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 Tramas atuais - Wake up!

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Mnemósine
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MensagemAssunto: Tramas atuais - Wake up!   Sab 26 Jan 2013, 17:22

♦ Wake up! ♦



♦ Informações sobre Eventos e Tramas AQUI

São Paulo, Brasil, 9 de janeiro de 2013
Ele coçava os olhos, a estrada parecendo cada vez mais distante. Ligou o rádio no último e abriu a janela, esperando que o vento afugentasse o sono. O volante parecia cada vez mais difícil de virar em suas mãos, o bocejo era involuntário. O tempo entre uma piscada e outra estava ficando cada vez maior. A última coisa que ele viu foram os faróis do carro que vinha na pista oposto o cegando, o barulho da buzina, e a batida. E então dormiu... Pra sempre.

São Francisco, EUA, 13 de janeiro de 2013
Ela não queria fechar os olhos, mas não podia. Sempre que fazia isso, eles vinham atormentá-la. E agora eles tentavam forçá-la. Os remédios a jogavam naquele mundo de escuridão do qual tentava escapar. Ela ainda lutava contra isso. As paredes acolchoadas evitavam que se machucasse, mas ainda assim, eles não permitiram por muito tempo, e agora ela estava presa. Estava presa e tendo os comprimidos empurrados garganta abaixo. Ela não queria dormir, não podia. Sua voz cortava o silêncio do corredor do sanatório, mas logo ela não teria mais voz, logo ela não poderia lutar. Eles viriam, os pesadelos sempre vinham, e ela não poderia fazer nada: Era uma batalha perdida.

Quebec, Canadá, 20 de janeiro de 2013
Dormir. Há quanto tempo não fazia isso? Não sabia. Sempre que tentava, ficava se revirando na cama, os pensamentos bombardeando sua mente, mas o sono tão distante quanto a Terra e Plutão um do outro. E ele não conseguia mais. Ele não podia esquecer nada... ou lembrar. Sua mente não tinha descanso, e ele ficava apenas revendo seus dias, intermitentemente. Os dias que não passavam, com todos as suas horas, minutos, segundos, milésimos de segundo. Tempo era algo que não existia para ele, preso em um ciclo infinito. Se ao menos pudesse dormir... Sim... ele dormiria. De um jeito ou de outro, ele dormiria. E quando engatilhou a arma, o cano encostado na lateral da cabeça, o estampido foi sua canção de ninar.

Cidade do México, México, 25 de janeiro de 2013
Ela não acordava. Desde aquele dia, 15 dias atrás, ela não acordou mais. Ninguém sabia o que se passava em sua mente, o que ela vivia dentro do seu próprio cérebro. Mas não conseguiam fazer com que despertasse. O coma era profundo e sem motivos. Ela apenas dormia. Bela adormecida sem um príncipe que a acordasse, a face serena e os braços repousando, serena como uma princesa em uma cama de dossel, naquela maca de hospital.

Acampamento Meio-Sangue, atualmente.
A barreira impedia que os efeitos chegassem em grande escala, mas os campistas não estavam totalmente livres. Sonolência, insônia, pesadelos. Todos estavam sendo afetados em maior ou menor escala pelos fenômenos que estavam sendo relatados mundo afora. Sair em uma missão era algo cada vez mais perigoso - não bastassem os perigos atuais, tinham que lidar com a própria resistência - e ali, não havia nada que os tornasse mais resistentes ou imunes, como ocorria no Acampamento. O mundo humano também não ajudava - o caos se espalhava. A área da saúde não tinha uma resposta para o acontecido, e os governos entrando em paranóia: uma nova doença, ou algum tipo de atentado, por meios ainda não definidos? Ninguém saberia dizer. A área de transporte quase não funcionava - quando a doença do sono se espalhou, os acidentes passaram a ser comuns, e como garantir que os motoristas e operadores não ciriam no sono a qualquer momento? A economia está despencando - o que também afeta o acampamento, que agora não consegue mais vender seus morangos - que estão indo para a produção das refeições dos campistas, sem outra alternativa para não serem desperdiçados. Os poucos semi-deuses que conseguiram cruzar a fronteira da colina ão trazem boas notícias. E o pior - o que estaria provocando isso?

Quíron e Sr D. não comentam. O primeiro, por não querer criar o caos, o segundo, por não achar os semi-deuses dignos de tamanha confiança. Ainda assim, os boatos se espalham: Hipnos e seus filhos abandonaram o panteão grego. Ninguém os viu, seja no mundo normal seja no mundo mitológico. O que teria acontecido com os oneiros?

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“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)


Última edição por Mnemósine em Seg 13 Maio 2013, 20:07, editado 2 vez(es)
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Mnemósine
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Sab 09 Fev 2013, 16:10

♦ Wake up! ♦


Os dias tornavam-se cada vez mais estranhos no Acampamento. com a alteração no ciclo do sono de todos os seres, a rotina tornava-se irriquieta, perdia parte do seu sentido. Ali, eles eram mais resistentes aos efeitos dessa mudança, mas não imunes: atrasavam-se para treinos, passavam o dia bocejando, ou mal humorados pelas noites mal dormidas ou pela vontade de permanecer na cama. Apesar disso, conseguiam driblar a situação, de um jeito ou de outro - e não conseguiam arrancar qualquer explicação, fosse de Quíron e muito menos do Sr. D - ainda que poucos ousassem perguntar qualquer coisa a ele. Até aquele dia.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


O chalé de Apolo tinha seus treinos durante as manhãs, aproveitando o nascer do sol. Não era algo grande, apenas uma desculpa para uma reunião amigável, na verdade, mas poucos faltavam - apesar de seu temperamento alegre e despreocupado, podiam ser bem competitivos. E Ciel estranhou quando sua irmã, Beatrice, não apareceu na arena. Talvez ela estivesse ocupada com outras coisas - por isso tentou não pensar muito no assunto. Mas quando todos voltaram ao chalé, e ela ainda estava deitada, o pensamento mudou. Por mais barulho que fizessem, por mais que a chacoalhassem, a menina não abria os olhos - mas era inegável que estava respirando. Ciel era o que tentara lhe acordar com mais afinco, sem sucesso. Quando levantou o olhar do corpo inerte da irmã para os seus outros companheiros de chalé, todos já pressentiam algo de errado.

- Quíron... Chamem o Quíron, precisamos falar com ele!


₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Ela mantinha o olhar fixo no centauro, que trotava inquieto pelo escritório da casa grande. O instrutor do Acampamento não ficou muito feliz com seu pedido, ela sabia, mas não havia outro jeito. Não que não gostasse dali - tinha muitas coisas boas, na verdade - mas precisava de um pouco de normalidade em sua vida, e monstros mitológicos e sátiros babões não se enquadravam no seu quesito de "normal".

- Você tem certeza disso? Em geral, eu admito que você não é o tipo de semideusa perseguida pelos monstros, mas ainda é perigoso...

A menina assentiu, resoluta.

- Se não me der autorização, eu vou sair do mesmo jeito!

Quíron ainda estava pensativo sobre o assunto, quando um campista irrompeu a porta do escritório como um furação. Sem fôlego pela corrida, o menino curvava o corpo, as mãos apoiadas nos joelhos.

- Beatrice... chalé... dormindo... acordar... não conseguimos...

O centauro agitou-se, quase esquecendo-se da semideusa no escritório, lembrando-se apenas de dispensá-la.

- Pense mais um pouco, Alicia... Voltamos a conversar depois, se este for realmente seu desejo.

Ele deixou a garota para trás, mas ela estava certa do que queria, e seguiu o centauro para reforçar isso. Não sabia o que estava acontecendo, mas sabia de uma coisa: ele teria que lhe ouvir!

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


As sombras a perseguiam, por mais que ela as enfrentasse. Ela lutava, lutava e lutava, mas elas sempre voltavam, atormentando-a. Todos tinham seus problemas com o sono recentemente; os dela, eram esses pesadelos. Não que se assustasse, mas estava ficando cansativo. Além do mais, matar coisas que não sangram não era divertido.

- Não vai conseguir fugir de mim...

A voz era suave, um sussurro macio como veludo, penetrando em seus ouvidos. A menina apenas ria - sua intenção nunca foi fugir. Ela retalhava as sombras uma vez mais, apenas para continuar repetindo o ciclo indefinidamente. Era a vez da voz rir.

- Tão persistente... Mas vamos! Eu não quero obrigá-la a nada... Basta você me ajudar, e estará se ajudando.

Um novo golpe, mas desta vez as sombras se uniram, contra-atacando, sua arma voando da mão e caindo a metros de distância, enquanto os braços umbrais a imobilizavam.

- Sempre tão feroz... Não posso reclamar, visto que puxou isso de mim.

A mão de sombras agora tomava forma sólida, e em pouco tempo todo um corpo aparecia. Um corpo feminino, de uma mulher alta e atlético, os olhos sérios e os cabelos revoltosos, como se movimentados por um vento que não existia. Ela acaricia de leve a face de Lilian, que mesmo se tentasse, não conseguiria se soltar.

- Procure Dionísio... Ele lhe dirá o que fazer. E não se preocupe... Eu sempre pago minhas dívidas. Um dia, receberá sua parte nisso...

A carícia transformou-se em um arranhão, no exato momento em que a semideusa acordava. Poderia ser só um sonho - deveria ser - mas a ardência em sua face e o sangue que escorria em um filete fino por ela lhe diziam que não.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Travis estava preocupado. Seus amigos haviamm saído em missão, e até agora não haviam mandado notícias. Sr. D. ignorava questionamentos, e ele preferia não insistir muito, já que bem ou mal, ele ainda era um Deus e, como todos os outros, era temperamental. Mas Quíron evitava-o. Ele tinha certeza de que o centauro sabia de algo - a questão era conseguir fazer com que ele admitisse. Ele tentaria mais uma vez - ou era o que planejava, antes de ver o tumulto na frente do chalé de Apolo, e o centauro se dirigindo para lá. Não teve dúvidas, esgueirando-se entre a multidão, tentando ver de perto o que acontecia - tudo podia ser uma pista. E o que viu só o deixou mais alarmado: Quíron verificava a pulsação de uma garota, deitava em uma das camas. Pelo que disseram, estava viva - viva, mas em coma, de um jeito um tanto incomum. Lembrou-se dos rumores e das notícias com as quais teve contato antes de chegar ao acampamento, a estranha doença do sono, que estava afetando humanos indiscriminadamente. Mas ali, tinham dito que era seguro, que não seriam afetados. Parecia que era mentira. Pensou novamente nos seus companheiros - teriam sucumbido, lá fora, por este motivo? Precisava investigar. E quando Quíron tentava acalmar a todos, carregando a menina nos braços e tentando abrir caminho, apaziguando ânimos, Travis exaltou-se, a ousadia sendo maior do que acreditava ter.

- É a doença do sono, não é? Por que não contam pra todos o que está acontecendo? Nós sabemos... nós ouvimos as coisas, mas tentam fingir que não é nada. Por que não diz de uma vez contra o que teremos que lutar? Isso está aumentando, não está? Está afetando os que saíram... É por isso que eles não voltam, é por isso...

- Você não sabe do que está falando, criança.

A postura e a voz de Quírons estavam mais sérios do que qualquer um ali tinha visto, exceto talvez quando ele entrou no campo de batalha, em ocasiões futuras. Ainda assim, demonstrava o por que de ter sido ele o instrutor de tantos heróis: havia força na voz. O silêncio que se fez era incômodo, e durou alguns segundos. Tempo o suficiente para o centauro acalmar novamente a todos que estavam por perto. Antes de partir, ele lançou um olhar ao filho de Zeus.

- Venha, meu jovem... Realmente há coisas que precisa saber...

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Tobias dormia - ele fazia muito isso ultimamente, tendo se tornado sua primeira atividade favorita no acampamento - a segunda ainda era ceifar, e só ficava nesta posição porque ali era algo bastante limitado. Precisava se contentar com sua cama por este motivo. Maldito centauro. Se ele não fosse tão vigilante, as coisas podiam ser diferentes. Talvez ele desse uma volta de noite... Quebrar o toque de recolher só atrairia as harpias, mas ninguém se importava com as galinhas depenadas. Não era tão divertido, mas o mantinha entretido, enquanto não conseguia uma nova autorização de saída. Enquanto isso, ele poupava suas energias, a cama tão macia quanto sempre, considerando que não havia remorsos para atrapalhar seu descanso. Mas havia outra coisa. O homem de terno bem cortado e cabelo impecável sorria pra ele. Ele sabia que estavadormindo - lembrava-se de ter ido pra cama - mas isso não o impedia de se irirritar com quem quer que fosse que ousasse entrar em seus sonhos. O sonho era dele, logo, ele controlava o que tinha, ali? Foi quando percebeu que estava com sua foice, e sorriu, partindo na direção do desconhecido. O golpe deveria tê-lo acertado em cheio, mas não foi isso o que ocorreu. A lâmina da foice foi bloqueada a alguns centímetros antes do golpe em diagonal, que dividia o torso do estranho em dois. A aparência dele era séria, e ele virou a lâmina em suas mãos - observando-a, ao mesmo tempo em que Tobias era obrigá-lo a afrouxar o aperto, incapaz de mantê-la imóvel, com a força que ele não imaginava existir naquele simples movimento.

- Boas habilidades... Gosto quando minhas armas são manejadas com competência. Você é um pouco ávido demais para brandi-la, eu diria, mas isso não é nenhum pecado. No fim, aqueles que tem suas vidas ceifadas já estavam em minha lista, de uma forma ou de outra...

Então, ele percebeu com quem falava: Thanatos. Em termos vulgares, seu chefe. Isso significava duas coisas: não foi ele quem imaginou isso - com tantas coisas melhores, por que iria querer sonhar com Thanatos? - e não seria inteligente atacar aquele cara. Desfez a postura de ataque, guardando a arma e passando as mãos nos próprios cabelos, bagunçando-os de forma displicente. Ok, ele não teria sangue por ali... devia lidar com isso.

- Deve estar se perguntando o que vim fazer aqui - O deus continuava, a formalidade de sempre, com maneiras frias e claras - ele era prático. - Tenho um serviço pra você, Tobias.

Não era preciso muito mais coisa para alegrar o seu dia. Tobias sorriu.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Quíron primeiro cuidou de Beatrice, indiferente aos semideuses que o haviam seguido. Depois de acomodar a garota em um quarto da casa grande, longe da enfermaria, onde sua estranha enfermidade só causaria alvoroço, ele resolveu lhes dar a devida atenção. No escritório, Alicia, que ainda o seguia, Ciel, que se recusava a ir embora, sem saber o que afetava a irmã, e Travis, que o encarava determinado - não o deixaria enquanto não soubesse de tudo. Ele trotou, relanceando o olhar de um a outro. Mas antes que começasse a falar Sr. D. entrou, as portas abrindo-se sozinhas antes de sua passagem, e fechando logo após. Com ele, outra semideusa: Lilian Froze, filha de Nêmesis.

- Que bom que já selecionou os campistas, Quíron. Mas pelo comunicado que me passaram, ainda falta um... Ele deve chegar...

Um centauro confuso encarava o diretor do acampamento. Enqaunto o Sr. D. fazia uma lata de diet coke surgir ao seu lado. A porta se abriu no mesmo instante que ele voltava a falar.

- Agora. Boa tarde, Josias. Eu perguntaria se dormiu bem, mas vejo claramente que não, e não me importo.

O filho de melinoe ainda tinha os cabelos bagunçados, mas não se importava, apenas encontando-se na porta que voltou a fechar, e aguardando, ignorando até mesmo a pronuncia errada de seu nome.

- O que quer dizer com "campistas selecionados"? Nós não podemos...

- Podemos sim... Meu "querido" pai emitiu um comunicado esta manhã. Os semideuses, a partir de agora, estarão diretamente envolvidos na busca de Hipnos. Esses semideuses!

Quíron suspirou.

- Então, sentem-se... Vocês tem muito a saber antes de partir.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Cerca de uma hora depois, e ciente de todas as informações, os campistas se reuniam novamente. Seus equipamentos, dinheiro, tudo o que precisavam já estava a mão, e Argos esperava na saída do Acampamento. Ponto inicial da busca: New York.

Código:
♦ Considerem que Quíron passou todas as informações da trama: informações sobre casos dessa doença e a situação no mundo humano
♦ O lado mitológico também foi relatado: quem é Hipnos, seus filhos e o desaparecimento de todos eles. A busca começará em Nova York pois foi o primeiro ponto afetado pela doença.
♦ Para Travis: Quíron realmente suspeita de que seus dois amigos foram afetados, mas as pistas se perderam. Infelizmente, eles estavam um pouco distante de NY, e a prioridade agora é a busca do Deus. A informação foi passada abertamente a todos os presentes.
♦ Outros campistas estão desaparecidos. Um deles mandou sua última mensagem de Íris de NY - resgatá-lo - e aos outros - cerda de 5, no total - é um dos objetivos secundários.

Sobre a narrativa e a postagem:

♦ Neste primeiro post narrem as ações condizentes com a apresentação. Fiquem à vontade para citar diálogos intermediários - mad não é necessário descrever o diálogo geral com Quíron e Sr. D., a menos que o padronizem.
♦ Reações/ Pensamentos/ Sentimentos devem ser narrados. É uma missão grande, importante e arriscada - e todos estão cientes.
♦ Lembrem-se que a maioria não se conhece em on - sejam coerentes e interpretem isso - o relacionamento do grupo pode - e vai - ser explorado em ocasiões específicas na trama - ou ao menos pretendo.
♦ Narrem sua preparação após receber as informações - o que fazem, o que levam, como se sentem.
♦ A postagem terminará com todos saindo do acampamento, encontrando Argos ao pé da Colina.
♦ Como ainda estão dentro das fronteiras, nesse primeiro post não será permitido que se ataquem ou tentem algo parecido - vocês ainda estarão sob vigilância, pelo menos enquanto estiverem com Argos.
♦ Coloquem armas, poderes e perícias levados/ utilizados em spoiler

Outras informações:
♦ Se possível, me mandem por MP a personalidade do semideuses e outras informações que julguem necessárias ou que desejam inserir na trama, tornando-a um pouco mais pessoal. Não prometo utilizar tudo, mas tentarei me nortear por elas.
♦ Mantenha espaço na caixa de mensagens - em situações críticas, talvez eu entre em contato para saber possíveis reações do seu personagem e não agir de forma incoerente se necessitar narrar sobre os mesmos.
♦ Orientações específicas a cada jogador e informações/ ons influentes na trama também podem vir a ser realizados por MP, para evitar o metajogo [famoso onff] dos outros players.
♦ Evitem atrasos, as punições serão severas.

Dados da missão:
♦ Horário: 15h25
♦ Dia nublado, temperatura amena
♦ Prazo: 2 dias. Todos tem até o final do dia 11 para postar. Caso não o façam e não haja comunicado de atraso, o personagem receberá penalidades. Se o atraso se repetir, o personagem poderá ser retirado da missão, com consequências mais graves. Darei continuidade impreterivelmente no dia 12.

Boa sorte a todos

IMPORTANTE: Todos ganharão um "marcador de sono". Inicialmente, todos estarão no 0%. Irei aumentá-lo a cada postagem ou em ocasiões específicas. Isso indicará o sono natural de você, que influenciará em suas ações. O crescimento será devido às condições da trama, e se chegar a 100%, o personagem cairá na doença do noso, ficando inativo - haverá meios para diminuir isso, mas vocês só irão encontrar/ descobrir com o andamento das postagens, e dependendo de suas ações. Outras intervenções podem ocorrer, dependendo das interações dos players, que podem ou não afetar este e outros status. Sono induzido em geral será temporário, mas pode ter sua duração aumentada.


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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Sab 09 Fev 2013, 19:23


Wake Up | Trama

# Level 3;
# Post 001;
# Alicia | Filha de Afrodite;
# Acampamento Meio-Sangue;
# Com Ciel, Lilian, Aramis e Travis.

Bateu na porta da Casa Grande, com força. Não estava com muita paciência naquele momento em especial. Logo, o centauro abriu a porta, com toda a sua imponência. A filha de Afrodite o encarou, e deve ter visto algo em sua expressão, já que abriu caminho, sem dizer nada.
Ao se ver sentada no escritório, Alicia começou a falar. Ainda não havia mencionado sua decisão para ninguém, nem mesmo para Ciel, mas havia tomado-a. Estava repleta de certeza de que o Acampamento estava fazendo mal à si mesma. Quero sair daqui. Quero voltar para a minha casa. Na mesma hora ele arregalou os olhos e deu uma observada nela, de esguelha. Deveria estar pensativo. E assim, em pouco tempo, começou a trotar pelo pequeno espaço, mas os pensamentos da garota estavam longe.
Seus olhos haviam prendido-se na forma meio animalesca, mas a mente “voava”. Sem ter consciência de seus atos, ela rodava o anel em sua mão, lentamente. Sua boca formava palavras, mas da mesma, nada saía.
Obviamente, ela sabia que o centauro não havia gostado de suas palavras, mas não estava ligando muito.
Você tem certeza disso? Em geral, eu admito que você não é o tipo de semideusa perseguida pelos monstros, mas ainda é perigoso... A frase dita a acordou, levando-a de volta à realidade. Assentiu, levemente. Se não me der autorização, eu vou sair do mesmo jeito!
Agora, seu olhar estava fixo na porta, como se fosse sair de lá a qualquer momento, mas Qupiron não percebeu, ou se o fez, não falou nada. Ainda pensava e opiniava internamente sobre a decisão que teria que tomar.
E quando a porta abriu-se, um sorriso verdadeiro formou-se no rosto da garota. Era ele, o filho de Apolo, mas logo, sua expressão fechou-se novamente, ao ouvir suas palavras. Por que não haviam sido direcionadas à ela? Por que? Talvez, ele não havia notado sua prescença. Sim, esta era a opção mais sensata, mas Alicia não estava em seu melhor estado. Não, ela estava à beira da loucura.
E quando Quíron tentou despensá-la, não o ouviu. Ao contrário, seguiu o mesmo, resoluta. Ela iria conseguir sua permissão para ir embora de lá.


Encontrava-se novamente no escritório, como um flashback, mas agora, Ciel estava com ela. E outras pessoas. Dois garotos. Seus nomes? Ela não sabia, mas já havia visto-os ao longe.
Seu olhar havia prendido-se à uma porta, e seus dedos batucavam no joelho, distraidamente. Ela não sabia o que havia acontecido com a tal garota, a tal maia-irmã do filho de Apolo, e sinceramente? Ela não queria saber.
Estava ali apenas para conseguir sua permissão. Não queria ir embora daquele lugar como uma fugitiva.
Uma presença. Seus olhos viram, mas a visão demorou para chegar ao cérebro, e quando o fez, ela desviou o olhar para a garota com ele. Examinou-a e então, passou os olhos de volta para o deus. Ouviu suas palavras com um interesse renovado. Outro semideus? A sala já não estava cheia demais deles?
Logo, ele entrou. Josias. Ela duvidava que este era seu verdadeiro nome. Uma risadinha seca e sem graça saiu da garganta dela ao ouvir as palavras de Dionísio, mesmo que não haviam sido muito engraçadas.
Não perdeu seu tempo observando o garoto. Ainda estava concentrada em querer sua permissão, mas as palavras pronunciadas a fizeram virar a cabeça, subitamente interessada. Que busca era aquela, que eles falavam? Campistas selecionados? Seriam eles? As dúvidas circulavam a cabeça de Alicia, o que a deixava meio tonta e bem perdida. O que raios estava acontecendo?
Então, sentem-se... Vocês tem muito a saber antes de partir. Partir? Do que o centauro estúpido falava? Iria ouvir. E então, iria embora... Certo?


Bom, suas expectativas estavam completamente erradas. Durante a breve explicação, prestou atenção às instruções e os objetivos. Pelo jeito, algo realmente sério estava acontecendo. Logo, viu-se dentro do Chalé, pegando seus itens. Primeiro, foi seu arco de ouro celestial. Prendeu o mesmo em sua blusa, após prendê-lo em seu modo "passivo", depois, pegou seu escudo, também transformado, e colocou em seu pulso. Finalmente, foi a vez do chicote. Antes de colocá-lo no outro pulso, estalou-o no chão uma vez, com um sorriso. Pelo jeito, ainda tinha um pouco de jeito.
Como sempre, seu anel estava em seu dedo, e foi colocando na mochila outras coisas. A guirlanda, o mini-chocotone, e por fim, viu-se indecisa quanto à decisão de levar o gorro vermelho, uma cópia do próprio gorro do Papai Noel. Por fim, colocou ele na cabeça, de qualquer jeito. Estava com pressa.


Agora, encontrava-se no pé da Colina meio-sangue, com uma mochila nas costas. Respirou fundo e olhou para seus companheiros. Inconscientemente, sua mão procurou a de Ciel, e quando a achou, apertou a mesma com força. Ele seria sua âncora, a coisa que a faria ficar no mundo real, não no mundo de fantasias.
O que ninguém sabia era que, embaixo das roupas, e embrulhada nas mesmas, estava uma garrafa cheia. De vodka. Como havia conseguido? Dera alguns dracmas para um dos filhos de Hermes. Em pouco tempo, ele havia lhe trazido uma, enchida até a borda. Pelo jeito, Alicia não iria conseguir se separar da bebida tão cedo.


Informações Adicionais:
 



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Alicia Lewis-Patel Ward Carolline Hills
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Travis Cooper Smith
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 10 Fev 2013, 11:54



Wake Up! ♛
Wake wake, guys



Trrrrrrrrrm. Trrrrrrrrrrm. O relógio do chalé de Zeus havia despertado, mas quase nenhum semideus ainda estava dormindo. A insônia e outros problemas não os deixavam dormir há dias, e praticamente todo o acampamento estava assim. Ninguém tinha uma boa noite de sono naquele lugar nos últimos tempos. Os campistas não sabiam o que fazer, e tinham quase certeza de que Quíron e o Sr. D também não tinham. Algo de importante e perturbador estava acontecendo no mundo atual. Algo divino, que estavam trazendo problemas. Até para os mortais.



Travis sentou-se em sua cama, bocejando. Seus olhos custavam para ficar totalmente abertos, e estavam um pouco avermelhados. A cor azul clara deles estava muito fraca, demonstrando sua situação. Não descansava direito. Nenhuma de suas técnicas para dormir funcionava, mesmo fazendo de tudo para isso. Também havia os seus amigos, Jonh e Valerie, que haviam saído em missão há mais de um mês e não tinham voltado ainda. O filho de Zeus tinha certeza de que a insônia estava trazendo imensos problemas aos dois, mas não acreditava que eles estavam mortos. Pelo menos não ainda. Sentia eles tentando mandar algum tipo de mensagem para ele, atráves de mensagens de Íris, mas sempre a ligação caía. Estavam perdidos, tentando voltar para casa.



Aquilo corría ele por dentro. Seus melhores amigos estavam sumidos, lutando para não morrerem no mundo mortal. Poderiam ser destruídos a qualquer momento, a qualquer minuto e hora. Uma dor imensa fazia-o chorar todo dia que levantava, e naquele não fora diferente. As lágrimas caíram lentamente, e ninguém conseguia consolá-lo. Estava realmente com medo do que estava acontecendo com todos. Essa tal insônia repentina, que ele tinha certeza de que algo acontecia no Olimpo. Algo com Hipnos, talvez. Queria solucionar esses problemas rapidamente, de qualquer maneira. Ele faria de tudo para salvar seus amigos. Tudo mesmo. Morreria por eles.



Não havia notícias, pelo menos da parte do Sr. D. e do velho centauro. Sempre que o semideus perguntava, eles o ignoravam ou desconversavam, e Travis sabia que eles escondiam algo. Algo que eles não estavam controlando. Algo que até os deuses estavam começando a temer. O mundo não estava mais protegido, pelo menos não naquele momento. O filho de
Zeus faziam campana todo dia na frente da Casa Grande, esperando notícias, boas ou ruins, que nunca vinham. Jonh era bom em estratégias e era rápido, difícil de ser pego por inimigos. Já Valerie, era esperta e sagaz, boa com espadas e escudos. Eram literalmente fortes e agéis para serem capturados. Isso não fazia sentido algum.



Naquele dia, Travis não acompanhara seus irmãos até o Refeitório. Preferiu ficar ali, tentando descansar mais um pouco, mesmo sabendo que não ia conseguir nada. Pensou mais uma vez em seus amigos, segurando o choro. Tentaria o que fosse para achá-los, nem que fosse a última coisa que ele fosse fazer. O filho de Zeus tentava também se manter acordado, pensando em algum jeito de resolver essas situações. Pensara em até fugir, mas precisava de alguém com ele. Alguém que pudesse ajudá-lo nessa missão de descobrir o que estava afetando a todos, mesmo sem a ajuda dos deuses.



As horas se passavam lentamente, e Travis já estava bastante cansado. Não havia saído de seu chalé ainda, e estava deitado na cama. Ele pensava porque Quíron estava evitando-o naqueles dias, porque não estava querendo falar nada a respeito sobre seus amigos. Mas, se Travis o persuadisse, ele poderia contar algo, nem que seja se eles estavam vivos ainda. Rapidamente, o semideus vestiu um camisa e uma bermuda, saíndo de seu chalé, na direção da Casa Grande. Talvez ali ele encontraria uma resposta. Talvez tudo estava mudado. Os problemas poderiam ter parado.



Mas tudo, aparentemente, estava completamente igual. Os poucos campistas que ele via estavam totalmente cansados, parecendo zumbis ao caminharem. Pediam e gritavam ajuda, e o semideus via alguns serem levados a Enfermaria, em busca de socorro. O acampamento estavam em apuros.Logo, localizou seu alvo. O velho centauro troteava ás pressas na direção oposta de Travis, indo aos chalés, mais precisamente ao de Apolo. Algo estava acontecendo naquele local. Alguém precisava de ajuda. Travis, aproximando-se mais um pouco, viu vários campistas se amontarem na frente do chalé, espantados. Quíron abriu espaço entre eles, adentrando. Era o seu momento. O filho de Zeus correu, tropeçando um pouco, até o chalé dos filhos de Apolo, juntando-se com a multidão. De longe, a cena poderia ser vista. Ele tinha certeza de que isso tinha algo á ver com os problemas do sono, e abriu um pouco de espaço para ver melhor, pois a maioria estava cansada e não deu bola para ele.



Uma garota estava deitada em um dos beliches, desacordada. Alguns que estavam ali pensavam que ela estava sem vida, ou em uma espécie de coma profundo. Quíron verificava a pulsação da menina. Travis ouvira um filho de Apolo gritar que ela estava viva, mas em um coma. Lembrou-se das histórias fora do acampamento, de que os mortais não conseguiam mais dormir, e que os médicos locais pensavam em um jeito de encontrar uma cura. Muitos mortais morriam, pois não dormiam direito, em todas as partes do mundo, e o governo estudava um jeito de controlar isso. Fora dito a ele que o acampamento poderia ser o local mais seguro, mas, de uns dias para cá, tudo estava piorando. Só alguns dormiam direito. Ninguém encontrava a resposta para isso, e alguns acusavam os filhos de Hipnos de estarem causando esses problemas, mas eles não eram vistos há dias. O acampamento não estava mais seguro.



Lembrou que pensava que tudo isso era mentira. Que estavam inventando tudo isso para assustar os campistas, até que ele ligou tudo a Jonh e Valerie. Estavam no mundo mortal, e a tal doença do sono poderia ter feito tudo isso com os dois. Tudo se ligava, pensando bem. Teriam
morrido? Ele precisava investigar isso o mais rápido possível. O flashback de Travis acabara, e ele voltou a cena em que estava. Quíron tentava acalmar a todos, carregando a tal garota. O centauro abria caminho, mas mais curiosos se juntavam a multidão. Então, Travis, puxando uma grande coragem de dentro de si, abriu espaço e decidiu falar o que todos não pensavam.



- É a doença do sono, não é? - Ele pigarreou. - Por que não contam pra todos o que está acontecendo? Nós sabemos... - Olhou para os todos que voltaram sua atenção a ele naquele momento. - Nós ouvimos as coisas, mas tentam fingir que não é nada. - Quíron poderia estar muito bravo com ele, mas nada estava impedindo-o de continuar. - Por que não diz de uma vez contra o que teremos que lutar? Isso está aumentando, não está? Está afetando os que saíram... - Segurou o choro mais uma vez, lembrando de seus dois amigos. - É por isso que eles não voltam, é por isso...


Quíron, rapidamente, voltando a atenção de todos para ele mesmo e tentando desmentir o filho de Zeus, respondeu a ele, com força total.


- Você não sabe do que está falando, criança. - Disse, caminhando mais um pouco. A postura e a firmeza em sua voz fez com que os outros campistas acreditassem mais no centauro, que tentava sair daquele lugar o quanto antes para evitar mais uma discussão com o semideus.Um silêncio tomou conta do local, e os outros tentavam não falar mais nada. Quíron acalmou todos mais uma vez, saindo do chalé, passando pela multidão. Quando passou por Travis, o velho centauro lançou-lhe um olhar, dizendo uma última frase, meio que murmurando.



- Venha, meu jovem... - Falou baixinho. - Realmente há coisas que precisa saber... - Todos voltaram seu olhar para os dois, e Travis, respirando fundo, decidiu acompanhar Quíron. Não sabia para onde ele iria o levar, mas tinha certeza de encontraria a resposta para todas as suas perguntas. Incluindo seus amigos.





₪ ₪ ₪ ₪ ₪




Travis viu o centauro cuidar da tal filha de Apolo, chamada Beatrice, depois acomodando-a em um dos quartos. Preferiu deixá-la lá, pois na Enfermaria poderia haver um certo alvoroço por parte dos outros semideuses. Demorou um pouco para que o centauro voltasse, e, a partir daquele momento, Travis identificou alguns semideuses. Alicia, uma filha de Afrodite e Ciel, um filho de Apolo, irmão da tal Beatrice. Quíron troteava de um lado para o outro, olhando cada um. O filho de Zeus o encarava seriamente, pois não iria embora dali enquanto não tivesse uma
resposta daquilo tudo. Então, antes que ele pudesse falar algo, a porta da Casa Grande abriu-se, e um velho barbudo cheirando a suco de uva e uma semideusa entraram no local. Eram o Dionísio, mais conhecido como Sr. D e Lilian, filha de Nêmesis. Logo, o Deus começou a falar.




- Que bom que já selecionou os campistas, Quíron. - Ele olhou todos rapidamente. - Mas pelo comunicado que me passaram, ainda falta um... Ele deve chegar...


Quíron encarava Dionísio calmamente, mas um pouco confuso. O Sr. D, parecendo muito calmo, fez parecer uma Diet Coke em seu lado. Travis bufou lentamente, seus olhos mudando para um verde mais fraco. Aquilo estava ridículo. A porta, então, abriu-se mais uma vez, trazendo um semideus. Tobias, filho de Melinoe. Ouviu Dionísio falar alguma coisa para o rapaz, pronunciando Josias em vez de Tobias. Ele estava ainda bagunçado, com a aparência de quem havia acabado de acordar. Travis derrubou uma caneta que estava ao seu lado, seu tédio imperando. Voltou sua atenção para o tal Tobias. O ceifador logo resmungou.


- O que quer dizer com "campistas selecionados"? Nós não podemos... - Tobias falou, parecendo surpreso e com medo ao mesmo tempo.


- Podemos sim... - O Sr. D olhou para o semideus. - Meu "querido" pai emitiu um comunicado esta manhã. - Disse ele, tomando um gole de sua Diet Coke. - Os semideuses, a partir de agora, estarão diretamente envolvidos na busca de Hipnos. Esses semideuses!



Travis começou a pensar. O que Hipnos fazia na história? Tudo bem que ele era o deus do sono, mas o que ele teria feito para existir aquela doença? Ouviu Quíron suspirar, e falar algo.


- Então, sentem-se... Vocês tem muito a saber antes de partir.




₪ ₪ ₪ ₪ ₪



Quíron, rapidamente, explicou sobre a tal doença do sono, dos problemas mortais e do acampamento. O sumiço dos filhos de Hipnos, que estavam trazendo essas coisas. Falou também que a busca por eles iria começar em Nova York, estranhamente. Outros campistas também estavam desaparecidos, que ele deduziu que Jonh e Valerie estavam entre eles. Era a chance que Travis estava esperando, a chance de salvá-los. Pensou nos seus companheiros que iria na missão com ele. Ciel, Alicia, Tobias e Lilian. Não tinha quase nenhum contato direto com eles, a não ser com Ciel. Não sabia se os outros três iriam ajudá-los naquele momento. Não sabia se eles iriam confiar nele. Não sabia nada dos três.




Jonh e Valerie estavam em apuros, e Travis estava indo salvá-los. Quíron terminou de falar as informações - de o que levar, armas, roupas, itens - e mandou que eles, em cerca de uma hora, se encontrassem no topo da Colina Meio-Sangue, onde Argos estaria com o carro esperando para levá-los a Nova York. Os cinco saíram dali, rumando aos seus chalés para pegarem o que precisam. Travis cumprimentou Ciel ao encontrá-lo na saída, indicando apoio e parceria na missão. Piscou a Alicia quando a viu, e não falou nada com Tobias e Lilian, que pareciam um pouco isolados do resto do grupo. O semideus foi para seu chalé, e pegou suas armas, que iria levar para a missão, e colocou seu anel de ouro, presente de sua mãe. Sentia que o anel mostrava a proteção de sua mãe, que não via há mais de dois meses, juntamente com seu tio, Andreas. Ambos estariam bastante preocupados naquele momento, mesmo Quíron tendo conversado com os dois. Todos que amava estavam longe, e ele estava indo encontrar dois deles. Iria salvar seus amigos.




Travis pegou uma de suas mochilas e colocou algumas roupas, dinheiro mortal, dracmas e um mapa da cidade. Vestiu uma nova camisa e uma calça, colocando um tênis. Ele ainda não sabia, mas iria demorar para voltar ao chalé dos filhos de Zeus. Despediu-se de seus irmãos, que desejaram boa sorte a ele. Logo, rumou para a colina, onde certamente Argos o esperava.



Demorou um pouco para que ele chegasse, pois foi lentamente. Tudo que ele precisava estava a mão. Ele orou baixinho para seu pai, Zeus, pedindo que ele o ajudasse a achar seus amigos e a cura para essa doença do sono. Ao chegar até Argos, encontrou Alicia, que também estava pronta e preparada para a missão, cumprimentou ela, e ficou esperando os outros três campistas que faltavam. Resolveu não ficar olhando para os inúmeros olhos de Argos, que encaravam os dois campistas. Ele parecia com sono e muito cansado também, o que preocupava Travis. Esperava voltar vivo, ao menos. E com Jonh e Valerie.


Spoiler:
 

Spoiler:
 

Spoiler:
 

travis wears Click Here music: Fun. - We Are Young Click humor: normal note: ~tsc~

____


Travis Cooper Smith

Don't need reason, don't need rhyme Ain't nothin' that I’d rather do Going down, party time My friends are gonna be there too I'm on the highway to hell On the highway to hell
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 10 Fev 2013, 15:51




For you, how much is a life worth?


Wake Up - O Começo



A Noite Resplandecente
O dia Fatídico
O sono desaparecido
A jornada começa

Sonhos de uma noite mal dormida.

Sonhos de um despertar.

Sonhos de uma vida esquecida.

Sonhos de uma amanhã.

Sonhos de um ontem.

Sonhos.

Sonhos sempre foram algo que intriga. De onde eles vêm? Para onde vão? Por que existem? Qual seu significado afinal?

“Não são nada além de uma noite mal dormida”

Eles poderiam ser a manifestação de uma consciência a mais... Semideuses têm sonhos reais, humanos têm sonhos fantasiosos... Deuses e monstros ninguém sabe.

“Não são nada além de uma grande perda de tempo”

Onde eu estou, alias?

“Não são nada...”

Um local escuro e infinito circundava-me. Não havia divisão entre o chão e o céu, era impossível saber onde aquele lugar começava e onde acabava, onde era o norte e o sul, onde era a esquerda ou direita, se era dia ou noite. Aquele local era um puro caos dentro do nada.

Era um universo caótico, com aparência nula. Aquele lugar era... Era... Bem... Aquele lugar era... Era...

Era a minha mente.

Um lugar onde o nada predominava sobre o escuro. Onde minha sádica imaginação poderia trabalhar junto com a harmonia do infinito. Um lugar onde eu me sentia bem.

Eu estava dormindo.

Eu fazia muito isso, ultimamente principalmente. Como eu sabia que eu estava dormindo? Eu não sabia. Mas eu sabia com todos os detalhes. Por que? Eu não sei. Eu sabia que estava dormindo mesmo sem saber. Meu corpo não se movia, apenas meu sonho, apenas meu corpo em minha mente. Isso significava que eu estava dormindo. Eu realmente gostava de ficar sozinho naquele lugar, sem ninguém para me atrapalhar.

E não, eu não gosto de visitas.

Um homem de terno e aparência calma estava parado no meio de meu santuário.

Eu não sou do tipo que fica imaginando coisas sem sentido em sonhos, apenas para satisfazer sentimentos mundanos que não temos coragem de realizar. Então, se aquele homem estava ali, ele estava invadindo, pois eu não o queria ali.

Minha foice, minha eterna amiga, se materializou em minhas mãos e com um sorriso sádico eu avancei. Eu esperava que o homem ao menos tentasse desviar, mas ele permaneceu quieto e com um sorriso calmo.

Um corte lateral.

Nenhum sangue voou.

Aquele homem parou minha foice com um simples levantar de mãos. Quem era aquele homem? Minha mente fervia enquanto eu tentava imaginar quem poderia ser, até que como um raio a resposta veio até mim e eu lentamente abaixei a foice enquanto ele fazia um pequeno elogio.

- Thanatos – disse com a voz ríspida – O que faz aqui, chefe? – Conclui com tom sarcástico acentuado na última palavra

- Mal-educado como sempre – riu Thanatos – Mas não vou ligar para isto hoje... Tenho um trabalho especial para você

Eu sorri, um trabalho digno deste cara me encher em minha própria mente deveria ser algo bom o suficiente para me tirar do tédio

- Meu irmão está com alguns problemas – disse sem cerimônias, como esperado – Convenci Zeus a deixar que você entre na missão que está sendo organizada. Eu não sei o que houve, mas eu preciso de um de meus ceifadores nesta missão. Você aceita?

- Mas é claro... Que grande honra é salvar o irmãozinho do chefe – disse, entre risos, em tom irônico

Ignorando minha piada, Thanatos finalizou de forma breve, como era típico dele:

- Vá até a Casa Grande, lá saberá dos detalhes.

Com um estalo de dedos, ele desapareceu.


Acordei sem me mover, olhando para o teto. Já era tarde, nenhum filho de Melinoe estava ali. Lentamente, troquei o pijama por algumas roupas amassadas que eu usava quando não iria fazer nada de importante, uma camisa branca de manga cumprida e uma calça jeans surrada. E então, me dirigi até a casa grande.


Vi pela janela que havia outros ali e eu provavelmente já estava atrasado.

“Mais que coisa...” pensei irritado.

“Devemos... Matá-los?” indagou Birthday

“Não... Isso será complicado, precisamos deixá-los vivos, não podemos fazer isso sozinhos” respondi com frieza, mentalmente

“Mas... E depois que acabarmos?” continuou Brthday, quase em tom de súplica

“Bem... Ai talvez, veja bem, talvez, teremos 4 novas cabeças em nossa coleção” um sorriso sádico se formou em meu rosto.

Antes de entrar, contudo, eu precisava decidir como eu iria atuar. Um ceifador indiferente? Um campista amedrontado? Um jovem doido? Refleti sobre as opções e decidi adotar uma postura levemente assustada, mas determinada, pois seria o comum para alguém na mesma situação.

Lentamente abri a porta e me deparei com uma visão inesperada.

Primeiramente, Sr.D me chamando de Josias, mas não liguei para isso, o bom humor de ter algo decente para se fazer era maior do que isso. Bem, Quíron e Sr.D estavam lá, como esperado, mais três campistas que eu não fazia ideia de quem eram, apenas os vira de relance por ai e Lilian Froze, filha de Nêmesis.

“O que ela faz aqui?” eu e Birthday pensamos em uníssono.

Fechei a porta atrás de mim e encarei os demais semideuses com meus olhos avermelhados. O pânico me tomou por dentro por alguns segundos, mas minha expressão facial permaneceu inabalada.

“Três cabeças... Certo?” perguntei mentalmente à Birthday

“Três... Certo” concordou o assassino.

O restante do tempo se seguiu com Quiron explicando sobre quem éramos e o que deveríamos fazer. Lentamente, ele explicou sobre Hipnos e quem ele era, o que fazia e etc. Explicara que aparentemente ele sumira, assim como seus filhos e outros semideuses. E, aparentemente, eles achavam que ele devia estar em algum lugar em Nova Iorque.

Minha mente fervia com ideias, mas nenhuma era exatamente plausível. Fui interrompido de meus pensamentos com uma pergunta do Sr.D :

- E então, Tobias... Como ceifador, você não sabe de nada sobre o irmão do seu Chefe?

- Sei apenas o que ouvi nas ruas... A situação no mundo mortal é bem pior do que aqui. Acidentes de carro em alto, incêndios, demissões por dormir em serviço... Um verdadeiro caos... O trabalho dos ceifadores está em alta, assim como meus dias de folga – acabei soltando um pequeno riso da piada, que era verdadeira.

Quíron pediu para que todos fossem para seus chalés para que se arrumassem.

Andei calmamente até meu chalé, alterando a visão entre o céu e o chão.

Lá, peguei uma mochila preta surrada, mas que ainda dava para o gasto e verifiquei minhas coisas. Comigo, eu levava meu manto da morte, que estava em forma de um sobretudo de couro negro como a noite, que ia até meus joelhos, minha espada, dada por Melinoe, além de meu anel que se transformava em faca, uma das minhas armas favoritas. Na mochila, eu levava meu outro manto, de melinoe além de minha câmera. Eu me perguntava se ela seria útil para essa situação, mas nunca se sabe. Além disso, meu Ipad que provavelmente seria muito útil, além de mudas de roupas e suprimentos curativos guardados em uma pequena maletinha de plástico.

Com um pouco de organização, tudo ficou em ordem e a mochila não ficou muito pesada. Além disto, eu ainda podia contar com minha foice que seria invocada facilmente.

Na saída do chalé encontrei com Lilian que saia do chalé de Nêmesis e me aproximei dela, sério.

- Alguma ideia? – Perguntei a ela, olhando para o chão. Depois de algum tempo, continuei – Acho que alguém anda tentando roubar o lugar de Hipnos... Não haveria outra lógica, se não um enfraquecimento para uma invasão... E espero realmente que seja a primeira.

Conclui olhando para o céu. Uma guerra era a última coisa de que precisávamos, principalmente neste estado. Uma troca de poderes forçada seria muito mais simples de se resolver, além de me parecer mais divertido.

Segui na direção da Colina, onde Travis, filho de Zeus e Alicia, filha de Afrodite já estavam. Comigo já somávamos 3, ainda faltavam Ciel, filho de Apolo e Lilian que logo estaria ali. Cumprimentei os dois com um gesto de cabeça distraído e voltei minha atenção para o horizonte. Logo Argos estaria ali para nos levar até Nova Iorque.

Logo, a diversão começaria.




End Post


Armas Levadas:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais:
 





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Lilian Froze
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 10 Fev 2013, 23:04




beautiful nightmare

plot: wake up!




Aquilo estava ficando frequente até demais.

Toda a vez que mergulhava no mundo de Hipnos, Lilian se via rodeada por sombras e empunhando um cutelo de aço bem afiado... Quase como se aquela noite sempre voltasse à tona.

A noite em que fora arrastada para o acampamento.
A noite em que fora elogiada pela primeira vez em toda a sua vida.

Infelizmente, faltava sangue em toda essa brincadeira de Morfeu, por isso ela estava se tornando cada vez mais entediante.

"Matar coisas que não sangram não é divertido, chega a ser decepcionante. Um ciclo vicioso coberto de tédio."

Mesmo assim, ela ria em todas as mortes de seus "pesadelos".
"Quase como se aquela noite sempre voltasse à tona."

•••

Mais uma vez a prole de Nêmesis se viu rodeada de sombras e empunhando o cutelo de aço habitual:

Vamos brincar mais uma vez – disse, irônica.

Disparou para as sombras que estavam na sua frente, cortando diagonalmente a primeira. Essa era sempre a mais prazerosa... Ou, pelo menos, era, afinal, era isso toda a santa vez: sombras secas.

Um porre:

Não vai conseguir fugir de mim...

Lily arregalou os olhos ao perceber a novidade em seu sonho, a voz feminina tão suave quanto uma brisa lhe era familiar.

Porém ignorável.

Continuou com o seu passatempo sombrio, cortando uma sombra aqui e outra acolá, enquanto seu riso estridente perfurava o silêncio.

A voz riu junto:

Tão persistente... Mas vamos! Eu não quero obrigá-la a nada... Basta você me ajudar, e estará se ajudando.

"É só um sonho, não vou deixar esse negócio do além atrapalhar o que estou fazendo."

Mais um golpe... Contra-atacado?!

A rosada ficou observando sua arma voar longe enquanto as sombras prendiam-na:

Sempre tão feroz... Não posso reclamar, visto que puxou isso de mim.

As sombras ficaram sólidas e iam tomando forma. Quando Lilian deu por si, uma linda mulher acareciava seu rosto macio.

Nêmesis:

Procure Dionísio... Ele lhe dirá o que fazer. E não se preocupe... Eu sempre pago minhas dívidas. Um dia, receberá sua parte nisso...

O carinho virou um arranhão.
E ela acordou, levando a mão para sua bochecha direita.

Havia sangue e ela ardia.

"Era real."

Levantou-se, colocando uma calça jeans, uma camiseta regata com motivos de sangue e um All-Star preto com cadarços rubros. Por cima, o habitual manto negro.

Saindo do chalé de Nêmesis, Lilian já visualizou Dionísio, que por azar, estava com Stefan:

Estou dizendo que não quero que nenhum dos meus irmãos sofra com a doença do sono! O senhor viu o que aconteceu com a filha de Apolo, aposto que Lilian é a próxima!

Stefan, eu não ligo – respondeu o deus, indiferente.

Lilian limpou a garganta de forma audível:

Dionísio, minha mãe mandou eu vir te procurar.

Dito isso o deus, primeiramente, franziu o cenho, logo depois ele ficou pensativo:

Venha comigo, Lilian.

Eu DISSE! Sr. D você...

Eles já estavam longe.

"Esse Stefan é irritante, ele tenta ser "o irmão preocupado e forte", sendo que ele é um estúpido.
Não parece nem um pouco com a única pessoa que se preocupou comigo de verdade.
"

Os olhos rubros voltaram à sua mente. Fazia tempo que não pensava nele.

Não era de sua natureza ficar pensando em mais alguma coisa além de seu sangue.

Quando ela e o Sr. D entraram na Casa Grande, havia ali Quíron e mais três semideuses: uma loira (que examinou Lilian por um tempo), um garoto preocupado e mais um garoto, que parecia um tanto ansioso:

Que bom que já selecionou os campistas, Quíron. Mas pelo comunicado que me passaram, ainda falta um... Ele deve chegar...

A porta se abriu.
Ele entrou.

O olhar de Lilian fixou-se no dele, que tinha uma cor viciante em suas orbes. Os lábios da rosada formaram um sorriso à lá Mona Lisa, já Tobias parecia confuso com a presença dela ali:

Agora. Boa tarde, Josias. Eu perguntaria se dormiu bem, mas vejo claramente que não, e não me importo.

O que quer dizer com "campistas selecionados"? Nós não podemos...

Podemos sim... Meu "querido" pai emitiu um comunicado esta manhã. Os semideuses, a partir de agora, estarão diretamente envolvidos na busca de Hipnos. Esses semideuses!

Quíron suspirou. Lily prestava atenção em tudo, mesmo assim, não mudava a direção de seu olhar de jeito nenhum:

Então, sentem-se... Vocês tem muito a saber antes de partir.

Depois dessa frase que a semideusa voltou sua cabeça para o centauro. Ouviu a "breve" explicação com atenção... Nêmesis disse que ela receberia uma recompensa com tudo aquilo, então mesmo que fosse algo sério, valeria à pena.

Ao fim, ela e os outros semideuses que estavam ali foram para seus respectivos chalés para poderem aprontar-se.

Lily colocou o bracelete-mangual no braço, prendeu o broche em forma de balança na sua blusa e ao lado prendeu o pingente. Pegou uma bolsa negra da Kipiling (presente de seu pai ao entrar no nono ano), onde colocou os outros presentes de Natal que recebera, incluindo o gorro. Além disso, foram adicionadas algumas mudas de roupas práticas, um Pringles e um sorvete de flocos que nunca derrete (o filho de Hermes conseguiu para ela).

Saindo dali – dando graças à Nêmesis por Stefan não estar lá –, encontrou Toby. Este também notou sua presença, aproximando-se:

Alguma ideia? – perguntou ele, tendo certo interesse pelo chão – Acho que alguém anda tentando roubar o lugar de Hipnos... Não haveria outra lógica, se não um enfraquecimento para uma invasão... E espero realmente que seja a primeira.

Tenho mais fé na possibilidade de Hipnos querer uma posição mais alta no Olimpo. O poder dele é bem forte, como ele mesmo tem mostrado nesses últimos tempos. Entretanto, se você estiver correto, eu aposto que quem quer o cargo é... – os lábios da rosada se aproximaram do ouvido o ceifador – Dionísio, e que essa missão é só algo para ocultar isso – a voz dela estava aveludada como a de sua mãe em seu sonho.

Lilian teve de tomar o lado oposto do semideus, ela tinha uma consulta na enfermaria... Estava precisando mesmo recuperar algumas coisas.

Por incrível que pareça, tinha um filho de Apolo esperando por ela. "Obra de Quíron, talvez", pensou, sentando-se na maca.

Foi um atendimento rápido, sem nada de muito especial. Ele passou uma pomada – já preparada – de ervas medicinais onde precisava, sendo tão respeitoso que poderia ser taxado de gay e... Só.

Com certeza essa rapidez era obra de Quíron.

Lilian agradeceu baixo e saiu de lá as pressas, sentindo-se renovada. Chegou ao local marcado vendo três semideuses ali... Faltava somente o filho de Apolo.

Já sobre a troca de opinião que tivera com o filho de Melinoe, uma guerra seria interessante, pelo menos para uma viciada em sangue como ela.

Lilian ficou ao lado de Tobias.

Essa missão poderia ser boa.

Armas e Itens Levados:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais:
 


TAGGED: Alicia, Ciel, Dionísio, Quíron, Nêmesis, Stefan, Tobias, Travis, son of Hermes & son of Apollo WEARING: jeans, t-shirt of blood, black All Star, black bag and black robe. NOTES: nobody read this, lalala ~

• by Mari from OPS!&TdN

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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 11 Fev 2013, 11:32





If my dreams get real bizarre



Meu pai adotivo era um cara legal, sempre simpático com todos e raramente brigava com alguém. Ele sempre era voluntário para participar dos acampamentos do meu grupo de escoteiros, o que era legal, pois sempre ficávamos próximos.

Ensinou-me a lutar esgrima, pois era o treinador da academia de esgrima da cidade, mas eu não lutava tão bem quanto ele. Quando o assunto era garotas, ele sempre tentava ajudar, embora eu ficasse muito envergonhado.

Com minha mãe, as coisas não eram diferentes. Contudo ela era cirurgiã cardíaca, portanto não tinha tanto tempo para mim quanto o meu pai, mas quando tinha, eu aproveitava. Quando eu tinha treze anos, minha mãe desconfiava que meu pai sofria de uma doença muito grave, no tempo eu não sabia o que era, mas hoje eu sei o que era.

O câncer foi descoberto tarde de mais, e meu pai estava em estado terminal. Ele era forte, não cedeu ao choro nenhuma única vez, diferente de mim e de minha mãe. Duas semanas depois ele não acordou pra tomar café. Não acordou para o almoço. Não acordou.

Ao ver minha irmã deitada na cama, eu me lembrei dele, talvez por isso eu tenha ficado tão abalado. Sua barriga fazia movimentos para cima e para baixo e isso alimentou a esperança que existia em mim, caminhei para perto dela tentando reanimá-la. Dar leves sacudidas não adiantou, eu não iria gritar, todos já estavam fazendo isso...

Tentei o velho truque da água, mas de nada adiantou. O mesmo vale para as tentativas de abrir seus olhos, sacudir a cabeça, jogar um travesseiro. Nada que eu fizesse a despertava daquele sono profundo. Com o que será que ela estaria sonhando agora?

O clima tenso pairou sobre o chalé dos filhos de Apolo e foi intensificado com a chegada de Quíron, que aparentava preocupação, o qual foi acudir a garota. Escorei a minha cabeça na parede e cruzei os braços enquanto tentava reanima-la, esperei que minhas lágrimas caíssem, contudo elas não deixaram evidências. Eu estava sendo forte, como o meu pai, ou eu já estivesse acostumado com tantas mortes, talvez. Muitas delas implicadas por mim.

Quíron não assumiu uma expressão agradável, estava pensativo e bastante preocupado. Beatrice continuava em sono profundo sobre a cama folhada a ouro. Todos os semideuses que estavam lá fitavam o centauro esperando sua reação. Dionísio, o qual eu tinha desgosto de chamá-lo de Sr., entrou na sala balbuciando algo parecido com Quíron ter escolhido campistas e sobre um tal Josias. Revirei os olhos, nunca gostei das atitudes daquele deus ou talvez fosse apenas implicância. Ele conseguia me irritar.

Um aperto no coração me fez olhar novamente à garota que ainda não havia acordado, não conseguia sorrir e não sabia como reagir. Sentia-me perturbado e um tanto assustado, os pelos dos meus braços se arrepiaram e um frio percorreu minha espinha. Seria um sinal?

♫♪♫♪

Quíron e Sr. D. nos trouxeram conhecimento acerca da doença do sono que estava afetando tanto os mortais quando os semideuses. Disseram também que dois meio-sangues desapareceram em NY, onde nossa missão começaria. Alicia estava ao meu lado enquanto eles passavam as instruções, envolvi meu braço em sua cintura como sinal de que sempre estaria com ela.

Josias, ou algo parecido, disse que no mundo mortal estava ocorrendo várias mortes, incêndios, entre outras coisas devido ao sono. Um completo caos. Por que eu não estava impressionado? O centauro alertou que não seria nada fácil, além de ser muito perigoso. Eu não pude contribuir com informações úteis para a conversa, portanto apenas ouvi.

Após a reunião que perdurou por algumas horas, beijei a testa de Alicia e disse que precisávamos ser fortes. Rumei ao meu chalé pegar alguns equipamentos tentando ignorar a cama de Beatrice, embora ela não estivesse lá.

Fiquei de joelhos e peguei a espada que guardava sob minha cama e a prendi em minha cintura. Não era a mesma coisa que uma espada de esgrima, mas podia ajudar. O brilho que ela emitia não era percebido quando a lâmina estava embainhada, os desenhos esculpidos em sua lâmina representassem, talvez, uma das batalhas do meu pai. Não me preocupava em entender. Não queria.

O pingente de sol estava preso a uma pequena corrente de ouro que envolvia o meu pescoço. O conjunto se transformava em um arco e em uma aljava e já havia me salvado inúmeras vezes. Segurei o pingente com a ponta dos dedos a fim de observar seus detalhes, nunca tinha reparado o quão belo era aquele pingente.

O criado mudo ao lado da minha cama estava empoeirado – há tempos que não abria ele. Não me preocupei em tirar a poeira, abri a gaveta e nela havia uma besta de mão com um estojo de dardos e um soco inglês. O soco inglês eu havia conseguido na última vez que fui a Bronx, eu gostei de lá e pretendia voltar, e se eu voltasse era melhor estar preparado. Várias pontas denunciavam o dano que aquela arma poderia implicar. Dourada, estava cansado de tanto ouro, embora isso fosse estranho. Guardei o soco inglês no meu bolso deixando a besta de mão armada na esquerda. Ela poderia ser útil para ataques sutis. Guardei o estojo de dardos em meu outro bolso.

O sol brilhava no céu azul fazendo o vento soprar mais quente, mas gostoso. No alto da colina eu pude ver os outros semideuses me esperando. Junto a eles, estava Argos – um humanóide que nunca vou entender. Olhei para o meu chalé uma última vez e tive a impressão de que não voltaria a vê-lo tão cedo.

Dei passos vagarosos até chegar ao alto da colina e segurei a mão de Alicia. Eu não estava animado, nem um pouco. Cumprimentei Travis com um aceno e um sorriso forçado, eu gostava dele. Não havia mais nada a se fazer, além de esperar.


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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qua 13 Fev 2013, 15:47

♦ Wake up! ♦


Os semideuses foram literalmente jogados em meio ao caos. Alguns, perdidos como Alicia. Outros, como Travis e Ciel, buscando ajudar seus companheiros, e por fim, Lilian e Tobias, enviados divinos que ainda não estavam certos sobre o próprio papel que tinham a cumprir. Eles se prepararam como podiam, fosse com itens, ou com a buscapor cuidados antes de deixar o acampamento, cientes dos perigos que os aguardavam. Apesar da pouca conversa que surgiu entre eles, o fato é que não havia nenhuma pista na qual pudessem se agarrar, apesar das teorias sussurradas entre Lilian e Tobias. E tão perdidos quanto antes, eles entraram na vã, dirigida por Argos em direção à Nova York.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


O clima não era dos melhores. Argos não era de muitas palavras, apenas dirigindo, seus olhos divindo a atenção entre os passageiros e a estrada - isso, os que não se fechavam de tempos em tempos, tomados pelo torpor presente além da barreira. Mesmo os semideuses já podiam sentir isso, uma espécie de letargia, como se uma névoa invadisse seus pensamentos, impedindo-os de raciocinar direito - exceto talvez por Alicia, mais agitada do que o normal devido ao pacote que carregava escondido, ainda que também não puxasse conversa. O trajeto, que normalmente seria de pouco mais de uma hora, já havia passado a muito disso, e não estava nem mesmo na metade. Com os problemas enfrentados no mundo mortal, a vigilância e o cuidado no trânsito eram redobrados.

Argos tentou sair da via principal - mas não foi o único. Alguns outros carros se arriscavam também. Um deles, uma caminhonete de cabine dupla, dois grandes cães na carroceria. Os olhos de Argos pareceram se abrir em alerta, mas antes que tentasse desviar, a vã recebeu uma fechada, derrapando e parando na estrada, bloquendo todo o caminho.

- Saiam logo, corram... Eles vão atacar!

Argos falou agitado, descendo da vã e deixando as trancas abertas para que os semideuses fizessem o mesmo. Boa parte dos seus olhos tentava indicar uma rua lateral para eles, enquanto ele mesmo se aproximava da caminhote, se afastando dos garotos. Os ocupantes da caminhote, por sua vez, desceram, se aproximando lentamente. Um deles parou ao lado dos cães, mexendo em suas correntes.

- Ora, ora... Depois de tudo, ainda teremos mais diversão?

Argos não respondeu, mas aos olhos dos semideuses ele parecia maior e mais ameaçador - mas os inimigos também. E só então a névoa deixou de fazer efeito e eles perceberam o que os espreitava: Uma guangue de lestrigões, cinco deles, com seus dois cães infernais. Antes que tivessem muito tempo pra pensar, a bola de fogo voou sobre a vã, explodindo o veículo. Agora, estavam a pé, na metade do caminho necessário... Se deixassem Argos, ele teria chance? E eles... Teriam?

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Status

Alicia
110 HP/ 110 MP
Sono: 10%

Ciel
70 HP/ 105 MP - Uma noite de sono
Sono: 10%

Lilian
138 HP/ 148 MP - Uma noite de sono + atendimento. Como o atendimento não foi narrado detalhadamente, não houve recuperação total
Sono: 10%

Tobias
163 HP/ 163 MP
Sono: 10%

Travis
105 HP/ 95 MP - considerando uma noite de sono
Sono: 10%

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Código:
♦ Podem narrar o trajeto, se quiserem desenvolver algum diálogo ou plano em on. Argos não irá interferir em nenhum momento. Designem sua posição na vã, considerando que há duas fileiras de bancos na parte de trás. Argos vai sozinho na frente.
♦ Se demorarem a sair, podem acabar atingidos pela explosão - definirei isso de acordo como narrarem.
♦ Se resolverem ajudar, Argos irá segurar os cães. Sobram os lestrigões pra vocês. Inicialmente, eles tentarão acertá-los com bolas de fogo, considerando a distância.
♦ Narrem ação por ação. Ou seja, nada de já ir narrando ataques seguidos. Aqui, vocês vão fugir - ou não. Caso não, narrem ativação de armas, movimentação e só então o ataque - Lembrando que se forem se aproximar, eles atacarão antes, tentando acertá-los com as bolas de fogo novamente.
♦ Coloquem armas, poderes e perícias levados/ utilizados em spoiler
♦ Não narrem qualquer tipo de ação/ movimentação do monstro além do indicado no post e nos codes.

Dados da missão:
♦ Horário: 17h10
♦ Dia nublado, temperatura amena
♦ Prazo: 2 dias. Todos tem até o final do dia 14 para postar. Caso não o façam e não haja comunicado de atraso, o personagem receberá penalidades. Se o atraso se repetir, o personagem poderá ser retirado da missão, com consequências mais graves. Darei continuidade impreterivelmente no dia 15.

Boa sorte a todos

IMPORTANTE: Todos ganharão um "marcador de sono". Inicialmente, todos estarão no 0%. Irei aumentá-lo a cada postagem ou em ocasiões específicas. Isso indicará o sono natural de você, que influenciará em suas ações. O crescimento será devido às condições da trama, e se chegar a 100%, o personagem cairá na doença do noso, ficando inativo - haverá meios para diminuir isso, mas vocês só irão encontrar/ descobrir com o andamento das postagens, e dependendo de suas ações. Outras intervenções podem ocorrer, dependendo das interações dos players, que podem ou não afetar este e outros status. Sono induzido em geral será temporário, mas pode ter sua duração aumentada.


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
[/quote]

____

A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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Ciel Evans
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qui 14 Fev 2013, 16:28







Não, nós não estávamos lá para salvá-lo.



O banco do carro não era confortável. Não era como o banco dos outros carros onde você senta e não se importa se está confortável ou não, era um banco do tipo que você senta e quer sair logo dele. Argos estava dirigindo e seus vários olhos faziam me sentir desconfortável, porque eu não gostava de ser observado.

Eu estava sentado entre Alicia e Travis, Alicia a minha esquerda e Travis a minha direita. Entrelacei meus dedos aos dela, apesar de que a besta de mão deixasse isso um tanto desconfortável. Eu sorri para ela e ela sorriu para mim e isso me deixou feliz.

Tobias olhava pela janela, pensativo. Lembrei-me de quando ele chegou ao acampamento meio sangue e eu o cumprimentei – provavelmente foi a única vez que nos falamos, mas ele parecia ser legal.

Havia um rádio no carro que tocava bem baixinho. Estava tocando “under the water” da Taylor Momsen, eu gostava dela porque ela é muito linda e canta bem.

- Eu gosto dessa música – falei e ri.

Pensei em minha irmã doente e pensei em nós cinco. Nós sabíamos que não seria nada fácil, mas eu não me preocupava muito com isso. Eu sou otimista, o que atrapalha algumas vezes.

Não estava prestando muita atenção ao trânsito, mas algo aconteceu. Não sei explicar ao certo o que ocorreu, apenas ouvi o barulho de pneu raspando o asfalto – o que foi terrível para minha audição sensível – e vi uma vã bloqueando a passagem. Argos freou bruscamente e a inércia me empurrou para frente e eu suei frio. Argos parecia agitado, largou o volante, abriu a porta e desceu do carro dizendo para que nós corrêssemos. Droga! Na melhor parte da música...

Tive de esperar um dos dois semideuses sair para que eu também pudesse sair. Havia um pequeno degrau para sair do carro e quase tropiquei nele. Enxerguei cinco lestrigões quando me dei conta do perigo da situação. O humanóide, que até há pouco tempo estava dirigindo, fitou os lestrigões com os seus vários olhos, o que me fez arrepiar.

- Saiam, tem uma bola pegando fogo, seus animais!

Tobias parecia realmente preocupado coma segurança de todos. Eu assenti à sua ordem e corri logo atrás dele. Senti remorso por deixar Argos lutando sozinho, precisava ter sangue frio nessas horas, infelizmente.

Enquanto corríamos, o ceifador disse para que eu ficasse para trás se caso um dos monstros viessem nos atacar. Concordei e diminui o meu ritmo de corrida.


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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qui 14 Fev 2013, 17:15




For you, how much is a life worth?


Yes, I'm sadistic



Não me faça nenhum favor
Não espere nada de mim
Não me fale seja o que for
Sinto muito que seja assim

Eu não gosto de Ninguém - Matanza

Meu olhar vasculhava o horizonte em busca de alguma coisa interessante.

Minha mente trabalhava com as milhares de possibilidades sobre aquela coisa toda que estava acontecendo. O clima dentro da vã não era dos melhores, as pessoas não trocavam olhares, muito menos palavras. Nem os aparentemente próximos Ciel e Alicia pareciam se animar. Devo admitir que não sentia-me muito bem para conversas também, então, joguei o gorro do manto sobre a cabeça, enchendo-a de sombras, deixando a vista apenas a boca e as pontas de meus cabelos negros.

Estávamos distribuídos em 1 -2 – 3 na vã. Argos ia sozinho na frente, no banco logo atrás estavam eu e Lilian e no de trás, Ciel, Alicia e Travis. A porta da vã ficava à minha esquerda juntamente com a janela a qual eu observava. Separando a porta dos bancos, havia um pequeno corredor para livre acesso entre os dois bancos.

O trânsito estava realmente interminável, o que era algo que chegava a ser comum em Nova Iorque, mas não nessa época do ano. Os mortais pareciam tomar medidas extras de segurança com os fatos atuais, mas eu duvido muito que isso sirva para alguma coisa.

Argos decidiu tomar um caminho diferente do comum, o que poderia ter sido uma ideia genial, se aquele também não estivesse lento como uma tartaruga indo devagar. Uma caminhonete com cães parecia ter tomado a mesma decisão que nós, mas algo me deixou realmente preocupado sobre aquilo.

Uma risada feminina ecoava na minha mente. Uma voz madura, ameaçadora, aguda e assustadora... Aquele tom era inconfundível, Melinoe. Ela ria de alguma coisa, ela sabia de alguma coisa... Mas ela não queria me contar.

Ela provavelmente estava se divertindo com isso.

Subitamente, Argos virou a vã parando-a no meio da estrada, impedindo o trânsito. Ele começou a gritar coisas que não tive tempo de ouvir enquanto descia do carro para abrir a porta. Olhei instintivamente para a janela da direita enquanto eu via um pequeno ponto se movendo no céu. Ele crescia lentamente e parecia estar em combustão. Minha experiencia tanto como ceifador, quanto como semideus me diziam que aquilo não era boa coisa.

Lembro-me de ter gritado algo semelhante à “Corram seus animais!” ou algo parecido, antes da vã se iluminar com a luz externa enquanto Argos abria a porta. Instintivamente agarrei a manga da blusa de Lilian e a puxei, para que levantasse o mais rápido possível, enquanto eu fazia sinais para o banco de trás fazer o mesmo.

Quando a porta foi aberta, eu agarrei minha mochila com suprimento e atravessei o pequeno corredor com um misero passo e sai saltando da vã, para dar espaço aos demais saírem com facilidade. Logo, a vã estaria destruída por aquela coisa que veio voando dos céus.

Depois de ter certeza que todos estavam bem, pude ver os lestrigões e os cães infernais. Cinco e dois, respectivamente. Aquilo era insano, não teria como nós cinco enfrentarmos todos eles. Argos apontava para uma estrada lateral que provavelmente levava para Nova Iorque também, ou de volta para a via principal.

Os lestrigões não perdiam tempo e atiravam mais e mais bolas pegando fogo em nossa direção. Parcial e precariamente estávamos escondidos atrás dos destroços da vã, mas isso não atrapalharia a mira deles por muito tempo.

Eu pensei em dizer para meus companheiros ativarem suas armas, mas eles já faziam isso.

“Não são um bando de imprestáveis afinal” pensei sarcástico

Invoquei minha foice, que parecia ser a arma ideal para este momento. Joguei a mochila nas costas e olhei novamente para a situação. Eles disseram algo como “Depois de tudo ainda teremos mais diversão?” e logo fiz uma ligação assombrosa. Os imprestáveis filhos de Hipnos estavam desaparecidos não estavam? Será que aqueles monstros tinham algo a ver com eles? Tortura talvez? Será que estavam sendo obrigados a causar aquilo ao mundo? Bem, não era hora para isso.

- Não podemos contra eles – disse, me dirigindo a todos – Argos é imortal, mesmo que perca essa luta ele voltara algum dia desses. Vamos logo.

Indiquei a estrada que Argos indicava e disse para Ciel:

- Fique por último e vigie a retaguarda com sua habilidade à distância. Qualquer coisa, atire.

Eu ia na frente com a foice em punhos, caso isso fosse uma emboscada. Era insano lutar contra eles ali, primeiro porque era um ambiente aberto cheio de mortais idiotas para atrapalhar, teríamos de leva-los para algum lugar onde não possam atirar suas bolas, onde sejam obrigados a lutar uma “mano a mano”. Neste caso teríamos uma chance maior de vitória.

Daquela distância, eles ainda tentariam nos acertar, mas a cada passo isso seria mais difícil. Argos cuidaria do problema maior em uma fuga que são os cães infernais, e eu estava agarrado à esperança de que as bolas logo acabariam, ou que o suprimento estava no carro, o que faria com que eles não pudessem mais atirar após certa distância.

Minha mente estava um caos completo, mas eu me perguntava porque eu me preocupara tanto em sair dali com os demais.

“Por que, me diga, qual seria a graça de deixá-los morrendo? Matá-los é muito mais divertido” riu Birthday

Um sorriso sádico e macabro se formou em minha mente, enquanto eu corria pelo caminho




End Post


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Travis Cooper Smith
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qui 14 Fev 2013, 19:38



Wake Up! ♛
Wake wake, guys


A viagem fora um tanto calma e quieta. Argos dirigia calmamente pela estrada em direção a Nova York, evitando envolver-se em algum acidente com mortais, causados pela tal doença do sono. Vários carros poderiam ser vistos pelo caminho, assim como o rosto de seus condutores, mostrando cansaço e sono. Muitos deles, por distração, paravam ou batiam seus carros na pista, fazendo congestionamentos. A viagem, que aparentemente levaria alguns minutos, estava levando horas. Travis mantinha-se bem acordado, mesmo o tédio imperando no veículo.



A van não era das melhores, mas estava confortável. O veículo era um pouco velho, fazendo o filho de Zeus deduzir que já levara vários campistas para missões diversas. Ele não sabia se era seguro, mas precisava confiar em Quíron e em si mesmo. Precisava focar-se em ajudar
seus amigos. Em encontrá-los. Precisava encontrar uma cura para essa doença, salvando o resto dos campistas e os mortais que sofriam com esse problema.



Argos não falava absolutamente nada. Só dirigia e olhava os cinco campistas alternadamente com seus vários olhos pelo espelho. Travis não gostava de ficar olhando, pois traria certa vergonha para ele. No primeiro banco, atrás do que Argos estava sentado, encontravam-se Lilian e Tobias. Os dois pareciam conversar e se entender com olhares, e não estavam muito dispostos a conversarem. No segundo banco estavam Alicia, Ciel e Travis. A filha de Afrodite encontrava-se na janela esquerda, Ciel no meio e o filho de Zeus na janela direita. Travis pensava se estava atrapalhando, pois sabia que os dois tinham algo. Mas ali era melhor do que ficar ao lado de dois estranhos que nem ao menos sabiam seu nome.




O semideus estava encostado na janela, olhando os carros e as pessoas que o dirigiam. Elas pareciam zumbis, cujos ele via nos seriados na televisão, quando estava em Londres. De repente, lembrou-se de sua mãe novamente. Pensava no que ela estava fazendo no momento. Com certeza estaria em seu restaurante, fazendo um de suas receitas prediletas. Um 'Canul d'la prala', que nos EUA era chamado de macarrão ao molho branco. Ele gostava de como sua mãe fazia, não como davam na escola que ele frequentava, para menores com certos problemas. Não havia seu déficit de atenção como um problema grande, mas era tratado assim naquele lugar. O lugar que conheceu Jonh e Valerie.




O primeiro dia em que eles se conheceram não fora nada agradável. Estavam brigando por qual personagem de uma dessas séries de terror, ou melhor, de zumbi era o mais forte. Para Jonh, era Rick. Já Valerie era Andrea. Travis preferia Daryl, e os três estavam discutindo por isso todos os minutos da primeira aula do dia, de literatura. O professor, que já não conseguia mais resolver a situação, resolvera mandá-los para a direção, onde tomaram uma advertência, e seus responsáveis foram chamados. No intervalo, resolveram ficar juntos, e conversaram mais sobre a tal série. A partir daí, começar a se entender, e ver que gostavam das mesmas coisas. Finalmente tinham alguém para passar o tempo, para conversar. A amizade, a partir daquele momento, foi crescendo mais e mais. Intensificou-se quando descobriram ser semideuses. Passavam o dia treinando e se divertindo na floresta, mesmo sem acreditar direito nessa história de semideuses.




No dia antes deles serem chamados para essa missão, em busca de alguma coisa que ele não lembrava, tiveram uma seria discussão. Travis tentava impedi-los de irem, mas eles não o escutavam. Alguma coisa dizia para ele que algo iria dar errado, que eles ficariam sem se ver por um tempo. Não se despediram. O filho de Zeus ficou vendo eles partirem, de longe. Quando soube que eles tinham desaparecido, chorou até não conseguir. Sentiu que algo faltava em si, algo que estava longe demais para conseguir achar. Tudo estava dando errado. Tudo. Então, a oportunidade de achá-los fora dada. Ele fora para essa missão em busca, primeiramente, de seus amigos. Poderia deixar os outros a qualquer momento, quando descobrir algo. Conseguia se virar sozinho. Estaria bem.




Uma lágrima rolou em seu rosto, fazendo ele limpá-la rapidamente, sem que os outros pudessem ver. Conseguiu se recompor, e levantou sua cabeça, fazendo uma expressão seria. Estava meio desligado do momento na van, e sentiu que Argos havia saído da via principal, mas não era o único. Ouviu a van bater em algo, e parar rapidamente. Algo havia acontecido lá fora, e Travis voltou ao normal, olhando para um lado e para o outro. Então, ouvira Argos meio que gritar algo. Estavam em perigo.



- Saiam logo, corram... Eles vão atacar! - Argos desceu rapidamente da van, deixando as trancas abertas para que eles pudessem sair. Travis rapidamente abriu sua porta, saíndo e liberando passagem para Ciel. Viu Argos indicar uma rua lateral, para que eles pudessem fugir. Logo todos estavam fora da van, prontos para uma possível batalha. Os atacantes logo se revelaram. Cinco lestrigões e dois cães infernais. Estavam totalmente em perigo, e Argos se aproximava lentamente. Ele poderia dar-lhes alguma ajuda, se eles resolvessem lutar, ou poderiam simplesmente fugir para algum lugar seguro.



Então, olhou para seus companheiros, e, rapidamente, um a um, todos saíram correndo, e Travis fez o mesmo. Tobias liderava o grupo, e Ciel era o último fazendo um tipo de defesa. Correram o mais rápido que puderam, tentando não deixar rastro. O cansaço imperava no corpo de Travis, mas ele pensava em Argos. Ele estaria bem? Estava vivo? Pelo menos, eles estavam... naquele momento.
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Lilian Froze
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qui 14 Fev 2013, 19:45




beautiful nightmare

plot: wake up!




Os olhos cor-de-rosa estavam pesados, o balanço leve da vã também não ajudava a semideusa em controlar seu sono. Parecia que tudo o que estava acontecendo implorasse para que ela voltasse para suas trevas. Sua mente até produzia uma canção de ninar com a voz de Nêmesis.

Mas, felizmente, Lily tinha um defeito que estava deixando-a irritada: era impaciente. A demora de Argos em chegar em NY era tamanha que ela estava quase assumindo o volante, mesmo sem experiência. A raiva era o elixir que mantinha-a sã.

Quando o humanóide fez o cruzamento perigoso para sair da via principal, a rosada percebeu que Tobias – localizado ao seu lado, próximo da porta – parecia receoso com uma caminhonete que tomou o mesmo caminho. E, pelo o que se sucedeu, ele estava certo.

A vã derrapou, acordando de vez a rosada. Ao ouvir o que Argos disse, ela tomou uma posição de saída. Tobias foi mais rápido, pegou a manga dela e levou-a consigo para fora do veículo, dando uma visão desejável para Lilian: sete bolsas de sangue prontinhas para serem furadas e mortas. Isso fez com que mordesse seu lábio inferior, já com o mangual ativado e com as asas abertas quando...

O filho de Melinoe disse que eles não tinham chance.

Todos saíram correndo para longe, fazendo Lilian bufar. "Nem ele quis a diversão."

Alçou um voo rápido e baixo, chegando perto deles em segundos, até mesmo com a mochila com seus suprimentos nas costas. O mangual parecia pulsar em sua mão, ele, assim como ela, não gostaram de ter perdido um banho de sangue como esse... Ambos ficaram sem seu líquido carmesim.

A garganta de Lilian ficou seca, ela precisava de sangue.

E poderia ser de qualquer um.

Armas e Itens Levados:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais:
 


TAGGED: Argos, Alicia, Ciel, Dogs of Hell (?), Laestrygonians, Nêmesis, Tobias & Travis WEARING: jeans, t-shirt of blood, black All Star, black bag and black robe. NOTES: nobody read this, lalala ~

• by Mari from OPS!&TdN

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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qui 14 Fev 2013, 21:25


Wake Up | Trama

# Level 3;
# Post 002;
# Alicia | Filha de Afrodite;
# Fora das Propriedades do Acampamento;
# Com Ciel, Lilian, Aramis e Travis q

Mesmo com a situação estranha, Alicia estava feliz. Ao seu lado, estava Ciel, e suas mãos juntas a ajudavam a refrear o impulso de pegar a garrafa de vodka de sua mochila e beber até não pode mais, mesmo que pudesse ser pega. Quando um sorriso lhe foi dirigido, deu outro para o filho de Apolo.
Inconscientemente, seu par de olhos encontrou com os múltiplos olhos de Argos, que nesse momento, estava bancando o motorista dos cinco meio-sangues. Ao encarar os olhos de Argos, a menina não reparou que os outros já haviam começado a sentir os pequenos efeitos, devidos à ausência da barreira mágica. Mesmo que não estivesse encarando a espécie de segurança, dificilmente iria ficar como os outros.
Por mais que tentasse desviar seu foco de atenção, o mesmo estava direcionado para a mochila em seu colo, e para a garrafa de vidro que dentro dela estava. O silêncio a incomodava. Há algum tempo atrás, ela estaria tagarelando sobre alguma nova roupa em seu armário, mas não hoje em dia. Estava perdida demais em seus pensamentos.
Cansada de encarar Argos, a filha de Afrodite direcionou seu olhar para a janela, a fim de tentar distrair-se. Ela viu a caminhonete. Ela viu os cães. E entrou em pânico. Antes que alguma lembrança falsa lhe surgisse na cabeça, o grito do motorista a acordou. Saiam logo, corram... Eles vão atacar! Rapidamente, ela pegou a sua mochila e correu em direção à porta. Ciel havia saído antes, então ela sabia que tudo estava bem.
Ah, como a pequena estava errada. Seus olhos arregalaram-se ao ver o que se aproximava, com os cães. Sua mente entrou em pânico. O que deveria fazer? Não prestou atenção no que o monstro disse. Estava ocupada demais lutando contra a sua própria mente, que insistia em plantar outra memória falsa, outra coisa da qual ela poderia ser torturada.
Olhou em volta, e reparou que todos começaram a correr. Isto parecia ser a coisa mais prudente a se fazer, o que fez com que Alicia fizesse o mesmo. Reparou que o filho de Apolo havia diminuído a velocidade de sua corrida, a fim de guardar a retaguarda do grupo, e o filho de Melinoe, Aramis Tobias ia na frente, com a foice em mãos.
Olhou para trás, onde Ciel estava e pegou seu bracelete do pulso, fazendo com que o mesmo transforma-se em seu querido chicote. Fez com que o mesmo crescesse até atingir o comprimento de 1 metro e 50 centímetros, e o enrolou no pulso, de forma que poderia utilizá-lo sem problemas caso algo acontecesse. Em sua mente, o conflito permanecia, e a garrafa clamava por sua atenção.

Informações Adicionais:
 



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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Sab 16 Fev 2013, 11:15

♦ Wake up! ♦


Os semideuses conseguiram até sair rapido - mas não o suficiente para ficarem ilesos. Tobias e Travis foram os primeiros, o que lhes deu a vantagem, conseguindo fugir sem maiores danos. Lilian tinha sua capacidade de vôo, o que a impediu de ficar na linha direta. Mas Ciel e Alícia não tiveram tanta sorte - ele, ficando propositalmente para trás. Ela, saindo por último e hesitando na fuga. Quando a bola de fogo veio, os dois sofreram os danos - não tanto, estavam longe o bastante para não serem pegos diretamente, mas o impacto lançou-os a alguns metros de distância, enquanto a gargalhada dos lestrigões era ouvida. E eles também não se importavam com os humanos. Barulhos de carros - alguns tentando sair dali, engatando a ré ou buzinando, derrapando entre o pouco espaço disponível - e o grito de pessoas ecoavam no ar - algumas, correndo entre eles, desesperadas por qualquer rota de fuga, a névoa encobrindo a forma real do monstro, mas não seus estragos.

O filho de Apolo e a filha de Afrodite estavam ficando cada vez mais esquecidos em meio ao tumulto, enquanto Alicia tinha que lidar com mais um problema: a garrafa de bebida quebrou-se, e o fogo acabou pegando em sua mochila, alimentado pelo álcool. As armas e a maioria das coisas não seriam afetadas, mas o mesmo não se deu com alguns dos itens: os dólares mortais foram completamente perdidos, bem como a guirlanda de visco. O gorro foi parcialmente chamuscado, mas estava utilizável, e o mesmo ocorreu com o panetone, a embalagem plástica derretida e grudando na massa, mas ainda era possível ser retirada e reaproveitar uma parte. Contudo, agora ela teria que carregar todos seus itens na mão.

Tobias e Lilian tomavam a dianteira - e em seu breve voo ela pode ver a bagunça dos lestrições, que realmente caregavam a "munição" na carroceria, onde também deixavam os cães. Que, de alguma forma, ainda eram detidos por Argos. Pena não ter tempo de observar a batalha, mas ele parecia ser um guerreiro e tanto. E o tumulto também inviabilizou outra coisa: eles não viam mais a movimentação dos inimigos. Isso sim era um problema.

Travis estava logo atrás dos dois, por isso, com a agitação, também não podia ver o que resultou de Alicia e Ciel.

Não havia muito o que fazer, a não ser se embrenhar pelas ruas.

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Status

Alicia
95 HP/ 110 MP - Dano da explosão + queimaduras da mochila. Perdeu o visco, a garrafa, mochila e dinhero comum e seu chocotone só repões 40 hp agora, pelo que foi queimado.
Sono: 15%

Ciel
60 HP/ 105 MP - Dano da explosão
Sono: 15%

Lilian
138 HP/ 148 MP
Sono: 15%

Tobias
163 HP/ 163 MP
Sono: 15%

Travis
105 HP/ 95 MP
Sono: 15%

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Código:
♦ Podem narrar o trajeto tomado - e se voltam ou não em busca dos dois que se atrasaram
♦ Dos lestrigões, se conseguirem ver, há apenas quatro perto do carro - dois deles atiçando os humanos e dois indo na direção de vocês, com bolas fumegantes ainda em mãos. Todos estão com 100 HP/ 80 MP
♦ Independente do que fizerem, os humanos atrapalham, por causa da movimentação.
♦ Narrem ação por ação. Ou seja, nada de já ir narrando ataques seguidos. Aqui, vocês podem continuar fugindo ou voltar para ajudar Alicia e Ciel - eles serão novamente alvo dos dois lestrigões mais próximos.
♦ Coloquem armas, poderes e perícias levados/ utilizados em spoiler
♦ Não narrem qualquer tipo de ação/ movimentação do monstro além do indicado no post e nos codes.

Dados da missão:
♦ Horário: 17h25
♦ Dia nublado, temperatura amena
♦ Prazo: 2 dias. Todos tem até o final do dia 18 para postar. Caso não o façam e não haja comunicado de atraso, o personagem receberá penalidades. Se o atraso se repetir, o personagem poderá ser retirado da missão, com consequências mais graves. Darei continuidade impreterivelmente no dia 19.

Boa sorte a todos

IMPORTANTE: Todos ganharão um "marcador de sono". Inicialmente, todos estarão no 0%. Irei aumentá-lo a cada postagem ou em ocasiões específicas. Isso indicará o sono natural de você, que influenciará em suas ações. O crescimento será devido às condições da trama, e se chegar a 100%, o personagem cairá na doença do noso, ficando inativo - haverá meios para diminuir isso, mas vocês só irão encontrar/ descobrir com o andamento das postagens, e dependendo de suas ações. Outras intervenções podem ocorrer, dependendo das interações dos players, que podem ou não afetar este e outros status. Sono induzido em geral será temporário, mas pode ter sua duração aumentada.


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[/quote]

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“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
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Travis Cooper Smith
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 18 Fev 2013, 12:44



Wake Up! ♛
Wake wake, guys


Travis corria rapidamente, acompanhando Tobias. Eles fugiam dos tais lestrigões, que iriam atacá-los na van. Mais acima, precisamente voando, estava Lilian. O semideus não sabia que sua companheira de missão possuía esse poder, mas preferiu não comentar, pois ele também tinha esse dom. Tudo aparentemente estava calmo. Já estavam longe o bastante da pista, e nenhum monstrengo estava seguindo-os. As pernas de Travis doíam e ele estava cansado. Precisava parar para se recompor. Olhou para trás, onde estariam Ciel e Alicia, mas não era isso o que via. Estavam sozinhos. Os dois haviam ficado na batalha, e não conseguiram sair na hora certa. Foram atingidos pela bola de fogo.




A primeira coisa que Travis fez foi correr. Correr como nunca havia corrido antes, em direção a pista. De longe, os barulhos caóticos do congestionamento provocado pela van de Argos poderia ser ouvido. Os mortais, enfurecidos, causavam mais confusões e acidentes no local. Com certeza estavam atrapalhando a batalha, e talvez isso poderia indicar que seus amigos ainda estavam vivos. O filho de Zeus precisava salvá-los. Foram as únicas pessoas que se mostraram simpáticas, até aquele momento, na missão. Não poderia deixá-los morrer. Não daquele jeito. Precisava tentar, mesmo que não resultasse em nada. Bufando, acionou seu relógio que virava uma espada elétrica e seu escudo, ajeitando sua armadura. Entraria na batalha de qualquer jeito. Jonh e Valerie poderiam esperar mais um pouco, se conseguissem.




O semideus rapidamente chegou ao local, não conseguindo caminhar direito pelas ações dos mortais, que posicionavam seus carros em lugares não permitidos. Haviam também aqueles que tentavam procurar uma satisfação para os lestrigões e Argos, não vendo sua forma verdadeira, pelo efeito da Névoa. Dois lestrigões tentavam conter os mortais e atordoá-los, enquanto Argos lutava muito bravamente contra os cães infernais. Travis não conseguia enxergar a cena direito, mas tinha certeza que dois monstros também iam na direção em que Ciel e Alicia estavam, prontos para atacar novamente. Os dois semideuses estavam caídos no chão, possivelmente tentando se levantar. O filho de Zeus pode ver o resto da bolsa e das coisas que Alicia havia levado para a missão esparramadas e quebradas no chão. Ela estava sem nada naquele momento.




Abaixou-se, caminhando agachado por entre os carros. Precisava chegar até o lestrigão mais próximo, e atacá-lo. Os mortais impediam mais ainda sua passagem, o que dificultava mais ainda seu plano. Pensava se Lilian e Tobias teriam feito o mesmo. Teriam voltado para ajudar os dois semideuses, ou simplesmente teriam continuado com a fuga. Os dois seriam de grande ajuda naquele momento, se estivessem pelo menos ali. Eles eram meio fechados, mas isso não significava que os dois não tinham certa pena e compaixão pelas pessoas. Eram os mais fortes do grupo.




Travis continuou com seu plano suicida, abaixado, indo pelos carros até o monstrengo. Ele não o via, nem olhava em sua direção, dando certa tranquilidade ao filho de Zeus. Tentou não cair pelos movimentos dos mortais, mas era quase inevitável. Rastejou no chão algumas vezes, para ter certeza de que estava em uma área boa para atacar. Então, quando aproximou-se mais do lestrigão, o semideus levantou-se, sem que o monstro percebe-se. Seus olhos mudaram para um azul mais claro, identificando suas emoções no momento. Então, acionou a energia da espada, mirando-a contra o lestrigão mais próximo, liberando um raio, que possivelmente o atingiu. O filho de Zeus abaixou-se novamente, olhando de relance para o outro lestrigão, protegendo-se com o escudo. Ele levantou-se, deixando seu escudo contra o monstro, correndo em direção a Ciel e Alicia, protegendo-os por alguns minutos. Eles precisavam fugir, e logo.




O filho de Zeus protegia-se com seu escudo, sua espada e sua armadura dos possíveis ataques dos monstros, dando um certo tempo para seus dois amigos se recuperarem. Olhou de relance para Argos, que ainda lutava contra os cães infernais, dando mais tempo ainda para eles. Então, seus olhos mudaram novamente para um verde mais forte, e ele concentrou-se, carregando seu corpo. Emitiu, então, um brilho que possivelmente atingiu os lestrigões e inimigos que estavam o olhando diretamente. Assim, ajudou seus amigos a se recomporem, indicando uma rua para onde eles poderiam correr e fugir. Os monstros certamente estavam cegos naquele momento, e não teriam chance alguma contra eles. Olhou para Alicia e Ciel, e a única coisa que disse foi:



- De nada. - Pigarreou. - Agora corram! - Disse, indo com eles. Não sabia onde Lilian e Tobias estavam. Se estavam vivos ou não. Mas pelo menos havia salvado quem estava em perigo.




Armas levadas:
 

Itens levados:
 

Poderes utilizados:
 

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Ciel Evans
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 18 Fev 2013, 19:03







There's a time and place to die, but this ain't it



Eu queria que chovesse. Eu realmente queria que chovesse. Não porque eu gostasse da chuva ou porque o ar estava muito seco, e sim porque havia fogo. Muito fogo. E eu não queria me queimar. Os humanos gritavam e corriam desesperadamente, alguns deles caíam e eram deixados para trás e pisoteados pelos outros. Eu não sei o que eles viam, talvez não tivessem ideia do que estava acontecendo, mas estavam assustados, ou melhor, apavorados.

O impacto da bola de fogo fez com que eu e Alicia vacilássemos para trás. Eu ralei as costas e o meu cotovelo esquerdo quando caí e isso ardeu pra caramba. O calor proveniente do fogo fez minhas bochechas arderem e meus olhos secarem – a mesma sensação quando você fica muito tempo perto de uma estufa no inverno. Alicia, por sua vez, enfrentava sua mochila que brilhava em chamas por causa de uma garrafa bebida alcoólica que quebrou.

- Vodka? Sério? – perguntei arqueando as sobrancelhas.

Olhei para os lados a procura dos outros campistas, mas, sem sucesso, me pus a proteger a filha de Afrodite. Mesmo sem saber o que fazer, puxei o meu colar com um pingente em forma de sol, o qual se partiu em dois formando um longo arco de carvalho que emitia uma aura morna, embora ela não pudesse ser sentida, pois o fogo que nos rodeava emitia muito mais calor. A outra parte do colar se transformou em uma aljava que se prendeu em minhas costas. Ela guardava cerca de trezentas flechas com pontas de ouro, e eu nunca havia as utilizado antes.

As pessoas não paravam de gritar, o que me incomodava, porque eu conseguia escutar tudo por causa da minha audição aprimorada. No meio de todos esses gritos, pude jurar que ouvi a voz de Tobias, e isso me reconfortou porque eu sabia que ele estava bem. O resto dos sons se resumiu em carros batendo, choros e gritos. Uma e outra vez as pessoas me atropelavam, mas eu mantinha os pés firmes para não cair.

Meus olhos castanhos coçaram, porém eu evitei levar as mãos até eles, visto que já havia sentido isso quando enfrentava um copiador em NY há semanas atrás. Senti minha pupila se contraindo e o alcance da minha visão aumentou, como se eu tivesse dado um ”zoom” em meus olhos.

Havia um lestrigão um pouco mais a frente. Quatro, na verdade. Dois deles atormentavam os humanos e os outros dois pareciam nos observar. Eles tinham o cabelo no “estilo Bob Marley”, o que era engraçado, tinham um nariz-de-batata que ocupava o maior espaço nos seus rostos, orelhas de abano, olhos miúdos e redondos, dentes amarelados e pontiagudos. Eu não queria ser devorado por eles.

Perto deles, tinha um garoto que tentava passar despercebido pelos lestrigões. Ele andava no sentido contrário das pessoas que corriam. O que ele estava pensando em se arriscar assim? Eu precisava ajudar.

Minha visão voltou ao normal quando Alicia puxou minha camiseta e disse que os lestrigões estavam prestes a nos atacar. E foi quando eu entendi o que o garoto estava fazendo, ele estava tentando nos salvar.

- Cuida pra ninguém bater em mim, certo?! – falei a Alicia.

O vento soprou e bagunçou mais ainda os meus cabelos. Eu ergui o arco e fiz um movimento com a mão livre – como se eu estivesse arrumando uma flecha ao meu arco – e uma seta de energia formou-se juntamente com uma corda.

Os dois humanóides seguravam flamejantes bolas de fogo em suas mãos peludas. Concentrei-me no que estava mais distante de Travis, acho que era esse o nome dele. A flecha começou a brilhar mais intensamente e os sons, o fogo, as pessoas, os carros, tudo desapareceu, exceto o meu alvo: o pulso do lestrigão. Sim, o pulso! Se eu conseguisse quebrá-lo, ele teria mais dificuldades em dominar suas bolas de fogo.

A flecha deslizou por entre os meus dedos e cortou o ar. Por onde passava, deixava um rastro de luz que se dissipava depois de alguns segundos. Se eu tivesse sorte, o impacto implicado pela flecha impediria que o humanóide lançasse aquela esfera flamejante em alguém.

Torci para que Travis conseguisse fazer o que tivesse em mente, por mais louca que a ideia fosse.

Armas:
 

Poderes:
 

Perícias:
 




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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 18 Fev 2013, 19:42




For you, how much is a life worth?


Eles podem fazer isso sozinhos... Certo?



To sem ideia do que colocar aqui, desculpa >.<

Meu ritmo cardíaco acelerava, mas aparentemente o movimento diminuía.

Eu, Lilian e Travis havíamos conseguido escapar, mas Ciel e Alicia ficaram para trás. Alicia eu simplesmente não sabia o que estava fazendo lá, mas Ciel aparentemente havia desacelerado demais o passo, ou eu correra demais, isso não importava na verdade.

Eu sabia que nem eu nem Lily estávamos à fim de voltar para ir buscá-los, mas Travis saiu correndo na direção deles assim que notou a falta de ambos. Desacelerei o ritmo até praticamente parar e pedi para Lily descer de seu voo.

- Vamos descansar um pouco... Eles três podem cuidar da situação por enquanto. – Disse, observando o caos provocado pelos lestrigões.

Voltei minha atenção para a garota de cabelos rosas e a analisei. Ainda era visível que ela estava chateada por não ter tido seu banho de sangue contra os lestrigões. Eu sorri para a garota e disse com calma:

- Veja uma coisa bem divertida

Ajeitei meu capuz de modo que fosse impossível ver meu rosto e transformei minha jaqueta novamente em manto. Aproximei-me de um homem de meia-idade, sozinho, meio careca. Ele estava irritado e em pânico, era impossível passar, e era impossível voltar.

- Senhor... Eu sou a morte. Chegou a sua hora!

O pânico se instaurou no rosto do homem. Ergui minha foice e em um gesto rápido fiz um corte na diagonal em seu tórax, depois um golpe horizontal em seu pescoço. Agarrei a cabeça caída pelo cabelo e levei até Lily, que parecia se divertir sozinha.

- Pedido de desculpas...? – Disse, mais como uma pergunta do que uma afirmação

Brigas aconteciam em todos os locais ali. Tiros, atropelamentos...

Quem ligaria para um garoto com uma foice?

Quem teria coragem de questionar um ceifador?






End Post


Armas Utilizadas:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais e Descontos:
 





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Lilian Froze
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 18 Fev 2013, 21:12




beautiful nightmare

plot: wake up!




Lilian estava um tanto entediada de só bater as asas. Não, não no sentido de ela querer correr, mas sim que ela queria estar banhando-se dessas várias bolsas de sangue que corriam de um lado para o outro.

Infelizmente, tinha que continuar com aqueles três encostos e Tobias – esse não se encaixa no “infelizmente”, mesmo que não tenha parado para atacar os monstros–, pois teria mais chances de terminar aquela missão, assim tendo sua recompensa. Ela não aguentaria muito tempo sendo obediente, logo soltaria as penas-dardos naqueles humanos bastardos.

Por falar nos encostos, Ciel e Alicia ficaram para trás. Lily e Toby trocaram olhares significativos de “eu não ligo”, mas quando a rosada deu por si, Travis já tinha voltado para salvar os outros.

Baka.

O ceifador parou totalmente, chamando a filha de Nêmesis que pousou e recolheu as asas:

Vamos descansar um pouco... Eles três podem cuidar da situação por enquanto – disse ele, observando o caos que estava em volta.

Lilian bufou disfarçadamente. Sua mão apertava com força o mangual em sinal de desespero e desapontamento, eles cinco tinham chance contra aqueles lestrigões, só que os outros decidiram colocar o rabo entre as pernas e sair correndo. Sua têmpora pulsava de ansiedade, queria matar alguém ali e agora:

Veja uma coisa bem divertida.

A voz de Tobias era calma, o que fez Lily franzir o cenho. Acompanhou toda a preparação do filho de Melinoe, percebendo sua movimentação até um homem de meia-idade:

Senhor... Eu sou a morte. Chegou a sua hora!

Essa fala mais a expressão do homem antes de ser morto fez Lilian rir sadicamente, piorando mais os últimos momentos de vida daquele mortal sem sorte. Sua risada era apavorante, dava um arrepio na espinha e mostrava o quão louco era seu interior.

Ela amava isso.

Toby voltou com a cabeça do homem e entregou-a para a risonha. Esta enfiou a mão esquerda por dentro do pescoço, vasculhando ali por dentro:

Sempre quis sentir como era por dentro... – os olhos rosados estavam sombrios e satisfeitos pela nova descoberta.

Pedido de desculpas...?

Com certeza.

O caos instalado na atmosfera impedia os humanos de notarem a garota aplicando o sangue em si mesma, gemendo baixinho como se não quisesse que ninguém a escutasse.


Armas e Itens Levados:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais:
 


TAGGED: Argos, Alicia, Ciel, Dogs of Hell (?), Laestrygonians, Nêmesis, Tobias & Travis WEARING: jeans, t-shirt of blood, black All Star, black bag and black robe. NOTES: nobody read this, lalala ~

• by Mari from OPS!&TdN

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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Ter 19 Fev 2013, 12:17


Wake Up | Trama

# Level 3;
# Post 003;
# Alicia | Filha de Afrodite;
# Com Ciel, Lilian, Aramis e Travis q;
# Algum lugar fora do Acampamento.

Antes que Alicia pudesse fazer qualquer coisa, houve um clarão, e em seguida, ela estava no chão. E sua mochila, em chamas. Francamente? Ela não estava preocupada com a mochila. Era a garrafa que importava. Ela precisava daquilo para sobreviver. Ao contrário, como viveria? Mesmo sabendo que era em vão, procurava pela garrafa de vidro desesperadamente. Enquanto procurava a mesma, jogava para fora da mochila os outros itens, aqueles que não importavam tanto para ela. Ela fazia isso, mesmo sabendo que não havia mais esperança.
Ignorava a dor que sentia, que vinha das costas e ao ouvir as palavras do filho de Apolo, o fuzilou com o olhar. Ainda estava abalada, mas tinha uma noção do que acontecia. Reparou, pelo conto de seu olho uma forma vindo na direção deles, e mais à frente, silhuetas monstruosas, que destruíam tudo pelo seu caminho.
O medo a envolvia lentamente. Sua respiração ficou acelerada. Ela lutava contra a própria mente. Encarou Ciel, que tinha um olhar distante. Puxou sua camiseta, sem conseguir falar alguma coisa. Apenas fez um gesto para os monstros, que se aproximavam cada vez mais. E então, o garoto de antes atacou.
E os olhos de Alicia arregalaram-se ao ouvir o que Ciel falara.Ne pas le faire. Vous allez vous suicider. S'il vous plaît ne pas, ela murmurou, assustada. Não podia fazer nada para ajudá-lo, e sabia disso. Apenas esperava que ele a ouvisse, e não batalhasse com os gigantes. Onde raios estavam Tobias e Lilian? Eles deveria estar lá, ajudando. O que estava acontecendo? Algo estava errado, ela tinha certeza disso. Mas... O que?
Balançou a cabeça, concentrando-se e tentando afastar os pensamentos. Pegou seu escudo, que até agora repousava em seu braço como um simples relógio. Não ativou o encantamento. Ainda não. Agora, concentrava-se em tentar proteger a si mesma e o filho de Apolo ao seu lado. Estava prestando atenção, mas uma pergunta não saía de sua mente.
Ele a odiava nesse momento?





Informações Adicionais:
 



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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qua 20 Fev 2013, 22:51

♦ Wake up! ♦


Enquanto Travis tentava atravessar os carros, arrastando-se pelo asfalto, o lestrigão realmente não o olhou - não precisava, ele podia sentir o cheiro do semideus. E com isso, o filho de Zeus foi traído pela própria confiança. Acreditando que o raio já tirara - ou ao menos distraira a atenção do monstro, ocupou-se em ajudar seus amigos. Ledo engano. E mal terminara de indicar o caminho a Ciel e Alicia, antes que desse conta, a lataria de um dos carros prensou-o, imobilizando-o em meio à batalha. À volta dos lestrigões, faíscas diversas - ele havia se defendido usando um dos carros como escudo, o mesmo que usou para prender o semideus e proteger-se do clarão. Um escudo não seria páreo para aquilo, e agora dificultava ainda mais os movimentos do semideus.

Já o plano de Ciel funcionou - E só por isso, as coisas não pioraram para Travis, já que teria apenas 1, e não 2 lestrigões lhe dando atenção. O dano da flecha não foi tão grande, mas a surpresa fez o monstro soltar a bola incandescente, que explodiu assim que caiu no solo. Pedaços de metal e fuligem se espalharam, e apesar de ser imune a fogo, o lestrigão estava no chão, desequilibrado pelo impacto.

Alicia não foi de muita utilidade, e sua insistência em revirar a mochila lhe rendeu mais algumas queimaduras e cortes, resultados da garrafa de vidro quebrada. Quando ela finalmente deu por si, postou-se em defese de Ciel, mas não foi necessário - os lestrigões não a atacaram.

Tobias e Lilian se divertiam com os mortais. Só se esqueceram de que a névoa não se estendia aos semideus- não totalmente - e algumas pessoas viram a cena - poucas e já emocionalmente abaladas. Talvez não fizesse diferença, talvez sim, mas era fato que alguém acabaria escapando dali. Não que eles se importassem. E mesmo se fosse o caso, de toda forma eles notaram algo estranho: um dos lestrigões - esquecido durante o combate, e tendo abandonado seus companheiros estava em um beco visível ali. Ele falava com uma mulher morena, cabelos soltos, com a aparência de quem andava no vento, calças de couro, camiseta e jaqueta. O que ela falava ão era audível, mas esse não era o ponto: Lilian sabia de quem se tratava: um pouco diferente do habitual, mas era Nêmesis, com certeza. Antes que se aproximassem, e sem se virar para eles, talvez não os tendo percebido, ela estalou os dedos e desapareceu, deixando o lestrigão sozinho e com algo em mãos - uma carta?

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Status

Alicia
90 HP/ 110 MP - Ao continuar mexendo na mochila, Alicia se expôs a mais cortes e queimaduras, provocadas pelo fogo e pelos cacos de vidro da garrafa.
Sono: 20%

Ciel
60 HP/ 95 MP - Gasto pela flecha.
Sono: 20%

Lilian - o manto está 2/ 20, considerando que já foi ativado na saída da van.
138 HP/ 148 MP
Sono: 20%

Tobias - sem problemas com humanos, considerando que isso já havia sido colocado pela MP
163 HP/ 163 MP
Sono: 20%

Travis
90 HP/ 85 MP - Dano por ser prensado pelo carro e do gasto de energia. Lembre-se de que gastará boa parte do próximo turno para se soltar.
Sono: 20%

₪ ₪ ₪ ₪ ₪


Código:
♦ As diretrizes iniciais foram dadas. Agora, narrem suas ações - e se forem batalhar, podem narrar a parte dos monstros neste ponto - descontarei hp e mp depois dos seus turnos, de acordo com as descrições. Apenas lembrando que ações incoerentes vão interferir no xp. Isso porque a primeira parte terminará após a resolução desse problema - no próximo turno vocês terão as pistas que precisam.
♦ Lembrem-se de agir em conjunto - ações desconexs dos grupos que estão unidos fará eu descontar pontos de todos. Ex: Se Travis diz que decapitou o lestrigão, Ciel deve tomar cuidado para não dizer que quem matou o lestrigão foi ele.
♦ Para fins de orientação, os lestrigões atuais estão com 80 hp/ 50 mp [Os dois que estão com Travis, Ciel e Alicia], 90 hp/ 20 mp [Os que estão com os humanos - ao ver a batalha eles se aproximarão, mas fugirão com a caminhonete se verem os outros dois serem destruídos antes], e 100 hp / 100 mp [O que está perto de Tobias e Lilian]
♦ Independente do que fizerem, os humanos atrapalham, por causa da movimentação.
♦ Quando terminarem a batalha, Argos também terá matado os cães. Ele apenas interferirá na batalha se um de vocês ficar inconsciente/ incapacitado, com cerca de 15% ou menos de HP, mas independente do que aconteça, vocês recebendo ajuda dele ou não, no final ele também será ferido mortalmente, desfazendo-se em pó - e deixando a chave da van no chão, junto com um olho - sim , um olho - que parece feito de vidro.  Caso se utilizem dele, considerem que ele tem a força de um ciclope, e os poderes dos devotos de Hera até o nível 20.
♦ Coloquem armas, poderes e perícias levados/ utilizados em spoiler
♦ Qualquer dúvida, mandem MP.


Dados da missão:
♦ Horário: 17h25
♦ Dia nublado, temperatura amena
♦ Prazo: 3 dias. Voltarei a postar na missão segunda-feira, dia 25.

Boa sorte a todos

IMPORTANTE: Todos ganharão um "marcador de sono". Inicialmente, todos estarão no 0%. Irei aumentá-lo a cada postagem ou em ocasiões específicas. Isso indicará o sono natural de você, que influenciará em suas ações. O crescimento será devido às condições da trama, e se chegar a 100%, o personagem cairá na doença do noso, ficando inativo - haverá meios para diminuir isso, mas vocês só irão encontrar/ descobrir com o andamento das postagens, e dependendo de suas ações. Outras intervenções podem ocorrer, dependendo das interações dos players, que podem ou não afetar este e outros status. Sono induzido em geral será temporário, mas pode ter sua duração aumentada.


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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 24 Fev 2013, 20:06




I live in a horror fantasy


Sorria ou trema, tanto faz



Dance the dance of the defeated and die free of guilt



Relaxante.

Devo admitir que ficar ali era realmente relaxante.

Eu segurava minha foice, sentado, olhando o caos. Era tudo realmente divertido. Por alguns momentos, perdido em meus pensamentos, esqueci-me de Lilian, mas ela sabia se virar muito bem.

“Tobias... Preste atenção!” A voz de Melinoe invadiu minha mente, de forma autoritária.

Bufei, irritado, mas me levantei e observei os arredores. Nada de mais, uma cidade qualquer, a mesma Nova Iorque podre de sempre. Até que uma coisa me chamou a atenção.

Um lestrigão. Havia uma mulher com ele, mas eu não me importei. Se havia um ali, era provável que Ciel e os outros tivessem perecido, ou eram mais inúteis do que pensei. Não que eu fosse muito melhor.

Um pouco de cabelo caiu sobre minha face, e o retirei com um sorriso, colocando-o atrás da orelha, em maior parte. Sorri para a garota de cabelos rosa e disse:

- Divirta-se... Eu dou cobertura.

Não esperando pela resposta avancei com passos rápidos e curtos. O motivo da pressa era que eu não sabia qual o nível da situação, quantos havia ali, ou se isso era uma armadilha, eu apenas queria acabar com aquilo rápido.

- Buu – disse, rindo, ao chegar ao beco onde se encontrava a criatura.

Eu andava de forma lenta, com o capuz cobrindo meu rosto, eu não sabia dizer qual era minha aparência. Mas ele estava com medo, muito provavelmente. Ele não podia ser tão forte ao ponto de não ter medo de um ceifador.

Afinal, a menos que você seja muito forte, não se coloque na frente de um ceifador.

Concentrando meus esforços em manter o medo no ar, para facilitar o trabalho de Lilian, afinal, um inimigo com medo é muito mais fácil de ser abatido.

Com a foice, desferi uma série de 3 golpes no ar. Diagonais de cima para baixo, alternando entre os lados. Os golpes no ar, na verdade, era uma antiga técnica dos ceifadores, em que se golpeava a alma do oponente, não seu corpo.


Sem mais movimentos, continuei parado, pronto para impedir o lestrigão e deixando Lily se divertir.




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Lilian Froze
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 24 Fev 2013, 20:50




beautiful nightmare

plot: wake up!




Recompensas eram realmente atrativas. Principalmente as divinas.

Aquela carta tinha ligação com o motivo de Lilian estar ali, tinha certeza. Aquele lestrigão não iria atrapalha-la em ler aquilo. Se sua mãe viera entregar pessoalmente, para a criatura mais próxima da rosada, ela queria que Lily lesse.

Mas, claro, como todo o deus, tinha que deixar as coisas mais divertidas:

Divirta-se... Eu dou cobertura.

Ao dar por si, Toby já tinha partido na frente. Seguiu-o, largando a cabeça no chão e usando o manto do mesmo jeito que ele usava o dele: tampando suas feições. Parecia até uma ceifadora, mas isso realmente não importa agora.

Chegou com o lestrigão assustado, o que facilitava a sua vida. Sussurrou algo como "obrigada" para Tobias, logo marcando aquela criatura. Seu cutelo pulsava, pedindo o mesmo que o coração dela.

Sangue.

Primeiro usou seu mangual, fazendo um corte relativo em seu braço, vendo o do lestrigão sangrar. Era o estímulo que precisava para rir. Esse som junto com o urro de dor de seu oponente foi excelente! Ainda podia sentir aquele cheiro de sangue fresco. Podia ve-lo escorrendo.

Estava ficando louca. Ou, pelo menos, mais do que já é.

Avançou contra o lestrigão, dando um impulso para o alto e para frente, ativando as asas mais uma vez. Podia sentir o ferimento de seu braço direito latejar um pouco, mas não importava, afinal, era o esquerdo que ela usava para atacar. Atingiu-o com os dois lados de sua arma bem na sua face, diagonalmente, usando o impulso que dera para intensificar ainda mais o ataque e criando vários furos e cegando-o de um olho:

Dê-me essa maldita carta.

Lily deu um giro, atingindo-o mais uma vez com as duas artes do mangual, só que agora na lateral da cabeça, fazendo-o cair com tudo no chão. Quanto maior a altura, maior a queda... E pior, eles estavam em um beco, ou seja, o gigante destruiu uma das construções ao lado...

Morrendo.

A rosada pegou a carta, ficando quase ao nível do chão, em frente ao Toby.

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Ciel Evans
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Dom 24 Fev 2013, 21:10




Problemas com lestrigões



O fogo dominava cada pedaço do corpo dos humanos mais azarados. Eles se debatiam e rolavam no chão, mas, infelizmente, o fogo não cessava de queimar suas células. Alguns deles já estavam caídos no chão – queimados e pretos, igual carvão. Outros conseguiram se safar, mas havia bolhas levantando em suas peles avermelhas.

A bola de fogo que o lestrigão carregava caiu de sua mão devido ao impacto da minha flecha. Pequenas labaredas de fogo se levantaram e dançaram ao céu quando a esfera flamejante caiu. Algumas delas infectaram as árvores em meio ao concreto com suas chamas vermelhas e amarelas.

O humóide que eu acertei caiu, não consegui conter um grito de vitória, entretanto um som de metal prensando metal ecoou em minha cabeça, o que me assustou, pois vinha da direção de onde Travis se encontrava. Vi-me obrigado a ajudar o garoto, visto que ele havia tentado nos salvar dos lestrigões mais cedo.

Ocupei-me a atacar o monstro que estava em pé. Puxei com meus dedos uma flecha da aljava, ela possuía a ponta confeccionada a partir do ouro e era bastante afiada. Seu corpo era “morram-madeira”, porém desconfiava que o material não fosse madeira.

Deslizei o projétil no arco e uma corda branca e brilhante surgiu. Meu alvo era uma região entre o joelho e o abdome da criatura, porque se eu conseguisse acertar uma das suas pernas, ele teria dificuldade na movimentação.

Um olho fechado e o outro tentando encontrar a geometria perfeita entre a flecha e o alvo. Inclinar um pouco mais, puxar um pouco menos, cuidar com o vento. Perfeito. Diminui a força dos dedos e a flecha disparou rasgando o vento até perfurar a coxa do lestrigão.

Ele gritou e, ao perceber de onde a flecha veio, arremessou uma pequena esfera de fogo na direção. A bola passou por cima da minha cabeça e estourou logo atrás de mim. O choque me empurrou a alguns metros para frente e um buraco se formou no asfalto acarretando uma nuvem de poeira e pequenos pedaços de concreto voando.

Não sabia onde Alicia estava, mas eu havia encontrado um refúgio atrás de um carro. Pelo barulho, outro humanóide levantou e não parecia animado, na verdade, parecia zangado. O retrovisor quebrado do carro verde-limão revelava a posição dos dois monstrengos. Um deles arremessou mais um globo em chamas, o qual colidiu com uma motocicleta próxima. A explosão não foi tão grande, mas foi o suficiente para erguer uma nuvem cinzenta.

Engatinhei até outro carro mais a frente a fim de diminuir a distância entre os monstros e aumentar a precisão dos meus ataques. Puxei outra flecha da aljava de couro e a posicionei em meu arco. Apoiei meu punho, que segurava o arco, sobre o capô do carro azul. Tentei mirar no peito de um deles, embora eu tivesse quase certeza de que seria um ataque falho.

A flecha zumbiu, cortando o vento e passando de raspão pelo antebraço do humanóide mais alto. Eu rolei para detrás do carro antes que ele tivesse conhecimento de quem havia disparado.

Eu estava suando e ligeiramente nervoso. Sentia cada pulsação do meu coração que bombeava o sangue para cada parte do meu corpo. De relance, pude ver Argos lutando bravamente contra os cães infernais, porém ele estava bastante machucado. Mas sangrar é comum em lutas corpo-a-corpo.

Outra bola de fogo correu para a minha direção, e dessa vez eu não tive tanta sorte. O fogo se espalhou pela minha calça queimando todo o tecido que tocada. Dei rápidas palmadas para cessar o fogo, as palmas da minha mão ficaram ligeiramente queimadas – o que era bastante ruim para um arqueiro.

Esperei o melhor momento para correr até outro refúgio mais próximo a eles. Um fusca coma traseira amassa, vidros quebrados e bancos queimados. Para a minha surpresa, havia uma garota de vinte anos, aparentemente, com a perna muito queimada. Bolhas por toda parte, alguns cortes e bastante sangue. Ela estava acordada, mas entorpecida – como alguém que está com muito sono fica. Provavelmente nem notara a minha presença.

Apostei as minhas esperanças na próxima flecha, mesmo sendo uma ideia tremendamente idiota. Ajoelhei apenas um dos meus joelhos e preparei o arco com uma flecha de energia. Ela brilhada e manifestava ondas de calor. Mirei a flecha para o peito do lestrigão, mais próximo ao pescoço. Permaneci na posição durante alguns segundos até encontrar o momento perfeito para lançar. O humanóide me fitou momentos antes de largas a seta luminosa, mas era tarde... para ele.

A flecha percorreu o caminho que desejei e acertou o pescoço do lestrigão, mas não perfurou. Ela adquiriu uma cor esverdeada e um aspecto pegajoso. Seu tamanho triplicou e alcançou um metro de largura. A cobra, que até alguns segundos atrás era uma simples flecha, enrolou-se no pescoço do lestrigão o sufocando. Tomei a liberdade de disparar outra flecha de energia em seu peito, porém o outro lestrigão também me notara e disparou outra esfera de energia enquanto eu corria para um lugar mais seguro.

A explosão acarretada pela esfera me arremessou contra um carro. Bati de costas e o ar escapou dos meus pulmões. A poeira que levantou foi a minha “carta na manga” para que eu pudesse fugir e entrar um lugar para me safar dos ataques do lestrigão. Agora eu precisava da ajuda de Travis e da Alicia.

Manobrei alguns raios de sol com a mão e fiz surgir uma pequena caixa branca com uma cruz em seu centro. Ela continha um pequeno frasco com um líquido amarelado. Lembrava o cheiro de hortelã, e não tinha gosto. Senti a substância penetrar no meu organismo e me encher de energia. Sentia-me mais calmo, mais forte, mais vivo.

Pude observar Argos com a minha “visão biônica”. Ele venceu a batalha com os dois cães infernais, mas estava cansado, ferido e sangrava bastante. Várias partes do seu corpo estavam perfuradas pelos dentes afiados dos dois cães, além de algumas partes mutiladas do corpo.

Pouco a pouco, os seus membros perderam a textura, a cor, a vida. Ao lado do montinho de pó que se formou, estava a chave da van e, rolando ao seu redor, uma esfera de vidro que se assemelhava a um olho.

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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Seg 25 Fev 2013, 19:20


Wake Up | Trama

# Level 3;
# Post 004;
# Alicia | Filha de Afrodite;
# Com Ciel, Lilian, Aramis e Travis q;
# Algum lugar fora do Acampamento.

Alicia ainda estava com o olhar vazio quando os outros dois semideuses atacaram. Dentro dela, uma raiva crescia. Por que ela estava ali? Por que não ficara no Acampamento? Por que ela estava com eles? As perguntas não paravam de surgir em sua mente, e tão rápido quanto apareciam, sumiam.
Agora, a inocente filha de Afrodite estava brava. Extremamente brava, e nem sabia o porquê. Viu os ataques de Ciel, e os do filho de Zeus, mas desviou o olhar quando um dos humanos esbarrou nela com tanta força que a fez cambalear para trás. Com os olhos faiscando, virou sua cabeça para o tal mortal, que havia parado de correr, a fim de salvar a sua vida. Aturdido. Esta era a palavra correta. Ele estava aturdido, não conseguia mover-se mais. A beleza da filha de Afrodite havia capturado-o sem esforços.
Um sorriso frio saiu da boca da garota. Moveu-se para o lado, tentando ignorar as dores que sentia ao mover-se. Teria que ser rápida e ágil. Abaixou-se, e pegou um grande pedaço de vidro de sua garrafa, agora quebrada. Ao se levantar, esquivou-se dos destroços, e correu um pouco, até que se viu abrigada atrás de um carro abandonado. Um pouco ao longe, a batalha de Ciel e Travis soava, mas ela não estava ligando. Sua única corrente com o mundo real se fora. E agora, a insanidade dominara sua mente.
Olhou para o ser humano, ainda aturdido. Imprestável. Deixou-o ali e esperou uma presa passar. Seus olhos eram predadores e um sorriso gélido dominava seu rosto. O que havia acontecido com a garotinha inocente? Se fora, e agora, Alicia estava sendo prisioneira de sua própria mente. E o pior?
Ela não sabia. Pegou seu chicote e estalou-o no chão. Seria uma imagem quase cômica de se ver, se não fosse pelos olhos, que geralmente eram calorosos e piedosos. No momento, eles estavam muito ocupados sendo insanos.
E quando um homem de mais ou menos vinte anos passou, ela o segurou com o braço, apertando. E assim, ele foi capturado, como uma mosca é presa na teia de uma aranha. Ele esqueceu-se de tudo e todos, e concentrou-se apenas na garota loira, que dominara sua vontade. Seu desejo agora, era prestar atenção na menina, e tentar lembrar-se de cada detalhe de seu rosto, de seu ser.
E então, Alicia enfiou o pedaço de vidro na barriga dele, usando toda a sua força. E um sorriso sádico tomou lugar do sorriso anterior. Ela sentia-se bem. O demônio havia se libertado agora. Viu a vida sair do corpo do homem, lentamente. Sentiu sangue quente em sua mão, e ao retirar o vidro, enfiou o mesmo novamente, no peito do próximo cadáver daquele mundo.
Ela não tinha consciência de seus atos, e se tinha, havia "desligado" sua humanidade. Olhou para as suas mãos, com sangue e limpou-as na camisa do cadáver. Em seguida, largou o mesmo no chão, e caminhou para longe. Olhou de relance para o filho de Apolo, apenas para certificar-se de que ele estava bem. Se necessário, ela morreria por ele. Não sabia o motivo, mas algo a dizia que faria isso, sem hesitar.
Pelo jeito, o efeito da ausência da bebida a havia afetado mais do que o esperado. Tinha consciência de que atrás dela, uma batalha acontecia, mas não ligava. Correu para longe, não importava-se para onde estava indo, mas precisava fugir.

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Alicia Lewis-Patel Ward Carolline Hills
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Travis Cooper Smith
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MensagemAssunto: Re: Tramas atuais - Wake up!   Qua 27 Fev 2013, 15:10



Wake Up! ♛
Wake wake, guys


O caos ainda imperava, e o congestionamento que a van de Argos havia causado estava gigante. Os mortais desesperavam-se, caminhando de um lado para o outro. Não sabiam o que fazer, e não viam o que estava acontecendo. Estavam complicando muito mais a situação, e isso era ruim. Deveriam se acalmar e se proteger, pois nunca se sabe o que pode acontecer em questão de segundos. Só que eles nunca prestam atenção em conselhos.



Boom!Uma explosão acontecera, voltando parte da atenção dos mortais para o que acontecia na van que estava parada no meio da estrada. Alguns deles agonizavam no chão, pois foram acertados pelo fogo ou estavam perto do evento. Gritavam, fazendo com que vários mortais fossem para o local, fazendo com que tudo piorasse. Alguns ligavam para a polícia, mesmo sem saber que eles nunca viriam. Outros tentavam achar um modo de sair daquele lugar, sem ajudar ninguém e perder mais tempo. A situação estava relativamente complicada.



O plano de Travis não havia tido muito sucesso. Conseguira acertar um dos lestrigões com seu relógio-espada, mas só fora isso. Ainda havia mais três, e ele só conseguira deter um. Com uma espécie de contra-ataque contra seu brilho cegante, um dos monstros havia tocado um carro que estava perto dali contra o semideus, prensando-o contra um veículo que estava próximo. Agora ele estava preso, a ponto de ser atacado e morrer. Pelo menos havia salvado Ciel e Alicia, ou não. Olhou para o lado, e viu os dois. O filho de Apolo pegava seu arco e suas flechas rapidamente, mirando no pulso de uma das criaturas. Por sorte, ele conseguira acertá-lo, fazendo com que Travis tivesse um certo tempo para conseguir sair dali.



Por um momento, o filho de Zeus empurrava um dos carros sem parar, com a intenção de que um deles se movesse ou algum humano mais próximo se desse conta de sua situação e viesse ajudá-lo. Os veículos eram relativamente pesados, e talvez o semideus não tivesse chance alguma de sair dali sem ajuda, mas continuava a empurrá-lo. Se ao menos conseguisse afastar um pouco para que pudesse se levantar ou conseguir pegar sua espada que talvez o ajudaria. Nada. Aparentemente, nada estava dando certo. Observou Ciel lutar bravamente contra a criatura, dominando seu arco e flecha sem problemas. Estava atraindo ainda mais a atenção do monstro, sem hesitar. Pensava no que Lilian e Tobias estavam fazendo. Divertindo-se, é claro. E com mortais, ainda por cima.



Travis ouvia várias explosões. O som dos lestrigões atacando Ciel, na intenção de matá-lo rapidamente e se livrar de mais uma coisa. Esperava que eles não tivessem sucesso nisso, e que seu amigo estivesse bem, afinal, ele estava o salvando naquele momento. Seus olhos mudaram para um azul fraco, e Travis relaxou seus músculos. Concentrou-se, e voltou a empurrar o carro de sua frente, sem parar. Sentia que estava mais forte, e conseguia fazer isso. Empurrava com todas as suas forças, sem hesitar. Precisava sair dali, e logo.



Pensava se Argos estava bem. Ele lutara bravamente contra os inimigos, e não merecia morrer. Havia ajudado todos eles, sem pensar. Era um verdadeiro herói. Tinha certeza que ele não iria morrer, pelo menos não ali. E Alicia? Ela deveria ter surtado novamente, como sempre fazia no acampamento em momentos de extremo perigo. Talvez teria fugido, tomada por sua dupla personalidade. Esperava que ela estivesse bem também, e que não fizesse nada do que ela iria se arrepender depois. Desejou que ela voltasse ao lar dos semideus sã e salva. Ele desejava isso a todos, menos a Tobias e Lilian. Haviam fugido, e não importaram-se com eles. Não importaram-se em ajudá-los. Eram verdadeiros traidores.



A raiva que sentia pelo dois só crescia, e isso influenciava-o, fazendo com que ele empurrasse mais forte do que antes. Talvez já pudesse sair numa hora dessas, e levantou sua espada, apoiando-a contra o carro e talvez se levantando. Tentou encontrar Ciel, na intenção de fugir dali. A batalha já estava perdida, pois eram apenas dois. Abaixou-se na imensa poeira que se formava de uma última explosão, encontrando talvez o filho de Apolo também abaixado. Indicou uma direção contrária aos lestrigões, para que eles pudessem seguir sem perigos. Verificou se portava tudo o que havia trazido, e confirmou. Precisavam sair dali o quanto antes, e proteger-se.

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Travis Cooper Smith

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