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 Treino de combate a monstros

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Thanatos
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MensagemAssunto: Treino de combate a monstros   Sab 08 Set 2012, 10:25

Relembrando a primeira mensagem :


Treino de combate a monstros


A arena é um local onde os campistas podem evoluir suas habilidades, treinarem com armas, lutarem entre si ou contra monstros. Assim como em todo lugar, a arena tem suas regras, as quais podem ser lidas aqui.

Não serão avaliados os treinos postados fora do horário permitido em on. Bom treino.
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Leah de Winter
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 17 Nov 2012, 18:41

The ghost girl and the dragon


she will kill you and she will bleed for you blood tears are you ready?


TAG:Dracaena Music:Walk alone-Tarja Tururnen Wearing:Short jeand,blusa do SOAD e coturnos Treino:Combate a monstros Horário:3 da tarde










Era de tarde O sol brilhava iluminando todo o acampamento. Campistas corriam e treinavam por todos os lados. Alguns entravam na Arena se preparando para algum treino. Sai do chalé de Melinoe carregando meu açoite, que já estava ativado, com a finalidade de também treinar. Caminhei até a Arena calmamente, acenando para meus amigos e conhecidos que eu encontrava no caminho.

Estava caminhando tranquilamente, quando percebi uma movimentação involuntária na floresta. Minha consciência dizia para seguir em frente, mas a curiosidade falou mais alto, e por isso, adentrei a floresta. Segui a movimentação, floresta há dentro, até chegar a uma pequena clareira.
Fiquei por um tempo lá, com a minha faca erguida quase alguma coisa aparecesse. Não aconteceu nada. Suspirei. Tinha gasto o meu tempo, há essa hora eu podia estar matando algum monstro. Decidi que eu ia embora, até que percebi que eu não sabia onde estava. Olhei em volta, vendo se encontrava algo que me ajudasse.

Obviamente não achei nada. Mas continuei procurando, até sentir algo batendo na minha cabeça com força. Fora tão forte que eu a sentia latejando. Virei-me. O que vi foi uma mulher, com, das pernas para baixo duas caudas de cobra, e na outra metade, um corpo feminino coberto por uma armadura pesada. Ela também carregava uma rede com pesos e um escudo. Uma Dracanae.

Ela rapidamente girou a rede dela e me acertou novamente na cabeça. As batidas estavam me confundindo. Dei alguns passos para trás, até trombar com uma árvore. Sentia um galo onde ela havia me acertado pela segunda vez.

Ela não esperou mais, e veio para cima de mim. Girou a rede uma vez e acertou o meu estômago. Abracei minha barriga, como se isso fizesse a dor diminuir. Aquela Dracanae era rápida. Bateria em mim até que eu morresse. E ela estava conseguindo.

Com um pouco de esforço me levantei do chão e encostei-me à árvore que eu havia trombado. A Dracanae se preparava para mais um ataque. Mas, dessa vez, quando ela foi me acertar, eu abaixei, e a rede bateu com estrondo na árvore. Levantei-me novamente. Vi ela se preparando para mais um ataque. Como um instinto, peguei o açoite e acertei uma das cabeças de cobra em seu braço esquerdo, causando um ferimento não muito profundo nele.

Ela sibilou para mim:

- SSSSSUA MALDITA!

Ainda com o braço machucado, ela começou a se aproximar. Tive uma ideia brilhante. Um jeito de derrotá-la. Peguei o meu açoite e rezei a minha mãe. Lentamente, fiz com que uma pedra se movesse atrás dela. A Dracanae ficou confusa e começou a olhar em volta. Eu comecei a me aproximar, por trás dela lentamente tentando fazer o mínimo de barulho possível.

Mas ela foi esperta e começou a girar sua rede para todos os lados.

A rede dela me acertou, na cabeça outra vez. Mas dessa vez havia sido bem mais forte. Quando bateu em mim, tropecei em uma raiz e bati em uma árvore. Senti sangue escorrendo pelo meu rosto. A única coisa boa de tudo isso, é que graças a Melinoe as árvores eram altas, então de súbito comecei a rastejar até um carvalho, me escondendo entre suas raízes.

Provavelmente ela tinha escutado o farfalhar das folhas por debaixo do meu corpo ou a minha respiração, por isso começou a olhar em volta.

- Onde você esssssta?

Era a hora perfeita. Sem me preocupar com o barulho corri até ela e comecei a puxá-la pelo pescoço com meu açoite. Ela começou a gritar e a desesperadamente tentar me acertar com a rede dela. E funcionou. Fui golpeada várias vezes, mas resistia á dor para continuar enforcando-a. Foi ai que me toquei que eu ainda podia mover algumas coisas.

Olhei a minha volta e vi uma faca, que provavelmente algum campista havia esquecido, ela estava próxima para minha sorte, fi-la levitar com certa dificuldade, mas rezando a minha mãe, consegui trazê-la para mim e joga-la nas costas da Dracanae. Ela não morreu de imediato, mas como eu estava a enforcando faz tempo, ela rapidamente ficou sem ar e seu corpo explodiu em pó. O vento rapidamente levou o pó para longe.

Olhei em volta. Só havia um problema. Eu estava perdida. Perdida e machucada. Mas me levantei e comecei a andar pela floresta. Achei o rio e o segui até encontrar alguns campistas andando de barco. Eles me levaram de volta ao acampamento e eu relatei a Quiron o que eu havia feito.

Depois voltei ao meu chalé, exausta, mas agradecida. Se não fosse pela minha mãe, eu estaria morta.




credits: dilso ∞/ trowlsenn @ Oops!

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Ter 20 Nov 2012, 17:18

Critério (Pontuação Máxima)Pontuação Adquirida
Ortografia (10)7
Coerência, Coesão, Organização, Conteúdo e Ideias (30)15
Organização da Postagem (10)8
Uso Adequado de Linguagem (15)15
Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes (10)7
Capacidade Descritivia (25)16
TOTAL
68
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Ellen Bergossi
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 21 Nov 2012, 17:05

Lindo, mas perigoso.







Levantei-me cedo no chalé, antes de todos meus irmãos. Por um momento, apenas observei o teto, meio melancólica, até que resolvi que seria admissível levantar. Suspirei e levantei com cuidado, pegando algumas roupas e artigos de higiene pessoal. Tomei um banho quente, pois apesar de cedo, já era frio no acampamento, pois era inverno.

Após me enxugar e me vestir, resolvi que não estava com fome suficiente para comer, provavelmente fruto da imensa quantidade de comida que eu engolira no jantar de ontem. Resolvi gastar alguma energia. A manhã era o melhor momento para treinar, já que não havia praticamente ninguém acordado há essa hora.

Calmamente, abri meu baú com a trava de caveira e de lá retirei minhas armas de lá. Uma adaga de bronze, adquirida quando cheguei aqui. Meu elmo da escuridão, presente de reclamação do meu pai, que eu gostava de transformar num boné dos Yankees preto. Meu colar da alma, também presente do meu pai. Coloquei a adaga presa no meu cinto, o elmo na cabeça, desativado e coloquei o colar.

Estava quase fechando o baú quando vi minhas adagas gêmeas de ferro estígio, que agora, desativadas, eram um lindo anel duplo de caveira. Coloquei o anel e fechei o baú. Saí para a manhã fria e rumei para a arena. Alguns campistas já acordavam, meio sonolentos, e iam tomar o café. Acenei para alguns conhecidos, mas não parei.

Cheguei antes que todos na arena, mas não vi nada de interessante lá. Os bonecos, as armas e os alvos estavam lá, mas não tinha ninguém. Nenhum orientador ou outro campista. Olhei em volta, preocupada. Eu queria treinar combate contra monstros, mas assim não dá. Será que deveria ir treinar arco e flecha?

Mas algo chamou minha atenção. Por ser filha de Hades, eu sentia a vibração das coisas na terra. E eu sentia uma agora. Inicialmente, era só uma impressão, provavelmente a criatura estava longe demais. Mas agora sentia bem mais perto.

Dei um giro completo para a direção de onde vinha a vibração e fiquei paralisada. Era lindo. Um cão infernal do tamanho de um leopardo, olhos vermelhos como sangue e lindos pelos negros como a meia-noite.

- Oi, coisa linda. – falei sorrindo por um momento.

Mas o cão não me tratou muito bem. Embora eu fosse filha de Hades e merecesse um tratamento especial (sim, eu sou bem mimada nesse aspecto), ele simplesmente rosnou para mim, se aproximando devagar. Eu não conseguia sentir medo dele. Bem, até o momento que ele avançou para cima de mim com tudo, os dentes arreganhados.

- Mas o que você está fazendo...? – perguntei chocada.

Com um giro, saí da linha de ataque do cão, que derrapou e virou novamente para mim. Ele rosnou e então latiu alto. Eu então ativei minhas adagas. Foi o suficiente. Ele avançou novamente para mim, rosnando alto.

Tentei sair da sua linha de ataque com um giro novamente, mas a linda criatura era esperta. Ela virou um pouco a cabeça para o lado e tentou me dar uma mordida. Acertei-a com o cabo da adaga da mão direita na cabeça. Ela parou um pouco e então rosnou novamente, ainda mais brava.

- Own. – disse eu, como uma pateta.

Então a linda fera atacou novamente, dessa vez ainda mais furiosa. Quando tentei girar, percebi que estava do lado de um boneco. Então subi nele, sentando em seus ombros. Bem, eu era bem leve, mas não leve o suficiente. O cabo de madeira que era o que segurava o boneco de palha gemeu quando eu fiquei de pé nos ombros do mesmo.

- Só mais um pouquinho... – falei.

Então o cão atacou, quebrando o boneco, e eu me lancei para ele, a adaga erguida. Não consegui o que eu queria, que era montá-lo, mas caí em pé e torci o tornozelo, caindo de lado. Ignorando a dor, e antes que ele pudesse reagir, levantei e apliquei um golpe com a minha adaga nele. O cão virou poeira e sumiu.

Fiz um muxoxo e sentei como um índio na grama. Apoiei meu cotovelo no joelho e o rosto na mão.

- Muito bem, Ellen. – sorriu Quíron.

- Você estava aí? – falei com tristeza e impaciência.

- Por que o mau humor? – perguntou ele, meio confuso.

- Eu gosto de cães infernais. – suspirei – Não queria matar um. Era lindo. – ele me encarou, com certeza pensando que eu era louca – Tudo bem, vou pedir um de natal. Quem sabe, se eu fizer alguma missão...

Então saí da arena, falando sozinha, resolvendo ir para o refeitório. Talvez alguns waffles caíssem bem agora.




POST: 037 CLOTHES: Aqui TAGGED: Quíron



Made By: Lollipop @ Sugaravatars

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Poseidon
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 21 Nov 2012, 19:08

Ortografia - 10/10 Pontos
Olha só, a segunda vez que eu dou a nota 10 nesse quesito e é você de novo?

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos
Embora lutar contra um cão infernal não seja o trivial - e ele aparecer no acampamento, gostei da narrativa, você melhorou!

Organização do post - 10/10 pontos
Agora sim, te dou um dez, com louvor. Você melhorou muito neste quesito!

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos
Continuo não tendo o que reclamar.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10/10 Pontos
Explicou muito bem como usou as adagas! Muito bem.

Capacidade descritiva - 25/25 pontos
E toda a narrativa foi muito bem. Maus parabéns!

Pontuação Final: 100 XP

Atualizarei sua ficha em seguida ^^

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Leah de Winter
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 23 Nov 2012, 15:40

Ghost girl and the cute dogs


I can be your own spiryt or your own soul but I prefer to be your nightmare


Tag:Cão infernal Lugar:Arena Musica: Voices-Crown of the empire Vestindo:Calça jeans, Corselet negro e botas de couro negro Clima:Fresco










Já era de noite, mas o brilho da lua era quase tão forte como o do sol. Eu estava no meu chalé, deitada de cabeça para baixo na minha cama. Eu estava observando um álbum de fotos velho, pois eu não havia mais nada para fazer. Guardei-o e me levantei. Decidi que eu daria uma volta no acampamento, pelo menos seria melhor do que ficar mofando no chalé.

Fui em direção à porta quanto tropecei em algo. Com certeza havia uma lâmina no objeto, pois fiz um corte no meu pé que deixou que algumas gotas de sangue brotassem e escorressem. Peguei o objeto em que eu havia tropeçado; Minha adaga.

Ela aclarou minha mente; é claro, como eu não havia pensado em treinar? Olhei no relógio; Eram oito horas, treino de Combate aos monstros.

Coloquei um band-aid no meu machucado, peguei minha adaga, meu açoite, meu escudo e me encaminhei a Arena. Como sempre, eu estava alguns minutos atrasadas. Todos já haviam começado a lutar com diferentes monstros.

- Ah, não sobrou nenhum monstro? – disse para mim mesma desapontada

Em resposta, ou ao menos o que parecia ser em resposta; ouvi um rugido atrás de mim. Ou melhor, não um rugido. E sim dois rugidos. Engoli em seco. Eu sabia exatamente o que tinha atrás de mim e sabia que não era uma coisa boa. Virei-me devagar e vi-os. Dois grandes cães infernais com olhos vermelhos sedentos de sangue.

Ter medo não me ajudaria em nada, por isso me preparei para o ataque. Os cães começaram a me rodear, parecia que juntos haviam criado um plano. Não esperei que um deles começasse atacando, por isso parti para cima de um deles. Tentei acertá-lo com a minha adaga. Ele se assustou e recuou, mas não se machucou com um arranhão se quer. Senti que um deles estava vindo em minha em direção, então me virei e apontei a minha adaga para ele. A parte boa foi que eu consegui acertar a barriga dele, a ruim foi que ele me derrubou no chão.

Tentei acertá-lo com uma das bocas de cobra do açoite enquanto ele estava encima de mim. Fiz um corte na pata dele. O escutei grunhindo, quando as quatro presas se prenderam em sua pata e depois o soltaram. Ele saiu de cima de mim e eu me levantei rapidamente. Uma coisa que eu havia aprendido ao longo dos anos foi que cães infernais são traiçoeiros e não são nada bonzinhos em combate.

Eu me concentrei. Não queria que essa luta durasse muito. Primeiro tentaria matar um dos cães, e depois trataria do outro.

Decidi que o melhor seria matar o cão que já havia ferido. Aproximei-me dele. Ergui a minha adaga e tentei acertá-lo. Ele desviou e acabei acertando o chão. Peguei meu açoite e saltei sobre ele. Enrosquei-o no pescoço dele e comecei a puxar. O outro cão começou a arranhar as minhas costas, mas antes eu tinha que matar esse.

Peguei a minha a adaga, fechei os olhos e a abaixei rapidamente. Quando abri os olhos, apenas havia um monte de pó no chão. Eu não tive tempo para me alegrar, já que havia um cão arranhando as minhas costas. Eu me levantei e me preparei para um novo ataque.

- Somos apenas eu e você agora não é?

Eu avancei sobre ele, mas ele se desviou pelo lado esquerdo e deu uma bela mordida na minha mão. Ela começou a arder e sangue começou a cair. Aquele cão me pagaria.

Nós ficamos nos encarando por um tempo, até que avancei sobre ele. Ele também avançou. Ergui a minha adaga em sua direção tentando acertá-lo. Ele se desviou e se preparou ma um ataque. Foi ai que eu tive uma ideia brilhante para acabar com ele.

Fiquei algum tempo parada, apenas esperando seu ataque. Não demorou muito e ele começou a correr até mim. Eu sorri e me misturei as sombras projetadas pela luz da lua, e antes que ele chegasse, pulei para ao lado. Ele parou confuso no caminho e começou a olhar os lados, me procurando. Fui sorrateiramente até ele. Eu estava pronta para atacar quando ele se virou. Droga! Provavelmente ele sentiu a minha presença.

Engoli em seco, e no próximo segundo, eu estava no chão com ele em cima de mim e um corte gigantesco na minha barriga. Peguei meu açoite e enrolei o pescoço dele. Puxei cada ponta dela para um lado diferente, asfixiando-o. Ele começou a espernear sem ar. Ficamos assim por um minuto. Meus braços ficaram cansados e meu corpo cheio de cortes. Mas graças aos deuses, ele desmaiou sem ar. Eu deitei no ar e suspirei. Peguei a minha adaga e cortei a cabeça dele, dessa vez observando a explosão do próprio em pó.

No final eu apenas fui para a Enfermaria; pensando, o porquê de eu odiar cães infernais.




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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 23 Nov 2012, 18:25






Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Perfeito. Não tenho do que reclamar.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos


Não ficou naquela de luta perfeita. Você foi ferida, e foi bem direta ao ponto.

Organização do post - 10/10 pontos


Outra que eu não tenho no que mexer. Confortável pra ser lido.

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Melhor que isso, só o mr. Pasquale Cipro Netto.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 9/10 Pontos


Aqui infelizmente você pecou. Claro, descreveu a luta com as adagas com perfeição, mas como é uma semideusa, ainda faltou alguma coisa.

Capacidade descritiva - 25/25 pontos


Aqui não tenho do que reclamar. Abraço!

Pontuação Final: 99 XP






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Leah de Winter
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 25 Nov 2012, 10:58

Danger:Big chicken


You, what do you own the world?
How do you own disorder, disorder
Now, somewhere between the sacred silence
Sacred silence and sleep
Somewhere, between the sacred silence and sleep
Disorder, disorder, disorder(Toxicity-SOAD)


Clima:Ensolarado Lugar:Acampamento meio-sangue Vestindo:Bata negra ao estilo oriental,short jeans e all star Muisca:Toxixity-SOAD










Era um dia chato e comum, mais quente que o normal, e mais tedioso que o normal. Olhei pela janela do meu chalé e bocejei. Nada de interessante ou novo. Ás vezes o acampamento tinha muitas novidades de uma vez só, mas ás vezes era totalmente monótono em relação a isso. Mas não adiantava ficar o dia inteiro no chalé apenas se queixando, por isso decidi dar uma volta pelo acampamento. Levei algumas armas, pois sabia que monstros apareciam a todo o momento. Peguei a minha adaga e meu manto e sai para o lado de fora.

Ao sair, fui atingida pelos fortes raios de sol e pelo calor que eles estavam provocando. Dei um leve sorriso e comecei a caminhar. Eu estava passando em frente à Arena, quando cruzei com Quiron, o Centauro. Quando me viu começou a sorrir.

- Ah, olá! – disse feliz demais e veio até mim – Olá, ‘’princesa espectral’’. – e começou a rir. Ao contrário dele, eu continuei séria. Isso não tinha graça nenhuma, e o velho centauro fazia questão que eu me lembrasse de que era filha da deusa dos fantasmas e de que vivia em enrascadas com o sobrenatural. – O que faz em um dia tão ensolarado?

- Há... Oi Quiron. – respondi – Nada. Não tem nada para fazer nesse acampamento.

- Então eu lhe darei algo que fazer. Bom, sabe os Campos de Morango? Tem uma Harpia solta lá, quero que você a pegue. Agora vá, antes que ela destrua mais morangos!

- Eu não posso matá-la, acabarei matando os morangos de qualquer jeito.

- Bem, mas creio que ela fará mais estragos que você. Vamos, podemos combinar uma recompensa depois...

- Não. – eu disse o cortando. – Sem recompensas. – então suspirei e caminhei em direção aos Campos de Morango.

- Boa sorte! – gritou Quiron atrás de mim.

Ao chegar aos Campos de Morango, um sátiro me indicou onde estava a Harpia. Corri entre as fileiras até o lugar indicado. Eu via os morangos sendo mortos por ela. Isso era quase engraçado, o que acabava com a graça era pensar na bronca que eu levaria depois e outros prejuízos.

Cheguei a um pedaço da plantação onde havia várias plantas destruídas. Com certeza a Harpia estava por ali. Levantei a minha adaga no alto e comecei a dar passos lentos. Fiquei assim por algum tempo quando ouvi uma voz atrás de mim.

- O que procura semideusa?

- Uma Harpia. – eu disse totalmente distraída.

- Acho que encontrou então.

Engoli em seco e me virei. Realmente, ali estava ela, uma criatura alada, com garras mortalmente grades e perigosas; Uma Harpia. Ficamos nos encarando durante alguns segundos até que ela avançou sobre mim. Antes que ela se aproximasse demais, eu me escondi por entre os arbustos, de modo que ela não me visse. Ela se confundiu, mas arranhou o vão de uma das plantações onde eu estava o que deixou um belo corte no meu braço, que logo começou a sangrar. Sai de perto dela e encostei-me em algumas das plantas. Sai de perto dos arbustos ficando visível, e usei o truque dela, atacando-a por trás.

Eu consegui surpreender a Harpia e fazer um pequeno corte em seu braço, que não se comparava nada ao que ela havia feito.

- Estamos quites agora, não? – eu disse e dei um sorriso malicioso.

- Não por muito tempo. – ela respondeu com a voz ameaçadora.

Quando ela chegou perto de mim, tentei congelá-la, mas ela desviou. Ela arranhou meu outro braço e tentei acertá-la com a minha adaga. Ficamos nessa luta inútil e cansativa por algum tempo, até que decidi que não continuaria assim.

Quando ela tentou me atacar, eu soprei novamente. Felizmente, dessa vez eu consegui congelar uma das asas dela, o que a fez cair no chão já que não conseguia voar. Eu me aproximei dela, como defesa, ela arranhou minha perna. Mas dessa vez o arranhão havia sido bem mais profundo que os outros.

- Você vai pagar Harpia idiota!

Então me preparei para o ataque final, levantei a minha adaga acima da minha cabeça e fechei os olhos enquanto eu a abaixava rapidamente. A Harpia, porem, rolou para o lado e eu acabei acertando apenas uma das pernas dela. Naquela hora, fiz um plano em minha cabeça, que era totalmente simples.

Enquanto ela ainda estava no chão, eu soprei novamente, congelando a cabeça dela. Foi ai que finalmente dei o golpe final decepando a cabeça dela. Segundos depois, havia uma pilha de pó, onde deveria estar o corpo da Harpia.

Depois daquilo, fui até a Arena, onde Quiron estava e relatei o fato ocorrido a ele. Logo depois disso fui á enfermaria. Bom, acho que você sabe o que aconteceu depois.




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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Seg 26 Nov 2012, 18:31






Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Sem comentários. Muito bom o seu português.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 20/30 pontos


Faltou alguma coerência entre as ações da sua personagem e a situação no redor. O interessante era você ter pensado em levar a Harpia para longe do campo de morangos, mas ao invés disso você lutou lá, e não disse o quanto de destruição causou.

Organização do post - 10/10 pontos


Aqui não tenho o que dizer. Parabéns.

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Também não tenho o que dizer. Parabéns.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 3/10 Pontos


Aqui pecou um pouco. Você poderia ter descrito melhor as ações, o uso das suas adagas e o poder em si. Se tivesse detalhado, ficaria bem melhor.

Capacidade descritiva - 12/25 pontos


Aqui eu tenho que te repreender. Você tem capacidade pra tanto e não postou uma descrição legal... Se esforce mais na próxima.

Pontuação Final: 70 XP






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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Seg 26 Nov 2012, 19:46






Treinando





Um dia muito cansativo. Eu gostava de ação, mas aquele acampamento parecia, em noventa por cento do tempo era completo marasmo. Andei pelo acampamento à procura do que fazer, e topei, sem perceber nada no caminho, uma área de treinamento.

-Espero que ninguém me chame pra treinar... Não estou a fim... - pensei. Mas não adiantou muito.

Um pequeno, filho de Hades, decidiu que eu seria seu oponente.

-Até que enfim uma cobaia. Quero treinar minha invocação, e saber quanto são fortes. E não aceito você dizer que não lutará com eles, porque vou jogá-los em cima de você. - disse ele com presunção.

Eu habitualmente uso meu colar e meus anéis, não ando sem eles. No momento seguinte, decidi sair andando, pois não queria fazer nada que não fosse importante, embora eu precisasse mesmo ficar mais forte. Era a minha frieza, vinda de minha mãe, falando mais alto. Quando os mortos vieram em minha direção - e os desgraçados eram ágeis, pensei comigo mesmo...

"Será uma ótima oportunidade para eu conseguir informações. Ainda não tive oportunidade de coletar informações sobre inimigos, então pode ser que isso se converta em algo legal pra mim" - pensei alegremente.

Foi quando eu libertei minha Espada Guardiã. Era hora de coletar dados sobre mortos-vivos, e melhorar minha habilidade contra eles. Os dois vieram juntos, atacando nas falhas uns dos outros. No começo, habilmente eu desviei, mas eles conseguiam imprimir um ritmo forte sem se cansar, então gradualmente eu fiquei cansado.

Desviando do último golpe, decidi dificultar um pouco as coisas pra eles. Comecei a fazer algumas evoluções um pouco mais complicadas, tudo dentro do que eu sabia. Com um giro de espada e um movimento de sorte, acertei um golpe quando um dos dois pulou para esquivar, e com um puxão forte, a lâmina da espada de ouro celestial cortou o morto de baixo pra cima, fazendo o mesmo virar pó, e um efeito interessante aconteceu em seguida.

Assim que o morto-vivo virou pó, ele explodiu, como acontece com todos os seres, mas o pó pairou no ar alguns segundos, e em seguida, se dirigiu para o lado de ouro celestial, aglutinando-se nela, e depois, desaparecendo. Uma palavra, na voz de Mnemósine, clara o bastante para eu entender, soou em minha mente:

"Computado"

Adorei o som da voz de minha patrona ecoando em minha mente, o que deduzi rapidamente que teria a possibilidade de ouvi-la somente mais uma vez. O morto-vivo restante começou a me atacar novamente. Eu estava cansado, e queria acabar com aquilo o mais rápido o possível. Então, com uma jogada inteligente, o fiz.

Em dada ocasião, o morto-vivo veio em minha direção, brandindo sua espada enferrujada. Eu desviei claramente de vários golpes, mas já estava ficando cada vez mais e mais difícil, minha vitalidade não era das maiores, ainda mais depois de uma luta difícil com os dois em primeiro lugar.

Quando ele partiu em minha direção e desferiu um golpe com sua espada, eu vi que ele deixou a guarda aberta na mão em que segurava a arma, e com mais um golpe de sorte, usei meu Sopro Invernal para congelar a mão deste, e com um chute, antes do golpe acertar, quebrei seu pulso. Claro, mortos não sentem, mas ao ver que perdera a mão e a arma, ficou furioso, vindo pra cima de mim, a fim de me morder e me transformar em um deles assim que eu morresse.

Com um movimento fluído, o cortei de cima pra baixo, com a parte de ouro celestial. A lâmina fatiou a cabeça do alvo como se fosse uma faquinha na manteira, chegando até a altura dos ombros. No momento seguinte, ele explodiu em pó, e o que ocorrera anteriormente aconteceu de novo. Esperei ansioso pela voz, e ela veio.

"Computado"

-Acho que você tem que melhorar bastante. Seus mortos são bons, mas eu ainda consigo vencê-los. - disse eu, com a minha melhor empáfia. Saí andando, quase morto de cansaço, mas feliz, computara o modo de luta de dois mortos-vivos dominados por um dos filhos de Hades. Isso viria a calhar no futuro. O moleque ficou furioso, e saiu batendo os pés.



lady marmalade ops!

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Ciel Evans
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 09 Dez 2012, 20:48

Masoq?
treino de armas brancas
passe o mouse, porfa

--------------------



- Então, Ciel, você procurou algo acerca dos mortos vivos que eu mandei? – disse a Marcus, a prole de Athena que prometeu me ajudar com os treinos.

- É... Bem...

- Intendi, vamos ver como você age sem saber nada sobre eles.

- Mas, mas – Marcus elevou a sua mão pálida e magra até a altura do meu rosto, me fazendo calar.

- Eu quem dita as regras agora, garoto – após dizer isso, seus olhos azuis se arregalar de forma assustadora e intimidadora.

- Pode parar com isso? – disse fazendo um sinal de “chega” com as mãos.

- Certo, vamos para a parte interessante – o garoto puxou uma gaiola confeccionada de arame farpado cujo interior era preenchido por três esqueletos – esses esqueletos são bem fraquinhos, você não terá; portanto, tanta dificuldade em enfrenta-los.

- Ah, certo – puxei o meu colar que envolvia o meu pescoço e, sem demoras, o barbante transformou-se em um longo arco de carvalho, e o pingente no formato de sol, por sua vez, adquiriu o formato de uma aljava de couro abrigando trezentas flechas com ponta de ouro. Os dois apetrechos emanavam um calor gostoso que me tranquilizavam durante a batalha.

- Eles não possuem inteligência, destarte apenas atacarão se forem ordenados – o garoto falava de um modo tão culto que chegava a dar sono. Marcus balbuciou algumas palavras em grego antigo e abriu a gaiola.

Os três esqueletos saíram dela desengonçadamente, em suas mãos apoiavam-se espadas de uma lâmina apenas, não estavam com armadura o que deixava seus ossos amarelados a mostra. Eu não conseguia entender como eles conseguiam me enxergar, uma vez que não possuíam nenhum sistema corporal, apenas ossos.

Apertei meu arco com a mão esquerda e mirei o esqueleto mais próximo. Fiz um movimento com a mão, como se estivesse pegando alguma coisa no ar, e uma flecha armada a uma corda materializou-se no meu arco – ambas produzidas a partir de energia solar – e disparei. A flecha cortou o ar até se encostar aos ossos do esqueleto, quando isso ocorreu, essa explodiu em energia de coloração amarela e o esqueleto se despedaçou.

- Nossa, essa foi fácil! – cantei a vitória.

Fiz o mesmo movimento com a mão, porém virei o arco de forma horizontal e dividi a flecha de energia em duas, pois assim poderia acertar os dois esqueletos de uma vez só. Mirei, disparei e BUM. Mais dois montinhos de ossos se formaram na arena.

- Ha-há, consegui – Pulei, comemorando.

Sob o céu azul, Marcus permanecia parado com um sorriso maligno estampado no rosto. Pensei em perguntar qual era a dele, mas logo entendi: os ossos começaram a flutuar em movimentos circulares formando apenas um esqueleto de três metros de altura. Arregalei meus olhos, abri a boa e soltei o arco no chão. Que droga era aquela?

O vento frio bateu no meu rosto fazendo com que eu sentisse o suor que brotava na minha testa. Não me dei por vencido, saquei minha espada, a qual brilhava mais forte que a luz do dia e avancei contra o esqueleto gigante, meu primeiro golpe foi prejudicado devido a um empurrão que o humanoide me dera.

Levantei o rosto do chão e cuspi algumas graminhas da boca, olhei para o sol sem me preocupar com a visão – Pai...

Urrei de forma ameaçadora – como se fosse assustar aquela coisa gigantesca e sem cérebro – e avancei na direção do monstrengo, concentrando-me em minha energia, transferi-a a minha espada, a qual explodiu em chamas e desferi um corte nas costelas do inimigo. Três delas caíram, porém a caveira não se importou e apurou em me acertar com sua mão.

Rolei para o lado desviando do ataque e contornei uma circunferência ao redor dela com a espada cravada ao chão. Com isso, onde eu passava, irrompia-se fogo. “Agora você está preso, ou presa”, pensei.

Adentrei a circunferência e cravei a espada em seu centro, bem abaixo do esqueleto gigante, e saí logo em seguida. Apanhei meu arco caído no chão e disparei várias flechas de energia provinda do sol e disparei na espada, tal ataque fez com que o fogo que emanava da espada ficasse mais e mais intenso. Ele, o esqueleto, apresentava aversão ao elemento e como não possua inteligência, não se deu ao luxo de pensar em correr do local. Alguns minutos depois o humanoide já havia virado pó.

- Agora você pode comemorar – disse Marcus.

- O-o que foi aquilo? O que você fez, desgraça?

- Isso não importa – riu – Mas é bom se preparar que na próximas vez pegarei mais pesado.

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 Armas

• Raio de sol: arco longo, feito de carvalho e envolto em uma energia dourada, emana uma aura morna e envolvente como o calor do sol. Não possuiu corda, gerando a mesma com um gesto do semi-deus, assim como a flecha, que é feita de energia pura, mas pode ser utilizado com flechas físicas, nesse caso a corda surgirá automaticamente com o encaixe do projétil. Acompanha uma aljava de couro, leve e trabalhada, com 300 flechas com pontas de ouro. A aljava ilumina em caso de escuridão. Unidos, se transformam em um colar com um pingente de um sol.

• Espada solar: Espada de oro celestial, emite um brilho dourado sempre que é empunhada. O brilho não pode ser "desligado", funcionando como uma lanterna. Em batalha, pode assumir uma aura de fogo, atribuindo esse elemento aos golpes. # rodadas, até 3 vezes por missão.






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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 13 Dez 2012, 08:43


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Coerência, coesão e organização e conteúdo e idéias - 27 pontos

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Uso adequado de linguagem - 15 pontos

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 5 pontos ~Cite os poderes e as armas em Spoiler ou code no final no post, isso ajudará a aumentar a sua nota ~

Capacidade descritiva - 20 pontos

OBS: O seu post ficou bom.

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Ciel Evans


Ortografia - 9 pontos

Coerência, coesão e organização e conteúdo e idéias - 30 pontos

Organização do post - 10 pontos

Uso adequado de linguagem - 15 pontos

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 9 pontos ~Cite os poderes em Spoiler ou code no final no post, isso ajudará a aumentar a sua nota ~

Capacidade descritiva - 23 pontos

OBS: O seu post ficou bom.

Total: 96 Xps + 5HP/MP

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 14 Dez 2012, 23:11



















Destroying Three Beasts...



Vou treinar — respondi Akise enquanto prendia meu precioso colar no pescoço. — Não se preocupe, o calor não nos afeta e hoje só destruirei alguns cães infernais, apenas. — Algumas risadas entre nós e por fim, depois de ter me preparado, saí do chalé e rumei para a arena.

•••
Harpias, interessante — recitei adentrando no local. Enquanto caminhava até o perímetro que escolhi me posicionar, esbarrei em alguns campistas ali e outros acolá. Só então me dei conta de como a arena estava movimentada.
Logo à minha frente, uma jaula com três harpias malévolas e famintas estavam esperando meu comando para serem abertas. Por esse motivo, retirei meu colar do pescoço e o sacudi levemente, e, como mágica, Snowbreaker surgiu em minha mão.
Observei-o por alguns segundos e o ajeitei previamente.
Libere-as — pedi após os preparativos.
Velozes, os três monstros voaram em minha direção. Foquei a cabeça da que vinha na retaguarda e lancei a primeira flecha, por sorte, não equivoquei quanto minhas medidas. A harpia tentou esquivar, mas não foi bem sucedida. A flecha cristalina acertou o centro de seu rosto deformado e a ave explodiu, jorrando pó para todos os cantos da arena.
Por não ter me posicionado afastado da jaula, as outras duas harpias encontravam-se bem próximas a mim.
Merda — praguejei, tentando me afastar das mesmas.
Sem saber ao certo se as acertaria, lancei uma nova flecha na direção das criaturas. Errar o golpe significava ser atacado, e, infelizmente foi o que ocorreu. Em um único movimento coletivo e harmonioso, as harpias, uma em cada lado, prenderam as unhas na manga de minha camisa e ergueram-me do chão.
Não, me larguem! — gritei enquanto me debatia desesperadamente no ar.
Quatro metros acima do solo... Não estava entendendo qual o propósito das bestas, quando, de repente, a camisa a qual eu usava rasgou. Fui lançado forçadamente no concreto da arena. Colidi com o solo de quatro e instantaneamente senti uma dolorosa queimação nos nervos do joelho, caso não fosse uma dor passageira, não a suportaria por muito tempo.
Precipitadas, as duas harpias avançaram novamente em minha direção, estavam produzindo um ruído agudo e irritante, com isso pude perceber que já passara a hora de eu as destruir.
Segura essa! — Ainda no chão, urrei e lancei a terceira flecha na barriga carrancuda da harpia mais próxima.
Mais uma explosão e mais sujeira também, imaginei o tanto de trabalho que as responsáveis pela limpeza da arena teriam de fazer.
Analisando a velocidade do voo aniquilador da a última harpia, deixei o arco de lado e rastejei na tentativa de me afastar o máximo da criatura, não tinha tanta certeza se o que eu estava planejando fazer teria sucesso, mas eu não via outra saída.
Cinco, quatro, três, dois, um — contei, cerrei os cílios e soprei o rosto da harpia. Fagulhas gélidas e cortantes se transpuseram de minha boca, desconjuntando sua face.
Aproveitei o golpe e levantei-me. Passei a mão esquerda no cabelo e sorri.
Agora a brincadeira será diferente! — Fechei o punho da mão direita e beijei a falange da mesma. Aproximei-me o máximo da harpia, devo ter a cegado, pois ela rugia e se debatia no ar loucamente a um metro do solo. — Toma — gritei e disparei um soco em sua barriga, fazendo-a cair.
Por que um monstro desses tem que, quando destruídos, se transformar em pó? Meu sonho era pisar na cabeça dela e ver seus miolos desintegrados e espalhados pela arena, mas infelizmente isso não poderia acontecer, ela, como de fato, estourou e me emporcalhou de poeira.
Merda — arquejei e desabei.
Pus as mãos na cabeça e fixei o olhar no céu da arena. Sentia-me exausto e ao mesmo tempo satisfeito com o treino.
Após alguns minutos eu me levantei e peguei o único equipamento que levei para treinar, Snowbreaker.
Caminhei de volta ao meu lar, estava sentindo algumas contrações no joelho, resolveria aquilo mais tarde, talvez. Os focos do momento eram apenas três; banho, chocolate branco e um belo descanso.


OBSERVAÇÕES

Equipamentos

Ataque:

Snowbreaker (Arco feito de cristal, indestrutível. É de um tom azul transparente, lembrando o gelo, sendo igualmente frio ao toque. Tal habilidade inerente faz com que aqueles que o pegam, sem autorização do filho de Quione, recebam queimaduras de gelo enquanto o mantiver em mãos. Essa arma não tem aljava, podendo criar flechas de gelo assim que o seu dono puxar seu cordel, mas pode ser usada com flechas físicas, agindo normalmente neste caso. Uma vez a cada 5 rodadas, o arco pode absorver energia luminosa, brilhando de forma a cegar o oponente com um flash de luz. O clarão deixa o inimigo desnorteado por 1 rodada, reduzindo suas defesas em 50% neste tempo, apenas uma vez por missão. Quando não está sendo utilizado, transforma-se em um colar para os meninos e em uma tiara para as meninas.)

Defesa:

Nenhum

Itens:

Nenhum.

Poderes


Ativos

Nível 1
{Sopro Invernal} O sopro do filho de Quione carrega o frio do qual eles provêm. Com esse poder eles podem ferir um inimigo apenas com seu hálito, soprando o gelo direto em seus oponentes.










Training!




Posting,

#01


Where,

Acampamento Meio-Sangue | Arena {Treino de Combate à Monstros}


Time,

01:23 (PM) às 02:36 (PM)


Wearing,

Camiseta do acampamento meio-sangue, bermuda branca de stretch e deckshoes abóbora.


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Thanatos
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 15 Dez 2012, 15:29

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Ótimo treino Aidan, muito bem descrito e gosto de ler, mas tome cuidado que você andou esquecendo alguns pronomes nas frases. Continue assim, melhorando a cada treino =D


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Paulo J. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 23 Dez 2012, 20:38

O Que é o que é?
Tagged: Everybody Wearing: This! Notes: none Thank you Lari @ CG

Meu dia começou diferente dos outros campistas, enquanto todos já estavam saindo do refeitório com a fome dizimada, eu ainda estava nos aposentos do chalé seis. Muitos se perguntariam o porquê de um campista está trocando bolos, biscoitos, e sucos de morango por livros mais antigos que Abraham Lincoln. A resposta era muito simples, meu treino começaria dentro de alguns minutos, e eu estava á estudar todos os monstros e seus pontos fracos.

Minha estratégia começaria antes mesmo da luta.

Estudei páginas amareladas por mais alguns minutos, sendo interrompido por três bips vindos do meu relógio mágico que mesmo sendo mágico, não deixava de ser relógio, arrumei meus livros na biblioteca do chalé seis, e seguir em direção á arena. Chegando lá, olhei para os lados, aquele lugar sempre me fazia me imaginar entrando triunfante... E saindo direto para a enfermaria, mesmo com esse pensamento negativo adentrei na arena. A luta de uma amiga distante se encerrara Ellen Bergossi saiu vitoriosa, entrei no campo de batalha
coloquei meu Elmo da sabedoria e segurei minha adaga que estava presa da minha bainha, mas com uma leve impressão de que não a usaria tão cedo.

Estranho.

Entrei no campo de batalha, havia rastro de sangue, esperava que o meu não ficasse ali também. Respirei, e ativei meu relógio clicando no segundo botão, logo uma lança de dois metros estava em minhas mãos. Passaram-se dez, vinte, trinta segundos e nada. Quando de repente uma voz metálica e sombria, porém feminina soou atrás de mim, Quente e firme disse:
- Recolha essa lança garoto, não vai ser disso que brincaremos hoje!
Meu coração disparou, não podia ser ELA! Eu confesso que já sonhava com essa “luta” á muito tempo, só não contava com o medo que agora me consumia, não podia ser tão covarde perante aquela coisa com cabeça feminina e corpo de felino além de asas enormes... Aquela esfinge me pegou de surpresa! Me movi para olhá-la que criatura enorme! Desativei minha lança, fiquei de mãos vazias.
- Bom garoto. Sinto cheiro de... Filho de Atena! Como isso me alegra e também abre meu apetite! Vamos brincar de adivinhar?
- Ok! – Tentei falar seguro de mim, mas estava nervoso, com medo, com medo não dela... Com medo de falhar, de errar de decepcionar minha mãe.
- Mas essa brincadeira vai ser diferente!
- Diferente! Como assim?
- Quieto! Quem pergunta por aqui sou eu! O Jogo será uma batalha com melhor de três, três charadas, respeitarei seu nível medíocre!
Senti raiva quando ela zombou do meu nível, era novato. Novato e talvez um pouco fracassado, mas prometi em silêncio para minha mãe olimpiana que aquilo mudaria hoje.
- Mas para cada charada errada, te atacarei com meu golpe mais forte tirando metade de sua vida! Além de tirar uma arma sua de combate!
Fiquei muito tenso mais assentir. Recuei e fechei os olhos, pretendendo ouvir e interpretar cada charada que aquele monstro me lançasse.
- Primeira charada! O que é o que é...
- O que é o que é? – Ri em sarcasmo
- Calado! O que é o que é todo mundo precisa, todo mundo pede, todo mundo dá, mas ninguém segue?
Mel elmo começou a chacoalhar. Comecei a desenvolver a lógica.
Se todo mundo precisa, pede e dá... Logo, eu preciso, peço e dou... Mas eu não sigo... Ninguém segue! Já sei!
- Conselho - Gritei para o monstro, e tom sério e firme.
A esfinge me encarou.
- Ótimo, não esperava menos que isso de uma cria de Atena. Próxima pergunta. Responda-me se for capaz me diga quem é aquele, que no instante se quebra se alguém diz o nome dele. – Após a conclusão da pergunta, o rosto feminino daquela esfinge tomou uma forma, linda, talvez irresistível.
Meu elmo não chacoalhava que nem a pergunta anterior ela agora zunia em minha mente, talvez tentasse juntar as palavras e gerar a resposta... Mas não liguei muito talvez eu já soubesse a pergunta, mas de repente aquele rosto parecia mais interessante que a pergunta, me concentrei e me preparei pra responder. A esfinge tomou de relance o rosto severo, e uma risada irônica.
- Garoto, garoto, tempo esgotado! Você falhou! – Disse o monstro
- Tempo? Que tempo? Você não me falou de tempo limite nenhum, Você...
- Silêncio! Era essa a resposta cria de Atena! O Silêncio
De repente entendi o que meu Elmo da sabedoria estava tentando me passar com aquele zunido, além de me fornecer algumas características de uma coruja ele pode me fazer discernir quando estão mentindo ou não... E ele tava tentando me passar isso, a Esfinge me enganara!
- Agora sinta minha fúria cria de Atena! – Berrou a felino-humana
Ela abriu as asas e bateu para tentar decolar, começou a subir, tentei correr ou ativar meu escudo Aegis, mas de nada adiantara ela tinha me deixado imóvel. Como? Eu não sei. Olhei para a criatura que agora estava acima de mim suas garras e presas aumentaram espantosamente de tamanhos, era tão afiada que antes mesmo de me atacar uma dor estranha tomava conta do meu corpo, ela então veio em minha direção o mais rápido, não deu nem para gritar. De repente eu estava no chão com muita dor, e muito ferido, mas ainda não fora o pior, o fato era de que eu já não mais tinha o meu Elmo da sabedoria sobre minha cabeça, ela o tinha tirado da batalha.
Eu não sabia o que fazer. A esfinge pousou perante a mim
- Sangue de cria de Atena, com certeza minha bebida favorita! Levante-se e se prepare, acho que essa agora é o tira teima, sua última chance, se acertar está livre de minhas garras... Se errar... Terei um belo café-da-manhã!
Depois de gemer muito, levantei e fiquei cara a cara com a Esfinge. Respirei pra tentar falar sem expelir junto com minha voz, meu pânico e meu medo.
- Vamos, o que está esperando para perguntar a última charada?
- Se estás pedindo lá vai! Se meu nome é tio, o seu é pai quem é a mãe para mim e para você?
Aguardei esperando o chacoalhar do Elmo, mas logo me lembrei da sua inexistência naquela batalha. Eu não podia enfrentá-la sem meu Elmo... E o tempo corria ela pretendia me enganar, mas sou filho da deusa da sabedoria, e uma charada não me faria perder aquela batalha e me fazer passar uma semana na enfermaria. NÃO!
- Que charada estranha, mas se quer que eu resolva... – Agora já não sentia mais tanta dor, o que em fez ficar feliz e continuar dizendo e recuando e sem olhar para o rosto da Esfinge, que me encantaria novamente - Se você é o tio e o pai sou eu, usaremos por lógica o sobrinho, o único que nos liga no mesmo ponto, o sobrinho é seu filho, eu sou o tio dele, mas me chamo pai!
A esfinge arregalou os olhos, meu pé já estava no fim da arena, eu estava cansado, mas muito feliz, então disse em alto e bom som:
- Logo a mãe é minha MULHER e a mãe é sua IRMÃ!
A esfinge gritou e transformou-se em pó a ventania me deixou tonto, sair da arena com um único passo, toquei no meu elmo que agora estava encostado no meu pé, coloquei-o sobre minha cabeça e disse bem baixo:
- Uma semana de enfermaria não. Talvez somente dois dias...

Então minha mente resolveu “descansar”.
_____________________________________________________________________________
LEGENDA:
Cinza – Narração e pensamento
Verde – Minhas falas
Vermelho – Fala do monstro
_____________________________________________________________________________
Armas usadas:

Elmo da Sabedoria: Elmo de bronze sagrado, como a armadura. Tem entalhes lembrando uma coruja. Fornece ao semi-deus sentidos semelhantes ao do animal, fornecendo visão no escuro (ou duplicando o alcance, se ele já tiver). Quando em uso, também faz com que o semi-deus adquira a capacidade de discernir quando estão mentindo ou não. [Presente de Reclamação de Athena]
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 23 Dez 2012, 21:21



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Organização do post - 10/10
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Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 8/10
Capacidade descritiva 15/25


TOTAL=80xp


Código:
Gostei bastante do seu treino, Paulo =D Tome cuidado; porem, no uso de virgulas e acentos e da próxima vez tente descrever melhor como era o monstro, o local e essas coisas xD. Parabéns o3o


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Kane Uley
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MensagemAssunto: meu primeiro treino 7:30am as 9:00am   Qua 26 Dez 2012, 09:57

Meu primeiro treino 7:30AM as 9:00AM

Enquanto vários campistas estavam comendo. Nós, filhos de Ares, nos dirigimos à arena.

A primeira visão quando chegamos à arena, vários caixotes empilhados que ao nos aproximamos começaram a trepidar.

Eu como era novato deixei meus companheiros de chalé ir à frente. Justamente para não acabar morrendo, e aproveitando para colocar meu estandarte de guerra e equipar meu escudo de impacto.

Após três campistas demonstrarem a sua pericia com armas de curto alcance, achei que seria minha hora para lutar.

Entrei na arena, destravei um caixote e peguei o bastão que ganhei como presente de reclamação e ele logo se transformou em um machado de batalha com lamina dupla, mesmo sendo uma arma um pouco pesada consegui empunhá-la, mas com isso tive que retirar meu escudo de impacto me deixando quase vulnerável aos ataques de qualquer monstro.

O caixote ainda trepidando, meu coração quase saindo pela boca de tanto nervosismo, quando uma das laterais abriu deixando um escorpião gigante sair. Mesmo sendo gigante e pesado ele continuava sendo muito rápido.

Quando eu o vi, minha primeira reação foi gritar para a arquibancada:

-JOGA O ESCUDO!

Logo após eu gritar, um dos companheiros de chalé jogou o escudo perto de mim, transformei o machado duplo em uma lança curta e peguei o escudo.

Logo após empunhar o escudo vi que o escorpião já estava a uns 2 metros de mim se preparando para ataca. Pulei para baixo dele e fiquei lá tentando o golpear por baixo, mas isso não adiantou. A couraça dele era blindada e a única região onde eu consegui ver um local bom para atacar ele seria muito arriscado, por que ficava justamente onde a cauda dele poderia me pegar facilmente, a cabeça, mas eu n tinha outra escolha, corri um pouco tentando me distanciar, mas a cada passo ele ficava mais rápido, transformei a arma novamente mas agora fiz ela se transformar em uma espada curta de 90 centímetros.

Quando olhei para traz vi que ele tinha uma fraqueza, uma das pernas dele estava quebrada e ele n conseguia se apoiar nela, com isso comecei a correr para o lado da perna machucada, tentando fazer ele desacelerar.

Cansado de correr, eu reparei que ele não conseguia andar direito e estava desacelerando, também não conseguia se apoiar na perna para pular, ele ficou quase parado. Aproveitei e ativei meu estandarte de guerra que se transformou de uma simples capa para uma armadura completa, mas muito pesada, com a armadura impenetrável transformei a espada em uma lança longa de contato e avancei para matá-lo.

Ele tentou usar a cauda para me atacar, mas ele bateu inofensivamente, mas forte no meu escudo me desequilibrando. O peso estava do meu lado, pois com uma armadura tão pesada n seria possível me derrubar fácil.

Fui em direção à cabeça dele e em um ato de extrema burrice eu me deixei vulnerável por 3 segundos onde ele conseguiu me atacar com suas pinças e fazer um ferimento profundo em meu braço, mas isso não foi o suficiente, pois minha lança já havia penetrado em sua cabeça. Aos poucos ele foi virando cinzas e os meus irmãos começaram a gritar.

Ao acabar a luta fui direto para a enfermaria, pois meu braço estava com um ferimento profundo, sendo guiado por dois campistas. Nunca me esquecerei da minha primeira luta com um escorpião e como eu quase fui morto por ele.
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Thanatos
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 26 Dez 2012, 10:26

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Kane Uley
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 27 Dez 2012, 08:41

Luta contra quimera 8:00am as 9:00am

Após a recuperação do meu braço, eu sabia que já estava na hora de voltar à arena, mas desta vez eu iria sozinho.

Esperei meus colegas de chalé ir para o refeitório e fui para a arena pensando que lá estava vazia, mas não era bem assim, uma filha de hades, estava treinando com suas adagas gêmeas de ferro estígio, a cada ataque que a dracaena recebia eram sugados de pouco a pouco, para n desconcentrá-la fui tranquilamente e sem fazer nenhum barulho, sentei na arquibancada e fiquei lá parado esperando ela acabar.

Quando ela acabou percebi que a conhecia, o nome dela e Ellen Bergossi uma campista de lv alto.

Desci da arquibancada correndo ates que ela saísse para tentar falar com ela, mas já era tarde, ela já tinha saído. Já que eu estava na arena destravei o ultimo caixote de madeira de balsa, a trava estava um pouco enferrujada então precisei usa uma pedra para auxiliar, ao destravar o caixote me separei dele esperando por qual monstro iria sair, pois a onde ficava o tipo do monstro fora tirado.

Preparei-me antes do caixote se abrir, ele n apenas trepidava como soltava fumaça. Ao colocar o escudo de impacto, o estandarte de guerra e pega o pequeno tubo de 10 centímetros onde poderia transformar em qualquer arma de combate a corpo a corpo que eu quiser. O caixote se abriu liberando um monstro de três cabeças; uma de bode, uma de drakon e uma de leão, uma cauda de serpente e asas emplumadas. Percebi que iria lutar contra uma quimera.

Ela em um ato e de defesa tentou voar, mas eu em impulso furei uma de suas asas com uma lança que peguei do arsenal da arena, pois n poderia correr o risco de perder meu presente de reclamação, a impossibilitando de voar, mas mesmo em combate corpo a corpo ela era uma oponente muito forte.

Ela tentou me atacar com sua cabeça de leão, mas eu usei o escudo para fazê-la ir para traz e há deixando um pouco desnorteada, mas ao perceber que havia deixado cair minha única arma logo embaixo de onde eu empurrei a quimera pensei em voz alta - nossa sou muito burro - ainda n tendo reparando que a arquibancada estava cheia de campistas olhando meu treino.

Olhei para a arquibancada e vi que uma parte do chalé de hades estava lá, mas a única pessoa que eu queria que estivesse ali era a Ellen Bergossi, mas ela n estava.

N poderia me desconcentrar por muito tempo, pois a quimera já teria recobrado os sentidos básicos e vindo me atacar novamente, mas dessa vez eu estava mais preparado e confiante, então corri em torno dela e peguei minha arma que havia deixado cair.

O transformei rapidamente em uma espada longa de 90 centímetros de tamanho e a ataquei mesmo sendo inútil, pois tive que me proteger de seu bafo de fogo, após o ataque dela n surtir efeito ativei meu estandarte de guerra que se transformou em uma armadura indestrutível, com detalhes em vermelho e prata e muito pesada que diminuiu minha velocidade de movimento.

Transformei a espada em uma adaga simples de 50 centímetros podendo a esconder atrás do escudo justamente para ela n poder ver por onde iria atacar.

E como a previ veio me atacar com sua cabeça de bode e em um ataque letal enfiei a adaga em sua cabeça a fazendo recuar assustada, mas não pude me vangloriar ainda, pois ela veio me atacar novamente com sua cabeça de leão, mas estoquei com a adaga direto em seu peito. Novamente n surtiu efeito e com isso ela me atacou com seu bafo de fogo, mas desta vez ela fora mais esperta e após o bafo ela bateu com suas garras em me escudo e o fez cair.

Ouvi um grito de pavor vindo da arquibancada e os filhos de ares que haviam acabado de chegar começaram a gritar.

– se levante não a deixe lhe vencer, você é filho do deus da guerra e não será vencido por uma quimera tão fraca.

Com isso levantei e transformei a simples adaga em uma alabarda militar, arma parecida com uma lança, mas com uma lamina que se assemelha a um machado, e a apontei para a quimera que veio me atacar novamente com sua cabeça de leão. Eu saí da frente e desta vez eu usei a alabarda para dilacerar sua cabeça de leão.

Um grito vindo da arquibancada me animou mais ainda ela estava viva e apontei novamente a alabarda para a quimera, que com seu bafo de fogo quase me queimou, vendo que n surtiu efeito seu bafo ela veio direto para mim para tentar me atacar corpo a corpo usando suas garras, mas eu a surpreendi e parti sua ultima cabeça ao meio, a fazendo cair e se reduzir a cinzas.

Com isso peguei antes de virar cinza sua cabeça de leão e a levantei e um grito de animação vindo da arquibancada me surpreendeu, mas ainda n era de quem eu queria. Aos pouco a cabeça em minha mão foi virando cinza e eu junto aos outros campistas nos dirigimos ao refeitório.
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Thanatos
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 27 Dez 2012, 13:31



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Foi um treino bastante interessante, visto que me prendeu até o final xD. Você melhorou um pouco na sua capacidade descritiva, parabéns!! Tome cuidado; porem, com a ortografia, pois você cometeu algumas discordâncias quanto ao plural e separação de sujeito e predicado com vírgula, o que não pode acontecer. Outro aspecto que tenho que comentar é o fato de você ter escolhido um monstro muito forte para o seu nível, uma vez que a quimera pode ter vários formatos mais fracos que o escolhido. Não que seja errado escolher um monstro mais forte para enfrentar, pois eu aprecio isso, como havia dito, mas é bom darmos alguns defeitos ao monstro para ganharmos vantagens sobre ele.
Continue melhorando xD Bons treinos!! ^-^


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Louise V. Williams
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 27 Dez 2012, 16:31




TAG:Prole de Ares, HarpiaWEARING: Meu set lhendo =3; NOTES: Segundo Treino;
~13:00 PM ás 14:00 PM~ Treino de combate a monstros !

Encontrava-me no chalé de Poseidon, na verdade, completamente entediante. Bufei, olhando para o teto de meu quarto. Não havia muitos irmãos, diferente de Hades ou até mesmo Zeus. Papai era mais reservado, o que era bom. Pulei de minha beliche, ali não poderia continuar. Vesti um shorts jeans, e a camisa laranja do acampamento. Peguei minha espada e escudo, já tinha algo em mente, bom, estratégia. Não estava para brincadeiras essa manhã, é não. Não é TPM, isso é invenção dos garotos, que mal compreendem as mulheres. Bufei novamente, direcionando-se á saída do chalé de Poseidon. O dia á fora era ensolarado, não de um calor infernizante, mas calmo. Pensaria em ir á praia mais tarde, após o treino. Um lugar ótimo para relaxar. Já era tarde, talvez depois do almoço. Não dava para saber exatamente que horas eram. Ignorei, como sempre, os campistas que me olhavam. Bom, ser filha dos três grandes tinham seus altos e baixos, não gostava muito disso, o perigo vinha á nos com mais rapidez. Caminhava em direção á arena, olhando em volta. A maioria dos campistas, obviamente, treinavam no local, tanto entre si, como com monstros. - Oi, es filha de Poseidon, não?- ouvi uma voz feminina me chamar, era até... animada.- Hum, o que tem para mim?-ignorei sua pergunta, um tanto rude. Ela arriou os ombros, erguendo a cabeça. - Rapazes.- chamou ela, autoritária. Avistei á minha frente á mais conhecida tia da limpeza, sendo trazida por alguns campistas.- Enfim, tente não ser morta.- a menina me deus ás costas, fazendo um movimento para que os rapazes saíssem de minha frente. As correntes que carregavam a criatura se dissiparam, deixando-a livre.

A criatura tinha a face enrugada e feia, com asas desproporcionais e garras afiadas nos pés e nas mãos, fora fácil deduzir que tal monstro era ao certo uma Harpia. Já estava acostumada com os presentes de meu tio, mesmo que ao longo do tempo estavam se tornando cada vez melhores. Analisava o movimento da criatura, ela simplesmente pousou no solo de terra, seus olhos e presas voltado á mim. A Harpia carregava consigo apenas um chicote flamejante, sem pensar duas vezes, empunhei minha espada. A criatura nada falou, dando início ao combate. Com um bater de asas a criatura encontrava-se diante de mim, erguendo seu chicote para me atacar. Ativei meu escudo, atingindo a face da criatura com violência. Esta cambaleou para trás, tonta com o golpe. Não esperei que esta se levantasse para atacar novamente, sendo que uma criatura destas é pra lá de espera e muito menos desejava desperdiçar meu tempo com ela. Empunhei minha espada na mão direita, deixando que meu escudo entrasse no campo de visão da criatura. De imediato ela se voltou para trás, no entanto, suas garras e presas continuaram em minha direção.Dei um giro para o lado esquerdo, no mesmo instante que a criatura avançou novamente.

Tentei acertá-la com meu escudo novamente, no entanto, desta vez ela fora mais rápida. Esta bateu suas asas novamente, derrubando-me no chão com seu pé esquerdo. Me desequilibrei e cai de joelhos. Droga. Ouvi o grunhido da criatura de perto, logo á minhas costas. Voltei-me para trás, acertando seu pé direito. Ela tentou me golpear com suas garras, acertei-a com meu escudo, ela tentou afastar-se, mas fracassou. Ergui-me novamente, entrando com uma série de golpes usando minha faca de caça. Golpeei seu pescoço, rompendo sua camada de pele, fora um corte profundo em seu pescoço. A Harpia soltou um grito de dor, fazendo uma careta de raiva. Não deixei que esta tivesse chances. Usei meu escudo para afastá-la, deixando que esta caísse no chão. Debrucei-me sobre o chão, com a faca pronta para cravar em seu coração, se é que tivesse um. - Isso não é o fim.- ouvi sua voz grossa e desdenhosa dizer. Abri um breve sorriso desafiante, cravando a faca em seu coração. - Deu conta não?- a voz desdenhosa da garota chegou aos meus ouvidos, á ponto de sorrir. Abri um sorriso sarcástico em meus lábios - Não graças á você- respondi, no mesmo tom. Arriei os ombros, á caminho da enfermaria.

Armas:
 



Defeating the monsterwith style, baby!

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 29 Dez 2012, 11:00

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 Belo treino, Lou xD Atividades bem descritas, nada fora do normal ^-^ Apenas tome mais cuidado com o uso do acento diferencial ;p Nada mais a constar :3


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Leodak Fletcher
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 04 Jan 2013, 19:31

[align=center][dohtml]





♠ Tell Me Your Wish


--- I’ll Go Break Your Neck



Era um belo começo de dia no acampamento, vários semideuses se preparavam para atividades normais, como treinos com armas, ou combate a monstros. Afinal, era extremamente necessário aprender tudo no acampamento antes de ir para a ação em campo, aquelas missões que fazem com que todos os campistas entrem em um amplo estado de excitação, mas que poucos tinham a oportunidade de poder investir nela. E, talvez, a audácia de se oferecer para elas. Enfim, era difícil a rotina de um semideus, na verdade sempre foi... Desde os grandes heróis... Héracles... Jasão... Até aqueles guerreiros que nem tinham algum parentesco com um deus, como... Espartanos, em geral. Sendo que muito daqueles soldados treinavam mais arduamente que muitos semideuses... Aqueles que passavam despercebidos.

Voltando ao assunto principal, muitos campistas saiam de seus chalés e se preparavam para as aulas que estariam disponíveis para execução, claro que naquele momento ninguém conseguia se manter focado em suas tarefas. Suas mentes se limitavam ao café da manhã, como algo natural, afinal não pode limitar as mentes jovens em busca de alimento... Sempre irão atrás daquilo que os alimenta. Fazia parte daquela... Indústria vital? Seria uma boa figura de linguagem, todavia não era realmente apropriada. Enfim, prosseguiremos.

No chalé de Dionísio se encontra um campista atualmente atrasado. Havia acabado de despertar e se observássemos o movimento pelo acampamento, daríamos, no mínimo, uns 30 minutos de atraso. Ele se levantou, seu peito exibia um brilho dourado, devido as gotas de suor que podiam ser observadas por todo seu tronco. Rapidamente esfregou seus olhos tentando espantar o sono, provavelmente ele era o único menino que dormia de jeans. O garoto caminha até o banheiro que se encontrava dentro do chalé e abre a torneira. Coleta um pouco de água com suas mãos e lava seu rosto.

Por alguns segundos ele fita o espelho pensando na forma como toda sua vida havia mudado de repente, em um simples piscar de olhos, saíra de Malibu e agora estava no acampamento meio sangue. Ele voltou para sua cama e pegou sua espada, agora em formato de anel. Colocou no dedo anelar da mão direita, já que na mão esquerda estava seu anel de prata. Aquilo o lembrava de sua antiga namorada, mas eram apenas lembranças sem importância, ou era isso que ele tentava demonstrar... Era algo incomum, filhos de

Dionísio não deviam se apegar à alguém... Talvez, apenas aos desejos carnais, vivendo em eterna luxúria, mas, em fato, não era assim... Era muito mais complexo do que a sociedade dos semideuses podia ver... Quem sabe compreender.

O jovem colocou sua camisa do acampamento e caminhou em direção à saída. Naquele momento olhou para trás, não via mais ninguém no chalé. Eis que abriu a porta e caminhou. Calmamente ele andava em direção ao refeitório, e já podia ouvir as vozes de campistas, mesmo eles aparentando ainda estarem sonolentos. Ele caminha até a mesa destinada aos filhos de Dionísio e se senta ao lado de uma garota. Ela olha para o lado e sorri para ele, porém ele parecia não ter percebido a gentileza de sua... irmã?

Do outro lado da mesa se encontrava um garoto de cabelos negros, era branco. Este caminha até o novo campista e toca seu ombro, chamando-o a atenção. Eis que o novato se vira para ele. O campista mais antigo começa um diálogo dizendo:

– Olá irmão. Eu sou Paulo, seja bem vindo ao acampamento... Filho de Dionísio, né? Até que há alguns aqui, mas nem todos são como deveriam... Sabe? Não se mostram realmente filhos do deus, sendo que não costumam demonstrar alguma afeição para com ele. Eu até entendo, afinal, ser semideus não é fácil... Principalmente por sermos abandonados por nossos pais. Finalmente, como se chama?

– Eu sou Leodak. – Respondeu o louro. Naquele momento demonstrou desinteresse, indo direto ao ponto, e mostrando que não se interessava por um diálogo mais profundo.

– Então, bem vindo Leodak.

Leodak coloca ambas as mãos na mesa e se levanta. Camina ao redor dela, e pega um suco de uva. Saindo do local sem dizer nada para Paulo. Ele caminhava lentamente e naquele momento buscava ir em direção à arena, parecia um pouco confuso, já que ele nunca havia ido para a arena. Todavia os barulhos de combate o guiavam em direção ao local.

Logo que entrou, pôde perceber que a aula em questão era combate a animais mitológicos. Antes que pudessem percebe-lo no local, ele diz:

– Ei! Eu sou novato, certo? Então eu tenho as honras de começar a aula, não?

– Quem é você, garoto?

– Sou Leodak, guarde esse nome.

– Nem um pouco audacioso... Tudo bem, seu oponente será uma harpia, considerando que é novato.

O garoto não se manifestou, então os campistas que se encontravam no centro da arena saíram da área de combate e foram para as arquibancadas. Enquanto caminhavam, alguns faziam apostas sobre o desempenho do garoto... A maioria dizia que ele perderia a luta rapidamente e imploraria por ajuda. Apenas um ou outro acreditava que ele podia ter um desempenho considerável. O professor abre uma jaula e de dentro sai uma galinha gigante.

Preparado para o combate, Leodak gira o corpo para a direita, como se arremessasse algo, e, de fato arremessa. Seu anel sai de sua mão e o campista começa a correr. O anel passa por cima da harpia, e o campista salta. No momento que ele passava por ela, sua oponente tenta efetuar alguns arranhões contra ele, porém, devido a grande velocidade que havia alcançado enquanto deslizava, conseguiu não ser atingido pelos ataques. Ainda no ar o anel se transforma em uma espada, e Leo se levanta, e realiza uma pegada investida, como se manuseia uma adaga.

– Acho que podemos começar. – Disse o campista.
A arquibancada ficou em silêncio por alguns momentos, enquanto as pessoas da plateia pareciam pensar que ele não era tão ruim quanto eles pensavam. De fato sua investida havia sido impressionante, porém segurava a espada como um idiota. A harpia emitiu um grunhido e começou a bater suas asas, de modo que subia rapidamente.

Ela se virou de modo que seu bico estava mirado para o peito do garoto, similar a uma flecha ela desceu, começando uma investida. Leodak permanecia firme enquanto a harpia se aproximava, cada vez mais rápida. Então seus olhos começaram a ficar roxos... Ele possuía um olhar... Insano. Ela emitiu um grunhido de dor e pareceu não conseguir manter sua posição. O campista salta para o lado, mas as garras da harpia ainda conseguem arranhar sua perna de modo que rasgaram o tecido. Parece que sua ideia não havia sido tão boa, se ele tivesse continuado normal e esquivado no último momento, não levaria dano. Mas, por usar seu olhar expressivo, fez com que ela saísse da posição e começasse a girar no ar. De qualquer forma, ela sentiria dores pela queda e pelo poder aplicado, o que era melhor, já que a ave não perceberia que estava sobre o efeito de um poder.

O campista correu em direção da harpia, que se encontrava caída e chutou suas costelas. Em seguida, ele pegou sua espada e desferiu um golpe na perna da harpia. O sangue voa em seu rosto, e ele recolhe um pouco com sua língua. A harpia grunhiu e girou, desferindo um outro arranhão na coxa de Leo. Recuperando-se começa a voar. Ela voa contra ele e disfere vários golpes contra o rosto dele, que tentava se defender com sua espada. Porém, estava tão atordoado com os ataques. Seu rosto exibia alguns cortes, todos abaixo dos olhos, e nenhum realmente profundo, com exceção daquele que fora feito no queixo, o mesmo que fez com que o campista gritasse.

Desesperado, o filho de Dionísio disfere um chute no que deferia ser o peito da criatura, fazendo com que ela fosse para trás e novamente disfere outro golpe com sua espada, fazendo um segundo corte na harpia. O sangue voltou a jorrar, e fez com que o chão da arena ficasse molhado, não que isso fosse prejudicial à harpia, que ainda conseguia voar. Mas, talvez ela estivesse com uma desvantagem maior, afinal não era qualquer criatura que era capaz de manter suas atividades de combate com um corte no peito, mesmo que aquele não fosse realmente profundo.

A harpia voltou a grunhir e pulou em direção do combatente, cravando suas garras na perna dele e fazendo com que Leo caísse no chão. Ele bate com o cabo da espada no maxilar da harpia, e soca a parte direita da face com sua mão esquerda. Buscava fazer com que ela tirasse suas garras dele, todavia suas tentativas não obtinham resultado. Em um último ataque, ela crava suas garras no ombro esquerdo do garoto, já que o último ataque havia vindo daquele braço. Para contra atacar a harpia, ele estoca sua espada no pescoço dela, fazendo com que sua espada transpasse o pescoço da criatura, rompendo sua jugular e cobrindo-o com o sangue do animal.

O campista coloca o pé no peito dela, e estica sua perna, fazendo com que ela saísse de cima dele. Sua espada volta para o formato de anel, e ele coloca em sua mão. Em seguida tampa o ferimento em seu ombro com a mão direita e diz:

– Até que essa luta deu pra aquecer... Agora eu vou... Atrás de algum suco de uva... Se precisarem de mim estou no chalé... Ou na enfermaria.

arma e poder, respectivamente:
 




Thanks to +Lia at Ops

Post: #003 ♠ Nº Words: 1.554 ♠ Tags: ♠ Clothes: Roupa do acampamento. ♠ Notes: Nada a declarar.



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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 04 Jan 2013, 20:17

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Você demonstrou que sabe escrever muito bem, um pouco mais de prática e você consegue a premiação máxima. Parabéns.


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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 05 Jan 2013, 11:57

~ 04/01/203 ~ Acampamento Meio sangue ~ Chalé de Dionísio ~ Noite. ~ 23:00


Leodak saía da enfermaria, agora possuía umas novas ataduras para que essas aumentassem ainda mais sua sensualidade, claro. Afinal, quando você quer ir seduzir algumas garotas vamos direito para o hospital, ontem mesmo me fiz 50 cortes pelo tronco. Sexy, fui a sensação da festinha. Enfim, ele caminhou em direção do chalé de Dionisio no meio da escuridão, até porque, quando ele chegou na enfermaria acabou desmaiando na maca onde lhe fizeram as devidas ataduras. Todos estavam em seu chalé e sua visão estava levemente turva, mas ele ainda podia identificar o chalé, já que ele era o único feito de pinheiro. Além de haver alguns chafarizes que jorravam vinho. Um vinho especial com um aroma que podia ser sentido mesmo a distancia, além de ele brilhar no escuro, sempre dando uma aura roxa ao local. Haviam também vinheiras que davam um toque rustico ao local, que possuía um estilo tão refinado.

Ele bateu duas vezes na porta, e deu de ombros. Era um tanto estranho bater na porta de sua... Casa? Em meio a madrugada quando todos pareciam dormir. Ele empurrou a porta com sua mão direita, já que o braço esquerdo devia ficar um tempo imóvel, devido à bicada da harpia que havia destruído parte dos tecidos de seu ombro. O garoto entrou no chalé e olhou ao redor, todos em suas camas. Sorriu e continuou caminhando calmamente. Eis que ele murmura algo semelhante a “Querida, cheguei.”. Um ato clichê, pelo fato de já se ter sido usado demasiadamente, acabou por se tornar um dizer obsoleto.

O garoto caminha até sua cama e se senta, ao seu lado estava um pequeno frigobar como em todas as camas do chalé. Ele abre e pega um suco de uva, se encontrava em uma garrafa com vidro transparente, para que os semideuses analisassem a cor do mesmo, e possuía uma rolha mais escura... Havia um alfinete verde cravado, era responsável por mostrar a safra e a qualidade do suco. Enfim, o garoto fechou a mini geladeira e se deitou na cama. Pegou o travesseiro e o colocou na vertical, ficando em uma posição entre deitado e sentado. Por fim retirou a rolha que tampava a garrafa e bebeu o suco. Estava sentindo dor demasiada para se preocupar em colocar em um copo. E não havia motivo, já que cada um possuía suas próprias bebidas, de modo que a idade influenciasse na variedade de escolhas. Bebeu até que não perdesse a consciência e dormisse.

~ 05/01/203 ~ Acampamento Meio sangue ~ Chalé de Dionísio ~ Manhã. ~ 09:00

Paulo caminhava pelo chalé preparando suas coisas, já estava na hora dos campistas se levantarem para suas atividades normais. Ele caminha até Leodak e tenta acorda-lo, porém sua tentativa é em vão... Ou não. De fato ele acorda o garoto, mas ele responde que só sairá de sua cama após o meio dia. E sorria. Paulo se preocupou por algum tempo, mas, logo deixou o chalé. Era comum os novatos não se adaptarem com as regras do acampamento no segundo, sempre era necessário algum tempo a mais, todavia esse tempo variava de pessoa para pessoa e Leodak também estava levemente machucado por tanto merecia mais algum tempo.

Passados alguns minutos o chalé voltara a ser silencioso. Leo se levantou e tropeçou em um copo, provavelmente havia o deixado no chão durante a noite passada. O suco estava no chão também, mas este havia sido visto e evitado. Por muito pouco ele não havia quebrado. O campista lava seu rosto no banheiro e retorna a sua cama, tomando um pouco de suco e colocando na geladeira. Em seguida volta para as maravilhosas cobertas que reinavam em seu colchão. Carinhosamente colocou sua cabeça no travesseiro e sentiu uma corrente de ar quente passando por seu corpo, um despertador e adormeceu.

~ 05/01/203 ~ Acampamento Meio sangue ~ Chalé de Dionísio ~ Tarde. ~ 13:00


Após ter perdido todas as atividades matinais... Incluindo o café da manhã, Leodak se desperta, desta vez de forma definitiva. Rapidamente ele se levanta e olha ao redor, buscando encontrar suas coisas. Sim, ele era um pouco lerdo, considerando que sua espada estava nos dedos, todavia isso não era importante. Ele se levanta e caminha até o banheiro, lavando o rosto e escovando os dentes. Sorri para o espelho e caminha para sua cama novamente. Abre a geladeira e pega um pouco de água. Fitou-a por alguns instantes esperando que se transformasse em vinho, porém isso não ocorreu. De qualquer modo, ele a bebeu e saiu do chalé. Se preparando para o que aconteceria na arena.

Ao chegar na arena a aula já havia começado, ele olhou ao redor e percebeu que não deveria entrar pelo meio do campo de batalha. Rapidamente caminhou em direção a arquibancada, ainda sem prestar muita atenção no que estava acontecendo no campo de batalha. Eis que ele se sentou afastado de todos os outros, e percebeu que um campista combatia com um cão infernal. Deu de ombros, não parecia ser algo muito difícil, nem muito importante, considerando que o garoto fazia com eximia maestria. De fato sentiu algum interesse em estar lá, então se voltou para o professor e disse:

– Não há outra aula nesse lugar? Apenas combate a criaturas?

– Chegue mais cedo e verá outra disciplina. Já que está tão familiarizado com a aula será o próximo combatente.

– Que seja.

O garoto na arena deu um giro esquivando do salto que havia sido efetuado pelo cão infernal, em seguida ele golpeia a coluna do cão, fazendo com que ele urre de dor. Em seguida coloca um pouco mais de força na arma, fazendo com que a lança atravesse as costas do cão e toquem o chão. Ele retira sua lança e joga uma espécie de pó sobre a criatura que faz com que ela entre em chamas. Em seguida retira seu capacete e ergue sua arma, mostrando sua soberania no combate. A plateia urra estagna, embriagados pela incrível luta que fora travada.

O filho de Dionísio desce pela arquibancada e salta a barreira de contenção. Caminha a extremidade do lado direito da arena, ela era circular. Metaforicamente falando, era um local onde todos estavam em pé de igualdade, um círculo não possui cantos, pontas, sempre sabem o que acontece e de que seus oponentes são capazes de fazer, tudo varia de acordo com a capacidade estratégica do guerreiro.

Naquele local havia uma árvore. Ele pega um galho e com ele corta suas ataduras do braço direito. Se volta para os membros da arena e mexe o membro, mostrando que já estava recuperado do combate com a harpia.

– Com o que vai lutar, semideus?

– O mesmo que ele.

A plateia se calou. Era um ato de loucura por parte do filho de Dionísio, e ele não demonstrava temer o combate. A questão era... Por quê? Ele não tinha medo de combater uma criatura considerada poderosa? Ou pelo fato de assistir a luta do outro semideus tão atenciosamente que havia percebido a forma como o cão se movimentava pela arena. Ele era feroz, mas ainda era um cão e isso nunca sairia de seu ser. Você podia o treinar para ser um guarda, mas nunca para deixar de ser um cão e se transformar em um gato. Faz parte de seu ser, e do que ele representa. Se você quer um gato, compre um gato. Vai economizar tempo e paciência.

Uma caixa é colocada na arena, todos permaneciam em silêncio e a tensão pairava no ar. Uma flecha é disparada por um filho de Apollo e esta é cravada no topo do objeto, fazendo com que a madeira seja estilhaçada e um buraco seja feito no topo do objeto. Rugidos são ouvidos e a caixa é virada. Das sombras sai um cão infernal, ele devia ter uns dois metros e sua pelugem era tão escura que podia ser confundida a própria escuridão. Do outro lado estava Leodak ainda com o galho em mãos.

O animal começou a rodear a arena e emitir rugidos, parecia conhecer o local e tentar intimidar seu oponente que agora estava no centro do local. Leodak por outro lado se encontrava parado e colocou o galho na cintura. Pegou seu anel e o transformou em espada. Algo simples, porém necessário. A lâmina exibia um brilho arroxeado que entrava em contraste com o material.

O cão salta contra o campista que gira para a esquerda. Aquele movimento havia sido completamente baseado no movimento do combatente anterior. Depois de refletir um pouco havia concluído que ele era filho de Ares, não havia outra possibilidade, já que além de ser forte e bom em batalha, lutava com lança em escudo. Suas roupas eram predominantemente vermelhas e ele expressava um olhar furioso. De qualquer modo, após esquivar-se do ataque do cão, Leo flexionou os joelhos, ficando abaixado e olhando para
o animal que agora rugia para o semideus.

O cão saltou novamente, fazendo um movimento com as patas dianteiras que buscavam agarrar o campista, que instantaneamente saltou para o lado esquerdo... Ao tocar o chão efetuou um rolando que havia sido iniciado no ar. Esse movimento era próprio, usado na aula anterior. O filho de Dionísio se levantou e olhou ao redor, como se debochasse da plateia. Em seguida ele pegou o graveto em sua cintura e voltou a espada para o anel. Realizou alguns movimentos em frente ao cão. O animal parecia ignorar qualquer tipo de movimentação do objeto.

Leodak continuou movimentando-o, eis que o cão começa uma investida contra o filho de Dionísio, que apenas deu um passo para o lado e bateu com a ponta do galho na cabeça do atacante canino.

Saltou para trás e continuou movimentando-o, como se desafiasse o animal. Agora ele se focava no galho e rugia, como se este fosse o novo oponentes. Cães. Leodak pegou seu anel e colocou na mão. Jogou o graveto para o cão. O objeto fez arcos no ar enquanto passava por cima do animal, que se virou e começou a correr contra o galho. Era a oportunidade do semideus. Ele transformou seu anel em espada e correu contra o animal e assim que ele se curvou para pegar o galho, o filho de Dionísio realizou um ataque cortante lateral contra o animal. Acertou suas costelas e fez com que ele fosse jogado para o lado. Naquele momento dizia algo como “Ei, seu adversário está aqui.”.

O animal se levantou, agora possuía um novo machucado, entretanto não parecia se importar. Com ódio no olhar correu contra Leo e saltou contra ele. Devido a curta distância não houve como desviar do ataque. Uma mordida em seu peito seria efetuada, mas em um movimento reflexivo ele colocou seu antebraço esquerdo na frente. O pulso foi atingido, e para se desvencilhar do animal foi realizado um chute. Acertando as costelas do cão infernal, onde estava o corte. Sentiu sua perna ser molhada com o sangue do animal, estava quente e proporcionava uma sensação curiosa.

O cão foi atirado para trás, agora o campista estava furioso, devido à preocupação com seu ferimento. Mais um chute foi realizado, seguido por um golpe na perna do cão infernal. Era para ter acertado seu peito, porém o animal foi mais rápido do que havia sido previsto e calculado para o golpe. Agora os dois combates se encaravam. Olhos nos olhos. O animal começou a rugir, mostrando seus instintos ancestrais e combatentes. Enquanto os olhos de Leodak passavam para um tom roxo.

O animal começa a sentir leves dores pelo corpo, e sua ferocidade parecia estar sendo contestada. Ele começa a investir contra o campista, que bate sua espada no chão. Videiras surgem e estas prendem uma das pernas do animal, fazendo com que ele caia. Em seguida, o filho de Dionísio disfere um golpe no pescoço do animal, decapitando-o.

– Acho que terminamos aqui. – Disse Leo enquanto saía do local.

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MensagemAssunto: Avaliação   Sab 05 Jan 2013, 12:28


AVALIAÇÃO :

Ortografia:
10/10 -
Parabéns não pude encontrar sequer um erro ortográfico, nem uso indevido de pontuações gráficas. Parabéns


Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:
28/30
Tudo
foi perfeito, mas não achei devido o monstro, comparado a seu level.
Mas a luta foi justa, soube usar os poderes, então somente dois pontos
foi descontado.


Organização da Postagem
10/10
Tudo foi bem colocado, pabéns. A oganização foi perfeitamente posta.

Uso Adequado de Linguagem:
15/15
A linguagem foi perfeitamente citada. Melhor, impossível. Parabéns


Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:
9/10
Tudo
foi ótimo, tirando a forma que feriu o cão. Talvez tivesse que usar
melhor algumas habilidades que você possui, juntar e matar o cão de
forma condizente a seu level. Fora isso, tudo foi perfeito.


Capacidade Descritiva:
25/25
Você descreve tudo na máxima expificação, isso conta muito, continue assim. Parabéns
EXPERIÊNCIA FINAL OBTIDA:

97xp !




Atualizado.
Ps: Após ler o treino, tomei a liberdade de acrescentar 4 HP/MP na ficha do Player.


____

Dionísio
Senhor para você • Deus do Vinho • Deus da Loucura • Deus da orgia e prazeres carnais •Thanks Larissa Sant @ Sugar Avatars


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Treino de combate a monstros
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