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 Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald

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Mnemósine
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MensagemAssunto: Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald   Dom 10 Mar 2013, 21:15

Alguns itens dos campistas estavam desaparecendo. Ninguém sabia exatamente o motivo, mas um dos prejudicados disse que foi uma das harpias da limpeza. Quíron disse que cuidaria disso, mas Rodrick não queria esperar - ele mesmo teve algumas roupas desaparecidas, e estava furioso - poderia ter sido um item mais importante! Ele resolveria isso pessoalmente.

Código:
- Narre seu dia comum, até dar por falta das roupas e ouvir os comentários de outros campistas - não necessariamente do seu chalé - que tiveram outros itens furtados
- Converse com Quíron e assuma a missão
- Questione os campistas e ao menos uma harpia da cozinha, e descubra o paradeiro da harpia que está furtando as coisas - ela está na floresta
- Encontre-a, e lute com ela, recuperando seus itens e dos campistas - descreva ao menos 3 deles - mas não a mate
- Ela tentará fugir várias vezes, em uma delas atraindo algum outro monstro para a batalha - você decide qual, e este poderá matar.
- Relate o ocorrido a Quíron, devolvendo os itens para seus donos.

Outros dados:
- Calor, final da manhã, 11h35 min

- 20 dias para postagem, até dia 23/03
- Avaliação e punição por atrasos seguem as regras do fórum
- Qualquer dúvida, entre em contato por MP
- Após postar, comunique-me via MP
- Boa sorte

____

A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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Rodrick S. Dewald
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MensagemAssunto: Re: Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald   Ter 12 Mar 2013, 15:34




Your endire world will turn

Meus primeiros dias no acampamento até que foram agradáveis. Aprendi algumas coisinhas, como não chegar perto dos estábulos se não estiver com um prendedor no nariz, estratégias de batalhas e também a matar monstros com uma espada. Qualquer criança normal teria dificuldades em processar tudo aquilo que estava acontecendo. De alguma forma eu reagi bem a notícia de ser filho de um deus mitológico. Mesmo que eu não acreditasse muito em deuses gregos e monstros, aquele lugar era incrível. Tinha uma arena enorme, como a dos filmes! Infelizmente eu ainda não havia tido a oportunidade de ir até lá, mas eu esperava ir o mais rápido possível.
Havia também um grande bosque, um campo enorme de morangos e um arsenal lotado de armas diferentes!
Até pouco tempo atrás eu estava dormindo no chalé 11, mas em uma noite qualquer um símbolo branco apareceu em cima de minha cabeça e Quíron, o diretor de atividades do acampamento me transferiu para o chalé 22, o de Éolo. Eu não fazia ideia de quem era esse tal de Éolo, mas com uma ajudinha dos meus novos irmãos eu descobri que ele era o senhor dos ventos. Algumas coisas passaram a fazer sentido depois dessa minha descoberta. Como na primeira vez que eu acidentalmente fiz o vento dar uma ‘’rasteira’’ em um valentão do primário, ou ainda a vez que a peruca do Sr. Wood saiu voando pela janela da sala, logo depois de me dar uma bronca na sexta série.
De qualquer forma, fiquei feliz por ter ganhado alguns itens mágicos de meu pai. Não esperava que fosse ganhar alguma coisa depois de ouvir certos comentários de campistas mais velhos, que diziam que os deuses as vezes nos deixavam de lado.


Era sexta feira, minha primeira semana no acampamento estava chegando ao fim. Eu estava em minha primeira aula do dia, no artes & ofícios. Um lugar aonde as crianças meio-sangues aprendiam a fazer esculturas, bustos e outras coisas artísticas em homenagem aos deuses e a arte em geral. Naquela aula estávamos fazendo uma pequena estátua, daquelas de jardim. Desisti de terminar a minha quando percebi que Éolo estava vesgo e com os dentes desalinhados.
Tirei o avental sujo e caminhei em direção ao chalé. Eu estava pensando em dar uma volta na praia antes de ir para o almoço, quando ouvi dois caras conversando aos murmúrios.
- Simplesmente sumiu! – Disse o da direita, nervoso. – Todas as minhas cuecas sumiram!
O da esquerda assentiu.
- Minhas meias também sumiram. – Lamentou-se ele. – Os caras de Hermes juraram que não foram eles dessa vez.
Entrei no chalé e caminhei até o criado mudo aonde eu guardava algumas roupas.
- Mas que diabos...? – Não tinha quase nada! Todas as minhas melhores camisas tinham desaparecido, juntamente com algumas bermudas pretas.
No mesmo instante fiquei furioso. Meus itens mais valiosos estavam embaixo de uma das camisas deixadas para trás, por sorte o ladrão não os tinha achado. Saí do chalé e corri em direção a Casa Grande. Encontrei Quíron conversando com um dos campistas, que parecia quase tão irritado quanto eu.
- MEUS TÊNIS! – Bradou ele. – AQUELES TÊNIS CUSTARAM MAIS CARO QUE TODAS MINHAS ROUPAS JUNTAS!
Quíron suspirou e me observou enquanto eu me aproximava. Estreitou os olhos para o campista e respondeu, com calma.
- Eu já disse que irei resolver, Patrick. Você não é o único que veio aqui reclamar. Assim que eu tiver tempo irei achar todos os pertences perdidos e devolvê-los aos seus donos.
- Até lá mais pessoas terão perdido suas coisas. Precisamos agir já.
Postei-me ao lado do campista, afirmando com a cabeça.
- Algumas coisas minhas também sumiram.
Quíron balançou o rabo, nervoso. Eu me esqueci de mencionar, mas, ahn... Quíron é um corcel branco da cintura pra baixo.
- Infelizmente eu não posso ver isso agora. Tenho treino de arco e flecha para mestres ao meio dia.
- Eu cuido disso pra você. – Digo, tentando parecer confiante.
Ele estudou meu rosto com interesse. Ele sabia que não era um problema tão sério, mas eu era um novato, não estava preparado para uma possível luta.
Por fim, ele disse:
- Não. Bom, agora tenho que ir, até.
Observei ele se afastar, perplexo. Eu realmente esperava que ele confiasse em mim, já até ouvia a música heroica tocar enquanto eu me oferecia para o trabalho, mas parece que ele não captou a jogada.
Virei-me para Patrick e franzi a testa. De alguma forma, o não de Quíron me incentivou ainda mais.
- Hum... Você tem alguma informação sobre o tal ladrão?
- Er... Sim. Os roubos começaram hoje, logo após o café. Não foram só roubas que sumiram. Acessórios e alguns objetos também desapareceram. Isso é tudo que eu sei. Peter, do chalé de Athena deve ter mais informações. Ele deve estar por aí agora. Tchau Rodrick.
Agradeci Patrick e vaguei pelo acampamento a procura de Peter. Encontrei-o sentado perto do lago com vários papéis e mapas na mão. Estava fazendo anotações em uma caderneta preta, com o desenho de uma coruja amarela enquanto observava os mapas. Parecia tão distraído que nem percebeu minha aproximação. Quando o chamei ele deixou um dos mapas escorregar para dentro do lago. O garoto praguejou em grego antigo, pegou o mapa e se virou.
- O que você quer? - Perguntou ele, estressado.
Falei a ele sobre o roubo e ele pareceu ainda mais irritado.
- O que você quer saber? O tal do ladrão invadiu o chalé de Athena e roubou vários mapas, projetos de monumentos e cálculos extensos. Tudo indica que tenhamos sido roubados na hora do café, quando não havia ninguém nos chalés. Se você quer saber, eu acho que o ladrão era uma harpia. São os únicos seres que podem entrar em todos os chalés para fazerem as limpezas. E geralmente fazem elas no horário do café.
Harpias ladras? Aquilo não fazia sentido algum. Elas pareciam tão inocentes com aqueles corpos de galinhas demoníacas! Deixei Peter trabalhar e fui andar pelo acampamento, pensando naquilo.
De certa forma aquilo se encaixava. O acampamento tinha regras que impedia o roubo de pertences alheios. E mesmo que alguém quebrasse a tal regra, era improvável alguém estar por lá na hora do café. Somente as harpias tinham acesso aos chalés aquele horário! Interroguei outros prejudicados pelo ladrão, cada vez mais certo de que o culpado era uma harpia.
O horário do almoço se aproximava rapidamente. Tive a ideia de descer até a cozinha para interrogar uma das harpias de limpeza. Elas não ficaram muito contentes em me receber, fui obrigado a ajuda-las a varrer o chão enquanto fazia perguntas a uma das harpias.
- Então, Sra. Harpia, você está me dizendo que não viu nada de mais durante a limpeza hoje mais cedo?
- Bem, Hylla acha que Beth é uma ladra! - Disse Hylla. Era estranho o modo como ela falava de si mesma em terceira pessoa. - Ela sempre se esconde das outras harpias e volta com um saco de lixo cheio.
- Então, Hylla, você sabe aonde a tal da Beth está agora?
Ela balançou a cabeça positivamente.
- Está lavando o banheiro. O turno dela acaba em vinte minutos, você pode segui-la até a casa dela depois disso.
Continuei interrogando Hylla por mais algum tempo e descobri algumas coisas sobre Beth. A harpia ladra era uma péssima faxineira, reclamava de tudo e colocava medo nas companheiras de serviço. Também descobri que ela morava em uma caverna, no meio do bosque.
Despedi-me da harpia e voltei ao chalé de Éolo.
Então eu tinha minha maior descoberta até agora. É claro que eu ainda não tinha certeza absoluta de que Beth roubara os campistas, mas tudo indicava que ela era a culpada.
Peguei meu bracelete-espada e o coloquei no pulso, nervoso. Passei o cinto branco de Éolo pela cintura e dobrei o manto nebuloso, enfiando-o no bolso.
Eu não tinha ideia do que me aguardava, mas ia preparado para o que viesse!
No horário indicado por Hylla saí do chalé e me escondi atrás de uma árvore, na entrada do bosque.
Beth não demorou a aparecer. Vinha arrastando um saco de lixo cheio para dentro da floresta.
Abaixei-me atrás de uma moita e segui a Harpia. O percurso durou alguns poucos minutos. Era curto, porém cheio de curvas e descidas. Qualquer um poderia se perder por ali. Beth entrou por uma fissura lateral nas rochas, menor que uma porta. Aguardei um tempo antes de entrar lá. Ativei a espada e a segurei com firmeza, caminhando em passos lentos até a pequena caverna da harpia. Dei uma olhada para dentro e franzi a testa. O lugar era pequeno, cercado por tochas. Tinha prateleiras no canto, cheias de produtos de limpeza. O chão era forrado com penas antigas da harpia e a cama era na verdade um ninho muito estranho e fundo. Todos os pertences roubados estavam despejados no ninho. A harpia estava vestindo alguns. Usava um tênis preto com detalhes brancos, um short jeans, também preto e uma camiseta minha, de uma banda de rock. Nos olhos Beth tinha um ray ban enorme. A harpia agitava em seus braços vários relógios e pulseiras coloridas. Pulei para dentro da casa dela e ela se virou, assustada.
- Então você é a ladra!
Ela gaguejou algo mais ou menos assim:
- Beth n-não é ladra! Beth quer ficar b-b-bonita pro namorado!
Tive que me segurar para não explodir em uma gargalhada. Ela não estava tendo muito sucesso.
- Mas essas coisas são dos campistas!
Ela balançou a cabeça negativamente.
- Não! Agora tudo isso é de Beth!
Ela tentou correr para a saída, mas desferi um golpe vertical que fez uma pequena esfera de ar sair da ponta e atingir a harpia, fazendo-a cair de bunda no chão. A Harpia então decidiu tentar voar e eu ergui a espada com esforço para desferir um golpe em sua asa. Não tinha ideia de como a espada era pesada! Nos filmes parecia ser sempre tão leve! Enfim, apesar do peso eu consegui acertar o golpe na asa dela e fazer um corte em sua asa, impossibilitando-a de voar dali.
- Deixe-me ir embora! - Gemeu ela.
- Não! - Respondi - Vou entregar você a Quíron e devolver todas as coisas roubadas!
- Não se eu fugir primeiro! – Ela me empurrou para trás, fazendo com que eu caísse sentado no monte de penas avermelhadas e disparou para a saída. Tentei segurá-la pelo calcanhar e agitei as mãos em frustração quando ela se aproximou da porta. De algum modo, fiz com que o ar puxasse-a pelo tornozelo, fazendo-a cair também.
- Arghh!
Nos levantamos e ela tornou a correr para fora. Corri atrás dela e pulei em cima da harpia antes que a maldita conseguisse sair. Cambaleamos pela caverna até cairmos novamente, dessa vez dentro do ninho da harpia. Ela bufou e me chutou com raiva.
- Meio-Sangue maldito! Vou acabar logo com isso!
Ela assoviou e no instante seguinte uma grande massa escura entrou na caverna. Tinha a silhueta de um escorpião e quando se aproximou da luz eu o pude ver. Era preto, do tamanho de uma bicicleta. Suas pinças batiam ameaçadoramente e sua cauda parecia ansiosa para me picar.
Empurrei a Harpia de lado bati no centro do cinto, aonde um opala reluzia. Do cinto uma armadura branca começou a se expandir, ocupando todo meu corpo. Era muito bonita, resistente e leve.
Eu engoli em seco, naquele dia estava fazendo calor, mas o escorpião literalmente me gelou.
Apertei a espada e comecei a andar com o escorpião em círculos, como fazem os lutadores.
A harpia cantava de alegria lá no ninho. Pegou uma mochila e começou a socar algumas roupas nela.
- Droga. Sou muito novo para morrer. – Sussurrei. Tentei disparar mais uma esfera de ar da espada contra o escorpião, mas ela somente o fez bater as pinças com mais vontade.
Eu estava pensando em um jeito de me livrar do monstro, quando tudo aconteceu, tão rápido quanto uma ventania.
O escorpião pulou em cima de mim, com os olhos brilhando. Fiz de tudo para me jogar de lado e acertá-lo com a espada. A arma bateu contra a carapaça do monstro e saiu de minha mão, rodopiando para perto da porta. Se eu não estivesse de armadura também teria sido acertado, pois sua pinça roçou meu braço e por pouco não o arrancou fora.
Cai no chão e fechei os olhos. Eu queria desistir. Não tinha mais a espada e nem sabia como derrotar o escorpião. Sua carapaça era muito resistente. O que me fez recuar foi o instinto de sobrevivência.
Levantei-me e olhei ao redor, a procura de algo que me ajudasse. O monstro não tinha pressa de se aproximar, ele sabia que sua presa estava no papo.
Então encontrei. Um sorriso escapou de meus lábios. Meus olhos correram da estante de produtos para as tochas e das tochas para um pequeno pacote esverdeado em cima de uma caixa.
Comecei a andar em círculos com o escorpião novamente, um pouco confiante. Puxei a capa do bolso e joguei-a atrás de meu pescoço, parando em frente a estante de produtos de limpeza.
O monstro fez um barulho esquisito e se aproximou de mim, pronto para dar o bote a qualquer momento.
’’Por favor, pai, me ajude!‘‘
Fechei os olhos com força quando o escorpião pulou. Senti a capa me envolvendo por um instante e BUM!
O monstro estava embaixo da estante, coberto de produtos químicos. Olhei para baixo e não me vi lá. A capa tinha me transformado em ar! Deslizei até a tocha mais próxima da caixa com o pacote verde e me materializei novamente. Agarrei ambos e os joguei no escorpião.
E então a magia aconteceu. O escorpião começou a irromper em chamas, avermelhadas e também esverdeadas. Era o fogo negro combinado com o grego! Eu não sabia direito como tinha pensado naquilo, mas não tinha tempo para adivinhar. O fogo começou a se espalhar por meio das penas da harpia, que também notei que não estava mais na caverna. Dei uma última olhada para monstro e corri para porta da caverna, agarrando a espada e saindo.


Não foi difícil achar a harpia. Ela estava fugindo para o riacho, a mochila lotada de objetos estava atrasando a pobre faxineira.
Ela estava sentada ao lado de uma árvore, descansando. Avistei um cipó perto dali, mas eu não conseguiria pegá-lo sem ser visto, então recorri novamente ao manto.
No segundo seguinte eu não estava mais ali. Eu não era mais ar, agora estava apenas invisível. Caminhei sorrateiramente até o cipó e o peguei com cuidado. Esperei até que a harpia piscasse e passei a corda pela sua plumagem avermelhada, amarrando-a na árvore com um nó bem apertado.
- Maldito seja!
Não contive o sorriso.
- Parece que eu venci, Beth.
Deixei-a praguejando contra mim sozinha e voltei pelo caminho feito anteriormente, tranquilo. No caminho avistei várias ninfas apagando o incêndio dentro da caverna com baldes de água, depois de verificar que tudo estava bem voltei ao acampamento. Resolvi almoçar primeiro antes de contar a novidade a Quíron, aquela coisa toda de escorpião tinha me deixado exausto e eu tinha certeza de que Beth esperaria com calma.



- Você é muito audacioso, Rodrick. Desobedeceu a uma ordem direta minha. – Disse Quíron depois de ouvir toda a história. Ele parecia sério, mas eu podia enxergar um leve resquício de sorriso no rosto dele.
- Acho que sim... Bem, é melhor irmos, Beth está nos esperando. – Respondi, feliz.



They will speak my name for eternity

TANKS BEECKY, AT OOPS!


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Pois me faz tocar o céu, ver você sorrir, vem lua, vem, vem dançar pra mim!

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MensagemAssunto: Re: Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald   Dom 31 Mar 2013, 10:54

♦ Avaliação ♦




♦ Ortografia: 30/30 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: 80/90 pontos - Algumas ações, principalmente no combate, ficaram confusas.

♦ Organização da Postagem: 23/30 pontos Não foi colocado em spoiler itens e poderes, prejudicando inclusive o entendimento em alguns pontos.

♦ Uso Adequado de Linguagem: 45/45 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: 25/color=#364880]30 pontos[/color]

♦ Capacidade Descritiva: 65/75 pontos

♦ Total: 268/300 pontos + Frasco de fogo grego [Frasco de vidro com líquido suficiente para incendiar uma área de 3m². O fogo dura 3 rodadas. Uso único] + 5 hp/ mp + 30 dracmas

Descontos: - 10 hp/ mp

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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MensagemAssunto: Re: Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald   

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Ninhos - One-post interna para Rodrick S. Dewald
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