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 A gincana de Artêmis. Não, pera... ▬ Missão onepost para Blair

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Thanatos
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MensagemAssunto: A gincana de Artêmis. Não, pera... ▬ Missão onepost para Blair   Qui 20 Jun 2013, 16:42


A gincana de Artêmis. Não, pera...  


O instrutor de atividade no lago preparou uma gincana, na qual qualquer um poderia participar. Blair, que não queria participar, foi forçada pelo instrutor, pois esse acreditava que ela precisasse interagir mais com os campistas.
Depois de muita discussão, a ceifadora resmungona “aceitou” participar. Atêmis, o instrutor, explicou as regras. Em cada um dos pequenos botes, serão posicionados três campistas, cada um deles com uma arma – a qual seria obrigatoriamente um cotonete gigante – e os botes seriam distribuídos no lago. O objetivo era derrubar todos os oponentes dos outros barcos na água. A equipe que ficasse até o final, ganhava.
Mas os campistas que acharam que aquela seria uma simples brincadeira acabaram se iludindo.
Código:
Diretrizes da missão
•   Você está livre para narrar a partir do momento que quiser. Poderá narrar como foi o seu dia ou, simplesmente, a partir da conversa com o instrutor no lago.  É importante que tenha esta conversa.
•   Desenvolva parte da atividade. Seus companheiros no bote são um filho de ares e uma filha de Iris.
•   Em certo momento, quando ainda haver cinco barcos no lago, vários tentáculos emergirão das profundezas do lago e quebrarão os botes ao meio.
•   Você deverá, juntamente com os outros campistas, destruir a quimera. Você terá a liberdade de narrar pelos outros campistas.
Informações relevantes
•   Quimera: Quimera é o nome dado a qualquer monstro constituido de partes de animais diferentes. Pode ter mais de uma cabeça. As variantes vão desde Cabeça de leão, corpo de bode e cauda de serpente ou escorpião até 3 cabeças: uma de bode, uma de drakon e uma de leão, com a cauda de serpente venenosa ou escorpião e o corpo leonino, ou meio leonino, às vezes com apenas duas cabeças, e os animais podem variar. Em alguns casos, pode possuir asas emplumadas ou coriáceras, e em todas os casos terá hálito de fogo. Além do sopro, seus ataques variam com as partes corporais que possuem, sejam mordidas, garras, chifres ou cascos.
•   A quimera em questão tem cinco tentáculos, cabeça de tubarão e corpo expeço e resistente como de uma cobra.
Prazos e outras informações
•   A postagem poderá ser feita até o dia 05 de julho
•   Em caso de atraso, o player estará sujeito às penalidades de atraso
•   Respeite as regras do fórum



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Blair C. Morgenstern
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MensagemAssunto: Re: A gincana de Artêmis. Não, pera... ▬ Missão onepost para Blair   Sex 26 Jul 2013, 19:54

 









Ártemis, Âtemis not wait. What ..?

Ficar sentada bebendo não era normal. Como eu tinha conseguindo uma garrafa de tequila era a coisa mais fácil de saber. Filhos de Hermes. Pelo meu estado, não estava mais sóbria. Esta palavra não fazia mais parte do meu dicionário. Estaria eu me tornando uma adolescente alcoólica ao ponto de me deprimir? Eu já era deprimida, só não  saia demonstrando por aí o que eu sentia, além de raiva, ignorância e desprezo.






Bocejei de puro tédio, olhando o canto oposto, onde um bichinho voador tentava voar. Até parece que ele estava mais bêbado que eu. Não, espera... Era eu quem tinha bebido e não aquele bicho. Bocejei novamente. Escorreguei meu corpo no chão, deitando sobre o mesmo e fitando a garrafa escura à minha frente. Já estava mais do que bêbada – se é que existia algo mais que bêbada. Já tinha rido, chorado, me lamentado, tudo que eu tinha direito no estado de bêbada e, agora, estava cansada e com sono, pois tinha passado a noite toda acordada, bebendo é claro.
 
Apolo estava se aproximando, trazendo a luz solar consigo, porém enquanto o deus estava longe,  Eos enchia o céu de cores belas e magníficas. E o chão continuava frio. Agarrei a garrafa, tomando mais um gole e a deixei à minha frente, novamente. Meus olhos foram se fechando, mesmo com o barulho de passos se aproximando cada vez mais. Não me importava que me vissem assim, não tinha nada para zelar mesmo. Suspirei lentamente enquanto a porta do chalé era aberta e uma voz sussurrando meu nome, andou até mim. A pessoa passou a mão pelo meu rosto afastando os cabelos que ficavam sobre minha face, fazendo-me olhar quem era.
 
Rock…
 
— Blair, você está bem? Você está horrível. Vamos, vou te levar para dentro.— falou ele, em um tom de preocupação, pegando-me no colo e entrando no chalé.
 
— Não, eu quero ficar ali. — reclamei, minha voz havia saído tão baixa que achava que ele não tinha escutado. Agarrei-me nele que reclamou do meu cheiro de álcool e o mordi levemente, no pescoço fazendo meu irmão soltar um baixo gemido.
 
— Não, Blair. Você não está em um bom estado. Se te pegarem assim você ficará com problemas. — o senti inclinar-se e pousar-me em cima de algo macio, minha cama. Rock tirou meus sapatos e, logo em seguida, minha inseparável capa. Ele beijou minha testa. — Boa noite.
 
Segurei a roupa dele e o puxei, impedindo-o de ir.
 
— Fica aqui, por favor. Só até dormi. — Pedi. Arredei para o lado, deixando Rock deitar-se ao meu lado e o abracei, suspirando. Ele mexeu em meus cabelos, e dei um beijo nele, ajeitando-me e não percebi quando dormi.
 
 
Minha cabeça lateja. Não tinha ideia de que horas eram. Estava perdida no tempo. Virei para o lado em busca de algo, mas não sabia o quê. Não lembrava nada, exceto de estar na varanda me afogando com litros de álcool e depois alguém me carregar até aqui. Coloquei a mão na minha cabeça, como se aquele ato fizesse a dor impertinente sumir, mas como era impossível, nada aconteceu ou mudou.  
 
— Ai, Claire, só você mesma. — lamentei-me querendo que a dor passasse, mas não seria tão fácil. Levantei-me cambaleante indo em direção ao banheiro para limpar-me, mesmo que  eu tinha notado que não estava mais com as roupas de antes. Só esperava que quem tivesse trocado minhas roupas não tenha visto mais do que deveria, senão iria  ter um susto bem grande. Por mais que a água me ajudasse, a dor não passou de completo. Sai do banheiro voltando para minha cama onde me afundei, suspirando. Ficar assim não ajudaria em nada. Nada ajuda em nada.
 
Era um daqueles dias em que eu não aguentava nada e a única alternativa era me entupir de álcool, mas meu estoque havia acabado ontem, se é que havia sido ontem . A única saída era comprar secretamente. Levantei, coloquei minha capa e os coturnos e peguei alguns dracmas, saindo do chalé em seguida, caminhando para o chalé de Hermes.
 
Passei por algumas pessoas que, diferente de minha pessoa, procuravam o que fazer e se socializar. Como meu chalé era um dos primeiros, tive que andar uns bons metros até o final da formação dos chalés e entrar no chalé de Hermes.  A madeira rangeu nos primeiros passos, coisa normal para o estado do chalé. Olhei em busca de um garoto, Billy. Se eu tivesse visto no iPad não precisaria encontra-lo agora. Suspirei, virando-me para sair em busca do garoto quando ouvi passos e acompanhei o som, vendo quem eu buscava. Sorri com o canto dos lábios.
 
— Billy. — O chamei, fazendo-o  olhar-me.
 
— Sim, o que foi? — Perguntou, olhando-me desconfiadamente.
 
— Preciso que arrume uma coisinha pra mim. Pra ontem. Quero uma garrafa de tequila. — Fiz um gesto com as mãos, mando-o ir logo o que foi acatado rapidamente, apesar de sentir que iriam vir perguntas. O garoto sumiu entre as camas deixando-me a esperar por sua volta, que pareceu uma eternidade com a maldita dor de cabeça presente em mim. Não sei quanto tempo se passou, mas sabia que havia demorado, pois o esperei sentada até ele voltar.
 
— Blair... Aqui está, mas acho que você tem exagerado na bebida... — disse o garoto, levando minha atenção para ele e para o que ele estendia para mim. Tomei a garrafa nas mãos rudemente, olhando de maneira fria para o filho de Hermes e entreguei alguns dracmas para ele.
 
— Não se meta, caso queira acordar pendurado no telhado do chalé, Billy. — O ameacei entre dentes.
 
Sai do chalé com a garrafa dentro da capa para que ninguém a visse e caminhei em direção ao chalé de meu pai, jogando-me em um canto qualquer e bebendo toda a tequila que continha ali. Quem me visse diria que eu tinha sérios transtornos, além de ser uma adolescente viciada em álcool e que precisava ir urgentemente para uma reabilitação. Foda-se, a vida é minha e dela eu faria o que quisesse. Basicamente, fiquei jogada naquele canto por horas bebericando para que durasse bastante, não estava com a mínima vontade de voltar ao chalé de Hermes e pedir outra garrafa.
 
A preguiça estava tão grande que de repente a parede e o chão tornara-se macio e confortável. Minha dor de cabeça tinha passado e a embriaguez veio, mas não estava bêbada o suficiente ao ponto de cair no chão, como ontem. Só estava bêbada ao ponto de falar besteiras. Fora isso, mais nada. No máximo, passaram-se umas 3 horas até toda a tequila acabar e eu começar a ficar entediada. Arrastei-me pelo chão em busca de um esconderijo para a garrafa e, assim, pensar em algo para fazer.
 
Queria tomar outro banho, sentia-me suja. Esta ficando paranoica, com certeza. Após lutar com minha paranoia e vestir algo mais “leve” uma coisa como um short jeans, uma camiseta preta – deixando uma das minhas tatuagens à mostra – e meus inseparáveis coturnos, colar e sais, sai do chalé um pouco bêbada.
 
Rumei para a floresta, porém um furacão me agarrou pelo braço e saiu me puxando em direção ao lago. Depois de uma reação surpresa, bati no garoto mandando-o me soltar, mas não estava fazendo efeito direito já que eu não estava conseguindo acompanhar os passos direito. Ficava cambaleando. Por fim, fui solta alguns metros do lago onde um grupo de pessoas estava reunido para alguma atividade social do acampamento; coisa que evitava ao máximo e constantemente.

 
— Escuta aqui… Você tem alguma intimidade para ter feito isso, hein? Se fizer isso de novo vou arrancar suas entranhas fora. Entendido? — O amacei, fitando-o com meu pior olhar que eu poderia fazer no momento, fazendo o garoto revirar os olhos. Acho que eu o conhecia, mas não lembrava e nem o seu nome.
 
— Blair, não dê desculpas você precisa se socializar mais com as pessoas. Interagir, se comunicar e compartilhar bons momentos… Que cheiro de álcool é este?  Você bebeu? Você não pode fazer isso! As...
 
Arquei a sobrancelha, fitando-o sarcasticamente.
 
— Eu não quero me socializar, interagir, comunicar e a porcaria que for. Você não vai me obrigar a fazer o que quer, você não tem autoridade perante minha pessoa.
 
E assim ficamos nessa discussão irritante comigo tentando convencê-lo de que eu não participaria de nada e iria embora e com ele querendo que eu participasse. Essa pequena briga ficará tão intensa ao ponto de gritarmos e chamarmos atenção das pessoas presentes ali. E, como todo bêbado, troquei o nome do garoto, chamando de Ártemis fazendo os outros rirem e ele gritar Âtemis muito nervoso, me corrigindo. Depois de quase meia hora discutindo e eu resmungando que por causa da dor de cabeça, eu aceitei.
 
— Todo mundo. Juntem-se aqui, vou explicar o que vai ser a gincana. — Pediu o garoto, fazendo todos reunirem-se em uma roda ao redor do monitor. Eu poderia aproveitar para fugir, mas Âtemis faria o favor de ir me buscar em qualquer parte para fazer eu participar desta droga de coisa. — … Então três em cada bote, os três com aqueles cotonetes gigantes ali para derrubar os outros. Vence quem sobrar. Vale tudo, menos matar.
 
Depois de seu grande discurso, Âtemis dividiu os trios em cada bote. Fiquei com os menos improváveis. Layse, a filha de Íris; e Bob, o filho de Ares. Todos com aqueles cotonetes gigantes na mão, os grupos se juntaram em 10 botes; ao todo 30 campistas participando desta gincana. Fui até meu pequeno grupo.
 
— Eu remo. — Anunciei antes de entrar no bote, fazendo Bob parar no meio do caminho, fazendo-me ir de encontro as costas dele e me desequilibrar e quase cair se não fosse Layse me segurar. Bob virou.
 
— Isso é trabalho para homem. Exclamou irritado querendo me amedrontar, porém isso não surtia efeito em mim. Principalmente quando se tinha convivido com um dos filhos de Ares por anos.  Olhei para ele com um olhar frio e sem reação.
 
— Posso ser tão homem como você ou até mais, Bob. Além disso, tenho mais afinidade com água do que você.
 
Ele ia continuar a reclamar, mas Layse foi mais rápida pronunciando-se primeiro.
 
— Ela está certa em remar. Deixe-a fazer isso e vamos nos apressar, os outros já estão indo.
 
Deixei que um sorriso doce aparecesse em meus lábios para o filho de Ares ver. Muito contrariado, Bob sentou-se no bote deixando espaço para Layse e eu remei. Um grupo tinha sido derrubado na água. O restante tentava derrubar, desviar, bater uns nos outros que desequilibravam, mas recuperavam o equilíbrio e revidavam. Dois minutos depois, outro grupo caiu.  Um bote aproximou-se do nosso, atacando-nos. A primeira a ser atacada fora a filha de Íris, que desviou a tempo, enquanto Bob atacava um garoto loiro que se defendia da força do filho de Ares.
 
Bom, eu? Eu esta bêbada desviando de um cotonete gigante, miseravelmente. Bloqueei o ataque do garoto que me atacava ferozmente e minha pessoa estava sendo inútil no momento, pois não estava conseguindo se equilibrar com o bote balançando muito. Aquilo estava fazendo meu estômago revirar, já que eu não tinha comido nada. Layse derrubou a garota para fora do bote. Isso me distraiu e, o garoto que me atacava, viu uma chance e me acertou, fazendo-me cair por cima de Bob.
 
— Qual é princesinha Ariel? Não consegue ficar sem se jogar em cima dos outros, hein? Está tão necessitada assim? Disse ele, fazendo os que estavam perto rir. Senti meu rosto corar, mas não de vergonha e sim de raiva por odiar que me chamassem de puta. Levantei-me e com uma emoção muito forte e negativa, propositalmente fiz a água se agitar, derrubando o outro bote e quase nos derrubando.
 
O ambiente tinha escurecido.
 
— Calado caso não queira morrer agora, Bob. — falei baixo o suficiente para sair ameaçadoramente e fazer o garoto se calar e, assim, seguir a gincana.
 
Seguiu-se todo mundo derrubando todo mundo . Desviando, defendendo e o mesmo lenga-lenga de sempre. Não houve mais conflitos entre meu parceiro Bob, que preferiu perturbar a filha de Íris. Quinze minutos depois restou somente 5 botes. Destes três estavam juntos lutando entre eles e o restante estava na mesma situação há quase 2 metros de distância.
 
Do nada tudo tremeu, inclusive a água, seguido de um silêncio mórbido entre nós. Senti o olhar de todos sobre minha pessoa enquanto eu fitava um ponto fixo n’água até o silêncio ser quebrado por uma filha de Deméter, Rose.
 
— Blair... Foi você? — A sentir hesitar na pergunta, com medo.
 
— Não.
 
— Como não? Você pode estar...
 
— Não.
Repetir mais uma vez para o garoto que tentava me acusar e, antes dele continuar, completei. — Tem alguma coisa ali embaixo, então Cal…
 
Antes de eu terminar, escutamos estouros, seguido de gritos e todo mundo estava na água tentando se salvar, nadando para a beira do lago; porém algumas pessoas gritavam enquanto afundavam e, dentre elas estava Layse, chamando ajuda de alguém próximo e livrem, ou seja, Bob. Ele mergulhou para pegá-la.
 
Isto estava um caos completo, e, como uma boa bêbada, estava parada, boiando literalmente.
 
— Blair! Ajuda, rápido! — Âtemis antes dele pular no lago, nadando na direção dos semideuses afogados. Suspirei, deixando-me afundar.
 
Lá no fundo, oito parentes meus tentavam – muito desorganizadamente – lutar com um monstro demasiadamente feio. Ele continha 5 tentáculos, que seguravam  meios-sangue, uma cabeça de tubarão e um corpo serpentino bem expenso. Creio que se tratava de uma Quimera, eu acho ou um monstro muito feio. Nadei mais para perto, enquanto Bob e um garoto submergiam para buscar ar. Os 5 presos estavam quase desmaiando por falta de ar. Caridosamente, fiz bolhas ocas sem a água envolta da cabeça deles e de Âtemis. Fiz um gesto para o garoto que chamasse a atenção do monstro para leva-lo para a superfície e assim ele fez, tentando levar o monstro para cima enquanto eu o ajudava.
 
Estava um pouco complicado, pois o monstro não estava muito afim de sair dali, então teríamos que apelar. Peguei uma sai e mirei no olho do monstro e lancei a arma, mas como tudo não é perfeito, acertei próximo ao olho dele. Isso o fez olhar para mim.  Ele parecia com dor, bastante dor. Bom, ele veio atrás e eu nadei para a superfície.
 
Seria entre o monstro, Âtemis, os que restaram e eu.
 
Assim que o monstro quase submergiu, lançou os semideuses que estavam em sua posse no ar e segundos depois caíram na água. O bom é que eles estavam a salvos; o ruim é que eu estava sendo perseguida por aquela coisa.
 
Alguém gritou para cortar os tentáculos quando uma flecha acertou um dos 5 tentáculos, fazendo o monstro colocar a cabeça parar fora d’água com uma expressão mais feia do que a já tinha. Não sei o que me distraiu, mas fora um álibi para que a Quimera agarrar minhas pernas e se suspender pelo ar, fazendo-me gritar, xingar e me debater enquanto o bicho me sacudia. Junto com mais dois semideuses. Aquilo estava começando e me dar náuseas e não seria bom se continuasse. Estava me sentindo em uma das cenas de Peter Pan.
 
— Alguém me tira daqui. — Gritava alguém. Saraivadas de flechas perfuraram o ar, acertando todas as parte do monstro, que fazia seu som de dor, levanto um dos garotos até sua bocarra. O mesmo gritava pedindo ajuda já que ele tentada – inutilmente – acertar o tentáculo com sua espada.
 
Quase colocando minhas tripas para fora, invoquei minha foice sei lá de ontem para as minhas mãos e fiz um movimento, cortando a parte do tentáculo que me prendia.  Claro que o monstro não ia deixar barato e não me batesse, jogando para água o mais forte possível. O bom era que minha queda n’água fora tranquila, mas meu corpo doía muito com a pancada.
 
Enxerguei Âtemis atacando o corpo do bicho, enquanto o mesmo desviava. Revirei os olhos e nadei próximo a eles, desviando do corpo do monstro para não se atingida novamente.
Próxima o suficiente, segurei a foice com as duas mãos para ter uma firmeza melhor, já que o corpo da Quimera era expenso demais para um corte rápido e eficiente. Levantei a arma por cima da cabeça, cravando a lâmina no corpo do monstro e o cortando.  Segundos depois, a água se encheu de pó dourado e ondulações de pessoas caindo no lago, junto com minha sai. Sorri, fazendo minha foice desaparecer e nadei até minha outra arma que descia lentamente pela água, pegando-a e prendendo-a em minha cintura e subi calmamente, desejando estar seca. Já tinha ficado molhada o suficiente para um dia.
 
Estava em melhor estado do que antes que era deplorável e deprimente. Acho que estava tinha voltado ao meu estado normal, se eu poderia considerar meu estado de dois dias atrás normal. Chegando à margem do lago – após nadar de um modo calmo e lento, estavam todos  (aqueles caíram no lago) com aparência de cachorros molhados e com caras não tão radiantes ao ponto de ficarem alegres como ficavam após matar monstros. Ainda mais um monstro tão forte daquele porte.
 
— Eu aposto que foi você quem convocou aquele monstro para cá, Blair. — E, como sempre, eles queriam algo para me culpar. Balancei a cabeça negativamente, passando por toda aquela multidão e parei quando alguém segurou meu braço.
 
Olhei para a pessoa, não me surpreendendo para quem me segurava. Bob. Os outros começavam a fazer confusões, me acusando de como eu era culpada do acontecimento de hoje. Suspirei, levantando a mão, pedindo silêncio enquanto meu braço doía. Uma pena ter uma marca roxa futuramente.
 
— Bob, você está me machucando, solte-me. — Porém, meu pedido não foi atendido por ele e muitas pessoas o mandaram não soltar. Revirei os olhos, suspirando para manter a calma. —  Outro pau mandando. Ok, você pediu.
 
Ele ia sacar sua espada, mas fui mais rápida chutando a dobra de seu joelho, fazendo-o cair ao chão. Virei para as costas dele, levando seu braço, que me segurava, comigo, fazendo-o gritar enquanto apontava a arma do garoto para a garganta dele. Os remanescestes sacaram sua armas para me atacar quando os mandei parar.
 
— Vocês se mexem o que me força a cortar o amigo de vocês, matando-o, mas... Não estou afim de matar ele. Então, vocês ficam quietos e me escutam ou você avançam em cima de nós, o que pode fazer ele se machucar. O  que vai ser? Escutar ou sangue derramado? — Eles foram compreensíveis e se acalmaram, obrigados. — Ok, se a culpa foi minha ou não, eu matei o monstro com a ajuda de vocês. Porém, não teria acontecido uma coisa dessas se Âtemis não tivesse insistido que eu participasse dessa droga; melhor, poderia sim ter acontecido, mas não ao ponto de aparecer àquela coisa.  Juntar todos vocês e mais eu aqui não é bom, em parte Âtemis tem culpa, eu não queria estar aqui. Agora, se você quiserem ficar me culpando de toda essa droga, culpem, não estou nem aí com o que vocês pensam ou deixam de pensar só me deixem quieta.
 
Não sei se eles ainda queriam me matar ou não, apenas joguei a espada do filho de Ares para longe e o soltei, dando um tapinha em seu ombro e sussurrei um desculpe e me emprenhei na floresta, deixando aquele amontoado de semideuses para trás.
 
 
Armas:
 

 
Poderes:
 

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MensagemAssunto: Re: A gincana de Artêmis. Não, pera... ▬ Missão onepost para Blair   Qua 31 Jul 2013, 12:51

Vamos analisar a sua narração: Sem erros, com coerência, com uma boa seleção e pouca repetição, a maneira como envolve o leitor também é agradável. Recompensa: 129xp.

Agora seu desempenho: Bom, narra detalhadamente o que nos faz imaginar perfeitamente o que aconteceu, também conseguiu cumprir o que lhe foi designado. Recompensas: 121xp.

Total: 300xp.

Sabre Dos Pesadelos: Um sabre feito de prata com a ponta de diamante que, exala microondas soniferas e estas deixam o inimigo mais lento atordoado e perturbado.

Continue assim!

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MensagemAssunto: Re: A gincana de Artêmis. Não, pera... ▬ Missão onepost para Blair   

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