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 Treino de perícias intuitivas

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Thanatos
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MensagemAssunto: Treino de perícias intuitivas   Sab 22 Set 2012, 23:27

Sabemos que todo semideus possuiu um espírito aventureiro, o qual pode ser posto em prática na floresta, onde encontramos diversas coisas inusitadas, desde fungos, plantas até animais e objetos. Contudo o campista deve estar sempre alerta aos perigos da selva, uma vez que muitas das plantas que existem nela são venenosas e há vários animais e monstros perigosos



As perícias intuitivas, empatia coma animais e sobrevivência, podem ser adquiridas e evoluídas aqui, entretanto, antes de postar, esteja ciente sobre como funcionam e seu sistema de avaliação.
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Ellen Bergossi
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   Ter 06 Nov 2012, 19:20

Treino de Sobrevivência!







Respirei fundo. Eu estava na floresta, não sabia exatamente por que. Estupidez minha? Talvez. Insanidade? Sim. Era perigoso? Claro. Mas eu tinha a sensação que deveria estar aqui. Era como se eu tentasse acessar um arquivo no meu computador, mas não o achasse de jeito nenhum.
Então eu lembrei. Claro, eu tinha que treinar. Treinar sobrevivência. Eu suspirei. Não estava exatamente a fim de treinar, mas vamos lá. Bem, eu tinha minha adaga de bronze comigo, certo? Sim, constatei ao olhar para baixo e ao vê-la firmemente presa a um cinto especial.
Bem, para tentar sobreviver, eu tinha que me perder, certo? Não era muito inteligente, mas era a única coisa que eu tinha em mente. Então dei de ombros e comecei a cantarolar minhas músicas prediletas enquanto adentrava a floresta.
Passei alguns minutos cantando e só percebi que tinha me perdido quando eu esqueci a letra de uma música e parei para lembrar. Bem, estou perdida. Aqui na floresta. PERDIDA NA FLORESTA! Ah, eu sabia que devia ter dormido melhor noite passada. Eu sempre sou muito mais idiota do que o normal quando estou com sono.
Bati na minha própria testa. Pelo menos eu poderia treinar, certo? Sem saco de dormir, sem cama, sem banho... Ah, que beleza, o treino mal começou e eu já estou sentindo vontade de sair correndo e gritando o quanto eu era burra. Suspirei.
Vamos lá, o que as pessoas nos filmes fazem para dormir ao ar livre? Acendem uma fogueira, é claro. Isso iria atrair monstros, mas estava frio e eu já sou uma filha de um dos três grandes mesmo, não é como se fazer uma fogueira fizesse muita diferença, não é? Suspirei e fui atrás de galhos.
Não era muito difícil. A floresta era cheia de árvores, o que me dava muitos galhos. Mas como eu vou ascender a fogueira? Bem, primeiro tenho que montá-la. Juntei todos os galhos bonitinhos como vi nos filmes e ainda coloquei algo que eu imaginava ser palha seca por cima, se eu estivesse enxergando direito.
Então lembrei das pedras que criavam fogo nos filmes. Levantei e procurei duas pedras lisas. Isso foi um pouquinho só mais difícil. Estava começando a ficar escuro demais para se enxergar. Era melhor que eu me apressasse. Comecei a bater uma pedra na outra. E de novo. E de novo. Novamente. Só mais uma vez. Agora vai. Dessa vez eu acerto. Agora ascende. Calma, eu consigo. Vamos lá, com força...
Agora eu já estava com vontade de atirar as pedras contra as árvores, mas tentei mais uma vez. Era inútil. Bati as pedras com toda a minha força uma na outra, completamente fula da vida. Então uma pequena fagulha se criou... E caiu na grama, longe da fogueira, aonde logo se apagou.
- É sério, velho? – perguntei para o nada – Sério mesmo?
Mas nada aconteceu. Suspirei e comecei a passar uma pedra na outra sem parar, como quem passa uma mão na outra para esquentar. Talvez essa seja a chave, certo? Depois de um tempo as esfregando, eu bati-as com força. Uma fagulha caiu na palha seca em cima da madeira.
- ENGULAM ISSO, EU CONSEGUI! – exclamei.
Talvez parar de falar sozinha seja uma boa idéia, antes que eu mesma comece a me responder. Suspirei e comecei a rodar pela floresta, catando folhas macias no chão. Eu precisava de uma cama, afinal. Amontoei-as todas num formato retangular no chão e sorri, satisfeita com o meu trabalho.
- Você me parece alguém que tem amigos. – disse alguém.
Eu me virei e fiquei tão chocada que não consegui responder. Eu estava me respondendo.
- É, eu sempre soube que falar sozinha era uma furada. – disse simplesmente.
- Cale a sua boca nojenta, sua grande imbecil. – eu disse, quer dizer, a minha gêmea disse – Tive muito trabalho para sair daquele espelho nojento, então entre logo lá e me poupe essa tarefa.
Eu pisquei duas vezes para ela.
- Você saiu do espelho? E quer que eu vá para lá? – botei as mãos nos bolsos – Por que eu faria isso, ein?
- Não faça. – eu levantei, quer dizer, minha gêmea levantou o braço e me preparei para defender um soco, mas levei um chute no estômago.
Caí no chão, meus braços na frente da minha barriga. Minha gêmea me chutou.
- Não me provoque. – falei.
Ela se sentou na minha frente e me deu um tapa.
- Violência nunca é a resposta para... – eu comecei, mas ela segurou minha garganta.
Bem, eu passara da fase de tentar conversar e ela provocou. Estiquei minha perna de súbito, acertando-a na perna e me levantei rapidamente. Ela gritou e correu para me atacar. Tudo bem, tudo bem, vamos lá... Só mais um pouco...
Quando ela estava quase acertando um soco, eu me abaixei e coloquei meus braços na minha frente num X. Antes que eu pudesse me achar por ter escapado de um chute e de um soco ao mesmo tempo, ela conseguiu me dar uma rasteira.
Bem, isso deve ser um duplo, um monstro que copia nossa personalidade ao contrário. Li a respeito deles. Então o que eu tinha que fazer era me manter longe do espelho e usar tudo o que eu sabia sobre mim ao meu favor. Tudo bem, posso fazer isso.
- Saudades da mãe que nunca viu? – perguntou minha gêmea.
Senti uma pontada no peito.
- Lave sua boca IMUNDA antes de falar da minha mãe! – gritei antes de puxar minha adaga.
Ela me desarmou tão rápido que não tive tempo de pensar como fizera isso. Claro. Minha vantagem sempre fora a estratégia, eu era frágil demais para atacar no corpo-a-corpo. E eu caíra na armadilha dela. Senti-me tão estúpida que quis me socar.
Pense” falei para mim mesma. Eu gostava de me defender, não era boa em atacar, então ela era boa em atacar. Mas eu era paciente, raramente ficava com muita raiva. Sorri. Eu só precisava fazê-la perder o controle. Resistir o suficiente para que ela avançasse em mim.
Corri para longe dela, procurando o espelho de onde ela tinha saído. Após alguns minutos e uma queda, eu achei. Era longo e magnífico.
- Ótimo, agora já posso assumir sua vida. – ela não sorriu.
- Minha vida não é tão boa. – falei – Mas tenho alguns amigos que a fazem valer a pena, então acho que não vou poder deixar você me matar, desculpe.
- Eu ODEIO pessoas que falam demais! – ela disse e avançou.
Eu sabia disso.
- Não acha legal o seu espelho? Ele me parece legal. Provavelmente tem muito espaço vazio – parei para defender um chute – do outro lado, não é? – impedi um soco colocando a mão aberta na frente do rosto – Você gosta de ser um duplo? Qual é a sensação de não ter personalidade?
Eu não ligava para provocações. Nunca liguei. Mas ela, sim. Com um grito de puro ódio, se distanciou e começou a correr na minha direção. No último momento, me joguei para o lado, torcendo um tornozelo e provavelmente ganhando uma marca roxa. Respirei aliviada quando vi que não tinha ninguém além de mim ali.
Então eu dei a volta por trás do espelho e o deitei cuidadosamente no chão, de modo que a parte refletora ficasse para baixo. Cansada e faminta, voltei para a fogueira e deitei na minha cama de folhas.

---

Quando o dia ficou claro, eu não podia estar mais feliz. Agora eu poderia enxergar e ir atrás da... O quê? Eu olhei novamente. Andei cinco metros na floresta, para onde eu enxergara um reflexo, e quase me matei.
Era o lago. Eu estive do lado do lago esse tempo todo.
- SÉRIO? – perguntei olhando para cima – O QUE VOCÊS TÊM CONTRA MIM, EIN?
Então eu peguei minha adaga, apaguei a foqueira e frustrada, suja, cansada e machucada, eu andei calmamente até o refeitório. Bem, pelo menos isso significaria que eu poderia comer mais sem culpa. Além do que eu conseguira treinar, afinal. Sorri. Depois do duplo de ontem, eu nunca me senti tão orgulhosa de quem eu era na minha vida.



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Ellen Bergossi

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   Seg 12 Nov 2012, 20:53

Ortografia e uso adequado de linguagem - 20/20

Organização do post -10/10

Capacidade descritiva - 17/25

Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 10/20

Competência – 18/25

Total = 75 xp de perícia + 18 xp lvl

Ellen, nenhum problema em ter um combate com um monstro - ainda mais que no caso de sobrevivência, isso realmente é uma coisa possível, considerando que eles estão em todos os lugares, e um filho de hades atrai mais monstros do que o normal, mas cuidado nas descrições - ficou um pouco confuso o surgimento do duplo - e no quesito "competência" já que no fim você deixou que o foco acabasse indo para o combate, e não para as habilidades de perícia [Poderia inserir algum conhecimento sobre o terreno dentro do combate, por exemplo, para combinar a luta com treino]. Mas ainda assim, parabéns!

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   Sex 23 Nov 2012, 19:47

Aula de Sobrevivência
Tagged: CaçadoraWearing: This! Notes: 15-16:00 PM Thank you Lari @ CG


Eu estava andando calmamente depois do almoço, a cabeça baixa, queimando algumas calorias extras, quando eu ouvi uma voz. Eu ergui o olhar e encontrei uma caçadora passando com alguns campistas. Ela dava algum tipo de palestra, foi o que deduzi pelo seu tom de voz e pelas mãos, que estavam sempre em movimento, como se tentasse explicar algo.

Eu olhei por um momento, parada. Uma aula? Dada por uma caçadora? Quantas vezes vou ter a oportunidade de presenciar uma coisa dessas? Com certeza, poucas. Então corri atrás deles e me misturei com os campistas. Agora que eu estava mais perto e a escutava melhor, começava a pegar o fio da meada.

Ela dava algum tipo de introdução de aula mesmo, como se apresentasse a si mesma para os alunos, mas eu perdi essa parte e agora ela estava falando algo de sobrevivência e nos encaminhava para a floresta. Minha mão voou para a adaga presa no meu cinto e eu relaxei ao confirmar que ela estava lá.

- Vou dar a vocês algumas dicas que me ajudaram bastante a sobreviver na floresta nesse tempo de caçada. – ela dizia – Vamos começar com o básico, mas é melhor que entremos na floresta. É mais parecida com o ambiente que vocês vão enfrentar e eu posso mostrar algumas coisas nela.

Então rumamos para a floresta em silêncio, alguns meio nervosos. Eu sabia que a floresta era perigosa, mas não sentia medo daquele lugar. O escuro e o silêncio eram reconfortantes. Olhei ao meu redor então, para me distrair. Descobri, surpresa, que o grupo era formado de homens e eu.

Os garotos que ali estavam pareciam fascinados pela caçadora e não prestar atenção no que ela dizia, realmente. Suspirei e revirei os olhos. “Meninos”, pensei com deboche. Ela nos guiou até um lugar mais amplo na floresta. Pelo jeito, já estivera aqui antes e conhecia bem o local.

Eu a olhei, curiosa. Será que eu a conhecia? Mas se eu conhecia, não lembrava. Tinha longos cabelos negros e a pele pálida, além de emanar uma aura meio que... Não sei. Meio que de imortalidade, talvez?

Concentrei-me em observar a floresta. Não tinha ruídos, não tinha murmúrios, mas tinham algumas pressões... Como se tivesse algo perto de nós, mas não quisesse fazer barulho. Para os outros, estava só calmo. Mas para alguns deles que paravam de admirar a caçadora por tempo suficiente, parecia calmo demais. E eu concordava.

- Bem, comecemos. – ela se sentou como um índio no chão e nós a imitamos, formando mais ou menos uma classe desarrumada, com os meninos na frente – O primeiro tópico é fundamental e básico: mantenham a calma. Gritar, espernear ou até mesmo correr sem rumo na floresta são coisas perigosas de se fazer. Atrai monstros e atenção indesejada para si.

Ela olhou em volta, como se esperasse algum monstro ou alguém que a contestasse, mas nos mantivemos em silêncio e não veio nada da floresta. Mas eu estava tensa. Era como se algo estivesse nos rondando.

- Primeiro: o essencial do essencial para se sobreviver numa floresta é estar bem alimentado. Tentem achar frutas, de preferência. Raízes são boas fervidas. As frutas mais confiáveis são aquelas que os bichos estão comendo. Evitem ao máximo as frutas com pêlos e seiva leitosa. Essas, em sua maioria, são venenosas.

Ela então levantou e se encaminhou a árvore mais próxima e subiu nela com o auxílio de adagas. Pude ouvi-la arrancando um fruto da árvore, que jogou na nossa direção. Era lindo e lustroso, mas tinha seiva na ponta da parte que antes era o que sustentava o fruto na árvore.

- Eles parecem bem bonitos e saborosos, mas são venenosos. – ela disse enquanto descia com cuidado da árvore, usando mais uma vez as adagas.

Ela pulou quando estava perto do chão, dobrando um pouco as pernas antes de atingir o mesmo. Então veio até nós e sentou mais uma vez como um índio.

- E a água? – perguntei, curiosa.

Ela me olhou por um segundo, meio curiosa. Senti que ninguém nunca tinha interrompido suas palestras/aulas. Mas ela não pareceu se aborrecer e respondeu minha pergunta em voz alta.

- Água potável é facilmente encontrada na floresta. De preferência, água da chuva. Usem folhas para levá-las até a boca. Água de rios também é uma boa opção, mas cuidado com o rio que escolhem para beber da água. – ela alertou.

- E fogueiras? – perguntei – São necessárias ou são mais perigosas do que úteis? Afinal, elas nos esquentam, mas atraem monstros também.

- As fogueiras são uma questão delicada. – ela disse franzindo o cenho – Caso esteja extremamente frio e seja necessário armar uma, é bom armar. Mas é sempre bom evitar fogueiras, para não atrair monstros. Porém também temos o quesito da visibilidade, então isso vai pela necessidade do campista.

Eu assenti, tomando nota mentalmente.

- Bem, ainda tem a questão da orientação. – ela nos olhou com atenção – Rios, quando achados, são muito úteis. Pois quando se segue a correnteza, normalmente nos levam a rios maiores. Mas evitem entrar nos rios. Às vezes a correnteza pode não parecer forte, mas ser forte o suficiente para carregar uma pessoa.

Ela olhou para cada um de nós, esperando que a contestássemos ou perguntássemos alguma coisa, porém mais uma vez, nada veio de nós.

- Bem, é basicamente isso: cuidado, calma e estratégia. – ela se levantou – Acho que já falei o que tinha para falar hoje. Boa sorte caso se perderem, campistas. – então ela me olhou e ficou séria – Você vai precisar.

Com esse feliz comentário, ela voltou pelo mesmo caminho de onde tinha vindo, andando lenta e calmamente. Eu olhei-a partir por um momento e então segui os garotos que corriam atrás dela. Antes de sair da floresta, virei-me para observá-la. Olhando daqui, ela realmente parecia letal, nada de inofensiva, como eu a achava no começo.

Então eu respirei fundo e dei de ombros, continuando minha caminhada sem rumo. Talvez uma passada no chalé de Hermes? Meus doces estavam acabando. É, me parece uma boa ideia.



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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   Sab 08 Dez 2012, 18:13

Ortografia e uso adequado de linguagem - 20/20

Organização do post -10/10

Capacidade descritiva - 20/25

Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 20/20

Competência – 15/25

Total = 85 xp de perícia + 21 xp lvl

As descrições foram muito boas, mas faltou a própria personagem aplicar o aprendido - talvez, o treino pudesse ser extendido com uma demonstração prática, por exemplo, mas foi bem explicado.

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   Seg 01 Set 2014, 17:27



Sistema Cancelado


Após discussões com a staff e interessados, o sistema de perícias foi cancelado. O tópico será bloqueado e movido para o Tártaro.
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias intuitivas   

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