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 Evento: Valentine's day

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Mnemósine
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MensagemAssunto: Evento: Valentine's day   Sex 01 Fev 2013, 21:48

♦ Bancando o Cupido ♦




O que fazer quando o orgulho sobrepuja o amor? Duas pessoas que se gostam não deviam ficar separadas... pelo menos não nesse período do ano. O amor está no ar, mas um casal insiste em destoar disso. Entre tantos romances despontando, um insiste em se desfazer... Mas talvez você possa ajudar! Sim, por que não? Uma boa ação no ano não faz mal a ninguém - e poupa seus ouvidos de escutar os dois se lamuriando em seus ouvidos pelo resto da eternidade. Quem mandou ser amigo de um casal problemático?

Código:
A escolha do casal é livre - cite os personagens que quiser mas ao menos um deles deve ser seu amigo/ conhecido [podem ser npcs inventados].
Descreva o problema do casal e como isso chegou até você.
Descreva suas tentativas de reconciliação - você deve falhar ao menos duas vezes antes. Seja criativo.
Em algum momento isso se tornará um triângulo amoroso - ou acharão isso. Narre a situação e descreva como desfez [ou não] a confusão.
Óbvio, o casal deve terminar junto.
Sinta-se livre para inserir quaisquer outros pontos que achar necessários/interessantes.
Atemporal, interna, sem nível limitante. Prazo até dia 15/02.
Boa sorte!

OBS: Se citar algum player realmente existente no fórum, pegue leve - não queremos ninguém se sentindo ofendido com uma missão. Se for o caso e você quiser exagerar, peça autorização ao player antes - e informa o que pretende fazer. Respeito acima de tudo. Grata.


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

____

A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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James B. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Evento: Valentine's day   Sex 15 Fev 2013, 11:40






Bancando um mau Cupido




James estava tentando descansar deitado em sua cama. Por não conseguir muito só olhava para o teto roxo do Chalé. Porém um grito pelo seu nome o fez levantar em um pulo, na janela apareceu Richard, um filho de Íris que era seu amigo, ele estava suado e parecia desesperado por ajuda.

- Eu briguei com a Lidsay, aquela minha namorada filha de Ares. Estávamos discutindo qual a melhor parte das Olímpiadas, então começou a confusão.

- E por que eu? – Perguntou.

- Porque os filhos de Dionísio são bons nisso e o que eu mais conheço é você.

O garoto sentiu-se honrado em resolver o problema e já tinha várias ideias na mente: Flores, perfumes, chocolates e tudo que às garotas gostavam em sua cidade e iria conseguir tudo isso com alguns filhos de Hermes. Claro que gastaria alguns dracmas, mas para ajudar pessoas não se importava com isso.

- Ok, espere aqui que eu já volto. – Disse saindo do lugar.

Andou até o chalé 11, o caminho era curto, porém viu algumas pessoas treinando arco e flecha, luta de espadas, lanças, enquanto outros simplesmente conversavam ou passeavam. O sol brilhava muito, com certeza significava algo bom. Chegando, bateu três vezes na porta e foi atendido por um semideus que colocou apenas o rosto para fora, mostrando olhos escuros e um cabelo loiro muito claro.


- No que posso ajudá-lo?

- Éérh. – Gaguejou. – Gostaria de flores, chocolates, um perfume e quem sabe um cartão...

- Está apaixonado né? – Então virou para trás e gritou algo como “Pacote da paixão” e rapidamente voltou com tudo o que foi pedido. – Como é amor, será de graça. Recomende!

O filho de Hermes entregou e fechou a porta. James ficou confuso, porém pegou tudo tentando equilibrar o buquê com cartão, um pote de perfume e uma grande caixa de bombons e voltou para o lugar de encontro com o amigo. Richard o ajudou com tudo e saiu sem cumprimentar ou falar nada.

O semideus de Dionísio decidiu dormir de vez, tentando o máximo que podia, entretanto foi atrapalhado dessa vez por uma voz de garota.


- Seu filho de uma... Calma Lindsay, calma. – Ela parou para respirar fundo e continuou. – Aqueles presentes, Richard falou que foram sua ideia! Isso é verdade?

- Ele decidiu tudo sozinho, só falou para mim que ia te entregar. – Falou.

James abriu os olhos e viu a filha de Ares toda estranha, os filhos de Hermes fizeram outra pegadinha! Era alta e havia picadas em quase toda a parte dos braços, o pescoço estava vermelho, o cabelo curto muito desarrumado e uma bolha estranha na orelha esquerda. Por medo decidiu continuar com a mentira.


- Então ele vai ver por fazer essa peça comigo, sei que brigamos, mas agora vai ter uma luta! E vou usar muito bem a minha lança.

O garoto engoliu em seco e rapidamente tentou resolver o problema, pensando em algo para garantir o namoro dos dois.

- Se você chegasse nervosa, mas não ao ponto de matá-lo provavelmente Richard irá gostar. – Falou sem pensar.

Lindsay fez uma expressão boa saiu do chalé com um estranho sorriso no rosto. Como dormir seria muito difícil depois da estranha visão, logo ele decidiu passear e quem sabe jogar um pouco de vôlei.



***

O filho de Dionísio passeava entre os Campos de Morangos quando viu o casal longe, mas eles estavam separados! E não pareciam nada felizes. Cada vez que chegavam mais perto, maior ficava a vontade que James tinha de fugir.

- FIQUE PARADO AÍ, SEU TARADO E MANÍACO!

O garoto paralisou e sua testa começou a suar, arregalou os olhos e um calafrio passou em sua nuca. Os dois “desapaixonados” começaram a correr e alcançaram-no sem nenhum esforço e ao chegar estavam vermelhos de raiva.

- VOCÊ SÓ PODE SER LOUCO! FALA QUE ESTÁ AJUDANDO, MAS QUER SEPARAR PARA DEIXAR DE SER AMANTE! – Disseram em um uníssono.

James não entendia nada e achava tudo muito confuso, aquela história era mais criativa do que várias peças e histórias. A prole de Dionísio sabia as consequências de ser calmo, pois já havia sido demais!


- É! Isso mesmo! E querem saber mais? Sou amante dos dois! Seus cornos! – Falou saindo sem olhar para trás em direção de seu chalé.

Quando chegou bateu a porta fortemente e não falou com ninguém, simplesmente sentou-se e ficou encostado na cabeceira da cama, pensando em tudo que havia feito para ajudar e agora provavelmente estava sendo xingado. Depois de escutar passos fortes e alguém batendo na porta, levantou-se e abriu sabendo exatamente quem estaria do outro lado. Entretanto dessa vez... Sorriam?


- James, descobrimos que estávamos errados todos instantes! É que o dia dos namorados está nos deixando muito nervosos. Pedimos desculpas e agradecemos pela a sua ajuda, muito obrigado mesmo. – Disse Richard.

O garoto ficou estranhando tudo, porém no final descobriu que era verdade. Viu o casal sair abraçados e tentou entender o seu dia. E era muito confuso! E essa era a “graça” do dia dos namorados, não precisa fazer sentido, só precisa do amor.


OBS: Eu inventei os personagens, então se tiver realmente um Richard filho de Íris e uma Lindsay filha de Ares, não são eles.

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Tobias B. Scherer
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MensagemAssunto: Re: Evento: Valentine's day   Sex 15 Fev 2013, 20:26




For you, how much is a life worth?


Valentine's Day




OBS: Repostando por erros mitológicos (por isso fora de hora)

O ministério da saúde adverte, ler este post pode causar:

Retardamento Mental Aguda
Crise de Tédio
Tentativa de Suicídio por desgosto

Em caso de sintomas consulta um médico ou farmacêutico, leia a bula

Atenção, post não recomendado para todos os públicos, contêm:

Linguagem Impróprio
Bobeira excessiva
Alta taxa de retardamento mental

Classificação: 12 anos

~Feito correndo, para variar~


- Cara, ela é uma garota tão legal

Dei uma pequena mordida no sorvete.

- Tão linda, tão fofa... Tão perfeita.

Meu sorvete já estava na metade.

- Mas... Ela pertence ao inimigo...

Meu sorvete já tinha acabado.

- Cara, ela é tão perfeita...

- Velho... Dane-se isso, eu não to nem ai... Me passa esse pote com as plantas especiais – disse um tanto irritado, apontando para o pote amarelo com alunar ervas secas.

O curandeiro enamorado pegou o pote, um tanto magoado, mas provavelmente não comigo. A situação era bem simples. Seu nome era William Solve, filho de Hefesto e Curandeiro de Asclépio... Ele era meu fornecedor de “remédios especiais” aqui no acampamento. Sua amada era Sussy Taraka, filha de Quione, sem grupo especial... Ambos os chalés estavam em uma espécie de guerra... A coisa era feia no capture a bandeira.

Apesar dos filhos de Hefesto terem certa vantagem, Quione tinha Poseidon do seu lado, assim como Hefesto tinha Zeus... Era uma disputa complexa e realmente dolorosa. Eu costumava ficar sentado em uma árvore, pouco ligando para as disputas, apenas observando.

No entanto, eu não podia vir até aqui sem ter que ouvir as reclamações de William, assim como não podia ir no chalé de Quione sem ouvir as reclamações de Sussy, então eu estava preso neste maldito romance fracassado, querendo eu ou não.

Enquanto eu refletia sobre minha infeliz sorte, William já voltara à choramingar.

- Por que? Por que uma garota tão perfeita precisava ser do inimigo? Me explique Tobby! Por que?

Fiz a única coisa que julguei correta naquele momento.

Atingi-o direto no olho com um soco de direita.

Ele caiu para trás do tronco que estava sentado e, mesmo depois do susto ter passado, ele permaneceu deitado. Pude ouvir sua voz rouca dizendo:

- Por que fez isso?

- Por que está sendo um idiota – respondi de forma fria

- Obrigado então – respondeu ele se levantando e esfregando o olho atingido, não havia sido forte, mas provavelmente estava doendo.

- Cara, se você gosta tanto assim dela, não devia ligar para a droga dessa rixa entre os chalés... Logo seus irmãos e os irmãos dela vão estar todos mortos mesmo, para que ligar?

Ele me olhou por algum tempo depois bufou:

- Sua perspectiva de vida é deprimente...

Depois de algum tempo, um campista ferido chegou até onde estávamos e implorou por socorro. William o levou as presas até sua tenda médica do outro lado do acampamento, longe da entrada da floresta onde estávamos coletando ervas. Eu me dirigi até a área destinada aos chalés dos deuses menores.

Eu não me lembrava de qual era o número do chalé de Quione, mas não foi difícil de achar.

Após algum tempo sou atendido na porta por Sussy, que parecia estar chorando à pouco, mas permitiu-se um sorriso ao me ver.

- Olá Tobby... – Disse ela com uma voz fungada – Seu pedido já está pronto, entre.

Eu adentrei no ressinto gelado, onde havia mais duas filhas de Quione, que pareciam ter chorado recentemente também e três potes de sorvete pela metade. Sussy foi até o refrigerador do chalé e de lá tirou um saco cheio de picolés dos mais diversos sabores. Meus olhos se iluminaram com a visão, eu queria pegar aquilo e sair correndo, mas a garota foi mais rápida:

- Sabe Tobby – disse ela me puxando para sentar-me no beliche – O William é um cara tão legal, mas o chalé dele é tão idiota...

Ela retirou alguns fios de seu cabelo negro da frente do rosto e fungou mais uma vez.

- Ahn... Por que vocês dois não resolvem isso logo de uma vez? – Disse, já prevendo a resposta

- Ah, porque aqueles malditos de Hefesto não permitem! Eles são um bando de idiotas!

As outras garotas se manifestaram com um “É”, depois voltaram aos seus sorvetes.

- Bem – disse ela por fim, limpando uma lágrima que escorreu do rosto – Você pode me ensinar algumas técnicas de combate?

Eu ponderei um pouco. Odiava ser professor, mas não aguentava mais os dois me enchendo de cada lado. Aquilo deveria servir...

- Pode ser... Me encontre na floresta daqui a duas horas...

Ela concordou com um sorrisinho leve. Sai do chalé de Quione e levei meu estoque de sorvetes para um esconderijo – localizado no meu chalé, embaixo do piso da minha cama – e fui até a tenda dos curandeiros.

Lá o garoto que estava machucado antes, acabava de sair com um grande curativo no braço, além de uma pequena garrafa com um líquido estranho. William sorria um pouco pelo bom trabalho, mas seus olhos ainda estavam tristes.

- Olá Tobias...

- Oi. Então... Cara, anime-se um pouco. Que tal um treino na floresta? Daqui à duas horas.

Ele me olhou por um tempo, depois soltou uma risada fraca.

- Tudo bem... Acho que um treino vai me fazer bem.

Sai de lá com um sorriso levemente sádico no rosto. A Arena havia recebido caixotes especiais esta semana, e eu tinha acesso a pelo menos um deles. Com a ajuda de alguns sátiros, levei a caixa até a floresta, no local combinado, atrás de uma grande rocha. Retirei os lacres da caixa de madeira, mas não liberei o conteúdo.

Logo Sussy chegou. Ela vestia uma camisa do acampamento, calça jeans e tinha um arco consigo, além da aljava de flechas. Ela sorriu ao me ver, mas logo sua expressão mudou para uma raiva envergonhada ao ver que William se aproximava. Ele usava uma armadura de couro e tinha uma espada curta em mãos.

- O que ele faz aqui? – Indagou Sussy em um misto de felicidade, raiva e confusão

- Tobias me chamou – disse William, confuso, mas corado ao ver sua amada

- Bem, qual o melhor jeito de se unir um casal do que uma situação mortal?

- Olha, eu consigo pensar em pelo menos 10 antes de você terminar essa frase – disse William com um tom irônico.

Resolvi ignorar o comentário do garoto e os guiei até o lado do caixote.

- Então... Aqui tem uma pequena surpresa para vocês. Salvem um ao outro e deixem esse amor arder acima da rixa idiota dos chalés de vocês... Boa sorte.

Antes que eles pudessem protestar, dei um tapa da lateral da caixa e sai correndo para trás da pedra. O lado oposto caiu, revelando um escorpião tamanho família. Ele devia ter o tamanho de um labrador e não era venenoso, mas uma picada dele deveria doer por pelo menos uma semana.

A coisa mais inteligente a se fazer seria correr para longe da floresta, ou no mínimo lutar contra a criatura que seque é tão forte assim. E exatamente por essa razão, o casal enamorado correu para dentro da floresta.

Eles corriam e corriam, com o escorpião atrás deles. Me pergunto o que se passa na mente de alguém que tem um arco ou uma espada para correr para dentro de uma floresta infestada de monstros, sendo que a única coisa que os persegue é um escorpiãozinho de nada.

Enquanto eles corriam, pude ouvir o urro dos monstros e os gritos cada vez maiores dos semideuses. Creio ter contado pelo menos 20 minutos até eles saírem da floresta, tendo dado praticamente uma volta completa.

Monstros os seguiam, mas ao ver o limite da floresta retrocederam. Guiei o pequeno escorpião de volta para a caixa. Os sátiros já estavam lá para levá-lo de volta então me dirigi até os dois semideuses ofegantes.

- E então, como foi? Romântico?

Nenhum dos dois respondeu, mas por seus rostos eu diria que não foi a minha melhor ideia.

William se dirigiu novamente para as tendas, prometendo que apareceria para o lual desta noite. Acompanhei Sussy até seu chalé por insistência da mesma. Minha boa vontade estava definitivamente acabando.

- Tobby... Por que é assim? Por que não posso ficar com o William em paz?

- Por que o seu chalé é cheio de idiotas, o chalé dele é cheio de idiotas, e vocês são dois idiotas por acreditarem em algo que um bando de idiotas disse.

Ela me olhou um tanto magoada, mas viu que eu falava sério. Então continuou, com um tom triste e olhando para o chão:

- Você vai me levar no lual? Não quero aparecer sozinha, nem com o William. Te dou um carregamento extra na próxima encomenda... Sabor uva!

A possibilidade de mais sorvete sabor uva era tentadora, mas eu realmente não queria ir ao lual. Ela me encarava com os olhos esbugalhados e beiço contraído, com seus olhos negros cheios de tristeza. Acabei concordando.

Depois de deixar a garota no chalé, fui até a praia onde aconteceria o lual. Era um belo lugar, grande extensão de areia branca com o mar calmo emoldurando a areia. Barracas e cadeiras eram montadas e eu me dirigi até uma grande árvore ali perto. Era a única visível em metros e tinha galhos grossos e folhagens densas, era perfeita.

Com alguns materiais que estavam ali – e a ajuda de um filho de Hefesto – fiz uma pequena gaiola gradeada de bambus, grande o suficiente para 2 pessoas. Pontas afiadas garantiam que quando caísse no chão, ficaria presa ali até alguém levantá-la. Com ajuda, coloquei-a escondida na copa da árvore, presa por uma corda amarrada na mesma. Era só soltar a corda e ela cairia sobre o alvo, o qual marquei com um enorme “X” em tinta.

Esse trabalho todo levou mais tempo do que o esperado, mas estava bem feito. Eu esperava não precisar dele, mas nunca se sabe não é?

Depois de tudo pronto, fui até meu chalé. Vesti uma camisa branca qualquer e calças jeans. As mangas longas da camisa não eram tão quentes quantos as pessoas achavam, e esta não estava suja de sangue, então seria essa mesmo.

Fui até o chalé de Quione com um sorvete na boca. Muitas pessoas já estavam indo para a praia e, pontual como sempre, William já devia estar lá. A porta se abriu e devo admitir que ela estava bem. Usava um vestido branco fino e refrescante, que ia até seus joelhos e era irregular, em um estilo que me lembra praia, por algum motivo. Seus cabelos negros estavam jogados de certa forma para o lado direito da sua cabeça e ela usava alguma coisa em seus olhos que não lembro o nome, mas era azul-marinho.

Arrastei-a o mais rápido que pude para a praia. Para meu plano dar certo, eu precisava ficar em um local especifico, ao lado do bar dos filhos de Dionísio. Segurando a garota pelo pulso, usando a mão direita, arrastei-a por toda a festa, ignorando os olhares e os comentários. Sussy estava corada e meio irritada e sussurrou em meu ouvido:

- Tobby... Eles acham que estamos juntos! Estão comentando sobre um triângulo amoroso entre mim, você e o William...

- Sussy... – Ela olhou para mim com mais atenção – Dane-se.

Um tanto grosso, mas eu realmente não ligava para aquele bando de adolescentes idiotas, por isso não gosto de festas. No caminho, avistei William conversando com amigos, agarrei o colarinho dele e comecei a arrastá-lo com o braço esquerdo. Ambos estavam confusos e não eram muito pesados, mas aquilo era ridículo, eu parecia um professor do primário arrastando dois alunos desobedientes para a diretoria.

Finalmente chegamos no bar. Pedi ao filho de Dionisio um pouco da bebida mais forte que eles tinham permissão para produzir. William e Sussy tentaram argumentar, dizendo que não bebiam, mas lancei um olhar raivoso sobre os dois, minha paciência já estava no limite, e eles viraram o copo sem mais uma palavra.
A noite continuou assim, cada vez mais bebida e vez ou outra eu permitia que eles comessem alguma coisa, para equilibrar, além de pausas para ir ao banheiro. Ninguém se aproximava, mesmo que quisesse. Esse era um dos lados bons de inspirar medo nos demais.

Quando já estava escurecendo, William e Sussy já não falavam coisa com coisa, e mal conseguiam ficar de pé. Estava na hora do meu segundo plano.

- Então, William, diga-nos... O que você mais gosta na Sussy?

- Bem... – o hálito de álcool era detestável, mas estava decidido a aguentar aquilo. Ele pronunciava palavras de forma enrolada, típica dos bêbados – Tem muitas coisas... A personalidade, a beleza... Esse sorriso lindo...

Ele fez uma pequena pausa, enquanto ambos sorriam de forma tímida um para o outro.

E então, ele estragou tudo.

- Mas o mais importante é porque ela é gostosa – ele sibilou os “S” como uma cobra, outra coisa de bêbados, eu acho

Arregalei meus olhos para o que ele acabara de dizer. E devo admitir que, se Sussy não tivesse dado-lhe um tapa na cara, eu mesmo faria isso.

William estava confuso com o tapa e Sussy irritada, meu plano 2 estava no bueiro. Estava na hora do meu plano B.

“Quer dizer... Não completamente B, porque ele... Bem... Só um pouco, eu acho” pensei

Levei os dois até a árvore, um local levemente grameado. Apesar de protestos como: “Eu não quero ir com esse idiota” “Eu to com sono” “To com dor de cabeça” “O que essa vaca voadora está fazendo aqui?” – eu continuei, arrastando os dois.

- Por que tem um X aqui? – Perguntou William com um riso bobo no rosto, apontando para o X no chão.

Sem responder, eu puxei a corda, fazendo a gaiola cair sobre eles e os envolver por completo. Por sorte estavam bêbados demais para saírem dali, o que poderia tê-los machucado. Algum tempo depois, eles parecem ter notado o que aconteceu e um leve brilho de lucidez passam por seus rostos enquanto eles gritavam para que eu os tirasse dali.

Sorri com aquilo, meu plano B estava indo muito bem... Até que uma ideia terrível passou pela minha cabeça. Eles estavam apaixonados... E bêbados... E ficariam sozinhos em um local apertado a noite toda... Olhei em volta, em busca de uma farmácia, mas não havia nenhuma. Tentei imaginar qual seria a reação do Quíron quando uma nova criança nascesse no acampamento e a culpa fosse parcialmente minha.

“Não vai ser legal” pensei, um tanto receoso, mas já estava feito.

- Bem, amanhã de manhã eu apareço com comida e bebida para vocês, se precisarem usar o banheiro... Tente evitar, mas sei lá... E juízo ein!

Fui me afastando à medida que eles berravam mais e mais. Eu havia deixado avisado no centro das harpias que aquilo era “um treinamento especial” e que não deveria ser interrompido.

Quando cheguei no chalé, imaginei que a culpa por deixá-los presos lá sozinhos e sem comida ou bebida no meio da noite impediria meu sono, mas não, eu dormi rápido e profundamente.

No dia seguinte, eu levava alguns sorvetes e uma garrafa de suco de laranja, alimentos básicos da pirâmide alimentar. Eu temia o que eu podia encontrar, mas parece, veja bem, parece que nada aconteceu.

Eles estavam sentados e abraçados, em conchinha, acho, dormindo. Com a ajuda de um filho de Herácles, eu puxei a corda novamente para cima e a armadilha ficou presa na copa da árvore. Os dois caíram para trás e acordaram, surpresos de me verem e que já era dia.

- Então... O que fizeram? – Perguntei, entregando a cada um um copo de suco

- Nada – olhei-os sem acreditar, mas William continuou – Nada mesmo! Dormimos um pouco depois que você foi embora.

- Eu estava com frio... Ele com calor... Nos abraçamos... – Sussy sorriu, dando um selinho no garoto

- Sem melação, por favor – disse, estendendo o sorvete

Os dois riram e William me encarou sério.

- Tobby... Muito obrigado por nos juntar... Sério mesmo

- Não foi nada...

- Mas considerando que foi ele que nos prendeu aqui, não sei se merece bem um obrigado – riu a filha de Quione

- Vou aceitar mesmo assim – respondi, sem ligar muito para os olhares dos dois

Os dias que se seguiram foram marcados inicialmente por profunda reprovação dos chalés de Hefesto e Quione, tentando acabar com o namoro, xingando-se mutuamente e etc etc etc, mas nada realmente serviu para separar os dois.

Apesar de se recusar a fazer o teste e afirmar que os dois não haviam feito nada, eu achava que Sussy não estava grávida. Como prometido, eu tinha um carregamento extra de sorvete de uva em minhas encomendas, além de um desconto nos meus medicamentos “especiais”.

“Ser bonzinho é legal... Você ganha coisas... Mas convenhamos, é realmente chato... Por isso eu sou um assassino” pensei sorrindo, enquanto minha faca perfurava o rosto de uma mulher mortal... Uma mulher qualquer...

Uma última mensagem para ela e seu namorado...

- Sorriam... E Feliz Dia dos Namorados.






End Post


Armas Utilizadas:
 

Poderes Utilizados:
 

Notas Finais e Descontos:
 





Template criado por Thiago Leveck e editado por Tobias B. Scherer

____






Última edição por Tobias B. Scherer em Sab 16 Fev 2013, 13:04, editado 3 vez(es)
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Paulo J. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Evento: Valentine's day   Sex 15 Fev 2013, 21:41


Bancando o cupido!
Quebrando o efeito!!



Com certeza aquele era o melhor dia dos namorados da minha vida. Malmente o dia começou e eu já estava na porta do chalé de número sete: Apolo.

Eu segurava um buquê de rosas, com as rosas que encontrei na Floresta. Eu ia fazer aquela homenagem para Catherine, minha namorada meio-sangue. Ela era linda, seus cabelos delineavam seu rosto de tal forma, deixando-a magnífica e mais bela impossível, de nada vale tais palavras, isso não seria o suficiente para detalhar tamanha perfeição.

Bati na porta e lá estava ela, linda como sempre. Ela se emocionou com minha homenagem, mas logo ficamos por horas abraçados, nos beijando e tentando chegar numa conclusão de quem amava mais quem. Bobagem? Talvez, o amor tem disso ás vezes.

Eu infelizmente não podia ficar 24 horas com a Catherine. Então nos despedimos ao fim de tarde. O sol se punha, enquanto eu sonhava acordado com o dia maravilhoso que eu e a Cath vivemos. Mas algo me fez fugir dos meus pensamentos, um barulho estranho... Seria choro? Sim, eu ouvi choros e soluços vindos de trás do chalé 20. Chalé de Hécate. Me aproximei delicadamente, e notei a presença de uma menina encolhida em posição fetal, seus cabelos cobriam totalmente sua face e as roupas pretas não permitia uma boa visualização de quem quer que fosse aquela menina.


- Ei... O que houve? –
Disse me aproximando.

- Sai daqui – Disse a garota engolindo um choro e tentando socar o que quer, que estivesse perto dela – Paulo J. Goodwin. - Ela então me deu um murro e me jogou no chão de surpresa, não tive reação.

- Ai! Calma garota! Quero te ajudar, não é me batendo que você irá me afugentar ou muito menos ficar menos triste. Hoje é dia dos namora... – Calei a minha boca, pondo as mãos sobre a mesma – Não me diga que essa tristeza tem algo a ver com o dia de hoje.

- Tem sim! Satisfeito? Agora se manda otário. – Disse a garota levantando seu rosto por inteiro. Agora pude reconhecer, era uma das mais velhas filhas de Hécate que eu havia conhecido no Acampamento, ela de certa forma era linda e se não me engano seu nome era... Isabella.

Eu ergui uma mão para ela e disse:


- Estou aqui pra te ajudar, Isabella.

- Como sabe meu nome? – Retrucou a menina mal humorada e recusando minha mão, apenas colocando um de seus sapatos sobre minha barriga.

- Já te vi muitas vezes no Acampamento. Até já falei contigo... Ou pelo menos tentei. – Conclui com uma voz abafada com a força do pé da garota sendo exercida na minha caixa torácica e um tanto entristecido. Felizmente arrancando um sorriso do rosto a garota, que estava inchado e vermelho.

- Ah, Paulo... Já ouvi falar de você. Porque veio me ajudar? - Disse ela me levantando.

- Ora! Um dia tão belo quanto esse não podia deixar uma garota aos prantos. Coração partido? – Perguntei, e me sentir um tanto feminino, já que meninas que deveriam se confessar uma para a outra.

A garota então desabafou, ou pelo menos tentou, toda hora caia em choro e voltava a falar. Ela relatou que algumas filhas de Afrodite estavam querendo se diverti nesse dia dos namorados, vendo o sofrimento dos casais. Antes dela concluí, agradeci por nada ter ocorrido entre eu e a Catherine. Ela contou que mantinha um relacionamento em segredo com um filho de Hermes, e as filhas de Afrodite haviam descoberto. Isabella era sombria, e as proles de Afrodite odiava isso, juntei as informações e logo conclui que ele foi a primeira vítima.

- Como é o nome do seu namorado? E como elas fizeram essa intriga toda?

- Ele se chama Ivan. E elas simplesmente o seduziram com aquele charme maligno e os convenceram de que eu... De que eu havia o traído – Concluiu ela tossindo e caindo em prantos novamente.

- Você não é uma filha de Hécate? Porque não usou magia para inverter tudo? –
Indaguei.

- Eu seria uma delas! Usar magia com algo que já é mágico? O amor dele teria que ser mais forte, isso só prova que ele não me ama.

- Como assim? Isso não tem fundamento! Não vou as deixar fazerem isso. Tenho uma ideia, Ivan será seu novamente. –
Puxei a Isabella pelo braço e fui em direção ao chalé de Afrodite. Chegando lá, pedi para que ela me apontasse as causadoras do problema. Eram três. Valkíria, Sammy e Lindsay.

- Isa, corra e dê um jeito do Ivan aparecer aqui! Agora!


Isabela hesitou, mas logo correu para o chalé onze, que por sorte era logo ao lado. Rezei aos Deuses que ele estivesse por lá. Então fui fazer minha parte do plano. Cheguei próximo as patricinhas meio-sangues.

- Olá, garotas... Tudo bem? –
Disse já usando minha habilidade Mister Smiler e Toxina de vinho. Assim que cheguei perto elas começaram á ri e cambalear, para minha sorte elas eram daquelas filhas de Afrodite que não treinavam, logo eu era mais forte que elas e o efeito das minhas habilidades atingiram-nas em cheio!

Olhei para o lado e vi Ivan discutindo com a Isabella que o empurra para perto de mim, para que eu dialogasse. Ele chegou resmungando, mas ficou sem jeito ao me ver.


- Então... É esse o carinha que você está ficando? - Ivan disse furioso.

Gaguejei e então desmentir:


- Claro que não! Minha namorada se chama Catherine Forbes, filha de Apolo.

Ivan se concertou e então gritou ainda bravo:

- E porque estão me trazendo até aqui?

Algumas filhas de Afrodite que estavam dentro do chalé, olharam pelas janelas e algumas zombaram da situação:

- Pra mim ela gosta do filho de Hermes, ele é um fofo bravo!

- Não -
Discordou a outra - O outro garoto parece mais com o estilo da estranha.

- Calem a boca! Não tem nenhum triângulo amoroso, aqui! Voltem a fazer... Seja lá o que estivessem fazendo. - Gritei já irritado. - Ivan, essas três cobrinhas devem ter falado besteiras pra você. – Disse segurando uma das filhas de Afrodite que estava caindo no chão de tanto rir – Meninas confessem, foi verdade o que disseram para o Ivan?

Em uníssono e meio embriagadas, falaram rindo:

- Esse trouxa caiu na nossa brincadeira! – Disse uma delas rolando no chão.

Ivan parecia assustado e então eu perguntei novamente:

- Porque fizeram isso?


- É divertido ver casais discutindo, quebrar coração é um máximo – Disse a maior e talvez a mais bonita das três proles de Afrodite. Afastei-me delas fazendo com que me habilidade cessasse. Elas pareciam meio atordoadas e quando percebeu os olhos frios e raivosos do Ivan e da Isabella, gaguejaram e partiram em fuga para dentro do chalé de número dez.

Eu saí rindo e abraçando o casal, ficando no meio dos dois:

- Acho que tudo se resolveu – Disse apertando os dois – Da próxima vez, passem direto por uma filha de Afrodite, elas podem ser fatais! Antes que me peça desculpas Isabella, eu perdoou os golpes que me deu, e também perdoou o Ivan por me confundir e por sorte não me matar antes de eu poder explicar.

Então sai do local rindo e voltando para o chalé de Apolo, ver Catherine, a saudade já estava me corroendo. Vi Isabella e Ivan se beijarem no por do sol, em frente ao chalé de Afrodite, talvez quebrando o encanto. Então, corri para o meu amor. Havia uma noite do dia dos namorados pela frente.


Legenda:
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Habilidades usadas em missão:
Spoiler:
 


OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Evento: Valentine's day   Ter 19 Fev 2013, 18:47

James:

Ortografia: 10/ 10

Coerência, coesão, organização e conteúdo de idéias: 33/ 45 - faltou desenvolver a segunda falha, ficou a impressão de que parte do texto foi cortada, e a reconciliação não teve exatamente uma explicação.

Organização: 10/ 10

Uso adequado de linguagem: 15/ 15

Estratégia e uso de armas: Não era uma missão combativa, por isso o valor desse quesito foi adicionado à coerência, para fins de avaliação.

Capacidade descritiva: 20/ 25 - como já citado em coerência, o conteúdo foi pouco descrito e as situações pouco exploradas - apesar de eu realmente ter gostado da "pegadinha" do filho de Hermes. Mas a missão ficou um pouco "corrida" demais no final.

Total: 234 xp

Tobias

Ortografia: 8/ 10 - alguns erros ocasionados por digitação rápida e falta de revisão.

Coerência, coesão, organização e conteúdo de idéias: 40/ 45 - o escorpião não ficou claro - deu a entender que era um escorpião comum, então, a reação dos personagens acabou soando forçada. Além disso, o triângulo amoroso foi pouco explorado.

Organização: 10/ 10

Uso adequado de linguagem: 15/ 15

Estratégia e uso de armas: Não era uma missão combativa, por isso o valor desse quesito foi adicionado à coerência, para fins de avaliação.

Capacidade descritiva: 25/ 25 - planos bem elaborados e bem explicados, realmente, conseguem passar todos os movimentos do personagem.

Total: 279 xp

Paulo

Ortografia: 8/ 10 - Falta de revisão com alguns erros de digitação.

Coerência, coesão, organização e conteúdo de idéias: 35/ 45 - Você chegou até a usar os poderes! Isso me surpreendeu bastante! Contudo, acabou pulando os pontos específicos, o que lhe valeu o desconto de pontos, já que sua primeira tentativa já foi bem sucedida.

Organização: 10/ 10

Uso adequado de linguagem: 15/ 15

Estratégia e uso de armas: Não era uma missão combativa, por isso o valor desse quesito foi adicionado à coerência, para fins de avaliação.

Capacidade descritiva: 20/ 25 - Pecou um pouco na descrição do movimento da filha de Hécate - em uma hora em posição fetal, na outra com o pé na sua barriga - não houve uma transição. As situações também foram pouco exploradas, no caso do triângulo amoroso.

Total: 234 xp

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Nenhum de vocês terá descontos ou adições em HP/ MP, e todos receberão o item:

Bombom licoroso [Bombom de chocolate recheado com licor de cereja - ou algo bem parecido. Quando ingerido, age como uma poção de cura pequena. 3 unidades]

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A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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