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 Teste para filho de Zeus (Definitivo)

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Zeus
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MensagemAssunto: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Dom 06 Jan 2013, 12:48

♦ Teste: Filhos de Zeus ♦



A cada mês apenas dois semideuses podem ser escolhidos como filhos de Zeus. Por esse motivo, prestem bastante atenção aos mínimos detalhes do teste, deem o máximo de dedicação possível. Avaliarei segundo ao Sistema de Avaliação do fórum. E o mais importante: apresente uma narrativa agradável de se ler, sem que canse o leitor. Os testes serão aceitos até o dia 28 deste mês e o resultado sairá no dia 02.

OBS: Caso seja fake, avise em seu teste. A preferência é para contas principais, mas quem for pego mentindo não terá outra chance.

♦ TESTE ♦

1- História do personagem: (Sem Mínimo de Linhas)

Pontos obrigatórios:

Como era sua vida antes de saber ser um semideus?
Qual sua reação e como passou a ser sua vida quando descobriu?
Como chegou ao Acampamento Meio-Sangue?

2- Hera perseguiu muitos filhos de Zeus - e com você, não foi diferente. Narre os empecilhos que ela colocou no caminho. Como ponto obrigatório, apenas seja coerente ao seu nível, e dentre tudo, narre ao menos uma batalha. Você pode já estar reclamado ou não, a escolha é sua, mas só poderá usar os poderes até o nível 6 (Mínimo Quinze Linhas)

Observação: Use e abuse de sua criatividade, para este critério há apenas uma regra: não saia do foco que é Percy Jackson.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


Última edição por Zeus em Ter 01 Out 2013, 22:20, editado 3 vez(es)
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Jason Todd
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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Qua 27 Mar 2013, 20:24

1- História do personagem: (Sem Mínimo de Linhas)

Jason nunca foi um garoto que havia tido tudo nas mãos. Na verdade sua mãe era uma pessoa doce e com um coração realmente grande e amava-o acima de tudo, mesmo assim ele não gostava de pedi-la nada, mesmo sabendo que ela faria de tudo para dar. Viviam se mudando e mesmo que tivesse diversos amigos, eles nunca duravam muito tempo em um mesmo lugar e a culpa era toda de seu padrasto, que era simplesmente odiável. Estavam juntos desde que era apenas uma criança e ainda assim não havia aprendido a gostar do homem. Tudo nele era desprezível...A aparência, o cheiro, seu comportamento, enfim, tudo mesmo. O único motivo que o garoto podia imaginar pra que estivessem juntos é que de que eram felizes, ao menos nos primeiros meses que se conheceram, mas isso se transformou em medo por parte de sua mãe, medo das consequencias de um termino.

O principal motivo de se mudarem com frequência era o vício desgraçado de seu padrasto. O homem tinha um desejo interminável por álcool, jogatina e drogas, roubava da própria casa para poder ter aquilo e Elizabeth, mãe de jason, tinha de se virar no trabalho para sustentar os vícios do marginal. Quando as dividas e ameaças ficavam muito altas eram obrigados a se mudar para fugir dos traficantes e cobradores que Anthony insistia em botar em sua cola. Além disso, quando bebia, ou até mesmo em seu normal estado irritadiço, gostava de espancar o garoto por diversão. jason tinha que mentir para a mãe que achava que se metia em confusões frequentes na escola, apenas não queria ver a mãe triste. Quando o garoto envelheceu, se tornou frio e agora que estava maior certamente podia revidar, mas Anthony percebeu isso e passou a evitá-lo. E mesmo com todos os problemas, era um garoto extrovertido, sorridente. Guardava sua raiva e frieza apenas para Anthony e só não fazia nada por causa de sua mãe, que não duraria por muito tempo.

Em uma tarde, ao fim de suas aulas normais, voltou pra casa sem pressa, o sol já havia caído quando finalmente havia chegado com um sorriso no rosto. Entrou e foi direto à cozinha onde sua mãe sempre estava nesses horários, animado e faminto. Encontrou a mãe ensanguentada, o rosto todo marcado e inchado, jogada a um canto e não precisava dizer nada sobre o que tinha acontecido. Pegou o amaciador de carnes de cima do balcão, indo até o quarto onde Anthony se injetava. Sem falar nada, golpeou a cabeça do homem com força, atirando-o ao chão e o espancando com o amaciador, o rosto sério, sem emoções. Quando terminou, ninguém reconheceria o cadáver do homem, disso tinha certeza. Sua mãe cambaleante chegou no quarto, abalada apenas dizendo: - Aqui...Não mais...Seguro...

Em seguida o garoto saiu aceleradamente de casa, correndo sem parar, até que enfim esbarro em um cara bastante forte que o seguro pelo braço falando o motivo de toda a pressa eu insistia em correr. mas ele não me saltava até eu falar e então eu decidir abrir o bico em quanto isso ele se revelou como um agente de Zeus que era meu pai e me explico tudo sobre o meu destino em relação a isso logo ele me levou ao acampamento para ma apresentar perante Quíron e jurar lealdade ao meu pai.


2- Hera perseguiu muitos filhos de Zeus - e com você, não foi diferente. Narre os empecilhos que ela colocou no caminho. Como ponto obrigatório, apenas seja coerente ao seu nível, e dentre tudo, narre ao menos uma batalha. Você pode já estar reclamado ou não, a escolha é sua, mas só poderá usar os poderes até o nível 6 (Mínimo Quinze Linhas)


A medusa estava me dando um certo trabalho ela foi mandada por hera para me matar, ela era rápida e esperta até demais...

- Sei bem sobre suas ideias garoto. Você está se movendo rápido para alguém que não pode abrir os olhos. Provavelmente por estar nas sombras da noite, certo? – Ela debochava e ria de mim – Já enfrentei muitos de seus irmãos e irmãs, filho de Zeus. Conheço tudo sobre suas habilidades e fraquezas, e você não tem chance contra mim. - Ela provavelmente estava certa, ela tinha anos e anos de pratica e eu estava naquele ramo a pouco tempo. Mas minha cabeça dizia que eu poderia sim derrota-la.

- Sabe de uma coisa, talvez você tenha razão! Talvez você conheça e saiba muito sobre as habilidades e estratégias de muitos semideuses, mas eu garanto que você não faz a mínima ideia de quem você está enfrentando. - Ela se voltou a mim e a senti caminhar bem ao meu lado enquanto ainda estava conversando um pouco.

- Não me interessa saber quem é você, mas acho que devo dizer quem sou, e você o mesmo, assim poderei saber o nome do garoto insolente que matei. - Dei um pequeno sorriso no canto esquerdo da boca, apenas demonstrando confiança e determinação e então resolvi me apresentar.

- Sou o Jason. Filho de Zeus, e provavelmente um dos mais inteligentes do acampamento. – Acho que contra aquela cabeça de lagartixas eu não precisava ser muito modesto, poderia tentar só um pouco fazê-la entender que eu não perderia tão fácil, e usaria todo meu conhecimento contra ela.

- Hm... – Ela começou a afiar as garras e preparar um bom ataque. – Muito bem, sou a grandiosa Medusa! A mais bela e perigosa mulher de...

- Tá bem, eu conheço você, não precisa ficar no seu discurso chato de eleição pra presidente, apenas vamos resolver isso e ver quem supera quem, no final. – Ela não ficou feliz quando eu a interrompi. Provavelmente eu havia deixado ela ainda mais nervosa, mas aquilo poderia ser útil algum momento.

- Já que você diz ser tão esperto, tente me derrotar garotinho, quero ver se sua sabedoria supera a minha.

Ela estava preparada para me atacar, e eu deveria defender aquilo, mas além daquela batalha, eu também estava tentando escutar a localização de Lauren, Will, Lydia, David e Luiz. Por mais que eles estejam lutando bem, eu estava meio que preocupado se eles sairiam vivos daquele lugar. Mas digamos que o momento que tive pra prestar atenção nisso foi muito pouco. A Medusa não era paciente e logo passou suas garras no meu rosto fazendo um ferimento não muito profundo. Aquilo havia doido bastante, mas não havia tempo para tentar parar para me recuperar. Ela tentou investir de novo contra mim e eu tentei usar minha espada de ferro estígio novamente para me defender, mas infelizmente ela era duas vezes mais rápida do que eu e conseguiu me atingir no braço esquerdo. O ferimento não foi profundo, mas eu senti uma leve dormência no braço esquerdo depois disso.

- O que houve? Já vai se render? – Ela tinha uma voz muito grotesca, e acho que sempre que ela chegava perto de mim e falava alguma coisa, meu coração disparava como se ele quisesse pular pra fora de mim e sair correndo dali. Eu nunca havia sentido muito medo de algo antes, mas acho que aquela criatura sabia me deixar muito nervoso.

Fui tentando esquecer esse detalhe e me concentrar em um plano. Fiquei parado por uns segundos e apertei bem os olhos, então consegui me concentrar um pouco em mim e planejar algo.

“Ela é muito rápida, mesmo que eu tente causar um dano direto nela, isso seria muito difícil de se fazer, a velocidade que ela corre e desvia dos meus ataques é muito grande, e se eu tentar usar isso contra ela, não tem como funcionar, ela já tem muita experiência com a própria velocidade e escapadas rápidas, o único jeito é tentar usar algumas estratégias variadas e tentar ver a que mais causa efeito, depois disso vou ter apenas alguns segundos pra aprimorar ela e tentar usar novamente para desferir um dano direto, o alvo principal é a cabeça mas se eu pegar as pernas, posso aniquilar a habilidade de velocidade dela.”

A medusa percebeu que eu estava tramando algo, e então começou a me atacar cada vez mais forte. Primeiramente ela veio até mim e chutou minhas costas, o que doeu um tempo depois. Então tentei aproveitar a curta distância entre nós usar minha habilidade de Geocinese para fazer espetos de pedra brotarem do chão, mas aparentemente ela conseguiu escapar facilmente disso também. Ela estava de fato começando a levar a sério nossa batalha, não ficava mais parando para conversar, agora era hora de matar ou morrer. Logo que ela veio pra cima para tentar me atacar novamente, consegui ouvir seus passos e na mesma hora, puxei minha adaga de bronze e consegui causar um pequeno corte em seu braço direito. Aquilo não havia sido profundo, mas agora igualava a situação do meu braço esquerdo ao braço direito dela.

- Maldito seja... Como ousa tocar esse instrumento imundo em mim??? – Ela havia ficado ainda mais furiosa. – Agora, vou dilacerar você!!

A monstrenga veio em mim com tudo que tinha, atacando com suas garras e chutes. Eu não ia ficar parado então também tentei ataca-la, usei minha adaga e espada para tentar causar cortes nela, mas ela conseguia desviar da maior parte do dano. Eu não conseguia atingi-la, o medo que tive no começo da batalha estava me atrapalhando. Aquele medo ainda estava me impedindo de dar tudo de mim num ataque. Eu já estava com alguns cortes pelo corpo e ela com apenas uns dois ou três muito leves. Aquele cenário de batalha não era favorável a mim em nenhuma forma, precisava reverter aquilo, e rápido. Tudo que eu estava fazendo não funcionava, então teria que forçar um pouco a coisa. Ela me chutou e eu caí no chão um pouco dolorido pelos cortes e chutes que ela já havia me feito. Ela começou a rir de mim enquanto ainda estava ao chão.

- Sabe o que é mais satisfatório numa vitória? Ver o oponente caído sob seus pés! E agora que você já está todo ferido e acabado, acho que isso indica a minha vitória!

Ela era rápida demais para conseguir atingi-la. Alem disso, eu tinha medo, um maldito medo de morrer que com certeza acabaria causando mesmo a minha morte. Eu precisava fazer algo a respeito, e rápido. Nesse momento, coloquei minha mão no peito e disse a mim mesmo “O que há de errado com você?” Eu nunca antes havia sido pressionado daquela forma, era algo até humilhante! Ouvi a Medusa tentando me convencer a abrir meus olhos, mas aquilo não funcionaria comigo, por mais que eu esteja acabado, meu cérebro era resistente o bastante para não cair nesses joguinhos dela. Ela colocou o pé encima das minhas costas como se me fizesse de apoio, e então começou a dar um discurso enorme de sua vitória, falando ao meu ouvido. Eu não a escutava, tentava a o máximo ignorar o que ela falava e prestar atenção apenas a mim. Foi então que comecei a tentar tirar aquele maldito medo de perto de mim.

“Eu não sou fraco... Sou muito mais forte do que aparento... Mas eu tenho medo! E eu nunca tive isso antes então.... será que é porque lá no fundo, eu sabia desde o começo que eu não poderia vencer a Medusa? Será que tudo que eu fiz até agora, todos os planos para o futuro, acabam aqui?”

Nesse momento lembrei de uma frase que li num livro “Se você tem medo de estar numa guerra, então você é corajoso, se não tiver, você é um louco!” Aquilo ficou rodando pela minha cabeça por alguns segundos e então finalmente percebi o porque de eu estar com tanto medo pela primeira vez.

A Medusa se afastou um pouco de mim e então se aproximou novamente do meu rosto e tentou me fazer abrir os olhos, aproveitei então que sua guarda estava baixa, e arrisquei um ataque com minha adaga, fazendo um corte profundo em seu braço esquerdo. A criatura saiu gritando de dor e pulou para longe de mim, enquanto eu tentava me levantar. Ela então se voltou a mim e disse:

- Como você ainda pode lutar garoto? – Foi uma pergunta idiota, mas acho que a resposta para ela estava na ponta da língua.

- Um sábio homem uma vez disse que se está numa guerra e você tem medo, você seria um homem de coragem, pois se estivesse numa guerra sem medo, seria apenas um louco! O medo nem sempre é algo terrível, numa guerra é normal ter medo, afinal, quem não teria medo de enfrentar um exercito sem a certeza de sair vivo dali? Acho que só loucos podem não temer isso. E eu não sou louco, acho que sou corajoso o bastante para mesmo tendo medo, continuar te enfrentando, para não ver o que aconteceu com o Rapha, acontecer com nenhum outro amigo meu! E Agora sua cobra venenosa... Pode vir com tudo porque graças a você eu já tenho uma ideia perfeita pra te derrotar!

A medusa estava no clímax de sua fúria, seus cabelos de serpentes estavam enfurecidas e agoniadas para me transformarem em mais um item de sua coleção de estatuas.

- Com todos esses ferimentos, quero ver do que você é tão capaz de fazer! Eu vou cortar você em pedacinhos agora!!! – Ela começou a afiar suas garras cada vez mais, até que uma pequena folha passou bem a sua frente e num único movimento ela a cortou ao meio. Dei um pequeno sorriso com o canto esquerdo da boca e tentei me posicionar de pé. Então olhei bem pra ela e preparei minha ultima estratégia de ataque. Peguei minha espada de ferro estígio, minha adaga de bronze, minha adaga de raio, minha espada de esmeraldas e minha foice da morte, e segurei elas nas mãos por um tempo, então usei minha habilidade Animação neles e as deixei ao chão a minha volta.

- Observe bem isso! Quero que saiba exatamente a maneira que você morreu! – Apertei meus olhos mais uma vez e ativei minha habilidade Cura sombria simples, que curou e cicatrizou a maioria dos arranhões e ferimentos que a Medusa havia me feito. Ao ver isso, ela fez uma feição de espanto, como se começasse a pensar que a chance de vitória dela começava a diminuir. Ela grunhiu novamente e então começou a correr a minha volta, com uma velocidade que não me permitia conseguir acompanha-la muito bem, mas eu já havia notado algumas falhas nisso tudo.

“Ela não é tão boa na velocidade quanto eu pensava. Quando ela vai fazer um ataque usando as pernas, ela precisa parar uns 3 segundos antes, mirar e então atacar, e quando ela ataca com as garras, ela diminui a velocidade a uns 80 cm de distância do ponto onde ela vai agarrar. Se ela começa a dar vários ataques diretos ao mesmo tempo, tentando ferir por completo a vitima, sua velocidade é anulada toda vez que ela fixa as garras no oponente, ela fica com uma grande abertura no lado direito do corpo e se eu calcular o tempo certo poderia causar um dano feio naquela área, mas acho que agora sei bem o que fazer!”

Pensei firmemente numa estratégia e a coloquei em prática. Comecei a focar minha atenção apenas nos passos dela e assim que percebi que ela estava pouco atrás de mim, comecei a correr para frente, com o intuito de aumentar a distância entre nós e fazer ela me seguir. Ela foi seguindo exatamente o plano, correu ferozmente atrás de mim, gritando meu nome e foi então que eu parei e olhei para trás no momento exato em que minha foice saltou para cima, arrancando meio braço esquerdo da Medusa e causando um corte profundo em sua perna também. Ela então caiu no chão gritando de dores. Todas as minhas cinco armas que estavam ali começaram a se levantar e ficar apontadas para a Medusa, todas a minha volta, esperando eu estalar os dedos para que elas possam perfurar a Medusa, que agora não conseguia correr graças a seu ferimento.



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Mnemósine
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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Qua 03 Abr 2013, 22:38

Em avaliação - Por favor, aguarde mais alguns dias.

____

A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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Dexter G. Dolman
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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Seg 30 Set 2013, 23:04

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A saga começa D&D



Meu nome é Dexter Gerhardt Dolman, tenho 16 anos e tenho uma história pra contar pra vocês. Aviso diante mão: Ela não é legal e não possui um final feliz, pelo menos até aonde eu sei.

Eu tinha a família mais renomada da cidade da Cinnibwealth of Pennsylvania, ou melhor, da Comunidade da Pensilvânia, ou melhor ainda, só Pensilvânia. Meus avós migraram da Alemanha no final da década de 70, trazendo consigo minha mãe: Nora Gerhardt. Passados algum tempo, minha mãe... Teve um relacionamento muito forte com uma (Segundo o que agora eu sei, e seguido de um “infelizmente”) divindade grega. Argh! Isso é tão ridículo! Isso até onde eu sei, não passa de um mísero assunto estudado na quinta série do ginásio, na matéria de história. Mitologia, Deuses, Monstros... Isso é infelizmente é verdade, não digo isso porque me contaram e eu simplesmente acreditei... Para eu aceitar isso, precisei perder coisas valiosas.

Dia 11 de junho de 1997 nascera eu e minha querida irmã Dianna Gerhardt Dolman, sim... Vivi a melhor infância que qualquer criança poderia querer ou viver. Tive tudo, amor e carinho, principalmente depois que minha mãe se casou com um comandante da marinha estadunidense, seu nome era Arthur Dolman Sulliver. Ele foi um pai e tanto, amou tanto eu quanto minha irmã como se fosse sangue do seu sangue. Mas foi por volta dos 15 anos que senti que meu sangue não era completo, e sim, meio a meio.  Meio sangue humano, meio sangue... Divino.

Antes mesmo dos quinze, fatos estranhos rodearam minha infância, mas sempre eram tapados com o afeto que meus pais me davam, e então tudo passava. Mas então, algo veio para abrir meus olhos. Algo grande e extremamente agressivo. Parecia vampiro, era lindo, mas mesmo assim era bizarro. Eles entraram na nossa mansão e devastaram tudo até encontrar meu pai. Ele segurou-o pelo pescoço e o fez pó. Eu e Dianna estávamos atrás da escada, vendo aquilo sob olhares aflitos e um nó na garganta: “Pegue o celular” disse á Dianna. Ela não questionou e atravessou os corredores rapidamente. Voltou rapidamente e me entregou. “Ligo para a polícia?” perguntei. Ela me olhou como se dissesse “Ah tá, como se a polícia norte-americana trata-se de casos de lindos vampiros a todo o momento”. Hesitei e então subitamente derrubei o celular e desabei meu corpo do lado da Dianna e falei “Nosso pai... Ele matou nosso pai. Isso não é com polícia nem qualquer autoridade. Nós iremos lá”. Dianna ao contrário de muitas meninas mimadas, era corajosa e confiante de si mesma, então antes de concordar ela já estava de pé. Mesmo assim, fora um massacre. O monstro-vampiro era extremamente rápido, e só nos fez ter certeza de que era algo sobrenatural. Golpes e mais golpes eram deflagrados contra mim e contra a Dianna. “Mamãe” lembrei. Onde ela estaria? Antes que eu pudesse procurá-la ela apareceu e gritou: “BASTA!” minha vontade, mesmo ferido, foi de gritar “Saia daqui, mamãe!” mas ela caminhou calmamente, e o monstro-vampiro pareceu gostar daquilo. Parecia até algo combinado. Dianna rolou até mim e nós nos abraçamos, contendo algumas lágrimas.

“Deixe-nos em paz, eles não sabem da verdade ainda.” Diz minha mãe com amargura. Então com um tom bastante sombrio, másculo e convincente o monstro-vampiro disse: “Então conte a eles tudo. Terei piedade e esperarei que a verdade seja dita”. Dianna ficou furiosa, mas eu a segurei. Então mamãe começou a dizer: “O pai de vocês... Não é humano, assim como essa criatura horrenda. Ele é um Deus grego, e tudo que até hoje vocês acharam ser estranho é por causa do sangue que vocês carregam. Vocês são poderosos, e... – Ela segurou um soluço – Não precisarão de mim para ter vitórias. Minha função já foi feita, protegi vocês de tudo que pude. Seguirão até Nova Iorque, na verdade, até Long Island, com ou sem o homem-bode. Lá vocês estarão salvos. Porque... Daqui vocês não saem com mais nenhum arranhão!” Então minha mãe me surpreendeu. Ela pulou em cima do monstro-vampiro, retirando alguma coisa que eu reconheci. Um saco pequeno que guardara á muito tempo, e sempre nos dizia que saberia a hora de usar, mesmo nunca contando o que era nem do que se tratava. Então ela começou a gritar para que saíssemos dali e fizesse o que ela havia dito. O pó pareceu imobilizar o monstro-vampiro, mas mamãe nos olhou com um olhar triste. Um olhar de despedida. Um verdadeiro adeus.

E agora, só me restou minha irmã, a Dianna, que está junto comigo em qualquer situação. Seguiremos nossa trajetória, e todo passo que iremos dá nessa jornada, será movido por um ódio, por uma vingança, pela justiça de ter perdido, por causa de um romance “fora dos padrões normais” tudo que amei.

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Agora, notícias foram trazidas até nós, de que um tio distante soube da morte da nossa mãe e que o mesmo alegou que nós também morremos, para poder se apoderar de todos os bens da família Dolman. Mas essa questão terá que deixar pra depois. Pois agora o que nos importa são duas coisas: Descobrir quem é esse pai divino, e... Manter-nos vivos. 
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- O quê? Tio Aaron na televisão? – Perguntei atordoado, depois de acordar no meio de alguma viela da grande Pensilvânia. Sim, quando tentamos fugir “daquilo” meu sangue efervesceu, e mal percebi que o cansaço tivera apoderado de todo o meu corpo. A Dianna estava a minha frente, segurando alguma coisa de comer, até eu me lembrar do quão faminto eu estava.

- Sim, a mídia toda se mobilizou no que chamaram de “massacre da mansão Goldman” – Pude perceber o quanto a Dianna estava magoada, mas ela era uma menina forte, e com certeza mais corajosa do que qualquer marmanjo, e eu sou suspeito a dizer. Nunca ganhei dela numa queda de braço. – Temos que voltar lá e...

- Não, nada disso. Você ouviu a mamãe, teremos que seguir o caminho. Seja lá qual for esse. – Disse interrompendo-a

- Ah é? Mas quem te garante que a mamãe esteja viva? Quem te garante que ela esteja morta? O titio pode ter tentado qualquer coisa contra ela. Ou até mesmo...

- Aquele grande bundão? Só se for mesmo... Aquele ali estava zanzando atrás de uma oportunidade de passar a perna em nossa família e... Que se dane o dinheiro, quero saber da mamãe. E quero que fique segura, irmã. – Eu sabia que a Dianna odiava momentos sentimentais, mas foi ali que ela me surpreendeu, quando junto comigo derramou os últimos prantos. Aquilo só me fez ter certeza de que definitivamente algo precisava ser feito.

Ao enxugar as lágrimas e enfim conseguirmos reajustar os pensamentos, nos demos conta da proporção de tudo aquilo. Um monstro-vampiro... As palavras da mamãe... Nós seríamos... Como diz o nome mesmo? Meio-deus?

- E essa história de meio-deus? Sabe do que se trata? – Indaguei, ansiando por respostas.

- Semideus. É assim que se fala, Dex. Lembro de pouca coisa. É assunto de ginásio. Mas até onde eu sei, faz parte da mitologia grega, que como o próprio nome já diz não passam de mitos. – Concluiu a Dianna.

- Mamãe nunca ousaria dizer nada se não tivesse certeza, e eu nunca em todos esses anos a ouvira falar tão sério e tão cautelosamente conosco.

- Já sei, vem cá.

A Dianna me puxou para fora da viela, então percebi que estávamos muito longe, eu já havia passado por ali, poucos quilômetros e estaríamos em Nova Iorque, me admirei, pois não sabia como havia chegado ali, e a Dianna tão pouco. Chegamos em um estabelecimento grande, uma estrutura realmente digna de aplausos. Eu nunca havia notado, mas aquela era a biblioteca estadual da Pensilvânia, era esplendida. Dianna não esperou que eu comentasse sobre aquilo, e só fez adentrar ao local. Em menos de vinte minutos livros e mais livros de mitologia grega rodeava nossas mesas. Lemos com tanto entusiasmos que por poucos momentos esquecíamos de que era provável que aquilo tudo estivesse presente em nossa vida real, e toda vez que percebíamos isso uma onde de angústia batia no nosso peito. Gêmeos sentem essas coisas. Achamos artigos sobre o tal Monstro-Vampiro, e que os mesmos eram conhecidos como Damphyrs, eram tão bem representados que nos fizera pensar: “Como tão bem pintados? Com toda certeza mais gente viu isso, e se somos esses tais de semideuses, obviamente não somos os únicos”. Mais e mais coisas descobríamos, e tudo foi começando a fazer sentido, infelizmente lemos: “Para os semideuses as coisas ruins sempre acontecem nas horas ruins. E as horas ruins não tem hora pra chegar”, dito e fei... Lido e feito!

Algo estremeceu abaixo dos nossos pés. Eu e Dianna demos as mãos. E algo extremamente claro e grande emergiu do piso. Por um instante desejamos que aquilo nunca tivesse se revelado, mas sua aura baixou e em nossa frente uma figura bem similar vista em algum dos livros que estávamos a folhear. Minha mente trabalhou para que pudesse se lembrar de quem se tratava. Sim, aquilo era uma Deusa, mas não por ser bela, muito pelo contrário, sua cara dura e severa tirava todo e qualquer brilho presentes em sua beleza exterior. Vaca... Sim! Ela me lembrava vacas... Pimba! 

Aquela era Hera.

“Hera durante muito tempo não só perseguia as amantes, mas também os filhos que Zeus teve fora do casamento. E sempre foi considerada a deusa protetora das mulheres casadas.” 

Aquilo martelava na minha cabeça como se de alguma forma essa informação tivessem lâminas extremamente afiadas que pudesse me ferir á todo instante. Ela começou a andar, na verdade, a flutuar em nossa direção. Coloquei minha mão logo a frente e virei meu rosto, em um sinal de respeito. Dianna... Claro minha irmã sempre me obedece e faz tudo que eu faço, bem legal... Bem que eu queria que fosse assim... Então, Dianna em passos pesados e confiantes se aproximou da Deusa que agora começara a adquirir um tamanho proporcional a todos os humanos qualquer. Dianna então a encarou e falou:

- Não, não estou feliz com o que vem acontecendo para mim e para com minha família. Então isso real? Beleza, continue sendo real. Mas não conte comigo para entrar nessa loucura, já perdi muito por muito pouco. – Minha irmã desabafou.

- Não direcione suas palavras até mim, garotinha insolente. – Disse Hera, com um enorme supetão, que jogou a Dianna longe. Não me segurei, e ao vê-la voando em direção a parede mais próxima, meu sangue esquentou... O melhor dizendo... Ele eletrificou. 

Senti algo realmente poderoso percorrer meu corpo e um grito se fez soar por todo o local, fazendo até mesmo uma Deusa se admirar, não sei de onde veio, mas só sei que fiz. Aquilo foi realmente impressionante, eu riria, mas Hera virou-se pra mim rápido demais dizendo:

- Então... Você acaba de comprovar a suspeita... És filho de meu marido. Cria de Zeus. Não posso acreditar! Mais uma vez? Cansei de avisar, agora realmente derramarei minha ira em vocês e nos próximos que vierem. Enquanto tratarei disso pessoalmente com Zeus, eu deixarei para que me tragam seus restos mortais uma surpresinha. MALDITOS!

Meu corpo estava imóvel, mas não era o medo... Algo estava me prendendo. Virar meus olhos estava dificultoso, quase impossível. Mas pude ver algo se aproximando pela esquerda, enquanto Dianna se levantava logo a minha direita. Então, mais do que nunca rezei para que essa nosso pai divino mostrasse e fizesse um verdadeiro milagre.

Algo me fez acordar, e eu desabei no chão. Ouvi barulho de choques, e pude ver a Dianna brigando com uma espécie de Lobisomem, que falava e muito habilidoso. Algo brilhante saiu da mão dela e eu definitivamente sorri, afinal, aquele era o sonho mais louco que eu já havia tido. Eu poderia pensar que aquilo era um sonho por um longo tempo, mas de repente o monstro caiu e se fez em cinzas. Dianna correu em minha direção, ela sangrava no lado esquerdo do rosto, e suas bochechas adquiriram um tom vermelho, mesmo com sua pele morena era notável. Minha audição estava falha, mas ouvi-a perguntar algo como do tipo: “Você está zen?” mas concluir que fosse um “Você está bem”. Em pouco tempo eu já estava melhor e então ela se pôs a contar a longa batalha entre ela e o “Lycan”, nome que ela garantiu ter visto nos livros, e onde no mesmo viu seu ponto fraco. Fogo e o próprio veneno, que por algum motivo ela não me explicara essa segunda parte.

O cheiro de fumaça assolava o local e cinzas voavam, revelando um verdadeiro estrago na grande construção. Dianna levantou e pegou um livro e um mapa e me alertou de sair dali o mais rápido possível. 

Assim foi feito, saímos e minutos depois, ouvíamos ambulâncias, carro de bombeiros e polícia rodear o local, a cada som estranho nos escondíamos pelas ruas escuras da grande Pensilvânia. Mas algo ficou claro para nós dois. O destino era Long Island, com ou sem o homem-bode, dissera nossa mãe. E era pra lá que teríamos de seguir.

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Foram os piores cinco dias da vida dos irmãos Goldman, os garotos americanos vivera uma verdade ainda não conhecida. Passaram fome, passaram sede, viveram saudades e viveram tristezas. Sem saber realmente o que eram, e pra onde iriam. Mas, por algum milagre de algum Deus piedoso, chegaram a Long Island, e no caminho encontraram o Zane Taniow, um sátiro que os levaram diretamente para o Acampamento Meio-Sangue.
__________________________________________________________________________________________________________________________


A lua iluminava o amplo bosque que dava direto para um local exótico, que o homem-bode jurou ser invisível aos olhos de humano. Uma equipe de guerreiros bem equipados ocupava a dianteira do local, e outros jovens mais ao longe comiam diante de uma enorme fogueira. Encostei a Dianna com um mau pressentimento, e com um pouco de vergonha. O sátiro passou na nossa frente gritando e comemorando nossa chegada. Ele então virou sorridente, e logo seu sorriso desapareceu em questão de centésimos de segundo. Então ele se afastou delicadamente, com os olhos fascinados, enquanto todos os outros jovens habitantes do lugar rodeavam-nos, então algo realmente me surpreendeu, um homem-cavalo cortou a multidão e ergueu sua mão, em gesto que nos fez olhar para cima e nos admirar com um símbolo em formato de raio brilhante em nossas cabeças. Então ele disse, para euforia dos que ele chamou de campistas:

“Campistas. Aqui estão, os mais novos filhos do Deus dos Deuses. Sejam bem vindos, filhos de Zeus!”


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Zeus
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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Ter 01 Out 2013, 23:06

Avaliado

Dexter G. Dolman; seu teste foi envolvente, Dexter. Estou ansioso para o desenrolar de sua história e de sua irmã. Foram levados em conta os critérios: ortografia, coerência, coesão, organização, conteúdo e ideias, uso adequado de linguagem e capacidade descritiva. Houveram alguns poucos erros na digitação, mas nada que atrapalhe a leitura. Espero que tenha sorte em sua caminhada como semideus. Parabéns, filho de Zeus!

Aguarde a atualização

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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Ter 24 Jun 2014, 19:56

Zeus escreveu:
♦ Teste: Filhos de Zeus ♦



A cada mês apenas dois semideuses podem ser escolhidos como filhos de Zeus. Por esse motivo, prestem bastante atenção aos mínimos detalhes do teste, deem o máximo de dedicação possível. Avaliarei segundo ao Sistema de Avaliação do fórum. E o mais importante: apresente uma narrativa agradável de se ler, sem que canse o leitor. Os testes serão aceitos até o dia 28 deste mês e o resultado sairá no dia 02.

OBS: Caso seja fake, avise em seu teste. A preferência é para contas principais, mas quem for pego mentindo não terá outra chance.

♦ TESTE ♦

1- História do personagem: (Sem Mínimo de Linhas)

Pontos obrigatórios:

Como era sua vida antes de saber ser um semideus?monstros me perseguiam 
Qual sua reação e como passou a ser sua vida quando descobriu?complicada cheia de aventuras e legal

Como chegou ao Acampamento Meio-Sangue?um sátiro me ajudou

2- Hera perseguiu muitos filhos de Zeus - e com você, não foi diferente. Narre os empecilhos que ela colocou no caminho. Como ponto obrigatório, apenas seja coerente ao seu nível, e dentre tudo, narre ao menos uma batalha. Você pode já estar reclamado ou não, a escolha é sua, mas só poderá usar os poderes até o nível 6 (Mínimo Quinze Linhas)
eu tinha 13 anos quando uma hidra me perseguiu,
aquela coisa tinha 8 cabeças, ela cospia  acido pra tudo quanto e lado eu e minha familia moravamos em Manhatan , eu so tinha uma faca nas maos , eu tinha um melhor amigo (o satiro) ele me ajudou bastate seu nome era grover tive sorte de ter encontrado Percy Jakson pois foi ele que me ajudou, ele jogou fogo grego na hidra e ela se desfez em pó. quando chegavamos no acampamento um drakon atacou por sorte uma espada caiu do ceu (literalmente) e eu consegui matalo. percy e eu somos muito amigos e eu vou em varias missoes com ele .

 
Observação: Use e abuse de sua criatividade, para este critério há apenas uma regra: não saia do foco que é Percy Jackson.


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
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Oliver S. Ward
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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Qui 26 Jun 2014, 03:28


Teste Para Filho de Zeus
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1- História do personagem:
Eu tinha 16 anos. E não. Não estava em casa jogando Playstation quando tudo aconteceu, não estava com minha mãe e muito menos com meu padrasto. O buraco aqui foi bem mais em baixo.

Nascido em berço de ouro, tinha tudo na vida para ter uma infância farta e feliz. Amigos e garotas, ou garotos, uma boa casa e uma boa escola que poderia levar o garoto a uma grande universidade, sabe se lá... Tudo isso por nascer sendo o único herdeiro da família Ward, e eu irei contar o que aconteceu.

Meu pai, segundo falam era um dos Senhores Iluminatti. Poderoso, rico e destemido, dono de uma das maiores potências petrolíferas do mundo, e isso garantiu que minha mãe não precisasse medir esforços para ser ninguém. Ela era bastante poderosa por ser a Senhora Ward.
E claro, como todo iluminatti, meu pai recorria aos deuses egípcios. Odin, Osiris, Isis, esses eram os deuses que ele cultuava. E então em uma noite chuvosa eu nasci. Olhos faiscantes como raios, loiro e cabelos claros, o que contrariava toda a genética de minha família, e daí pra frente começou os problemas.

A família Ward logo em seguida vendeu sua mansão pelo preço mais baixo possível, não apurando nem 20% do que realmente valia. Segundo relatos depois do nascimento da criança portas se abriam sozinhas, risadas ecoavam por toda a casa, coisas apareciam em lugares onde nunca estiveram, piques de luz. Até que a desgraça maior foi feita.
Sr. Ward foi encontrado morto em seu porão, e ao lado sua mulher. O motivo da morte real, nunca fora descoberto e a criança estava ao seu lado, com o símbolo de um raio em seu abdômen, como uma tatuagem. O assunto percorreu mundo inteiro e envolveu diversas pessoas. Todos os médiuns mais famosos queria descobrir o que aconteceu a família Ward e o que fez aquilo a criança de dois meses, já que era tecnicamente impossível resistir a uma tatuagem de tal tamanho.
Anos e anos se passaram e o caso nunca foi encerrado. A policia nunca descobriu o real motivo da morte de seus pais, nunca descobriu quem o fez, e a única escolha foi deixar que a criança Ward crescesse em um orfanato de Manhattan até que assumisse seus 16 anos e finalmente pudesse desbloquear os bens milionários da família Ward, a família desgraçada.
E finalmente esse dia chegou.
O garoto sempre absorveu isso de uma maneira legal... Ser um meio sangue filho de Zeus, morar em um acampamento. Coisas que eram bem melhores que ficar a sua própria mercê no mundo. Somente nunca aceitou o fato de sua família ter pagado com a vida a culpa dele ter nascido.
►◄►◄►◄►◄

2- Hera perseguiu muitos filhos de Zeus - e com você, não foi diferente. Narre os empecilhos que ela colocou no caminho. Como ponto obrigatório, apenas seja coerente ao seu nível, e dentre tudo, narre ao menos uma batalha. Você pode já estar reclamado ou não, a escolha é sua, mas só poderá usar os poderes até o nível 6:(Deixei para colocar aqui como ele chega ao acampamento)


-Qualé, Drillbit... Já falei cara. Não irei esquecer de você. –Meus olhos lacrimejavam um pouco, mas nada que fosse impossível esconder, não queria fazer o garoto de apenas 14 anos chorar.
-Claro. Claro que irá. Quando sair daqui e comprar um casarão para si nunca mais se lembrará de mim.
Ele caminhou até a parede onde se encostou ficando emburrado.
Aproximei-me do garoto o juntando em um beijo caloroso o segurando pelo quadril. Deixava que minha boca molhasse a dele enquanto as línguas pareciam travar uma guerra.
-Não. Não irei me esquecer de você. Iremos morar juntos assim que fizer 16, no meu casarão. Tudo bem assim? –Sorri tentando tranqüilizar o garoto.
Ele me empurrou e saiu da sala resmungando. –Eu espero, Oliver. Eu espero.

É, infelizmente ele teria que esperar já que não tinha nada que pudesse fazer para isso. Era proibido que eu o tirasse por minha conta antes de fazer 18 e quando eu fizesse 18 ele já estava fora por ter completado 16.
Minhas coisas já estavam todas na mala. Várias pessoas se acumulavam na porta do dormitório onde eu estava e dividia com Drill. O garoto sempre ficou sozinho e quando fui transferido para ali fui designado ao seu quarto o que fez com que nos aproximássemos muito... Muito e muito realmente.
O garoto não tinha ninguém por si na maior parte das vezes eu zelava por ele. Estávamos sempre juntos e era a companhia que eu mais adorava ali, entre todas, eu ainda não tinha pensado em como seria a vida de acordar sem seu bom dia, mas eu iria visitar o garoto sempre que pudesse, era uma promessa. E claro, o levaria para morar comigo quando ele fizesse 16.

Mas é claro... Antes de sair dali fui até a cantina. Precisava me despedir de Arlinda. Claro, ela não era alguém que estava no orfanato, ela trabalhava ali. Parecia ter no máximo 25 anos e eu não entendia o motivo de estar ali já que poderia ser uma modelo ou algo assim. Pois bem.
-Ahn. Esta na hora... Fiz 16 ontem. Cumpri a promessa de ficar mais um dia com Lucca. Agora precisa me dizer o que prometeu. –Nossa relação era de amizade extrema, pelo menos para mim, mas Arlinda nunca quis um abraço ou qualquer toque. Nunca tivemos muito “mimimi” ou algo assim, apesar de amigos ela sempre preferiu as coisas curtas e grossas.
Ele me dizia algumas coisas, era ela quem me contou tudo sobre minha família, sobre como as coisas aconteceram e pedia que eu guardasse segredo, e que um dia as coisas iriam se concretizar. Ela também falava que iria me matar. Nunca levei muito a sério, afinal ela trabalhava ali desde que estava ali, então já podia ter feito isso á um tempo com a faca da cozinha.
-Ok. Tem que prometer não duvidar... Somente ira fazer. Meu pai estará te esperando do lado de fora. Somente vá com ele, sem perguntas. Ok?
Arqueei a sobrancelha olhando para ela. Era algo um pouco difícil de fazer visto que bem, eu era o herdeiro esquecido de uma família milionária. Não iria sair entrando em qualquer carro assim. Mas como era o último pedido dela, não vi problemas em mentir.
-Ok.

Arlinda somente concordou e se virou para as panelas onde voltou a fazer aquele sopão meio nojento, mas tudo bem.
Voltei logo pro meu dormitório e peguei minha bolsa. Não tinha muita coisa, somente roupas doadas que eu provavelmente iria doar assim que estabilizasse minha vida.

Assim que abrirão o portão do orfanato e eu coloquei os pés para fora do local fechei os olhos, era como se dessa vez o ar fosse mais puro que dentro das grades. Mas então algo interrompeu meu momento de prazer por estar finalmente livre.
Pra minha surpresa um conversível estava do outro lado da rua. Aquele parecia ser o pai de Arlinda. Mas que diabos uma garota que tem um pai com um conversível faria ali, em pleno orfanato para mexer com crianças abandonadas? Eu não fazia a mínima ideia.
Aquela era minha ação mais idiota, mas naturalmente caminhei até o conversível e abri a porta. Joguei a bolsa para trás do carro e fechei a porta.
-Quem é você? –Era uma pergunta estranha, sim. Mas o homem musculoso e forte somente sorriu. Tinha os cabelos escuros e era bronzeado de sol.
-Se senta no banco do meu carro e me pergunta quem sou eu?
Ele balançou a cabeça desaprovando e acelerou. Olhei de relance para o orfanato e então quando o carro fez a curva não esperava ver aquilo nunca mais.

-Ártemis... Digo, Arlinda. O que ela te falou?
-Não falou muito. Somente que você estaria esperando do lado de fora.
-Então, Oliver. Você foi forte por suportar esses 16 anos dessa maneira. Mas vai ter que ser mais ainda agora.
O carro foi entrando em uma ponte vazia, o que era estranho.
-É, eu nunca fui muito bom com isso. Mas vamos lá. Prazer, sou Apolo, deus do sol. E você é meu. –O carro foi parando e o sujeito que se falava ser Apolo arqueou a sobrancelha. Olhava para baixo pisando firme no acelerador como se não fosse culpa dele o carro parar. –O que esta acontecendo?
Eu somente dei de ombros. Não sabia nem dirigir, quanto mais “o que estava acontecendo”.
E então enquanto olhava para os lados comecei a observar o local perdendo sua cor. Era  como se alguém roubasse a cor do local, e logo tudo estava preto e branco, menos nos, mas a paisagem não tinha cor alguma.
A frente uma mulher caminhava. Usava um vestido cinza e seus cabelos eram brancos. Ela tinha machucados por todo o corpo e cães gigantes e negros caminhavam a seu lado. Seu vestido ia ao vendo mostrando sua perna direita que era totalmente feita de ossos.
Apolo ainda estava ao meu lado, mas agora tinha um arco gigante em mão e no cordel flechas douradas brilhavam apontadas para a mulher-cadáver. Ela continuava caminhando sem parecer se importar com aquilo e então o deus disparou três flechas. As mesmas brilhavam até acertar os cães que explodiram em pó, mas somente fizeram a mulher gargalhar e eu garantiria. Seu riso era o riso do diabo.

Assim que se aproximou ficando a dez metros de nos ela sorriu.
-O garoto Apolo. O garoto e eu vou embora.
Apolo riu alto e arrancou a camisa revelando seus músculos. Eu o pegaria ali mesmo se pudesse.
-Não se iluda Melinoe... Quer lutar contra o sol? Não estamos no submundo... –O deus levantou o arco e disparou uma flecha de luz ao céu que logo voltou a brilhar devolvendo a cor a paisagem. –Não se iluda por estar trabalhando para Hera... Zeus quer o garoto e ele ó terá.
A deusa trincou os dentes. Não fazia a mínima ideia de quem ela era, mas era uma deusa.
Enfim. Ela trincou os dentes e saltou sobre ele com uma espada que me fez esfriar somente de sentir perto.
A deusa parou em cima do capo do carro e começou a duelar com o deus que mostrava maestria com o arco. O girava para a diagonal impedindo de ser partido ao meio e assim a luta continuou. Eu somente me preocupava a sair dali.
Abri a porta do carro e sai correndo. Quando estava a dez metros dos dois a deusa gritou.
-Sarnento. Pega!
Um cão preto gigante saltou de trás do carro como se estivesse escondido ali a um bom tempo.
Ele corria em minha direção, e eu tentava correr mais, só que não tava dando muito certo, porque não demorou e senti o bicho peludo me socando no asfalto.
Aquilo fez meu corpo se estremecer e se encher de uma dor gigante, e então senti os dentes dele em meu abdômen arrancando metade de minha barriga.
Me enchi de uma raiva imensa e a única coisa que fiz foi socar o nariz dele diversas vezes. Vi minha mão se encher de energia enquanto raios dançavam na mesma. Continuei os murros e logo o monstro se desfez.

Comecei a me acalmar percebendo o que tinha acontecido. Minha visão ia se embolando enquanto minhas tripas estavam esticadas pelo asfalto, mas ainda respirava.
Arlinda se aproximou de mim e segurou minha cabeça em seu colo enquanto Apolo veio em minha direção.
-O... O que aconteceu com Melinua? –Apolo sorriu ao ouvir minha pronuncia.
-Ártemis enfiou uma flecha na cabeça dela, ta tudo bem.
-Cure ele. Cure logo! –Ártemis gritava para Apolo que então colocou a mão em meu abdômen.
-Feche os olhos.
Obedeci e então senti nada. Era como se eu estivesse morto, nenhuma sensação. Escutava um barulho de carne sendo mexida e então em uma ofegada forte inclinei o corpo para frente enquanto me sentava no asfalto. Meu abdômen estava reconstituído.
Esfreguei a testa alguma vezes limpando o suor e fitei os dois.
-Tá... Agora alguém me explica o que rolou aqui?

Apolo me ajudou a ir até o carro. Tínhamos que seguir viagem e então me explicou.
O deus falou que eu era fruto de uma traição de minha mãe. E eu era filho de Zeus. Hera fez algum tipo de acordo com Melinoe para que ela me matasse e essa era a explicação para as coisas estranhas que minha família presenciava depois de meu nascimento.
Um certo dia meu pai que conhecia os deuses gregos e sabia de suas existências invocou Melinoe e a deusa contou tudo a ele. Ele subiu ao porão não aceitando a traição em si, mas sim por eu ser filho de um deus grego e não egípcio. Em seguida matou minha mãe e se matou. Ele tentou fazer o mesmo comigo mas a marca de Zeus estava em mim e por cultuar os egípcios ele não conseguia me tocar. Por isso eu tinha aquela marca no abdômen.

O deus guiou o carro para fora da cidade até chegar a uma colina. Ele parou perto de um pinheiro onde a placa “Acampamento Meio-Sangue” estava cravada e pediu que eu entrasse.
-Ai será sua casa agora, meio-irmão... –O deus piscou e então desceu do carro se aproximando.
O mesmo sorriu e me puxou pela cintura me beijando rapidamente. –Não pense que te curar foi de graça. Te procurarei ainda. Me deve uma.

Ele acelerou o carro e foi embora, como se eu estivesse em condição de ser largado ali sozinho. Meu psicológico estava abalado demais e eu ainda não sabia nem quem eu era direito.

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MensagemAssunto: Re: Teste para filho de Zeus (Definitivo)   Qua 02 Jul 2014, 21:42



Avaliado


Lyra → Seu nome, assim como seu teste, estão fora das regras do fórum. Por este motivo, seu teste foi recusado.

Oliver S. Ward → Seu teste conseguiu prender minha atenção e manter a objetividade. Alguns erros devem ser observados, no entanto. Em alguns pontos, tive dificuldade em compreender o que ocorria. Isso se deve a falhas na transmissão de ideias. Alguns erros ligados à ortografia podem ser encontrados no teste, mas nada que atrapalhe a leitura. Observados estes pontos, não vejo motivos para não reclamá-lo. Seja bem-vindo, filho de Zeus.


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Teste para filho de Zeus (Definitivo)
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