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 Survivor in the florest - Missão interna para: Aahron R. S. Grüntzmann

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Hefesto
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MensagemAssunto: Survivor in the florest - Missão interna para: Aahron R. S. Grüntzmann   Dom 02 Jun 2013, 20:21



Survivor in the florest




Começava mais uma manhã fria na colina. Os campistas acordaram disposto aquele dia e todos esperavam o café da manhã no refeitório. Porém, um havia dado em jeito de escapar da refeição matinal e foi dar uma passeada na floresta, queria aproveitara a vida da melhor forma possível. Após se encostar em uma árvore, sentou no chão e começou a olhar para o horizonte. Era óbvio, não tardaria muito para ele encontrar alguma confusão por ali.



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Aahron R. S. Grüntzmann
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MensagemAssunto: Re: Survivor in the florest - Missão interna para: Aahron R. S. Grüntzmann   Seg 03 Jun 2013, 15:39




Survivor in the florest
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Estados Unidos, 1 de Junho

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Manhã fria no acampamento meio sangue. Acordei-me minutos antes das cinco, todos os meus outros meus meio-irmãos estavam dormindo. Logo, me dirigi ao banheiro tomei um banho frio, o qual me faria despertar para o longo dia de treinos, afinal, era meu primeiro dia no acampamento.
Após o banho, me vesti com uma camiseta preta, uma calça jeans clara e um par de coturnos com o bico reforçado, os quais recebi no exército, antes de ser dispensado e em seguida atacado por um monstro.
Pus um cinto, e nele, prendi a bainha de minha adaga na área externa de minha perna esquerda, em seguida, pus um colete no peito e prendi nas minhas costas meu escudo, que recebi de presente de reclamação. Preso dentro do escudo, pus o meu estandarte de guerra enrolado, e parti com meu bastão de armas empunhado em minha mão esquerda, enquanto isto, meus meio-irmão iam acordando. Já eram cinco e quarenta.
Quando sai do chalé, já era o horário do café. Olhei para as colinas, eu estava sem fome, então caminhei até o lugar que eu fitava.
Como ouvi falar, aquele lugar era lindo. Lá de cima, eu tinha uma vista fabulosa do acampamento, e também, da mata aberta. Parei um pouco e sentei-me no pé de uma grande árvore. Pus o meu bastão do meu lado direito e me pus à observar todo aquele horizonte magnífico.
Por ou sem querer, acabei por cochilar no pé da árvore, e quando me acordei, havia um tipo de mulher pássaro me observando de longe. Obviamente, sofri um breve susto, e com isto, bati no meu bastão de armas, que desceu a colina rolando, mas para o lado da floresta.
Depois de resmungar alguns segundos, desci a colina, e ao fim dela, peguei meu bastão, que estava nas raízes de uma árvore. Ao levantar-me, me deparei com uma interessante e curiosa floresta, e meio que em hipnose, me pus à andar um pouco pelo lugar.
Depois de algum tempo caminhando, olhei para o sol, e já era um tanto tarde, mais ou menos a hora do almoço, e uma trombeta que acabava de ser tocada apenas confirmou isto.
Mas, quando olhei para trás, não vi mais a colina. Fiquei um tanto abismado com a situação, pois eu não havia andado tanto ao ponto de me afastar toda esta distância da colina.
Com isto, me pus à andar na direção contrária, e quanto mais caminhava, eu não via a coluna. Para piorar a situação, eu começava à sentir fome.
Depois de algumas horas de uma caminhada que parecia eterna, tive de me reder ao cansaço, mas então, percebi que a terra nesta área era um pouco mais úmida. Sorri de canto, eu sabia o que isto significava. Além de uma fonte de água, deveria haver também caças fáceis.
Andei um pouco na direção da terra molhada e me deparei com um rio, água límpida e pura. Bebi um pouco da água, e então, decidi que era hora de ir atrás de uma caça.
Transformei meu bastão de armas numa lança de curto alcance, de prováveis um metro e oitenta. Olhei para o rio e sorri de canto, enquanto caminhava em suas beiras.
- Achei vocês... - Meio que pensei alto, observando alguns peixes, provavelmente tilápias no rio.
Com uma única e rápida fincada, eu tentava pegar algum peixe. Mas apenas na terceira tentativa que consegui atingir um peixe, bem em sua cabeça. Sorri mais uma vez, enquanto me sentava na beira do rio e punha o peixe ao meu lado.
Transformei meu bastão numa espada curta e afiada, e segurei o peixe pelo rabo, e em seguida, punha o mesmo sobre uma rocha e arrancava fora sua cabeça com uma só estacada. Com isto, segui a arranca-lhe as escamas com raspamentos rápidos, e em seguida, abrindo-o para lhe tirar os órgãos internos.
Depois de algum tempo, o peixe estava pronto para ser assado, e para minha surpresa já era começo de tarde, e eu ficava cada vez mais faminto.
Pus meu escudo junto ao peixe na beira do rio e corri para arrancar alguns galhos secos, e transformando meu bastão num machado, cortei alguns pedaços de madeira dos galhos uma árvore que ficava na beira do rio.
Mas, ao colocar os pedaços de madeira na beira do rio, senti um certo movimento em minhas costas. Assim, rapidamente busquei meu escudo ao chão e transformei meu bastão numa lança curta, e ao virar-me, me deparei com uma algo que da cintura para cima era uma mulher, e da cintura para baixo, havia um tronco de serpente, mas separados em duas, como duas pernas.
Ela empunhava uma morningstar em mãos, junto à uma rede de pesos. A sua primeira tentativa foi jogar contra minha lança sua rede de pesos. No mesmo momento, transformei minha lança novamente num bastão, fazendo com que a rede passasse direto por minha arma.
Avancei contra ela, que balbuciava algo em latim contra mim. Não parei para traduzir o que ela falava, e me defendi de um ataque seu com o morningstar, e então, empurrei seu braço para o lado e bati com força com o meu escudo em seu peito, o que a fez recuar.
Transformei meu bastão numa maça-estrela e então avancei contra minha oponente, defendendo mais um ataque de sua arma com o escudo, e então, abri minha guarda, dando um chute forte em seu peito, e em seguida, cravei minha maça-estrela em seu peito. Isso à fez gemer por algum tempo e balançar um pouco mais sua arma, para até que enfim, explodir em pó dourado.
Peguei minha maça-estrela ao chão e a transformei num bastão, e lhe pus na parte de dentro da frente da calça. Virei-me, e peguei ao chão a rede de pesos do monstro, seria uma boa ajuda naquela aventura.
Ao me deparar pensando nisto, olhei para o sol, e não o vi mais. Já era fim de tarde, e eu deveria armar uma fogueira naquele momento. Para isto, desembainhei minha adaga, e fiz de um pedaço de galho, um graveto com uma ponta fina, e pus o que havia raspado num pequeno buraco que fiz na metade de um dos troncos.
Depois de algum tempo, consegui gerar uma pequena chama, e com isto, juntei mais algumas toras à que eu estava gerando a chama. Sorri de canto, e peguei algumas rochas, e as pus ao redor da pequena fogueira, enquanto juntava alguns galhos e fazia um tipo de espeto, onde pus meu peixe para assar.
Já era noite e o frio estava me abraçando. Peguei no meu escudo meu estandarte de guerra e o prendi ao colete que eu estava, me enrolando no mesmo, que esquentou-me um pouco. Meu escudo estava ao meu lado, mas, no momento em que o peixe ficou no ponto de assado, eu acho, que eu iria começar à o comer, ouvi novamente um barulho atras de mim.
- De novo não... - Resmunguei, enquanto levantava-me e transformava meu bastão de armas numa espada longa.
Ao me levantar e ao mesmo tempo virar-me, transformei meu estandarte de guerra numa armadura de batalha. Mas, ao fitar o que estava atrás de mim, acabei por me deparar com um Cão Infernal, pelo que eu acabei ouvindo. Mas ele não era do tamanho que me contavam, o que estava à me encarar tinha o tamanho de um pônei, basicamente.
Baixei o visor de meu elmo e então pus a andar em direção do monstro, um tanto que apressado, me dirigindo à direita. No mesmo momento, o cão veio em minha direção, então, rapidamente girei para a direita, desviando-me dele, e no giro, fazendo um ataque em horizontal na lateral do mesmo.
Neste momento, ele se desnorteou, e antes que pudesse rugir, transformei a espada que estava em minha mão num machado de guerra, e ao virar do cão infernal, cravei meu machado em seu crânio, o que fez o mesmo explodir em cinzas douradas. Assim que ele foi supostamente morto, caiu ao chão uma corda que lhe servia de coleira, acredito eu.
Assim, puxei a corda de algum lugar da floresta, e a pus perto da fogueira. Novamente, transformei minha armadura em um estandarte, e com isto, pude perceber que já era um tanto tarde, e inseguro para mim ficar ali embaixo.
Com isto, bebi um pouco d'água e me preparei para subir na árvore da beira do rio, e assim o fiz. Transformei meu bastão numa faca, e puxei minha adaga, e com meu escudo preso nas costas junto à corda, escalei a árvore.
Após algumas dezenas de minutos, consegui chegar à um local seguro, não muito perto do topo, onde ainda havia galhos grossos. Assim, amarrei a corda no escudo e no galho, junto à minha adaga e o bastão transformado em faca, e desci novamente. Lá em baixo busquei a rede de pesos da monstra que havia "matado" e peguei também o peixe que eu não havia comido, e lhe pus no pé da árvore, enquanto eu cobria de pedras a fogueira, de forma que ela não apagasse, e também, que não chamasse muita atenção.
Depois disto, com a ajuda da corda, escalei a árvore, e com a rede de pesos, fiz um tipo de estrutura presa aos galhos mais grossos com ajuda de minhas armas e dos pesos, fazendo assim que eu ficasse "confortável", mesmo que numa árvore.
Enrolei-me no meu estandarte e prendi meu escudo na rede, e em seguida, como havia lido num livro, com o resto da corda, amarrei minhas pernas e cintura na árvore, enquanto comia o peixe e vigiava o que acontecia lá embaixo.
Acordei, mesmo sem ter me dado conta que havia dormido. Eram aproximadamente cinco da manhã, quando avistei um silhueta subindo o rio, parecia um homem, ou um garoto.
Não posso negar que primeiramente vi no homem uma esperança, mas ao pensar melhor, ele, de alguma forma, poderia ser uma ameça, ou poderia me ver como uma ameaça.
Assim, desmontei rapidamente a breve estrutura que havia feito na árvore, mas deixei em seu topo ainda a corda e a rede de pesos, em caso de emergências, descendo assim com minha adaga embainhada na parte externa da perna esquerda, meu estandarte de guerra nas costas, e no braço o meu escudo, e preso neste escudo, em sua parte interna, meu bastão de guerra.
- Hey! Quem é você? - Falei, ao descer da árvore, na beira do Rio.
- Oh... Alguém caiu no meu feitiço... - Falou ele gargalhante, do outro lado do rio.
- Feitiço? Seu maldito, me fez passar um dia inteiro nesta floresta... - Falei, com uma expressão de raiva - Que raios de feitiço é esse, e por que não consegui voltar ao acampamento? - Continuei, falando num tom raivoso (Usando minha perícia de Intimação).
- Hahaha... - Gargalhou o provável semideus - Eu invoquei um feitiço que faz da floresta um labirinto, uma hora você está num lugar, quando percebe não está mais. - Ele falou - Aliás, barreiras mágicas impedem a visão até de um semi-deus de notar o que pode estar na frente de sua fuça. Esse é seu caso, filhote de javali. - Fala o semideus em sátira.
- Você vai pagar, seu infeliz! - Falei, em tom e expressão raivosos.
Corri até o homem, e ativei minha armadura de batalha, enquanto empunhava com o braço direito meu bastão de armas e o transformava num martelo de guerra. O semideus pressionou um bracelete, e surgiu um escudo, e em seguida, uma espada longa.
Rapidamente, fiz um ataque vertical no garoto, rapidamente ele defendeu com seu escudo. Nem cheguei à medir a força do meu ataque, este apenas foi feito, de forma que nem parecia minha própria força. O impacto foi tamanho que atordoou o homem, que deu dois passos para trás, tanto por causa da força do impacto no escudo, quanto pelo barulho que foi feito, de forma que as ondas sonoras abalaram as barreiras mágicas, e pude vê-las ao meu redor, vendo assim também, o caminho do acampamento rio abaixo.
O garoto avançou contra mim, desferindo três ataques verticais seguidos contra mim no mesmo lugar, os tais que defendi facilmente com meu escudo, e como contra-ataque, fiz um meio giro para a direita, atingindo a lateral do escudo do semideus, e assim, amassando-o a lateral.
- Seu filho da mãe! Foi meu presente de reclamação! - Ele falou injuriado.
Em seguida, o garoto desferiu um golpe contra meu pescoço, enverguei meu corpo para trás, e logo em seguida, desferiu outro golpe na altura de meu abdômen. Tentei me fastar para trás, mas a sua espada acertou a minha armadura, e isto fez com que uma descarga elétrica atingisse meu corpo, fazendo assim eu derrubar meu martelo de guerra, que se tornou novamente um bastão e eu caí de joelho ao chão.
- Espada elétrica... - Falei, olhando para baixo, e desativando a armadura, transformando-a em um estandarte de guerra novamente.
- Sim, sim, espada elétrica... Ela ajuda no final à não ter que dar um final no corpo. É só molhar e torrar. - Ele falou, com um olhar psicopático.
- Pena que não sou tão fraco quanto pensa. - Falei, olhando na face do homem.
Levantei-me com olhar raivoso, e o homem desferiu um ataque vertical contra mim. Defendi seu ataque, - E usando minha habilidade "Golpe Poderoso -, dei um soco no lado esquerdo do rosto do homem, o que o deixou tonto. Em seguida, dei um passo para frente, me impulsionando contra o homem, e usei a habilidade de impacto de meu escudo no momento que atingi o peito do semideus com força, fazendo-o ser jogado à três metros de mim.
- Acho que hoje você vai fazer uma visitinha ao Quíron. - Falei, olhando para o corpo do garoto no chão, enquanto a sua barreira mágica desaparecia.
Com isto, fui até a árvore onde estava, e peguei a rede de pesos e a corda, e assim, me dirigi ao homem.
Depois de amarrar o garoto com a rede de pesca e lhe prender na corda, me pus à arrastar o mesmo até a casa grande.

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Itens Usados:
 

Habilidades Usadas {Ares}:
 

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MensagemAssunto: Re: Survivor in the florest - Missão interna para: Aahron R. S. Grüntzmann   Sab 12 Out 2013, 16:10


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MensagemAssunto: Re: Survivor in the florest - Missão interna para: Aahron R. S. Grüntzmann   

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