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 A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]

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Dionísio
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MensagemAssunto: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Qua 15 Maio 2013, 19:14

♦A pedra de Rubelita♦



A floresta estava com uma movimentação estranha, alguns sátiros havia entrado em contato com Quíron argumentando que as Dríades e os Espíritos da água estavam recolhidos e pareciam muito assustados, alguns deles diziam que “A pedra do firmamento calariam as bocas”

Quíron muito criterioso resolveu chamar algum semideus novato para que investigasse o que realmente estava acontecendo. Seja lá o que fosse, algo dizia a Dionísio que James Ston seria uma boa opção. Então estava dado o decreto, James partiria pra floresta no dia seguinte saber o que realmente estava acontecendo.


Diretrizes da missão:
Código:
Ø   A missão trata-se de uma Comum Interna, então nesse primeiro post, narre como foi seu dia anterior ao chamado de Quíron a Casa Grande para informa-lhe sobre a missão.
Ø   Narre até a chegada à floresta.
Ø   Você recebeu alguns utensílios para permanecer na Floresta até solucionar os problemas, está incluso: [Três comprimidos mágicos, que, quando estourados ergue um “Camp” para poder descansar, recuperando a vida e a energia de James] [Cantil de água mágico, interminável] [Pacote de bolachas mágico, interminável]
Ø   Lembre-se de narrar as armas que levou, sabendo que, terás que colocá-la em spoiler ou code no final de todas as narrações.
Ø   Prazo para postar: 5 dias
Ø   Boa sorte, prole de Quione.

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Qua 15 Maio 2013, 20:39

Acordei cedo, abri os olhos e me espreguicei na cama, nenhum dos campistas do chalé de Quione havia acordado, fui dar uma de minhas caminhadas matinais, passei no chalé de Hermes para ir de encontro a Anne, mas ela ainda dormia, segui em direção ao bosque. Sempre fui bastante ligado á natureza, aprendi a lutar sozinho pela minha sobrevivência, levando comigo o peso da responsabilidade de proteger Anne de constantes ataques de “animais” selvagens que puíam em risco as nossas vidas. Sempre me senti bem perto das árvores, Quíron concluiu que foram elas “as dríades” que garantiram nossa sobrevivência por tanto tempo naqueles velhos bosques de Ottawa, criamos uma ligação muito forte e eu meio que podia ouvi-las, mas algo parecia errado, e não era apenas o escaldante sol daquela manhã que me causavam náuseas, os espíritos da natureza estavam agitados, eu ouvia rumores sussurros, e até mesmo gritos de desespero sobre uma tal pedra do firmamento, diante de tanto alvoroço fui tirar satisfações a Quíron:
-Quíron, o que está havendo no bosque?
-James, estava à sua proucura - respondeu meio que aliviado a me ver – Preciso que investigue exatamente isso para mim.
-Mas por que eu?
-Algo me diz que é a pessoa mais indicada para isso, além disso, não quero alarmar os campistas, um novato como você seria perfeito para essa missão. Você começará amanhã, não chame muito a atenção, vou tentar controlar a situação entre os campistas e não se esqueça, será sua primeira missão, está na hora de colocar suas habilidades em prática, não me decepcione conto com você.
Era a minha chance, a minha primeira missão, num território que eu já estava acostumado, o que em certa parte compensava as minhas deficiências, pois desde minha chegada ao acampamento não havia treinado nenhuma vez.
Contei as horas, para que o dia terminasse logo não consegui dormir de ansiedade, o relógio marcava quatro horas da manhã, me levantei “o céu estava escuro” o tempo estava nublado e frio, o que me agradava bastante “mais um ponto a meu favor”. Vesti-me, meu velho casaco de capuz e a minha encardida luva sempre me acompanhavam, na minha mochila havia três comprimidos mágicos, um cantil de água mágico e um pacote de bolachas mágico, todos esses utensílios cedidos por Quíron. No meu pulso em forma de pulseira a famosa Iceclaw e escondida em meu bolso como uma simples caneta esferográfica a aurora boreal ambos presente da minha mãe.
Dirigi-me à floresta, o orvalho nos galhos das árvores me rejuvenescia, a florestas estava em silêncio eu ouvia apenas o uivo do vento


Código:
 Iceclaw [Corrente de cristal de material semelhante ao arco. Quando ativada, possui espinhos e saliências demonstrando o aspecto ameaçador do gelo eterno que aguarda os incautos para levar a morte. Uma vez a cada 3 rodadas, a um comando do semi-deus, os espinhos se soltam, partindo em direção ao oponente, como estacas afiadas. O alcance é de 1m por nível, e não são teleguiados, permitindo uma esquiva normalmente - ainda que em geral a surpresa do primeiro ataque favoreça o semi-deus. A cada inimigo morto, um novo espinho cresce, condensando a forma do inimigo em uma escultura perene.Os espinhos realizam um único ataque, como uma única arma, e o dano é proporcional ao nível do filho de Quione. Quando desativada transforma-se em uma pulseira de couro com spikes prateados]
Aurora Boreal [ Espada de prata e ouro branco, sua lâmina é tão polida que seus movimentos provocam pequenas oscilações luminosas, lembrando o evento que lhe dá o nome. Essas oscilações também provocam um efeito hipnótico no oponente, causando ilusões que dão a impressão de que a espada pode alterar seu formato, e reduzindo as defesas do oponente em 20% durante os 5 primeiros turnos do combate. O limite da ilusão varia dentre os diversos tipos de armas aparentadas a espadas, entre uma adaga e uma espada de duas mãos. O efeito é ilusório - a espada real é uma espada longa de uma mão. Personagens de nível mais elevado que o filho de Quione não sofrem com a ilusão, e personagens do mesmo nível ou abaixo que sejam resistentes a este tipo de habilidade ainda tem 20% de chance de ser afetado - definido pelo narrador. Transforma-se em uma caneta.]

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Sex 17 Maio 2013, 17:23

♦A pedra de Rubelita - Parte 2♦




A floresta tinha um vento sedutor para James, claro... As armadilhas daquele local sabiam muito bem como atrair qualquer semideus, qualquer criatura, independente do seu pai Olimpiano ou de sua força comunal.
No entanto, a floresta pairava estranha, James logo concluiu que aquilo se dava por causa do tal problema, do motivo por qual estava ali, a missão... Ele teria que voltar para Quíron com uma resposta, com uma solução.

James adentrava na floresta, analisando pedaço por pedaço. Algo o surpreendeu, uma Dríade de pele amarela e roupas de mesma cor, com cabelos esvoaçantes, grandes e loiros além de olhos de serpente, um amarelo infinitamente forte, destacando a pupila negra da criatura. Ela estava até então em forma de um grande Ipê, e quando James passou por ela, a criatura tomou sua forma natural. James segurou um “uau!” então a Dríade se pôs a falar:


- Semideus! Semideus!... Semideus? Sim, você deve ser um deles, ninguém em sã consciência viria para a floresta depois das coisas que vem acontecendo! Você precisa dá uma solução! Ontem vi o olhar da minha irmã pela última vez, oh! Como a Sannie era perfeita... Mas aquele anão de uma figa, aquele miserável, aquele... Assassino! Tirou-lhe de mim. Vá atrás dele, busque vingança por mim! Impeça que isso aconteça com mais criaturas como nós. Ande depressa, honre nossa floresta.

James ficou sem ar, mal podia assimilar tudo que ouvia, e por um segundo passou por sua cabeça em porque um novato estaria se ocupando de algo com tanta periculosidade no meio de tantos veteranos extremamente forte... E uma ideia lhe ocorreu... Será que Quíron usou-me como isca para uma ameaça que ninguém sabia e agora, todos estavam lá se reunindo para lutar?

James parou de pensar quando uma ave de Estifinália enorme rebateu contra a pobre Dríade, tomando junto consigo a vida do espírito da natureza. A ave sumia ao leste levando a Dríade em seu bico. James ficou sem reação e mais do que nunca teve certeza que precisava tomar uma atitude.


Diretrizes da missão:
Código:
Ø   Narre à entrada na floresta e procure visar agora para a descrição do local.
Ø   Narre logo em seguida, o momento em que a Dríade aparece e pede uma súplica para você, lembrando em não alterar sua fala.
Ø   Por último narre, logo depois da morte da Dríade, sua revolta e atitude: Seguir para o Punho de Zeus, encontrado mais adiante.
Ø   Não se esqueça de por seus sentimentos no post.
Ø   Ponha em code ou spoiler as suas armas e poderes utilizados durante o post, no final do post, assim como no 1° post (Isso terá de ser feito em todos os posts seguidos)
Ø   Prazo para post: 5 dias
Ø   Boa sorte, prole de Quione.


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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Sab 18 Maio 2013, 19:22

Aquilo tudo era magnífico, a calmaria da floresta me envolvia, os primeiros raios solares tocavam a copa das árvores provocando um intenso brilho que se refletia nos meus olhos, aquilo tudo me deixava num estado de nostalgia. Fiquei paralisado ali, admirando aquele local durante horas, só me dei por mim após perceber que o sol havia mudado de posição, já era meio-dia, de alguma forma aquela floresta havia me enfeitiçado, e algo me dizia que isso não era muito comum.
Pus meu capuz e evitei olhar para cima, havia perdido a manhã inteira e não queria ficar para ver aquele local á noite, observava atentamente em busca de algo que me trouxesse resposta, eu não podia voltar sem uma solução para aquele mistério que estava me atormentando, apressei o passo, até que uma voz me surpreendeu:
- Semideus! Semideus!... Semideus? Sim, você deve ser um deles, ninguém em sã consciência viria para a floresta depois das coisas que vem acontecendo! Você precisa dá uma solução! Ontem vi o olhar da minha irmã pela última vez, oh! Como a Sannie era perfeita... Mas aquele anão de uma figa, aquele miserável, aquele... Assassino! Tirou-lhe de mim. Vá atrás dele, busque vingança por mim! Impeça que isso aconteça com mais criaturas como nós. Ande depressa, honre nossa floresta.
Era uma Dríade, estava entre outras árvores na forma de um ipê, me parecia desesperada, tinha a pele amarela, longos cabelos loiros que lhe tocavam os pés, usava apenas uma manta de pura seda do mesmo tom de sua pele, que lhe cobria desde seu busto até os seus joelhos. O que mais me chamou a atenção naquele ser, foram os seus grandes e chamativos olhos, que como os de uma serpente eram amarelos com uma enorme pupila vertical negra.
Estava pronto para ajudá-la, mas algo passou pela minha cabeça ”O que aquela Dríade estava fazendo sozinha no meio daquela floresta em meio de todos os acontecidos? E porque ela viria pedir ajuda justo a mim, um novato sem nenhuma experiência de combate, enquanto que no acampamento havia “experts” em resolver mistérios e lutar contra monstros? E afinal porque eu sou tão importante, porque fui o escolhido de Quíron? Será que eu era apenas um peão em seu jogo de xadrez? A situação estava mesmo alarmante e atingindo graus que eu realmente não esperava. Será que fui apenas uma isca e agora todos estavam se preparando para lutar?”
-Que ótimo, era só disso que eu precisava, mais uma dúvida em minha cabeça. –pensei comigo mesmo. Ela poderia ser apenas mais um truque da floresta para me atrair pra uma armadilha.
Antes que eu pudesse lhe responder qualquer coisa, um enorme pássaro de penas negras como a noite, enormes garras e um brilhante bico de bronze, atacou a árvore levando consigo o espírito da Dríade. Fiquei sem reação não podia fazer nada, me sentia impotente, agarrei a Aurora Boreal no meu bolso e a destampei, quando a brandi no ar a criatura já não estava mais ao meu alcance. As folhas do ipê caíam, o que provava Dríade não estava mais com vida.
Fiquei furioso, ela contava com a minha ajuda, eu poderia ajudá-la, mas a decepcionei, nunca esquecerei aqueles fixos olhos que me imploraram ajuda, eu havia estragado tudo e por minha culpa ela estava... estava... morta. Mas Quíron me confiou essa missão, seja como peão, ou rei tinha que cumpri-la e não podia decepcioná-lo.
Senti vontade de voltar, mas apenas me ajoelhei e chorei, fincando minha espada no chão que reluzia em várias cores congelando todo o solo a minha volta.

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Aurora Boreal [ Espada de prata e ouro branco, sua lâmina é tão polida que seus movimentos provocam pequenas oscilações luminosas, lembrando o evento que lhe dá o nome. Essas oscilações também provocam um efeito hipnótico no oponente, causando ilusões que dão a impressão de que a espada pode alterar seu formato, e reduzindo as defesas do oponente em 20% durante os 5 primeiros turnos do combate. O limite da ilusão varia dentre os diversos tipos de armas aparentadas a espadas, entre uma adaga e uma espada de duas mãos. O efeito é ilusório - a espada real é uma espada longa de uma mão. Personagens de nível mais elevado que o filho de Quione não sofrem com a ilusão, e personagens do mesmo nível ou abaixo que sejam resistentes a este tipo de habilidade ainda tem 20% de chance de ser afetado - definido pelo narrador. Transforma-se em uma caneta.]
{Perícia com arco}Todos os filhos de Quione usam bem armas à distância. É considerado sempre como se tivessem um nível nessa perícia.
{Resistência ao frio} Poderes baseados em gelo sempre causam 50% do dano a menos. Além disso, gelo e frio naturais não afetam o semi-deus normalmente - ele é 5 vezes mais resistente do que um humano comum, mas ainda pode sofrer privações por temperaturas extremas.

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Dom 19 Maio 2013, 16:19

James Ston escreveu:

Passei a noite ali aos pés daquela arvore sem vida, me culpando por sua morte.Mas precisava fazer algo a respeito, eu me vigaria de Sannie pela Dríade que deu a sua vida para me pedir ajuda, ergui a cabeça e já sabia o meu próximo destino, iria para o lado da onde aquela demoníaca ave surgira, O Punho de Zeus .

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{Perícia com arco}Todos os filhos de Quione usam bem armas à distância. É considerado sempre como se tivessem um nível nessa perícia.
{Resistência ao frio} Poderes baseados em gelo sempre causam 50% do dano a menos. Além disso, gelo e frio naturais não afetam o semi-deus normalmente - ele é 5 vezes mais resistente do que um humano comum, mas ainda pode sofrer privações por temperaturas extremas.

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MensagemAssunto: Alerta: Como você é novato, talvez não saiba que postagem dupla em missões não são permitidas, mas como se trata de um campista novato e primeira missão não irei descontar pontos, apenas alertei para que fique avisado e não cometa o mesmo erro novamente.    Ter 21 Maio 2013, 22:11

♦A pedra de Rubelita - Parte 3♦




James, logo após presenciar mais uma morte por um motivo ainda desconhecido, prontificou-se a seguir por onde a criatura tinha surgido: O Punho de Zeus.

A grande pedra que lembrava o Punho do Deus dos Deuses, daí vindo o nome, não ficava longe de onde James se encontrava, por isso não demorou muito para que o semideus avistasse o local de longe. A manhã já era nítida, e James se lembrou de que não havia comido desde então, não havia descansado desde então.

Ficaria ao gosto dele, continuar e depois descansar e comer, ou comer e descansar depois continuar. Pouco importava... De qualquer modo o caminha já estava traçado. Um erro? Talvez.

A mata se tornou sombria, sim, mais do que já se encontrava. Um grunhido se soou ao longe, fazendo James se arrepiar e por um instante desconfiar que em pouco tempo estivesse morto. Não demorou muito para de lá sair uma estranha criatura: Um lagarto gigante, com escamas esbeltas de cores vivas, um amarelo corria por sua espinha, e os espinhos em todo seu corpo, tinha um tom de vermelho-sangue... Ou talvez fosse realmente sangue... O ser pairou sobre uma rocha impedindo a passagem do semideus, então algo já se sabia: A primeira batalha de James começaria ali, ou melhor, a primeira batalha pela vida de James começaria agora.


Dados do monstro (Basilisco):
 

Diretrizes da missão:
Código:
Ø   Fique livre para narrar o percurso ou qualquer ato que tenha feito até se encontrar com o Basilisco.
Ø   Lembre-se de: NUNCA NARRE OS MOVIMENTOS, NEM OS PODERES DO MONSTRO. Apenas narre sua parte, suas ações.
Ø   Lembre-se de por em code ou spoiler as armas, habilidades, e poderes usados em missão.
Ø   Prazo para postagem: 4 dias.
Ø   Boa sorte, prole de Quione.



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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Sab 25 Maio 2013, 14:06

Continuei a andar, estava com sede e com fome, não havia feito refeição alguma no dia anterior e havia me hidratado muito pouco, escalei a grande pedra que chamavam de O Punho de Zeus, me sentei, peguei meu cantil e tomei um gole de água, abri o pacote de bolachas e comi algumas. Apesar do pacote de bolachas e o cantil serem mágicos me fornecendo uma fonte inesgotável de água e alimento, eles não restauravam as minhas energias de uma vez, ainda me sentia fraco, e o fato de estar ali sozinho não me parecia bom, eu já estava num estado de nervos, numa explosão de sentimentos angustiantes, medo, decepção, nervosismo, me sentia fraco... Arrependido... Impotente.
Deitei-me sobre as pedras, quando percebi uma movimentação estranha por entre as folhas, segurei a respiração, até soar um alto grunhido revelando uma horrível criatura. Era uma espécie de lagarto gigante, com grossas escamas de cores chamativas, e um amarelo que corria a sua espinha, seu corpo era coberto por espinhos cada um deles manchados de um tom de vermelho que me parecia sangue, talvez fosse, arrepiei-me até o ultimo pelo do meu corpo. Com muita dificuldade tentei descer as pedras, mas o sol da manhã e a minha baixa reserva energética estavam me deixando muito debilitado. Pé sobre pé fui descendo lentamente as rochas, meu esforço era imenso, mas acabei deixando cair as bolachas e o cantil mágico entre as frestas das rochas. O animal se aproximava, eu não iria conseguir resgatar meus objetos, estava completamente perdido, a besta me encurralou na base das rochas me impedindo de descer, não sabia o que fazer, se eu continuasse fritando sob aquelas rochas iria morrer dentro de algumas horas, se eu tentasse descer seria todo esfolado, e servido no espeto para aquele monstro. Não tinha mais o que fazer, havia cansado daquilo tudo e resolvi arriscar, brandi a Aurora Bureau em direção a besta, colocando os poucos pontos que me restavam em jogo.

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Sab 01 Jun 2013, 10:06

♦A pedra de Rubelita - Parte 4♦




Erro: James estava preparando para qualquer coisa, então arriscou tudo... Sim... Arriscou tudo. Talvez o campista novato não sabia com quem ele estava lhe dando, mas o grande lagarto, chamado de basilisco tinha um toque venenoso, e lutar corpo a corpo seria suicídio. Talvez o James soubesse, não poderia saber, apenas se viu o garoto correr com a Aurora Boreal em mãos, erguidas, pronto para atacar.

Infelizmente o monstro era mais ágil, nada diferente do que se poderia esperar de um monstro derivado de um lagarto. Então ele sem muitos esforços, ergueu a sua grande cauda, pondo terror nos olhos do James. “É o fim?” James pensou, mas o objetivo do basilisco não era o James e sim a arma que o menino segurava. A Aurora Boreal voou longe, e deixou James ali, sem saber o que fazer. O menino gritou com o último fôlego que o assolava, e espremeu os olhos, como quem orava para os Deuses, implorando pela vida.

Vshhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Um som de espada cortou o silêncio da floresta, James achou que tinha morrido, e quando abriu os olhos, viu um outro semideus segurando uma espada, e deflagrando ataques contra o basilisco, que infelizmente se desviara de todos. O pior estava por acontecer, o basilisco conseguiu contra-atacar e enroscou o semideus desconhecido com sua cauda.


Diretrizes da missão:

Código:
Ø   Narre o ápice de sua luta, como foi tentar lutar contra o monstro. Abuse da criatividade, além de contar como o monstro lhe desarmou.
Ø   A chegada do semideus foi até então um mistério, e para te salvar ele praticamente se entregou no seu lugar. Narre algo realmente criativo e digno de um semideus, para o libertá-lo. Ações sem explicações ou com pouca coesão, será revertidas no meu próximo post.
Ø   Lembre-se que sua Espada Boreal foi retirada de você, e agora estava lá embaixo, caiu do Punho do Zeus, e pegá-la talvez será mais tempo para que o basilisco mate aquele campista.
Ø   No final do post, desenvolva um diálogo com o semideus, lembrando de só perguntar  e nunca responder por ele mesmo, ele é um NPC.
Ø   Prazo de post: 5 dias
Ø   Boa sorte, semideus.



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James Ston
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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Seg 03 Jun 2013, 17:45

A besta me fitou, só aí percebi a besteira de que estava fazendo, talvez atacá-lo diretamente tivesse sido o maior erro da minha vida, e esse seria o último. Porém a criatura me ignorou completamente deixando um brilho em seus olhos ao olhar a minha lâmina, rapidamente ele a golpeou com sua calda lançando-a para bem longe, estava tudo acabado, eu estava fraco, desarmado e na mira de um enorme monstro, estava morto para resumir, queria desistir de ser semideus e mais uma vez só queria ser um adolescente normal, o que me deixou muito irritado. Pensamentos ruins corriam pela minha mente, lembrava da morte do meu pai, de Anne e de todos os monstros que nos perseguiam, fechei meus olhos e implorei ajuda, mas não implorei aos deuses (eles sempre abandonam seus filhos) e sim aos espíritos da natureza, foram eles que me criaram que me protegeram e que formaram minha família na hora que eu mais precisei, mas nada iria adiantar naquele momento, até a interferência do próprio Zeus não iria garantir a minha vida,quando estava prestes a ser atingido, algo surpreendeu a criatura, abri meus olhos e enquanto verificava se meus braços e pernas ainda estavam no lugar, percebi que o que acabara de me salvar, ao que me parecia, havia sido um semideus, usava a camisa do acampamento e segurava uma enorme lâmina de tom amarronzado investiu contra o monstro bloqueando seus ataques que vinham em minha direção, o “lagarto gigante” rapidamente enrolou sua cauda em volta do corpo do campista o espremendo com uma força descomunal, o semideus não demonstrou a dor que estaria sentindo, o que me deixou menos preocupado, porém um líquido verde escorria pelo corpo do campista, enquanto o monstro parecia atordoado.
Eu não podia ficar ali apenas observando outra vida ser tirada por minha culpa, toquei em minha pulseira com Spike que rapidamente se transformou numa corrente de espinhos letais, atirei ema rajada de espinhos com a corrente nas costas do monstro, pela falta de prática apenas metade o acertaram, mas foi o bastante para o deixar atordoado e soltar o campista, ele estava impossibilitado de lutar e apenas ficou imóvel no chão, agora seria só eu e aquele “lagarto” horroroso, não tinha muito tempo, estava fraco e não poderia continuar fugindo, o clima não me era favorável precisava de um golpe eficaz e definitivo, subi na arvore mais próxima, o monstro me seguiu, porém não conseguiu me alcançar, ele era bom na terra, mas não nas árvores, enquanto ele tentava escalar o tronco com suas patas eu brandi minha adaga e enterrei em seu olho esquerdo com toda a minha fúria:

-Essa é por quase ter me matado...
O monstro urrou de dor, tomando cuidado com seus espinhos, lacei a iceclaw em seu pescoço e puxei sem hesitar, a cabeça do “lagarto” rolou e todo o seu corpo sem vida virou pó:
-E essa é pelo campista... O campista...
Corri em direção ao semideus ele respirava e mantinha os olhos abertos:
-Como é o seu nome? Como você me achou? Você está bem?
Ele não respondeu nenhuma das minhas perguntas até que seu metabolismo parou, seu corpo se petrificou, exalava uma estranha fragrância de ervas silvestre, agarrei-o contra o meu peito, e para minha surpresa, ele se dissolveu transformando-se num amontoado de folhas e cipós, diante dos meus olhos, o cheiro aumentou me deixando tonto, debrucei sobre o chão enquanto minha visão ficava cada vez mais turva, só pude perceber a silhueta de uma criatura que se aproximava cada vez mais...

Código:
Iceclaw [Corrente de cristal de material semelhante ao arco. Quando ativada, possui espinhos e saliências demonstrando o aspecto ameaçador do gelo eterno que aguarda os incautos para levar a morte. Uma vez a cada 3 rodadas, a um comando do semi-deus, os espinhos se soltam, partindo em direção ao oponente, como estacas afiadas. O alcance é de 1m por nível, e não são teleguiados, permitindo uma esquiva normalmente - ainda que em geral a surpresa do primeiro ataque favoreça o semi-deus. A cada inimigo morto, um novo espinho cresce, condensando a forma do inimigo em uma escultura perene.Os espinhos realizam um único ataque, como uma única arma, e o dano é proporcional ao nível do filho de Quione. Quando desativada transforma-se em uma pulseira de couro com spikes prateados]
Aurora Boreal [ Espada de prata e ouro branco, sua lâmina é tão polida que seus movimentos provocam pequenas oscilações luminosas, lembrando o evento que lhe dá o nome. Essas oscilações também provocam um efeito hipnótico no oponente, causando ilusões que dão a impressão de que a espada pode alterar seu formato, e reduzindo as defesas do oponente em 20% durante os 5 primeiros turnos do combate. O limite da ilusão varia dentre os diversos tipos de armas aparentadas a espadas, entre uma adaga e uma espada de duas mãos. O efeito é ilusório - a espada real é uma espada longa de uma mão. Personagens de nível mais elevado que o filho de Quione não sofrem com a ilusão, e personagens do mesmo nível ou abaixo que sejam resistentes a este tipo de habilidade ainda tem 20% de chance de ser afetado - definido pelo narrador. Transforma-se em uma caneta.]
{Perícia com arco}Todos os filhos de Quione usam bem armas à distância. É considerado sempre como se tivessem um nível nessa perícia.

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Ter 04 Jun 2013, 19:58

♦A pedra de Rubelita - Parte 5♦



James percebeu tarde demais, que o monstro havia o envenenado. A tontura o rebateu os efeitos começaram a surgir, deixando o corpo de James se tornar moribundo em alguns segundos, com o calor da batalha mal pode sentir o gosto de sua primeira vitória, de seu primeiro monstro morto, mas... Era tarde demais... Ou não... James viu uma criatura se aproximar... Não viu quem era, apenas... Apagou.

Os olhos do menino abriram sonolentamente, suas pálpebras pesavam quase uma tonelada, algo tocou seu queixo:

- Querido... Acorde... Sua missão está longe do fim. Já você... Se aproximou muito dele. Você... Morreu e voltou à vida. Os Deuses não queriam que você morresse... Então, não os decepcione.

James não sabia de quem se tratava, até a criatura aparecer diante dele. Era uma dríade... Uma bela dríade:

- Meu nome é Sophie, semideus, não há tempo... Sua missão é vista por eles – Disse a menina apontando para o norte, no mínimo se referia ao Acampamento em si – Como algo sem importância, mas caso você não consiga o grande objetivo, coisas terríveis acontecerão, semideus. Mal começou sua jornada, e um grande peso já há nas suas costas. Corra... Você ainda não pode... Mas deve! Corra. – A dríade apontou para fora da caverna aonde o semideus se encontrava.

Era hora dele sair, ele estava mais perto do que imaginava


Spoiler:
 
Código:
Ø   É hora de testar sua capacidade descritiva, então, exagere na criatividade, e ao desmaiar, narre um sonho ao seu gosto.
Ø   Quando acordar, pode narrar o lugar onde se encontra, ainda usando a criatividade como chave de tudo. Não se esqueça de descrever a dríade.
Ø   A missão agora chega a um ponto muito cauteloso, sua vida, em virtude do envenenamento reduziu em > 60HP > Com as curas de dríade, recuperou > 30 HP.
Ø   Narre um percurso com final Riacho de Zéfiro.
Ø   Boa sorte semideus.
Ø   Prazo para postar: 5 dias


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Dom 09 Jun 2013, 13:33

De repente eu estava numa sala totalmente escura, tentava enxergar algo, até que finos e delicados flocos de neve começaram a cair, cintilando e tornando o local mais claro, uma voz feminina ecoou em minha mente:
-Como pôde?Como pôde?-Procurei pela voz, mas não havia ninguém, então perguntei:
-Quem é você, o que quer?Onde eu estou?-Puxei a Aurora Boreal, não sabia como ela fora parar em meu bolso novamente, e de repente, estava no velho bosque em Ottawa, onde morava eu, Anne e o meu pai, isso antes do seu desaparecimento diante de nossos olhos. Eu estava dentro de nosso velho chalé, a voz na minha mente apenas disse em um tom doce e agradável:
-Observe-Eu observava tudo como um fantasma flutuando no ar, sorrateiramente sem ser percebido. A lareira estava acesa, meu pai um velho pesquisador estava como sempre debruçado sobre sua escrivaninha, seus livros de Biologia estavam todos espalhados pelo chão, Anne dormia no sofá, eu deveria ter uns dez anos e brincava no tapete com alguns carrinhos de madeira que eu mesmo fizera, o velho parecia cansado, estava descabelado, confuso e agitado, algo o incomodava, quando lobos uivaram e algo bateu fortemente na porta. Com uma velocidade surpreendente, meu pai pegou Anne no colo que ainda estava sonolenta, agarrou em minha mão, eu peguei um lampião e saímos pela porta dos fundos correndo pelo bosque escuro e frio, pouco tempo depois a casa estava em chamas e todo o material de pesquisa de meu pai virou cinzas, em cima da escrivaninha que abandonou às pressas deixou aberto um enorme livro com a capa de couro e as folhas amareladas, intitulado de “Os Grandes Mitos Gregos”, várias folhas o cercavam com anotações, animais presos em alfinetes e outras coisa que ele buscava relacionar às histórias daquele livro, tentando-as comprovar na vida real.
Corríamos descontroladamente, sombras nos perseguiam, Não sabia o que era, mas estava atrás do meu pai.

-Veja, ele sabia demais, por isso foram atrás dele - Respondeu a voz, na minha cabeça
-E porque nós escapamos? – Perguntei
-Olhe – Ela me respondeu
Corremos até chegar à beira de um precipício, não tínhamos como escapar, as criaturas que nos perseguiam chegavam mais perto, de repente uma ponte de gelo se formou magicamente, entre os nossos pés e o outro lado do precipício, corremos o mais rápido possível, mas uma nuvem negra nos seguia fazendo a ponte de gelo rachar, ruídos estalavam, ela estava prestes a quebrar quando meu pai nos soltou, ele colocou Anne em meus Braços:
-Pai não vá, eu estou com medo – Lhe implorei
-Calma filho, vou com vocês, mas preciso que vá na frente...
-Pai, mas eu estou com frio, quero que você fique comigo... – Ele tirou sua luva e me deu, dizendo:
-Nunca esqueça que eu sempre estarei com você, ACREDITE NOS GREGOSFalou correndo em direção à nuvem.
Não entendi as suas palavras, mas corri em direção ao outro lado do bosque, onde uma leve brisa me guiou até as Dríades
. Eu observava tudo aquilo atentamente, uma lágrima correu em meu rosto...
O sonho falhou e eu estava no topo de um iceberg, estava na antártica talvez, na parte mais alta do gigante bloco de gelo uma linda mulher me olhava, ela tinha cabelos longos e castanhos, seus olhos cintilavam, sua pele era alva e suas bochechas eram coradas, vestia um manto de pele branca que parecia flutuar no ar, usava um enorme capuz, em volta de seu corpo flocos de neve de diferentes formatos iam a seu encontro, ela parecia ignorar o frio que fazia, e inacreditavelmente eu também não sentia.

-Tenho mais um presente pra você. – Ela falou calmamente, a voz era a mesma que falara comigo antes - Era para lhe ser entregue antes, mas parece que os deuses também erram não é mesmo?E a propósito adorei o que você fez com o basilisco - olhei confuso em sua direção, ela estendeu a mão e um colar reluziu em sua palma, peguei e ainda em minhas mãos ele se tornou um magnífico arco de gelo - Este é o snowbreaker, ele lhe ajudará em sua missão... - ela tocou em minha mão fazendo o sonho se dissipar como uma névoa.
Fiquei sem palavras, o sonho se dissolvia e a mulher reforçou:
-Não desista semideus, se dê o valor, você é uma peça chave para o olimpo... - E finalizou dizendo- Acredite nos gregos, filho.
Um arrepio me correu a espinha e eu acordei, estava deitado numa esteira no chão, ervas medicinais me cercavam, havia flores por todos os lados, eu estava em uma caverna toda revestida de cristais translúcidos de tom rosa, as estalactites brilhavam com os poucos raios solares que ali adentravam refletindo-os por toda a caverna formando uma espécie de luminária natural, no centro iluminado por uma abertura no Teto, um lindo pé de cerejeira cintilava à luz dos cristais, sua folhas caíam lentamente numa dança incessante até tocarem o chão, era tudo magnífico. Alguém tocava o meu rosto:
- Querido... Acorde... Sua missão está longe do fim. Já você... Aproximou-se muito dele. Você... Morreu e voltou à vida. Os Deuses não queriam que você morresse... Então, não os decepcione.

Era uma Dríade, a mais bela que eu já vira, ela tinha lindos cabelos cor de rosa, sua pele era branca como a neve, destacando os seus lindos lábios cor de cereja e seus olhos de tom da mesma, brilhava numa imensidão sem fim, vestia um vestido de seda amarrado por alguns cipós aos seus ombros e cintura, uma bela flor de cerejeira presa à sua orelha pontuda a tornava ainda mais bela:
- Meu nome é Sophie, semideus, não há tempo... Sua missão é vista por eles Disse a dríade apontando para o norte, no mínimo se referia ao Acampamento em si – Como algo sem importância, mas caso você não consiga o grande objetivo, coisas terríveis acontecerão, semideus. Mal começou sua jornada, e um grande peso já há nas suas costas. Corra... Você ainda não pode... Mas deve! Corra. –ela apontou para fora da caverna aonde eu estava.Apenas assenti com a cabeça, agradeci e saí apressadamente deixando-a ajoelhada rezando com os olhos cheios de esperança, jurei voltar ali depois da missão, ela merecia mais que minha gratidão...
Todos os meus pertences estavam de volta à minha mochila, ela havia pensado em tudo, cheguei à margem do Riacho Zéfiro e me ajoelhei para lavar o rosto.

Código:
Snowbreaker [Arco feito de cristal, indestrutível. É de um tom azul transparente, lembrando o gelo, sendo igualmente frio ao toque. Tal habilidade inerente faz com que aqueles que o pegam, sem autorização do filho de Quione, recebam queimaduras de gelo enquanto o mantiver em mãos. Essa arma não tem aljava, podendo criar flechas de gelo assim que o seu dono puxar seu cordel, mas pode ser usada com flechas físicas, agindo normalmente neste caso. Uma vez a cada 5 rodadas, o arco pode absorver energia luminosa, brilhando de forma a cegar o oponente com um flash de luz. O clarão deixa o inimigo desnorteado por 1 rodada, reduzindo suas defesas em 50% neste tempo, apenas uma vez por missão. Quando não está sendo utilizado, transforma-se em um colar para os meninos e em uma tiara para as meninas.]
Iceclaw [Corrente de cristal de material semelhante ao arco. Quando ativada, possui espinhos e saliências demonstrando o aspecto ameaçador do gelo eterno que aguarda os incautos para levar a morte. Uma vez a cada 3 rodadas, a um comando do semi-deus, os espinhos se soltam, partindo em direção ao oponente, como estacas afiadas. O alcance é de 1m por nível, e não são teleguiados, permitindo uma esquiva normalmente - ainda que em geral a surpresa do primeiro ataque favoreça o semi-deus. A cada inimigo morto, um novo espinho cresce, condensando a forma do inimigo em uma escultura perene.Os espinhos realizam um único ataque, como uma única arma, e o dano é proporcional ao nível do filho de Quione. Quando desativada transforma-se em uma pulseira de couro com spikes prateados]
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MensagemAssunto: Re: A pedra de Rubelita [Missão Comum Interna para James Ston]   Sab 12 Out 2013, 16:07


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