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 Treino de perícias combativas

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MensagemAssunto: Treino de perícias combativas   Sex 28 Set 2012, 17:57

A arena oferece diversos métodos de treinos aos campistas, tanto para treinarem suas habilidades especiais quando para treinar suas habilidades com armamentos. Este espaço da arena é reservado para os campistas treinarem e evoluírem suas perícias combativas, como briga, esquiva, armas brancas, entre otras.


As perícias combativas podem ser adquiridas e evoluídas aqui, entretanto, antes de postar, esteja ciente sobre como funcionam e seu sistema de avaliação. >
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Ellen Bergossi
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Dom 18 Nov 2012, 12:35

Treino de Briga 13:00-16:00PM







Após o almoço, eu levantei determinada da mesa de Hades. Levantei com tudo e saí o mais graciosamente que pude. Os meus irmãos e irmãs estranharam. Normalmente eu não chamava muita atenção para mim pelo simples fato de ter medo de cair e todos estarem olhando.
Porém eu me sentia confiante hoje, como se eu pudesse derrubar um minotauro com as mãos. Bem, obviamente no sentido figurado. Respirei fundo ao ir para a arena. Alguns filhos de Ares ainda treinavam e eu vi um semideus que parecia conhecido. Coloquei as mãos nos bolsos e andei devagar até ele.
Os cabelos loiros do semideus se destacavam à luz do sol. Ele suava e jogava facas e lanças num boneco, muitas vezes errando, sem paciência. Olhei-o mais de perto e me esquivei quando ele abriu o braço demais e quase me acertou na face.
- Você deveria ter mais paciência... – falei calmamente – Não me faça repetir: Foco, Edu.
Ele parou assustado e olhou para mim. Ao me reconhecer, sorriu e largou tudo o que segurava. Correu até mim e me ergueu num abraço de urso.
- ELLEN! – gritou no meu ouvido, fazendo todos virarem para fitá-lo – QUANTO TEMPO, GAROTA!
- Eduardo... – falei, amassada – AR!
Ele me soltou, mas me apertou novamente e bagunçou meu cabelo. Olhei para ele e segurei o pingente do colar que ele usava.
- Você ainda tem. – sorri.
- Claro que sim. – disse ele orgulhoso – O que faz aqui?
- Sempre fui meio bizarra, mas agora eu sei por quê. Sou filha de Hades. – anunciei com orgulho – Vim treinar... Briga. Mas não sou muito boa nisso, afinal.
- É no que eu sou melhor. – ele sorriu – Venha, vou te ensinar.
Ele me puxou pela mão até um espaço meio vazio.
- Pronto. Agora me acerte. – ele sorriu, como se eu não fosse capaz.
Ergui a cabeça e fechei os punhos. Corri até ele e o soquei, mas ele se desviou facilmente e suspirou.
- Nunca ouviu falar em deixar os polegares dentro do punho? – ele me deu um sorriso torto.
- Não sou muito boa nisso, para falar a verdade. – falei, flexionando os braços.
- Não é boa nisso e ponto. – ele balançou a cabeça – Vamos lá. Olhe, primeiro, mantenha uma boa postura. Sabe, as pessoas falam de briga como se fosse somente o físico, mas não é.
Ele segurou meus punhos na frente do meu rosto.
- Dê a impressão de que sabe o que está fazendo e de que não pode ser vencida. Se você meter medo no adversário, a luta está praticamente ganha. Uma pessoa com medo não luta bem. – ele sorriu – E isso nos leva ao segundo passo: não tenha medo.
- Eu não tenho medo. – falei agressivamente.
- Claro. – ele se segurou para não rir.
Eu grunhi e usei minha mão direita para lhe dar um soco. Dessa vez acertei sua bochecha esquerda, mas não pareceu fazer efeito. Ele revirou os olhos.
- Você tem a mão tão pesada quanto uma pluma. – ele disse – Eu não tenho medo de você, mas você tem medo de me machucar. Quem você acha que ganha?
Ele estava certo, é claro. Nós praticamente crescemos juntos e eu não queria o machucar.
- Olha, eu lembro de como você era quando pe... – ele avaliou meu tamanho rapidamente – Menor. Você metia medo nas meninas, elas nunca procuravam confusão. Agora ouça. Você tem que voltar a ser aquela garota. Ameaças, promessas vazias...
- Mas eles nos ensinaram a parar com isso! – tentei me defender.
Ele suspirou e balançou a cabeça.
- Honestamente, acha que vamos ser adotados? – ele disse.
Meus ombros caíram um pouco.
- Eu sei. Se você não fosse uma semideusa, seria a primeira garota a ser adotada. A loira sempre bonitinha. Você continua com cara de filhinha de papai, sabia?
Grunhi para ele e cerrei os olhos.
- Isso aí. Meta medo. – ele foi para trás de mim e segurou meus pulsos – Muita gente acha que está certo bater assim, – ele fez um movimento circular com meu punho – mas isso não vai te ajudar. Você é fraca demais para usar esse golpe. Tente usar seus braços como equilíbrio e suas pernas como armas ofensivas.
Eu virei o rosto e ergui as sobrancelhas para ele.
- Lembro que você tinha um chute pesado. – ele franziu a testa – Acho que eu era o que mais sabia disso.
- Você sempre foi uma peste. – me defendi.
- Claro. E você era a única que eu respeitava. – ele me sorriu e então me largou – Mostre-me esse chute.
Respirei fundo e chutei o ar.
- Não assim. – ele balançou a cabeça – Isso é levantar a perna, e não chutar. Você tem que chutar não para mostrar o quão longe sua perna vai. Lembro que fazia balé. Tem que chutar para machucar, para incapacitar.
Ele ficou meio de lado, colocou os punhos na frente do tórax e chutou o ar com a perna meio dobrada. Eu o imitei.
- Quase. Tente de novo, até sentir que está certo. – ele disse.
Eu repeti, mas minha perna era meio dura. Como se não fosse feita para aquilo. Num acesso de fúria, chutei um boneco de palha perto de mim com toda a força que pude reunir. O boneco oscilou por um momento e então caiu um pouco para trás.
- Isso! – ele sorriu – Agora, venha aqui. Bata em minhas mãos até se cansar.
Ele abriu as mãos enormes na minha frente e eu respirei fundo. Soquei-as com muito mais facilidade do que no começo. Ele movia as mãos de vez em quando, treinando meus reflexos. Depois de um tempo, parei, colocando as mãos nos joelhos, cansada.
- Venha. – ele me pegou no ombro como o Shrek e a Fiona – Vamos comer alguma coisa.
Eu ia reclamar, mas conhecendo a peste, resolvi deixar para lá. Aproveitei a carona e fechei os olhos, disposta a descansar.




POST: 036 CLOTHES: AQUI TAGGED: Eduardo H. Dellatorre



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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Dom 18 Nov 2012, 18:59

Ortografia e uso adequado de linguagem - 20 pontos
Não tenho nada a alterar aqui. parabéns.

Organização do post
- 8 pontos
Aqui você poderia ter separado os parágrafos. Tente se lembrar disso.

Capacidade descritiva
- 15 pontos
Aqui você pecou bem. Poderia ter postado mais descrição, como movimentação de seu corpo e de seu parceiro de treino, e também de descrição do local. Tente se lembrar disso.

Coerência, Coesão, Organização, Conteúdo e Ideias
- 15 pontos
Você se expressa bem, mas com a falta de explicação, faltou também no quesito organização, e a descrição teria ajudado você nisso.

Competência – 10 pontos
Você parecia não saber como se faz uma luta corpo-a-corpo, por isso não a descrevendo. Por isso mostrei a você que a descrição em um post é tudo.

No mais, você foi muito bem. Com esse treino você conseguiu 68 pontos de perícia, o que significa 17 pontos de Experiência.

Abraço!

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Qui 22 Nov 2012, 17:07

Aceitando perder
Tagged: Eduardo H. Dellatorre Wearing: This! Notes: 15-16PM Thank you Lari @ CG


Eu andava meio sem rumo pelo acampamento, até que um barulho me chamou a atenção. Dois filhos de Ares lutavam sem armas, somente no corpo-a-corpo. Um deles era forte, com cabelos pretos e músculos largos. O outro era mais esguio, não deixando de ser forte, cabelos loiros e uma agilidade impressionante.

Então, num golpe repentino do loiro, a luta acabou. Tentei rever tudo na minha mente. O moreno tinha socado o loiro e este, por sua vez, segurara o punho do adversário e o puxara com tudo para o chão. Agora o loiro estava com o pé na garganta do moreno, que tentava sair. Então o loiro me viu.

- Ellen! – ele gritou.

Ele largou o irmão e veio me dar um abraço apertado. Eu retribuí o abraço como pude, sendo sufocada por ele.

- Ar... – falei.

Ele me soltou e me deu um sorriso, então virou para seu irmão.

- Vou tomar conta de uma pirralha, continue sem mim. – ele disse simpaticamente.

O irmão dele grunhiu, bufou e saiu totalmente zangado. Ao passar por nós, bateu o ombro no de Eduardo.

- Meus irmãos não aceitam muito bem a derrota. – ele coçou a nuca.

- Percebi. – falei.

- Mas e então, pirralha, o que te traz aqui? – ele bagunçou meu cabelo.

- Primeiro: eu não sou pirralha. – falei, arrumando meu cabelo – Segundo: boa tarde, Eduardo, estou bem, já que perguntou. Terceira: nada, só estava passando e pensei ter ouvido dois campistas se matando.

Ele riu e me puxou para perto de si com o braço.

- Estávamos treinando. Ah, e como anda você, pelo menos praticou briga? – ele me encarou.

- Para falar a verdade, não. – admiti.

Ele suspirou e revirou os olhos.

- Olha, eu sabia, mas tinha esperança. Quantas vezes vou ter que repetir? Você precisa treinar. É fraca e leve, tem que aprimorar suas técnicas de luta. – ele então voltou para o lugar onde estava treinando.

Eu o segui, meio sem graça. Dei uma olhada ao redor. Era um lugar amplo e bem arejado, sem nada mais. Um grande espaço vazio com o chão de pedras brancas. Ao longe, pude ver o local que era usado para os treinos de arco e flecha, mas estávamos bem longe até dos bonecos de palha, que geralmente estavam sempre presentes.

- Vem aqui. – disse Eduardo.

Eu o olhei, meio confusa.

- Vou te mostrar uma coisa. – ele chegou mais perto e segurou minha nuca – Esse é um truque bem usado no Jiu Jitsu. Você faz pressão aqui, para levar seu adversário para o chão. – ele empurrou minha nuca para frente e para baixo e eu daí deitada com a barriga para baixo – E, quando conseguir isso, você segura ele assim. – pude sentir o braço dele na minha nuca, fazendo pressão.

- Entendi. – falei, esmagada contra as pedras.

Ele me soltou rapidamente e ficou de pé.

- Agora use contra mim. – ele sorriu.

Eu então levantei e chequei como estava. Não estava dolorida. Ele não fizera para machucar. Então avancei contra ele. Tentei segurar sua nuca, mas ele segurou meu pulso e o girou. Em um segundo, eu estava com as mãos atrás do corpo, presa por uma só mão dele. Tentei sair, puxar à força, mas não deu certo.

- Aqui, eu venço. – ele falou com um tom de humor na voz – A não ser que você use sua inteligência. Pense.

Então eu obedeci. Se ele estava segurando minhas duas mãos juntas, eu não precisava soltar as duas com a força. Só precisava soltar uma com algum jeito. Girei e puxei minha mão direita, até que ela saiu. Então virei para ele e lhe dei uma cotovelada no tórax.

Ele soltou minha outra mão e eu puxei sua nuca, mas ele resistiu. Segurou minha cintura e me deu uma rasteira. Eu caí no chão e ele fez pressão na minha nuca com um braço e nas costas com outro.

- A nuca não é o único jeito de derrubar alguém. – ele me advertiu, então pulou para longe – Pode dar uma rasteira também, entre outras técnicas.

Entre outras técnicas”, pensei, me lembrando de quando eu era criança e de como sempre conseguia tudo. Então eu sentei no chão e gemi, segurando minha nuca. Olhei para ele com medo e comecei a chorar alto. Ele pirou. No início, ficou em choque, então se aproximou, as mãos pairando em cima de mim, com medo até de me tocar.

- Não chore, não chore. – ele entoou – Você vai ficar bem, eu não vou mais treinar com você, está certo? Não se preocupe, vamos para a enfermaria...

Então eu sorri e o puxei com tudo para o chão. Houve um baque quando ele caiu de barriga no chão, então eu sentei em cima das suas costas.

- Os modos físicos não são os únicos de lutar. – eu ri.

- Isso é trapaça. – ele me acusou.

- Não, isso é uso de estratégia de batalha. – eu sorri – Minha instrutora me disse isso.

- Então vá treinar com ela. – ele falou e começou a se levantar.

Eu fiquei de pé para que ele pudesse sair. Ele marchou para o seu chalé.

- Não fique zangado. – gritei, mas ele tinha saído – É, acho que não aceitar bem perder é meio que genético.

Então eu dei de ombros e continuei a andar. Talvez eu devesse treinar alguma outra coisa, afinal.



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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Qui 22 Nov 2012, 19:34






AVALIAÇÃO





Ortografia e uso adequado de Linguagem

10/10
Não tenho o que falar, você manteve o padrão.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias

28/30
Não conseguiu elaborar bem os personagens no começo da história, por isso tirei dois pontos.

Organização do post

10/10
Não tenho o que falar. Você manteve o padrão.

Uso adequado de linguagem

15/15
Não tenho o que falar. Você manteve o padrão.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes

10/10
Essa você surpreendeu. Parabéns.

Capacidade descritiva

23/25
Poderia ter sido melhor, você já fez melhor antes.

Pontuação Final

96/100 xp




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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Ter 11 Dez 2012, 17:34

Parar para pensar só em sonho
Tagged: Bia (amiga imaginária 'u') Wearing: This! Notes: 14-15:00PM Thank you Lari @ CG


Eu estava passeando, tentando gastar energia, quando vi alguns campistas diversos treinando. Eles se revezavam, um jogando facas cegas nos outros. Eu não entendia bem por que... Até lembrar que minha lista de treinos aumentara.

Eu recebera permissão de Quíron para treinar esquiva. Com um pouco de medo, me dirigi até os campistas. Uma das atiradoras de facas parou quando me viu, andando devagar, as mãos nos bolsos.

- Gostei da sua camiseta. – ela sorriu.

- Matemática nunca foi meu forte. – admiti.

- Eu também não, os números saiam dos lugares, como eu ia calcular? – ela revirou os olhos como se o que tivesse acabado de falar fosse óbvio.

Nós rimos.

- Pode me chamar de Bia, décimo chalé. – ela estendeu a mão.

- Ellen, chalé treze. – falei ao apertar a mão dela.

Com certeza ela parecia uma filha de Afrodite. Os cabelos longos e negros caíam em cascatas e seu rosto moreno parecia o de uma boneca, os olhos verdes se destacando.

- É o seu primeiro treino de esquiva? – perguntou, solidária.

- É. – admiti.

- Eu treino com você, espera um pouco. – ela sorriu.

Então a garota se dirigiu até o menino no qual antes atirava facas cegas e o falou alguma coisa. Ele resistiu, mas finalmente saiu.

- Bem, você tem práticas anteriores não relacionadas, porém que possam te ser úteis? – perguntou.

- Eu fiz balé por alguns anos... Não muitos, saí assim que pude. – dei de ombros.

- Mas você sabe se esquivar girando e dando cambalhotas, não é? – perguntou ela.

- Mais ou menos. – admiti.

- Então acho melhor treinarmos com coisas menos ofensivas do que facas, mesmo que cegas. – ela disse.

- Eu concordo e meu corpo agradece. – falei.

Olhamos-nos e rimos novamente. Ela foi até uma mesa e eu a segui. Na mesa descansavam facas, adagas e até espadas. Porém também tínhamos bolinhas de gude que pareciam quentes e dardos. Ela pegou seis bolinhas com luvas que pareciam grossas nas mãos.

- Bem, essas bolas foram adaptadas. – disse enquanto voltávamos para o local de antes – Elas não machucam realmente, mas ardem bastante. Eu jogo em você e você se esquiva. Simples assim.

- Não vai me dar uma aula antes? – perguntei assustada.

- Posso te dar algumas dicas. – ela sorriu – Não deixe para se esquivar quando algo estiver muito em cima e nem quando estiver muito longe. Mantenha os braços colados ao corpo e as pernas prontas para saltar a qualquer momento. Ah, e prenda o cabelo. – ela tirou um elástico do bolso.

Eu prendi meu cabelo num rabo de cavalo baixo e me espreguicei separei um pouco as pernas enquanto Bia se posicionava. Sem aviso, ela jogou uma bola na minha direção. Eu girei para o lado quando a bola passava por onde antes estava minha barriga.

Eu mal pude respirar direito, achando que teria uma pausa, quando senti meu braço arder. Mas não tive tempo nem de registrar a dor, pois quando olhei para Bia ela lançava mais uma bola, dessa vez na direção da minha cabeça.

Eu me agachei rapidamente e então ela lançou mais uma bola nas pernas. Eu saltei o mais rápido que pude para a esquerda, mas tropecei ao aterrissar. Caí como uma jaca mole para a direita e ela nem parou para perguntar se eu estava bem.

- Ainda faltam duas! – gritou Bia ao me jogar mais uma.

Eu rolei para frente enquanto a bola passava por mim, mas não tive tanta sorte com a última. Ela acertou minha perna direita e eu sacudi a perna de dor. Bia veio ao meu encontro enquanto eu fazia a checagem das queimaduras.

- Eu disse que não machucavam de verdade. – disse ela.

Meus braços não tinham marcas, somente estavam vermelhos, como se alguém tivesse me dado um beliscão. Eu esfreguei o braço mesmo assim.

- Acho que você está pronta para mais uma rodada. – Bia sorriu.

Eu ia discordar, mas percebi que treinara muito pouco e, com relutância, voltei para o meu lugar enquanto ela catava as bolinhas com as luvas. Dessa vez, para me dar mais opção de movimento com os braços, os cruzei como um X na frente do meu tórax.

Ela sorriu e começou novamente. Eu queria pensar, aplicar tudo o que ela me ensinara, mesmo que fosse pouco, mas era tudo de repente. Quando eu pensava em montar uma estratégia, a bola já estava quase me alcançando.

Então eu simplesmente deixei meus instintos de semideusa me guiarem. Bem, devido aos nossos reflexos em campo de batalha, isso era quase fácil. Mas eu ainda assim acabei com pelo menos doze marcas vermelhas pelo corpo.

Só paramos quando Bia ficou satisfeita e isso se teve na décima quinta rodada.

- Acho que vou tomar um banho relaxante agora. – falei.

Eu estava cansada e suando, já Bia sorria para mim, simplesmente feliz.

- Bom banho. – ela sorriu – Foi legal conhecer você.

Então ela foi falar com outros campistas e eu corri o mais rápido que pude para o meu chalé.



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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Ter 11 Dez 2012, 20:28






Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Como sempre, você tem muito boa ortografia. Parabéns.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos


Muito coerente seu treino, começar com algo que fosse menos afiado que uma faca. Muito bom!

Organização do post - 7/10 pontos


Achei um pouco apertado demais, e a rolagem não é legal. Tenta melhorar, ok?

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Como sempre, muito bom português empregado.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10/10 Pontos


Mostrou realmente como usar esquiva, mas mesmo assim, poderia ter descrito um pouco melhor. Não vou tirar pontos, porque achei que o uso foi muito bom, mas é uma dica, pode melhorar. Ok?

Capacidade descritiva - 23/25 pontos


Aqui tiro dois pontos por deixar melhor a descrição dos movimentos, mas enfim, ficou muito bom.

Pontuação Final: 95 XP






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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 15 Dez 2012, 17:12






TAGGED: Eduardo H. Dellatorre
NOTES: 15-16PM
CLOTHES: Aqui

XOXO KitKat@SA



Treinando em companhia irritante
Eu estava polindo a lâmina das minhas adagas no meu chalé quando me dei conta de que estava treinando muito pouco ultimamente. Suspirei e as desativei, fazendo com que virassem novamente meu anel duplo de caveira e o colocando no dedo.

Saí do meu chalé calmamente. Bem, eu já havia treinado muitas coisas várias vezes, menos esquiva. É o que eu menos treinei até hoje. Então está decidido. Esquiva. Eu me dirigi até a parte da arena dedicada ao treino de esquiva.

Estava temerosa em não encontrar com quem treinar, mas achei logo um colega há muito tempo sumido. Eduardo andava em círculos, erguendo os olhos de vem em quando. Quando me viu, ele sorriu e acenou. Assenti para ele e continuei andando.

- Oi, sumido. - falei ao chegar perto dele.

- Olha quem fala. - disse ele bagunçando meu cabelo.

- Argh. - falei e arrumei meu cabelo - Veio treinar?

- É, mas não acho um parceiro. - ele sorriu - Vamos treinar juntos?

- Claro. - falei colocando a mão nos meus bolsos.

- Venha. - ele falou enquanto virava.

Eduardo seguiu até a mesa que eu já tinha visto no meu último treino. Ela estava repleta de acessórios para ajudar os campistas a treinar, como bolas que pareciam de gude, mas eram incandescentes. Eduardo segurou uma bola, só para se queimar.

- Ai! - disse ele.

- Você tem que pegar uma luva. - revirei os olhos e peguei uma luva grossa na mesa então um punhado das bolas.

Ele sorriu e voltou enquanto eu pegava outra luva. Fomos até um local vago para treinar. Me sentia um cavalo em uma sela. Estávamos separados das outras duplas por paredes que pareciam bem resistentes, porém eu vi uma adaga entrar na parede da dupla do lado. E o chão não me parecia muito legal, com algumas pedras espalhadas, como se fosse um desafio a mais.

Eduardo se posicionou. Abriu um pouco as pernas e então ficou imóvel. Eu franzi a testa. Não queria machucá-lo, mas as bolas não o machucariam... Então por que me sinto culpada? De qualquer modo, passei as bolas para a mão esquerda e peguei só uma com a mão direita.

Ele me olhou enquanto eu arremessava a primeira na sua perna. Ele deu um passo para o lado. Olhar as coisas da perspectiva de quem atira é ótimo. Me deu uma noção dos erros que eu estava cometendo no meu último treino.

Joguei outra bola nele, dessa vez em seu peito, e ele se agachou. Rapidamente, mandei outra bola. Dessa vez, para o seu pé. Ele rolou para longe. Enquanto ele rolava, arremessei outra bola para o seu tórax. Dessa vez eu acertei e ele ficou de pé num pulo.

Ele me encarou com raiva e eu arremessei mais uma bola em seu braço. Ele se desviou com facilidade. Foi aí que eu entendi um dos meus maiores erros: eu me mexia demais quando me desviava, sendo um alvo muito fácil.

Arremessei uma bola em seu braço esquerdo e ele deu um passo para a direita. Sorri e girei arremessando a última bola como no baseball. Ele girou para longe. Sorri ficando reta.

- Cinco a um! - ele sorriu superiormente.

- Você contou? - perguntei surpresa.

- Claro. - ele veio até mim e me tirou as luvas - Agora vamos ver quantos pontos você faz.

Eu me posicionei enquanto ele recolhia as bolas. Me alonguei um pouco, mas não por muito tempo. Eduardo me chamou a atenção com um assobio. Separei um pouco as pernas e colei os braços junto ao corpo.

Ele arremessou uma bola bem na minha perna direita. Antes, eu teria rolado com tudo, mas usei de toda a minha calma, deslizei o pé esquerdo e então puxei a perna direita para o lado. Agora eu entendia porque antes eu não conseguia pensar.

Eu me concentrava tanto em só estar em movimento que nem pensava direito em não ser acertada. Ele arremessou uma bola com toda a força no meu tórax e eu me agachei. Arremessou outra na minha perna. "Experiência que ajude em esquiva, lembre do balé" falou uma parte da minha mente.

Então eu pulei e abri minhas pernas, escalando no ar. Antes que pudesse me parabenizar pelo passo que não praticava faz um bom tempo, caí de bruços me esborrachando. Eduardo sorriu e arremessou uma bola na minha cabeça. Eu então fiquei de pé o mais rápido que pude, indo um pouco para a esquerda.

Ele arremessou uma bola na minha cintura e eu fiquei de ponta na perna esquerda, dando um giro de 360° para o lado. Minha perna direita latejava da queda. Por um infeliz acontecimento, acabei caindo em cima dela na hora.

Antes que pudesse pedir para que ele parasse, ele me arremessou uma bola na perna direita, como se soubesse que ela estava doendo. Num momento de desespero, perdi toda a minha concentração. Tentei girar para o lado, mas girei para a direita, então a bola acertou minha perna esquerda enquanto eu ainda estava de costas.

A perna ardeu e eu soltei um gemido, me sentando. Eduardo veio até mim.

- Vamos, largue de ser frouxa. Vou recolher as coisas e te levo ao teu chalé. - ele sorriu.

Eu fiz massagem na minha perna direita enquanto via os danos causados à ela. Tinha um corte acima do joelho, provavelmente devo ter passado a perna em alguma pedra. Arranhões na canela toda, espalhados como se algum gato possesso tivesse resolvido me atacar.

Fora isso e a ardência no corte, estava tudo bem. Passei a mão pela canela.

- Não passe sua mão suja nisso. - disse Eduardo.

Antes que eu pudesse responder, ele me ergueu em seus braços, o braço direito levando minhas pernas e o esquerdo segurando minha cintura. Ele começou a andar normalmente, como se não tivesse levando uma garota de... Ei, eu morro mas não revelo meu peso.

- Eu posso andar, sabia? - perguntei.

- É, mas eu ando mais rápido. Você é muito lerda. - ele revirou os olhos.

- E você é um idiota. - bati em seu peito e cruzei os braços.

Ele riu e começou a me balançar. Assim eu voltei para o meu chalé numa irritante companhia.

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Ellen Bergossi

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 15 Dez 2012, 20:13

Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Como sempre, você tem muito boa ortografia. Parabéns.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos


Muito coerente seu treino, não sendo prepotente o suficiente para conseguir tudo. Parabéns!

Organização do post - 10/10 pontos


Melhorou bastante desde o último post. Ficou bem organizado, por isso te devolvi alguns pontos. Parabéns!

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Como sempre, muito bom português empregado.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 10/10 Pontos


Mostrou realmente como usar a esquiva, em ambos cenários. Melhorou desde o último post, ficou feliz por você.

Capacidade descritiva - 25/25 pontos


A falha no post anterior com relação à descrição foi corrigida com este, ficou muito bom, as descrições de ambos ficaram muito boas! Meus parabéns.

Pontuação Final: 100 XP





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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 09 Fev 2013, 13:46



Treino de Armas à Distância
-----------------------------------------------------------------------------

As minhas expectativas para o treino daquela tarde eram muitas, de fato. Desde o meu último treino de arquearia, eu me sentia confiante a respeito das minhas capacidades. Tinha melhorado razoavelmente e já não tinha dúvidas quanto à habilidade herdada para manusear um arco.

Havia, contudo, uma dificuldade com que eu não contara. Estivera utilizando um arco longo e simples, emprestado do arsenal da arena, em todos os meus treinos. Desta vez, porém, para treinar minha perícia com as armas à distância, estaria utilizando uma arma de minha propriedade.

Por conseguinte, saí do chalé carregando o Raio de Sol, presente de reclamação de meu pai. O raio era constituído de um arco longo e flechas de pura energia. Quando peguei-o, pela primeira vez no intuito de utilizá-lo, senti sua leveza e suavidade. Não pude deixar de deslizar a mão pela extensão do arco de carvalho, sentindo seu poder.

A arena parecia maior do que parecera na última vez em que eu estivera lá. Os alvos para o meu treino também não se pareciam em nada com aqueles com que eu treinara anteriormente. Eram harpias vestidas com uma espécie de capa de proteção; em seus abdomens, estavam os círculos vermelhos e brancos que indicavam o local em que eu deveria mirar.

Os alvos móveis pareciam ser muito mais difíceis de se acertar. Mesmo assim, eu me posicionei do jeito que havia aprendido e treinado. Eu precisava tentar.

Virei-me de modo a deixar os alvos à minha esquerda. Nesse momento, porém, a maioria dos alvos já havia mudado de posição. Eu precisava ser mais rápido, muito mais rápido. As harpias pareciam migrar para trás de mim, fazendo com que eu pudesse supor seus próximos movimentos.

Novamente, posicionei-me de modo a deixar o local para onde os alvos pareciam ir à esquerda. Afastei as pernas para garantir maior equilíbrio e segurei o arco longo com a mão esquerda. O arco parecia menos pesado do que aqueles com que eu estava acostumado, o que poderia aumentar minhas chances de permanecer firme durante o tiro.

Quando a primeira das harpias adentrou o meu campo de visão, ergui o arco à altura da minha cabeça e o ergui suavemente, movendo-o mais para o lado, o que garantiria a anulação dos efeitos do vento e da gravidade.

Fechei o olho esquerdo e mirei, com o direito, o que seria a base da flecha. O arco do raio de sol, porém, poderia ser utilizado com energia pura, o que tornava desnecessária a utilização de flechas materiais. Coloquei minha mão no interior do arco, e puxei o ar, fechando meus dedos indicador e médio. Surpreendentemente, uma flecha - mais parecia um pequeno raio amarelo - apareceu e se alojou entre meus dedos, fazendo materializar uma corda do mesmo material.

Quando o alvo estava a um segundo de passar exatamente no ponto onde eu mirava, abri os dedos e a flecha de energia foi lançada. Seu percurso não poderia ter sido mais inesperado aos meus olhos. A flecha não sofreu desvio algum. O vento parecia não atingi-la e a gravidade parecia não encontrar peso algum para puxá-la.

- É uma flecha de energia. De energia! - eu disse a mim mesmo. É claro que não sofreria nenhum desvio. Fiquei observando enquanto a flecha disparava e passava metros acima e à esquerda do alvo.

Eu tive o ímpeto de deixar a minha posição. Todavia, percebi que bastava eu deslizar o pé direito no sentido anti-horário que o meu campo de ataque se movia para a esquerda. A primeira harpia continuava voando no mesmo sentido. Eu não precisava me preocupar com qualquer desvio que a flecha pudesse sofrer, pois nenhum a atingia.

Com tudo parecendo muito mais fácil do que deveria ser, puxei outra flecha de energia e, mirando exatamente para o centro do alvo, lancei-a. A harpia, porém, moveu-se com maior velocidade e a flecha passou centímetros à direita do alvo.

Eu precisava aprender a calcular os movimentos dos adversários, o que não seria fácil. Eu tinha, entretanto, muito tempo para treinar. Quando o grupo das harpias moveu-se para a posição da primeira, eu lancei seguidas flechas, utilizando, inclusive, uma flecha ilusória, um poder que eu havia desenvolvido recentemente. Os alvos se confundiram e uma das flechas reais acertou um dos alvos bastante próximo do centro. Eu sabia, contudo, que não teria condições de utilizar de artifícios como aquele o tempo todo. Precisava aprender a acertar os alvos de verdade, o que eu acabei por fazer em dois ou três lançamentos. Ocasionalmente, as flechas batiam nos alvos ou acertavam suas bordas. Não era algo de que eu poderia me gabar, mas já era um começo para a minha vida de treinos.

Esperando que pudesse voltar em outra ocasião e, nessa última, me sair melhor do que havia me saído naquele treino, deixei a arena com o arco na mão e uma certa satisfação no espírito.


Treino de 15h a 17h

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Poseidon
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 09 Fev 2013, 17:19






Avaliação de Treinamento





Ortografia - 10/10 Pontos
Impecável. Meus parabéns.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 30/30 pontos
Aqui não tenho sequer o que tirar. Simplesmente muito bem organizado.

Organização do post - 10/10 pontos
Muito bem organizado, e por se tratar de um treino sozinho, poucas falas são o essencial. O interessante seria você colocar um pensamento, e não uma fala, mas isso é discutir o sexo dos anjos. Parabéns!

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos
Outra vez, não tenho o que retirar.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 9/10 Pontos
Muito bem empregado. Porém você esqueceu uma simples coisa: as flechas de luz ganham penalidade por refração.

Capacidade descritiva - 24/25 pontos
Quase lá, você só não manteve o tempo inteiro a mesma descrição, no final você pareceu apressar a narrativa. No mais, está muito bom.

Pontuação Final: 98 pontos

Parabéns. Você acabou de subir do nível 2 para o nível 3.




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Billy Havely
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MensagemAssunto: Treino de perícia com Armas brancas laminadas. -13 horas   Dom 10 Fev 2013, 06:16


O Sol iluminava de forma branda sobre meu rosto, enquanto eu estava acordado só esperando algo, sem saber bem o quê, durante a noite várias vezes tentei dormir, mas dessa vez, eu não sei...Eu não conseguir dormir de forma alguma, e meus irmãos tinha conseguido, tentei não fazer barulho ao me levantar, meus passos silenciosos me levaram até a cozinha simples de nosso chalé, com um fogão 4 bocas, duas pias com alguns produtos de limpeza em baixo, no meio das panelas sujas, pega uma pequena que usa para fazer café, vê que não estava muito suja jogando apenas uma aguinha e jogando a água negra de café pelo ralo.

Coloco uma pequena quantidade de água naquela panela, coloco em uma das bocas do fogão, usando o isqueiro para acender, deixa fervendo enquanto volta ao dormitório, levantando com cuidado seu colchão no chão, e abrindo um piso falso tirando de lá um chocolate em pó, olhei para o lado e percebi que todos ainda dormiam, ou pelo menos pareciam estar.Desligo o fogo fechando o registro de gás do botijão, pegando uma caneca de plástico, coloco 4 colheres de sopa do achocolatado e derramo a água fervente dentro da caneca, pego minhas coisas, e com cuidado, saiu pela janela vestindo a camisa do acampamento, uma calça jeans, minhas botas-aladas e uma jaqueta de couro velha, andando calmamente ainda um pouco sonolento, tomo meu chocolate aos poucos em direção a arena.


~ ~ ~ ~ ~ ~
Entrei na arena com as mãos aquecidas pela caneca, já que o tempo estava um pouco frio, ao longe vi silhuetas de sacos de pancadas, como não consegui dormir e precisava treinar, deixe minha caneta do lado da entrada da arena, transformei meu broche em duas adagas leves de prata, firmo ela em minhas mãos, colocando minha perna direita atrás, a direita a frente, e as duas um pouco flexionadas, olhei para a parede com um olhar duvidoso, coloque as mãos no chão como em inícios de corridas e contei:

-3...2...1!

Corro com velocidade em direção aos bonecos, com a parede ao lado, com o impulso das minhas botas, me viro e coloco meus pés sobre a parede, dei alguns passos, mas logo escorreguei e tropecei no meu próprio pé, caindo rolando no chão.

-Ai ! - Disse me levantando e tirando alguma sujeira da roupa - Vamos Bill, sabíamos que não seria fácil, temos um longo caminho até conseguir.

As horas passavam, o sol já se tornava forte e vários campista treinavam, eu, suado e machucado com as mãos sobre os joelhos arquejando em busca de ar, tinha passado quase 2 horas e meia, com pequenas pausas, depois de respirar com calma, me posiciono da mesma forma novamente, e começo a correr de lado para a parede, uso mais uma vez o impulso das botas, dessa vez usando minha mão para ajudar no equilíbrio, ando cerca de 15 metros até os bonecos, onde uso o impulso e velocidade do movimento para atingir um dos bonecos no peito, passando minhas pernas sobre seu pescoço, e aplicando duas estocadas em suas costas, logo depois de aplicar o movimento final, cai no chão gargalhando de felicidade, finalmente tinha conseguido aprender aquele movimento, pego minha caneca com o chocolate já frio e vou para o chalé.

poderes:
 



Armas e equipamentos:
 
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Dom 10 Fev 2013, 09:12



N Avaliação N




Ortografia e uso adequado de linguagem - 17/20 pontos
Organização do post - 10/10 pontos
Capacidade descritiva - 10/25 pontos
Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias - 7/20 pontos
Competência – 10/25 pontos


TOTAL=54xp para a perícia + 14exp para player :3


Código:
Uau, billy. Notei uma grande evolução nos seus post xD Muito bom mesmo. Mas não se assuste com a nota obtida, treinos com perícias exigem um pouco mais ^^' Parabéns!!!

ATUALIZADO.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
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Vitor P. Cesa
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Seg 11 Fev 2013, 08:25




Arenas
14:00 - 13:00


Eu não havia conseguido dormir está noite pensando no tridente que havia reluzido em cima
de minha cabeça noite passada, fui até a janela e olhei as crianças brincando, um grupo de
meninas passeando e rindo, meninos estavam na arena desafiando todos que passavam por lá,
eu imaginei que seria um bom desafiante.

...

- QUEM TEM CORAGEM PARA ME DESAFIAR! VAMOS, QUEM QUER SER O VOLUNTÁRIO! - disse ele em cima
da arquibancada.- Ninguém te...

- Eu! - disse em tom alto para todos escutarem.

O menino se virou, ele era um pouco mais alto e consequentemente, mais velho, tinha cabelos
e pelo comportamento, com certeza era filho de Ares.

- E quem é você? E por quê ousa aceitar meu desafio? - disse ele olhando-me com desdenho.

- Sou Vitor, filho de Poseidon. Diversão. Mas, e aí? Vai ficar me olhando ou vamos lutar? -
disse indo em direção as espadas de madeiras que estavam jogadas ao chão.- Pegue!

- Dê seu melhor! - disse rindo.

Eu o provoquei pois sabia que filhos de Ares, não gostavam de intimidações, ficavam raivosos
e então cometiam erros, eu só tinha que esperar.
Ele avançou deu um golpe lateral, uma estocada, uma cortada por cima e um golpe lateral que
no último instante mudou para baixo, todos foram desviados menos o último ataque que ele me
pegou de supresa acertando-me na coxa.
Ele estava ficando cansado, então ele escorregou, vi minha chance e não podia desperdiça-la,
dei uma estocada certeira fazendo cair para trás, ele se levantou a tempo de se desviar de
um corte lateral, desferi vários golpes com muita rapidez, ele estava apavorado, não conse-
guia mais enxergar de onde vinha os ataques, por último girei e coloquei a espada entre suas
pernas e empurrei-o, ele caiu e quando percebeu já estava com uma espada ao pescoço.

- Ufa! Por hoje chega! - disse contente. - Até a próxima!

Saindo vi o meninos correndo para ajudar o amigo que relutava e xingava-os. De fato, havia sido um bom treino.

...


Armas usadas:
Espadas de madeiras

Poderes usados:
Passivos:
•Perícia com Espadas - O filho de Poseidon se adequa rapidamente ao aprender a usar a espadas.

Ativos:
Nenhum

Obs.: Estava com o HP e MP cheios quando cheguei na arena;
Logo depois da luta joguei a espada onde havia encontrado quando começamos;
Terminei um pouco cansado mas nada exausto.
Depois da luta fui ao chalé.

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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Qua 13 Fev 2013, 18:27






Avaliação





Ortografia - 10/10 Pontos


Daqui eu não tenho o que reclamar. Você escreve bem.

Coerência , coesão e organização e conteúdo e idéias - 20/30 pontos


A ideia foi simples, mas você não a detalhou, e isso acabou parecendo que você não queria ir a fundo. Quando estiver postando, tente se imaginar no lugar do seu personagem. Você vai querer detalhar até a gota se suor que cai na sua testa por causa da tensão causada pela batalha.

Organização do post - 5/10 pontos


Na organização você pecou um pouco, não arrumando direito a formatação da mensagem. Arrume isso para que a avaliação seja um pouco melhor.

Uso adequado de linguagem - 15/15 pontos


Daqui não tenho o que reclamar. Muito bom.

Estratégia e Uso de Armas, Habilidades e Poderes - 3/10 Pontos


Aqui você poderia ter detalhado muito melhor os movimentos que realizou com a espada que te dei no presente de reclamação, e aí você pode usar esta avaliação para melhorar.

Capacidade descritiva - 5/25 pontos


Aqui chegamos ao que falta a você por enquanto: sua capacidade descritiva. Você narrou bastante simples, mas tem situações que vão requerer riqueza de detalhes, e isso você vai precisar. Cara, tente detalhar o máximo que puder. Como eu disse antes, tente se imaginar na cena que você vai descrevê-la melhor.

Pontuação Final: 58 XP






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Aaron Zhang
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sex 18 Out 2013, 01:38


cause i'm only a crack...

in this castle of glass.

Há algum tempo, Já havia tido vontade de torna o arco uma de minhas habilidades. No Arsenal do acampamento haviam vários arcos, curtos e longos, e várias aljavas, Peguei o mais longo, o que talvez fosse um erro, mas não me importei, Junto levei uma aljava com cinquenta flechas. Sai do arsenal, encaminhando-me para a Arena, onde antes havia vindo arrumar alguns alvos, mas vendo o progresso de outros campistas, vi que só precisaria de um, isso se eu acertasse, Enfim, voltei para a arena, com o arco longo em mãos, havia uma garota lá, provavelmente filha de Apolo, ajudando os novatos com o arco. Ando despreocupadamente, tentando parecer confiante, a garota lança-me um olhar, que parecia querer dizer que já ia me ajudar, mas... eu queria começar a sós, sem ajuda, sómente com minha sorte e meu poderes.


Com o arco na mão, fechei os olhos em frente ao alvo, deixando meu corpo leve, quase podendo flutuar, e imaginei cercado de energia pulsante, amarela para o ar, verde para a terra. Deixei a energia entrar e fluir em meu corpo, sentindo as correntes de ar. Ao abrir os olhos, me sentia diferente, a magia sempre me dava essa sensação. invoquei um redemoinho de ar que girou ao meu redor uma vez e se desfez como ordenei.


Peguei a primeira flecha na aljava e a encaixei no Arco. posicionando-me com a perna direita na frente e a esquerda atrás, levemente flexionada, puxe a corda sentindo a tensão se formar no arco. Meu braço tremia um pouco, o medo de errar fazia isso. trouxe a mão segurando a corda até próxima ao ouvido, quando soltei, a flecha disparou assoviando pelo ar, foi tão rápido que não tive tempo de pensar e ele já estava cravada por trás do alvo de outro campista, olhando percebi como havia passado longe do meu alvo. tentei usar os ventos para traze-la de volta a mim, mas estava profundamente presa ao alvo, e isso só fez com que eu movesse o alvo, irritando o outro campista que resmungou e foi reerguer o alvo. Sorri sem jeito, mas voltei a mostrar-me confiante. A garota pelo que parecia já havia terminado com o outro semideus com quem estivera conversando, e agora se dirigia a mim, ela trazia um arco longo também e uma aljava presa as cotas:
-Olá... é, sou Wylla, filha de Apólo, sou eu que fica responsável por ensinar arco e flecha para os novos campistas.
Franzo a testa quando ela diz "Novos" campistas... Eu não era... bem... um novo campista, já até tinha conseguido o cargo de conselheiro do chalé!
-Sou Aaron, conselheiro do chalé quinze - faço uma pequena pausa - Gostaria que você me ajudasse a manejar isso - digo erguendo o arco - É complicado
Ela sorri com doçura e diz que pode me ajudar. Ela se posiciona ao meu lado, de modo a dar um tiro horizontal, da mesma maneira com que havia me posicionado antes, um pé na frente e outro atrás com o joelho levemente flexionado, a mão que puxava a corda perto da orelha e a outra esticada e relaxada... talvez esse fora um de meu erros, estsva com o corpo totalmente tenso, e olhando-a, a única coisa que eu conseguia perceber que estava tensa era a corda do arco.


Imitei-a, tomando posição, a perna na frente e a outra atrás, um pouco flexionada. Peguei uma flecha e a envolvi com magia, fazendo-a tomar uma auréola amarela, encaixei-a no arco, puxando a corda. A tensão se fez no arco, mas meu corpo todo estava um pouco relaxado. Juntei as omoplatas, e o arco pareceu ficar mais leve. Trouxe a corda perto da cabeça e fechei o olho esquerdo tentando mirar, a mão direita segurava arco. Mirei a ponta da flecha no centro do alvo, e ao soltar a corda, a seta foi reto, mas passou longe do alvo e caiu ao chão. Suspirei e lembrei que a garota estava olhando.
-Acho que não tenho muito jeito para praticar isso - digo olhando para o chão com o arco abaixado. Ela deu um fraco sorriso e me chamou
-Ei... é, isso é só uma questão de prática, logo, isso se você não desistir, você pega o jeito.
Devolvo-lhe um sorriso e dou de ombros
-Não sei... quer dizer,a s coisas em que sou bom são poucas e demoro muito para pegar o "jeito".
-Isso é questão de prática Aaron, logo vai estar atirando tão bem quanto qualquer caçadora de Ártemis.
Sorrio com a menção, queria fazer parte dos guardiões da memória, e não tinha quase prática nenhuma com espadas.
-Quem sabe... - Digo com outro suspiros e voltando a tentar praticar. As vezes, acertava a borda do alvo, isso até chegar na quarentézima seta. A partir daí, já tinha mais prática e as vezes, de duas em dez setas, conseguia acertar o alvo.

-\/-
-Viu? não disse que era questão de prática? - Disse Wylla sorrindo enquanto me ajudava a recolher as setas espalhadas pelo chão, já havia recolhido metade
-É, quem sabe eu realmente continue, não esperava que eu fosse tão bem - franzo a testa, sabendo que algumas das vezes, eu usara a magia para controlar o ar e fazer a flecha acertar o alvo - Mas... para dizer a verdade, não fui completamente honesto, cinco das flechas que acertei no alvo, eu usei magia para me ajudar.
Ela sorri e balança a cabeça e sinal negativo
-Que coisa feia Aaron - depois começa a rir me entregando as últimas setas. - Bom... espero vê-lo aqui mais, agora vou indo.
Fico observando ela partir e guardo as últimas flechas na aljava, o sol já estava se pondo no horizonte, e com seus últimos raios de luz ainda brilhando, saio da Arena.




observações

Treino de Perícias combativas: Arquearia
Armas:
Arco longo
Aljava com cinquenta flechas
Poderes
Natureza Mágica








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Hades
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 02 Nov 2013, 18:28

† Avaliação 

 Ortografia e adequado da linguagem: - 16/20 pontos .:. Atente para algumas acentuações que não condizem a palavra e faltas de letras. Revise com calma seu texto antes de postar.

 Organização da Postagem: - 9/10 pontos .:. Dê um enter entre os parágrafos e falas.

 Capacidade Descritiva: - 19/25 pontos .:. Na próxima, descreva as emoções da personagem.

† Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: - 13/20 pontos .:. Atente a algumas palavras sem nexo que não dão sentindo ao texto e/ou oração. 

† Competência: – 15/25 pontos .:. Descreva melhor os movimentos da personagem perante ao treino. 


 Total: 72 xp em perícia, equivalente a 18 xp. Mais perícias com armas à distância.



Atualizado.

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Aaron Zhang
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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Sab 09 Nov 2013, 06:56


Perícias Combativas: Arquearia

in this castle of glass.

Era um pouco antes do almoço quando Aaron desce para a Arena de arquearia, estava sentindo-se um tanto depressivo e treinar ajudava-lhe e melhorar. Ele caminhava tranquilamente pelo acampamento indo em direção ao arsenal, seu rosto desanimado e determinado ao mesmo tempo, motivava aos campistas que passavam a não falar com ele. Ao entrar no Arsenal, fica novamente bobo com a quantidade de armas que havia dentro daquele local. Aahron entra na sala, olhando tudo ao seu redor, vendo que precisava comprar seu arco...



Aahron entra na arena, segurando o arco na mão esquerda e a aljava presa no cinto, por uma tira de couro. Depositando o arco no chão, corre tranquilamente até um canto, onde vários dos alvos estão encostados juntos. Pega três deles, e os posiciona em um meio circulo em volta do local onde havia deixado o arco. A distância do arco até os alvos era de dez metros. O garoto correu para pegar mais dois alvos, e posicionar do mesmo modo que os outros. Foi até o arco e o pegou do chão, a sua volta, completando um circulo, havia cinco alvos dispostos e a dez metros de Aaron.



Quando começa a atirar, são gestos Automáticos, e as flechas, passam perto dos alvos, às vezes alguma ainda se prendia perto da borda, ele iniciou uma sequência, atirando e mudando o alvo, assim não precisaria atirar duas vezes, a primeira para a char a direção e a segunda para acertar o alvo. Atirava e mudava atirava e mudava. Após meia hora treinando, as flechas começaram a acertar os alvos, nas bordas, algumas passavam raspando nas bordas dos alvos, arrancando-lhes grandes lascas de madeira. Estava me sentindo bem com os resultados, não como gostaria que fossem, mas ainda assim já estavam bons. Ao olhar para as pontas dos próprios dedos, vê as marcas da corda, suas juntas estavam doloridas.



Pega a última flecha da aljava e prende-a na corda do arco, apertando sua extremidade junto à corda, entre seu dedo médio e polegar. O garoto, puxa a corda, sentindo a tensão do arco, aproximou o arco do rosto, fechando um dos olhos, para mirar, deu meia volta nos calcanhares e parou apontando a ponta de ferro da flecha para o centro de um alvo. Fica nessa posição por mais ou menos dois minutos, ajustando, a mira. Quando solta a corda, a mesma empurra a flecha, fazendo-a disparar pelo ar, zunindo enquanto o corta, girando até sua ponta atingir o alvo, perfurando-o, com agressividade.



Aaron abaixa as mãos e avalia seu resultado. A flecha havia atingido exatamente o centro do alvo. Com um suspiro exasperado, o garoto passa o arco por seu ombro, e passa de alvo em alvo, se sentindo um pouco cansado e com as mãos doendo, recolhendo as flechas, e guardando as que ainda poderiam ser usadas na aljava. As outras, ele jogou fora e recolheu os alvos, guardando-os no canto. Aaron sai da arena de cabeça baixa, e vai diretamente para o arsenal guardar o arco. Logo depois, corre para o chalé de Hecate, para um merecido banho e depois um descanso.






observações

Treino de Perícias combativas: Arquearia
Armas:

Arco longo
Aljava com cem flechas

Poderes:

Nenhum







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MensagemAssunto: Re: Treino de perícias combativas   Seg 01 Set 2014, 17:20



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Após discussões com a staff e interessados, o sistema de perícias foi cancelado. O tópico será bloqueado e movido para o Tártaro.
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