume de usar uma fachada de doce e tímida, para esconder seu lado mais frio e que tem dificuldades com seres vivos. Usa a tecnologia e sua facilidade com máquinas para fugir dos problemas do cotidiano.

História


As batidas na porta interrompeu o tiquetaquear do relógio e o barulho constante do conflito entre os metais.

-Entra! - falei sem tirar os olhos da minha mesa. Os passos se aproximaram, alguns metros de distância.

-Ainda aqui? - a voz doce de Bonnie tomou conta do quarto morto. Quando me dei conta do que a mulher havia dito, olhei para o relógio de pulso bizarro, com o formato de um coração humano, ele marcava sete horas. Estreitei os olhos, fazia quanto tempo que eu estava ali? - E fazendo mais uma de suas invenções. Vamos Mei, Lucio logo estará aqui. - girei na cadeira e vi a mulher ruiva, formosa e linda. Apesar de saber que aquela não era minha mãe, a amava muito.

-Alex ainda não acordou? - perguntei, girando novamente na cadeira e voltando a mexer em alguns parafusos e pedaços de metais.

-Chame-o de pai. E ele trabalhou até tarde ontem, não irá acordar tão cedo. - Bonnie resmungou, e acabei sorrindo, imaginando a expressão da ruiva. - Vamos, se apronte logo garota. - dei uma última mexida no objeto e levantei, indo para o banheiro. Saí depois de alguns minutos, usando uma calça moletom surrado e uma camisa qualquer. Peguei a bolsa, com a alça atravessando o meu tórax e surrei alguns objetos dentro dela, além dos livros. Peguei também meu projeto inacabado. Saí da casa e vi Lucio me esperando na porta. O garoto de olhos negros e mechas meio azuladas me conduziu até a porta do carro.

-Como está, Mei? - apenas sorri, perguntando-lhe a mesma coisa. - Estou bem. - olhei atentamente para o perfil do garoto. Alto, musculoso dos vários esportes que praticava. Era ótimo poder ir à escola com um garoto desses, principalmente se você é uma antissocial profissional. Ele estudava na faculdade em frente do meu colégio e era prático pegar carona de manhã, melhor que ônibus escolar... Cheio de pessoas... E barulho... Argh... Abri a bolsa e tirei o pequeno objeto de metal em que estava trabalhando e dei um pequeno ajuste nele. Deitei a cabeça para trás, fechando os olhos para descansar um pouco. Não era de se admirar as olheiras, afinal, passava noites em fio trabalhando. O carro parou, estranhei.

-Alguém está nos seguindo. - ele disse olhando para trás. Saiu do carro de forma apressada e me dei conta de que havíamos desviado do curso para a escola, estávamos em um pequeno bosque, não muito longe da cidade. Lucio abriu a porta do carro e me arrastou para dentro da floresta, guardei apressadamente o meu projeto no bolso da calça e fui seguindo-o. Paramos depois de ter entrado alguns metros para dentro da floresta. Ficamos agachados e foi quando vi dois vultos. Um era alto, de aparência forte e musculosa e o outro era pequeno e quase desaparecendo entre as árvores.

-Perdemos eles. E se ela for mesmo uma semi-deusa? - o menor falou, o maior apenas resmungou. Andou alguns passos para frente e vi o rosto do vulto maior. Um garoto de aparência forte, na verdade, tudo nele parecia forte. Tinha uma aura assustadora, caí para trás e ele olhou para mim imediatamente. - Ela! - o menor gritou, logo se mostrando um pequeno "nerd".

-Corre Mei! - Lucio gritou, me empurrando. Fui cambaleando e olhando para trás, até que escorreguei e caí em uma pequena inclinação. Seria engraçado, se não fosse o desespero. Olhei para trás, mas não vi Lucio entre os caras. Corri, estando certa de que Lucio conseguiria se salvar. Fui pulando as raízes, desviando das árvores e sempre olhando para trás, com medo dos dois vultos. Na verdade do maior, porque no menor eu dava um jeito de olhos fechados. Olhei para trás de novo e não vi mais os vultos, sorri, pensando ter deixado eles para trás. Quando parei de correr, algo me puxou, tapando minha boca. Queria berrar, mas não conseguia.

-Mei, calma. Sou eu. - vi Lucio, tirando a mão da minha boca aos poucos. Parecia que naquela fração de segundos eu tinha morrido, e agora havia voltado à vida. O garoto se aproximou, colocando a testa na minha, e me prensando em uma árvore. - Calma... - ele repetiu. Olhei para ele novamente, fechei os olhos e fiquei com vontade de dormir. Talvez adrenalina deixasse assim depois de um tempo. Abri novamente os olhos. Lucio estava muito perto, perto demais. Colocou a mão no meu rosto, acariciando-o, desceu até o meu pescoço e se aproximou mais. - Calma... Sua hora chegou. - ele terminou, apertando minha garganta, fui perdendo aos poucos o ar.

-Lu- Lucio... - falei, engasgando. Ele sorriu maliciosamente.

-Você não é feia, até queria ter "brincado" com você, mas eles já descobriram. - vi o universitário tirar uma faca do casaco e encostá-lo no meu peito. Lágrimas desciam covardemente pelo meu rosto. - Não chora... - a voz saiu melodiosamente demoníaca, aproximou novamente o rosto, a ponto de ficar à poucos centímetros de distância. Então me lembrei. Coloquei a mão sorrateiramente no bolso e peguei o objeto em forma de bola. Procurei o botão do objeto e apertei-o, em um movimento, o enfiei na boca de Lucio. Assustado com o movimento rápido, me largou, caí no chão tossindo. O cara se engasgou com o objeto, e quando o tirou da boca, eu já tinha me afastado dali. Vi o pequeno objeto explodir, com pequenos pedaços de ferro retorcido saindo de dentro dele. Ouvi o grito de Lucio.

-Ali! - o pequeno "nerd" apareceu. Eu sabia que tinha o vulto enorme e assustador atrás dele, mas estava sem forças para fugir. Não me importava mais de morrer, o cansaço era muito. As lágrimas voltaram com força total. - Ei, não chora. – o nerd falou enquanto o garoto enorme apareceu. Ele olhou para Lucio, caído no chão, com partes do corpo machucado da pequena explosão. Ele pareceu espantado, mas não era pelo fato de Lucio ter cabelo azul, ele estava aos poucos acordando.

-Corre bode! - o cara enorme gritou, correndo em minha direção e me pegando no colo. Saiu correndo, e quando olhei para trás, vi apenas um vulto rápido. Foi uma corrida rápida, até chegar à estrada e me jogarem dentro de uma van.

-O- Oque... A-Aquilo...? - eu não consegui formular uma frase direito, nem um músculo do meu corpo se mexeu.

-Uau! Ou aquele íncubus é um baita dum pedófilo, ou te querem morta. Mas muito bem morta. É raro íncubus atacarem fora dos sonhos. – agora consegui observar direito o rosto dos garotos. O menor tinha pequenas saliências na cabeça e a perna parecia estranha. O outro era grande, mas muito grande. Procurei olhar para quem estava dirigindo, parecia um desses surfistas. Nada ali fazia sentido. Me encolhi no canto, mais longe de todos eles, o que iriam fazer comigo? Me matar? Meus olhos não queriam ficar abertos, não iria me aguentar muito tempo acordada.

Levantei a cabeça aos poucos e me deparei com um teto branco ofuscante. Me virei na cama e vi o mesmo garoto com aparência forte e um homem ao seu lado. Arregalei os olhos. Um grito rouco tentou sair da minha boca. O outro homem tinha da cintura para baixo, não as pernas humanas, mas pernas de cavalo. Fui levantando de forma desengonçada da cama, até que caí no chão.

-Ei, calma. – quase ri com a frase. A palavra “calma” não fazia mais efeito em mim. – Qual o seu nome? – o homem meio-cavalo perguntou.

-Maiden Saki. – o garoto ao lado do homem-cavalo falou. Estava tremendo, talvez medo. O que era tudo aquilo? Um sonho? – Bem-vinda ao acampamento meio-sangue. – o garoto sorriu, se aproximando e estendendo a mão para mim.

Pai Olimpiano

Gostaria de ser reclamada por Hefesto. Gosto muito de ficar mexendo em máquinas e desmontá-las é ótimo. Construí-las então, é mais do que ótimo. Ver a forma com que se encaixam é divertido. Além do fascínio por montagem, o deus é aquele que faz as melhores armas, para todos os momentos e para se encaixarem perfeitamente em seus usuários.

Presentes de Reclamação

*Martelo de Forja: Um martelo indestrutível, feito de oricalco com adamantium, é uma réplica exata do martelo de Hefesto. Pode mudar seu tamanho, tornando-se um simples martelo de 10 cm para trabalhos mais simples ou medir 90 cm para atingir oponentes mais distantes.[Vira uma caneta azul][Presente de Hefesto][Forjado Por Hefesto]

*Sabre Celestial: Uma longa e fina espada feita de Bronze Celestial, mede cerca de 105 cm. Três vezes por batalha pode criar lâminas de fogo no ar e estas avançam em direção do oponente, ferindo e queimando o local [Vira uma caneta vermelha][Presente de Hefesto][Forjado Por Hefesto]

*Cinto de ferramentas: Por fora, parece um simples cinto de ferramenta. Mas, ao utilizar ele o filho de Hefesto pode retirar algumas coisas limitadas de dentro dele, para isso tem que se concentrar e pedir. Esses pedidos devem ser limitados a pequenos objetos do cotidiano e nada mágico.


Pequenas Lembranças

Relógio de pulso: Um relógio de pulso com o relógio em formato de um coração humano. A alça do relógio parece ser feita de pele humana remendada. Foi o primeiro objeto feito por Mei.

Colar de prata: Colar feito de prata. O pingente tem a forma redonda, e pode ser aberta. Lá dentro se encontra uma foto da mãe verdadeira de Mei, morta há muito tempo.

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Emilie Gaspor
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sab 09 Jun 2012, 22:45

1- Nome:

Emilie Gaspor

2 - Características:

Emilie tem um estilo bem próprio, com cabelos castanhos/loiros/brancos coloridos com mechas azuis, olhos claros e provocativos, que adquirem um ar bem ameaçador quando seu humor não está para os melhores. Sua boca é carnuda e enfeitada por um piercing no lábio inferior. Gosta de vestir calças justas e jaquetas de couro quando está frio e camisetas de diversas bandas que gosta quando o tempo está mais ameno.
Tem um temperamento bem calmo e profundo, mas quando está com raiva é bastante explosiva. Gosta de ouvir mais e falar menos, e de conhecer as pessoas bem, por isso não se apaixona tão facilmente. Se faz de durona perto de outras pessoas, mas no fundo é bastante sensível.


3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?

Emilie sempre fora uma garota considerada bastante estranha, tanto por seus gostos e atos, quanto por seu visual e ideais. No colegial sempre se isolara e mesmo assim se metia nas mais diversas confusões, por isso era frequentemente expulsa e hora ou outra parava em uma unidade de infratores juvenis, mas na maioria das vezes tais confusão NÃO eram culpa dela, o que gerava uma grande revolta, que a remoía por dentro.

Com 14 anos fugiu de casa, levando um malão de roupas e bastante dinheiro furtado do cofre pessoal dos pais, além de sua guitarra e alimentos [biscoitos e mostarda]. Levando tanto peso não era capaz de se locomover com muita velocidade, mas fugiu de casa em tempo de escapar de um terrível incêndio que matou toda a sua família. Desesperada e sem ter para onde voltar, não quis se entregar as autoridades que lhe procuravam, pois ainda era dada como desaparecida e uma das hipóteses policiais dizia que ela era a causadora de tal incêndio. Depois de algumas noites sem muito avançar conseguiu um pequeno aconchego na casa de uma velha senhora, mas justo quando se julgava segura ouviu sirenes e seu nome sendo chamada. A velha senhora provavelmente a entregara, mas seu tiro havia saído pela culatra, pois gritos femininos e tiros foram ouvidos antes dos passos pesados de marcha que subiam as escadas.

Definitivamente os policiais não eram humanos. Tinhas corpos grandes demais, que estavam curvados por causa da altura do teto [que nem era tão baixo assim], rostos disformes e seguravam bastões de madeiras encravados de pregos ao invés de armas. Os uniformes estavam rasgados, como se a pouco eles realmente tivessem sido humanos. Eles soltaram um grunhido e saltaram em cima da garota, que não fez mais do que se jogar em cima da cama e fechar os olhos, desejando que tudo aquilo não passasse de um pesadelo. Mas como se não fosse nada a cama foi jogada para longe, e pouco antes de se julgar morta a ventania começou.

Pela janela do quarto um furacão entrou, figuras horrendas de mulheres galinha começaram a fazer uma verdadeira arruaça no quarto, mas ao invés de mata-la estavam matando os "policiais". Seria ela a próxima? Decidiu não esperar, se esquivando com muita dificuldade da batalha, saiu correndo o mais rápido possível. Descobriu haver outro policial monstro gigante no primeiro andar, mas este já estava sendo nocauteado pelas mulheres galinha.

Ao sair da casa acabou dando de cara com uma linda mulher, que usava um vestido alvo e lhe sorria confortavelmente. Com um pulo a mulher abraçou a menina e antes que esta pudesse ter qualquer reação as duas estavam voado. Emilie tremia de medo e estava muito confusa, mas ouviu atentamente todas as explicações da mulher, que descobriu ser uma aura de nome Arya. Segundo a aura a menina era uma meio sangue, filha de um deus com um mortal, e só estaria segura no acampamento meio sangue. Bom, depois disso Emilie apagou e só acordou dois dias depois, já no acampamento. Se encontrava em uma sala predominantemente branca, deitada em uma maca, descobrindo-se bastante debilitada quando tentou se mover. Demorou alguns minutos, mas as lembranças logo vieram a tona. Sera que ela estaria num hospício? Ela só acreditou quando viu um centauro entrar no quarto, e quase desmaiando, se entregou a verdade, mesmo que essa ainda lhe fosse incompreensível. Quíron [que era o nome do centauro] com muita paciência e compreensão lhe explicara melhor o que estava acontecendo, quem ela era e que lugar era aquele, mas mesmo se sentindo mais segura a garota ainda queria se isolar-se, e foi exatamente o que fez nas semanas seguintes, eram choques e reviravoltas demais para serem digerida.

Os pertences que ela levava consigo em sua infrutífera viagem apareceram no acampamento, levados por uma aura. Não demorou tanto para que descobrisse a identidade de seu pai biológico: Éolo. Era um deus do qual pouco conhecia, um pai que simplesmente não conhecia. Uma nova vida se deparava com ela, e prometia ser muito perigosa e inovadora, aos poucos ela ia se abrindo para essa vida, na verdade se jogando, pois queria se livrar totalmente da vida que levava antes.

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?

Gostaria de ser filha de Éolo, pois foi o primeiro deus que conheci aqui, além dele ser o que mais caprichou em seus poderes. Também acho ele bem excêntrico, tanto na mitologia, quanto no universo PJ.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?

- Armadura Temporal Completa
- Espada dos Ventos Apocalípticos
- Anel dos Quatro Ventos


6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.

Minhas roupas e minha guitarra u.u
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Mike R. Blacksmith
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Dom 10 Jun 2012, 17:39


O Filho de Deméter


▬Nome:
-Mike Rutherford Blacksmith

▬ Por qual deus você deseja ser reclamado?
-Deméter

▬ Características
-Sou um garoto sereno, passivo, amante da natureza e de forte espírito. Tenho cabelos loiros e curtos, olhos verdes, mais ou menos 1,80 e uns 70kg.


▬ Relate a história da sua personagem
Acordei cedo naquela manhã, ao som de “Guns N’ Roses – Welcome to the Jungle” que tocava em meu iPad como despertador. As janelas do meu quarto eram invadidas pela luz do Sol. Um cheiro de grama recém cortada tomava conta da casa, o que me fazia sentir muito bem. Sentei-me em minha cama, me espreguiçando. Dei um longo bocejo e então me levantei, esfregando os olhos e me espreguiçando um pouco mais. Andei lentamente até o banheiro do quarto, adentrando-o e fechando a porta do mesmo logo em seguida.
Minha cara estava horrível, acusava o espelho, porém eu estava ótimo. Era dia de excursão na escola e não era algo como ir ao jardim botânico ou ao museu. Estávamos indo para um parque de diversões. E pra melhorar, aquele mesmo dia era a data do meu aniversário.
Escovei os dentes e então saí do banheiro, indo em direção ao meu guarda roupas. Abri suas amplas portas, me ajoelhei e então puxei a primeira gaveta que ficava na parte inferior do móvel. De lá, retirei uma das várias calças jeans e então a arremessei na cama. Fechei a primeira gaveta e então abri a segunda, pegando uma camiseta de gola V toda preta e a jogando em cima da calça jeans. E, por fim, peguei na terceira gaveta uma cueca. Logo fechei a gaveta, me levantei e então fechei o guarda roupa.
Me virei para o restante do quarto, que por sinal estava a cara de um jovem da minha idade. Controles de Ps3 no chão, toalha de banho pendurada à maçaneta da porta, cama desarrumada, enfim, típico. Peguei minha toalha ali mesmo e voltei ao banheiro, trancando sua porta. Lá, me despi e tomei um banho curto. Apesar de tudo, eu odiava desperdiçar água, pois se eu o fizesse, sentiria-me culpado pela falta de água no planeta. Pode parecer ridículo, mas pra mim era importante.
Com a toalha envolvendo-me da cintura para baixo, saí do banheiro e fui até a beira da cama, onde havia deixado minha roupa. Sem demoras a vesti e novamente fui para o banheiro. Passei gel no mesmo, embora não fosse tão necessário. Tinha cabelos loiros escuro, curto dos lados e atrás, e razoavelmente mais alto na parte de cima. Com o gel, meu cabelo ficava com um aspecto mais rebelde, um tanto arrepiado.
Já pronto, saí de meu quarto, passando pelo amplo corredor onde havia todos os cinco quartos da casa. No final do corredor havia uma escada em forma de espiral, toda feita em mármore. Desci-a e cheguei na sala, onde não havia ninguém. Passei por sua porta e cheguei à cozinha, onde estavam três pessoas. Margareth, a empregada, estava à beira do fogão, fritando bacon e ovos. Ela usava um uniforme em tom vinho, com detalhes brancos bordados e tinha seu cabelo preso num coque e envolto numa toca. Robert Rutherford Blacksmith, meu pai, estava sentado à mesa, lendo o “The New York Times” matinal. Na outra extremidade da mesa estava Susan Emily Rutherford, minha madrasta.
-Ér... Bom dia! – exclamei.
Todos me olharam, notando minha presença ali pela primeira vez, então abriram um sorriso ao mesmo tempo, o que chegou a ser engraçado. Mostrei um sorriso enquanto meu pai se levantava da mesa e parava na minha frente, me dando um forte abraço.
-Parabéns, filhão! – ele disse, com um claro tom de orgulho na voz. – Não é todo dia que se faz quinze anos, hein?
Ele me soltou e ficou sorrindo pra mim, enquanto era a vez de Susan me abraçar.
-Ah, Mike... Você sabe que é um filho pra mim, não sabe? – disse ela, com sua doce e afinada voz. – Meus parabéns, meu menino!
Sorri para ela também. Meu pai se casara com uma boa mulher e ele merecia tal.
-Obrigado, gente! – falei, abrindo um sorriso maior ainda.
Andei até Margareth e a mesma me deu um verdadeiro abraço de urso.
-Parabéns, meu querido! Tudo de bom pra você! – disse ela, sem me soltar.
-Estou... Morrendo... – falei.
Ela me soltou e eu dei risada da cara dela. Ela me fitava em pânico. Era engraçado como ela era ingênua, tendo em vista o fato de que ela acreditava em simplesmente tudo o que falávamos, sendo assim impossível executar meus sarcasmos e ironias com ela. Virei-me e então sentei à mesa, onde meu pai e minha madrasta já haviam se sentado novamente.
Poucos minutos se passaram e então Margareth nos serviu, com bacons e ovos fritos para eles e com cereal com leite para mim. Tomei lentamente meu café da manhã junto a todos. Meus pais subiram para se arrumar para ir ao trabalho. Ambos chefiavam uma empresa de fertilizantes naturais, chamada “Live in a health way”. Logo em seguida subi as escadas novamente e no meio caminho desejei a Margareth um bom dia. Entrei no meu quarto pra pegar meu celular que estava ao lado do videogame. Mas ele não estava lá e eu nem o tinha visto quando acordei. Saí do meu quarto e fui bater na porta do quarto do meu pai, perguntando se ele sabia onde estava. Ele me mandou esperar.
Passados cinco minutos meu pai saiu com uma caixinha na mão e mandou-me abrir quando chegasse ao ônibus. Quinze minutos mais tarde ouvi a velha buzina do ônibus escolar. Corri até a janela do meu quarto para me certificar de que de fato era o ônibus. Constatei que era e então corri pelo corredor em direção a escada, gritando bom dia bem alto, a fim de acordar minha irmã e meu irmão mais novos que ainda dormiam. Meus pais responderam ao meu bom dia e então desci as escadas, correndo e levando comigo o presente ainda embrulhado que meu pai me dera.
Atravessei o vasto caminho de granito, que cortava ao meio o florido jardim de minha casa, que dava na calçada. Alcancei o ônibus e fitei o motorista para que abrisse a porta para mim. Era um senhor calvo, de cabelos muito brancos, óculos fundo de garrafa, camisa social branca, calças sociais cinzas e sapatos e cintos totalmente marrons. O velho Sr. Hackenfield, o motorista, olha intensamente para frente, sem notar minha presença ali. Bati no vidro do ônibus amarelo e o Sr. Hackenfield me olhou assustado, mas logo ficou tranquilo e acionou o botão que abriu a porta do ônibus para mim. Adentrei o veículo, subindo os degraus, e então parei no começo do ônibus. Todos me olhavam com aquele olhar cheio de malícia. Fitei meu lugar no último banco e ele nunca pareceu tão distante como naquela ocasião.
Respirei fundo, abri um sorrisinho e saí disparado pelo corredor. Levei vários tabefes e gritos de feliz aniversário enquanto passava pelo “corredor da morte”. Quando cheguei ao meu assento, sentei no mesmo e dei uma respirada de alívio. Levei um último tapa na testa.
-Ai! – exclamei.
Olhei para o lado e senti meu coração acelerado. Elizabeth sorria para mim com cara de criança que havia acabado de pregar uma peça. Seus intensos olhos verdes me fitavam, seus longos cabelos ruivos balançavam conforme o vai e vem do ônibus. Seus dentes perfeitamente brancos estavam à mostra para mim, dispostos num largo sorriso. Ela me deu um beijo na bochecha e se afastou, voltando a sorrir.
-Parabéns, Mike! – disse ela, com sua voz angelical.
-Obrigado. – agradeci, quase como um morto vivo falaria. Eu estava hipnotizado.
Ela riu e me senti obrigado a abrir um longo sorriso a ela também. Senti um impacto nas costas e me virei. Era John.
-Ei, cara, está esquecendo dos amigos aqui? – disse ele, me dando mais um soco, dessa vez no braço esquerdo. – Parabéns, meu irmão! Hoje é o grande dia, hein?
-Haha, valeu! – exclamei, com a voz já normalizada. Olhei para frente e então Elizabeth falou:
-Que coisa é essa que ta na sua mão?
Eu havia me esquecido completamente do presente que meu pai me dera. Ansioso, rasguei o embrulho e fiquei boquiaberto. No pacote estava um iPhone 4S. Olhei para John e Elizabeth e ambos tinham a mesma expressão surpresa. Passados alguns minutos chegamos na escola. A diretora subiu no ônibus e parou no início do corredor, dizendo:
-Bom dia, crianças! Vocês irão à escola e deixarão todos os eletroeletrônicos em seus respectivos armários, sendo única e exclusivamente permitida a câmera fotográfica.
Ela se virou e desceu do ônibus. Houveram vários protestos, mas ninguém ousaria desobedecê-la. Desembarcamos e fomos em direção à escola.
Passados quinze minutos já estávamos todos no ônibus novamente, prontos para a curta viagem.

• • •

Fui o último a descer do veículo e então o ônibus foi embora. Estávamos a uns duzentos metros da entrada do parque de diversão. Já era possível ver o elevador, as montanhas russas e a roda gigante. Fui pego de surpresa quando Elizabeth segurou minha mão, mas não contive a imensa vontade de nunca mais soltar. Sem que ela percebesse, John segurou minha mão esquerda e a imitou, enquanto ela segurava minha mão direita. Discretamente dei um pisão no pé dele. À frente da nossa turma estava um cara com um chapéu preto, uma camiseta branca simples, jeans e um par de all stars. Quando ele me viu, sua expressão foi de pânico, mas ele voltou tão rapidamente ao normal que imaginei que era fruto da minha imaginação. Ele estava em frente a uma mesa, cheia de outros monitores que esperavam outras turmas.
-Bom, galera – ele disse – Sou Josh Pettersburn e serei o guia de vocês. Claro que vocês terão total liberdade pra irem onde quiserem, mas estarei de olho em vocês. Há vários mapas do parque pelas imediações do mesmo, portanto fiquem tranqüilos, falta de localização não será um problema. Vão indo que eu já irei logo em seguida.
Houveram alguns gritos de comemoração, mas com Elizabeth segurando minha mão, minha voz não saía. Olhei novamente para o guia, Josh. Ele fitava uma garota em nosso grupo que eu nunca tinha visto em toda a minha vida.
-Quem é ela? – perguntei a Liza, apontando para a garota.
-É a Cate. Quer me dizer que está na mesma sala de uma pessoa há um ano e não a reconhece? – disse Liza, rindo.
Eu tinha plena convicção de que nunca vira Cate, certeza absoluta. Mas não quis discutir com Elizabeth. Nossa caminhada em direção ao parque de diversões estava indo bem, já estávamos a cerca de cinquenta metros do mesmo e mantínhamos a passada. Ao nosso lado direito estava uma cerca que bloqueava a passagem a um penhasco. E ao lado esquerdo estava uma floresta, não muito densa, cerca de trinta metros à esquerda. A tal Cate era a última do grupo todo, e parecia estar mais próxima da floresta do que da entrada do parque. Quando eu, Elizabeth e John estávamos a ponto de passar pela entrada principal do parque, ouvi um grito logo atrás.
Cerca de trinta metros atrás de nós, ao lado da árvore que dava início à floresta, estava Cate, caída no chão, com a mão no tornozelo.
-Ih, caramba. – exclamou John.
-Hum... vão na frente, eu vou levá-la para os monitores, parece ter machucado o tornozelo.
Elizabeth e John não pareceram muito satisfeitos, mas ao olharem para o longo caminho que nos separava da base dos monitores, assentiram e entraram no parque. Então corri em direção a garota, até ma joelhar ao seu lado. Ela me olhava, sua expressão era de agonia e sua mão estava ininterruptamente no tornozelo.
-Ér... Vou levá-la aos monitores.
Ela me fitou com seus olhos azuis cheios de agonia. Seus cabelos loiros estavam desordenados, mas ela ainda assim era muito bonita. Eu tinha total certeza de que lembraria de uma garota assim se a conhecesse. Passei um braço por baixo de suas pernas e o outro na altura de suas costas. Me ergui, erguendo-a junto a mim. Antes de começar a caminhar senti algo mudar. Olhei novamente em seus olhos, mas sua essência já não era azul e sim vermelha. Seus cabelos pareciam apodrecer. Sua pele se tornava asquerosa e perdia o tom bronzeada, dando lugar a um tom verde escamoso. Logo eu já não segurava uma bela garota e sim um nojento réptil. Larguei-a de imediato, porém ela se levantou mais rápido do que uma pessoa normal faria. Ela me fitou e abriu um sorriso, exibindo suas presas. Suas unhas começaram a crescer, dando lugar a verdadeiras garras.
Eu estava congelado, não podia acreditar no que meus olhos viam. Com suas garras ela tentou me atingir na altura do peito, mas por sorte, reflexo e um milagre, desviei. Voltei a mim, deixando de lado a parte de que um monstro estava tentando me matar e corri floresta à dentro. Olhei para trás uma única vez e vi aquele monstro nojento me seguindo. Foquei minha atenção à frente, tentando manter uma corrida uniforme, apenas mudando de trajetória para não dar de cara com uma árvore, até que cheguei num campo aberto. Continuei correndo, mas quando cheguei no local em que haviam árvores novamente, notei que era estreito demais para que eu pudesse continuar minha corrida por lá.
Ofegante, me virei e encarei o réptil que estava a cerca de três metros de mim. Como minhas esperanças e rotas de fuga haviam acabado, o jeito era lutar pela sobrevivência. Lembrei-me das aulas de jiu jitsu e muay thai que costumava frequentar. Cerrei os punhos e notei que seria inútil. Porém morrer sem lutar seria mais inútil ainda.
-Ah, filho de Deméter... Fim da linha. – sibilou ela, mostrando sua língua bifurcada.
Filho de Deméter? Será que eu havia ouvido direito? Eu podia não saber de muita coisa, mas tinha certeza que Deméter era uma deusa grega. De fato eu não sabia nada sobre minha mãe, já que meu pai evitava o assunto sempre que eu perguntava. Mas sobre ela ser uma deusa grega, não, isso não era uma opção. Aquela coisa feia se aproximou, dizendo:
-Apenas fique parado, prometo que vou fazer bem rápido.
Limpei minha mente e foquei meus olhos no monstro. Dei um salto, ameaçando um chute com a perna esquerda. Aquela coisa colocou a mão na frente da perna esquerda para bloquear o chute, como eu imaginara intuitivamente. Ainda no mesmo salto investi com a perna direita para o verdadeiro chute, que atingiu a cabeça dela sem chance de reação, bem na orelha. Ela cambaleou e logo acompanhei-a enquanto tropeçava, ainda desorientada. Dei-lhe um gancho certeiro no queixo com a mão esquerda e ela caiu no chão.
Perder tempo não era uma opção. Pulei em cima dela e desferi uma sequencia de socos em sua cara. Esquerda, direita, esquerda, direita. Tudo parecia estar indo bem, mas ela colocou a mão na frente do rosto e por um descuido soquei suas garras, fazendo um profundo corte na mão direita. Perdi a vantagem no momento em que me deixei levar pela dor. O monstro avançou com suas garras e acertou-me no peito, fazendo profundos cortes. Gritei de dor e caí no chão. Ela então pulou em cima de mim. Eu estava lutando pela minha vida, não podia deixar a dor me sentenciar à morte.
Segurei seus braços, na tentativa de impedir que me ferisse, mas, infelizmente, era tudo que eu poderia fazer. Já não havia em mim forças nem táticas para jogá-la ao chão e ficar por cima novamente. Minha força era tremenda, apesar de tudo. Eu conseguia segurar seus braços sem problemas, mas meus músculos já estavam ficando tensos. Por fim lembrei de um golpe de jiu jitsu muito usado quando se está por baixo. Flexionei meu corpo para a direita, ainda segurando seus braços. Minhas costelas quase tocavam sua barriga. Passei minha perna direita por cima de sua cabeça e a encaixei em seu pescoço. Usei a força que me restava e derrubei o monstro usando a pressão de minha perna em seu pescoço. Soltei o braço direito daquela coisa e com as duas mãos segurei seu braço esquerdo. Coloquei o braço dela colado ao meu abdômen ferido e então deitei com tudo no chão. Ouvi o estralo e soube na hora que havia conseguido quebrar o seu braço. Ela gritou de agonia e cortou minhas pernas com o braço bom. Me levantei e me afastei, enquanto ela levantava, zonza com a dor.
-Você vai pagar por isso, desgraçado! – ela exclamou.
Mais rápido do que eu poderia prever ela pulou sobre mim, fincando suas garras na minha barriga e me jogando ao chão com ela. A dor foi intensa e o sangue escorria sem pausa. Ela retirou suas garras de lá e as apontou para meu rosto. Fechei os olhos, pronto pra morrer. Tudo pareceu gélido, então ouvi o barulho de algo caindo no chão com grande impacto. Lentamente abri os olhos e então pude ver aquele monstro virando poeira no chão. Em pé, a minha frente, estava Josh, segurando uma faca. Ele me olhou com preocupação, o que não era de se estranhar. Tentei falar algo, mas não consegui. Minha visão ficou turva, só via borrões em minha frente. Logo, tudo se apagou e eu tive um sono longo, sem ao menos um sonho.
Abri os olhos, minha visão estava embaçada. Esfreguei os olhos e senti uma dor incômoda na barriga. Olhei para baixo. Eu ainda vestia os mesmos jeans, porém estava sem camisa, envolto por faixas. Minha boca estava seca e com um gosto azedo. Olhei a minha volta. Eu não conhecia aquele lugar. Tentei me levantar, mas senti algo parecido com um enjoo misturado com a dor dos ferimentos.
-Ei, vá com calma, campeão. – disse uma voz vinda da porta do local.
Lentamente virei minha cabeça para lá e então vi Josh. Ele estava parado na porta, com um amigável sorriso no rosto. Mas no lugar de suas pernas haviam pêlos cinzas, no lugar de seu boné haviam chifres e no lugar de seus pés haviam cascos. Olhei para ele com medo, mas ele levantou as mãos, como quem diz “eu vim em paz”. Ele sentou-se ao meu lado e me contou sobre os deuses, sobre o acampamento meio sangue, toda essa longa história que já estamos carecas de saber.

▬Mãe Olimpiana:
-Deméter. Me identifico com a deusa, pois ela é uma das mais antigas e também é a deusa da agricultura/natureza, que são coisas com que me identifico.

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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Dom 10 Jun 2012, 20:16

Nome: Allie Morgan Miller
~~~
Características Físicas: Cabelos louros, lisos e ondulados ao mesmo tempo. Olhos num tom de azul celéste. Pele clara e macia. Magra. 9/10 anos de idade.
Características Psicológicas: Posso dizer que sou corajosa. Não desisto fácil do que quero. Adoro me sentir livre, adoro sentir o efeito do vento.
Não sou de brigar, mas entro em uma briga se for para proteger quem gosto.
Sou calma, às vezes um tanto quanto irritante, posso ser sarcástica quando quero.
Se sou legal? Bom... Apenas a convivencia dirá.
~~~
História:
Pelo que me recordo, nasci em um campo de energia eólica... Sim. Foi isso mesmo. Um campo de energia eólica em Austin.
Porém, quando completei 1 ano de idade, eu e minha mãe, Alice Miller, nos mudados para Nova York, o que achei bem estranho pois éramos muito felizes em Austin. Lá era ventilado - óbviamente se tratando de um campo de energia eólica. - e nada me deixava mais aliviada do que sentir o efeito que o vento causava quando entrava em contato com a minha pele.
Minha mãe se casou com um empresário chamado Jhony Abrans e, definitivamente, eu não gostava dele. Nunca pude conhecer meu pai de verdade, por que eu iria gostar do meu padrasto? Ele era chato, prepotente, egoísta, enfim...
-
Acordei 7:30 da manhã, disposta a ir para a aula, pelo menos Jhony não estaria lá.
Acabei de me arrumar e olhei da janela do meu quarto. Minha mãe me esperava na porta de casa, seus cabelos longos e negros flutuavam com a brisa matinal batendo neles, seus olhos cor de mel me fitavam anciosos. Me perguntei o por que de eu ser tão diferente de minha mãe. Com toda certeza puxara a maior parte de meu ser para meu pai, seja lá quem ele fosse.
Desci as escadas e vi Jhony estirado no sofá, o mesmo roncava e babava, cheirando á cerveja. Provavelmente não iria trabalhar hoje. Limitei-me a revirar meu olhos e a um suspiro raivoso.
Abri a porta e me deparei com o sorriso de minha mãe, que me confortava tanto quanto o vento.
-Vamos, filha, este é seu ultimo dia de aula. - Ela disse acariciando meu cabelo.
-Tudo bem, mamãe. - Eu estava feliz. Todo verão, eu e ela íamos ao campo de energia eólica onde nasci, e isso fazia eu esquecer de todos os meus problemas - resumindo-se a Jhony Abrans.
Entrei em um táxi junto a minha mãe, ela olhava nervosa pela janela.
Só quando olhei da minha janela que comecei a notar a estranha formação nas nuvens, parecia uma tempestade se aproximando.
Mamãe -Cutuquei-a. Sei que não gosta de falar sobre isso, mas... Por favor, conte-me sobre o papai.
Eu percebia o medo nos olhos dela quando eu tocava no assunto. Só não entendia o por quê.
-Bom, filha... - Ela parou quando um estrondo ocorreu no quarteirão de trás.
Ela abriu a porta nervosa e me puxou correndo.
-Filha. Corra!
Só então vi que estávamos na beira do nada, o táxi já havia saído, eu só conseguia avistar uma colina alta com um pinheiro no topo.
Minha mãe segurou meu braço, nervosa.
-Filha, siga esta colina, corra e não pare por nada!
Eu estava muito assustada, não entendia nada, mesmo assim, fiz o que minha mãe ordenara: corri sem olhar para trás, só parei quando cheguei ao pinheiro no topo.
Olhei para trás e vi uma cena horrível: algo que eu não podia distinguir o que era. Se parecia com uma mulher, porém, tinha corpo de cobras onde deveriam ser suas pernas. Não fosse a situação em que ela estava com minha mãe erguida pelo pescoço, teria achado engraçado, mas aquilo era sério.
Apenas consegui ouvir os ultimos suspiros de minha mãe falando: "Corra...!" e morrendo.
Virei-me e corri, estava seguindo para uma espécie de sítio... Acampamento, na verdade.
Adentrei uma casa, era a maior naquele local, sendo que haviam chalés formando a letra U.
Não acreditei quando vi um enorme homem-cavalo sair de uma cadeira de rodas bem na minha frente; olhei para trás e um outro ser cheio de olhos estava me olhando.
-Acalme-se, querida. Que tal contar o que houve? - Disse o que aparentava ser um centauro das histórias mitológicas que eu costumava ouvir na escola.
Contei-lhes tudo o que aconteceu e eles me explicaram. Agora tudo fazia sentido. Eu... Eu era... Uma semideusa.
~~~
Por que deus você deseja ser reclamado e por quê?
Desejo ser reclamada por Éolo, deus dos ventos, pelo motivo de me identificar com o mesmo.
Adoro o vento. Acho o deus inteligente e forte, e o respeito muito.
~~~
Presentes de Reclamação:
1. Arco de Ouro Branco.
2. Anel dos Quatro Ventos.
3. Armadura Temporal Completa.
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sab 16 Jun 2012, 21:12

♦Nome♦
Blaine Biazzi
♦Características♦
Blaine, um jovem de 16 anos, inquieto e falante, porém educado e gentil com os outros, tem um bom coração e sempre ajuda quem precisa dele. Seu rendimento escolar, é péssimo, com tudo conhece e conversa com todos, talvez isso o atrapalhe, e muito. Blaine, é leal a seus amigos e a sua família, mas tem serios problemas com seu irmão mais velho, que sempre o maltrata desde sua infancia, causando grande isolamento para sua família, sendo um cara reservado em sua propria casa, mas extrovertido e engraçad, na escola.
♦Características Físicas ♦
Alto, o que se estranha ao resto de sua familia, que são com todos, de estatura baixa, Ruivo, com sardas espalhadas por todo o rosto, consequentimente peles claras, com olhos cor de mel, pesa em torno de 78kg.
♦Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento♦
Filho de comerciantes europeus, Blaine, apesar de saber da verdadeira história de que não era filho legitimo deles, os consideravam como seus pais, só não tinha um bom relacionamento com seu irmão mais velho, que o xingava e maltratava, e o ameaçava de que se Blaine contasse algo do que ele fazia, o punha para fora de casa, e por isso, sempre sofria em sua casa, porém, toda sua vida tomou um novo rumo, no dia em que saindo de seu colegio, e virando a esquina de sua casa, subitamente lhe atacou uma forte rajada de vento, esta fez Blaine perder os sentidos e cair ao chão, só que desta vez o chão, não era mais asfalto, mas sim um gramado alto, com vários galhos o recobrindo, quando Blaine retomou seus sentidos,percebeu estar em uma densa e fechada mata, sem saber o que fazer, ouviu uma voz, que vinha de longe dizendo "CORRA!" então, Blaine se fez ouvinte daquela voz e se pos a correr, não sabendo do que estava correndo, mas além de obedeçer aquela voz, algo dentro dele dizia que era a coisa certa a se fazer,olhando para trás para ver se algo o perseguia, pos a se cair em um grande tronco de madeira, que estava no meio daquela mata, machucando sua perna esquerda e fazendo esta, latejar em uma dor imensa, não conseguia mais andar, nem tão pouco se rastejar, até a encosta de uma arvore próxima, então em pouco tempo, um grande saltador vinha de longe, um jovem de aproximadamente 17,18 anos com armaduras, pernas de bode, e pequenos chifres, e uma bainha em suas costas, aproximando de Blaine, não fez gesto para o ajudar, mas empunhou sua faca, saltou sobre Blaine, e travou uma luta, contra o vacuo, após varios golpes contra o nada, se virou em direção a Blaine, com ferimentos por todo seu rosto, sangrando, agora sim, estendeu a mão a Blaine, e com Blaine levantado, aquela estranha criatura, o carregou nas costas, o que era estranho, pois a criatura, era menor, e aparentemente muito mais leve que ele, a viagem nas costas de seu herói foi grande, cansativa e dolorosa, ninguém falava nada, até encontrar dois pilares, adentrando entre aqueles dois pilares, Blaine desmaiou, e não se lembra de nada mais, após isto, mas sim, quando acordou, em uma cabana, onde sua história como semi-deus comeara.
♦Por qual deus/deusa deseja ser reclamado e porque♦
Eolo, pois sinceramente, achei seus poderes realmente impressionantes, e além das expectativas do senhor dos ventos, de outros foruns, sempre achei fascinante os ventos, o clima e suas estações, cabendo exatamente na area do senhor dos ventos, e por esse motivo, gostaria de ser reclamado por ele.
♦Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar♦
Armadura Temporal Completa [Se transforma em um cinto branco com uma opala no centro. Quando a opala é pressionada, a armadura se ativa. Mantém a temperatura corporal, evitando congelamentos, queimaduras, incineração e afins. Feita de Ouro Branco. É leve, não prejudicando a movimentação. Possui um desenho de Eólia no peito.]
Participa do sistema beta? (X) SIM ( ) NÃO
[/quote]
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Rachel Elizabeth Poesy
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Sex 22 Jun 2012, 20:06

1- Nome: Rachel Elizabeth Poesy

2 - Características (físicas e psicológicas): Rachel é alta e graciosa, meiga e sorridente. Mas como uma boa garota, esconde um lado perverso, apesar de não demostrar facilmente.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?

Rachel sabia que ali não era seu lugar. Ela se sentia deslocada e não podia fazer nada a respeito, não por hora. Ela devia esperar, sim, essa era a melhor opção. Mas a ideia de fugir finalmente da casa onde morava estalava martelando em sua cabeça, ela tinha que ir, mas para onde? Não sabia. Bom, ali não dava mais, não nessa casa. Seu pai estava sempre fora viajando e sua madrasta era horrível. Seus meio-irmãos a odiavam, sim, Rachel também os odiava, mas ela não suportava ficar em um lugar onde não era querida. Sua madrasta abusava de seus serviços e seu pai nem ligava para ela. Subiu correndo as escadas rumo á seu quarto. Fez todas as malas e aguardou. Depois de todos estarem dormindo, ela desceu as escadas o mais silenciosamente possível. Não deixara nenhum aviso ou recado para eles, não mereciam! Saiu da casa e se deparou com uma noite fria e úmida. Ela teria que passar a noite na rua e amanhã teria que arranjar um lugar para ficar. Ela andou até a praça e lá levantou acampamento, ela levara comida e um saco de dormir também, então dormiu e esperou o dia. Mas o outro dia não foi fácil. Ela não encontrara outro lugar para ficar, então passou vários dias nas ruas até ser encontrada por uma doce senhora que a levou para um orfanato. Ela não iria ficar ali, é claro que não. Mas achou melhor passar umas noites ali e guardar alimentos e lavar suas roupas. Depois de uma semana fugiu dali, mas dessa vez deixou um bilhete para a doce senhora:
“Dona Briggitte,
A senhora foi mais doce e acolhedora comigo mais do que minha família durante todos esses anos de sofrimento após a morte de minha mãe. Obrigada por me acolher e cuidar de mim, mas aqui não é meu lugar também, prometo que mandarei outra carta á senhora para dizer como estou, mas por hora, só posso dizer-lhe adeus.
Obrigada,
Rachel.”
Depois disso, Rachel andava de praça em praça dormindo na rua, em vez ou outra ela ganhava uns trocados de pessoas bondosas que tinham piedade por ela, mas mesmo assim, Rachel começara a passar fome. Nenhum sinal que sua família a estava procurando. Melhor assim, ela pensava. Então, um certo dia enquanto ela dormia, escutou um barulho muito estranho. Rapidamente levantou-se e se escondeu, olhando ao redor, ali, então, ela percebeu como sua visão era boa, que mesmo no meio da noite, com tudo apagado, podia ver perfeitamente o que estava se aproximando, mas ela preferia não ter visto. Primeiro, antes de ter visto aquilo, ela pensara que eram galopes de cavalo, mas ao olhar para a coisa que corria desesperadamente, viu algo que nem mesmo seu pai acreditaria, e isso que ele é um escritor de mitologia grega. Sim, com certeza ela estava vendo certo, seus olhos eram bons, e não estava louca. Era um sátiro que se aproximava, aqueles que aparecem na mitologia grega, que tanto ouvira falar quando pequena por seu pai. Ele era metade para cima garoto, e metade para baixo bode. Ela se escondeu mais, mas ao ele passar por ela, parou, começou a farejar o ar, como se sentisse o cheiro da garota. Ela se encolheu mais, mas parecia que ele sabia de sua presença.
- Quem está ai? – perguntou o menino-bode.
Rachel achou que podia confiar no garoto, ele não parecia mal, mas para prevenir pegou um pedaço de madeira do chão.
- Eu! – disse confiante – E quem é você, menino-bode?
Ele riu.
- Sou Caio, e sou um sátiro! Qual seu nome meio-sangue? – ele pareceu relaxar.
- Meio-sangue? Não, eu sou Rachel, uma garota, não uma meio-sangue!
Ele sorriu.
- É claro, como preferir. Eu estava a sua procura, mas ainda não a tinha achado pois não sabia muito sobre você. – ele olhou para o saco de dormir e a mochila da garota – Você está dormindo nas ruas? Isso é muito perigoso! Você tem que vir comigo agora! Acabei de sentir cheiro de monstro não muito longe.
Rachel arqueou as sombrancelhas.
- Você parece falar como na mitologia grega...
- Mas é claro, nós somos parte da mitologia grega, mas é claro que não é um mito. – respondeu ele.
- Nós quem?
- Eu, você, o monstro. Vamos Rachel, sua mãe não morreu, ela é uma deusa e você está em perigo aqui, vamos para o acampamento! – ele começou a guardar as coisas da garota e as colocou em suas costas.
Rachel não respondeu, era muita coisa para digerir, mas precisava de um banho e de comida, então seguiu o sátiro. Eles correram, caminharam, e finalmente conseguiram um táxi que os levou até o monte onde Caio disse que ficava o acampamento. Ela respirou fundo e foi rumo ao seu verdadeiro lar.

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê? Melinoe. Porque foram os melhores poderes que achei, e admiro muito essa deusa.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?

Manto espectral: Faz com que os oponentes sempre enxerguem o semi-deus de forma desfocada, fazendo com que todos os ataques contra eles tenham a chance de falha de 20%. Também permite que o Semi-deus fique etéreo, [ver explicação nos poderes] mas apenas por 1 rodada por combate.

Açoite espiritual: Inativo, é um anel com 3 serpentes negras entrelaçados, frio ao toque e com textura escamosa. Ativado, a parte de baixo do cabo enlaça-se ao braço do semi-deus e a de cima fica parecendo um chicote de couro negro, mas dividido em 3 partes de 1,5m cada, flexíveis como uma cobra, sendo que cada uma termina em uma cabeça de serpente com 4 presas afiadas (2 na mandíbula superior, 2 menores na inferior). Sempre que um oponente for morto, sua alma é absorvida, crescendo então um cravo no corpo do açoite - aumentando seu dano a cada nova adição. Além disso, é mais efetivo contra fantasmas, conseguindo atingí-los mesmo sem ser espectral, causando dano total normalmente. Contra espíritos com metade do nível ou menos do que o filho de Melinoe, as cabeças fazem um ataque especial, e as serprentes absorvem o espírito apenas prendendo-o. [0 almas]

____

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Rafaella Crockford Gauth
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MensagemAssunto: Ficha de Semideus   Dom 01 Jul 2012, 15:11

1- Nome:
Pedro B. Greijoy
2 - Características (físicas e psicológicas):
Corpo definido, como o de um atleta, cabelos
loiros. Quase que sempre, fica no seu canto, se fechando, tentando ter relação
com poucas pessoas, tendo a amizade formal com certas pessoas, verdadeiras. A
ausência do pai, e a morte da mãe o transformou em um garoto trancado, em uma
jaula, obcecado pelos atos sombrios da vida e sem um pingo de pena daqueles que
merecem coisa pior que a morte.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como
chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª
pessoa)


Pedro
nasceu em 08 de novembro, do ano de 1998. O clima era frio e chuvoso, era
noite. O parto fora normal, na casa de praia de seu avô. Naquela noite, tudo
iria mudar, e o garoto iria crescer sem que tivesse dito um ‘’ eu te amo’’ com sua mãe, ou tivesse a
abraçado. Sua mãe Charllotte morrera, antes mesmo de poder olhar o rostinho de
seu bebê e os familiares de Pedro resolveram o abandonar em um orfanato de
crianças, em New Jersey. Cresceu
sempre pensando em quem era seu pai, para poder colocá-lo na cadeia por
abandono familiar. Sempre fora uma criança obscura e fechada. Os estudos eram
realizados no orfanato, com uma professora gorda e enrugada que o abusava
sempre que podia. O garoto com o passar do tempo conseguia escapar das aulas,
impedindo assim os abusos.



O
tempo passara, e como era de costume, Pedro ainda continuava no orfanato,
sozinho, sem amigos, até que o mesmo completa-se dezoito anos. O único amigo
que o garoto tinha era Carlos, um rapaz, de aparência mais velha que Pedro,
cabelos ruivos, e cheio de sardas. Ele usava muletas e deixava os cabelos
sempre grandes. Pedro o conheceu, quando completara cinco anos. A amizade era
forte, Carlos era o único em
que Pedro confiava, já eram quase da mesma família.






Foi
naquela noite terrível que tudo mudara. Pedro já estava com seus treze anos e
Carlos com quinze. Estavam conversando normal, antes que Pedro fosse para a
aula de álgebra. Sua professora era a mesma de sempre, a mesma, enrugada e
gorda, mais dessa vez, os cabelos grisalhos começavam a aparecer e sua voz era
mais rouca.



A
porta do quarto foi aberta, e lá estava ela, com os cadernos velhos de sempre,
aqueles óculos enferrujados, e o olhar ameaçador que sempre intrigava Pedro. Ela
levantou o garoto que se soltou dela e falou :



- Já
estou indo Srta. Greendhorld.



Ela
disse algo baixo, que aos ouvidos de Pedro soaram como um palavrão, mais como
se fosse em outra língua. Pedro não estava com nem um pingo de vontade, de
aprender álgebra, ainda mais com aquela professora feia e maligna. O garoto se
despediu de Carlos, e saiu do quarto. Foi andando como sempre fazia, desde
quando arranjou idade para estudar, e chegou até a sala de estudos, que estava sendo
reformada.



Pedro
se jogou na cadeira e colocou os pés em cima da mesa. A mulher colocou os
livros empilhados em cima da mesa e falou que iria pegar seu material, e
voltava já. Foi quando o garoto percebeu, ela só dava aulas com os livros, e
todos já estavam ali. Voltou os olhares para trás, e viu sua professora o
observando friamente, com um chicote em mãos. Logo ela deu um salto e se transformou em
algo horrendo, com o rosto deformado, e asas de morcegos, presas afiadas e
ainda com o chicote em mãos.



- Irá
morrer semideus.



Falou
ela estalando o chicote no chão. O garoto não estava entendendo nada, e o monstro, que outrora se passara por sua
professora, estava se aproximando, mostrando as presas. Pedro estava sem proteção
ou algo para se defender. Ela direcionou o chicote contra ele, que se esquivou,
mais por poucos centímetros, o mesmo atingiu o ante-braço direito do rapaz. No
local estava um corte fino, onde jorrava pouquíssimo sangue, mais a dor era
grande, o chicote causara um ferimento que ardia. O garoto se virou para a
porta e viu Carlos, a tentando abrir. Ele precisava de ajuda.



A
criatura voou em sua direção, jogando o chicote nele. Pedro pulava obstáculos,
cadeiras e ferramentas de construção, tentando não ser atingido pela arma da
criatura.



Pedro
conseguira chegar até a porta, destrancar a mesma e girar a maçaneta. Carlos o
puxou para fora e pegou a chave, trancando a mesma dentro da sala em reforma. Ele puxou
Pedro e deixou as muletas no chão, derrubando todos e tudo que estivesse na
frente, dizendo que eles deveriam sair dali. Logo estavam fora do orfanato, e
Carlos estava arrombando um fusca do diretor do orfanato. O barulho fora
ouvido, e todos estavam perplexos. Carlos arrancou e disse que a benevolente não
iria ficar presa por muito tempo.






Estavam
na estrada, e Carlos explicara tudo a Pedro. Disse que Pedro era um semideus, filho
de algum deus olimpiano, e que ele era um sátiro protetor, que iria o levar
para um lugar seguro onde Pedro poderia aprimorar suas habilidades, e descobrir
quem era seu pai e tudo que ele deveria saber.






Duas
horas depois, estavam no local. Na frente havia uma colina, com um pinheiro na
mesma. De cima da colina podia se ver campos de morangos. Estavam caminhando
para dentro da fronteira, onde se podia ver os dizeres, ‘’ Acampamento Meio-Sangue’’ , quando ouviram a voz rouca e maligna
novamente. Pedro e Carlos se viraram, e viram a benevolente sobrevoando sobre
eles.



Ela não
esperou nada e os atacou. Carlos batalhou contra ela, apenas com um facão,
enquanto Pedro chamava ajuda do lado de dentro. Ele conseguira arranjar outro
facão, e voltou a colina.



Quando
chegou, lá estava a benevolente, retirando o chicote do pescoço de Carlos, que
ao fazer isso, caiu feito pedra no chão. Estava morto.



Naquele
momento a única coisa que passava pela cabeça de Pedro era estraçalhar aquela benevolente
e jogar o coração da mesma aos cães. Ela tinha matado a única pessoa verdadeira
que mantinha uma amizade com Pedro, o único motivo, de ainda existir esperança
e felicidade dentro daquele coração que um dia fora bombeado por fé, amor e
amizade, e agora era bombeado, por ódio, egoísmo e desejo de matar.



-
Maldita. Irá pagar...Todos vocês. Ele não merecia isso.



Ela
gargalhou alto e veio na direção de Pedro. O mesmo correu e em frações de
segundos desviou do golpe da criatura, passando o facão na lateral do corpo da
benevolente e escorregando para longe da mesma.



Ela
gritava em uma língua estranha, mais pelo tom da voz, o garoto entendeu que não
eram palavras formais. Ele foi na direção dela novamente, aproveitando que ela
estava de costas e fincou o facão em suas costas, enterrando o mesmo, cada vez
mais e a puxando pelas asas. Deu uma rasteira na mesma, e puxou o facão
rapidamente, dando um único e mortal golpe horizontal no pescoço da mesma, que
se dizimou em pó. Ela
tinha ido, mais a fúria, o ódio, e a infelicidade de Pedro continuara. Eram
algo que iriam continuar em sua vida para sempre.



Saiu
andando para dentro do acampamento, com o corpo de Carlos em seus braços. Em
seu olho direito, pingava uma única gota de lágrima. Todos que o fizeram sofrer
iriam chorar como ele chorava por dentro, iriam ter o sofrimento dele dobrado.



Pedro
estava no acampamento meio-sangue, a espera de descobrir quem fora o Deus
Olimpiano que abandonara ele e sua mão e o deixara naquela vida, sendo abusado
e vivendo sozinho.


4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por
quê?


Hermes.
Hermes é o Deus dos mensageiros e ladrões. Habilidoso e respeitado, meu desejo é
ser reclamado pelo mesmo, pois é o Deus que me identifico mais e se encaixa em
minha história. E com toda sinceridade, na mitologia e nos fóruns, meu deus
preferido.


5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os
opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)





Canivete
suíço: Canivete mágico, semelhante a um canivete suíço, mas vai um pouco além:
além dos itens comuns, basicamente qualquer ferramenta ladina (mas não armas)
terá um correspondente no item. Ajuda a arrombar trancas mágicas.




Chapéu da ocultação: Pode assumir a aparência de
qualquer item para a cabeça. Oculta completamente a presença do filho de Hermes
por até 3 turnos. Não é um efeito visual e sim uma ação mental/mágica, inibindo
seu cheiro e tornando sua presença imperceptível, inclusive a monstros. Pode
ser usado 3 vezes por missão, mas atacar assim desfaz o efeito.




6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois
itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir
para ser usado no campo de batalha.





Death
- Cordão de prata, com a imagem de uma caveira estampado no mesmo.



A7X –
Pulseira com os dizeres ‘’Nightmare’’
gravados na mesma. Também com a imagem de uma caveira.
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Brigget C. Thorian
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Seg 02 Jul 2012, 10:15

1- Nome:
Brigget Constance Thorian

2 - Características (físicas e psicológicas):
Físicas - Brigget possui cabelos negros e lisos que chegam na altura do ombro, olhos azuis gélidos e uma pele pálida, é baixa , aproximadamente 1,48 e magra, possui dezesseis anos . Psicológicas - É arrogante, sarcástica e anti-social, apenas é gentil com seus amigos mais chegados e com integrantes de grupos que lhe interessem, é fria e nada companheira, odeia toda a existência alegre no mundo.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?
A vida era algo que essa garota odiava, todos os dias ir para uma escola que frequentava desde seus 5 anos por seu pai ser o vice diretpr e estar cansado de admitir os erros causados pela filha, fazer o que. A vida desta era somente acordar, comer, estudar, comer e dormir, uma rotina sem fim .
“A infância, era algo que eu adorava, desde que nasci notava a ausência de minha mãe e as doces falas de minha avó acalmando-me . Não lembrava o que acontecia comigo e nem lembrava de como era minha real família . Mãei ? Será que eu tenho e como ela é ? Não me importo, odeio esta desde que nasci por abandonar meu pai ! “ Esta escrevia em um caderno de lembranças que havia ganhado, contava tudo que acontecia naquela turbulenta vida e planejava ganhar algo com isso no futuro....
O futuro era algo que lhe apavorava, mais do que ir á escola, andava despedindo de seu paie . Andava até o colégio próximo dali pois não restara opções, o sinal trovoava a mente de todos os alunos enquanto seus olhos borrados de lápis lacrimejavam novamente pelo inicio de um novo dia escolar, todos poderiam pensar que era o lugar mais legal do mundo. – o que não era . – Com líderes de torcida, esportistas, emos e nerds, porém não era tão fácil assim se fosse pelo menos não odiaria tanto aquela escola, a porta que ia e vinha da sala de aula e o barulho das carteiras se mexendo com o giz no quadro negro quase combinando com uma orquestra.
- Bom dia, sou a Srta. Arkell, a nova professora de matemática de vocês, apresentem-se já ou terei que dar as devidas punições . – Ela sorria sarcasticamente observando cada detalhe dos alunos nada interessados, alguns dormiam como Brigget deitada na carteira .

Vestígios da antiga infância iam e vinham á tona, o choro e uma criança sentada no berço observada por uma mulher totalmente diferente, os olhos azuis e preocupados com o que seria na vida, o tempo passava rápido e todos os seus gostos mudavam. O quarto azul tornava rosa e as antigas vestes eram substituídas por novas diferentes, perguntas irrespondíveis eram feitas ao pai pela menina enquanto pegava sua câmera e gravava vídeos perguntando quem seria sua mãei, onde estava e porque sumiu . Frequentava a mesma escola a vários anos e sempre se cansava dela, descia correndo deliciando os muffins que sua avó fazia enquanto ouvia gritos .
- Acorde garota, apresente-se ! – Acordou olhando para todo os lugares não reconhecendo a professora, aliás, quem era ela mesmo ? Levantou aos reclamos indo em direção desta meio desajeitada sentando-se no chão . – Levante ! Você vai se apresentar não virar uma índia . Acha que por ser filha de um integrante da escola pode fazer o que quiser ? – O olhar atento em tudo que esta falava e as risadinhas do fundo enquanto tentava falar.
- E... Eu sou Brigget, isso já basta para vocês que só esperam que eu saia correndo ou um vaso quebre em minha cabeça !

Logo depois saiu correndo e chorando com a demoníaca professora atrás, a fantabulosa escola como chamavam era ótima para se esconder porém muito grande e difícil . A gritaria em corredores e uma sensação estranha, ouviu uma voz conhecida e virou-se . Observou um vulto aproximar-se com grandes garras e o bater simultâneo das asas, um vulto se esgueirava pelo corredor, o dia ensolarado lá fora enquanto a garota gritava desesperada enquanto a mulher ia tentando atacar pondo-se em cima enquanto seu professor... Algo surpreendente acontecera, ele aparecera correndo segurando a flauta e olhando para esta, poderia reparar que seu professor não era tão velho para ser um, mesmo que fosse de Ed. Física, este emanava uma aura quase invisível para a garota porém eficaz contra o monstro . Este começava a tocar a flauta tão freneticamente que esta tampou os ouvidos, plantas cresciam no chão prendendo a harpia enquanto Angelline fugia de medo e indignada com o que estava lhe acontecendo .

Este pegou a espada e mesmo que esta tentasse escapar, se defendia dos golpes e feria uma das pernas deste que desferiu um golpe entre a nuca dela e esta se dissipara, bronze celestial . Atordoada com tudo aquilo, tudo que acontecera tão brevemente lhe causava um certo pânico saber que tudo era real e que estava dentro de uma das salas onde tudo ocorreu apenas escondida no armário e as cenas de batalha ainda passavam por sua mente. – Esta tudo bem, pode sair. – Uma voz irreconhecível percorria a sala enquanto ela abria a porta com um chute limpando os olhos, realmente tudo aquilo a fazia perceber que o mundo havia mudado, com preocupação vira seu professor agora com pernas de bodes estranhas e uma blusa esverdeada pedindo para correr, mal poderia lembrar do professor gago e que dizia sofrer bullying . As pressas lhe arrastou pela escola enquanto pegava sua mochila e pondo-a num táxi as pressas sem a garota entender algo falando algumas instruções para o taxista enquanto dirigia nervoso até chegar em um tal lugar famoso que seu perna de bodes dizia . O caminho não fora longo, isso a assustava, observou ao fundo um acampamento diferente e até talvez a convenceria pouco, saiu do automóvel e foi indo em direção á entrada com um homem meio cavalo diante de seus pensamentos, Quíron . Andava meio confusa pelos arredores dos chalés e o sorriso enquanto pensava em tudo que sua mãe dizia sobre a vida, patético porém eficiente. A longa caminhada conhecendo o acampamento lhe forçava a descançar, sentava perto de uma árvore observando todo o local desconfiadamente enquanto ouvia passos de pertos das plantas, uma garota ruiva e olhos cor de âmbar, esta fazia plantas que nem haviam brotado ainda nascerem e isto era algo que impressionava a garota.
- Ah, você deve ser nova... Prazer Judith acho que já deve conhecer o acampamento...
- Prazer, Brigget e não sei o que faço aqui e como você faz aquilo com as plantas ! – A filha de Deméter riu passando as mãos sobre os cabelos acreditando na inocência da garota.
- Sou filha de Deméter, logo descobrirá quem é seu progenitor e pode contar comigo como uma amiga . Melhor você ir descansar, está tarde... – Brigget levantou com passos curtos despedindo-se do local indo em direção a um dos chalés ainda confusa, “ Você é uma semi-deusa ! “ isto a aterrorizava mais do que qualquer coisa, os olhos tombavam e o pesadelo de ver sua mãe morta lhe faziam acordar , algo lhe dizia que não seria aquela noite que dormiria, tudo acontecia tão rápido...

A reclamação era um dos fatos que mais causavam felicidade nos semideuses novos, descobrir quem era o seu pai ou mãe era como fazer uma festa de aniversário surpresa ou ter uma felicidade incontrolável, nas outras pessoas, para a garota era apenas uma nova etapa e sua vida, abandonar tudo, mudar, conhecer uma nova amiga, ser irresponsável e matar os adversários, seu grande sonho.




4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Gostaria de me tornar filha de Melinoe pois os poderes dela constituem as características de minha personagem e acabam complementando-as, éa minha deusa preferida e nunca tive chance de tornar uma prole desta, é a que mais se encaixa na história de minha personagem.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)
Manto espectral: Faz com que os oponentes sempre enxerguem o semi-deus de forma desfocada, fazendo com que todos os ataques contra eles tenham a chance de falha de 20%. Também permite que o Semi-deus fique etéreo, [ver explicação nos poderes] mas apenas por 1 rodada por combate.

Açoite espiritual: Inativo, é um anel com 3 serpentes negras entrelaçados, frio ao toque e com textura escamosa. Ativado, a parte de baixo do cabo enlaça-se ao braço do semi-deus e a de cima fica parecendo um chicote de couro negro, mas dividido em 3 partes de 1,5m cada, flexíveis como uma cobra, sendo que cada uma termina em uma cabeça de serpente com 4 presas afiadas (2 na mandíbula superior, 2 menores na inferior). Sempre que um oponente for morto, sua alma é absorvida, crescendo então um cravo no corpo do açoite - aumentando seu dano a cada nova adição. Além disso, é mais efetivo contra fantasmas, conseguindo atingí-los mesmo sem ser espectral, causando dano total normalmente. Contra espíritos com metade do nível ou menos do que o filho de Melinoe, as cabeças fazem um ataque especial, e as serprentes absorvem o espírito apenas prendendo-o. [0 almas]

Escudo das almas - Braçadeira de cor marfim, com entalhes de esqueletros intrincados, formando estranhos padrões. Parece feita de ossos - e realmente é. Quando ativada transforma-se em um escudo com os mesmos entalhes do item, com um crânio em seu centro e uma aura de medo que abala os oponentes. 1 vez por combate o crânio pode usar o poder de Sopro da morte [poder lvl 2] e 1 vez por missão o Grito da banshee [poder lvl 10].


6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.
Slyrt - Uma pulseira de cor prata com vários pingentes de cada viagem que fazia com seu pai com pingentes de torre eiffel, caveiras e corações .

Colar de fantasma - Um colar com um pingente de fantasma com atrás escrito " Presente de aniversário de sua amiga Jessy "
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Jullie C. Weeny
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Ter 03 Jul 2012, 10:02

1 - Nome: Jullie Constance Weeny

2 - Características (físicas e psicológicas):
Jullie possui cabelos rubros e ondulados que chegam na altura do tórax, olhos negros e uma pele levemente bronzeada, é baixa , aproximadamente 1,46 e é magra, quatorze anos . É super alegre e gentil com todos, adora dançar e cantar e é totalmente segura de seus atos mesmo que possa acontecer alguma coisa.

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?
Nasci um dia antes da véspera de natal, e de vez em quando isso era sofrido para mim, afinal, eu odiava o natal, já teve vezes que cães infernais invadiram minha casa e eu não sabia como vencê-los, por fim, era uma cena devastadora, minha mãe fora morta brutalmente pelos dois , eu tinha apenas seis anos quando havia acontecido isso, minha vida jamais fora a mesma depois daquele acontecimento, a minha felicidade nao existia mais e comecei a viver num mundo de fantasias, onde bruxas e gnomos existiam, fui morar em um orfanato dias depois que haviam descoberto que minha mãe havia falecido e eu estava órfã . Como qualquer pessoa mais do que anormal, eu causava temor no orfanato, sempre tive problemas e por minha causa, quartos já haviam sido queimados, por minha sorte havia chegado mais um garoto problema, que por vez era mais rebelde que eu e causava muita muita muita devastação, sua aparência era estranha, muito diferente de mim que mais parecia uma patricinha rebelde . Aos treze anos fugi do orfanato junto com este menino, estávamos sem rumo, sem dinheiro e com fome, graças aos deuses uma mulher veio nos acolher, mas percebia furia nos olhos dela, calmamente sibilou .
- Vocêsssssss sssirão morrieeeersss

Ela falava igual uma cobra, pude perceber as duas caldas rastejando por baixo da saia estranha dela, em pânico desmaiei enquanto o outro menino tentava lutar com ela, tive pesadelos como se eu estivesse em uma caverna escura, via Perséfone, uma deusa grega, que eu havia estudado, ela fora raptada por Hades, cultivava um belo jardim e era quase a hora dela sair do submundo, porém, parecia isso, o sonho começou a se dissipar e acordei em pânico,flashs de minha infância passaram pela minha cabeça, eu sendo expulsa de várias escolas, minha mãe dizia " Acontece isso com muita gente ! " eu nunca conheci ninguém que fora expulsa de meio em meio ano. A mulher olhava friamente para mim e quase apontava sua enorme lança em meu pescoço, eu estava sozinha, o menino havia desaparecido com alguma coisa metade bode , por fim, resolvi chutar a lança da mulher e sai correndo, gritando muito " Uma mulher cobra, mulher cobra ! " e ninguém percebia a presença dela, eu estava louca, o céu ficara escuro, começou a anoitecer, eu continuava lutando bravamente com um galho de árvore contra a mulher, sozinha então estava, a cidade fora dormir, estava a beira da morte, sangrando, num golpe dela em meu tórax me fez cair, me arrastei pedindo ajuda, por sorte aquela criatura estranha meio-bode, estava escuro, ninguem percebia minha presença, luzes apagadas, e eu implorando pela morte, seria bem melhor, reencontraria minha mãe e meu pai, pois ela havia dito que ele morrera em um acidente de carro, meus olhos castanhos agora estavam negros, um tunel escuro e sem fim, ele estava perdendo seu brilho de tanta tristeza, logo a jovem criatura falar calmamente mas preocupado com todos aqueles ferimentos, eu fui sim uma garota feliz pelo menos, agora, era a hora de minha morte .
- Calma, tentarei fazer algo, só não morra.

Fiquei em duvidas, como ele queria que eu ficasse calma ? Eu estava sofrendo, a morte era meu único caminho, comecei a tremer, tremer de dor, uma cena horrivel, minha roupa estava tingida de vermelho e rasgada, o jovem, que agora revelara ser um sátiro me levou até um ônibus junto com o menino, eu estava em cima de um trenó e eles me arrastavam, eu urrava de dor, algo me dizia que eu iria melhorar, mas meu pensamento negativo não deixava, foram horas de viagem, todos pareciam não me ver sangrando dentro do ônibus, e acabei adormecendo, isso valia a pena pelo menos, paramos em um lugar onde parecia abandonado, estava amanhecendo e estava tomando algo que nunca tomei antes, pelo menos tinha um gosto bom, era néctar, pelo menos agora conseguia me levantar um pouco, acho que a raiva do meu coração só havia me deteriorado mais e me fez quase morrer . Ouvi um bater de asas, cercando eu, o menino e o sátiro, mulheres muito nojentas com garras e asas, algo me dizia que nós perderiamos novamente . Eu não estava boa para lutar, mas meu orgulho interno me dava resistência, elas não falavam nada, apenas nos arranhava muito, saimos correndo enquanto o sátiro tocava sua flauta tentando fazer algo, peguei um galho do chão e bati nas costas de uma, eram apenas três, lutamos bravamente sem nada, apenas galhos de árvore, ninguém chegava para nos proteger, era estranho, todos pareciam nos ignorar, alias, não havia ninguém lá, lutamos por horas, minha chegada neste inesperado lugar não seria tão boa, e entramos, eu era uma indefinida e o garoto logo fora reclamado, na primeira captura a bandeira, ele era um filho de Hades, logo fora para seu chalé e me esqueceu . Fui logo treinar, Quíron o centauro, diretor de atividades do acampamento sempre liderava alguns treinos, estava feliz e ansiosa, depois de quatro dias na enfermaria, eu estava melhor e tinha espadas, sempre quis ter uma, lutei com meu pesadelo, aquelas mulheres com asas, que ele havia dito que era uma harpia, milhares de movimentos incertos e que pelo menos causava um dano a mais, astúcia não era meu ponto forte, mas mesmo assim eu lutava, morrendo de medo, venci um, lutar com uma harpia e segui para o pavilhão, era hora do almoço, muitos campistas seguiam em direção a uma fogueira fazendo oferendas, então fiz para Hermes, ele me acolhia no chalé 11, um perfeito lugar para sde viver pelo menos, muito divertido, lotado e barulhento . Eu desejava ser reclamada, mas não sabia quanto tempo demoraria, eu iria ganhar o respeito de minha mãe cedo ou tarde e me tornaria uma campista habilidosa, por fim, este era somente um sonho, acordei na enfermaria do acampamento, estava tendo alucinações, o sátiro sorriu e disse .
- Seja bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue !

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Gostaria de ser reclamada por Apolo pois este é a simbolização do sol, muitos descrevem-no como uma pessoa "alegre" que faz poesias , como no livro, não é meu deus favorito porém gostaria de tentar uma vez , gostei de seus poderes .


5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar?
Raio de sol: arco longo, feito de energia dourada, emana uma aura morna e envolvente como o calor do sol. Não possuiu corda, gerando a mesma com um gesto do semi-deus, assim como a flecha, que é feita de energia pura, mas pode ser utilizado com flechas físicas, nesse caso a corda surgirá automaticamente com o encaixe do projétil.
[ Opcionais ] Armadura defletora: armadura de ouro celestial com a capacidade de refletir ataques de projéteis por 2 rodadas, 3 vezes por missão.
Espada solar

6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.

Skyes [ Anel de bronze com uma pedra negra, ganhara de sua prima ]

____

Jullie Constance Weeny
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Andy Almeida
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Qua 04 Jul 2012, 11:38

1- Nome: Andy Almeida

2 - Características (físicas e psicológicas): Físicas [Pele bronzeada, cabelos castanhos, na altura da cintura, 1.62m de altura, olhos castanhos.]

Psicológicas: [Uma garota aparentemente quieta, que nunca gostou de festas, ou qualquer coisa que envolvesse muita gente. Poucos sabem, mas ela é louca. Aproveita-se de sua beleza aparente para aproximar-se de algumas pessoas específicas. Tem um quê de psicopata.]

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª pessoa)
Andy Almeida. Nome amaldiçoado no colégio em que ela estudava. Por quê? Coisas ruins aconteciam a quem o mencionasse. Boatos de garotos ricos que caíam nas graças dela, e apareciam desnorteados, confusos, e gritando todas as vezes que ouviam o nome da garota. Meninas que tentavam fazer mal a ela, por terem seus namorados roubados ou algo parecido, que apareciam em hospícios, mencionando fantasmas.

Andy’s Home – 07:15 A.M

A garota acordou suando e arfando naquele dia. Tivera um pesadelo, mas não ligava. Respirou fundo e levantou-se, pegando uma toalha e indo até seu banheiro, para tomar banho. Após refrescar-se, escolheu uma roupa que avantajava seu corpo: um vestido curto, de couro. Vestiu-se e penteou o cabelo. Precisava estar bonita e provocante. Estava concluindo seu Ensino Médio, e ainda tinha que se expor às besteiras do Dia da Foto. Mas ela tinha outras intenções. Descobrira um garoto de sua idade, ingênuo e rico. Seduziria o coitado após a aula. Suspirou. Escovou os dentes, pegou sua bolsa e saiu de casa.

Jonh Kennedy High School – 08:00 A.M

Todos pararam para observar Andy, quando esta entrou. Ela sabia que estava linda, e que poderia testar esse fato em qualquer um ali. Ótimo. Dirigiu-se à sala de número 09, para a aula de Biologia, com a Srta. Ross.

- ♦ -

A aula havia sido tediosa, com sempre fora. A garota sorriu quando o sinal soou e levantou-se, guardando seus livros e saindo, sempre observando Ryan, o garoto que cairia em desgraça, após encontrar-se com ela. Notou que ele se dirigia à quadra de basquete. Não. Havia algo errado. Era a hora das fotos. Todos precisavam ir ao auditório. Pensou duas vezes. Iria esperar que as fotos acontecessem ou trataria de ir atrás de Ryan? Virou, seguindo contra o fluxo que se dirigia ao auditório, indo rumo à quadra de basquete.

Basketball’s Court – 09:15 A.M

Andy adentrou a quadra, em silêncio. Varrera o local com o olhar, procurando o garoto que deveria estar ali. Viu-o sentado, próximo à cesta de basquete. Sorriu e procurou se aproximar, sem querer assustá-lo.


– Ryan? Querido, tenho algo para confessar a você. Mas antes, eu poderia sentar-me aqui ao seu lado? – O garoto a avaliou de cima a baixo, como que procurando um motivo para não deixá-la se sentar.

– Claro que pode. Eu não deixaria uma garota tão bonita em pé. – Andy sorriu. Aquilo seria bem fácil. A garota avaliou Ryan. Ele era bonito. Deixou sua bolsa no chão e pegou na mão dele.

– Sabe, Ryan... Há algum tempo eu observo você. Sei que você também me analisa. Sei que gostas de mim. Portanto, por que não me deixas fazer isso? – A garota aproximou seus lábios dos de Ryan, aparentemente calma. Mas sabia o que viria a seguir. Sabia que os fantasmas logo o assolariam. Foi um dos motivos que não permitiu a ela ter namorados. Todos os garotos de quem gostava acabavam por ter medo dela. Logo, tudo parou. Os olhos de Ryan ficaram extremamente brancos. Suas mãos tremiam. Ele abriu a boca, e ainda era sua voz que saía, mas era algo encorpado, gélido.

– A hora é chegada, Andy Almeida. Os dons de Melinoe já a assolam. Precisas aprender a controlá-los. O único local de que precisa agora é o Acampamento. Aproveite o dinheiro que usurpou de tantos. Pegue um avião particular, que lhe deixe em Long Island. Pague o piloto e siga viagem sozinha. O portão se revelará a você. - Ryan voltou ao normal. Puxou a garota para perto, tentando beijá-la. Andy o afastou com um tapa e ergueu-se.

- Vá! Vá embora! Aproveite a chance, porque um raio não cai duas vezes no mesmo local.

Ryan levantou-se e saiu correndo, proferindo palavras não muito bonitas a respeito da reputação de Andy naquele colégio. A garota pegou sua bolsa e deixou o local naquele instante. Puxou o celular. Seu voo já estava providenciado.

Long Island's Narrow - 03:00 P.M

O avião particular acabara de pousar próximo à água. Andy puxou um maço de notas da bolsa, sem nem ao menos conferir, e entregou ao piloto, pedindo para que ele esquecesse aquele local. O homem assentiu, entrou no jatinho e decolou novamente.

Quanto a Andy, após horas afundando o salto de seus sapatos em terra, subindo colinas cheias de árvores, finalmente avistou um portão. A frase acima se escrevia em grego, mas ela entendera. Anotou mentalmente. "Perguntar por que eu posso entender grego". Entrou no Acampamento, sendo guiada por uma dríade, uma ninfa das árvores, até um chalé lotado, cheio de gente que Andy poderia extorquir. Mas não. Ela queria entender o que acontecia. E faria de tudo para que aquilo fosse uma experiência inovadora. Em todos os sentidos.


4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?

Melinoe, porque acredito que ela se adequaria melhor à história da personagem, além de ter adorado os poderes.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)

Manto espectral: Faz com que os oponentes sempre enxerguem o semi-deus de forma desfocada, fazendo com que todos os ataques contra eles tenham a chance de falha de 20%. Também permite que o Semi-deus fique etéreo, [ver explicação nos poderes] mas apenas por 1 rodada por combate.

Açoite espiritual: Inativo, é um anel com 3 serpentes negras entrelaçados, frio ao toque e com textura escamosa. Ativado, a parte de baixo do cabo enlaça-se ao braço do semi-deus e a de cima fica parecendo um chicote de couro negro, mas dividido em 3 partes de 1,5m cada, flexíveis como uma cobra, sendo que cada uma termina em uma cabeça de serpente com 4 presas afiadas (2 na mandíbula superior, 2 menores na inferior). Sempre que um oponente for morto, sua alma é absorvida, crescendo então um cravo no corpo do açoite - aumentando seu dano a cada nova adição. Além disso, é mais efetivo contra fantasmas, conseguindo atingí-los mesmo sem ser espectral, causando dano total normalmente. Contra espíritos com metade do nível ou menos do que o filho de Melinoe, as cabeças fazem um ataque especial, e as serprentes absorvem o espírito apenas prendendo-o. [0 almas]

Escudo das almas - Braçadeira de cor marfim, com entalhes de esqueletros intrincados, formando estranhos padrões. Parece feita de ossos - e realmente é. Quando ativada transforma-se em um escudo com os mesmos entalhes do item, com um crânio em seu centro e uma aura de medo que abala os oponentes. 1 vez por combate o crânio pode usar o poder de Sopro da morte [poder lvl 2] e 1 vez por missão o Grito da banshee [poder lvl 10].

6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.

Killer [Um colar em ouro branco, comprado por um dos muitos garotos extorquidos por Andy. Seu pingente é uma ônix, lapidada em formato de caveira. É retrátil, e ao abrir, pode-se escutar os gritos de todos a quem a garota fizera mal]

Tatuagem [Localizada nas costas da garota, mostra um dragão de escamas vermelhas. Ele aparece soltando fogo, enquanto seus olhos possuem pequenos diademas marrons]
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Amber S. Lassier
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Qua 11 Jul 2012, 11:34


Let’s put a smile on that face.
O mundo é falso, sejamos assim também.


Nome: Amber Shunker Wood.

Características (físicas e psicológicas): Sempre muito mimada, Amber é o estereotipo perfeito de patricinhas e cheerleaders malvadas de escolas de ensino médio. Não se importa com os outros além dela mesma e de sua "popularidade", faz de tudo para alcançar seus objetivos e não se importa quem ou o que esteja em seu caminho. É bastante ignorante com que acha que seja um fracassado e liga muito para sua aparência e para a aparência dos outros. Consegue mentir tão bem que até mesmo as pessoas que a conhecem acreditam no que ela diz, inclusive sua mãe e seu padrasto. Apesar desta camada de falsidade, maquiagens, roupas caras e etc, Amber esconde uma outra Amber, aquela a qual ela provavelmente seria se não tivesse mudado apenas para agradar os outros e se tornar popular. Ela tem paixão por música, não a música pop que ouve na frente dos outros, e sim músicas antigas e rock, sabe tocar piano, violão, guitarra e baixo, porém nunca os toca na frente de ninguém, apenas quando está sozinha. Além disso, ela é bastante inteligente, coisa a qual não poderia ser na escola se não seria chamada de geek e coisas do gênero.

Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento?

Tudo aconteceu muito rápido, tanto que nem ao menos tive tempo de passar meu gloss! Minha mãe corria, arrastando-me pelo braço enquanto meu padrasto, Louis Wood, gritava com alguma coisa nomes que nunca havia ouvido ele dizer. Os olhos castanhos de minha mãe estavam arregalados de medo e pequenas rugas de expressão haviam surgido ali, eu havia avisado para ela usar um creme, mas ela não me dava ouvidos, hunf.

Um som de explosão sacudiu o asfalto, tremendo-o como se houvesse tido um pequeno terremoto, o prédio atrás de nós desabou e todas as pessoas na rua correram, mais do que já corriam. Meu padrasto surgiu mancando atrás de nós, a criatura com quem ele gritava não estava mais ali. Ele carregava uma espada em mãos que brilhava num tom cobreado, espada a qual sempre estava em seu escritório, pendurada na parede como um troféu. Um urro alto de raiva ecoou pelos prédios daquela rua, um urro animal, no entanto bastante são como o urro de um híbrido de ser humano com bicho. Fui neste momento que corremos mais do que antes, até o carro de Lisa Wood, minha mãe.

Já havia se passado alguns minutos desde que havíamos deixado a cidade e estávamos naquela estrada. O bicho que havia nos perseguido não estava urrando ou mostrando sua cara feia para nós, e nem brandindo aquela tora de madeira nas mãos querendo nos esmagar. Era a chance perfeita de eu perder a cabeça e exigir uma explicação aos dois, no entanto ao invés disso eu apenas fiquei vendo a paisagem pelo vidro passar rapidamente. Eu sabia de duas coisas até aquele momento: eu não era normal, e nunca mais veria meus amigos novamente. Um suspiro escapou de meus lábios quando outro pensamento passou por minha cabeça, talvez nós estivéssemos indo para uma outra cidade, ou até mesmo para outro país! Seria d-i-v-i-n-o ir morar em Paris, ou em Roma! Foi neste momento que resolvi falar em meio ao estranho silêncio que nos envolvia.

Então, Paris ou Roma, huh? Perguntei animada à um dos dois.

Louis virou-se para mim com um olhar triste, o olhar que ele sempre mostrava quando estava olhando para a janela tendo seus constantes devaneios. Ele não me respondeu, mas eu entendi que não iríamos para nenhum desses lugares, ou para qualquer outro que eu gostaria de ir.

O carro parou no meio da estrada, ao lado de uma trilha a qual quase não dava para se ver. Minha mãe virou-se para mim com um sorriso cordial nos lábios, um sorriso que ela costumava mostrar aos empregados quando eles iriam ser demitidos. É, essa era minha mãe, amorosa como sempre, até quando iria dar adeus a sua ÚNICA filha. Mas eu a entendia, ela estava dando tchau para um peso, para uma pedra em seu sapato, afinal, quem iria querer ter uma filha com dislexia, TDAH e que via monstros nas ruas quase sempre? Claro, Louis era uma exceção à essa regra, já que ele me tratava realmente como uma filha.

Desci do carro junto de meu padrasto, e minha mãe me deu um adeus rápido antes de beijar Louis e dirigir de volta para a cidade, de volta para a casa que eu nunca mais veria pelo visto.

Ele me tirou as calças – o que me assustou para valer! – e ao invés de pernas ele tinhas cascos. Cascos! Foi a cena mais bizarra que vira na vida, com toda certeza. Louis me puxou pelo braço me forçando a correr novamente. Será que nunca iríamos parar de correr? Eu já estava suando bastante e isso era muito nojento. Enquanto corríamos ele me falava sobre deuses gregos e essas coisas, até este momento eu não conseguia prestar atenção em suas palavras, apenas em suas pernas de bode. Foi então que ele disse quem era meu verdadeiro pai. A única pessoa que eu nunca imaginei ser, ou existir: Apolo. Meu instinto era rir, gargalhar e perguntar se aquilo era uma piada, entretanto lá estava Louis, um sátiro, ou fauno, ou sei lá como se chamava aquilo, trotando desesperadamente em fuga de um gigante que agora podia ser ouvido ao longe devido aos seus passos. Eu realmente poderia ser filha de Apolo.

Chegamos então à uma colina, a qual subimos rapidamente – e super cansados, parecia até que meu pulmão estava querendo sair – até o topo, onde havia um majestoso carvalho. Meu padrasto, ou melhor, o sátiro Louis, parou e mandou que eu continuasse a correr e pedisse ajuda.

ESMAGA CABEÇA DE SEMI-DEUSA! AAAAAH! Gritou o gigante burro que nos perseguia surgindo em meio à floresta e correndo em nossa direção.

Louis pegou a espada novamente e virou-se pronto para atacar o gigante. Olhei ao redor, não havia nada par eu usar como arma apenas galhos, o que eu tinha certeza que não serviriam para nada. Do outro lado da colina, a visão que tive me pegou de surpresa. Não era só um acampamento, como Louis havia me dito, era O acampamento, provavelmente o único o qual eu entraria de bom grado. Duas pessoas corriam o máximo que podiam em direção a colina em que estávamos, uma delas carregava uma lança e a outra um arco, uma aljava em suas costas e uma espada. Aquilo me deu bastante alívio, não seria apenas Louis e sua espada e eu e meu pedaço de madeira contra um gigante! Virei-me pronta para dar a boa notícia para meu padrasto – será que ainda deveria o chamar assim? –, porém ele já estava confrontando o gigante, desviando dos golpes pesados dele e furando seus pés e cortando suas pernas quando era possível. O gigante o golpeou e Louis voou uns 7 metros de distância do ponto em que estava, parando somente quando bateu suas costas em uma árvore, causando um alto estrondo e a envergando levemente. Ele iria morrer se eu não fizesse algo.

As duas pessoas já estavam mais próximas, mas não chegariam à tempo de salvar o sátiro. Em desespero a única coisa que me veio à mente fora chamar a atenção do gigante, e fo o que eu fiz. Joguei o pedaço de madeira, a única "arma" que tinha no rosto dele, com uma pontaria perfeita, acertando-o na orelha e fazendo um pequeno corte. O gigante virou-se para mim com a sua horrorosa face em uma expressão de ódio. Gritou mais uma vez a mesma frase de antes e com seus pesados passos veio em minha direção. Virei-me para os dois seres que agora estavam praticamente ao meu lado, e gritei para que me entregassem o arco e uma flecha. Sem hesitar eles o fizeram. Como eu sabia usar um arco? Não me pergunte, eu não sei a resposta.

Encaixei a flecha na corda do arco com destreza, mirei na testa do gigante e soltei-a, no momento em que ele estava à pouco menos de dois metros de mim. A flecha atravessou sua cabeça e a única coisa que sobrou daquele mostro horrível fora um monte de pó dourado, o qual voou todo em meus cabelos. Nojento demais!

Um dos rapaz fora ajudar Louis, enquanto o outro me explicava sobre o Acampamento Meio-Sangue e tudo mais. Parecia ser um lugar legal, tirando fatos importantes como: monstros querendo nos matar, missões que levam à morte e a falta de uso de eletrônicos. Fora isso, adaptar-me não seria difícil... Era o que eu achava pelo menos.

Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê? Apolo, porque ele se encaixa na personalidade criada de Amber, somente.

Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? Raio de sol: arco longo, feito de carvalho e envolto em uma energia dourada, emana uma aura morna e envolvente como o calor do sol. Não possuiu corda, gerando a mesma com um gesto do semi-deus, assim como a flecha, que é feita de energia pura, mas pode ser utilizado com flechas físicas, nesse caso a corda surgirá automaticamente com o encaixe do projétil. Acompanha uma aljava de couro, leve e trabalhada, com 300 flechas com pontas de ouro. A aljava ilumina em caso de escuridão. Unidos, se transformam em um colar com um pingente de um sol.

Armadura defletora: armadura de ouro celestial com a capacidade de refletir ataques de projéteis por 2 rodadas, 3 vezes por missão.

Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha. Um violão de madeira com uma parte ao lado das cordas com a letra A em azul, e uma guitarra Flying V Jackson preta.
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Kalled Almeida
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Dom 15 Jul 2012, 12:54

1- Nome:Kalled Almeida

2 - Características (físicas e psicológicas):Sou um garoto de aparência mediana, cabelos cortados baixos, moreno, com um sorriso cativante, mas também ao mesmo tempo sou um rapaz estudiosos e inteligente, que sabe se concentrar na hora certa e tomar as decisões certas.
3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª pessoa)
Sou de uma família humilde vinda do Brasil, meu pai sempre foi bastante inteligente e tinha o gosto por aprender mais, mas pelas necessidades que passou com minha avó, teve que começar a trabalhar cedo, e acabou abandonando os estudos. Quando minha avó morreu, meu pai se viu sozinho no mundo, então decidiu arriscar-se no tudo ou nada, mudou-se para Nova York, onde concluiu seus estudos e formou-se na profissão que sempre quis ter, tornou-se professor de matemática numa escola pública.


Alguns anos depois ele conheceu uma linda mulher,loira e de olhos cinza-tempestade, também muito inteligente, pela qual se apaixonou perdidamente. Eles viveram juntos até meu nascimento, mas minha mãe foi embora, deixando-me aos cuidados de meu pai.
Cresci, nunca passei nenhuma necessidade, mas também nunca tive muitos luxos.
Mudávamos de bairro todo ano, porque eu sempre era expulso das escolas onde estudava, acusavam-me de ter feito coisas que eu nem sabia, meu pai até tentava interceder por mim, mas não adiantava.


Meu pai trabalhava três turnos na escola para poder nos manter com algum conforto, mas sempre que podia guardava um tempo para mim, e mesmo quando meu pai não estava, eu não ficava totalmente sozinho, pois eu tinha um grande amigo, que estava sempre comigo, John. John tinha um problema nas pernas por isso andava mancando, a maioria dos garotos da escola riam dele, caçoavam e faziam piadinhas do tipo "Vem me pegar então... há, você não pode correr, aleijadinho". Isso me deixava furioso.


Na verdade, conheci John quando eu tinha 7 anos, num dia muito estranho, eu estava saindo da escola, quando tive a sensação de estar sendo seguido, fiquei nervoso então desviei de meu caminho habitual e acabei entrando num beco sem saída. Quando olhei para trás, vi uma sombra se aproximando, meu coração começou a bater disparadamente, não sabia o que fazer, se ficava e lutava, ou se saia correndo feito um maluco. Olhei para todos os lados procurando uma melhor saída estratégica, as o mais próximo disso que encontrei, foi uma escada de emergência erguida a minha esquerda. Felizmente havia também uma lata de lixo próximo a ela, talvez seu eu conseguisse uma velocidade suficiente para pular na lata, e da lata pular e me agarrar na escada... Quando voltei a olhar para frente, vi aquela sombra, bem mais próxima, não entendo como eu sabia, mais ela parecia estar cheirando o ar, e aos poucos, foi se transformando em alguma coisa que tinha asas enormes. Nesse instante, toda a minha estratégia sumiu da minha mente, fiquei paralisado. De repente aquela escada desceu, e vi lá em cima um garoto, moreno, de calças jean largas e um capuz que cobria quase todo o seu cabelo encaracolado.


- Venha! - ele falou baixinho, mas num idioma que não era o inglês, nem o português que meu pai me ensinou, mas mesmo assim, eu entendi. Subi as escadas e entrei com ele por uma janela, lá embaixo ouvi um grito de fúria de alguma coisa terrível, mas aquilo já estava para trás. Deste dia em diante, eu e John nunca mais nos separamos.


Minha rotina era: estudar durante o dia, e ficar em casa durante a noite. Mesmo com quase 17 anos meu pai não me deixava sair sozinho a noite, então eu ficava, preparava minha comida, e jogava jogos de estratégia no computador que meu pai me deu (e que por sinal, ainda está pagando). As vezes, ou melhor, quase sempre, Jonh ia à minha casa, jogava comigo, conversávamos muito, sobre deuses gregos e mitologia que era uma das minhas paixões, mas ele sempre ficava olhando pela janela, um dia percebi que ele estava olhando para a filha do vizinho, que estava lavando louça no apartamento da frente.
No último verão, meu pai me acordou de madrugada e disse-me:


- Prepare-se, nós vamos acampar!


Levantei-me animado, ou pelo menos quase, pois ainda estava morrendo de sono.


- Pai, será que o John pode.. . - cheguei na sala e vi John ali, sentado no sofá, com uma mochila no colo, não precisou dizer nada, ele ia junto.


Voltei correndo para o meu quarto, com ainda mais animação, arrumei rapidamente minha mochila, mas com organização e o cuidado de não esquecer nada.


Uma hora depois saímos de carro, meu pai havia pegado o carro emprestado de um colega professor.
Fomos acampar próximos ao East River. No começo, estava tudo uma maravilha, montamos as barracas, preparamos a fogueira conversamo e rimos muito, contamos histórias, a maioria delas sobre mitologia grega. Eu estava muito feliz.


- Olha, a fogueira esta se apagando, eu vou buscar mais lenha.

- Eu vou com você! - disse John levantando-se trás de mim.


- Ok! Já voltamos pai!


- Tomem muito cuidado garotos.


Saímos pelo bosque juntando gravetos mais secos para a fogueira, foi quando senti de novo, aquela mesmo sensação do dia em que conheci John, olhei para ele, e ele me fez um sinal para voltarmos em silêncio, quando estávamos voltando, do nada uma árvore caiu bem na nossa frente. A poeira alta não me deixava ver nada, a não ser uma sombra, aquela mesma sombra de quando eu tinha sete anos. Meu coração voltou a disparar, fiquei novamente em pânico. Olhei para todos os lados, afim de encontrar alguma saída, e bem ao longe dali, cravado próximo de uma árvore, vi uma pequena coisa brilhando. Quando olhei novamente para frente, vi que a poeira havia baixado, e consegui finalmente identificar a dona daquela silhueta sinistra, parecia uma mulher com asas e garras enormes.


- Uma harpia? - sussurrei, mas para mim mesmo do que para John, mas ele entendeu.


- Sim, nós temos que sair daqui!


Mas já era tarde demais, ela já havia nos visto, olhei novamente para trás e vi aquele objeto brilhando, algo me dizia que aquilo era a solução de meus problemas, eu quase conseguia ouvir a vós de minha mãe me falando isso, mas pera aí, eu nem me lembrava da vós da minha mãe, como eu podia saber que era a vós dela? Não sei como, mas eu sabia.
Olhei para John e disse:


- Distraia aquilo, eu tenho uma ideia.


John acenou com a cabeça e foi em direção a harpia com uma vara de madeira numa mão e a sua flauta na outra.


- Não fuja herói, não adianta correr nem se esconder, desta vez eu vou te pegar!


Correndo sem parar na direção daquele pequeno objeto brilhante, pude ouvir John começar a tocar a flauta, por um momento fiquei muito preocupado com ele, como eu podia ter pedido para que ele distraísse a harpia, ele mal poderia correr se fosse necessário. Me senti culpado, mas então, ouvi um grito de dor da harpia, John avia ferido ela.


Finalmente cheguei a local onde vi aquele brilho, abaixei-me e vi que o objeto que brilhava tão intensamente, era uma pequena faca de bronze.


"Isto vai ter que servir"


Peguei a faca e levantei-me, pronto para voltar e lutar com a harpia, eu havia me enchido de coragem, quando vi um objeto voando em minha direção.


- John! Não!


Era John que havia voado até mim. A harpia devia ter dado um golpe tão forte nele que o arremessou longe, mas felizmente ele ainda estava consciente e estava... tirando as calças?


- O que você ta fazendo cara? - Perguntei, sem intender a ação de John.


- O meu trabalho! Te protegendo!


- Tu ta louco? Você ta tirando as calças, e... você tem pernas de bode! Você é um sátiro!


- Sem tempo pra explicar Kalled.


- Ok! Tive uma ideia, me ajuda a subir rapidamente naquela árvore ali.


John me deu um impulso, e logo eu estava em sima de um galho da árvore, John, logo abaixo. A harpia chegou perto de John, mostrando sua face horrível e cheia de dentes, perguntou-o:


- Para onde foi aquele meio sangue seu sátiro estúpido?


- Ele está bem longe de você. Admita. você perdeu de novo!


- Essa foi a última vez que você me atrapalhou seu sátiro inútil!


A harpia chegou mais perto de John, ele deu uma recuada e ela aproximou-se levantando uma garra pontiaguda, era óbvio que ela iria atacá-lo, mas eu precisava esperar o momento certo. Eu estava nervos, meu coração batia aceleradamente, a adrenalina no meu corpo, quase não me deixava piscar, observe a harpia até o momento exato. Ela deu mais um passo para frente, começando a baixar a garra num ataque final. Então eu pulei nela e cravei a faca de bronze bem na sua nunca, escorregando com ela por todo o seu corpo até eu chegar ao chão. A harpia deu um gemido de dor e fúria, virou-se para mim, então num pulo, eu cravei a faca onde deveria estar seu coração. Ouvi um novo gemido de dor, e vi a harpia se dissolver em um pó dourado. Peguei a faca de bronze no chão mas senti uma dor no peito. A harpia havia conseguido me ferir.


John me ajudou a voltar até o acampamento do me pai, ele estava lá, tentando atiçar o fogo para fazer nosso jantar, quando nos ouviu chegar ele disse:


- Até que enfim, eu já estava... Kalled? O que aconteceu? - ele viu minhas feridas no peito, minha camisa rasgada, e o sangue escorrendo.


- Ele precisa ir agora para o acampamento professor. - disse John para o meu pai


- Sim, eu entendo! Entrem no carro que eu já estou indo.


Entramos no carro, logo em seguida meu pai entrou também. ligou o carro e saiu em disparada. Não consigo me lembrar muito bem do que aconteceu depois, a dor no meu peito era muito grande, só me lembro de ter descido do carro com John, meu pai nos levando até um portal enorme, então ele me deu um beijo na testa dizendo "cuide-se", olhou para John agradecendo e voltou para o carro. Tudo ficou escuro nos meu olhos, acordei algumas horas depois, numa espécie de barraca imensa, cheia de macas, com aluns garotos e garotas tratando seus ferimentos, com John ao meu lado.


- Você está melhor? - pergunto ele.


- Estou, nem dói mais, mas... onde eu estou?


John sorriu e disse:



- Você está seguro, Bem Vindo ao Acampamento Meio Sangue!

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Athena. Identifico-me muito com a tal deusa, uma vez que adoro resolver enigmas e admiro a sua sabedoria a ponto de que ela e eu somos bem parecidos no que se refere a fazer as decisões corretas.
5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)
Espada/Lança Inteligente [A principio é um relógio com dois botões, quando aperta o primeiro o relógio se torna uma espada de bronze celestial, mede 40cm, que ajuda a encontrar pontos vulneráveis no oponente, quando o outro botão é apertado se torna uma lança de 2 metros com o mesmo efeito da espada]
Escudo do estrategista [Um escudo que aumenta a agilidade e reflexos do filho de Athena, extremamente resistente e se torna um anel

Armadura Sagrada [Feita em Bronze Sagrado, a armadura é semi-indestrutível e é composta apenas por peitoral, pernas e pés][By:Athena]
6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.

Sabida: coruja de estimação está com Kalled desde de seus seis anos de idade o acompanha para todos os lugares.
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Sakura Ai Hanako
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MensagemAssunto: Re: Ficha para Semi-deus - registros antigos   Seg 16 Jul 2012, 20:29

1- Nome: Sakura Ai Hanako

2 - Características (físicas e psicológicas):
Físicas: Descendência japonesa, olhos puxados, cabelos até a cintura de um preto intenso mas, vistos ao sol, de um castanho claro. Rosto aredondado e pele clara.
Psicológicas: Alegre, amável e compreensiva. Não se irrita facilmente, mas quando se irrita, que saia de perto!

3 - Por favor, conte-nos sua história. Como descobriu ser um semi-deus e como chegou ao acampamento? (escreva na forma de uma narrativa, pode ser em 1º ou 3ª pessoa)
Morava com minha mãe e com meu padrasto presidente-da-melhor-faculdade-de-Yomiyama na cidade de Akihabara. Minha mãe conheceu meu padrasto quando eu tinha 8 anos, e até então morávamos em Tókio. Descobri ser uma meio-sangue quando eu visitava o Castelo de Nagoya (que foi incendiado durante a Segunda Guerra Mundial e que fica na própria cidade de Nagoya). Não que eu goste de ir ver essas coisas. São tensas. Mas é melhor (MUITO MELHOR) do que ir à Festa da Fertilidade, acredite. Meus pais foram ver as bombas atômicas, os relógios que ficaram parados e sabe-se-lá-mais-o-que e eu fui ver os mapas, ou melhor: Fingir ver.
É incrivel como uma das cabeças de uma Hidra rasga um mapa aberto com 4 metros quadrados tão facilmente. Você já parou para reparar no bafo de uma Hidra? Não? Seu estômago agradece. Como você reagiria no meu lugar?
O pior de tudo é que Hidras não tem só uma cabeça. Tem 7. E sabe uma coisa nada agradável que eu descobri? Quando se corta uma fora, nascem outras duas no lugar. Busquei uma espada ou qualquer coisa que afastasse aquela coisa imediatamente. O que importa é que os humanos ignorantes falavam de qualquer outro assunto, como se fosse mais capaz eles verem uma revista em quadrinhos no lugar da Hidra, causando todo aquele estrago. O bom de você estar em um lugar onde moravam os samurais, é que as espadas deles ficam lá. O ruim é que quase todas as espadas, graças ao tempo, se quebravam com um simples toque. Quando eu peguei a espada pela primeira vez, a cabeça que havia rasgado o mapa de assustou e se afastou, mas logo tornou a atacar. Isso que ferrou com tudo. O que mais me ajudou talvez foram os guardas, que, sem querer, distraíram a atenção da Hidra e eu tive um tempo a mais para terminar o que havia começado.
O que importa é que minha mãe me arrastou para um táxi, e depois para um avião, e depois para o fim do mundo a 4! Ela não me falou muita coisa. Ela já havia me falado que "eu era especial", mas sempre achei que fossem essas baboseiras de mãe. Ela sempre me falava sobre mitologia grega e tudo mais, o que facilitou bastante. Eu nunca a tinha visto tão séria. Me lembro de gaguejar ao perguntar a ela o que estava acontecendo, e ela disse que ia me levar para um lugar com mais pessoas especiais. Comecei a pensar se ela estava achando que eu tinha mais problemas do que realmente há. Não poderia ter TANTO problema só em dislexia e TDAH, certo?
Eu não gosto muito de interrogatórios. Ela me deixou na Colina, eu a abracei, e ela disse que nos veríamos no inverno. E agora estou num Acampamento com pessoas com armas MUITO perigosas nas mãos e morangos com cheiro adocicado.
Eu por acaso já falei que centauros com BOBs nos rabos me assustam?

4 - Agora, em off, diga-nos: Por qual deus/ deusa deseja ser reclamado e por quê?
Apollo. Em tudo me identifico a ele. Talvez menos pela parte de seu animal ser um rato. Acharia mais justo serem hamsters ou porquinhos da índia (Circe certamente aprovaria), mas isso não depende de mim. Sempre tive um afeto muito grande com esse deus. Minha personagem, principalmente, tem uma leveza que só ela. Essa que é trazida com a música. Além de Apollo ser um dos gêmeos arqueiros, da beleza e música em geral (seja canto, dança, etc), o que me atrai muito, sendo que para danças e arco-e-flecha meus pais sempre me treinaram me pondo em cursos fora da escola para isso.

5 - Quais presentes de reclamação gostaria de ganhar? (Escolha dois entre os opcionais. Veja os presentes dos filhos dos deuses aqui)
* Armadura defletora: armadura de ouro celestial com a capacidade de refletir ataques de projéteis por 2 rodadas, 3 vezes por missão.
* Caixa de Primeiros Socorros [Uma caixa branca com uma cruz vermelha ao centro. Apenas uma vez por missão, pode ser invocada, dando ao portador um elixir que recupera 50% do hp e mp do semi-deus]

6 - Esse ponto não é obrigatório, mas aqui o semideus pode pedir um a dois itens que sirvam como lembranças de sua vida mortal. Este item não pode servir para ser usado no campo de batalha.
Uma corrente dourada com o pingente também dourado oco formando o símbolo de Yng e Yang, ouro puro.


Última edição por Sakura Ai Hanako em Seg 16 Jul 2012, 23:21, editado 1 vez(es)
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