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 Teste de Hades maio

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AutorMensagem
Diego Stark
Filhos de Hades
Filhos de Hades
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Ficha do personagem
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MensagemAssunto: Re: Teste de Hades maio   Qui 23 Maio 2013, 21:47

I am a world before I am a man. I was a creature before I could stand. I will remember before I forget.
O filho de Hades

Observação: Mnemósine autorizou essa re-postagem.
• Descreva a personalidade, defeitos e qualidades do seu personagem.

Diego é bastante cauteloso, e pensa muito em tudo, até na hora de se relacionar com outras pessoas, fazendo que elas pensem que ele é metido, mas quando o conhecem melhor veem que ele é bastante divertido. Seu maior defeito é se irritar facilmente e como consequência o rancor que pode guardar durante anos. Diego em cabelos castanhos escuros que vive despenteado, pele muito branca, olhos negros e sua estatura corpórea não e atlética, no sentido de força, mais ele é ótimo com espadas e arcos.


• Faça uma narração da sua chegada ao acampamento, descrevendo o melhor possível até o momento de sua chegada, tente contar a história do personagem narrando até o momento de sua reclamação. A narração deve conter um mínimo de 600 palavras do word.

Bem, essa historia começa há muito tempo atrás. Há tanto tempo que eu não estou certo sobre o ano exato. Eu morava com minha mão Claire em Michigan, Eua. Minha mãe, às vezes, parecia não gostar muito de mim, principalmente quando eu “aprontava” algo. Eu, provavelmente, sou a pessoa mais azarada do mundo. Uma vez eu estava brincando no carro com meu amigo, o carro era do pai deste meu amigo, ai, sem querer, girei o volante pro lado esquerdo e me desiquilibrei. Mas o problema nem foi este. Quando eu estava caindo tentei me apoiar no freio de mão, que quebrou fazendo o carro descer ladeira abaixo conosco dentro. Felizmente conseguimos saltar do carro quando ele se movia lentamente, mas ele acabou batendo em outro carro que estava abaixo. Minha mão pediu mil desculpas e pagou os estragos para os dois donos e em seguida me bateu e gritou comigo o dia todo.

Bom, isso é só uma das coisas que por desventura vai o acontecer comigo, mas pareceu que foi a gota d’água que faltava pra minha mãe transbordar de raiva. Um dia, no dia em que eu completava doze anos, ela havia me levado para uma pizzaria onde passamos o dia todo. Na volta para casa nós iriamos voltar de metrô, mas ela havia me dito que tinha se esquecido de algo na pizzaria e disse-me para aguardar ela e que logo ela voltaria... Bom eu ainda estou esperando.

Fiquei na estação a noite toda a esperando e quando finalmente percebi que ela não voltaria chorei. Eu estava assustado e não entedia por qual motivo ela havia feito aquilo. De manha, antes do movimento normal da estação começar, decidir não ficar chorando como um bebe e tentei achar a casa de meu tio Alan. Mas não achei. Logo tive que me virar do jeito que podia, roubando as pessoas. Eu tinha uma tática quase infalível. Eu andava pela rua com cara de cachorro pidão e abordava as senhoras com mais idade. Eu fazia uma cara de coitadinho tão convincente que elas ficavam com pena de mim e diziam que iam me dar uns trocados. Mas eu não queria uns trocados, queria a bolça toda. Quando elas tiravam as bolças do ombro, eu rapidamente dava um bote e as tomavam delas. Elas ficavam gritando “PEGA LADRÃO!” mais eu sempre fui muito pequeno e rápido pra minha idade e facilmente fugia pela multidão.

Foi assim até eu completar treze anos, e eu agora tinha um comparsa, Josh, um garoto de doze anos e bem maior que eu, mais sua mentalidade era de uma criança de cinco anos. Ele tinha cabelos ondulados e bastante negros, de pele bronzeada e era forte. Meses depois de termos nos conhecido tivemos que fugir de Michigan, pois até a policia esta atrás de nós. Pegamos carona na caçamba de um carro que transportava bolo, oque foi bom, pois assim não ficamos com fome. O carro fez uma viagem direta, sem parar até Indiana, onde pegamos outro carro que desta vez não transportava nada, mas nós tínhamos alguns pedaços de bolo guardado, e que nos levou até nova York. Fiquei imaginando a reação do motorista do outro carro ao descobrir que a maioria dos bolos estavam comidos e isso me fez rir, mas a reação do motorista do carro que estávamos não foi nem um pouco engraçado.

-E agora?- me perguntou Josh- como vamos nos virar? Nova York só é mato!

De fato o motorista havia nos despejado em uma área só de mato, mas isso não podia ser a cidade inteira. Começamos a andar pela a encosta da estrada na esperança de achar civilização, as a única que víamos eram os carros que passavam em alta velocidade ao nosso lado. E assim se passou outro ano e desta vez foi diferente da anterior, pois não conseguimos achar a cidade, quer dizer nós paramos de procurá-la no segundo dia. Entramos na mata e fizemos uma barraca de folhas perto de uma arvore alta e de grande copa. Ficamos comendo frutas, pescando peixe de um rio próximo e bebendo da mesma água. A nossa casa parecia uma moita qualquer e não tinha nenhum conforto.

Um dia, enquanto pescávamos, ouvimos passos de alguma coisa que vinha sorrateiramente em nossa direção. Na margem do rio, eu me virei e empunhei a lança precária que havia feito com galhos de arvores enquanto Josh ficou paralisado me olhando. O barulho só fazia aumentar e assim que avistei um vulto fiz menção de atirar minha arma mortífera.

-NÃO!- gritou alguém- Não atirem. Não sou hostil- a voz era de um menino que parecia não ter mais que minha idade e eu confirmei isso ao velo sair de trás de uma arvore.

O garoto parecia ter quinze anos, era muito branco, de cabelos negros e suas pernas pareciam estar quebradas em vários pontos. Não sei o porquê, mas ao ver aquilo corri até ele. Soltei a lança de lado e o segurei como se ele estivesse caindo.

-Oque esta fazendo?- perguntou ele.

-Suas pernas, parecem estar quebradas! Pensei que você precisasse de ajuda- falei ainda olhando para as pernas dele que estavam encobertas pela calça jeans azul escuro que ele usava.

Ele riu e disse:

- Minhas pernas são assim mesmo, não se preocupe. Mas você e seu amigo são o real problema aqui- disse ele com seriedade.

-Nós não fizemos nada, eu juro!-disse tentando me defender- Nós apenas estamos tentando sobreviver aqui nesse fim de mundo.

Ele riu mais uma vez.

-Vocês nunca saíram daqui não é? Quero dizer, desde o dia que chegaram.

-É nunca, mas porque você esta aqui. Você estava nos procurando?

Ele começou falando seu nome, que era Jim, e em seguida começou a me pergunta coisas estranhas como deuses da Grécia antiga. Eu sabia muito sobre eles, já que antes da minha mãe me abandonar eu ficava lendo livros de historia, até falava que quando ficasse adulto me mudaria para a Grécia e seria professor de historia. Logo depois ele começou a fazer suposições sobre eles, como se eles realmente existissem. E quando questionei se ele estava afirmando que eles existiam veio a bomba.

-Diego, há alguns meses eu fui até o oráculo na casa grande saber se um dia eu ia fazer algo útil para o acampamento e fiquei esperando uma resposta durante dois minutos. Quando me virei para ir embora o oraculo me disse exatamente isso- Jim fez uma pausa e falou em uma voz rouca que juguei que ele estava tentando parecer sombrio- Na floresta além do acampamento encontraras dois dos nossos, mas nesta aventura terás de tomar cuidado, pois coisas inesperadas podem acontecer a qualquer momento. Ao leste dois guerreiros estão, e os perigos que os cercam logo pode se tornar um problema. – ele fez uma pausa e voltou com sua voz normal- Bem, eu sei que não parece uma profecia muito boa, mas decidi vir do mesmo jeito.

Eu olhei pra ele, mas foi impossível aguentar. Olhei para Josh que estava sentado do meu lado e nós dois começamos a rir, Josh parecia não saber do que estava rindo mais continuou mesmo assim. Era uma historia completamente ridícula. Oráculos fazendo profecias, sátiros saltitando em acampamentos de heróis, deuses pagãos reinando nos céus. Mas mesmo parecendo hilário no fundo eu comecei a achar que era verdade.

Jim ficou horas tentando nos convence, mas eu achava isso muito surreal. Por fim ele pediu para acompanhar ele no dia seguinte. Ele nos prometeu que no lugar que iriamos, o acampamento meio-sangue, teria comida e abrigo. Bom, oque tínhamos a perder? A tenda era pequena era pequena mais cabeou nós três lá dentro. Jim roncava baixo, mas isso já era o suficiente pra me acordar, por isso fui dormir lá fora, na grama mais fofinha que consegui achar. A noite foi tranquila e eu não tivera nem um sonho, oque era muito estranho. Abri os olhos e comecei a esfrega-los meio sonolento. Jim e Josh pareciam ainda estar dormindo. Sentei-me e comecei a olhar ao redor. As arvores ainda estavam produzindo pouca sombra naquele sol matutino fraco. Nas arvores pude ver vários tipos de pássaros até mesmo uma harpia e também... Pera ai uma harpia?! Olhei rapidamente para o local onde tinha visto ela mais não havia nada. Assustado, me levantei e comecei a olhar em volta. “pera ai, porque estou assustado”? Harpias não existem. Estou apenas imaginando coisas. Culpa de Jim” disse a mim mesmo em um sussurro.

A barraca se abriu e de lá saíram os dos dorminhocos. Nosso café da manha foi o peixe que havia pescado no dia anterior. Jim me perguntou se eu realmente iria com ele, e eu por um momento me senti inseguro. De repente me veio à cabeça que aquilo que ele dizia podia ser realmente verdade. Eu sempre era o pior da sala em ler quando a professora me pedia. Minha mãe foi chamada varias vezes para tentar procurar um oculista, mas os óculos só faziam piorar. E como eu ainda podia ficar negando a existência dos deuses gregos com a prova viva que era Jim de pernas de burro, bode, eu não sei ao certo. Confirmei e começamos a viagem.

Jim era a primeira pessoa que eu via em meses. Bem, ele não era exatamente uma pessoa, mas pelo menos a metade de cima era. Viajamos um dia e uma noite até que ele disse que estávamos chegando, só faltava apenas oito horas. Talvez eu já estivesse morto de cansaço até chegar lá. A todo o momento podíamos ouvir barulhos de asas e isso parecia perturbar Jim.

A noite já havia chegado quando ele anunciou que em apenas meia hora, ele achava, chegaríamos ao acampamento, mas algo aconteceu. Do nada um tronco de arvore foi atirado em nossa direção, e se não fosse por Josh ele teria me acertado em cheio. Caímos no chão por cima de nossos braços e então um urro veio de nossa direita.

-CORRAM!-gritou apavorado Jim.

Corremos o mais rápido que podíamos atrás de Jim, mas ele era mais rápido do que aparentava. Um trote estrondoso vinha crescendo atrás de nós e eu não me atrevia a olhar para trás. Outro urro e algo acertou Josh nas costas fazendo-o “voar” e bater com violência em uma arvore. Ele se levantou parecendo com raiva, pegou um enorme galho do chão e jogou na criatura que nos perseguia. Todos pararam para ver oque tinha acontecido. A criatura que estava caída no chão se assemelhava a um enorme touro e andava com as patas traseiras. No lugar das patas dianteiras se encontravam enormes mãos que se fechavam em punhos.

-MINOTAURO!- gritei e todos voltaram a correr.

A fadiga estava me tomando quando o Minotauro passou ligeiro do meu lado e parou a nossa frente. Jim puxou uma espada e um escudo não sei nem de onde, e começou a ameaçar a atacar. O Minotauro ficou de quatro e a cavar com a pata traseira como um touro faz quando vai atacar. Jim, sem hesitar, jogou o escudo, que saio girando e bateu com um estrondo na cabeça do monstro. Em resposta ele atacou com o chifre, mas acabou acertando uma arvore. Ele podia parecer bastante forte e perigoso mais na verdade era bem burro. Quando ele saio correndo e ficou com a cabeça baixa e não viu que o sátiro havia saído da frente dele e ele acabou se prendendo na arvore.

Jim nos chamou com a mão livre e saio correndo para a direita. Josh estava parecia estar assustado, mas também irritado. Rapidamente entramos em uma trilha de pedra , que nos levou até uma arco de madeira com um letreiro do topo. “acampamento meio-sangue” pude ler. O urro voltou a ser ouvido e neste momento Jim parou e olhou em direção do arco.

-Olhem só- ele nos disse e quando nos viramos vimos o Minotauro gritando para nos mas sem atravessar o portal- ele é jovem por isso foi fácil fugir dele. Mas devo admitir que pensei que fosse uma Harpia que estava nos seguindo- ele me olhou com um olhar assustado- Eu morro de medo de bichos voadores.

O acampamento era muito grande e depois de um ano dentro dele eu já estava totalmente familiarizado com o local. Mas oque mais me incomodava era não saber que era meu pai. Até a Josh havia descoberto que seu pai era Poseidon já que ele era um Ciclope, oque me fez parecer totalmente cego vesgo para não ter percebido isso. Um dia, quando eu estava arrumando meus cabelos em um espelho que ficava no corredor dos quartos do chalé de Hermes algo estranho apareceu pairando sobre minha cabeça. Um elmo vermelho símbolo de Hades. Alguns campistas de Hermes que viram aquilo olharam boquiabertos pra mim, e eu fiquei mais feliz do que estivera em anos.

• Suponha que já tenha sido reclamado. Você acaba de sair de um treino noturno, e está voltando para o seu chalé, passando perto da floresta. Você escuta vozes e cânticos, e se sente impelido a seguir para descobrir o que é. Já no centro da floresta, você vê uma gruta, com dríades dançando e cantando. Elas ficam felizes em lhe ver, tentando fazer com que entre na caverna e se banqueteie com seus alimentos. Se não entrar, elas ficam raivosas, e se entrar, não o deixarão sair. Elas se dizem descendentes de Minthê, enraivecidas com Hades por ter abandonado a irmã há eras, e agora tentam descontar em seus descendentes. Dê um jeito de escapar, mas de modo algum mate as dríades. Seja coerente - as dríades são todas lvl 3, com equipamentos e poderes condizentes. Você pode usar os poderes até o nível 6.

A noite estava incrivelmente agradável. A lua altiva e amarela iluminava a floresta de um jeito místico. O treino havia sido relativamente fácil naquele dia e não tinha me esgotado, como era de costume. Eu Fazia golpes no ar com minha foice das trevas quando escutei algo. Parecia que estava havendo uma festa ali perto e eu queria ver onde era e quem estava lá. Cada paço que eu dava fazia barulhos de folhas secas se quebrando. A escuridão da floresta estava tão agradável quanto o clima dela. De repente achei a origem de toda aquela cantoria, mas não foi aquilo que eu pensei que iria ver. Ao invés de campistas eram quatro Dríades. Tentei me afastar rapidamente mais ela me viram.

-Ei você-me chamou uma-venha participar conosco. Venha se banquetear também.

-Muito obrigado dona Díade, mas eu tenho que voltar para o chalé treze sabe...

-Ah é só um jantar amistoso não a com o que se preocupar. Você não faria uma desfeita destas com nós não é? –disse outra.

Eu sabia que provavelmente elas iriam ficar raivosas se não entrasse na gruta na qual se encontravam e então decidir entrar, afinal, elas não tinham motivos para me atacar...

-Espere ai você disse Chalé treze? Esse não seria o Chalé de Hades?- perguntou a primeira que havia falado comigo.

-Sim-Confirmei inocente.

-Que coincidência, uma de suas crias vem até nós. Você sabia que seu pai abandonou nossa irmã Minthê?

Era logico que eu sabia, e era logico que eu também sabia no que isso iria terminar.

-Eu não quero confusão senhoras. Acho que é melhor eu voltar para meu Chalé-disse me virando para ir em bora.

-Que isso? Você acha mesmo que o deixaremos impune?

-Pelo que exatamente vocês querem me punir? O fato de ser filho de Hades não me faz culpado pelos que ele fez com Minthê!- retruquei irritado.

-A cria dele deve pagar pelo que ele fez, e você não vai sair daqui nem tão cedo garoto!- vociferou uma delas.

Era impossível discutir em tão tentei fugir. Corri na direção das arvores o mais rápido que pude. Mas elas eram mais rápidas e logo me alcançaram. Uma delas tentou pular e mim, mas eu desviei bem na hora. Outra se agarrou no meu pé, e eu, de impulso, chutei sua Cabeça fazendo-a me soltar. A terceira que continuava me seguido de perto parecia mais esperta, pois ela as vezes tentava me fazer seguir outro caminho para me afastar do acampamento. Quando ela viu que não estava resultando em nada ela me deu uma chicoteada nos pés me fazendo cair no chão.

Irritado cortei a acorda e dei um empurrão com o ombro nela, que foi em direção de uma arvore, mas não bateu as costas nela, como eu esperava, e sim a passou direto caindo com um baque surdo no chão. Usei a nuvem negra para atrapalhar a visão dela e em seguida usei o vulto me distanciando ainda mais dela que provável mente estava irada e lançando pragas em mim. Logo cheguei de volta ao acampamento e a fadiga finalmente tinha me dominado.


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MensagemAssunto: Teste de Hades maio   Qui 06 Jun 2013, 20:32

Diego, a melhoria considerável no seu texto foi uma boa surpresa. Reclamado, filho de Hades! Me envie via MP as armas e perícias escolhidas para a atualização!

____

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“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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