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 Teste antigo

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Birdy Vedder
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Ficha do personagem
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MensagemAssunto: Re: Teste antigo   Seg 11 Mar 2013, 20:31

Birdy Vedder



• Descreva a personalidade, defeitos e qualidades do seu personagem.
R> Físicas> Tem cabelos castanhos levemente encaracolados algumas mexas fazem parte de vez em quando, a pele é branca e macia, os olhos são azuis, e tem o rosto arredondado.
Psicológicas > Birdy é uma pessoa difícil de se lidar, digamos assim, adora liderar as coisas, e não suporta que a comparem com os outros, não teve uma infância muito fácil, o que a fez virar uma adolescente um pouco problemática, não se acostuma facilmente com os outros. Adora irritar as pessoas, e não é nenhum pouco moralista.
• Faça uma narração da sua chegada ao acampamento, descrevendo o melhor possível até o momento de sua chegada, tente contar a história do personagem narrando até o momento de sua reclamação. A narração deve conter um mínimo de 600 palavras do word.
R: Acordei com o sol sobre a minha face, abri meus olhos totalmente desanimados, eu ainda não tinha me adaptado com a idéia de ser uma semideusa, na verdade eu mal conseguia acreditar que isso existia, não conseguia entender nada, chegava a pensar que estavam me enganando, e eu odeio ser enganada, não conseguia nem ao menos olhar para minha mãe, que a essa hora já devia estar se remoendo de culpa. Ajeitei meus cabelos de um modo qualquer, desci para o café, chegando à mesa eu me deparo com Jess e Phill ‘’meu pai’’, calados olhando para a cara um do outro. Com certeza escondiam algo, o que mais poderia ser pior?
Sentei-me numa das cadeiras e comecei a devorar o pedaço de bolo frio de chocolate, eles continuavam se olhando de um modo estranho, pareciam se comunicarem por telepatia e aquilo já estava me irritando, eu não sou uma pessoa muito calma, então acabei me alterando:
- Caramba, o que está acontecendo? – Falei um pouco alto, o que despertou o olhar de Phill para mim.
- Não grite com sua mãe, garota. – Respondeu no mesmo tom de voz, o que me fez começar a bufar.
- Você não é meu pai, não manda em mim. – Gritei já vermelha de tanta raiva. – Mentiu todo esse tempo, e isso eu não vou aceitar. - Senti algo atingindo meu rosto, havia sido um tapa, nada que me surpreendesse de Phill já era comum.
- Não Phill, não bata nela. – Pedia Jess no meio de lágrimas e soluços, outra coisa que eu também já esperava, nada de reação vindo dela.
- Só por que a sua mãe está pedindo, e mais uma coisa, dessa você vai gostar, você vai embora daqui Birdy. – Gritou ele com o rosto vermelho. – Nunca mais veremos essa sua cara de vadia. – Do que aquele bêbado estava falando? Olhei para minha mãe assustada, ela veio em minha direção e começou a me explicar o que ele falava. Ela me falou que eu iria me mudar para um acampamento para semideuses, ela não queria aquilo, e eu conseguia ver isso dentro de seus olhos. Mas ela sabia desde o começo que era necessário, tanto pela minha ‘’natureza’’ quanto para minha paz de espírito, já que Phill estava me odiando tanto quanto eu a ele. Mesmo insistindo muito, a decisão já estava tomada, e olha que eu não tive participação nisso.
Subi para o meu quarto com o rosto vermelho de tanto chorar, além de ter que aceitar o fato de ser uma aberração, eu teria que conviver com outras aberrações. Comecei a arrumar minhas malas, não levava muita coisa, só o meu violão e algumas roupas. Teria mais duas horas antes do tal guardião vir me buscar, nesse tempo eu ficava pensando no que encontraria por lá, nesses eu incluía dragões, Gnomos, e até mesmo bruxas. Isso que dá não saber diferenciar uma mitologia da outra. Mal percebi quando peguei no sono.
Acordei sendo chacoalhada como um suco de caixinha, abri lentamente os olhos, pois estavam sensíveis em efeito das lágrimas, Me deparei com minha mãe a me encarar, Phill encostado na porta com a mesma cara nojenta de sempre. E Um homem um tanto alto, que vestia um casaco preto e comprido, mas o que alguém estaria fazendo de casaco em pleno verão de Los Angeles? Como eu disse, aberrações.
Encarei minha mãe por certo tempo, aquilo parecia feri-la, ela era a única que parecia estar sofrendo. Já que Phill parecia gostar de me ver partindo.
Não falei nada, só caminhei até o canto do quarto onde estavam minhas malas, as tomai na mão e comecei a caminha para fora de casa. O tal homem enorme vinha logo atrás, sem mesmo me dizer nada.
Seguimos até o táxi parado em frente da minha casa, entrei nele sem me despedir, aquilo iria doer tanto em mim quanto nela. O Homem do casaco foi no banco do carona e eu no traseiro. Quase quatro horas para que o taxista parasse aquela geringonça amarela, olhei em volta me deparando com uma mata fechada.
Estranhei aquilo, não pensei que fosse um camp de mata, de verdade, e sim um rancho com aspectos de floresta. Desci com algumas das malas, já que o cara do casaco (não perguntei o nome, não interessava) também levava algumas.
Caminhamos por uma trilha com algumas tochas decorativas, era um lugar exótico, e bem legal, pelo menos, parecia. Não demorou muito para que chegássemos a entrada do lugar, era um tipo de portão bem grande e exótico, vale relembrar.
Já estava amanhecendo, e não conseguia enxergar a estrada, não pensei que estivéssemos tão longe assim.
Enfim adentramos os portões, olhei para os lados, me deparando com algumas pessoas, sim, pessoas comuns, transitando pelo local, fiquei com a cara no chão. Cadê as bruxas? Meu? E os dragões?
O homem da capa, o fato de não saber o nome dele já estava me irritando, mas eu preferia não dizer nada, vai que ele não fala minha língua. Ele segurou meu braço e começou a me guiar em direção a um chalé, era um lugar grande até.
- Senhorita Vedder, esse é o Chalé de Hermes, enquanto a senhorita não receber a reclamação, ficará hospedada aqui. – Dito isso ele saiu, nem me esperou responder.
Bufei e comecei a caminhar pelo lugar que se encontrava totalmente silencioso. Recolhi minhas malas e comecei a subir as escadas. Não demorou muito para que encontrasse um quarto, uma menina que saia do banheiro, disse que eu poderia dormir no mesmo quarto que ela. Só assenti, mesmo não tendo vontade de fazer.
1 Semana depois...
Eu ainda não havia me adaptado com nada daquilo, tudo era muito novo para mim, as atividades estavam me matando, eu já não podia dormir muito bem de noite, devido a vozes que eu podia ouvir a me chamar, eu só podia estar ficando louca.
Eu havia acabado de chegar de mais um dia de treinamento, minha cabeça latejava, eu precisava dormir, aproveitei que o sol ainda estava se pondo, então não corria o risco de ser perturbada por fantasmas, para poder dormir um pouco. Subi diretamente ao quarto, ignorando a todos que falavam comigo, digamos assim, do jeito que deitei eu dormi.
No Meio do Sono-
Acordei com um barulho ensurdecedor soando nos meus ouvidos, parecia que havia um apito dentro deles, abri os olhos assustada, olhei para os lados e não vi minha colega, senti um frio percorrer meu corpo, minha visão começou a ficar embaçada, até que no meio do esforço para enxergar, eu consigo ver uma pessoa.
Tinha uma aparência feminina, mas eu mal podia ver sua face, ela veio caminhando até mim, seu vulto branco parecido com um fantasma se aproximava e mais frio eu sentia, recuei um pouco. Ela carregava algo em mãos, e eu fazia esforço para enxergar.
Até que ouvi uma voz soando dentro dos meus ouvidos.
- Pegue são seus – Falou uma voz masculina, tanto quanto amedrontadora. Fiz o que ele pediu, tomei nas mãos um tipo de elmo e um bracelete.
- Quem é você? – Gritei pensando que ele me ouvira assim.
- Hades, Hadesss, Hadesss. – A voz soou como um eco. Arrepiei-me no mesmo instante,havia me agradado com isso, muita gente comentava sobre o mesmo, meio que entre dentes, mesmo sem nunca ter ouvido coisas boas a respeito do mesmo, eu me sentia bem em saber quem era meu pai.

• Suponha que já tenha sido reclamado. Você acaba de sair de um treino noturno, e está voltando para o seu chalé, passando perto da floresta. Você escuta vozes e cânticos, e se sente impelido a seguir para descobrir o que é. Já no centro da floresta, você vê uma gruta, com dríades dançando e cantando. Elas ficam felizes em lhe ver, tentando fazer com que entre na caverna e se banqueteie com seus alimentos. Se não entrar, elas ficam raivosas, e se entrar, não o deixarão sair. Elas se dizem descendentes de Minthê, enraivecidas com Hades por ter abandonado a irmã há eras, e agora tentam descontar em seus descendentes. Dê um jeito de escapar, mas de modo algum mate as dríades. Seja coerente - as dríades são todas lvl 3, com equipamentos e poderes condizentes. Você pode usar os poderes até o nível 6.
R: Não tinha muito tempo para pensar no que fazer então resolvi ‘’Lançar a Sorte’’, abri o meu melhor sorriso (o mais sincero que eu pude fingir), e concordei em entrar na caverna, eu como sou uma pessoa que finge muito bem, não dei motivos para que desconfiassem de mim, o que as deixou com há guarda um pouco baixa, íamos entrando para dentro da caverna até que consigo me deparar com um carvalho não muito longe, dali surgiu uma idéia, era um golpe tanto quanto baixo, mas como eu não sou nem um pouco moralista, eu o faria. Carregava comigo o meu Escudo do Medo e a Foice Obscura, que haviam sido entregues na minha reclamação, ativei o Elmo mesmo com certa insegurança, o que acabou por me fazer invisível, Elas olhavam para todos os lados a minha procura, para assegurar que não me detectassem lancei sobre elas um nuvem negra, enquanto elas se perdiam no meio da imensidão negra eu corri até perto do carvalho, ativando também a minha foice obscura (improvisando como um machado) não queria as matar só que ficassem com medo e fossem para a caverna, assim que a fumaça negra sumiu, eu já não estava mais invisível, elas olharam para mim furiosas.
Elas se aproximavam bufando, mirei a foice no carvalho o que as fez me olharem espantadas, gritei para que todas ouvissem ‘’ Entrem na caverna agora, ou eu corto a irmã de vocês’’. Tá que elas eram rápidas, mas eu não treino todo dia pra virar uma lesma certo? e com a mira que eu tinha, e com essa Foice. Uma batida e já era um carvalho centenário.
Bem, eu tive que arriscar, elas se entreolharam e começaram a adentrar a caverna, vi duas Dríades que pareciam serem bem fortes, lancei sobre elas o meu poder de persuasão (concedida pelo Elmo), as fiz assegurar que não deixariam nenhuma de suas irmãs saírem enquanto eu não estivesse longe o bastante. Elas entraram na caverna sobre guarda das fortonas, e eu comecei a correr em direção ao meu chalé.

____

Birdy Vedder

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Diego Stark
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MensagemAssunto: Teste antigo   Dom 24 Mar 2013, 12:37

• Descreva a personalidade, defeitos e qualidades do seu personagem.
R- tipo físico; cabelos pretos e crespos , olhos castanhos escuros, pele branca, e rosto afilado. personalidade; amigável, ambicioso, um pouco rancoroso, Tímido e bastante divertido e engraçado.
• Faça uma narração da sua chegada ao acampamento, descrevendo o melhor possível até o momento de sua chegada, tente contar a história do personagem narrando até o momento de sua reclamação. A narração deve conter um mínimo de 600 palavras do word.
estava chovendo muito e o sol estava totalmente obstruído pelas nuvem. Era uma manhã de Domingo e logo fui surpreendido pela minha mãe que entrava em meu quarto silenciosamente.
-Tem um Amigo seu querendo ver você-informou ela ao me ver de olhos abertos.
-Quem?- perguntei meio zonzo de sono.
-Alguém de seu colégio. foi que ele disse.
levante esfregando os olhos e cambaleando um pouco.
Quando cheguei na sala vi um rosto totalmente desconhecido. era um garoto um pouco Bronzeado, de cabelos lisos e bem pretos, sentado parecia que ele era maior que eu e um calor estranho tomou conta de mim quando fui me aproximando dele.
-ah diego, que bom velo novamente!-falou ele com um sorriso e eu, não sabendo o porque menti de volta.
-sim também é muito bom te ver.
-bem vou deixa-los a sós, se precisarem de algo é só me chamar - disse minha mãe indo pra cozinha.
-bem, você deve estar se perguntando quem eu sou não é?- perguntou ele quando estávamos sozinhos.
-não- respondi com ironia- é claro que não.
ele rio e começou a falar.
-você vai achar bem estranho oque tenho pra te falar, mas por favor ousa com atenção. você já ouviu falar dos deuses gregos antigos?
-logico, adoro a mitologia grega.
- e se eu falasse pra você que não é mitologia e que eles realmente existem?
-eu mandaria você tomar seu remédio- disse eu rindo.
Ele também riu e continuou.
-é serio, talvez nem sua mãe saiba disto, eles exitem e as vezes tem filhos com mortais que são o semi deuses.
-é eu sei, mas oque eu não sei é aonde você esta querendo chegar com essa conversa- disse desconfiado.
-Diego, eu sou Michael yew , um filho de apolo, deus do sol, e vim aqui para leva-lo para o acampamento meio-sangue, um lugar seguro para semi deuses que nem nós.
-oque?-falei surpreso-você esta dizendo que eu sou um semi- deus? mais como?
-Também não sei como, mas Quiron, o diretor de atividades do acampamento, foi informado pelo senhor D, que aqui mora um semi-deus, foi por isso que eu disse que talvez nem mesmo sua mãe saiba disto, e é melhor eu te levar para o acampamento antes que os monstros possam sentir teu cheiro.
-Como isso pode ser possível, deuses gregos não existem!
-sim Diego existem- mais não foi a voz de Michael que falou e sim da minha mãe que vinha saindo da cozinha e eu fiz uma cara de estrema surpresa- eu estava com receio de contar pra você essa historia, a vindo de Michael ajudou bastante.
A conversa durou horas, era muita informação para a minha cabeça. por um lado eu gostava da ideia de os deuses gregos existirem e por outro lado não sabia oque pensar. mais logo eu estava entrando em um táxi que estava já na porta de minha casa, mas quem dirija era outro garoto da mesma idade da de Michael.
-esse Jake Mason, filho de Hefesto, deus ...-eu o interrompi.
- deus do ferreiro e deus do fogo, é eu sei.
Eles se entre olharam e Michael entrou no táxi para que pudéssemos partir.
-foi por isso que sentir um estranho calor quando me aproximei de você na sala- disse eu poucos segundos depois- todos os filhos de Apolo exalam calor?
- um pouco sim- disse Michael rindo.
-como você descobre que é seu pai, no meu caso?
-o deus tem que reclamar você.
-como saberei que ele me reclamou?-de repente uma onda de perguntas veio na minha mente, e eu me vi entusiasmando.
-o simbolo do deus vai aparecer a cima de sua cabeça, por exemplo, nos filhos de Poseidon aparece um tridente.
-muito legal, tem muitos filhos de Poseidon? digo no acampamento?
-não- quem respondeu essa foi Jake- só tem um, seu nome é percy jackson.
-percy como de perceu?
-sim, e caramba você gota de fazer perguntas né?- sorrio Jake.
-desculpe mais é que eu estou um pouco entusiasmado.
Depois de uma hora de viajem a Chuva tinha parado e o sol tinha aparecido brilhando como nunca e eu pudi ouvir um "que maravilha" de Michael.
A viajem perdurou por mais uma hora até que Jake disse que já estávamos chegando. Ao pararmos vi uma grande colina, a colina meio sangue, segundo Michael. Rapidamente fomos em direção a ela, mas de estante em estante jake e Michael ficavam olhando ao redor procurando por algo. logo eu me vi em um lugar que realmente era um acampamento, cheio de garotos e garotas que estavam treinado com arcos e flechas. ao passarmos muitos campistas falavam com Jake e Michael, mas eles me levaram diretamente para o tal do Quiron do senhor D que estavam conversado parados do lado de um estabulo que abrigava estranhos cavalos co asas.
- Aqui estar senhores- do jeito que ele falou pareceu que eu era uma mercadoria.
-ah, sim o jovem diego, é muito bom que tenham chegado a salvos. tiveram algum problema na viagem?- perguntou um cara que da cintura pra baixo era um cavalo e da cintura pra cima era um homem normal.
-Não senhor, nada. apenas tivemos que convencer ele a vir conosco.
O centauro colocou sua mão na minha cabeça despenteando meus cabelos e sorrio.
-bem podem ir, agora é com agente- disse um homem gordo que estava bebendo uma lata de refrigerante do lado do centauro, e então Jake e Michael se despediam de mim e se foram.
-vocês tiveram sorte, geralmente os monstros atacam os semi-deuses que estamos transportado. bem eu sou Quiron, o chefe de atividades do acampamento e este é senhor D, o diretor to acampamento.
Minha conversa com eles foi mais curta que a conversa que eu tive com Michael em minha casa e depois de acabado Jake me orientou como andar no acampamento, os horários, os deveres e o também sobre os chalés que a proposito eu ficaria no Chalé de hermes que é também para os novatos na qual não se sabe o pai ou mãe.
Três semanas haviam se passado e eu já estava familiarizado com o local, mais certas pessoas pareciam me esnobar, principalmente os filhos de ares, mas em uma manha quando quando eu estava na mesa tomando o café da manha todos ficaram olhando pra mim e apontavam para cima de minha cabeça. parece que meu pai tinha finalmente me reclamado. Hades o senhor dos mortos, a quem nenhuma alma tinha escapado ou engando, ele era meu pai, e um grande arrepio tomou conta do meu corpo quando eu vi as pessoas me olhando com olhares assustados e medrosos. finalmente eu iria para meu propio chalé.
• Suponha que já tenha sido reclamado. Você acaba de sair de um treino noturno, e está voltando para o seu chalé, passando perto da floresta. Você escuta vozes e cânticos, e se sente impelido a seguir para descobrir o que é. Já no centro da floresta, você vê uma gruta, com dríades dançando e cantando. Elas ficam felizes em lhe ver, tentando fazer com que entre na caverna e se banqueteie com seus alimentos. Se não entrar, elas ficam raivosas, e se entrar, não o deixarão sair. Elas se dizem descendentes de Minthê, enraivecidas com Hades por ter abandonado a irmã há eras, e agora tentam descontar em seus descendentes. Dê um jeito de escapar, mas de modo algum mate as dríades. Seja coerente - as dríades são todas lvl 3, com equipamentos e poderes condizentes. Você pode usar os poderes até o nível 6.

R- Eu não tinha tempo a perder quando elas tentaram se aproximar de mim, eu desembainhei a minha foice obscura(que ganhei na minha reclamação) e fiquei golpeando o ar tentando fazer medos a ela, mas ela apenas riram e investiram contra mim, eu me desviem rapidamente e quando elas se viravam em minha direção usei o Camuflagem inicial ficando com que elas não me visem. elas gritaram e esmurraram o ar na esperança de me acetar. uma delas vinha em minha direção e eu não podia mim mexer se não minha camuflagem se desfazia então fui forçado a pular de lado para que ela não esbarrasse em mim. elas vociferaram em minha direção, uma delas tetou me chicotear mais eu fui mais rápido e rolei pro lado e ao mesmo tempo me levantei correndo para longe delas, mas elas eram mais rápidas que eu e logo me alcançariam em tão usei a nuvem negra para atrapalhar a visão delas que neste momento gritavam raivosas e batiam umas nas outras. quase fatigado eu corri o mais rápido que pude para meu chalé as deixando para traz gritando de raiva.
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