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 Treino com armas brancas e escudos

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Thanatos
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MensagemAssunto: Treino com armas brancas e escudos   Sab 08 Set 2012, 09:38


Treino com armas brancas e escudos


A arena é um local onde os campistas podem evoluir suas habilidades, treinarem com armas, lutarem entre si ou contra monstros. Assim como em todo lugar, a arena tem suas regras, as quais podem ser lidas aqui.

Não serão avaliados os treinos postados fora do horário permitido em on. Bom treino.
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Arya W. Lewins
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Ter 02 Out 2012, 19:27







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Prendi meus cabelos azulados em um coque e joguei o moletom por cima deles. Antes que alguém tivesse tempo de falar alguma coisa no chalé de Hermes, eu sai correndo sem dizer nada. Eram quase oito horas, então a arena estava quase fechando. Corri até lá o mais rápido que pude e abri o armazém de armas com a chave que eu havia pegado com Chiron mais cedo. Onde estava?, eu havia visto duas espadas mais cedo e estava ansiosa para usa-las.



- Arma adquirida - conclui, contente ao achar as duas espadas ocidentais curtas. Eu prendi as bainhas ao lado esquerdo e sai do galpão de armas, o trancando quando atravessei a porta. A arena estava suja de pó e palha pelo grande número de monstros e bonecos de treino estraçalhados durante o dia. Caminhei um pouco, procurando algum que estivesse intacto para eu avaliar meu progresso desde a última vez que treinará e a eficiência das armas. Quando eu finalmente achei um que parecia inteiro, havia outra pessoa indo em direção a ele.
Comecei a correr. Chegamos lá aproximadamente ao mesmo tempo. A menina que disputava comigo o boneco de combate era simplesmente...

- Lal Mirch! - exclamei surpresa, não esperava a garota ali. Ela estivera me dando aulas com facas de arremesso nos últimos tempos: depois, voltávamos juntas para o chalé 11. Eu ainda não havia descoberto se Mirch era uma filha de Hermes ou indefinida como eu, mas isso não importava muito: de qualquer forma, eu não tinha coragem de perguntar. De certa forma, eu a considerava minha amiga. Toquei de leve as wakizashis que eu havia pegado emprestadas - Eu só esta... ahn... - roubando o arsenal do acampamento? Me haviam dito que eu poderia pegar armas emprestadas.

- Poupe seu folego. Todos os bonecos já eram - ela me disse, dado um tapinha no que eu pretendia treinar. Metade dele caiu para trás - Arya, quer treinar comigo?

- Que!? -
Lal era alguém inumana: eu nunca a havia visto lutar, mas o que os monitores da arena me falavam era que a garota derrotava qualquer oponente facilmente. Não importa qual era a área, ela era uma mestra: adagas, espadas, facas, arcos, lanças. Eu não conseguia vê-la como oponente, apenas como a minha professora - Eu... cruzar espadas com você? Não sei... acho que vou apenas atrapalhar.

- Está tudo bem, apenas não quero perder a rotina -
ela respondeu, se espreguiçando. Aquilo apenas provou o que eu já sabia: estávamos em níveis totalmente diferentes. Olhei para a espada curta que ela levava consigo na bainha: não havia muita diferença de alcance entre nós duas. Eu saquei as minhas espadas, hesitante.

- Está tudo bem, eu acho...

Os movimentos foram tão rápidos que eu mal pude acompanhar, distraída como estava. Lal era alguém piedosa: acabava rapidamente com seus adversários. Em retrospecto, o que deveria ter acontecido era o seguinte: pela dor, Mirch havia acertado o meu punho direito com a parte chata da sua lâmina e me feito largar a espada com isso; aproveitando o movimento, bateu também com o punho da sua arma na outra mão, abrindo a minha defesa e fazendo que eu me atrapalhasse segurando a lâmina.
Agora eu tinha uma espada na garganta. Ergui os braços, em sinal de rendição.

- De novo - Lal Mirch ordenou e deu alguns passos para trás, para que eu recuperasse as minhas armas. Lal tinha um sorriso debochado no rosto. Eu precisava admitir: ela era uma esgrimista genial e tinha certeza que Mirch estava vibrando para ter uma batalha onde ela não precisasse se segurar.

- Você não vai me derrotar tão facilmen... - finta. Me movi para defender o meu lado direito e Lal Mirch atacou a minha mão esquerda. Se a arma dela não fosse de apenas um gume e ela estivesse usando o lado sem corte, eu teria perdido o membro ou pelo menos ficado aleijada. Espada na garganta - Quer saber? Vai me dar umas dicas ou continuar a me humilhar?

- Talvez -
ela comentou, corando. Lal Mirch era um demônio: fizera aquilo sem pensar em um movimento sequer, levando na brincadeira e agindo instintivamente. Eu tinha medo das suas habilidades de luta quando estivesse séria. Me lembrava muito de S...
A tristeza se instalou no meu intimo e toda a vontade de lutar me abandonou. Eu queria sair correndo e ir para o cemitério, chutar aquela lápide até virar pó e xingar aquele alien pervertido de idiota. Como ele fora capaz de me abandonar, ali? Eu precisava dele, assim como precisava que Lal me treinasse.

- Você pretende seguir com as lâminas gêmeas, Arya?

- Talvez -
falei, desviando o olhar. Eu piscava tão rapidamente que formava uma brisa nos meus olhos - O refugiado que me escoltou até aqui... ele me ensinou alguns truques. É um dos estilos que mais estou familiarizada.

- Então compre espadas -
ela me advertiu - O truque é que as duas lâminas funcionem como uma. Normalmente, para isso, elas precisam ser forjadas justamente para serem usadas como espadas duplas. Essas não são e estão desequilibradas em você

Não neguei, era verdade. Mesmo assim, eu nunca havia tido o luxo de ter uma arma feita sobre medida para mim. Passei a manga sobre o meu rosto e torci para parecer que estava limpando suor.

- OK, o treinamento acabou.

- Oi? -
fora a seção mais rápida e menos torturante que Lal Mirch havia me dado até hoje. Eu guardei as espadas na bainha e a encarei, incrédula - Como assim?

- Não posso tirar mais nada de você. Não há nada que eu possa te ensinar a mais nessa área, até que compre espadas, ou que você possa me ensinar. Qual o objetivo de continuar aqui?

- Demônio -
a acusei. Ambas rimos.








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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Ter 02 Out 2012, 19:50

Arya W. Lewins

Ortografia - 9 pontos {Tente acertar os acentos. Não é um erro tão grave, mas adoraria vê-la melhorar cada vez mais.}

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30 pontos {Realmente fiquei entusiasmado com a descrição dos movimentos de batalha. Nessa parte, não tenho objeções.}

Organização do post - 10 pontos {Gostei bastante da estética do post, somente indicando que use cores diferentes para falas de personagens diferentes.}

Uso adequado de linguagem - 14 pontos {A repetição do substantivo "Lal Mirch" fez com que a leitura se tornasse um tanto desagradável. Tente encontrar adjetivos que possam evitar essa repetição de termos.}

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 9 pontos {Eu gostaria que você tivesse indicado algo que realmente houvesse dado certo. Parece que você se pôs nas mãos da inimiga somente para que fosse facilmente derrotada. Reveja esse ponto.}

Capacidade descritiva - 20 pontos {Como já mencionado, não deixaste a desejar nessa parte. Soube descrever muito bem. Meus parabéns.}

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sab 06 Out 2012, 08:47







U S E F U L _ T R I C K




Lal Mirch havia definitivamente me abandonado até que eu melhorasse com as facas e eu começava a me preocupar: estava treinando a três dias com Ron e havia alcançado resultados significativos, mas não víamos a garota a dias. Eu havia tentado perguntar para Chiron sobre isso, mas ele simplesmente fugia do assunto. De certa forma, Lal era a primeira pessoa de quem eu me aproximara no acampamento: eu ficava preocupada com a minha treinadora. Irritada, eu joguei a minha mochila no chão do acampamento e deitei no chão, olhando o céu.



- Descansando a essa hora do dia? - perguntou Ron, surgindo no meu campo de visão. Os cabelos negros estavam bagunçados e havia um sujo na manga do seu suéter. Reconheci: nanquim - Bonito colar.

- Não é da sua conta -
disse, como se estivesse comentando sobre o clima. Suspirando, guardei o colar de cristal dentro das roupas, onde ele produziu um tintilar suave ao bater no pingente de caveira que meu pai havia me dado - Você desenha? - perguntei, diante a resposta para responder, eu corei e desviei o olhar - Desculpa se soou rude.

- Não, tudo bem... sim, eu desenho -
ele responde e me ajudou a me levantar. Pela primeira vez, eu reparei na arma, ou melhor: nas armas, presas a sua bainha. Eram duas espadas curtas ou duas adagas longas, não tinha muita certeza - Então... ahn... fiquei sabendo da sua reclamação - ele comentou, tentando puxar assunto.

- Não é como se eu gostasse disso - admiti, brincando com o meu anel. Uma caveira de metal negro e olhos vermelhos feitos de pedras preciosas e, no outro dedo, o que parecia um anel coberto com pedras de um vermelho tão escuro que parecia preto. Definitivamente, não era o meu estilo: nos meus meses de fugitiva, eu havia abolido joias: as vezes comprávamos algumas para vendermos no momento de desespero onde estivéssemos sem dinheiro, pois eram fáceis de carregar, mas usa-las? Nunca - Eu não sei o lugar onde nasci, eu não conheço o nome da minha mãe. E a morte... ela é democrática e igual, mas mortes inúteis são apenas desperdício. Não admiro Hades no final das contas.

- Desculpe -
Ron murmurou e eu me espreguicei, olhando para o dia que nascia. Passava das sete horas da manhã, mas o inverno estava próximo e cada vez mais, os dias ficavam curtos.

- Não é culpa sua - falei. O anel se transformou em adagas: o metal era incrivelmente frio, como sugasse todo o calor de meu corpo para o seu interior. Me virei para o garoto e apontei a arma para ele, rindo - Então... vamos fazer algo que valha a pena ou ficar aqui jogando conversa fora?

- Isso é interessante -
Ron admitiu, rindo. Ele ia sacar suas armas, mas se deteve e pegou só uma: uma espada de gume único, com cerca de sessenta ou setenta centímetros - Que tal fazermos uma aposta? Se eu ganhar, você me conta sobre o colar.

- E se eu vencer? -
eu perguntei, com uma certa rebeldia na voz. Eu me mantinha parada na posição defensiva: membros relativamente encolhidos, adagas paralelas na frente do corpo. Depois das curtas sessões de treinamento que eu havia tido com Lal... bem, a regra "não confie em ninguém" voltara a ter rigor.

- Viro seu escravo por um dia - disse Ron, dando os ombros. Caímos na gargalhada.

- Isso de jeito nenhum é uma troca justa!

- Eu sei -
ele disse e atacou. Eu era ambidestra, pois havia precisado aprender a lutar com a mão esquerda quando havia machucado a minha direita no espelho, mas tinha uma tendência a ter a canhota mais forte. Se o menino havia percebido isso no treinamento com as facas... bem, eu tinha um problema.

Ele fez uma finta, fingindo investir contra o meu lado esquerdo. Por um segundo, achei que tinha alguma chance e já movia meu braço para defender quando ele subitamente mudou a direção e estilo do ataque: Ron iria dar um corte lateral, talvez visando o meu braço ou o tórax. Droga, xinguei. Não daria tempo para defender.

A dor invadiu o meu corpo com a pancada. Se fosse para valer e o objetivo fosse matar, eu já estaria bem incapacitada naquele instante. De certa forma, algo estava errado: eu não havia me machucado tanto quanto eu pensará. Eu havia conseguido desviar um pouco do ataque...
Inconscientemente, eu havia ativado o colar de caveira, o "Colar da Alma". Eu estava temporariamente mais rápida e mais forte, mas não queria isso. Não era um poder que eu poderia contar para sempre.

De qualquer forma, o que estava feito estava feito. Eu pulei para o lado em desespero e fiz uma pequena pedra, um pedaço de basalto, aparecer na frente do pé de Ron. Eu já estava trapaceando mesmo, aquilo não faria muita diferença. Ele tropeçou, mas rolou e logo estava em pé.

Lutamos por alguns segundos naquele esquema de "pique-pega". Algum momento, por unanimidade, percebemos que perder não era uma opção: eu não queria ter que contar para Ron sobre Seph e ele estava determinado a saber sobre o colar.
Eu iria exigir saber os motivos quando ganhasse.

Uma das vantagens de usar duas laminas é que, embora os seus ataques percam força e você não possa usar um escudo, você pode fazer uma finta com uma mão e realizar o verdadeiro ataque com a outra. Eu abri a defesa do garoto com a mão direita e fiz o golpe verdadeiro, uma estocada rápida no estomago, com a esquerda.

Ron sacou a sua outra espada e fez um movimento impressionante: enquanto ele a retirava da bainha, ele defendia também. O choque me forçou a largar a adaga, mas ele havia cometido um erro fatal: apenas havia afastado a lâmina na minha mão direita, mas depois a havia ignorado.

Em poucos segundos, estávamos com a adaga e a espada, uma encostada na garganta do outro.

- Não estou a fim de nos matarmos para descobrirmos o vencedor - comentei, pensativa. Ele assentiu levemente, o máximo que era possível quando se tinha uma arma letal apoiada debaixo do queixo.

- De acordo - Ron concordou, mas não deu sinal de afrouxar a pressão que a espada exercia sobre a minha pele - Um empate?

- Claro.


Deixamos as armas cair e deitamos no chão, suados, cansados e ofegando ao mesmo tempo. Meu peito subia e descia, minha boca levemente aberta e meus pulmões clamando por mais ar. Aquelas necessidades básicas que você ignorava totalmente no momento de adrenalina voltavam a você depois que aquele instante havia passado. A dor nas costelas parecia bem pior agora e a minha cabeça latejava.

- O colar?

- Alguém muito importante deu para mim antes de morrer. Você ainda será meu escravo por um dia?

- Meio dia. Você não está contando para mim a história completa.

Era verdade, claro. De qualquer forma, como ele sabia daquilo?





- Armas e itens usados:

Colar da Alma – Um colar de corrente de prata e com um pingente de caveira com olhos feitos de um cristal negro, quando ativado aumenta 5X a velocidade e força do semi-deus . Dura três turnos e só pode ser reativado depois de cinco turnos.

Adagas gêmeas de ferro estígio. – Ambas possuem cerca de meio metro de comprimento. Ao fim do cabo de cada uma há um caveira cuja possui olhos vermelhos. As adagas tem possuem a habilidade única de absorver as almas que ceifa, tornando-a mais resistênte e poderosa à cada alma que pega. Se transformam em um anel duplo de caveira. [Total de Almas: 0]

- Poderes usados:

Petrologia I – Consegue reconhecer rochas ígneas (como o granito e basalto) e por fim, controlá-las



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sab 06 Out 2012, 09:01

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Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30 pontos

Organização do post - 10 pontos

Uso adequado de linguagem - 14 pontos

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10 pontos

Capacidade descritiva - 23 pontos

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Qua 10 Out 2012, 13:49






this is fine with me.



O calor excessivo e tardio de um verão que não acabava nunca nublava a mente de Seph. Em situações normais, ele iria até a maquina de refrigerante mais próxima comprar alguma bebida. Mas, é claro, aquela não era uma situação normal.

Sim, ele havia se esquecido de como era ficar preso a um lugar só. O garoto abriu a porta do armazém de armas com certa dificuldade: parecia um pouco emperrada. Ele havia perdido as espadas que costumava usar, então precisava improvisar. Pegou uma espada qualquer, sem prestar atenção no que era e saiu para o campo.

Lá uma garota treinava. Era pelo menos uma cabeça mais baixa que Seph, mas ainda era bem alta. Seus cabelos negros cortados a altura dos ombros se moviam indistintamente ao vento. Ela usava duas espadas e seu estilo era impressionante, mas mesmo assim...

O pobre boneco de treino foi cortado ao meio por um corte em X por parte da menina. Ele se aproximou dela, curioso. De qualquer forma, não era apenas o combate que o interessava nela.

- Bom-dia... -
ele falou, sem ter muita certeza do que fazer. Em poucos segundos, Seph estava com uma espada em baixo do queixo.

- Vai continuar a me olhar por quanto tempo? - a menina perguntou, o encarando fixamente. Se não fosse o tom da sua voz e os seus olhos âmbar, ela poderia ser facilmente confundida com Arya - Seu pervertido!

- Não era o objetivo... -
ele suspirou, então colocou as mãos para alto - Você não acha que se deixar os braços um pouco mais fechados a sua defesa fica menos aberta?

- O que você quer dizer com isso? - ela perguntou, desconfiada. Seph estendeu a mão.

- Me empreste as suas espadas - ele pediu. A menina parecia considerar a hipótese dele sair correndo com as armas, mas entregou as lâminas para o garoto. Ele, em troca, lhe deu a sua espada - Me ataque - Joseph disse, imitando a pose da garota: espadas paralelas em posição horizontal, com os pés separados e braços curvados. Diferente desta, porém, ele estava com os braços mais próximos um dos outros e as espadas não estavam tão paralelas assim.

Ela atacou: uma estocada simples. Seph bateu com a parte chata da lâmina esquerda na mão da menina e com a outra espada, ele girou a arma e a desarmou. Ambos sorriram.

- Você parece ser bom - a garota disse, colocando os cabelos atrás da orelha.

- Obrigado - respondeu Seph. Ele estendeu a sua mão - Eu sou Seph. Seph Wright. Qual é o seu nome?

- As pessoas me chamavam de Rock. Rockie para os amigos... se eu tivesse algum -
ela murmurou, fria.



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Qui 11 Out 2012, 13:57

Joseph L. Wright

Ortografia - 10 pontos

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 25 pontos

Organização do post - 10 pontos

Uso adequado de linguagem - 15 pontos

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 7 pontos

Capacidade descritiva - 15 pontos

OBS: O seu post ficou bom, porém curto.

Total: 82 Xps
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Seg 05 Nov 2012, 11:37

Treino
1:30PM à 2:00PM







Sentindo-me empanturrada e energética depois do almoço, resolvi gastar um pouco de energia. Espreguicei-me ao sair da mesa de Hermes e andei meio sem rumo pelo acampamento durante algum tempo.
Após quinze minutos andando, achei que já passara tempo demais sem fazer nada e que já podia treinar. Bem, eu já tinha treinado com arco e flecha, não fora muita coisa, mas eu havia treinado. O combate, com certeza, fora o básico do básico, então eu realmente precisaria voltar lá.
Porém havia um treino ao qual eu nunca havia comparecido: o com armas brancas e escudos. Olhei o meu relógio de pulso. Bem, a arena estava funcionando. Era só uma e meia. Andei devagar até o chalé de Hermes, peguei minha adaga de bronze (presente de Quíron quando eu entrei no acampamento) e me dirigi até a arena.
Olhei um pouco os campistas treinarem. Bem, eu não estava vendo nenhum sátiro caridoso, ou um campista que eu conhecesse... Mas estava vendo um campista desconhecido atirando adagas contra um boneco de palha.
Interessante...” pensei “Quero tentar”.
Andei devagar até o garoto e observei-o por um tempo. Ele ficava ereto, meio de lado para o alvo, levantava bem o braço e segurava o cabo da adaga com dois dedos firmemente. Meu medo era que ela escorregasse antes.
Eu fiquei um pouco atrás e ao lado dele e o imitei, usando a posição que eu aprendi para manejar o arco e acertar o alvo, mas dessa vez, relaxei o braço esquerdo e ergui o direito. Concentrei-me em não deixar a adaga deslizar antes da hora. Segurei-a com os dedos indicador, o médio e o polegar.
Desci meu braço rapidamente e, quando ele estava quase ficando reto, relaxei os dedos, soltando a adaga. Ela girou até bater bem acima do estômago do boneco, que era meu alvo. O garoto virou para mim.
- Está colocando força demais e lançando muito depois. – ele disse e sorriu.
- Obrigada. – falei.
Antes que eu pudesse perguntar seu nome, ele recolheu as adagas e, rapidinho, estava saindo da arena. “Nossa, eu sou tão antipática assim, para ele fugir?” pensei, mas resolvi seguir o seu conselho. Pelo menos não tinha platéia para observar meu fracasso, caso eu não conseguisse.
Peguei a adaga de bronze e medi seu peso em minha mão. Claro, tudo parecia pesado na minha mão, devido ao seu tamanho anormalmente pequeno, mas a adaga não era tão pesada quanto eu esperava. Então eu voltei para minha posição anterior e fiquei ereta e meio virada.
Segurei a adaga como da primeira vez e desci meu braço, dessa vez não tão rápido e soltei a adaga um pouco antes. Ela girou novamente e seu cabo bateu no estômago do boneco. Suspirei e a recolhi novamente.
Tudo bem, tudo bem, você consegue.” pensei “Ninguém nasce sabendo, afinal”.
Então eu voltei para a minha posição e desci meu braço, não tão rápido quanto da primeira vez, mas não tão devagar como da segunda. Relaxei os dedos quando meu braço fez o mesmo ângulo que fizera na segunda tentativa, então a adaga girou e bateu um pouco abaixo do estômago do boneco de palha.
Andei devagar até ela e a puxei do boneco. Fiquei de costas para o boneco e dei oito passos largos para frente. Agora eu estava muito mais longe, seria bem mais difícil. Então eu me concentrei em observar o meio do estômago do boneco, virei um pouco de lado, fiquei ereta, ergui meu braço direito com a adaga e a segurei como antes.
Desci o braço com um pouco mais de força e a adaga girou e caiu um pouco antes do boneco. Suspirei. Andei devagar até a adaga e a recolhi mais uma vez. Virei de costas para o boneco e dei oito passos largos, como antes.
Então eu relaxei, fiquei ereta, virei um pouco e lancei a adaga com a força do primeiro lançamento. A adaga girou até bater um pouco abaixo do centro do estômago. Bem, já era um bom começo. Fui até o boneco e puxei a minha adaga de lá.
Será que ainda estavam dando o almoço? Será que eu poderia pegar outra sobremesa? Eu gostaria muito de um bom pedaço de pavê agora. Então pus as mãos no bolso do meu short e andei sem pressa até o refeitório.



POST: 015 CLOTHES: AQUI TAGGED: Desconhecido



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Seg 05 Nov 2012, 19:39

♦ Ortografia - 10 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 27 pontos

♦ Organização da Postagem - 10 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem - 12 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes - 10 pontos

♦ Capacidade Descritiva - 23 pontos

No geral, bom treino. Apenas a repetição de alguns termos acabou prejudicando um pouco, mas a descrição e a forma como coloca não só as ações mas também os pensamentos e sentimentos da personagem deixam o texto fluido e envolvente. Parabéns!

Total = 92

♦ Avaliada e atualizada ♦

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“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sex 09 Nov 2012, 08:45

Treino com armas brancas e escudos
"Filho de Apolo - Nicholas "


- Como pode, tudo ser tão simples. Um arco e aljava viraram um colar, diante de meus olhos, e eu tenho apenas que acreditar. Falei comigo mesmo, olhando para o colar com o pingente do sol. Eu havia acabado de chegar de um longo treino de arco e flecha, dava-se para ouvir outro campistas comentando sobre o treino de espadas e escudos, me interessei bastante. O outro filho de Apolo sentou ao meu lado. - Viu como tudo é tão simples e fácil de manusear ? Abri um sorriso e comecei a pensar como era mesmo. Eu nunca havia usado um arco e flecha, foi coisa de segundos ou minutos que aprendi, um certo instinto me ajudou, parecia que eu já sabia a tempos. - Pois é mesmo, é tudo tão fácil. Eu nunca tinha treinado com um arco, e consegui aprender rápido. Disse para o garoto. A tarde vinha cada vez mais intensa e com bastante calor, o que estava dando para se fazer ali, era se jogar de baixo do chuveiro ou ir na praia, algo do tipo. Sendo mais objetivo... Se refrescar. Mais não, eu queria mesmo é aprender outras coisas, os estilos de batalhas e assim por diante. - Que horas vai começar o treino de espadas e escudos ? Disse para o garoto ao meu lado. - Inacreditável, o único campista que prefere treinar. Enfim, vem comigo, daqui a pouco começa. Falou o jovem. Thiago era o nome dele, havia conhecido ele na parte da manhã, ele me explicou algumas coisas, gente boa.

A gente estava sentado nas cadeiras perto do refeitório, após sairmos dali fomos direto para arena. No caminho ficamos conversando um pouco, falando sobre como era a vida antes de vim para o acampamento, entre outras coisas. Alguns campistas estavam indo para arena também, e dali eu olhava o grande movimento das pessoas. Thiago deu um soco no peitoral do uniforme e começou a andar. - Filho de Apolo ! Pensei que não iria vir. O treino já começou e eu ainda tenho que me apresentar para outros campistas que acabaram de chegar. Disse Quíron. - Nossa, tem mais ? Perguntei. - Sim, sempre chega alguém. Vai ficar me enrolando ? Olhei para o centauro sem entender direito. - Comece o seu TREINO ! Quíron fala em um tom de voz alto, sendo assim saio dali correndo.

Eu nem sei por onde começar, olhei envolta de mim e vi campistas treinando um com os outros, enquanto eu fiquei apenas a observar. Logo tomo uma atitude. Vejo um garoto sentado, amolando sua espada e vou na direção do mesmo. - Afim de treinar ? O garoto abriu um sorriso e se levantou, provavelmente ele não era muito de falar. Enfim, ficamos em postura de combate, um espaço aberto e suficiente para treinar. Fiquei ali pensando qual o primeiro ataque eu deveria fazer, puxei minha espada que havia ganhado e o garoto fez um gesto, para eu começar. Fui andando lentamente na direção do meu oponente, quando eu fiquei proximo o bastante do mesmo, tentei desferir um corte em seu rosto, porém ele esquivou e fui tentando ataca-lo, e ele só esquivando. De repente vi o meu oponente se abaixar e me dar uma rasteira, fazendo-me cair, logo ele tentou chutar meu peito, girei para o lado direito me levantando rapidamente. Parei na postura de defesa e em segundos o garoto veio me atacar, fui defendo com minha espada, me esquivando, para um jovem como eu que nunca treinei, acho que estou bem. Logo o meu oponente tenta fazer um corte em meu rosto, porém eu me abaixo e sinto seu joelho pegando no meu queixo e me fazendo ficar um pouco zonzo.

Foi coisa de segundos, consegui continuar de pé. Meu oponente reergueu sua espada e efetuou um ataque vertical, de cima para baixo, dei um giro para o lado direito, sentindo apenas a lâmina da espada cortando o vento. Após esquivar, bati com o cabo da minha espada na costela do garoto, fazendo ele se desequilibrar, logo fiz um pequeno corte no braço do mesmo. Minhas costas já estava doendo um pouco, junto com os cortes sobre o meu corpo. O meu openente estava de joelhos... Quando fui finalizar com um chute, senti o cotovelo do mesmo pegando na minha coxa esquerda que me fez cair e depois quem finalizou foi ele, que logo depois de seu primeiro contra-ataque ele atacou novamente, me dando um soco do rosto que me deixou no chão. Abri os olhos lentamente, e vi a mão do oponente esticada e elogiando pelo treino. Enfim, aceitei a ajuda para levantar e agradeci o mesmo, sentando no banco. - Aqui o pessoal leva bem a sério o treino. Disse sozinho. Quíron chegou de repente e falou. - Esta lutando bem filho de Apolo, mas dá para melhorar. Pode se retirar. Me levantei pasando a mão no rosto e coloquei a espada na bainha. *Saio do local.*


flarnius

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sex 09 Nov 2012, 11:46

Hefesto escreveu:

Nicholas H. Malkovich


Ortografia - 10 pontos

Coerência, coesão e organização e conteúdo e idéias - 25 pontos

Organização do post - 10 pontos

Uso adequado de linguagem - 15 pontos

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 5 pontos

Capacidade descritiva - 15 pontos

OBS: O seu post ficou bom.

Total: 80 Xps
[/quote]

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sab 10 Nov 2012, 19:26

Treinando com a ajuda do filho bom e do filho mau







Após o almoço, resolvi perturbar um pouco meus queridos amigos do chalé de Apolo. Eu fui até a mesa deles e me sentei entre Ciel e Logan, um dos meus amigos mais próximos.
- E aí, seus lindos? – sorri para eles.
- Ellen! – exclamaram juntos.
Ciel apertou minha bochecha e Logan bagunçou meus cabelos. “Vadios”, pensei.
- Nem sei por que eu gosto tanto de vocês. – falei.
- Porque eu sou lindo e popular. – Logan piscou para mim.
- Se ache menos. – pedi sorrindo para Logan.
Claro, ambos poderiam se achar o quanto quisessem, mas eu gostava deles não pelas suas qualidades físicas, mas pelas qualidades psicológicas. Ui, agora falei difícil, alguém anote isso!
- Pensando em quê? – perguntou Ciel.
- Só que vocês são umas pestes. – sorri de canto – Mas e então, o que vamos fazer?
- Vamos treinar. – ele disse.
- Jura? – franzi a testa.
- Deixe de ser preguiçosa. – Logan tocou a ponta do meu nariz – Vamos lá, vai ser divertido.
- Tudo bem. – suspirei, derrotada.
Então eles se levantaram. Foram andando na frente, lado a lado, até que eu me meti entre eles, entrelaçando meu braço esquerdo no direito do Logan e o direito no esquerdo do Ciel.
- Dona Ellen e seus filhos de Apolo. – brincou Ciel.
- Meus mesmo. – me fiz de erudita e eles riram.
Logo chegamos à arena. Ativei meu anel e ele virou minhas lindas adagas gêmeas de ferro estígio.
- Se vai lutar usando as duas mãos para segurar as adagas, como vai usar o escudo? – Logan ergueu uma sobrancelha para mim.
- Eu não treino com escudos. – falei.
- Então é hora de começar. – ele disse e me estendeu um escudo.
Suspirei e desativei minhas adagas. Coloquei o anel duplo e segurei o escudo. Meu braço foi para o chão. Eu não fui avisada que escudos eram tão pesados.
- Cuidado. – falou Ciel gentilmente e me ajudou a segurar o escudo na posição certa – Aqui, não alto demais, ou vai bloquear sua visão. Nem baixo demais, se não deixa seu peito desprotegido.
Franzi a testa. Parecia fácil, mas quando ele soltou, o escudo pesou demais em meu braço frágil.
- Fica mais fácil com o tempo. – prometeu Ciel.
Enquanto isso, Logan voltava segurando um escudo e uma espada longa.
- Venha, lute comigo. – disse ele – Eu vou lutar com você e o Ciel vai te dando as dicas.
- Ui, o filho de Apolo bom e o filho de Apolo mau. – observei.
Eles riram. Eu avancei, meio insegura.
- Ora, deixe de ser fresca, é só um escudo metálico. – Logan revirou os olhos.
Ciel tocou gentilmente minha mão e eu vi que ele me entregava uma espada com a lâmina de oitenta centímetros.
- É um gládio de prata. – ele disse – É fácil de manusear e é melhor para ataques de longe.
- Ataques de longe são para covardes. – falei.
Então eles ergueram as sobrancelhas. Lembrei-me de que eles usavam arcos e corei até a alma.
- Quer dizer, com espadas, gente. – falei.
- Vamos lá. – Logan disse.
Então ele se preparou em posição de combate. Eu hesitei. Logan era mesmo forte e parecia bem ágil. Fora que ele já estava a mais tempo no acampamento que eu.
- Vai ficar aí o dia todo? – ele me provocou.
- Não se preocupe Ellen. – disse Ciel – É só pensar, é tudo questão de planejamento.
- E de sorte! – acrescentou Logan.
Respirei fundo e avancei um passo. Logan sorriu e me atacou. Eu vi o que ele ia fazer um segundo antes que acontecesse. Tempo suficiente para que eu erguesse meu escudo para proteger meu rosto.
- VOCÊ É LOUCO? – gritei.
- Não estamos brincando, loira! – ele disse.
Pude ver logo que era verdade. O Logan que era meu amigo e no qual eu sempre pulava era mais carinhoso e bem-humorado. Logan agora estava sério, a espada erguida e o escudo bem posicionado. Senti-me como um peixe fora da água.
- Não se preocupe, Ellen, ninguém nasce sabendo! – gritou Ciel de longe.
Então Logan atacou novamente. Dessa vez ele correu para mim com a espada meio baixa e eu automaticamente coloquei meu escudo onde achava que ele ia me atacar, mas ao invés disso, ele me cortou o rosto.
Claro, não fora um corte muito profundo. Mas fora um corte que ardia o suficiente para me desconcentrar. Procurei desesperada uma sombra e nem vi quando ele atacou. Só ouvi o grito de Ciel:
- ABAIXA!
Eu obedeci e ergui meu escudo na altura do rosto. A ferida começou a cicatrizar.
- Trapaça! – gritou Logan.
- Você não falou nada sobre feri-la no rosto! – gritou Ciel de volta.
Então eu, num surto de raiva, levantei-me e chutei o peito do Logan, fazendo com que ele caísse no chão. Então sentei por cima dele e coloquei o meu escudo entre seu queixo e seu peito, apontando a adaga para a sua testa.
- Venci. – foi tudo o que eu falei antes de me levantar.
- Tudo bem, calma, Ellen. – disse Ciel – Agora venha, lute comigo.
Eu parei, chocada. Claro, Logan era tão perigoso quanto o Ciel, mas quando eu estava lutando com o Logan, tinha as dicas do Ciel. E agora?
- Eu te ajudo. – disse Logan – Desculpe pelo corte, mas você estava aérea.
- Aérea não, insegura. – falei – Mas obrigada, Logan.
Então ele sentou um pouco longe da arena. Ciel sorriu e levantou seu escudo e ergueu sua espada. Engoli em seco.
- Se vai perder, perca com estilo! – gritou Logan.
- Você não está me ajudando! – gritei de volta.
Então Ciel avançou contra mim. Ele era ágil, bem mais ágil do que eu. Correu para mim e, quando eu ia erguer meu escudo, atingiu meu braço com o dele. Como meu braço estava com o pulso para frente, o escudo girou para longe e a espada dele pousou na minha garganta.
- Vamos lá, você pode fazer melhor. – ele me encorajou.
Então eu ergui a espada, totalmente insegura. Ele avançou novamente. Dessa vez, ele deu um giro e aplicou um golpe na minha esquerda, mas consegui levar a espada até lá. Ele empurrou o escudo contra a minha face, mas me desviei e fiquei longe dele com um giro.
- Ainda pode fazer melhor! – gritou Logan.
Bati a espada no chão, irritada. Eu estava dando o meu melhor e não era suficiente? Parecia que não. Ciel avançou novamente. Ele foi ainda mais ágil, desferindo um golpe na minha direita que aparei com minha espada. Ele girou minha espada com a dele e a jogou longe. Virei para pegá-la, derrotada.
- Nada disso. – disse Ciel – A espada caiu, você fica sem espada. O que vai fazer agora?
Eu olhei abismada para ele. Como poderia lutar sem espada e sem escudo?
- Não seja burra, loira! – gritou Logan.
Então eu lembrei do meu anel e ativei minhas adagas gêmeas. Girei-as, confiante. Era bem mais fácil lutar com ferro estígio e principalmente com minhas adagas, que eram leves. Sorri confiante para Ciel e avancei.
Desferi um golpe de adaga em seu escudo e parei com a outra adaga em sua garganta.
- Empatados. – Ciel sorriu – Bem, talvez o problema tenha sido a espada, ein?
Sorri e voltei para longe dele. Encaramos-nos e assentimos. Juntos, corremos um para o outro. Enquanto o Ciel erguia o escudo e a espada, eu erguia a adaga da mão esquerda junto à minha têmpora direita e deixava a adaga da mão direita abaixada. Ele me atacou com a espada, mas eu fui rápida. Juntei as adagas num X e desarmei-o.
Ele sorriu e tentou me acertar com o escudo, mas me movi para longe com um giro. Meus cabelos bloquearam minha visão tempo suficiente para que o Ciel me derrubasse.
- Da próxima vez, lembre-se de prender as madeixas. – riu Logan.
- Ah, que bom, vocês voltaram. – cuspi o cabelo da minha boca – Estava cansada do sistema do filho bom e do filho mau.
Eles riram e me ajudaram a levantar. Desativei minhas adagas e coloquei o anel enquanto os meninos guardavam as armas que pegamos emprestadas.
Então, entrelaçando o meu braço esquerdo no direito do Logan e o direito no esquerdo do Ciel, fui passear com meus dois lindos filhos de Apolo.




POST: 026 CLOTHES: AQUI TAGGED: Logan Lee Fletcher, Ciel Evans



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Seg 12 Nov 2012, 19:31

♦ Ortografia - 10 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 25 pontos

♦ Organização da Postagem - 10 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem - 15 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes - 10 pontos

♦ Capacidade Descritiva - 25 pontos
Cuidado novamente com o que escreve - no meio do texto, sua espada virou adaga. Pode parecer besteira, mas são armas diferentes, e geralmente requerem descrições diferentes, como você mesma deve ter percebido ao alternar entre a espada comum e as adagas de seu arsenal, considerando alcance e estilo de luta necessários. Comece a pegar o hábito de deixar poderes e armas em spoiller - alémd e deixar claro para a avaliação o que você usou, esse costuma ser o sistema em missões, futuramente. Mas no geral, muito bom! Parabéns!

Total = 95 + 3 hp/mp

♦ Avaliada e atualizada ♦

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Simon J. McCurdy
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Qui 15 Nov 2012, 09:26

Armas Brancas e Escudos - 7:30h às 9:00h


Simon chegara a pouco no acampamento. Deixou suas coisas em sua cama e viera a treinar na Arena. Há muito não treinava e precisava daquilo caso quisesse sobreviver naquele lugar. Tratou de logo pegar suas coisas e partir para a Arena para treinar o combate a pouca distância.
Sua foice, presente de sua mãe, se encaixava muito bem em sua mão, assim como todos os seus itens se encaixavam muito bem nas demais partes de seu corpo. O garoto rodava a foice no ar para ir pegando o jeito da locomoção do pulso. Logo após uma maratona de alongamentos rápidos que aprendera na aula de educação física, olhou para o campo e procurou por todos os seus detalhes. Corpos de borracha aqui e ali, algumas pequenas espadas quebradas e coisas desse tipo. Como ainda era cedo, a Arena estava praticamente vazia.
Sua foice parecia cada vez mais leve, e o garoto aprendera melhor como manejá-la simplesmente sentindo-a por uns segundos. Olhou para um dos corpos de borracha e decidiu que com ele treinaria. Colocou-o em pé e se afastou um pouco.
Logo que sua espada deslisou pelo corpo do boneco, o mesmo partiu em dois. O garoto estava chocado, pois desconhecia a potencia de sua foice. Agora que ela revelara seus poderes, o garoto estava mais confiante em si mesmo. Usou e abusou de sua foice para cortar outros bonecos que ali estavam. Mas precisava de um desafio maior para derrotar monstros, somente aquilo não lhe traria fama alguma no acampamento. Encheu o campo de bonecos e colocou uma fenda em seus olhos. Rodou três vezes - poderia lhe ajudar a melhorar seu senso de direção - e parou. Logo correu para os bonecos e saiu partindo todos, sua foice parecia estar cada vez mais fácil de ser utilizada. O garoto percebeu que não haviam mais corpos sintéticos no local e tirou sua venda.
Uma coisa lhe espantou. Não haviam mais bonecos em pé! Mas não foi isso que mais lhe chamou a atenção: a sua volta, várias pessoas o observavam boquiabertos. Murmúrios eram escutados mesmo a aquela distância. Aquele é o novato?
O garoto saiu em meio as palmas, envergonhado. Mas um olhar, lhe chamou a atenção. O diretor de atividades estava surpreso com as habilidades do garoto.


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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Qui 15 Nov 2012, 10:36


Avaliação
♦ Ortografia: Tudo certo, apenas tome cuidado com a acentuação. - 9 pontos

♦ Coerência, Coesão, Organização, Conteúdo e Ideias: Apesar de pequeno, o texto ficou excelente, bem coeso e coerente, com uma ótima organização de ideias. Apenas preste atenção com o exagero que as vezes pode ser cometido, você é um guerreiro nato, mas apesar disso você é apenas um iniciante e seus instintos não são tão aflorados assim. - 26 pontos

♦ Organização da Postagem: Tudo certo, apenas tome o cuidado de separar o texto em parágrafos. O Forumeiros não aceita o Tab, então sempre pule uma linha após o final de cada parágrafo para iniciar outro. - 8 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem: A linguagem foi adequadamente usada, só tome cuidado com repetição de palavras. - 14 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: Tudo certo por aqui. - 10 pontos

♦ Capacidade Descritiva: Sua descrição é bem atrativa, não é exagerada; é bem objetiva. Isso dá ao texto uma sensação ótima de continuidade, prossiga assim. Você possui uma ótima capacidade de dar nome as coisas enquanto as descreve, isso é um quesito importante e bem beneficiário. - 25 pontos

Total: 92 XP + 2 HP/MP
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Leah de Winter
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sex 16 Nov 2012, 14:53

The begining...


I will make you feel alone and I will kill you


Music:Enter Sandman-Metallica Clothes:Blusa do Metallica,short e coturnos Where:Acampamento meio-sangue Weather:Nublado










Saia do chalé de Melinoe, depois de uma breve olhada no chalé, com a intenção de treinar e testar meus poderes, meus cabelos batiam levemente em minhas costas enquanto saltitava por aí. Um dos fantasmas de meu chalé me acompanha, ele tinha se autonominado meu guia durante a minha estadia no acampamento, seu nome era Jared e era uma boa companhia. As armas que tinha escolhido para meu primeiro treino eram: meu açoite, que estava em sua forma de anel em minha mão direita e meu escudo. Agora tinha acelerado um pouco o passo, mas parecia estar mais dançando do que correndo, então dentro de poucos instantes estávamos na arena, curiosa segui até onde Quiron se encontrava, antes que pudesse dizer algo ele me cumprimentou com um sorriso, se voltando para mim:
-É um prazer revê-la, filha. -Sua voz era serena e quase que um canto para mim. -Resolveu treinar, em seu primeiro dia?Bom, venha vou pegar leve com você, vá até aqueles bonecos com seu amigo, creio que ele gostará de instruí-la. –Assenti para o homem-cavalo e lá fomos nós sorrindo calmamente, não tinha muita praticidade com aquilo tudo, mas Jared estava lá para me auxiliar, então me deixei sentir segura. Chegando ao lado oeste da arena, onde as sombras dominavam, ativei meu açoite, que já deixava ser um anel e tomava a forma da arma que ganhara de minha mãe, o espectro me observava de longe, esperando que eu lhe desse o sinal, respirei fundo e deixei que ele me dissesse o que fazer.
-Experimente a arma. –Me dizia ele. Tentei gira-la acima de minha cabeça, dando um estalo por final, sem querer batendo uma das presas em meus dedos, soltei um grito e Jared veio ao meu encontro, me ajudando com o segundo giro. Dessa vez consegui algum resultado, dei um estalo por final, fazendo uma sequencia de giros e estalos até conseguir fazer isso sem a ajuda do fantasma. Ela parecia se moldar a mim, era como se fizesse parte do meu ser, comecei a me lembrar do que diziam os samurais de antigamente: “O homem e sua arma são um só”, pelo menos achava que era uma coisa assim, a voz de Jared quebrou minha meditação. –Segure o cabo com mais firmeza, tome cuidado com as serpentes. –Assenti e tomando posição, enquanto ele me ajudava com o equilíbrio, fiz um rápido movimento com a arma por sobre minha cabeça, batendo uma das cabeças das serpentes no braço de um dos bonecos. Percebi que as presas se soltaram do braço, fazendo um leve arranhão, de onde a palha começava a cair, girei mais uma vez o açoite e o bati desta vez no peito do boneco, as três bocas dessa vez se prenderam a ele, fiz um movimento para que elas o soltassem, vendo que agora os rasgos eram mais profundos. Fiquei a observar, quase atônita com aquilo tudo, afinal nunca tinha tocado em uma arma por toda a minha vida, Jared me olhava com seus olhos espectrais que assumiam uma cor azul, agora me tocava no ombro, não que ele conseguisse me tocar direito, mas dava para sentir.
-Não fique impressionada, não é nem metade do que você pode fazer princesa espectral- Aquele apelido, os espíritos costumavam me chamar daquele jeito na França. Olhando para ele, vi que sorria, então tomei fôlego e deixei que me mostrasse os gestos e as posições que devia tomar com a arma, que agora se tornava mais leve, a cada golpe que lançava contra o boneco. Percebi que fazia agora movimentos involuntários, me esquiva, saltava e lançava golpes contra o boneco, Jared lançava um sorriso quando aprovava minha série de ataques e vinha me ajudar quando via minha dificuldade. Com uma série de três giros completos da arma por cima da minha cabeça, consegui arrancar a do boneco, deixando-o em palha pura. Segui para outros dois bonecos, pois meu instrutor espectral dissera que seria bom para ir me acostumando com a arma, lancei series de golpes contra os bonecos, girava e esquiva, parecia mais estar dançando que lutando. Porém creio que era o que pareceria se uma ex-bailarina começasse a lutar, Jared me observava calmamente, analisava cada um de meus movimentos, fazendo algumas observações quando via que era necessário.
-Creio que se saiu bem para uma novata. –Disse com um sorriso, revirei os olhos e olhei os bonecos feitos em pura palha e retalhos ao meu redor, creio que podia ter sido melhor do que aquilo. Então, desativando meu açoite, fazendo com que voltasse a ser meu anel, segui o fantasma até a saída da arena e em seguida tomamos nosso caminho para o chalé da deusa dos fantasmas, onde tomaria um banho e daria um jeito nos meus arranhões e machucados.




credits: dilso ∞/ trowlsenn @ Oops!

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sex 16 Nov 2012, 16:06

♦ Ortografia - 8 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 25 pontos

♦ Organização da Postagem - 9 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem - 13 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes - 10 pontos

♦ Capacidade Descritiva - 20 pontos

Cuidado com tempo verbal e digitação - acentuação, principalmente. Não foi tão prejudicial, mas poderia ter sido melhor. O uso de cores na postagem também pode ajudar, além da separação de parágrafos - o tab não funciona no fórum, mas pode-se pular uma linha para diferenciar um parágrafo do outro. Se possível, futuramente, coloque itens e poderes em spoiler - quanto maior o seu nível, mais opções você terá para montar a estratégia, e isso contará futuramente na avaliação. No mais, boas descrições, mostrando a personagem se familiarizando com as armas. Parabéns!

Total = 85 xp/mp

♦ Avaliada e atualizada ♦

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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Dom 25 Nov 2012, 12:28

Kill 'em' all


I don't think you trust
In my self righteous suicide
I cry when angels deserve to DIE!!
Wake up (Wake up)
Grab a brush and put a little make up
Hide the scars to fade away the
(Hide the scars to fade away the shake up)
Why'd you leave the keys upon the table?
Here you go create another fable(Chop suey-SOAD)


Clima:Temperado Local:Acampamento meio-sangue Vestindo:Um corselet negro, uma saia negra e botas também negras Musica:Chop Suey-SOAD










Já era de noite. A lua e as estrelas iluminavam o céu escuro com seu brilho. Eram oito da noite. Eu estava desanimada. Afinal, estava cansada de meus treinos excessivos, mas tinha um motivo para isso, e eu não era muito forte. Morreria rapidamente. Pensei na vida que eu deixara para trás. Por tudo que eu já havia passado. Seria tudo em vão. Mas não adiantava se lamentar. Por isso, com uma determinação instantânea, levantei da cama. Eu iria treinar. Não importa se eu morresse. Eu tinha que pelo menos tentar.

Peguei minha adaga e meu manto e fui para a Arena. No caminho cumprimentei alguns amigos que também treinariam. Ao chegar lá, percebi que eu estava alguns minutos atrasada. As pessoas lutavam com bonecos de madeira com sacos de areia servindo como a carne e os músculos humanos. Fui até um que parecia ser o último boneco livre. Ao olhar para ele, dei um sorriso torto.

- Oi, meu nome é Leah de Winter, mas pode me chamar de Milady de Winter ou princesa espectral. – disse para o boneco.

Naquele momento me senti tão idiota quanto infantil. Comecei a treinar alguns ataques. Atacava o boneco de lado, de trás, de frente, nas pernas e repetia a sequência. Suspirei. Aquilo era totalmente entediante. Sentei-me no chão e olhei para o boneco.

- Sabe de uma coisa? Eu tenho um segredo. – então disse mais baixo, sussurrando para o boneco – Eu não sei lutar...

Então dei um giro e cravei a adaga no saco. Dei uma risadinha. Fui tirar a adaga, mas toda a areia dele começou a cair no chão. Observei-a caindo. Mesmo sem o saco continuei treinando mais um pouco. Pensei nos monstros que teria de enfrentar em missões. Sabia que eles não eram nada bonzinhos. Comecei a treinar mais seriamente com o pedaço de madeira que restou do boneco. Após uma hora, um campista começou a expulsar os campistas da Arena, pois outro treino começaria.

Voltei para o chalé com os braços doendo. Sabia que aquele treino não adiantaria de nada, mas eu poderia comprová-lo outro dia, no meu próximo treino de combate aos monstros.




credits: dilso ∞/ trowlsenn @ Oops!

Spoiler:
 

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Poseidon
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Sex 30 Nov 2012, 18:44






Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Muito bom. Não tenho o que tirar.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 25/30 pontos


Faltou um pouco de criatividade. A ideia foi boa até, foi bem engendrada, mas não passou disso. Por isso você perdeu cinco pontos.

Organização do post - 10/10 pontos


Não tenho do que reclamar. Muito bom.

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Também não tenho do que reclamar. Muito bom.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 1/10 Pontos


Poderia ter sido muito melhor, você usou a adaga sem descrever os movimentos ou qualquer outra coisa ligada à questão. Tem que melhorar bastante.

Capacidade descritiva - 10/25 pontos


Aqui você pecou gravemente. Não poderia simplesmente descrever toda a movimentação, mesmo que treinando sozinha? Desculpe se fui um tanto rude, mas faltou - e bastante - descrição. Ficou um bocado monótono.

Pontuação Final: 71 XP






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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Ter 04 Dez 2012, 11:56




but you and i, we live and die

the world's still spinning around us




Eu estava no acampamento a meses, vivendo no lotado chalé de Hermes. Era um infortúnio! Todo o santo dia, indefinidos tinham que lutar por um simples colchão usado! Todas as noites, eu ia para a reunião em volta da fogueira, com aquela esperança irritante de ser reclamada por alguma deusa (eu sabia que o meu falecido pai era o meu pai biológico)... E nada. Somente a poucas semanas, uma balança apareceu na minha frente e pude ouvir um "parabéns, filha de Nêmesis!". Depois disso, fiquei essas semanas vagabundando, digo, conhecendo o acampamento.

Hoje, por incrível que pareça, eu estava vestindo meu manto negro enquanto andava em direção da arena, lá pelas 18 horas. É, Lílian vai treinar... Eu estava louca para ver cabeças rolando e sangue jorrando para todo o lado, ouvir os gritos de dor e...:

- Há, nem pense nisso, Lily - era Stephan, meu irmão - Vá treinar com os bonecos.

- Stefan! Quem você pensa que é, hein?! Eu posso muito bem acabar com um cão infernal!

- Vai... Treinar... Com... Os... Bonecos, senhorita Lílian. - aquele tom calmo e debochante dele me tirava do sério... Como ele podia me subestimar tanto?

Eu estava abrindo a boca para defender-me, quando ele colocou o mangual dele na minha garganta. Seus olhos diziam que ele queria uma batalha, isso me fez sorrir, porém eu sabia que Stefan era muito mais forte do que eu... Neguei a oferta, indo para os bonecos.

Tinha uma menina pequenininha analisando o arsenal do acampamento. Ignorei sua presença, do mesmo jeito que ela o fez, e peguei um cutelo de aço. Da última vez que empunhei um desses, ele acabou manchado do grosso líquido rubro que corre pelos seres vivos. Sorri sadicamente, seria ótimo ter um desses para mim.

Vi que todos os campistas estavam treinando parados, algo que não me atraiu muito. Meus olhos rosados passaram por aquela parte da arena, em busca de um sátiro que pudesse esclarecer-me uma dúvida. Achei um supervisionando uma batalha e dei de ombros. Corri até ele, sentindo meus cabelos - sempre presos com duas marias-chiquinhas grandes e baixas, com o resto dele para frente, junto com a minha franja (veja aqui). Parei ao lado do ser meio bode, esperando ele se manifestar:

- Diga, campista. - disse ele, ainda prestando atenção na luta.

- Tem alguma parte dessa modalidade em que os bonecos estejam em movimento?

O sátiro pareceu pensar, quando apontou para trás:

- Vá para lá que encontrará essas pistas que quer, temos várias, só encontrar alguma que não esteja em uso.

Agradeci e dirigi-me para o local dito. Observei, primeiramente, um filho de Hermes utilizando os sapatos alados enquanto cortava vários bonecos. É, parecia interessante.

Todas as outras pistas estavam vazias, então peguei uma um tanto afastada do filho de Hermes e fiz o manto transformar-se nas asas negras, que eram tão leves que mal as sentia em minhas costas. Segurei o cutelo, iniciando a corrida. Nada aparecia... Estranho. Virei-me para certificar de que não seria surpreendida, levando um soco no ombro.

Mesmo sentindo a dor, meu rosto permaneceu indiferente. Dei um salto, cortando o boneco ao meio. Voltei ao meu caminho, agora vendo dois autômatos de aparência frágil vindo loucamente em minha direção. Infelizmente, ambos eram extremamente rápidos, não me dando escolha a não ser pular e voar. Eu batia minhas asas de um modo um tanto quanto desajeitado... Droga!

Inclinei-me em direção dos autômatos, fazendo um voo rasante. Cortei suas cabeças com gosto, porém, já senti o músculo do meu braço reclamar. Dei um giro, voltando para o meu caminho. Bonecos de palha vinham. Cortei o primeiro ao meio, o segundo as pernas foram retiradas.

Parei no ar, observando os outros vindo. Certifiquei-me de que mais ninguém estava naquela área – o filho de Hermes estava lá atrás, analisando-me. Ele era bem rápido, caso algo desse errado.

Concentrei-me, olhando firmemente para os bonecos. Toquei cada asa com a mão contrária, assim cruzando os braços, e com força, estiquei-os para frente. Várias penas, em forma de dardos, saíram das minhas asas, acertando os bonecos e estraçalhando-os.

Voltei ao chão, caindo de joelhos:

- Isso foi incrível – com certeza era o filho de Hermes, vindo até mim batendo palmas.

Agradeci baixinho, transformando as asas de volta em manto. Levantei-me um tanto fraca e saí da pista. Ouvi o barulho das asinhas do sapato do filho de Hermes... Que infortúnio! Ganhei uma sombra mutante!

Armas Utilizadas:
 



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Ter 04 Dez 2012, 18:36






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Ortografia - 10/10 Pontos


Parabéns. Não tenho o que tirar.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos


A ideia de colocar autômatos como bonecos de treino foi muito boa. Gostei, parabéns.

Organização do post - 10/10 pontos


Muito bem organizado. Meus parabéns.

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Aqui não tenho do que reclamar também. Parabéns.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 5/10 Pontos


Aqui você mostrou bastante fluência, mas faltou descrever o uso da arma. Você descreveu bastante bem o uso da capa, mas faltou do cutelo. Por isso, te dei metade da nota.

Capacidade descritiva - 25/25 pontos


Aqui não tenho o que reclamar.

Pontuação Final: 95 XP






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Ellen Bergossi
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Dom 09 Dez 2012, 13:14

Aumentando a Dificuldade
Tagged: Quíron Wearing: This! Notes: None Thank you Lari @ CG


Eu estava saltitante e muito feliz ao ir para a arena. Minha missão foi um sucesso e o campista estava salvo. GRAÇAS AOS DEUSES!

- Ah, eu estou tão feliz! - falei saltitando.

As pessoas me encaravam, mas tudo bem. Eu as entendia. Uma filha de Hades que saltita? Mas eu não ligo, saí do chalé para treinar com minhas adagas e era o que eu iria fazer. Cheguei na arena e estava tudo normal. Filhos de Ares se socando, filhos de Apolo treinando arco e flecha, as coisas de sempre. Respirei fundo para me acalmar e então ativei meu anel duplo de caveira que sempre estava comigo. Ele virou minhas lindas adagas de ferro estígio e eu ia para o meu alvo quando ouvi alguém trotar.

Sim, alguém trotar, não andar. Deduzi que fosse nosso diretor de atividades e virei-me para ele.

- Ellen. - Quíron sorriu - Acho que podemos avançar um pouco nos seus treinos hoje.

- Avançar? - perguntei.

- Sim, vamos colocar algumas dificuldades a mais no seu treino. Venha comigo. - ele começou a andar e eu o segui.

Quíron começou a ir para uma parte da arena na qual eu já avistara alguns filhos de Apolo mais velhos, mas nunca me atrevera a ir. Ali tínhamos alvos móveis de diferentes dificuldades. Tinha bonecos que simplesmente iam de um lado para o outro, alguns que rodavam em torno da pessoa e até um que tinha uma madeira em baixo que te derrubava se você não prestasse atenção, como se só acertar um alvo em movimento já não fosse uma proeza e tanto.

- Vamos começar com uma dificuldade menor. - ele disse, me colocando a cinco metros de um alvo móvel - Boa sorte.

Então Quíron foi checar os outros campistas. Simples assim. Respirei fundo. "Tudo bem, é como nos outros treinos, o que muda é que esse alvo fica mudando de lugar e exige mais concentração." pensei. Meu alvo era um boneco de madeira com aproximadamente três centímetros de largura e a altura de um monstro. Ele tinha alvos pintados pelas partes importantes do corpo (perna, braços, peito e cabeça), sendo que o alvo da cabeça tinha como roda central uma amarela com o escrito "90", o alvo do peito tinha uma roda central vermelha com o escrito "80", os alvos do braços tinham a roda central azul com o escrito "70" e os alvos das pernas tinham as rodas centrais pretas com o escrito "60".

Então eu respirei fundo e ergui meu braço direito, segurando a adaga na ponta dos dedos, mas com firmeza. O alvo estava indo para o lado esquerdo, então mirei mais para a esquerda e desci meu braço. Quando meu braço formou um ângulo de 75° com meu corpo, soltei a adaga.

A minha adaga de ferro estígio zuniu e acabou fincada na grama um pouco antes do alvo. Suspirei e dei de ombros. Acertar de primeira também já é querer demais. "Tudo bem, vamos lá, não desista" pensei e passei a adaga que estava na mão esquerda para a direita. Levantei o braço novamente e então me dei conta da minha postura. Fiquei ereta e esperei o alvo chegar até o fim da linha e recomeçar a ir para a esquerda. Então apliquei mais força dessa vez e soltei a adaga quando o meu braço fez um ângulo de 75° com meu corpo.

Minha adaga zuniu e então acertou o boneco de madeira, porém na perna, no círculo mais extremo, o que não me dava praticamente nenhum ponto. Suspirei de frustração e fui até o alvo para recolher minhas adagas. Me agachei e recolhi a primeira na grama e a outra no boneco. Voltei para mais ou menos o lugar onde Quíron me deixara. Eu acreditava ser ali, mas estava com uma sensação de estar no lugar errado.

Suspirei e fiquei ereta. Virei um pouco para o lado, ergui minha cabeça e o meu braço. Segurei a minha adaga com firmeza nas pontas dos dedos, esperei o alvo parar para voltar para a esquerda, mirei na sua direita e então desci o braço. Usando mais força do que a primeira vez e menos força do que a segunda, eu soltei minha adaga quando ela formou um ângulo de 75° com meu corpo. A adaga zuniu e então voou até o peito do boneco, acertando o segundo círculo mais extremo.

"Isso!" pensei. Repeti o processo então, respirando fundo. O alvo agora estava no meio do trajeto, indo para a esquerda. Eu mirei na sua esquerda e desci o braço, dessa vez soltando a adaga quando meu braço fez um ângulo de 70° com meu corpo. A adaga zuniu e então acertou o pescoço do boneco. Bem, não recebi pontos porque acertar no pescoço provavelmente deve ser uma coisa meio suja de se fazer, mas se fosse um monstro, ele agora estaria morto, então dei de ombros, recolhi minhas adagas e caminhei para longe da arena.

Talvez devesse dar uma passada no chalé de Apolo. Já faz tempo que não vejo meus amigos de lá...



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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Dom 09 Dez 2012, 13:17

Meu inimigo grandalhão
treino de armas brancas
passe o mouse, porfa

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Eu havia escutado o pesado som das pegadas que se aproximavam de mim. Sem dúvidas era um filho de Ares. Parei de cortar o tórax do boneco de madeira com minha espada e dei atenção ao garoto, o qual me expulsava da arena argumentando que fracotes como eu não eram bem vindos alí.

- Então por que você está aqui? – zombei. Percebi de imediato que eu não deveria ter feito; afinal, filhos de Ares não são pessoas muito calmas.

A mão do garoto veio ao encontro do meu rosto implicando ardência. Protestei de forma bastante inteligente: “Ai!”. O garoto desembainhou sua lâmina e se pôs a lutar. O primeiro golpe consegui desviar, porém o segundo... Ele me atacou com a parte plana da espada, o que não provocou nenhum corte, contudo me fez cambalear no chão.

Minha espada estava apoiada no boneco de madeira, devia; portanto, encontrar outra forma de proteger. A besta que estava armada em minha mão não foi desenvolvida para causar grandes danos, mas poderia atrapalhar. Antes que ele me atacasse com sua espada novamente, disparei uma das flechas, que são um pouco maiores q um dardo, em sua perna, o qual provocou um corte suficientemente grande para fazê-lo sangrar e pular num pé só.

Aproveitei o contra tempo e peguei minha espada atacando suas costas, a prole de Ares, porém, era rápida e conseguiu se defender com um movimento de sua espada seguindo de um sono em minha barriga. Caí no chão com falta de ar. Sem piedade alguma, ele trazia a espada na minha direção, entretanto emanei energia a minha espada, a qual começou a brilhar de forma que atrapalhasse a visão do meu inimigo. Devido a isso, seu golpe foi cessado. Rolei para o lado para que eu conseguisse levantar sem problemas, e avancei contra o garoto.

Foi um golpe infeliz para mim, uma vez que o garoto me cortou na barriga e me chutou para o lado como se eu fosse um boneco de pano.

- É o seu fim, criancinha.

Antes que ele me desse o golpe final, uma flecha de energia estourou em seu rosto fazendo-o cair. Olhei para a direção que a flecha e veio e ao longe encontrava meu irmão acenando com cara de quem dissesse “me deve uma, ein”. Enquanto o garoto estava inconsciente, concentrei-me no sol, meu pai, e procurei converter o calor que sentia em energia para a minha espada que sem demoras adquiriu uma aura de fogo.

O bruto já estava em pé, correndo em minha direção, mas quando ele estava há uns cinco passos de mim, eu cortei o chão fazendo uma pequena linha de fogo, a qual separava nós dois. Olhei para ele com desdém e ataquei irrompendo o traço de fogo que havia feito e brandindo minha espada na dele. O fogo que minha espada emanava dificultava a visão do grandalhão – o que era uma vantagem para mim. Depois de três brandir de espadas, golpeei suas mãos que queimaram o suficiente para que ele não conseguisse mais segurar a espada.

- Acho que ganhei – cantei a vitória.

- Nós vamos nos encontrar novamente, Ciel. Não se esqueça disso.

Armas utilizadas:
 





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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Dom 09 Dez 2012, 16:24






Avaliação





Ortografia - 10 Pontos


Ellen: Aqui eu não tenho o que discontar de você. Meus parabéns ^^ (10/10)
Ciel: Aqui você também foi muito bem. (10/10)

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30 pontos


Ellen: Meus parabéns. Você conseguiu, e eu sabia que conseguiria. Não há o que descontar. (30/30)
Ciel: Não ficou bom. Você não foi coerente, começou a história basicamente do meio, pareceu a mim que você já estava no campo desde muito cedo e que não fez nada além disso. (15/30)

Organização do post - 10 pontos


Ellen: Bem organizado, gostei muito. (10/10)
Ciel: Está até bem organizado, mas esse seu template, que precisa passar o mouse em cima para poder baixar a luminosidade dificulta a leitura. (5/10)

Uso adequado de linguagem - 15 pontos


Ellen: Aqui você sempre está bem. Meus parabéns. (15/15)
Ciel: Também não tenho o que reclamar. Está bom. (15/15)

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10 Pontos


Ellen: Você se superou, a descrição está perfeita no uso da adaga. Como não era necessário mais nenhum tipo de poder, ficou muito bom. (10/10)
Aqui você me surpreendeu. A estratégia está muito boa, a descrição do uso está boa, o poder utilizado está bom da mesma maneira. (10/10)

Capacidade descritiva - 25 pontos


Ellen: Eu sabia que você era boa em descrição, e este post seu prova isso. Meus parabéns, é só isso que eu tenho a te dizer. (25/25)
Ciel: Uma coisa que não me surpreendeu é a sua descrição. Muito boa, desde sempre. (25/25)

Pontuação Final:


Ellen: 100 XP
Ciel: 85XP




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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Treino com armas brancas e escudos   Ter 11 Dez 2012, 23:07



Aramis H. Lafored

Fight with your Soul and the luck smile at you


Treino de Armas Brancas
Das 7:00 – 8:00

Três dias.

Já haviam-se passado três dias que eu chegara a este lugar, o Acampamento Meio-Sangue, para semideuses, metade humanos, metade deuses. Nesse meio tempo, eu havia sido identificado como filho de Melinoe, deusa dos Fantasmas. Fazia algum sentido, eu sempre pensei enxergar algumas aparições estranhas em cemitérios e casas abandonadas, ninguém acreditava em mim, obviamente; exceto Claire, que costumava fazer “rondas” de investigação paranormal comigo.

Meus olhos encheram-se de lágrimas.

Claire era uma garota que eu conhecia em minha terra natal, uma pequena cidade no subúrbio de Boston. Ela tinha a capacidade rara de enxergar através da névoa então eu me perguntava se de alguma forma ela sabia que sou um semideus.

Ficarei sem essa resposta.

Em uma tarde, alguns dias atrás, enquanto observávamos o pôr do sol em um moro um tanto afastado da cidade, fomos surpreendidos por um monstro. Até hoje não sei dizer o que era aquilo, minhas aulas de conhecimentos mitológicos ainda não haviam começado. Era uma mulher, metade mulher, metade cobra. Ela carregava uma lança e veio atrás de nós.

Corremos o máximo que conseguimos, mas nossa adversária era implacável. Já estávamos bem no começo da cidade quando um velho dono de uma pequena venda apareceu segurando um bastão e começou a lutar contra o monstro.

Então, com grande surpresa, percebemos que ele tinha chifres.

O velho também havia deixado suas calças caírem e percebemos que eram completamente peludas. Completamente peludas. Ele balbuciava algo enquanto lutava, algo sobre um tal de acampamento. Quando finalmente “nocauteou” o monstro, veio até nós e começou a explicar sobre os fatos. Quando finalmente acabou, o monstro reacordou e o derrubou, não o matando por pura sorte. Eu estava certo de minha morte quando Claire pegou um pedaço de ferro e começou a lutar. Ela virou-se para mim e disse:

- Aramis, corra!

Estas seriam as últimas palavras que eu ouviria dela.

Como esperado, ela não teve a melhor chance. Desarmada rapidamente, a mulher usou o próprio pedaço de metal e a atingiu diversas vezes. O sangue voou para longe, e eu senti o líquido quente em meu rosto.

Sem pensar, eu peguei o bastão e ataquei.

Sem esperar pelo ataque consegui atingi-la facilmente. Depois, não me lembro do que aconteceu, mas ela se desfez em pó. Corri para o corpo de Claire, ainda vivo. Sem energias para falar, ela apenas estendeu seu colar para mim e suspirou.

Seu último suspiro.

Depois disto, junto ao sátiro recuperado, fomos até o acampamento. Lá encontrei Quíron e os demais semideuses como de costume, e isto já faz...

Três dias.

Agora eu estava ali, de frente para a grande Arena. O local onde os semideuses treinavam para ficarem mais fortes. Ficar mais forte... Era isso que eu precisava. Por minha causa Claire estava morta, se eu fosse mais forte, ela estaria viva até hoje.

Apertei a mão em volta do punho da espada.

Desembainhei a espada que estava em minhas costas e entrei na Arena. Lá, caminhei até um boneco de treino, ele não tinha pernas, era apenas o busto, braços e cabeça. Ele usava uma armadura comum de latão, um escudo e uma espada do mesmo material.

Entrei em guarda.

Espada para baixo, perna esquerda para trás, perna direita para frente, joelhos levemente dobrados. Respiração calma e compassada, em um ritmo suave como o vento da manhã que balançava meus cabelos negros. O sol já havia nascido a algumas horas e tornava o ambiente quente, mas não insuportável.

Eu vestia uma camisa laranja do acampamento, uma calça jeans velha, mas confortável. Solo Blade, minha espada, reluzia ao sol, com um brilho levemente ofuscante. Ela era uma espada qualquer que eu havia comprado no arsenal, mas eu havia colocado este nome na lâmina por um motivo pessoal.

“Eu serei um herói solitário”

Foi a promessa que eu fiz à Claire. Aquela espada... Pode ser apenas uma espada comum, mas ela brilhará algum dia, e eu farei o mesmo. Respirei fundo.

Avancei.

O primeiro ataque foi da esquerda para a direita. Com a ponta da espada, fiz um movimento semicircular, descrevendo uma espécie de arco. O boneco foi atingido na região da barriga, sendo protegido pela armadura. O ruidoso som de metal contra metal ecoou por toda a larga estrutura da Arena.

A espada vacilou um pouco, mas, como o golpe havia sido apenas com a ponta da espada, não ouve danos na trajetória. Partindo do ponto que parei, com a espada à direita de meu corpo, joguei minha perna esquerda para frente, dando um largo passo. Com um leve impulso, levei a espada de baixo para cima, atingindo em cheio o elmo que protegia a cabeça do boneco. O objeto rodou por alguns instantes, mas permaneceu no lugar.

Bufei irritado. Com um leve aceno das mãos, utilizei um poder que descobrira recentemente que possuía, uma espécie de telecinese. O elmo foi jogado um pouco para cima, o suficiente para derruba-lo.

Dei alguns passos para trás e voltei para a posição de guarda.

Mais uma vez, avancei contra os bonecos. Desta vez, usei um golpe rápido na diagonal, da direita para esquerda, de cima para baixo. Eu segurava firme a espada e pude sentir o choque quando a lâmina bateu contra o peitoral de latão do boneco. Depois de causar um belo arranhão pela lataria, a espada estava no alto.

Aproveitando a força da gravidade, desci a lâmina contra o ombro do boneco, mais uma vez, o som agudo do metal chocando-se com metal ecoou por toda a Arena. Interrompi o golpe antes que ele descesse demais e desferi um golpe lateral na altura de seu peito, causando, mais uma vez, um grande arranhão.

Recuei mais uma vez, ofegante.

Decidi fazer uma pequena pausa e recolhi-me para uma parte mais calma e com sombra da Arena. Peguei uma garrafa plástica com água gelada e bebi, apreciando o líquido refrescante enquanto observava a Arena.

Vários campistas treinavam, das mais diversas formas. Alguns usavam lanças, outros espadas, adagas, escudos e as mais variadas formas de armas. Então, uma dúvida atingiu minha mente.
Com a mão livre, peguei Solo Blade e a observei.

Não havia nada de mais na espada, então, como eu havia conseguido maneja-la daquela forma? Certo que era uma arma fácil de ser manipulada, mas eu jamais havia tocado em uma destas. Enquanto olhava intrigado a lâmina, não vi a aproximação de uma figura.

- Manejamos bem armas devido a nossos instintos. Nascemos para a batalha com a mesma habilidade dos antigos gregos – disse o garoto que acabara de chegar.

Tomado pelo susto, deixo Solo Blade e a garrafa caírem.

A espada fez um som agudo ao tocar no chão, que se misturou aos demais sons da Arena. A água caiu sobre o chão arenoso da Arena, deixando-o úmido e escuro. Lamentei pela água, pois ainda estava com sede.

O garoto riu e estendeu outra garrafa de água gelada, cheia.

- Sou Scott, filho de Apolo, e você é...?

- Aramis, filho de Melinoe, sou novo no acampamento – respondi

- Ok, então, Aramis. Que tal uma luta?

- Ahn? – Disse, cuspindo água

- Para você aprender o básico. Mesmo nascendo com essas habilidades, elas não são nada se você não praticar corretamente, ou você pode simplesmente ficar paralisado em uma batalha real, ou ser derrotado facilmente.

Concordei com a cabeça enquanto terminava a garrafa de água.

Em alguns minutos estávamos de frente, um para o outro. Eu estava com Solo Blade e Scott com uma espada comum, igual à minha. As regras? Desarmamento. O primeiro a desarmar o oponente ganha. Como nosso tempo estava acabando e a aula de arco e flecha estava prestes a começar, seria um único round.

Fizemos nossos gestos de cumprimento e começamos.

Avancei com a espada baixa e tentei um golpe de baixo para cima na diagonal. Sem muito esforço ele defendeu o golpe com a parte plana da espada e jogou a minha para cima. Com um rápido movimento, ele desferiu um golpe da esquerda para a direita, na altura do peito. Desesperado, defendi com a parte plana da espada, com a mesma virada para baixo.

O som das espadas se chocando ecoava alto em nossos ouvidos, misturando-se com a melodia desorganizada da Arena.

Ataquei pela lateral, um golpe da direita para esquerda. Joguei meu pé um pouco para trás, afim de me proteger de um contra ataque. Scott defendeu com outro golpe lateral, vindo da direção oposta. “Ele é realmente bom.” Pensei.

Tentei um golpe vertical, de cima para baixo. O filho de Apolo defendeu com a espada na horizontal. Com um rápido movimento, ele encaixou a espada dele contra a minha e forçou um movimento rápido para a direita.

Despreparado, deixei a espada cair.

Scott colocou a lâmina contra meu pescoço, o que me deixou apavorado, mas logo ele começou a rir e abaixou a espada, guardando-a na bainha.

- É proibido matar campistas, Aramis. Não se preocupe. Foi uma boa luta, mas fique atento à sua guarda, ela estava muito baixa. E segure melhor a espada, se enfrentasse algum monstro com pele dura, já teria perdido sua arma à muito tempo.

Concordei, com o coração ainda batendo rápido pelo susto. Peguei Solo Blade e a coloquei na bainha, nas minhas costas enquanto Scott fitava meus movimentos.

- Aramis... Essa é uma espada curta e leve, porque a guarda nas costas?

- Ahn? Ah...isso... Eu não sei, um habito talvez.

- Tente coloca-la na cintura, é mais rápido e deixa as costas livres.

Concordei com um gesto de cabeça. Enquanto Scott deixava a Arena, eu abaixei a cabeça e fitei o chão. Havia um grande motivo para eu mante-la assim. Claire tinha o hábito de subir em minhas costas. A espada era bem mais leve, realmente, mas era o mais perto que podia chegar.

E, de repente, aquele lindo dia pareceu triste.


Créditos do template ao Thiago Leveck









Armas Utilizadas:


Solo Blade [Simplesmente é a mais básica de todas as espadas, mede 70 cm e qualquer pessoa com um conhecimento mínimo sobre armas sabe lidar com ela]

Poderes Utilizados:


Telecinece inicial - é reconhecido os fênomenos que os fantasmas provocam, e os filhos de Melinoe herdam um pouco desse poder. Nesse nível, apenas pequenos objetos e efeitos: copos, cortinas que se movem, coisas que abrem e fecham. Até no máximo 5 objetos que juntos não passem de 1,5kg de peso. Duração de 3 rodadas.

Informações Extras:


No começo, utilizei alguns aspectos da história pessoal, nada a ver com o treino, apenas para situar meu personagem em On. Peço desculpas pela enrolação, mas creio ser uma etapa necessária para o bom desenvolvimento do personagem.




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