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 Treino de combate a monstros

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Thanatos
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MensagemAssunto: Treino de combate a monstros   Sab 08 Set 2012, 10:25

Relembrando a primeira mensagem :


Treino de combate a monstros


A arena é um local onde os campistas podem evoluir suas habilidades, treinarem com armas, lutarem entre si ou contra monstros. Assim como em todo lugar, a arena tem suas regras, as quais podem ser lidas aqui.

Não serão avaliados os treinos postados fora do horário permitido em on. Bom treino.
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Leodak Fletcher
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 05 Jan 2013, 15:03

~ 05/01/203 ~ Acampamento Meio sangue ~ Arena ~ Tarde. ~ 15:00
Leodak saía da arena, naquele momento olhava o que estava acontecendo no acampamento. Ele queria uma nova atividade, estava completamente cansado de vencer monstros, estava tudo muito fácil e pacífico, e todos sabiam que para ser um bom guerreiro era necessário mais do que vencer alguns oponentes em batalha. Isso era um fato. Enfim, ele caminhou devagar e foi para a enfermaria. Era necessário um pouco de ambrósia para que seus ferimentos fossem curados rapidamente. Não que fosse uma emergência como um ferimento em campo, mas ele precisava para poder continuar com sua evolução como um semideus, e, quem sabe, se tornar um dos mais fortes entre os campistas.

Ao chegar à enfermaria percebeu que ela estava razoavelmente vazia. Isso era bom, poucos campistas estavam machucados, o que indicava que a temporada de missões ainda não havia começado. Leo tinha interesse em participar de algumas missões, para que ele pudesse ficar mais forte e ter algum destaque no acampamento. Sim, ele era levemente soberbo, mas isso era comum entre adolescentes. Até porque naquela idade a personalidade ainda estava sendo formada e isso fazia com que eles se sentissem os donos da razão. Como era de se esperar de adolescentes.

Ele olhou ao redor e caminhou para dentro do local. Havia algumas macas, e muitos armários que deviam conter medicamentos, ataduras, gases. Vários kit’s de primeiros socorros, e o mais importante... Néctar e Ambrósia. Como o lugar estava vazio, Leodak começou a procurar nos armários para que pudesse encontrar alguma ambrósia. Seria necessário para voltar as suas atividades, mas por mais que procurasse não conseguia encontrar nada naqueles armários. Desanimado, sentou-se em uma das macas e ficou esperando por algum tempo, até que olhou para sua direita e percebeu um pouco de ambrósia. Colocou em sua boca e se levantou. Saindo do local.

Ao sair da enfermaria resolveu voltar para a arena. Enquanto andava sentia seus ferimentos melhorando e conforme ia se aproximando da arena, não parecia ter se machucado tão recentemente. Ao chegar no local não sentia mais dor, e estava melhor do que quando havia chegado no começo da tarde. Deu de ombros e foi para a arquibancada, sentou-se e começou a observar com desinteresse um campista lutando contra uma benevolente. Torcia para que ele tivesse sua cabeça arrancada, todavia acreditava que isso não seria possível devido à segurança do local. Algum tempo depois a luta foi parada, o campista já estava cansado e parecia que não podia continuar. Então o professor sai da arena, voltando algum tempo depois com um golem.

O ser era feito de barro, e possuía algumas runas douradas que cintilavam em contato com a luz solar, dando-o um aspecto intimidador. Seus olhos eram vermelhos e ele parecia não se importar com o que estava acontecendo. O treinador disse para ele proteger o local de qualquer um que entrasse além dele, e os olhos do golem piscaram.

– Quem vai lutar contra ele?

Ninguém se manifestou e isso despertou o interesse do filho de Dionísio. Ele se levantou e caminhou até o local que separava a arquibancada da arena, ele saltou a proteção e disse:

– Eu vou.

– Você já lutou.

– Estou melhor do que quando cheguei.

– A escolha é sua.

Leodak pega sua espada e o treinador sai da arena, indo para a arquibancada. Assim que ele sai, os olhos do golem se tornam dourados e suas runas vermelhas. Ele fecha suas mãos e da um soco no chão. No momento do impacto o campista pula, evitando grande parte do tremor, mas quando toca o chão perde o equilíbrio, devido ao solo ainda sofrer com o tremor. O golem começa a correr, cada passo era como um pequeno terremoto. E o campista se levantava com dificuldade. O golem chuta as costelas do garoto fazendo com que ele voe para o outro lado da arena. Rapidamente ele usa sua espada para cravar na parede, dessa forma evita o impacto com o chão.

Porém, sua espada estava presa na parede da arena. O golem começa uma investida novamente, e conforme o campista tentava retira-la, seu oponente se aproximava. A tensão estava no ar, um soco direto do golem com o filho de Dionísio preso contra a parede poderia mata-lo, sendo que ele seria completamente esmagado entre as rochas que desabariam da parede da arena. O atacante levanta seu braço, pronto para desferir o soco. Quando ele começa a abaixar seu punho, Leodak consegue desvencilhar sua espada da parede, de modo que foi jogado para trás, devido ao esforço em puxa-la para esta direção. Sorte que por conta deste movimento foi para fora do alcance do ataque.

No momento que o ataque da criatura tocou a parede da arena, agora enfraquecida pela forma brusca como a espada foi retirada, parte da parede foi destruída. Vários pedaços de pedra caíram sobre as costas e o braço direito do golem. Destruindo as runas dos locais que foram golpeados, assim impedindo a movimentação de seu tronco e de seu braço direito, como um boneco de barro sem articulações.

Cego por sua vantagem, Leo correu em direção do golem e desferiu um golpe cortante lateral no braço esquerdo da criatura. Todavia, aquele tipo de ataque não produziam efeitos contra aquelas criaturas, já que eles eram completamente sólidos e resistentes. Ataques perfurantes e diretos faziam, mas ataques cortantes eram como um simples toque. Logo o golem da um soco no garoto, fazendo-o ser jogado longe novamente.

O campista se levantou, e várias pedras iam contra ele, sendo que a maioria não havia sido de fato atirada, e sim estavam sobre o efeito da geocinese do golem. Isso fazia com que elas ficassem ainda mais impactantes, e estas agiam como pequenos meteoritos. Ciente deste fato, Leodak fazia o máximo para se esquivar delas, conforme andava. Além de saber que a forma de vencer o golem consistia em destruir suas runas. O único problema era que ele conseguia se locomover perfeitamente, então... Sua única saída seria inibir completamente seus ataques.

A chuva de pedras ficava mais intensa conforme o campista prosseguia e evitava-as, sendo que as mais difíceis ele golpeava com sua espada. Isso fazia com que elas fossem direcionadas para os lados e o mantinha sem sofrer maiores danos por conta dos ataques. A figura de barro parecia não ter emoções, mas se possuísse começaria a ficar tensa com a forma como o garoto obtinha sucesso em desviar dos ataques. Não era a mais bela esquiva, porém estava sendo eficiente.

O golem saltou duas vezes causando terremotos e fazendo com que seu adversário fosse para o chão. Em seguida surgiram mais pedras que foram de cima a baixo contra o campista. O golem sentou-se de maneira brusca criando um leve tremor. Aparentemente a luta estava terminada, afinal o garoto havia ficado completamente soterrado pelas pedras...

A arena estava em silêncio, mediante a possível morte do campista. Eis que as pedras se levantam e são jogadas para o lado. A espada do garoto havia invocado algumas vinhas que o protegeram do impacto com as pedras. Isso havia sido sua salvação, se ele estivesse com o bastão com certeza estaria morto. Leodak se levanta aproveitando a distração do golem e parte em disparada contra ele, uma verdadeira investida. Nos momentos finais o golem tentou se levantar, então Leo saltou e fez um estocada com sua espada no pescoço. O local onde estava a runa que controlava sua cabeça e o mantinha consciente. Após destruí-la, os olhos do golem piscaram e sua luminosidade sumiu. Seu corpo caiu contra o chão.

– Me lembrem de nunca mais lutar com dois oponentes no mesmo dia.
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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 05 Jan 2013, 15:55

Avaliação

♦ Ortografia:

8/10

Sua ortografia foi um pouco precipitada, você em muitas vezes usou pontos onde deveriam ser vírgulas, e pecou um pouco na concordância nominal.


♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:


25/30

Você pelo visto só peca mesmo na parte onde você acaba com o monstro. Sua luta quase sempre é excepcional, mas você mata o monstro da forma menos adequada. Aliás você deveria no próximo treino pensar em um montro mais adequado para seu nível, novamente cometeu tal erro. Outro ponto que citarei é o fato de que você se feriu em batalha, mais em momento algum falou da dor, que deveria está sentindo.



♦ Organização da Postagem:

10/10

Como sempre sua organização foi ótima, deveria dar nove, pela falta de um template. Aconselharia você á procurar um. Fora isso ficou muito bom.


♦ Uso Adequado de Linguagem:

14/15

Só dei cuartoze pois usou alguns termos inadequados como "ambrósia" na verdade se escreve "ambrosia" sem acento nenhum. Fora isso, tudo bem.


♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:

9/10

Só não fechei o quesito pelo fato de você não ter uma "boa finalização" para com os monstros, pense em uma forma mais interessante e que use sua s habilidades.

♦ Capacidade Descritiva:

25/25

Você descreve perfeitamente, nada para ser retirado aqui. Somente uma dica, descreva a dor a cada golpe, não tirarei ponto pois o ponto já fora descontado em outro ponto.



TOTAL DE EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA:

91XP


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Ellen Bergossi
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 05 Jan 2013, 23:43







TAGGED: Quíron
NOTES: 15-16:00 PM
CLOTHES: Aqui

XOXO KitKat@SA



Sumida e fraca

- Fraca. - falei para o meu espelho no chalé de Hades.

Eu não sabia o que estava fazendo. Com certeza o espelho não era encantado para falar conosco, mas era assim que eu me sentia: fraca. Já não treinava fazia um bom tempo e estava começando a ficar meio sedentária.

Suspirei e então coloquei meu anel duplo de caveira no dedo. Olhei-o e me senti forte só de pensar em quantos monstros matara com ele. Também peguei minha adaga de bronze, afinal, era sempre bom ter reservas e eu, por ser magra e bem frágil, sempre fora melhor com adagas. Além do meu colar, que já descansava no meu pescoço, claro.

Suspirei e então me dirigi para a arena. Alguns campistas já estavam lá, afinal eram três da tarde. Estava quase chegando na arena quando senti movimento atrás de mim.

- Olá, Ellen. - disse Quíron.

- Oi, Quíron, e aí? - perguntei apaticamente.

- Estava sumida dessa área, estava quase pensando em ir lhe chamar para uma conversa. Você só vivia treinando. - ele disse caminhando ao meu lado.

- Sabe como é, uma hora a gente cansa. - dei de ombros.

- Bem, acabamos de capturar um monstro e tenho certeza que ele não vai lhe cansar. - ele sorriu - Aceita o desafio?

- Pergunta se os sátiros gostariam de reviver Pã. - sorri de volta.

Ele riu e então galopou para longe da arena.

- Guardamos os monstros mais perigosos aqui. - ele disse me levando para um espaço circular com uma porta dupla de madeira - Para que os campistas menos treinados não os soltem por acaso.

- Pode deixar comigo. - sorri para Quíron.

Eu estava parecendo bem mais confiante do que estava. Atrás das portas de mogno duplas não estaria um drakon, estaria? Eu não sou tão boa para isso. Não, se fosse algo do tipo, Quíron chamaria o Chuck.

Suspirei e então fui até a porta de mogno. O chão da arena era liso e de mármore branco então só tropecei uma vez em meus próprios pés. Ativei minhas adagas quando vi a tranca, mas não foi preciso. Quíron então abriu a porta e sumiu.

"Ah, cara!" foi tudo o que eu consegui pensar. O escorpião que saía das portas era maior do que um cão infernal adulto. Tinha o tamanho do chalé de Hades, qual é, covardia! Tudo bem, concentração. Foco. A carapaça dele era negra e parecia resistente. Ponto a menos para mim.

Como diabos se derrotava essa coisa? Brechas. Brechas, brechas, brechas. Epa, a quanto tempo estou pensando? EPA!

Corri para longe enquanto o escorpião tentava me acertar com suas pinças. Como sempre, tropecei no caminho, caindo deitada. Espera, aquilo ali na barriga dele seria... ARGH!

O escorpião quase me acertara com sua cauda dessa vez! Eu grunhi e então ativei meu colar. Ataquei repetidas vezes o monstro sem a menor piedade, lhe furando os olhos e enfiando minhas adagas em sua carapaça.

Normalmente, nessa altura do campeonato, ele já estaria morto, mas não. E o efeito do colar passara... Escorpião maldito. Ele estava começando a avançar de novo então eu saquei minha adaga de bronze.

Tudo bem, eu tenho: uma adaga de bronze, poderes de Hades. Ele tem: uma carapaça indestrutível, pinças e uma cauda venenosa. Tudo bem, vamos lá. Corri para o escorpião na esperança de consegui mergulhar e acertá-lo na barriga, mas ele quase me acertou com a sua cauda.

Em plena corrida, a cauda dele estava indo direto para a minha cabeça quando eu girei para o lado e me agachei. Deuses, obrigada pela minha experiência em esquiva.

Eu não poderia acertar sua barriga nunca! Não sozinha... Espera! Sorri para o bicho que avançava e soltei um grito de fúria. Dois cães infernais saíram das sombras e avançaram contra o escorpião. A luta era feia.

Claro que eu não pretendia matar o escorpião com os cães infernais, mas ainda tinha esperanças... Que foram acabadas quando o primeiro cão foi jogado longe. Agora eu tinha pouco tempo. Enquanto o escorpião se entrertia com o último cão infernal, eu corri.

Mergulhei no chão de mármore, me arranhando toda, mas consegui erguer minha adaga. Infelizmente, quando eu já estava quase na barriga dele, o escorpião resolveu dar um passinho para o lado. Fui acertada por uma de suas "pernas" na barriga.

Perdi meu fôlego. Sorte a minha que aquilo não era venenoso. Eu tinha certeza que o outro cão não duraria muito mais, então atirei minha adaga na brecha em seu estômago. O fôlego sumira e eu... Apaguei.

-X-


- Morra! - gritei me sentando e brandindo minha adaga.

Eu então olhei em volta. Nada de escorpião, só de Quíron. Bem, eu era uma semideusa, nada mais era tão estranho para mim. Aceitei numa boa. Olhei em volta e reconheci o lugar: enfermaria.

- Você fez uma luta e tanto. Perdeu energia. Quase perdeu seus itens também, mas nós os retiramos da carcaça do escorpião.

- Então eu ganhei? - perguntei sorrindo.

- Claro. Sabia que ganharia. - Quíron sorriu de volta.

- Eu não. - suspirei.

- Confie mais em si mesma. - ele riu - Vou te deixar aí... E a propósito... Foi um treino muito interessante de se ver, garota.

Eu sorri ainda mais.

- Obrigada, Quíron.

Ele saiu e eu desativei minhas adagas, as recoloquei em minha mão e deitei. Tinha a barriga enfaixada e vários arranhões pelo corpo. Talvez fizesse bem ser mimada um pouco mais aqui. Suspirei e me espreguicei na cama macia. Cansada, voltei a dormir.

Poderes Usados:
 

Itens Levados:
 

Perícias Usadas (Inconscientemente ou não):
 


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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 05 Jan 2013, 23:57

♦ Ortografia:

10/10 pontos

Sua ortografia foi impecável. Continue assim. Parabéns.


♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:

28/30 pontos

Tudo foi ótimo e coerente, mas da próxima vez tente detalhar mais no conteúdo de ideias.


♦ Organização da Postagem:

10/10 pontos

Os parágrafos foram bem postos e cada ideia em seu devido lugar. Parabéns.

♦ Uso Adequado de Linguagem:

14/15 pontos

O uso das gírias te atrapalhou um pouco, mas fora isso. Obteve um bom trabalho.


♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:

9/10 pontos

Uso muito bem suas armas, mas senti falta de uma variação. Você possui muitas habilidades... Pense em usá-las.


♦ Capacidade Descritiva:

23/25 pontos

Você descreeve muito bem. Mas aconselho que detalhe mais a luta, deixando a mesma mais emocionante.


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Ferb F. Sieghart
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 06 Jan 2013, 10:44




Combate à monstros - 08 - 09 hrs AM


O chalé de Hefesto era tão confortável que aquela jovem prole de Hefesto já começava a ponderar a ideia de estabelecer-se definitivamente naquela curiosa colina, denominada de “Colina Meio-Sangue”. O garoto não falava isso por causa das camas macias e confortáveis, mas sim pelas pessoas que lá habitavam. Muitas delas. Algumas até se pareciam com o rapaz, tanto no modo de pensar quanto no de agir, tanto que Ferb deixou sua timidez e insegurança de lado por alguns instantes para tentar criar algum laço de amizade com os habitantes de seu chalé. Talvez a pessoa que mais se simpatizou com a garota foi a atual conselheira do local, Alice Bennet.

A monitora sorriu ao ver o recém-chegado levantar-se logo pela manhã e deixou os cumprimentos de lado, se antecipando para apresentar o cronograma daquele dia para o seu irmão. Isso deixou Ferb um pouco confuso. Estava em duvida se ela estava fazendo aquilo por pura obrigação ou se queria novamente ser gentil com ele. O filho de Hefesto somente obteria aquela resposta com o passar do tempo, obviamente.

Você é diferente de seu irmão. – Começou a falar ela, enquanto um pequeno riso escapava por seus lábios – Ele ainda está dormindo, não? Enfim... Agora são Sete e cinquenta e cinco da manhã. Eu recomendaria que tomasse um café da manhã lá no refeitório e logo depois fosse treinar um pouco na Arena. Pelo que Quíron me informou a partir das oito horas estará acontecendo um treino de combate à monstros, creio que seja uma bela oportunidade para que você treine e ganhe prática com as suas armas. – Terminou ela, apontando para o bracelete no braço esquerdo do garoto e para a caneta de cor vermelha presa à sua cintura – É só aperta-las, tudo acontecerá num passe de mágica. – Por fim a garota sorriu e se virou lentamente de costas.

Obrigado. – Falou o garoto, enquanto olhava a sua irmã sair pela porta principal do chalé, então, poucos segundos depois ele resolveu fazer o mesmo. Rumando os seus passos na direção do refeitório e posteriormente para a arena.

[...]

A boca de Ferb estava completamente cheia por um enorme pedaço do sanduíche que o mesmo havia pegado no refeitório que o mesmo não conseguia falar nenhuma palavra, apenas observava aquela magnífica construção em formato circular, era como um estádio de futebol. As arquibancadas estavam praticamente vazias, com um pequeno grupo de semideuses amontoados em um canto qualquer. O filho de Hefesto ainda continuou estudando o local e jurou ter visto em algum momento uma criatura olhando em sua direção com as suas centenas de olhos azulados.

O que será aquilo? – Perguntou para si mesmo. Imerso nesse mar de curiosidades sobre o mundo novo que surgia para si, Ferb olhou para a aglomeração de garotos e garotas filhos de deuses – alguns carregavam consigo diferentes tipos de armas, fazendo com que o filho de Hefesto se perguntasse como eles haviam conseguido as mesmas e se elas haviam algum poder mágico. O semideus fechou então seus olhos e nessa pequena fração de segundo tudo aconteceu.

A distração de Ferb fez com que o mesmo não notasse a aproximação de um inimigo vindo do sul, apunhalando-o de forma brutal pelas costas. O impacto entre a mão do monstro e o corpo do rapaz foi tanta que o mesmo foi arremessado por, pelo menos quatro ou seis metros de distância, até que seu corpo tocasse o chão coberto por poeira e rolasse mais um metro. O rapaz se pôs de pé rapidamente e olhou para a direção de onde foi atacado há poucos segundos atrás. O filho de Hefesto, então, respirou fundo e levou uma mão a sua cabeça. Estava atordoado e com a visão levemente escurecida. Logo, o garoto começou a visualizar pequenos pontinhos coloridos, que aos poucos iam se expandindo e formando a imagem da Arena.

Quando a visão de Ferb finalmente regressou, o mesmo pode ver um homem com mais ou menos dois metros de altura avançando enfurecidamente em sua direção. Sem muito entender o que estava acontecendo, levou sua mão direita na direção de sua cintura e retirou de lá a sua caneta vermelha e no exato momento em que retirou o utensílio de sua cintura, saltou para a esquerda. Como uma bola de futebol chutada com extrema força, aquela estranha figura passou voando no exato local onde o filho de Hefesto esteve há poucos milésimos atrás. Um suspiro de alívio escapou pelos lábios do garoto naquele instante, havia acabado de livrar-se da morte, porém o combate havia acabado de começar e ele teria de confiar em seus instintos e não na sorte para conseguir sair dali com vida.

Estranho. – Falou o ruivo com um sorriso provocador em seus lábios – sabia que provocar o inimigo era errado, porém ele não conseguia mais se segurar – Achei que um monstro tão alto e forte como você saberia atingir alguém com eficácia em qualquer situação. – Terminou, enquanto pressionava o seu dedo sobre a tampa de sua caneta vermelha.

O monstro fechou seus olhos e quando voltou a abri-los olhou de forma intimidadora para Ferb – que naquele momento já havia conseguido ativar ambas as armas que havia trazido consigo para arena – e diferentemente da primeira vez ele não avançou de forma furiosa, apenas continuou fitando o garoto enquanto balançava a sua arma no alto. Agora ele parecia querer brincar um pouco antes de degustar o seu jantar. O filho de Hefesto fechou seus olhos e tomado pelo medo, colocou o escudo à frente de seu corpo e esperou novamente o próximo ataque.

A criatura deu dois enormes passos na direção do semideus, fazendo com que o mesmo fechasse novamente seus olhos e se escondesse um pouco mais atrás de seu escudo. Ferb pode sentir os passos pesados do monstro aproximando-se rapidamente de si, o braço direito do lestrigão que segurava a clava estava erguido e pronto para desferir um golpe na direção do filho de Hefesto, porém poucos segundos antes disso acontecer o escudo que o mortal usava em seu braço brilhou, prejudicando a visão do monstro, este ultimo por sua vez soltou a sua arma e levou ambas as mãos na direção de seus olhos, queixando-se de algo.

Agora. – Falou Ferb, piscando seus olhos.

O garoto do chalé de Hefesto brandiu o seu sabre de bronze celestial. O aço brilhou a luz do Sol e foi nesse mesmo momento que o garoto desferiu o primeiro golpe de toda sua vida, o golpe foi efetuado com determinação, porém não surtiu o efeito desejado. O lestrigão conseguiu desviar-se a tempo, de modo que a lâmina bronzeada atingisse apenas uma pequena parte de sua perna direita, em vez de sua coxa. O monstro, obviamente, aproveitou a pequena falta de atenção de Ferb para contra-atacar o mesmo. Desta vez não teve erros, o tacape de madeira que a criatura segurava acertou com força o lado direto das costelas do rapaz fazendo com que o mesmo caísse no chão, choramingando de dor. Antes de fechar seus olhos o semideus viu um sorriso irônico formar-se nos lábios daquele monstro.

O sorriso do lestrigão irritava a prole de Hefesto profundamente e ele resolveu usar todo aquele sentimento negativo a seu favor. Mesmo com dores por diversas partes de seu corpo, o garoto levantou-se com um pouco de dificuldades e empunhou novamente a sua espada em mãos, aproximou-se agora com cautela do monstro, que apenas girava o seu bastão no ar preparando para dar o golpe de misericórdia. A criatura voltou a rir e desta vez mirou o seu tacape na direção da cabeça de Ferb e sem muito esperar efetuou o seu golpe, porém desta vez o garoto foi mais esperto do que havia sido anteriormente, antes de ser acertado ele levantou o seu sabre e fez com que a lâmina de sua arma se chocasse contra o pedaço de madeira que o outro monstro levava consigo. O resultado daquela vez não poderia ser outro. O tacape dividiu-se em dois e ambos os pedaços foram parar no chão.

E agora? – Perguntou rapidamente Ferb, enquanto tentava golpear novamente o monstro, que novamente não teve muita dificuldade para desviar-se. O monstro tentou contra-atacar, mas o rapaz estava com os seus sentidos aguçados e antes de ser atingido pelos punhos do Lestrigão, agachou-se e viu surgir ali à única oportunidade de matar o monstro, pois o mesmo havia deixado de proteger o peito enquanto havia efetuado o soco contra o rapaz. Ferb sorriu e sem muito demorar fincou a sua espada de bronze celestial no coração da criatura. Logo em seguida o jovem fechou seus olhos e caiu desmaiado no chão da Arena.


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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 06 Jan 2013, 11:09

♦ Ortografia:

7/10 pontos

Em quesito de ortografia você não se saiu tão bem, você trocou muitas vezes o gênero, em um momento chegou a se próprio chamar de garota, repetiu os termos e não teve uma concordância nominar e verbal coerente.


♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:

20/30 pontos

Você optou mal na escolha do monstro, seu level não é coerente para o lestrigão, e a organização foi muito prejudicada. Lembre-se mesmo na arena você não começa uma luta sem aprovar a ideia e escolher o monstro, você narrou o contrário, disse que foi "do nada".


♦ Organização da Postagem:

8/10

Gostei da organização do post em si, só faltou evidenciar as falas com outras cores, e usar um template, assim o post ficaria mais bonito e daria um "ar" melhor. Causando a boa impressão.


♦ Uso Adequado de Linguagem:

10/15

Você repetiu demais os termos, e se confundiu em uma certa parte onde narrou uma fala seguido de outra fala com intervenção de um travessão, isso é um erro grave. Use uma linguagem mais amp
la.

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:

10/10

Gostei de como lutou, e da forma que conseguiu matar o monstro, mas temos que concordar que foi afetado por alguns pontos como seu level baixo, mas decidir não descontar já que os outros pontos foram descontados devidamente, e esse é um englobamento de alguns anteriores.


♦ Capacidade Descritiva:

22/25

Narre a luta com mais vida, e descreva melhor tudo até mesmo antes da luta, você esqueceu um pouco disso.


TOTAL DE EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA:

77xp

Código:

Obs - Não tome essa avaliação como uma crítica antipática, mas sim uma crítica construtiva para melhorar da próxima vez. Fica a dica do Senhor D.

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Dionísio
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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 10 Jan 2013, 20:06




For you, how much is a life worth?


Cursed Worm



One Fight
One Life



Um.

Estava no quarto olhando para cima, para o teto do chalé. Como aquele lugar era entediante.

Dois.

Quantos dias já haviam se passado dentro de meu confinamento?

Três.

Por que eu tenho que ficar aqui? Eu aprendi a sobreviver melhor do que qualquer acampamento pode ensinar.

Quatro.

Quatro... Esse era o número. Não o de dias que eu estava ali, eu não havia me preocupado em contar. O que o quatro significava para mim? Nada na verdade. Não agora. Não ali. Para alguém, em outro momento e em outro lugar, o quatro vai ter um significado muito grande, mas não para mim.

“Já chega de ficar na cama.”

Forcei-me a sair daquele lugar quente, o mais aconchegante daquele acampamento que Quíron quer que eu chame de lar.

”Talvez seja o lar para alguém, não para mim” pensei

Meu lar? Lar não é uma palavra que eu conheça. Um apartamento em Nova Iorque que ganhei alguns anos atrás pode ser o mais perto disso que tenho, mas é mais uma parada para descanso do que qualquer outra coisa.

Havia uma Arena aqui, talvez pudesse ser divertido.

O que eu tinha para um combate? Minhas armas costumeiras haviam sido confiscadas por Quíron, só me sobravam uma adaga que havia recebido do acampamento, uma espada que recolhi de um inimigo morto, “presentes” de Melinoe...

“Melinoe me dando presentes... Eu encaro isso mais como um pagamento pelo que ela me fez” penso com desdém. Ouço de muitos campistas reclamações sobre seus pais e mães que os abandonaram, e eu queria realmente que fosse assim.

Primeiro de tudo foi meu olho. Meus olhos não eram vermelho sangue quando nasci, eram castanhos, mas Melinoe achou que eram mais interessantes olhos vermelhos e, uma coisa que posso garantir com toda certeza do mundo é que não foi uma coisa muito calma, ou indolor.

Outra eram as aparições.

Melinoe invadia minha mente e eu não sabia mais dizer o que era real e o que não era. Sua voz ecoava em minha mente, impedindo que eu pensasse. Isso tudo era muito divertido para ela, eu era seu boneco, seu boneco vivo.

Com o anel na mão direita e a braçadeira na mão esquerda, eu me sentia quase desarmado. Com relutância, coloquei a espada na cintura, do lado esquerdo, para que pudesse ser empunhada com a mão direita, fui em direção da Arena.

A Arena era uma Arena comum, pelo que pude perceber, no estilo antigo, feita de mármore, chão de terra, duro o suficiente para se manter firme, mas não tão ruim para cair. Deviam ser 11hs quando cheguei, um punhado de outros campistas esperava junto à mim.

Depois de alguns minutos esperando, fomos levados para escolher nossos oponentes em espécies de cardápios, o que achei particularmente divertido. Depois de escolher por algum tempo, solicitei um monstro que não olhei o nome, de nível baixo, para ter uma base do que era aqui.

Quando entrei na Arena e olhei meu adversário, não pude deixar de sorrir. Era patético.

Eu havia escolhido uma espécie de lagartixa gigante. Um monstro hibrido, verde, com um longo pescoço e cauda, com mais ou menos a minha altura. Ele usava um peitoral de ferro, um capacete oval também de ferro, um pequeno escudo e uma espada curta de bronze.

Ativei meu anel e meu escudo, aquilo não ia demorar.

O anel se transformou em um açoite e a braçadeira em um escudo. Coloquei-me em posição de defesa, mas era visível o medo da criatura. Eu não podia culpa-la afinal, meus olhos não eram exatamente atraentes. Mas não parecia ser isso... Sim... A bênção de Thanatos... Um ceifador irradia medo, deve ser isso.

Seguindo ordens de treinamento, a criatura atacou.

Ele avançou, tentando uma estocada na esquerda, na altura da minha cabeça. Abaixei-me levemente, dobrando os joelhos e ergui o escudo, neutralizando o golpe. Com o açoite, atingi seu corpo logo abaixo do peitoral, mas devido à curta distancia, apenas cortes superficiais foram feitos.

Com movimentos rápidos, afastei-me alguns passos da lagartixa e ergui o açoite, tentando um golpe melhor. A criatura ergue o escudo de bronze, defendendo com perfeição o golpe. Recolhi a arma e tentei um novo golpe, desta vez debaixo para cima.

Ele ergueu a espada e enrolou o açoite nela, puxando logo depois. Tomado pela surpresa, acabo tropeçando nos próprios pés e sendo arrastado contra meu adversário, que me atinge com um golpe de escudo no rosto.

Sinto a dor do golpe explodir em meu rosto, a medida que sou jogando na direção oposta. A esta altura o açoite já se soltou e eu vou cambaleando para trás.

Eu tive tempo apenas de dar um passo para trás, e isso salvou minha vida.

A lagartixa tamanho família havia avançado e tentado me partir em dois com um corte diagonal da direita para esquerda, de baixo para cima. Senti o tecido da minha fina camisa branca sendo rasgado, líquido vermelho voando pelos ares e a sensação de roupa molhada invadiu meu corpo.

Cambaleei para trás, com a mão no ferimento, não havia sido fatal, mas não gostei nem um pouco de recebe-lo.

- Maldito – disse, irritado.

A criatura sibilou e avançou.

Parei-o com um ataque do açoite, lateral, da esquerda para a direita que atingiu sua cabeça, derrubando o elmo tosco que “protegia” sua cabeça. Ele parou enquanto um líquido verde e gosmento saia de um pequeno corte em seu rosto.

Continuei com a sequencia de golpes furiosos em sua direção.

Golpes de cima para baixo, de baixo para cima, de um lado para o outro faziam com que meu adversário mal pudesse se defender dos golpes. No entanto senti meu ferimento doer e vacilei durante um dos golpes, abrindo uma brecha para que ele prendesse o Açoite com a espada.

Olhei para meu adversário com meus olhos cor de sangue, eles estava acabado. Seu peitoral tinhas arranhões enormes, havia cortes enormes por seu corpo, coberto de sujeira e gosma verde, ele estava cansado, quase pedindo com os olhos para acabar logo com aquilo.

Ele puxou a espada para trás e eu acabei deixando o açoite escapar, mas eu ainda tinha um truque na manga, guardado para o final. Coloquei-me em posição de defesa e disse, baixinho:

- Grite – um forte som é emitido do escudo para frente, atingindo em cheio a lagartixa, que cai de joelhos, comas mãos nos ouvidos, atordoada.

Eu retirei a espada e avancei.

Sangue verde voou para todos os lados.

Com a espada, eu perfurei o corpo de meu adversário logo abaixo do peitoral, atravessando-o. Gosma verde estava para todos os lados no chão, na espada e no corpo da criatura, que agora tremia, em um misto de dor e alivio.

Mas aquilo ainda não era suficiente.

Dois movimentos.

Uma cabeça ao chão.

Com movimentos rápidos, retirei a espada de seu abdômen e cortei seu enorme pescoço, que estava parado ao meu lado. Desgrudando-se com dificuldade, preso à gosma, a cabeça caiu lentamente no chão, enquanto ele desaparecia em pó dourado.

Limpei a espada com um pano que encontrei ali, assim como meu ferimento que não parecia tão feio assim. Enquanto saia da Arena, não pude deixar de fazer um último comentário:


- Patético





Poderes Utilizados:
 

Armas Utilizadas:
 

Observações finais:
 







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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 11 Jan 2013, 09:25


♦ Ortografia:
Spoiler:
 

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:


Spoiler:
 

♦ Organização da Postagem:

Spoiler:
 

♦ Uso Adequado de Linguagem:

Spoiler:
 
♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:

Spoiler:
 
♦ Capacidade Descritiva:

Spoiler:
 

EXPERIÊNCIA TOTAL ADQUIRIDA:

93xp




Atualizado, +3 hp/ mp

A alma apenas não foi adicionada pelo açoite não estar em contato com o monstro - você teria que ter dado o golpe com ele ou usado a arma para prender o monstro. Corrigiremos a explicação para evitar dúvidas, mas monstros mortos em treinos também valem na contagem - a menos que seja incoerente ou excessivo, como um Filho de Melinoe nível 1 contra um exército. Desculpe-nos pelo transtorno.

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Lilian Froze
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 11 Jan 2013, 21:36




blood... i need...

BLOOD!




Mais um baque surdo na janela do chalé de Nêmesis... Eu estava tentando dormir depois de um dia fugindo de Peter, o filho de Hermes que, por algum motivo desconhecido por mim, decidiu virar a minha sombra.

Minhas mãos estavam apertando o lençol da cama... Eu estava tendo esses tiques há um tempo e eu sei porque. Desde a minha entrada no acampamento, a única coisa viva que eu fiz sangrar foi eu mesma, no meu único treino. A abstinência tomou conta de meu corpo como uma avalanche enche tudo de acordo com a sua vontade.

Suava frio.

Eu... Precisava ver o vermelho.

Saí da minha cama, indo me certificar que Stefan estava dormindo... Felizmente, ele parecia uma pedra. Sorri para mim mesma, indo buscar meu mangual e o manto. Encarei o broche em forma de balança por alguns segundos, decidindo colocá-lo, caso algo desse errado. Vesti o manto e coloquei o magual em forma de pulseira.

Passei despercebida por meus irmãos, indo para a noite fria. Antes de me retirar do chalé, vi que eram 19:50... Teria, mais ou menos, uma hora para ter meu precioso rubro.

Cheguei à arena ansiosa. Corri para a parte de treino de combate à monstros. Sem Stefan no caminho, ninguém irá me encher o saco. Tomei uma parte da arena para mim, o fogo ardente da abstinência estava me deixando mais impaciente do que nunca:

Precisa de ajuda, campista? – era um sátiro.

Uma harpia.

Foi o que saiu de minha boca, quase em um tom gaguejado. Ele entendeu e logo foi abrir uma das poderosas portas da arena. Pude ouvir a ave gritar de excitação ao perceber que seria solta, fazendo-me sorrir maliciosamente... Seria uma boa luta.

A Harpia saiu voando de sua prisão, diretamente para mim. Fiz a pulseira voltar a ser mangual, colocando a mão que o segura para trás. Quando ela estava chegando, impulsionei minha mão para cima e para frente, ao mesmo tempo, com um movimento conjunto de ombro e braço. Senti o impacto do corpo dela contra a minha arma, ela berrou de dor continuando no mesmo destino, enquanto eu fazia força para frente.

Eu... Estava... Coberta... De...

Sangue.

Sangue! Sangue!

Virei-me para ela, podendo ver ela se aproximar, raivosa. O cheiro de sangue era puro ecstasy. Sentia o meu corpo borbulhar de prazer.

Sorri, acertando ela loucamente. Meus movimentos eram muito rápidos (eu nunca iria pensar que conseguia fazer algo como aquilo...) e eu ignorava as dores, afinal, quanto mais eu a acertasse, mais de minha droga eu teria. A Harpia se afastou, provavelmente querendo calcular o que fazer.

Para retarda-la fiz o manto virar asas e tomei certa altitude, sendo seguida pela criatura. Talvez por estar em seu ambiente, ela me atacou com mais velocidade, conseguindo ferir meu braço. Urrei de dor, abrindo os braços enquanto virava para ela. Concentrei-me e, com coragem, joguei meus braços para frente, fazendo as penas irem para a Harpia.

Por serem muitos objetos contra ela e por ela estar ferida, todas as penas a atingiram em cheio, fazendo movimentos graves. Esta começou a cair, talvez ainda viva, talvez ainda morta. Para ter certeza – e por puro divertimento –, dei um rasante em direção da Harpia, atingindo sua cabeça com muita força.

Caímos no chão produzindo um baque estrondoso... Eu não devo ter morrido só porque aquele bicho estava logo embaixo de mim. Como eu estava em sua barriga, eu fiquei em cima de muito sangue. Comecei a rir, um riso estridente... Viciado.

Eu estava tão vidrada em todo aquele sangue... Tanto vermelho ao meu alcance (causado por mim, principalmente), que nem percebi que uma das garras da Harpia estava enfiada próxima do meu quadril. Só fui perceber quando o sátiros foram me tirar de lá, alguns me chamando de maluca, doente.

Oras, eu não sou maluca, nem doente...
Sou viciada. Sou amante.

De sangue.

Armamentos Usados/Levados:
 



TAGGED: Stefan, Satyr & Son of Hermes. WEARING: dark robe and camping clothes. NOTES: none

• by Mari from OPS!&TdN

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Mnemósine
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sex 11 Jan 2013, 22:56

♦ Ortografia - 10 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 27 pontos

♦ Organização da Postagem - 10 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem - 15 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes - 8 pontos

♦ Capacidade Descritiva - 22 pontos

Nada a falar de vocabulário, ortografia e organização - nesse ponto, nada que comprometesse a leitura do texto. Só pecou um pouco nas descrições - não deixou claro o golpe final e a queda de ambas - se a harpia reagiu ou se simplesmente foi uma falha no vôo. Os poderes poderiam ser usados/ descritos - apesar de ter feito ótimo uso do seu arsenal, mesmo sem ter efetivamente utilizado a armadura. Parabéns!

Total = 92 + 3 hp/mp

♦ Avaliada e atualizada ♦

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“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
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Pedro Neuhaus
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 06 Fev 2013, 21:38

Estar na arena me trazia uma sensação de conforto, fazia uns três dias que eu não a frequentara. Estava com uma quantidade boa de semideuses. Como eu não curto aglomeração, ela estava em perfeito estado.
— Vamos ver... você! — recitei apontando para um cão infernal preso a uma estaca de ferro presa ao solo da arena.
O cão estava em um estado raivoso. Hesitei em combatê-lo, mas lembrei de que já enfrentei coisas bem piores.
— Vamos cãozinho, o que você pode fazer? — perguntei e sorri em seguida, desdenhoso. — Pode liberta-lo — falei para um dos auxiliadores do treinador que se encontrava do lado da estaca e logo em seguida me preparei.
— Ta bom. — Sem nenhum esforço, o cara fez com que a corrente que pendia o cão, arrebentasse na base e o cão, veloz, correu até seu alvo desorientado, eu.
Teria de pará-lo o quanto antes, o cão vinha muito rápido. Minha sorte foi ter levado Avalanche, meu anel-auxílio.
Ativei o anel e levantei o punho, fiz um movimento como se fosse socar a criatura. Do anel, ondas de no mínimo dez centímetros interromperam o ataque do monstro, fazendo-o parar.
Desembainhei a adaga da cintura e o feri. O cão rosnou e voltou a avançar.
Não era fácil para mim, mais treinado com o arco, combater um monstro como aquele. Porém, eu deveria treinar. Afinal, para um semideus, quanto mais treinado, melhor.
Esperei que o cão se aproximasse, segurei a adaga com as duas mãos e a levantei. Planejava acertar seus miolos.
— AGORA! — gritei e desci a adaga na direção do cérebro do monstro, aliás, não acreditava na possibilidade de ele ter um.
Infelizmente minha tentativa não foi bem sucedida, o cão conseguiu me ferir na barriga e acabei caindo. Eu e a adaga.
E agora, o que fazer? O monstro estava perto demais, eu não tinha nenhuma opç...
— O manto! — O moletom que eu usava era mágico, como eu pude ter esquecido ele? Ainda caído no chão, ativei-o.
Cobri-me com o mesmo e me levantei, bem no momento em que o monstro me acertaria outro golpe com suas garras afiadas, logo, saí de sua frente. O cão ficou confuso e hesitou, farejando o ar a sua volta.
Corri para um pouco longe dele e preparei uma flecha no cordel do arco. Atirando-a logo em seguida.
A flecha zuniu pelos ares e acertou bem o centro da face da criatura. E assim, puf, o cão explodiu em pó. Negro como petróleo.
Saí da arena exausto e encabulado, chateado por ter usado arco e flecha. Precisaria de muito chocolate quente e Alice para melhorar meu humor. Não estava me importando com a dor que sentia na barriga arranhada. Sangrava um pouco, mas eu tinha um pouco de nécta guardado, me ajudaria e logo, logo eu estaria curado.
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Thanatos
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 06 Fev 2013, 21:50



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Ortografia - 6/10
Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 20/30
Organização do post - 10/10
Uso adequado de linguagem - 15/15
Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 4/10
Capacidade descritiva 10/25


TOTAL=65xp


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Billy Havely
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 07 Fev 2013, 00:23

Havia chegado lá, depois de ter dado uma passada no meu chalé para pegar minhas adagas de ladino e meu chapéu da ocultação, os portões da arena estavam abertos, exatas 1 hora da tarde, havia alguns campistas treinando por toda a arena, sem medo, sigo em frente animado e disposto.
Olhei para os portões internos da arena, vi um no canto extremo direito, que tinha escrito "Para Semi-deuses iniciantes", transformei meu broxe em adagas, ativo meu chapéu e a habilidade de invisibilidade das minhas adagas, fico ao lado do portão da besta, e o portão abre.
Uma harpia de pelugem amarelada sai voando apressadamente para fora, ela parecia não me notar, seguia voando em direção ao portão aberto (que provavelmente teria uma barreira mágica), apago minha presença levantando voo com toda descrição possível, estava acima dela, a certos 7 metros, desço rapidamente aplicando um golpe em "X" nela, que fez um movimento brusco e esquivou, mas ainda sim deixando um corte profundo na sua asa esquerda, graças a minha agilidade, consegui mudar a posição da queda, caindo agachado, e como sempre tenho "sorte", a harpia machucada perde o equilíbrio do voo caindo sobre mim, o impacto foi forte, aquela coisa deveria pesar pelo menos uns 70 quilos, juntamente com a velocidade, sinto meu tórax quase ser esfarelado pela galinha gigante, mas ela também sofreu lá seus danos, mas ela se recuperou rápido, e ao ver que eu havia amparado um pouco da sua queda, se virou e começou a me bicar:

-AI, sai galinha nojenta, sai de mim !
Berrei, até que a Harpia pressentiu meu medo, e tentou dar um golpe final com uma estocada forte de bico, esquivo o máximo meu corpo para o lado, mas a galinha não permitiu muita locomoção, mas eu sou pequeno e ágil, e ao invés do pescoço, ela me atingiu no ombro, com muita dor, senti ela beliscando minha carne, prestes a puxa-la, minhas forças vieram, não queria perder meu braço, nem parte dele, dou duas fortes cotoveladas na cabeça dela, que solta meu braço, levanto meu pé direito até meu próprio peito, colocando entre mim e a Harpia, e jogo ela para trás, com as lágrimas de dor se misturando ao ódio, apertei ainda mais forte o cabo das adagas, aproveitei o momento em que a Harpia machucada tentava se levantar, cravei a adaga direita direto em seu ombro, cravo a esquerda em suas costas, fazendo um apoio para iniciar varias perfurações com a adaga direita no mesmo ponto, coloco a adaga direita no pescoço dela, puxando a esquerda, fazendo outro corte em "X" arrancando sua cabeça e transformando em Pó, a última imagem que tive foi de alguns campistas correndo até mim, e desmaio.

equipamentos usados:
 

poderes:
 

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 07 Fev 2013, 00:39



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Pode melhor, Billy. A ideia do seu treino foi boa, mas você podia ter apostado mais nos detalhes para que não ocorra tudo as pressas e fique um tanto confuso. Quero chamar atenção ao último parágrafo, umas vez que você não utilizou nenhum ponto final para uma pausa grande, o que deixou ele cansativo e de difícil entendimento. Sugiro também que você deixe um espaço entre os parágrafos, pois isso melhora a organização. Continue assim, acredito no seu potencial!!

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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 07 Fev 2013, 20:46


Killing a Monster | Training

# Post 139;
# Feito às Pressas q;
# Alicia | Filha de Afrodite;
# Acampamento Meio-Sangue;
# Com Dracaenae q

Lá estava eu, andando pela arena. Minha mão doía de tanta força que eu usava para segurar meu chicote. Eu estava nervosa. Por alguma razão, havia deixado o escudo no chalé, tendo trago apenas meu chicote e meu arco celestial, que ainda estava em seu estado passivo.
Estava esperando minha adversária aparecer. Distraída, via o chicote me seguir, para onde quer que eu andasse e então, ouvi um grasnado, que machucou meus ouvidos. Uma filha de Afrodite! Masss que ssssurpresa desagradável! Rolei os olhos, tentando aparentar ter o pouco de coragem que me restava. O monstro era realmente horrível. Em suas mãos, havia uma lança e no lugar de suas pernas, haviam duas caudas.
Uma dracaenae, obviamente. A mesma avançou lentamente, como se esperasse por um ataque de minha parte. Até parece. Pensei que aquilo duraria para sempre, mas estava errada. Antes que eu pudesse fazer algo, fui atacada. Aquilo movimentava-se mais rápido do que eu havia imaginado. E logo, mesmo desviando de seu ataque, eu ganhara um corte no braço.
Recuei, segurando o braço esquerdo contra o corpo. Estava doendo e ardendo, mas tentei ignorar a dor. Estalei o chicote no chão e quando o monstro atacou novamente, uma chicotada foi dada por minha parte.
Ela soltou um grito de dor. Claro. Os espinhos que continham no chicote não ajudavam muito. Para ela, obviamente. Recuou, mais cautelosa. Eu podia sentir seu olhar sobre mim, fixando-se no braço incapacibilitado.
Eu tinha que me segurar para não gritar de dor, ou gemer. Qualquer opção iria me denunciar, mostrar que no fundo, eu era uma fraca.
E quando investiu, eu estava pronta. Rapidamente, peguei meu arco e o utilizei, soltando uma das flechas em sua direção. Estava perto demais. E logo, uma espécie de poeira caiu sobre mim.
Eu havia... Ganhado? Era isso mesmo? Ainda atordoada demais para qualquer coisa, senti que a energia esvaía-se de mim, me deixando mais fraca, mais vulnerável. Suspeito que adormeci antes de cair ao chão.

Perícia com chicotes:
 
Itens Utilizados:
 


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Thanatos
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 07 Fev 2013, 21:14



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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 09 Fev 2013, 14:28


{
}
Stand up
You've got to manage
I won't sympathize
Anymore
Slayer of monsters!


Treino Matutino ~ 10: 00 ás 11:30~
Com~ Duas dracaenae~

A filha de Hades havia despertado de seu sono, e não demorou-se a dar inicio a sua higiene matutina. Mesmo que preferisse, trocaria o dia pela noite, onde tinha mais vantagens, Lucy resolveu despertar mais cedo. Logo, vestia seu jeans escuro, camisa laranja do acampamento e coturno. Prendia seus cabelos em um rabo de cavalo, deixando-a livre de qualquer preocupação. Empunhou suas adagas gêmeas de ferro estígio e se dirigiu a saída do chalé. Para sua sorte, o tempo encontrava-se fechado. Nuvens pesadas preenchiam o céu, impedindo que o sol iluminasse os perímetros do acampamento.

Em passos firmes e rápidos, a prole do deus do submundo encontrava-se á caminho da arena, pronta para seu primeiro treino. Logo, Lucy adentrou na arena, que sua sorte, jazia um tanto vazia, com um número pequeno de campistas. A maioria devia estar se arriscando em missões perigosas. Lucy perguntava-se quando seria sua vez, no entanto, chegara a hora de focar em seu treino. Um instrutor alto e loiro caminhava em direção a garota. aparentando estar um tanto desapontado. Lucy achava que se tratava de um filho de Apolo, descontente com o tempo. - Olá, jovem campista. - A prole do deus do submundo deu de ombros, indiferente.

- Olhe, só quero treinar. Me poupe as apresentações inúteis. - Respondeu a semi-deusa, girando uma de suas adagas em mãos. O instrutor nada disse, deixando Lucy para trás. Por alguns minutos, a filha de Hades achou que o rapaz havia desistido dela. Mas estava enganada. Duas criaturas encontravam-se presas em pesadas correntes de ferro. Duas mulheres reptilianas, com caudas esverdeadas invés de pernas. Duas dracaenaes pronta para lutar com Lucy. A filha de Hades apenas sorriu com o desafio, preparando suas adagas para o combate.

Os sujeitos que acorrentavam as criaturas as libertaram, distanciando-se em seguida. O instrutor se matinha as costas da semi-deusa, ainda, próximo a Lucy. - Divirta-se! - Exclamou ao longe, com um tom de sarcasmo. Aquilo, só fez o ego da filha de Hades se irritar. Seu orgulho deveria se manter, e a vitória conquistar. As dracaenaes não demoraram-se a atacar, disparando para a filha de Hades em seguida. Uma segurava uma lança, já a outra tinha um escudo consigo. Lucy investiu na primeira, que encontrava-se mais próxima. A mais próxima golpeou contra Lucy, as adagas da mesma encontraram-se com a da monstra, que causaram um ruído metálico ao encontrar-se com os metais. A prole de Hades investiu novamente, usando as duas adagas que empunhava.

A dracaenae urrou de dor, seus braços encontrava-se com cortes graves produzidos por Lucy, que por pouco, não fora lançada pela segunda criatura, que havia investido na mesma com seu escudo. As costas da semi-deusa latejaram, mostrando protesto pelo golpe levado. A prole de Hades não tinha escolha, deveria matar uma de cada vez ou acabaria sendo morta pelas duas. Lucy chutou a barriga da primeira dracaenae, com isso, acabou ganhando mínimo de tempo para contra atacar a segunda. Com suas adagas, investiu contra o escudo de ferro, que tilintava. Desviando da defesa da criatura, deu uma rasteira na segunda dracaenae, que sem escolhas caiu no chão. Sem pensar duas vezes, Lucy cravou uma de suas adagas no coração da mesma, que logo voltou a ser pó dourado.

Indignada, a primeira dracaenae soltou um grito de guerra, avançando em direção a filha do deus do submundo, com sua ira. A semi-deusa, agora mais desperta da batalha, avançou da mesma forma que o monstro, que golpeou Lucy com sua lança de ferro. Nisso, um corte pequeno e fundo fora provocado pelo golpe, a semi-deusa soltou um gemido de dor. Mais furiosa e objetiva, a filha de Hades cravou uma de suas adagas no busto da monstra, que igualmente, urrou de dor, assim como sua companheira. Lucy não esperou pelo golpe de resposta da dracaenae, disparando para as costas da criatura. A lança fora lançada no pé de Lucy, que por pouco, não fora atingindo pela arma. Com seu último golpe, a dracaeane deu adeus ao mundo mortal.

Com um sorriso nos lábios, Lucy observou a dracaenae voltar ao pó, empunhando suas adagas novamente. Fora uma batalha impressionante, claro que Lucy havia corrido diversas vezes, risco de vida. Mas com sua inteligência e capacidade de guerra, conseguiu a vitória na batalha. A semi-deusa encontrava-se satisfeita com seu trabalho, mesmo que o corte em sua cintura ainda ardesse. Esta, pôs a mão em seu ferimento, carregando as duas adagas com a mão esquerda. A garota deu um última olhada no instrutor, que dera um sorriso satisfeito para a garota. A filha de Hades caminhava em direção a enfermaria, e em seguida, descansaria no chalé de Hades.

Armas&Itens usados::
 

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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Sab 09 Fev 2013, 14:47



♦Hora da Avaliação!!!♦








♦Hora da Avaliação!!!♦




♦ Ortografia: 8/10

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias:
25/30

♦ Organização da Postagem:
10/10

♦ Uso Adequado de Linguagem:
15/15

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:
7/10

♦ Capacidade Descritiva:
21/25



Experiência Obtida em treino:

86xp

Atualizado


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Louise V. Williams
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Seg 18 Fev 2013, 18:57




TAG:Instrutor, CiclopeWEARING: Meu set lhendo =3; NOTES: Quarto Treino;
~13:00 PM ás 14:00 PM~ Treino de combate a monstros !

Jazia na cama de meu chalé, tinha que admitir, ele havia se tornado mais movimentado neste mês. Não tinha muita noção das horas, muito menos, dos dias. Mas contava os meses, para saber quanto anos havia se passado ali. Não tinha tanto tempo no chalé, e nem gostava de pensar quanto tempo ainda passaria ali. Era fim de tarde, poderia ter ir treinado mais cedo, no entanto, passara a manhã na praia e a tarde cochilando Vesti uma calça jeans e botas de cano médio. Peguei minha espada e escudo, as armas nas quais havia se acostumado. Não me demorei mais, e caminhei em direção a saída do chalé. O tempo era quente, mesmo que o sol ainda se punha no horizoente. O acampamento já estava desperto, os campistas já se dirigiam a suas tarefas, dando início a mais um dia monótomo e entendiante. Em apenas alguns minutos de caminhada, encontrava-me na arena, pronta para o meu treino. Avistei um instrutor de cabelos escuros e alto, como sabia? Bem, já o vira algumas vezes, os campistas sempre o procuraram.

- O que tem para mim?-Não me preocupei com saudações, meu objetivo era treinar e não arrumar novos amigos.

- Venha comigo.- Respondeu, apenas.

O instrutor me direcionou a ala leste da arena, me deixando sozinha por apenas alguns minutos. Esperei pacientemente. Com ele, havia um grupo de campistas, segurando correntes de ferro. Nestas correntes, um gigante de um olho só encontrava-se preso. Era um...Ciclope! Nunca os vira pessoalmente, e seria a primeira vez que lutaria com um. Logo, soltaram o monstro, que abriu um imenso sorriso feio ao olhar para mim, sua oponente. Já, ativava meu escudo, assim como minha espada. Era hora de lutar.

Empunhei minha espada, segurando-a com firmeza. Mantinha meu escudo defendo meu busto, evitando que tal parte de meu corpo fosse ferido. Avancei com agilidade em direção ao gigante, em passos firmes e rápidos. A criatura se agitava, seus braços encontravam-se em movimento constante, assim como suas pernas. Ele não possuía armas, talvez, esta fosse sua única defesa. Desviei de seus pés grandes, dando uma cambalhota para o lado esquerdo, encontrava-me atrás do gigante, próxima ao seu calcanhar. Desferi um golpe diagonal no calcanhar do ciclope, provocando um corte longo estendendo-se a sua coxa. O monstro vacilou por um instante, soltando um gemido de dor. Posicionei o escudo a minha frente, o que não evitou de ser lançada há alguns metros pelo gigante. Minha espada encontrava-se suja de sangue, limpei-a com a camisa do Acampamento, sem me importar de como a limparia depois. A criatura me olhou com seu único olho com um ar de desprezo, e extrema fúria. Agora sim, tinha sérios problemas pela frente. Ergui minha espada novamente, avançando novamente em direção ao gigante. O que não foi preciso, pois o mesmo disparou em minha direção.

Esquivei-me de sua perna, roçando minha espada no mesmo lugar. O ciclope tinhas seus punhos cerrados, direcionados a mim. Levantei meu escudo até minha cabeça, para me proteger de um soco. Houve um tilintar metálico, que soou em meus ouvidos, trazendo-me uma dor de cabeça repentina. Tentei ignorar o som, o que era bem improvável nas condições que me encontrava. Empurrei meu escudo para cima, fazendo-o bater contra o ciclope. Pulei para o lado no mesmo instante, com tamanha rapidez, cravei a lâmina de minha espada no pé do gigante. A tirei com a mesma rapidez, rolando para o outro lado. O gigante segurou seu pé com as duas mãos, pulando com uma perna só. Era minha vez. Levantei-me do chão terroso, ignorando a areia em meu jeans.

Disparei com a velocidade que pude para as costas do gigante, que ainda urrava de dor com o ferimento provocado no pé. Com impulso, pulei em suas costas, arremessando meu escudo para longe. O pegaria depois, depois de derrotar este ciclope. As mãos da criatura passaram por suas costas, seus dedos pegaram com firmeza em meu tornozelo, puxando-me para baixo. Segurei minha espada com firmeza, mantendo minha outra mão no farrapo sujo que o monstro trajava. Direcionei minha espada a seus dedos, provocando cortes profundos e pequenos. O ciclope largou minha meu pé, urrando mais uma vez. Não desperdicei o tempo que me restava, escalei as costas da criatura, segurando-me em seu trapo imundo. Firmei-me em seus ombros, desviando de sua mão que tentou me puxar pela cintura. Tinha uma estratégia em mente, era perigosa, arriscada, mas era uma chance única. Dei um pulo para frente, meus pés ainda se encontravam no ombro do monstro, no entanto, encontrava-me inclinada em seu rosto. Cravei minha espada em seu único olhos, esperando que isso o cegasse. Meu corpo caiu no chão de terra, minhas costas ardiam como nunca, porém, havia concluído meu objetivo.

O ciclope não urrava, e sim gritava de dor, suas mãos encontravam-se direcionada em seu olho, de onde caía um líquido negro. Era nojento de ver, e não tinha tempo para admirar minha obra. Evitei continuar a frente do gigante, novamente, iria atacá-lo de costas. Com minha espada, provoquei cortes verticais em seus calcanhares, provocando ainda mais dor no gigante. Este, se pôs de joelhos, brandindo suas mãos para os lados. Voltei-me a ficar a sua frente, esquivei-me de suas mãos agitadas, á caminho de seu peitoral. Acabou. Dei um último impulso, cravando, finalmente, minha espada em seu coração. Houve-se um grito de dor, que fora finalizado após um pó dourado preencher o espaço do ciclope, que se dera por vencido por apenas uma garota, uma prole de Poseidon.

Voltei a respirar com profundidade, não esperei para apreciar minha tarefa bem feita. Notei que meu tornozelo estava torcido, caminhava lentamente em direção ao escudo, ao desativá-lo, me direcionei a enfermaria, onde trataria de meus ferimentos.

Armas:
 



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Law H. Armstrong
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Seg 18 Fev 2013, 19:16

11:30 - 12:00|Matutino-#
Lawliet Armstrong #


••──••

Estreitou-se e parou.
A arena circular estava cheia de campistas nos quais sorriam alegremente, sem emanar algum outro sentimento como tristeza; dizia-lhe o quanto aquele lugar era comunal. Seus olhos eram alvos, até mesmo sobrenaturais, um azul-neve e penetravam uma área obscura da arena que não estava sendo utilizada; chamava atenção deste que preferia locais solitários; dois garotos esperavam em frente a uma jaula de ferro enquanto outros dois jaziam em cima do metal, sendo banhados pelo sol sem nenhuma outra ambição a não ser dormir ali – sinal de preguiça. Firmou a mão sobre sua adaga d'bronze e adentrou a arena atribuindo olhares das outras pessoas.
Sentiu-se tímido pela primeira vez. Nunca fora de ser tão observado, estava acostumado com a urbanização de NY onde todas as pessoas eram apenas um cenário; sabia também que ali todos eram priorizados, já que eram descendentes de seres divinos. Seus cabelos enegrecidos maiores que o normal tomava quase todo o rosto, mas os campistas podiam ver a expressão rude expressa no rosto. “Leve-me para longe daqui”, disse para si mesmo, ainda observando o modo que os campistas se comportavam: tais treinavam como se disputassem sobrevivência; alegres e divertidos, o que Lawliet achava totalmente anormal. Lutara por toda sua vida por sobrevivência e nunca exalara sentimentos como estes.
-Está perdido? – perguntaram os dois rapazes que dormiam, tanto em cima da jaula metálica, quanto ao lado desta.
Agachou-se sem ao menos observá-los e então verificou o terreno. Terra batida, longe do que pensaria ser, já que estava em campos, outra anormalidade. A jaula parecia conter algo perigoso existente no acampamento, pois era comprida e no fim um escuro gélido, escondia algum ser tenebroso. Solitude era o que sentia; queria exibir-se como o centauro mestre havia dito-o no dia de chegada; ficar forte. Ainda em estado de torpe, observando o céu, lambeu os lábios secos e avermelhados de natureza, mordiscando-os após fazê-lo.
-Quero treinar. Ajude-me, preguiçoso. – proferiu. Não sabia com quem falava e tampouco se importava se este tivesse autoridade alguma no campo. Precisava treinar.
Como se tentasse compreender a linha de pensamento do estranho garoto, os dois rapazes observaram-no parados, até que o torpe encerrou-se e direcionaram-se até a porteira da jaula. Enquanto isto, ele perdeu atenção nos dois campistas que estavam colocando-o para treino. Uma garota surgira do nada e tocava-o no ombro singelamente, logo soltando sua voz aguda e doce. “Estranhos, todos muito estranhos”.
Virou-se.
-Olá... Você é novato e estava te observando. Só tem essa pequena adaga d'bronze, que provavelmente não te ajudará em nada – principalmente neste treino. – armando algo, ela chamou dois garotos que viam com armamentos. Logo estes entregaram um escudo e uma lança, ambos com um diferente aspecto de sua adaga; bronzeados. Não sabia como usaria estes, e muito menos para quê toda aquela confusão, mas agradeceu-a com uma piscadela rápida.
Falaria com a garota por mais minutos, talvez pedisse dicas ou afins. Justamente no momento em que a jaula se abriu – o som incessante do metal enferrujado movendo-se –, sentiu um longo arrepio percorrer seu corpo e foi avisado de que o perigo estava a caminho. Presumiu com agilidade que tal aproveitaria a falsa baixa de sua guarda e então firmou a fivela do escudo em seu antebrbronze, e segurou a lança medianamente. “Será por pouco tempo”.
Sem visão do ser, apenas ouviu um som descompassado e um grito agudo repentino. Seu olhar percorreu todo o acampamento e mesmo na visão periférica, via os olhares concentrados em si, assustados como se tentassem avisá-lo. Abaixou-se. Em realização do movimento, em meio do medo de ser golpeado, girou ao mesmo tempo com o escudo voltado a jaula e deparou-se com um ser horripilante. O rosto chupado escondia loucura, os olhos afundados e presas afiadas. Todo seu corpo era magro o suficiente para este deduzir que ela apenas tinha osso. Penas vermelhas faziam suas longas asas que faziam o som descompassado. De princípio apenas fez ecoar o som do embate de garras com o escudo; logo estava gritando afinadamente. Ardiloso, compreendeu todo o funcionamento da lança enquanto a pegou do garoto. Agindo inteligentemente, apenas forçou o escudo para frente e empunhou a lança com sabedoria. Talhou o pescoço da harpia erroneamente e queixou-se. “Pouco... “. Escorregou para trás, assistindo a harpia relutar para ficar em pé, mesmo com a dor. Enfim, levantou-se.

••──••

“Novos… Laços.”
Perdeu-se em pensamentos inexpressivos e assoláveis. Recobrando os sentidos, viu a si mesmo não fazer nada quando a harpia atacou e assim, ganhou um novo ferimento: dois cortes na bochecha, porém, superficiais. O sangue não demorou a escorrer e a prova do líquido voltou a pensar e agir por si mesmo. Recuperou totalmente seu corpo quando uma donzela tomou a sua frente e sofreu o outro golpe, na barriga desta. Automaticamente esta caiu, sentindo o que era dor, provavelmente fingindo um estupor – claro, estava sentindo uma dor profunda pela primeira vez. E ficou absorto nesta. Como ela havia chegado a menos de segundos? Ainda mais, se posto a frente. Sua reação lhe trouxe movimentos aos membros do corpo, abraçando-a e trazendo-a para si com força para prevenir os outros golpes.
A harpia parecia ser um monstro movido por um alucinógeno de visão sanguínea. Quando ela localizou no seu olhar o sangue da garota, jorrado por sua barriga, ganhou uma motivação a mais. Por sorte, Lawliet a deitou sobre uma arquibancada e em tempo suficiente, recuperou a postura da lâmina em suas mãos e o escudo no antebrbronze, em frente à base da lança.
“Por que defendê-la?”, perguntava-se incessantemente. Ao final, não sabia nem mesmo responder, apenas queria o bem estar da moça. A harpia era regular em batalha. Demoraram poucos segundos para que decidisse um novo ataque, porém ele já sabia arte-manha. Defendeu com o escudo em direção do alto, aonde a garra vinha de embate e o forçou para mais cima ainda, chutando a harpia e mandando-a para o céu enquanto esta libertava suas asas para o voo ao invés de ser apenas um adorno. Ao girar para observá-la, analisou o local de pouso e a baixa da harpia – nem mesmo olhava para o garoto. Sorriu.
-Ah! – a harpia gritou.
Sentiu a gélida ponta metálica da lança tocar suas costas em um movimento frio. Quando esta voltava ao chão, amedrontada pelo semideus, a lança acertou-a com força; nem isto a impediu de continuar, apenas tocou o chão com velocidade e retirou a lança de si. Enquanto esta acostumava com a ferida, ele largou a lança. Não seria com presentes avulsos que venceria suas batalhas; largou o escudo igualmente, recuperando a calma que antes tinha e pegou sua adaga de bronze. Sentiu-se imediatamente melhor, como se voltasse a viver a sua vida de antes e como se a faca restaurasse seus reflexos de semideus e a estratégia que havia armazenado com o decorrer da vida.
A harpia seguiu em sua direção, como se estivesse restabelecida. Com classe, voou até o garoto que sem piedade flexionou seus joelhos e pulou. Um encontrão protagonizou a luta. Os campistas que assistiam a luta soltaram um murmúrio contínuo e arquejaram, quando a harpia golpeou o garoto em seu pescoço com as presas; seu querer era arrancá-lo; em ímpeto e sorte, conseguiu perfurar a harpia no pescoço com sua ataca fortemente, reduzindo-a pó.
Subiu o cheiro horrível e o pó amarelado ficou sobre o meio-sangue que fitava o céu inerte - a não ser pela constante respiração. Aos poucos todos foram se acalmando e ficando sorridentes e assim veio-lhe ao pensamento o porquê da felicidade destes. “São amigos demais uns com os outros...”, refletiu e levantou-se. A garota estava com aparência melhor, cumprimentando-o com um sorriso, enquanto seus companheiros sorriam para os dois, parabenizando o novato; ele ainda não tinha expressão nenhuma no rosto. Piscou para a garota, o que era quase impossível que os outros notassem e atribuiu um sorriso ao seu rosto. Um excerto de sua infelicidade virara alegria, e mal tendo-a entregou para a garota, dando seus vagos passos em direção ao chalé de Hermes.


ARMAS:
 

OBS do Treino:
 

••──••
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qua 20 Fev 2013, 00:13

N Avaliação N



Louise V. Williams

Ortografia - 7/10
Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 24/30
Organização do post - 10/10
Uso adequado de linguagem - 15/15
Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 8/10
Capacidade descritiva 17/25

TOTAL=81xp

Código:
Lou-Lou que belo treino! Fiquei sem fôlego em várias partes. Contudo eu tenho de te alertar sobre seus erros... Tome cuidado para não separar sujeito e predicado com vírgula, isso aconteceu algumas vezes, tome cuidado também com o uso dos pronomes, pois você se confundiu algumas vezes. A descrição, apesar de estar realmente boa, poderia ser um pouco melhor, porque faltou descrição para alguns movimentos tantos seus quanto do gigante. Continue assim, Lou. Evoluindo a cada post \o/

Law H. Armstrong

Ortografia - 8/10 virgula pronome
Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 24/30
Organização do post - 10/10
Uso adequado de linguagem - 15/15
Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10/10
Capacidade descritiva 15/25

TOTAL=82xp

Código:
Acredito que este tenha sido o primeiro treino seu que li. E me surpreendi! É muito legal saber que um novato se esforce tanto quanto você demonstrou, mas ainda pode melhorar. Você fez um ótimo uso das armas dadas pelo NPC, mas as descrições dos atacas poderia ter um desenvolvimento melhor. Cuide, também, com o uso da vírgula e com os erros de digitação que ocorreram durante a narração. Continue treinando e evoluindo, Law!

Alice Hemingway

Ortografia - 9/10 virgula pronome
Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 28/30
Organização do post - 10/10
Uso adequado de linguagem - 15/15
Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10/10
Capacidade descritiva 23/25

TOTAL=95xp

Código:
Muito, muito bom Alice! Sempre surpreendendo com as suas narrações. O que tenho a dizer é que fique mais atenta quanto aos erros de digitação que se perderam ao meio da sua narração. Continue assim e parabéns!
ATUALIZADO.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


Última edição por Thanatos em Qui 21 Fev 2013, 23:13, editado 1 vez(es)
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Billy Havely
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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 21 Fev 2013, 21:20



*Arena - Combate a monstros - treino da tarde- *
Mulheres cobra, adagas e sutiãs de oncinha



Meus cabelos negros balançavam ao vento, minha aparência não estava de um garoto cansado, era como se tudo tivesse cessado, pelo menos por enquanto. Parei em frente a arena, pousando minha mão direita sobre o broche com duas adagas cruzadas, desejei que eles transformassem, e assim foi feito, estava com a camisa laranja de sempre com uma calça jeans e minhas botas aladas, adentrei lentamente dentro da arena, mas tinha algo estranho... Não se via ninguém nem se ouvia ninguém, tudo calmo, se ouvia apenas risos dos sátiros enquanto corriam atrás das ninfas; mas do nada algo aconteceu.

Uma pancada poderosa me atingiu na cabeça, no mesmo instante a visão ficou embaçada e um gosto metálico de sangue apareceu em minha boca, cai com a mão em um dos joelhos e com a outra mão na cabeça, não sabia quem nem o que tinha me atacado, mas certamente não poderia ficar parado, me joguei no chão sem mais o que fazer, bem na hora certa. Uma adaga passou cortando alguns fios do meu cabelo, não perdi tempo nem em olhar para trás:


-Vamos, funciona, funciona ! Voem !

Com potência voei para a frente e atrás de mim escutei o som de algo penetrando no chão da arena, juntamente com um "tssssss", é isso é uma dracaenae, pensei enquanto me virava ainda um pouco zonzo, meus olhos focaram.

-Pobre ssssssemideusss, tão jovem e já vai morrer.

Eu não sei se foi uma boa idéia olhar para ela. Seus olhos eram vermelhos que eram contrastados pelo tom verde-vômito da pele escamosa da dracaenae, portava duas adagas de bronze que pareciam bem afiadas, tinha uma espécie de sutiã de oncinha, se minha cabeça não doesse tanto, eu iria cair na gargalhada, desci meus olhos até as pernas dela...Mas não tinha, era apenas uma única cauda.

-É assim que se recebe uma visita ? - Disse ironicamente - Bom, sei quando não sou bem-vindo, se me da licença tenho lugares para ir, pessoas para visitar e todo aquele negócio de pessoas ocupadas...

Ela avançou rastejando com velocidade até mim, desviei para o lado e dei uma cotovelada em sua cabeça, ela se afastou balbuciando algo sobre ladrões e tripas, mas não entendi muito bem. Ela parecia ainda mais irritada, se isso era possível, cocei a cabeça no local da pancada e percebi que tinha havido uma inchação no local, para quê fui fazer isso ? Me distrai com uma dracaenae com sutiã de oncinha a minha frente, ela não perdeu tempo e investiu outra vez, ela me deu um contra na diagonal no meu peito, gemi de dor. Me forcei a defender os ataques das adagas dela com as minhas próprias, mas era complicado, ela era rápida e forte, com um movimento rápido, ela bateu seus punhos em minhas mãos, fazendo elas levantarem e soltar as adagas, com a calda ela me deu uma rasteira, cai no chão sem muito o que fazer. Nem armas para usar, ela caiu em cima de mim com as adagas na direção do meu peito.

Não tinha como me esquivar, ela estava próxima demais, fiz a única coisa que meu instinto de sobrevivência me obrigou a fazer, girei os punhos que ela segurava as suas adagas, fazendo as pontas irem em direção ao peito dela, sorri e esperei ela se transforma em pó...Um erro.

Ao invés disso, senti uma mordida em meu ombro que queimava muito, dei um grito mais alto de dor, eu não sabia o porque dela não ter morrido, mas não era hora para pensar sobre isso. Minha visão escurecia novamente, com minha mão direita e com toda minha força restante no momento, introduzo o polegar dentro dos olhos dela, o sangue jorrou do mesmo, ela me soltou. Usei meus pés como uma mola para jogar ela para longe, ela caiu de costas no chão, mas a ponta da sua calda prendeu no meu tornozelo, tentei esticar para alcançar uma das adagas, a mais próxima de mim, mas a maldita me puxou para ela com todo o impulso, usei a velocidade que ela usou para me puxar para acertar uma cotovelada no cabeça dela, ela pareceu ter sentido o golpe, não sabia se ela gemia pela dor dos olhos ou da cotovelada...Acho que por ambos os motivos.

Mas mesmo assim ela teve forças para entrelaçar sua calda em minha cintura, e com muita força. Aquilo estava doendo, tentava me por longe da boca dela levantando a cabeça mas estava ficando sem forças, até que me lembrei novamente delas...Minhas botas aladas.

Ela leu meus pensamentos abrindo assas e me impulsionou como um foguete em direção a parede da arena, com a dracaenae agarrada em mim, porém sua cabeça estava a frente do meu corpo. "Clack", foi o barulho que escutei ao nos chocarmos com a parede, pensei que ela tinha morrido, mas ela ainda respirava, sem muitas forças. Consegui me soltar e me levantei, ela se levantou no mesmo instante, nós dois estávamos desprovidos de qualquer tipo de arma se não nosso corpo, mas ela estava claramente mais cansada que eu, seu olho ainda sangrava, sua cabeça também. e ela ofegava...Mas eu também não estava muito melhor que ela, com uma mordida em meu braço, no calor da batalha não percebi, mas agora que paramos um pouco senti os arranhões por todo o meu corpo queimarem.


-Venha sssssemideus filho de Hermesssss, venha para s... - ela se interrompeu com um vômito de sangue - ...sua morte !

Disse a besta vindo em minha direção de mãos nuas, ela começou dando uma rasteira com sua calda, mas fui mais rápido e saltei ela que girou com a velocidade da rasteira e me deu um corte braço, em contrapartida dei um soco na cara dela, começamos uma trocação com socos e tapas, meu ombro doía como nunca, tinha que acabar com aquilo, agora.

Eu senti como se tivesse uma aura me envolvendo, um tipo de ilusão, isso. Fingi que dei um soco com a mão direita na bochecha dela, ela ia se defender, mas era uma ilusão, o verdadeira golpe era um soco subindo em direção ao queixo da mesma, que caiu de costas no chão, sem perder tempo voei até minhas adagas, pegando as duas, deixei elas invisíveis e vi que a dracaenae levantara. Com a adaga da minha mão esquerda, joguei em seu peito, ela tentou se esquivar, mas estava fraca demais e a adaga penetrou em seu ombro esquerdo, aproveitei o instante e voei de novo, dessa vez na direção dela e com adaga...E o vento soprou.

A estocada foi certeira, fiquei parado enquanto o corpo dela se transformava em pó e o vento lavar ela para o tártaro. Ainda muito machucado andei até as adagas da falecida Dracaenae, queria saber o porque de não ter matado ela com o golpe usando as mesmas, analisei a adaga, e gargalhei mas parei logo graças a pontada de dor em meu ombro, precisava tratar daquilo e logo.
Quanto a adaga ? Era de bronze mortal, não feria monstros, cambaleando me dirigi a boa e velha enfermaria.




poderes utilizados:
 

armas e equipamentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Qui 21 Fev 2013, 23:19

N Avaliação N


Ortografia - 6/10

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 23/30

Organização do post - 10/10

Uso adequado de linguagem - 15/15

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 8/10

Capacidade descritiva 17/25


TOTAL=79xp


Código:
Belo treino Billy! Você me fez prender a respiração algumas vezes ^^Só quer chamar a sua atenção para a descrição. Esse quesito pode prejudicar os outros e diminuir sua nota. Então tente descrever mais os movimentos dos personagens – eu sei que você consegue fazer bem melhor xD. Tente, também, trocar algumas vírgulas por pontos, pois isso facilita a leitura. Continue progredindo!! xD

ATUALIZADO.

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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 17 Mar 2013, 02:45

Treino de Combate a monstros *u*

Estava cansando e com um pouco de dor de cabeça, tinha acabado de levantar da cama,me levantei e fui para o banheiro tomar um banho, tomei um banho longo... Coloquei meu manto, uma calça Jeans, uma bota, e fui andando em direção a Arena.

Chegando lá, olhei para Quíron ele me disse que tinha um minotauro solto pela floresta, fui correndo em direção a Floresta com a minha armadura, um escudo e uma espada que eu peguei emprestados no acampamento, corri em direção a floresta fiquei atento, e logo ouvi um “runf” atrás de mim.

Quando me virei um Minotauro já tinha atacado o meu peito com os seus chifres enormes, sorte minha que eu estava com a armadura... Naquele momento, senti o meu corpo sendo praticamente despedaçado pela chifrada daquele Minotauto, mais por sorte minha aquilo foi apenas uma alucinação, coloquei a mão sobre meu peito, e vi que a minha armadura tinha me protegido, sorri e apertei fortemente o meu cordão que eu carregava em meu pescoço e fui correndo em direção a ele, segurei minha espada como se fosse o meu próprio braço e ataquei ele com a mesma, assim fazendo um corte não muito profundo em sua pata inferior esquerda, mordi o lábio inferior e logo apareceu uma Dracaenae atrás de mim, fiquei um pouco assustado com aquilo, o Quíron falou apenas que era um Minotauro, mais eu não estava nem ai.

Esperei aquela Dracaenae se distrair e pulei em cima dela, tetando acertá-la nas costas, peguei uma faca simples que carregava em minha bota e cravei nas costas dela, não consegui fazer um corte profundo, mais vi que ela sentiu bastante dos com aquele simples ataque, formei um sorriso maior em meu rosto, e logo vi que o Minotauro estava tentando me atacar por trás, dei um mortal pra trás e deixei ele passar direto, fazendo com que ele enfiasse seu chifre na Dracaenae, corri em direção ao Minotauro e ataquei fortemente o pescoço dele dando-lhe um ataque preciso em sua pata, eu queria acertar a cabeça dele, mais aquele monstro era rápido.

Corri em direção a ele mais uma vez e consegui atacar o pescoço dele com bastante força, logo fui andando em direção a Arena de novo, e avistei um troço vermelho vindo em minha direção, parecia um ataque de um Ciclope, fiz um escudo protetor com a minha magia, e aquele ataque não conseguiu me ferir, olhei para frente e logo vi que era um enorme Ciclope, bufei, me deu um vontade de matar o Quíron.

Caminhei lentamente em direção ao minotauro e rodei a espada sobre minha mão, logo atacando o monstro fortemente com a minha espada, consegui fazer um simples ferimento na pata superior dele, ele ficou um pouco furioso e veio correndo em minha direção, e me atacou com a pata dele, voei longe e bati de costas em uma árvore.

Logo veio aquele gosto metálico em minha boca, depois cuspi um pouco de sangue no chão, corri em direção ao monstro e tentei atacar a barriga dele, mais ele se esquivou rapidamente e me atacou novamente, dessa vez com mais força, voei longe demais, bati de costas em um muro forte, senti uma dor tremenda em minhas costas e comecei a “vomitar” sangue, depois me levantei, estava muito fraco, tinha força apenas para um ataque, dei um sorriso: - Esse pode ser o meu fim! – Falei sorrindo, depois logo fiz uma esfera de energia negra se formar em minhas mãos e percebi que a cor dos meus olhos ficaram totalmente pretos, logo, taquei aquela esfera de energia no monstro e ele se contorceu desaparecendo em pó, cai no chão sem força nenhuma e desmaiei.

Acordei com alguns medicamentos, estava na enfermaria, os médicos viram que eu estava em caso grave, meu corpo estava praticamente “morto” não estava enxergando direito, pensei que tinha perdido um de meus sentidos, a visão, mais logo apaguei de novo, depois acordei sentado em uma maca e abri os meus olhos, depois peguei um espelho e percebi que meus olhos estavam totalmente pretos, eu me assustei com aquilo, e sai correndo em direção ao meu chalé, chegando lá, tomei um banho e fui dormir.

Legenda:
 

Armas ultilizadas:
 


Filho De Hécate *u*



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MensagemAssunto: Re: Treino de combate a monstros   Dom 17 Mar 2013, 14:05

♦Hora da avaliação - Aaron♦




♦ Ortografia: 7/10 pontos: Você inventou palavras e usou muito (E erroneamente) as figuras de linguagem, como a hipérbole e o hipérbato. O uso das vírgulas dificultaram bastante a leitura, tente usar pontos para dar uma variada na ortografia.

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: 16/30 pontos: Dessa vez ocorreu muita incoerência, você é level 5 e enfrentou 5 montros, fora da Arena, matou ambos com apenas dois ataques... Isso pesou MUITO na hora da avaliação e na verdade te prejudicou. Você deve pegar mais level, talvez nem um level 10 enfrentasse esses monstros todos de uma vez só! Mas cuidado nas horas de arrumar o conteúdo das ideias, porque ficou tudo muito confuso.

♦ Organização da Postagem: 9/10 pontos: Isso! Enfim você colocou as armas usadas, mais.. Faltou so pdoeres que você usou... Tudo isso conta, Aaron.

♦ Uso Adequado de Linguagem: 10/15 pontos: O primeiro parágrafo se você for reller, tudo se repete! Esse de longe é o seu maior erro. Depois tudo foi se acertando, mas mesmo assim com termos repetitivos.

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: 5/10 pontos:Como dito antes, você destruiu monstro FORTES sendo que você é um level não tão forte ainda, como é possível atacar o peito de um ciclope se o mesmo tem 4 metros de altura? Muito cuidado, batalha simples, ataques fracos que mataram monstros fortes... Observe bem da próxima vez.

♦ Capacidade Descritiva: 20/25 pontos: Sua capacidade descritiva melhorou, faltou apenas caracterizar o ambiente e seus inimigos. Mas mesmo assim parabéns pelo aumento do quesito.

Experiência obtida em post: 67xp

Observação: Você precisa melhorar quando em treino de monstros. Muito cuidado, seja mais coerente. 3 monstros (Sendo dois destes extremamente forte) contra um level 5 pesou bastante. Mesmo assim, você continua evoluindo, como foi seu primeiro post aqui, é comum uma falta de hábito e narrar coisas incoerentes, mas na próxima espero que tenha melhorado. \O/

Atualizado!

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Treino de combate a monstros
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