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 Uma Invasão sangrenta [One Post Externa para Leodack]

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Dionísio
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MensagemAssunto: Uma Invasão sangrenta [One Post Externa para Leodack]   Sab 13 Abr 2013, 18:54

♦A invasão sangrenta!♦



Uma noite, um suspense, um mistério...

Leodack foi a única opção entre o chalé XII, e Quíron já passava as coordenadas:


- Leodack, você não tem tempo! Seja breve, seja avassalador, seja ágil, seja filho de Dionísio! Estamos sob ataque. Ao leste da praia do Acampamento que está sobre o efeito da Névoa, três barcos de esqueletos e Elementais da sombra está chegando a nossa margem. Se eles nos alcançarem o estrago será feito. Um exército está a posto. Mas duvido que percamos menos que 30 campistas. Isso não pode ocorrer. Pare-o, atrase-o, faça algo! Por nós... Pelo Acampamento.

Leodack estava com a vida de 30 ou mais campista na mão... Ele estava sem palavras, mas uma voz veio ao fundo, era seu pai, Dionísio:

- Vá... Você... Você está pronto.

Diretrizes da missão:
Código:
Ø   Noite, tempo nublado 16°C nuvens cheias no céu, e tempo sombrio.
Ø   O exercito está vindo avante, e você terá que fazer algo... Algo coerente, algo que salve a vida de todos do Acampamento, e claro, a sua também.
Ø   Sua embarcação é de poste inferior ao deles, e lembre-se você está em alto mar. Suas armas (Todas do seu inventário) estão na cabine da embarcação.
Ø   Vários esqueletos com armaduras resistente estão no 1° e na 2° embarcação, a 3° está vindo com um standart de guerra e com um Elemental das sombras, level 6. Com 200MP e 200HP.
Ø   Bole uma estratégia para reduzir as tropas e se possível destruí-la. Bole também uma explicação para a invasão.
Ø   Prazo para postar: 10 dias
Ø   Boa sorte.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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Dionísio
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Leodak Fletcher
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MensagemAssunto: Re: Uma Invasão sangrenta [One Post Externa para Leodack]   Sab 13 Abr 2013, 21:53

O RETORNO DO FILHO PRÓDIGO

Leodak estava de volta no acampamento, era bom estar em casa... Com casa, eu quero dizer o chalé de Dionísio, aquilo era o mais próximo de casa que o garoto conhecia. Enfim, ele não se importava, por mais que aquele período de férias tenha sido divertido. Deu de ombros, quando estava no acampamento ás coisas podiam ser mágicas também, só precisava de algum preparo... Vinho... E umas filhas de Afrodite para animar a noite, alguém discorda?

O garoto estava sentado em uma cadeira ao lado de sua cama, fones de ouvidos podiam ser avistados e ela movimentava sua cabeça ritmadamente. Enquanto ouvia música jogava algumas uvas em sua boca... A sensação que um filho de Dionísio tinha ao provar uma uva era diferente dos demais seres vivos, primeiro sentiam um gosto levemente amargo, esse passava para azedo e desaparecia. Agora sem gosto, sentia uma euforia tomar conta de seu corpo, como o mais puro dos vinhos.

Sentia o peso do olhar de seus irmãos sobre ele, mas o garoto entendia-os, afinal você chega no acampamento e pensa ser o único filho de Dionísio, aparecem outros irmãos e você já se sente o mais velho e que deve zelar por eles, meses depois um de seus irmãos volta ao acampamento... Devia ser meio frustrante.
Uma de suas irmãs caminha até ele, era atraente... Se não fosse sua irmã, provavelmente seria alvo de seus pérfidos pensamentos. Assim que ela para em sua frente, o jovem retira o fone direito, mostrando que agora ela tinha sua atenção, ou parte dela. A mente do filho de Dionísio era completamente instável e dinâmica, por diversas vezes teve que tomar remédio para que conseguisse dormir, mas isso nunca foi um grande empecilho.

Como era de se esperar, a garota fez perguntas padrão, tal qual:
- Como você chama?
- Está no acampamento há quanto tempo?
- Onde esteve esse tempo?

Leodak respondeu a todas elas calmamente, geralmente o garoto não costumava dar muitas satisfações para as pessoas, mas a garota tinha belas pernas e um rosto bonito também, provavelmente havia puxado ao irmão. Ele sorriu enquanto pensava na hipótese, chamando a atenção da garota, mas logo desconversou e evitou dar mais explicações sobre ele. Resolveu que daria um fim àquela conversa quando se levantou e disse que caminharia, tinha antigos amigos a visitar.

Ao sair do chalé, foi para o chalé de Afrodite, ele não podia evitar, estava em seu sangue... Belas mulheres... Uma boa festa... Um bom vinho, aquilo era irresistível até mesmo para ele. Ao chegar no chalé, bateu na porta e chamou uma das garotas. Sorriu para ela e tocou em seu cabelo, ele estava escorado na porta e seus olhos purpuras olhavam no fundo da alma da garota. Explicou que estava de volta, explicou que não sairia tão cedo, explicou que todo esse tempo ele só pensou nas pessoas do acampamento e explicou que tinha que voltar, afinal, era de noite. [Eu coloquei explicou de propósito, tem um efeito legal.]

Quando terminou a conversa voltou ao chalé, estava levemente cansado da viagem... Não era um cansaço capaz de afastá-lo de uma batalha. Ele entrou pela porta e se jogou na cama, sorrindo para seus irmãos. O semideus quase pegou no sono, todavia ele sentia que algo o forçava a continuar acordado... Uma sensação.

Quíron invade o chalé de Dionísio, parecia muito preocupado, chegava a transmitir pânico para os campistas. Leodak nem ao menos percebeu a invasão e continuava apreciando a sua música, até que o centauro parou em sua frente e começou a gesticular. Ele tira os fones e olha para o homem cavalo com uma feição estilo “Olá, meu nome é Leodak Fletcher, posso ajuda-lo?”.
Quíron começa a explicar a atual situação do acampamento, estavam prestes a ser atacados por alguns monstros, não se sabia ao certo, mas eram três navios e três navios podiam fazer um grande estrago. Naquele momento, ele não havia conseguido recrutar muitos campistas, era possível lutar com eles, mas se lutassem, perderiam alguns semideuses e isso não era uma boa opção. Leodak concordou em ajudar, sua missão seria atrasá-los.

O semideus saiu do chalé e correu para praia, já sentia a adrenalina da batalha. Sabia que um barco o aguardava lá, apenas para um semideus, e que seria necessário um bom plano, mas tudo seria decidido no calor da batalha. Ele subiu no barco e viu que já haviam colocado seus equipamentos na cabine, aquilo era bom, facilitaria para ele. Eis que ele foi para alto mar.

Agora o garoto já podia ver os navios, mas eles ainda estavam distantes. Teve uma ideia, lembrou-se que anteriormente Dionísio havia ajudado Percy em uma de suas inúmeras missões, então... Estava na hora de cobrar o favor... Leodak jogou um dracma no mar, e disse que queria mandar uma mensagem para Poseidon, antes que o deus pudesse se pronunciar, ele já foi dizendo:

- Antes de tudo, foi mal pela Caroline, ela é gata demais para que eu pudesse me controlar. Mas, antes que você decide me escalpelar vivo... Nossa, sério mesmo? Eu disse escalpelar... Enfim, antes que você me mate, o acampamento... e eu... Precisa... Precisamos de sua ajuda. Uma frota de inimigos está vindo por mar, e não há modo de eu matar todos eles sozinho, preciso atrasá-los para que montem uma estratégia para não termos baixas... Será que você podia colaborar conosco?
Poseidon não respondeu, apenas emitiu um olhar dizendo “EI, EU SOU UM DEUS, QUER RESULTADOS? BELEZA, AGORA FAÇA OFERENDAS, PÔ”. Leodak deu de ombros e foi até a cabine do barquinho, pegou sua adaga [inicial] e a jogou no mar, dizendo que era para Poseidon. Sentindo que aquilo não havia sido suficiente ele resolveu jogar mais um item, as luvas com garras de Harpia pareciam ser boas o bastante para isso, na verdade ele não queria sacrificá-las, mas os outros itens haviam sido presentes de seu pai. Após isso, a água se tornou levemente alaranjada, como refrigerante de laranja. Aquilo parecia evidenciar sucesso.

O semideus voltou a cabine e colocou suas armas nas costas, estava com sua espada e ela lhe transmitia uma enorme segurança. Sorriu para si mesmo, era bom estar de volta à ação. Ele olhou ao redor e decidiu que estava na hora de sua investida. Fez com que o barco prosseguisse em direção aos outros, e logo identificou os inimigos nos barcos... Esqueletos e um elemental de sombras. Sua ofensiva era decisiva, usou seu barco para atingir o barco do elemental e no momento do impacto saltou para o barco que estava a sua direita, devia estar com apenas alguns esqueletos. Usou sua espada para cravar no casco do navio e escala-lo.
Ao chegar no topo do navio se deparou com vários esqueletos. Ele olhou para eles e pegou sua espada e os encarou. Um esqueleto correu contra ele, era estranho ver uma criatura como aquela correndo... O garoto girou e golpeou o pescoço do esqueleto, fazendo seu crânio voar para o mar. O corpo dele cai, era impossível se reconstruir com uma parte tão distante. Essa sim era uma vantagem.

- Quem é você? – Disse um esqueleto com uma armadura levemente superior, parecia estar no comando.

- Sou Leo... Tipo, semideus, sacas? E você, por que está atacando o acampamento?

- Em nome da nossa grande deusa Éris em toda sua soberania.

- Infelizmente, eu não posso deixar isso acontecer.


Leodak correu contra a borda do navio e saltou, pegando uma corda enquanto estava no ar, foi direcionado para um segundo navio, onde havia mais inimigos esqueletos. O garoto correu por toda sua extensão, sentia ossos batendo em suas costas, provavelmente haviam sido jogados pelos próprios esqueletos. Enquanto corria, seus olhos “varriam” todo o local em busca de uma tocha, usaria seus poderes em conjunto com uma tocha para incendiar aquele local. Sim, seria bastante efetivo, mas também podia ser perigoso se feito de maneira incorreta.

Após muito correr, ele repara que havia uma tocha iluminando a cabine que deveria ser destinada ao comandante, afinal era maior que todas as outras. Ele corre até lá e salta chutando a porta. Ao abrir ele pega a tocha e olha para a parede, deparando-se com um monte de ossos. Os ossos começam a se mover e girar. Leodak sai do local e usa seus poderes para invocar um cantil com vinha, ele joga o líquido no chão e solta a tocha no chão, fazendo o navio entrar em chamas.

Leodak vê um esqueleto gigante sair da cabine do comandante, devia ter uns 3 metros e podia mudar seu forma por ser feito de ossos e não sentir... Era completamente deslocável... O garoto sabia que não podia lutar sozinho contra aquilo, seria burrice. Então, decidiu que iria fugir, saltou para o primeiro navio e como era de se esperar o esqueleto gigante o seguiu, acertando o navio em cheio e fazendo com que ele tombasse.

Agora em mar, podia ver pedaços de madeira flutuando pelo mar... Alguns estavam em chamas... Leo ficou um pouco preocupado, não via mais nenhum de seus inimigos e decidiu que voltaria para o acampamento, só não sabia como... Pegou mais um de seus dracmas e soltou na água, destinou para Quíron e solicitou um hipocampo. Quando ele terminou de faltar algo puxou sua perna, algo inteiramente feito de ossos. Ele olhou para baixo e viu que eram restos de esqueletos, mas os fatos tomaram um rumo inesperado... Um redemoinho foi criado ao redor do garoto, seria aquela a ajuda de Poseidon? Em seguida os ossos foram para o lado externo, para depois sumirem na água, deixando apenas o semideus ao centro. Ele perdeu a consciência e quando recobrou, já estava no acampamento.

poder:
 
armas do semideus:
 
Oferenda:
 
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MensagemAssunto: Re: Uma Invasão sangrenta [One Post Externa para Leodack]   Qua 17 Abr 2013, 15:28

♦Hora da avaliação!♦



♦ Ortografia: 10/10 pontos: Boa ortagrafia e bom uso dos pontos textuais, parabéns.

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: 18/30 pontos: Pude perceber vários pontos de incoerências, como por exemplo a troca súbita de um navio para o outro, Quíron e sua chegada no chalé XII, entenda, Quíron não informa e nem vai a ninguém, ele envia seus sátiros para a chamada, na próxima mais cuidado... O incêdio com apenas 1 litro de vinho... Usar o toque transmutar e aparecer já em um cantil? Você precisaria ter esse cantil, o aparecimento misterioso do mesmo foi incoeso. A oferenda... Sim, isso realmente é um dúvida, o fórum nunca insitituiu uma regra básica sobre isso, então considerarei, contando que apenas um dracma não valeu a chamada, então retirarei 20, 10 para cada utilização [Poseidon e Quíron].

♦ Organização da Postagem: 10/10 pontos: Conseguiu organizar tudo nos devidos conformes!

♦ Uso Adequado de Linguagem: 10/15 pontos: Linguagem "informal" com gírias, termos neotextual e etc só se pode ser usado em falas, na narração a linguagem tem de se manter culta. Colocar no meio do texto explicação em parênteses é falha... O mais coerente é por no final do tópico um spoiler de observações.

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: 8/10 pontos: A luta, efetivamente não se mostrou, apenas foi demonstrado uma estratégia. Que no meu ver fora bem descrita, pela falta de uma batalha corporal (Que foi o que eu esperava pelo menos para com o Elemental) foi retirado alguns pontos do quesito.

♦ Capacidade Descritiva: 19/25 pontos: Você descreveu bem, mas deixou coisas no alto, como por exemplo a descrição do barco e dos monstros... Você se preocupou muito em narrar o ínicio, onde nada se relacionava com a missão. Da próxima descreva mais o fim!

Experiência obtida em post: 225xp

Ganhos em missão:
> 225 pontos de experiência;
> 15HP/MP nos pontos finais;
> - 5HP/MP nos pontos atuais;
> Presente de missão: Aumento em arma: Espada das Videiras
Atualizado!


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