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 The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken

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Hefesto
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MensagemAssunto: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Ter 09 Jul 2013, 23:18


.: The Dragon Age :.


A noite estava calma no Acampamento Meio-Sangue. Nada de estranho havia acontecido, nada de semideuses que se perdiam na floresta e entravam em um combate mortal com alguma criatura que se escondia lá dentro e nada de aparições de deuses olimpianos que convocavam alguns campistas poderosos para missões de extremo perigo em busca de algum objeto perdido. Tudo estava muito tranquilo, porém, como tudo que é bom dura pouco, algo de diferente - e que já estava virando rotina - aconteceu. O diretor de atividades do Acampamento, Quíron, o centauro, esperou que a maioria dos habitantes da colina voltassem para seus chalés e quando restou apenas um pequeno grupo ele levantou-se e chamou em voz alta:
Blair Morgenstern, prole de Poseion e Chuck Heineken, filho de Hades. Me sigam!


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Chuck B. Heineken
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Sex 12 Jul 2013, 12:17




Aphrobitch Soul


A
lua brilhava em tons azul-claros. Envolvida pelas estrelas que salpicavam os céus de Long Island. A luz de Ártemis, mesclada as tochas fincadas pelo caminho, iluminava o grupo de deslocados que se dirigia lenta e calmamente em direção ao refeitório. O chalé XIII, numa última tentativa de socialização, caminhava para o que seria um massacre social. Embora as chamas iluminação do acampamento conseguissem aquecer minhas carnes, a noite fria no estreito de Long Island percorria minha espinha e me fazia pensar “Eu devia ter vestido mais roupas”. A calça jeans e a camisa de manga longa cinza não eram o bastante para manter o corpo aquecido.

– Tentem não arrumar problemas. – Recomendei, voltando meu olhar para as crias de Hades. Na verdade, soava mais como um aviso para Chuck B. Heineken, aquela estranha figura que habitava em mim.

×  ×  ×


O refeitório já estava repleto de meio-sangues famintos. Atacavam o alimento com a voracidade de um tigre de bengala. Nossa mesa vazia foi preenchida pelo grupo recém-chegado. De um lado, as crias de Éolo jantavam, do outro as feras de Dionísio comiam, devoravam, saciavam a fome. As labaredas da enorme fogueira aqueciam meus ossos cansados de mais um dia naquele lugar. Em meu prato, um mosaico de frango xadrez, arroz e salada. Levantei-me, dirigindo-me ao fogo. Nas chamas fervorosas, joguei um pouco do frango, sem cerimônia ou prece alguma. Por fim, retornei à mesa. O zumbido das conversas constantes ia diminuindo à medida que os semideuses se retiravam. Risadas estridentes podiam ser ouvidas à distância. O que havia sido uma reunião de família para cada chalé, foi apenas mais um jantar para o meu.

Não demorou muito, até que meu prato estivesse limpo outra vez. Meu olhar voltou-se para a mesa vazia. Todas as crias de Hades já haviam deixado o refeitório, exceto eu. Alguns semideuses ainda permaneciam nas mesas. Alguns cansados demais para levantar seus traseiros numa viagem até os chalés, outros apenas desfrutando do banquete daquela noite.  As sombras inconstantes formadas pela luz da fogueira moviam-se bruscamente, quando a voz reverberou pelas pilastras monumentais. Do outro lado do salão, a figura do centauro na cadeira de rodas se fazia presente.

Num primeiro momento pensei em ignorar, num segundo momento pensei em fugi, num terceiro momento já estava andando lentamente em direção a Quíron. Antes que eu pudesse realmente me aproximar, a cadeira de rodas começou a se mover em direção à escuridão noturna, lá fora. À minha frente, a figura feminina convocada pelo centauro seguia-o mais de perto. Os quadris dançavam uma valsa contagiante. O movimento das ancas perfeitamente redondas despertava o meu lado mais selvagem. Uma faísca da chama antropológica que me fazia invocar o ser das cavernas que tomava para si as fêmeas mais férteis do bando. As curvas delineadas na escuridão pelas tochas capturavam toda a minha atenção a ponto do pensamento mais sórdido passar pela minha cabeça. “E se eu tocasse?”. Num suspiro de lucidez, meneei a cabeça, afastando os pensamentos sobre o assunto. “Colocaram pimenta demais no frango xadrez, é isso”. Fitei a garota que continuava andar à minha frente. Dessa vez, a única coisa que eu conseguia ver era a arrogante figura chamada Blair. Apressei o passo a fim de alcança-la. E antes que entrasse em seu campo de visão, a vontade de provoca-la me venceu.

– Oi, prima. – Sorri cinicamente para ela, como se minhas intenções fossem as melhores. – Há muito tempo que a vejo...
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Sab 13 Jul 2013, 17:16










 Boredom Dining

  



 
Aqueles tons que tanto tinham minha atenção se foram fazia tempos. Apenas estava ali aproveitando a paz que o quebrar de ondas trazia há metros de distância. Deveria estar pensando em alguma coisa, mas em quê iria pensar? Na morte? Não tinha amor entre nós só interesse qualquer.

Olhei a lua mais do que visível no céu, tentando adivinhar que horas eram para meu estômago chegar à conclusão que estava na hora do jantar e que eu deveria comer.

Levantei-me do chão de areia, batendo os grãos que grudaram em minha calça. Caminhei para o refeitório vendo as filas dos chalés indo jantar. Ao longe avistei meus maninhos entrando no refeitório, sentando-se à mesa. Minutos depois juntei-me a eles sem dizer uma palavra. Não sei se o barulho de conversas estava mais alto ou eu que não estava acostumada a ficar para o jantar, geralmente eu sempre pulava essa parte da refeição para ficar só em algum canto do acampamento.

Meu prato estava cheio de pedaços de carne, arroz, verduras e legumes. Estava tão colorido e equilibrado que tinha semelhança com o prato de uma pessoa saudável, isto me agoniava. Peguei o prato dirigindo-me para a fogueira que dava iluminava aquele ambiente, fazendo-o ficar mais familiarizado. Joguei parte das verduras e legumes nas chamas crepitantes.

— Para o mais necessitado de emagrecer.

Virei para voltar à mesa, porém um barulho maior chamou minha atenção. Dionísio amassava sua latinha de Diet Coke, mostrando os dentes para mim. Sorri debochadamente, fechando a mão de maneira confiante e dizendo um você consegue silencioso e finalmente voltei para meus irmãos evitando desatar a rir. Antes de começar a comer vi o deus bastante vermelho de raiva; ele poderia se confundir com um morango, somente faltando as pintinhas amarelas.

Pessoas conversam, comem, se divertem, tempo passa e eu continuava a cutucar a comida no prato não tinha acabado. Estava mais interessante ficar rolando a comida de um lado para o outro do que prestar atenção na conversa dos outros, mas as conversas tinham sessado mais. Franzi o cenho estranhando e olhei ao redor. Não tinha muitos semideuses ali, só alguns. O restante deveria ter ido para os chalés, então me espreguicei tomando o suco que sobrara no copo. A voz de Quíron chamou meu nome. Imaginei ser pela afronta que fiz a Dionísio, mas não fora só eu a chamada. Olhei para a outra mesa vendo um hesitante filho de Hades não querendo levantar.
 
Revirei os olhos, deixando o copo na mesa e levantando para ir em direção ao centauro. Na metade do caminho virei um pouco a cabeça para trás vendo se Chuck estava vindo também quando o notei concentrado em algo em mim. Arqueei a sobrancelha, sorrindo de canto e olhando para frente. Seria legal se eu fizesse algo. Quíron estava esperando quando parei em sua frente esperando Chuck chegar me irritando.

Sorri da maneira mais doce que pude, olhando-o e aproximei-me dele dando a volta e parando em suas costas, sorrindo maliciosamente sem que visse meu outro sorriso. Passei meus braços por baixo dos dele, levando minhas mãos para dentro da camisa do garoto, espalmando minhas mãos em sua barriga subindo-as até seu peito. Descendo as mãos lentamente de volta ao início. Mordisquei a ponta da orelha dele, aproximando seu corpo do meu provocando-o propositalmente. Aproximando meus lábios do ouvido dele, sussurrando:

— Pode fazer tempo... Mas ninguém perde o costume das provocações, não? Pena que algumas pessoas olham e sabem disfarça, ou não, priminho.

Ri, dando um rápido beijo em sua bochecha, sorrindo em puro deboche. O soltei, ficando ao seu lado, fitando-o com diversão no olhar sem dizer mais nada. Aquilo fora tão divertido que poderia ter continuado, mas não iria levar adiante por causa de Quíron. A vida era feita de provocações e... Assim seria por mais engraçado que fosse. Virei-me para frente ignorando-o, enquanto cruzava os braços, prestando atenção no diretor de atividades.



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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qua 17 Jul 2013, 16:25

Hefesto escreveu:

.: The Dragon Age :.


Os semideuses convocados por Quíron para segui-lo faziam provocações entre si durante o caminho, sendo com palavras, gestos ou sorrisos. O centauro, por sua vez, apenas fingia ignorar tudo o que estava acontecendo e soltou longos suspiro na maior parte do percurso até a Casa Grande, e, quando chegou na mesma, não convidou os dois para entrarem e também não entrou. Apenas virou-se e tentando parecer calmo, falou:
Isso pode parecer um pouco estranho para vocês, que são filhos de deuses gregos, mas preciso de vocês para uma missão o tanto que incomum... - Enquato falava, fitava apreensivamente os dois. - ... Um dragão, isso mesmo, um dragão, fora avistado por um de nossos sátiros sobrevoando os domínios de Zeus na cidade do Colorado, e a ultima pista que temos sobre eles é esta. - Pegou, então, uma folha de Jornal que repousava sobre a mesa e entregou à eles, logo na primeira página era possível ver a Manchete, que falava de um terrivel incêndio que ocorreu numa cidade próximo as enormes montanhas do estado. - Chuck e Blair, vocês são os campistas mais habilidosos que temos em nosso acampamento... Vocês poderiam ir até a cidade e investigar? 
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Caso aceitem a missão, deverão partir até o chalé para os preparativos final e finalizar a narração na Colina Meio-Sangue, com Argos.
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Chuck B. Heineken
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qui 18 Jul 2013, 16:02




Hopelessly Unholy


I
ndiferença. Só o que eu realmente pude sentir. Na verdade, era o que transparecia. O som da voz feminina realmente atiçara-me, numa parte sedenta por um rebate. A afronta da garota não seria simplesmente ignorada. Mas, por hora, era melhor que ela pensasse ter sido totalmente bloqueada. Depois da provocação, apenas prossegui pelo caminho que Quíron indicada, andando à nossa frente. Os passos firmes amortecidos pela grama que cobria o chão do acampamento se seguiram, enquanto o único som que se ouvia era o das tochas crepitantes que iluminavam o lugar.

A Casa Grande já se fazia visível há muito tempo, mas só agora, finalmente chegávamos a contemplar sua imensidão. Na varanda, Quíron finalmente nos revelou o olhar apreensivo e hesitante. A reação só podia significar que a nossa missão seria mais complicada do que esperávamos. Sem mais delongas, o centauro nos contou o motivo daquilo tudo.

– Isso pode parecer um pouco estranho para vocês, que são filhos de deuses gregos, mas preciso de vocês para uma missão o tanto que incomum... Um dragão – O nome da criatura me fez embrulhar o estomago –, isso mesmo, um dragão, fora avistado por um de nossos sátiros sobrevoando os domínios de Zeus na cidade do Colorado, e a ultima pista que temos sobre eles é esta. – O centauro tomou em suas mãos o jornal que repousava sobre a mesa, entregando-me. Blair aproximou-se para melhor visualizar a manchete sobre um incêndio devastador, no Colorado. – Chuck e Blair, vocês são os campistas mais habilidosos que temos em nosso acampamento... Vocês poderiam ir até a cidade e investigar?

– Que seja. – Disse, jogando sobre a mesa o jornal e deixando o lugar em direção aos chalés.

×  ×  ×

A caminhada pelo acampamento foi rápida. Adentrei o chalé de Hades, ainda analisando os fatos daquela noite. As filhas de Hades permaneceram alheias à minha presença, absortas em pensamentos, assim como eu. Rapidamente, ajoelhei-me em frente ao baú posicionado ao pé de minha cama. A mão pesada tocou o fecho em forma de caveira, delineando suas formas, até finalmente acordar do breve devaneio, destranquei a arca e revelando a pequena coleção de artefatos de batalha. De dentro, retirei apenas parte dos objetos, os quais eu ia colocando sobre o lençol negro de cetim que cobria a cama. Depois, tranquei o baú, voltando-me para a cama. Parado ao lado da mesma, eu comecei a equipar-me.

Primeiro, coloquei no braço direito o bracelete spike. A luz que brilhava sobre as pedras encravadas nas paredes do chalé agora iluminava os espinhos do bracelete. Em seguida, vesti o pequeno colar de onde pendia a pequena caveira com olhos de cristal negro. Por fim, vesti o sobretudo e o gorro negros que repousavam sobre a cama. Assim, deixei o chalé, pronto para seguir em direção à colina, quando uma ideia melhor infestou minha mente. Após poucos passos, minhas costas repousaram sobre a frente do chalé de Poseidon, ao lado da porta principal. Depois de alguns instantes, a porta se abre repentinamente e de dentro dele, a forma humanoide chamada Blair saí, imponente. Quase não nota minha presença, até eu pigarrear anunciando-me.

– Oi, de novo. – Disse, aproximando-me. – Duas vezes na mesma noite. Você não tem nada melhor para fazer do que ficar me encontrando? – Indaguei, retoricamente e com um sorriso perverso no rosto.

A garota seguiu seu caminho em companhia a mim. Quanto mais nos aproximávamos da colina, mais pensamentos sobre a missão me contaminavam. Subimos a mesma rapidamente. O som de nossa respiração ofegante era o único som ouvido por mim. Quebrando o silêncio, pronunciei a frase mais sensata que trocamos até aquele momento:

– Como vamos chegar ao Colorado?

Mas a pergunta foi rapidamente saciada pela figura que se encontrava no topo da colina Meio-Sangue. Iluminada por uma tocha, a criatura enorme permanecia imóvel e silenciosa. De imediato, reconheci o homem vestido em um terno preto chamado Argos.
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Sab 20 Jul 2013, 01:37

 









My fascination with dragons.

    





 
Quíron caminhou em direção à Casa Grande e o seguimos em silêncio, como rabos – para onde um vai o restante segue atrás. Quase todos estavam em seus chalés, exceto alguns remanescentes que vagavam por aí. Enquanto andava, olhando para o chão imaginava o que Quíron queria conosco; missão, bronca, presente – menos provável -, missão. Enfim, ao chegarmos à Casa Grande, Quíron entrou na varanda. Ele parecia incomodado com algo, porém tentava não demonstrar. O que era muito... Transparente. Não, translúcido seria a palavra certa para alguém que tentava não mostrar sua preocupação.


Sua hesitação era compreensível. Ou não.

— Isso pode parecer um pouco estanho para você, que são filhos de deuses gregos, mas preciso de você para uma missão um tanto que incomum...  Um dragão, isso mesmo, um dragão fora avistado por um de nossos sátiros sobrevoando os domínios de Zeus. — 
Quíron parecia aflito, mas ao escutar aquele nome, eu fiquei feliz e não prestei atenção no final. Dragões ainda existiam, isso era, sem sombra de dúvidas, extraordinário, magnífico e belo. Poderia saltitar de alegria pelo simples fato de ver um em breve. Este era, com certeza, o momento mais excitante de toda minha vida. Deixando meus pensamentos empolgantes de lado, voltei a prestar atenção no que o centauro mostrava. Um pedaço de jornal estava nas mãos de Chuck; mostrava a manchete de um incêndio perto das montanhas do Colorado. — Chuck e Blair, vocês são os campistas mais habilidosos que temos em nosso acampamento... Vocês poderiam ir até a cidade e investigar?


Chuck aceitou à sua maneira e saiu. Já eu não poderia recusar uma oferta imperdível e tentadora como esta, então parti para o chalé de meu pai.


Dentro do chalé, que mais parecia uma cabana de praia, caminhei até minha cama sob os olhares dos meus irmãos que, provavelmente, se perguntavam o que eu estava fazendo ali já que eu não costumava dormir no chalé à noite para vagar pelos arredores do acampamento em busca de alguma diversão sombria. Aquele cheiro de brisa marinha estava me deixando com náuseas, então ajoelhe, me apressando e abrindo o baú em busca dos meus itens. De primeira, achei minhas luvas de couro  e as vesti. Elas poderiam ser úteis. Minha espada sempre estava em meu pescoço, na forma de pingente e minha foice, sempre a invocava de qualquer lugar. E, por fim, vesti minha capa indo para a porta.


— Ninguém toca nas minhas coisas. Saberei se algo estiver fora do lugar. — Disse para meus maninhos antes de bater a porta e sair, rumo à colina.


Estava pronta e contava regressivamente para ver o dragão de perto. Seria um sonho belo, se não fosse encontrar com Chuck pelo caminho, tentando me irritar. Apenas revirei os olhos e puxei o capuz para minha cabeça, focando minha visão para o caminho até a colina voltando a imaginar o dragão. Meu fascínio por um ser daqueles era tão grande que não conseguia prever o que faria se visse um em minha frente. Meus pensamentos foram quebrados por um pronunciamento de Chuck que, assim que avistei a silhueta masculina de Argos, apontei na direção.


— Sua pergunta fora respondida.




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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Seg 29 Jul 2013, 18:02

Hefesto escreveu:
Hefesto escreveu:

.: The Dragon Age :.


Quando chegaram no topo da Colina, depararam-se com Argos, que sem muita enrolação abriu a porta de sua tipica van e levou-os do Acampamento até meados da cidade de Nova Iorque, deixando-os em frente ao Central Park e entregando-lhes cerca de 22 dólares e 75 centavos para cada.

Era de noite e a cidade, como sempre, estava movimentada - claro que não tanto como de manhã e no fim do expediente de cada um. - as pessoas andavam normalmente pela calçada e não pareciam ligar muito para o que os dois faziam ali, viam alguns mendigos em pés próximos as latas de lixos em chamas da calçada e o céu estava completamente limpo, repleto de estrelas. Agora, os semideuses deveriam fazer algumas escolhas, entre ir diretamente para Colorado, passar a noite em Nova Iorque ou buscar informações sobre o tal "meteorito" que caiu em territórios americanos. 
 
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A escolha está na mão de vocês? Lembrem-se de cada decisão pode trazer consequências,sejam estas boas ou ruins.
4 dias para a postagem.

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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qua 31 Jul 2013, 21:33




Dangerous Driving


O
cheiro de desodorizador de lavanda empesteava o pequeno furgão de Argos. Seus olhos estáticos e atentos fitavam a tudo e a todos. Os redondos globos oculares pareciam não se incomodar com a presença de Blair, ou mesmo a minha. Pelas ruas de Long Island, seguíamos. O breu que tomava conta da paisagem verde era amenizado pela luz da lua e dos faróis da van. Seguimos a viagem sem trocar nenhuma palavra. Talvez por causa de meus devaneios, que agora me infestavam a mente. As labaredas que antes permaneciam estáticas na folha de jornal, agora crepitavam em minha cabeça, enquanto eu me via em meio à destruição do Colorado. Uma série de perguntas me vinha como trovões “Como vencer essa criatura? Como chegar ao Colorado?” Mas no fim, tudo acabava em uma mesma pergunta “De onde surgiu esse dragão?”.

×  ×  ×

O céu cintilava pontilhado de estrelas. Mesmo sem luzes artificiais, o lugar era bem iluminado pela luz da lua. Por estar descalço, podia sentir a grama fria fazer cócegas em meus pés. Não havia nada ao meu redor, além do horizonte e da estranha figura que se fazia presente à minha frente. Por algum motivo, a luz não chegava à face da presença estática, mas era possível identificar que se tratava de uma mulher pelo longo vestido negro. E de todas as palavras que eu poderia ter pensado naquele momento, a única que pude pronunciar foi:

- Mãe?

×  ×  ×

O toque nada delicado de Blair me puxara de volta para a realidade. As luzes da cidade brilhavam fora da van. Descemos da mesma rapidamente, saltando na calçada. Antes de partir, o motorista voltou todos os seus olhares para nós, enquanto jogava para nós os dois saquinhos de plástico. As notas e moedas não me eram tão familiares. Não fazia muito tempo, eu vivia na França. “Quantos dólares vale um euro mesmo?”. A pergunta me fugiu logo que o escapamento do furgão roncou e Argos partiu de volta ao acampamento. Meus olhos voltaram a olhar para o saquinho em minha mão. Ali mesmo, na calçada, comecei a contabilizar os ganhos. Ao fim dos cálculos, revirei os olhos.

– Ótimo. 22 dólares e 75 centavos. Aonde ele pensa que nós chegaremos com isso? – Voltei-me para a direção de Blair. – Onde é que estamos mesmo? – Disse, buscando ao meu redor alguma coisa que indicasse o nome daquele lugar.

– Central Park. – Respondeu-me. A mesma voz de desdém de sempre.

– Ah, claro... – Finalmente identificava a imensidão verde atrás de nós. O chocante contato entre natureza e vida urbana. A vaga lembrança da infância consumira minha mente tão rapidamente quando a ideia que me veio à mente no exato instante. – Vem. Eu tive uma ideia genial. – Olhei pra atrás, sorrindo para ela, enquanto a ideia pairava em minha mente.

×  ×  ×

As ruas quase vazias do Upper East Side nos recebiam, enquanto eu acabava de contar meu plano para a filha de Poseidon, que ainda me olhava um tanto desconfiada. Chegamos a um pequeno beco negligenciado pela grandeza do prédio ao lado que se estendia em direção ao céu magnificamente. Escondemo-nos ali, e esperamos.

– Você entendeu? – Questionei-a, mas podia jurar tê-la visto revirar os olhos na penumbra.

Não demorou muito, até que nosso alvo surgisse. Deixou o carro em frente ao prédio. Vestia um terno cinza, o senhor de cabelos negros e barba por fazer. O olhar ambicioso iluminado pela luz dos postes da rua fitava o nada, enquanto ele realizava uma espécie de transação ao celular. Continuamos escondidos, até que os olhos vazios se voltassem para qualquer outra coisa que não fosse o pequeno beco onde nos escondíamos. E quando finalmente aconteceu, colocamos nosso plano em prática. Num único golpe, Blair golpeou a nuca do homem com o cabo da espada e fez o homem despencar sobre a beira da calçada.

– É isso! – Exclamei, aproximando-me do senhor. – Oi, papai. – O tom irônico devastou qualquer rasto de um sentimento pai-filho que pudesse existir em minha voz. Blair vasculhava os bolsos do homem, pegando a chave do carro, enquanto eu saudava-o.

Com facilidade, agarramos os pés e braços do homem, jogando-o no beco.

– Vamos logo embora. Essa cidade cheira a morte. – Informei com repulsa.

A garota simplesmente abriu a porta do passageiro, e sentou-se, silenciosa. Eu entrei pela porta do motorista. Só experimentei andar num carro algumas vezes, na França. Esperava que fosse como andar de bicicleta. O Audi A6 cinza era, agora, nosso único risco de morte. É claro que eu não mencionara nada com a ceifadora. Respirei fundo, antes de finalmente puxar o freio de mão.

– Se eu fosse você, eu colocaria o cinto de segurança. – Aconselhei. Um frágil sorriso no rosto.

Com o pé na embreagem, liguei o carro. Aparentemente, dirigir era como andar de bicicleta. Era o que eu pensava, até saltar a embreagem de uma vez. Avançamos de uma vez, numa arrancada perigosa. Pude perceber a expressão nervosa de Blair, antes que eu voltasse a tomar o controle do carro. Assim, avançamos pelas ruas de Manhattan. Em minha cabeça, o medo de dirigir já havia sumido. No momento, apenas imaginava a expressão do homem de negócios, quando acordasse no beco escuro.

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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qui 01 Ago 2013, 22:26

 









Never get into cars with Chuck driving.

 











Sem delongas, entramos na van. Joguei-me no canto, próximo a janela e ali fiquei pensando em como iríamos encontrar o dragão naquela cadeia de montanhas e rochas. Ele poderia estar em qualquer parte de tudo aquilo, escondido no lugar mais improvável. Enquanto meus pensamentos se focavam na localização do dragão, ganhava um cenário negro, verde e com árvores, apenas iluminado por faróis dos carros em tons de amarelo e branco azulado. Basicamente, minha diversão foi pensar, olhar e entediar por uma hora e meia enquanto Argos dirigia com seus olhos atentos para qualquer coisa imprevisível que aparecesse em nosso caminho, mas por incrível que pareça, tudo foi tranquilo.


Estava tão imersa em entre pensamentos e paisagens que não tinha notado quando entramos na cidade e as luzes invadiram a van, deixando-a mais iluminada que antes. Suspirei, endireitando-me e alongando meus braços. Olhei para o lado, cerrando os olhos. Como Chuck conseguiu dormir em uma viagem rápida, eu não sabia, mas como ele era babaca demais para não perceber que a van tinha parado e que estávamos em nossa primeira parada, o sacudi, acordando-o e pulando da van logo após meu ato de solidariedade. Depois que a Bela adormecida acordou, Argos nos jogou dois saquinhos para cada um. Abri o meu, vendo dinheiro dentro. Fiz uma rápida conta, somando 22 dólares e 75 centavos.


Revirei os olhos impacientemente. Não custava muito arredondar para 23 dólares; as pessoas adoram coisas quebradas. Eu não estava aleijada para ter algo quebrado, muito menos dinheiro. Suspirei, guardando o dinheiro no bolso. Argos já não existia para nós, ele se juntara aos outros carros que ainda circulavam pelas ruas ainda movimentadas da grande NY. Era bom olhar uma cidade depois de tanto tempo, cercada por árvores, mas como sempre nunca tinha o prazer de admirar as coisas, Chuck reclamou algo, fazendo-me olhá-lo.


— Onde é que estamos mesmo? — Ele perguntou. Segurei minha vontade de ser grossa.


— Central Park. — Respondi entre os dentes, recebendo uma afirmação idiota e, logo em seguida, o pedido de seguimento para uma ideia que o garoto considerava genial aos sorrisos. Só esperava que fosse genial ao ponto de não termos problemas.
 
Uma das coisas que eu não gostava era ricos. E meu querido priminho me arrastara para o bairro de muitos ricos. Isso era uma felicidade imensa e divina para não dizer o contrário. No fim, paramos em um beco, ao lado de um descomunal prédio. Ele explicou-me o plano que consistia em roubar o carro de um homem em comum, só perguntava-me porque deveria ser ele e não qualquer um que aparecesse, mas fiquei quieta apenas ouvindo com minha expressão de quem ensinava pai nosso a vigário. Depois da explicação, aguardamos o dito cujo, que fez o favor de não demorar muito. Desprendi o pingente do colar, transformando-o em espada e esperando o momento certo para pegá-lo assim que se distraísse no celular. Dada à brecha, furtivamente, aproximei-me do senhor, vestido como um exímio executivo, com passadas silenciosas e o golpeei em sua nuca com o cabo da espada, fazendo-o cair. A espada voltou a ser pingente e a prendi no cordão, revistando-o.


— É isso! Oi, papai. — escutei, quando finalmente havia encontrado a presença da chave. Franzi o cenho. Eu realmente tinha acertado e roubado o padrasto do Chuck? Bom, já tinha roubado o padrasto, só faltava roubar o enteado e o pai. Sorri em pensamento com a própria piada, mas não era um pensamento tão ruim assim. Talvez, em um futuro, eu roubasse mesmo.


— Você já deu seu oi, agora, ajude. Não sou o Herácles. — reclamei, antes de pegarmos o corpo do homem e coloca-lo no beco. Ele reclamou de cheiro de morte e eu revirei os olhos, fazendo uma careta enojada para Chuck e dando-lhe as costas, indo para o carro.


Destravei o carro, abri a porta do passageiro e joguei-me no banco, batendo a porta. Coloquei a chave na ignição e fiz o favor de ligar o carro. Eu poderia dirigir, mas não estava com a mínima vontade. Então, com a recém descoberta de papai rico, esperava que Chuck soubesse dirigir um carro. Relaxei no banco, cruzando os braços assim que o garoto entrou em seu devido lugar, porém, algo que ele fez não me agradou muito. Principalmente quando ele mandou-me colocar o cinto.


— Deve ser Dionísio se vingando por tê-lo chamado de gordo. — sussurrei, atando o cinto. Meus demores se seguiram assim que o carro saiu numa estancada que fez me arrepender por ter roubado a maioria dos amigos que tive e, obviamente, o senhor Heineken.


Mordi o lábio, pensando se eu pulasse ainda sairia viva, mas no fim, tudo foi controlado e eu ainda ficaria viva. Só meus planos de tirar um cochilo que não iriam se realizar. Não iria me dar o desgosto de morrer dormindo. Apenas puxei a fina alavanca embaixo do banco e o empurrei mais para trás, tendo mais espaço para colocar meus pés no painel e me escorar levemente na porta, numa posição para eu enxergar alguma surpresa à frente.






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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qua 07 Ago 2013, 16:01

Hefesto escreveu:
Hefesto escreveu:
Hefesto escreveu:

.: The Dragon Age :.


Roubar o carro nao foi dificil para os semideuses e logo, ambos já estavam viajando pela cidade de Nova Iorque, rumando cada vez mais ao seu destino final, o continente do Arizona e as escondidas montanhas de Colorado, poderia ser um percurso muito fácil. Talvez. 

Quando estavam próximos a saída da cidade, uma pessoa esticou a sua mão e pediu para que eles parassem o carro, os dois, de alguma forma obedeceram ao pedido e pararam o carro próximo ao acostamento da rua e o motorista abriu o vidro ao mesmo tempo em que uma garota ruiva aproximou-se. O seu corpo era exuberante e até meio exagerado em certas partes, ficando em evidência devido as roupas apertadas que ela utilizava,  sua pele, branca como a neve ficava ainda mais linda devido ao brilho da lua que descia sobre ela, seu sorriso, avermelhado devido ao batom que usava deixava-a ainda mais provocativa e seus olhos azuis fintavam os aventureiros. Ela sorriu e falou:

▬ Então, irei direto ao ponto: O que crianças como vocês fazem em um local como esse? Não está na hora de irem para a cama? Ou estão buscando aprontarem alguma coisa sozinhos neste carro? ▬ Em seguida, ela riu.
 
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Caso tentem utilizar a névoa para enganar a mulher, ela é imune e consegue enxergar através da mesma.
Façam algumas perguntas para ela, caso desejem.
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Sex 09 Ago 2013, 23:51

 









Girl too hot.

 






O início da viagem fora em silêncio. Um estranho silêncio, pela primeira vez de todas as vezes em que encontrei Chuck. Não tinha um assunto e olhar paisagem escura tornava-se mais interessante, mas não iria conseguir ficar inerte por tanto tempo. Tamborilei os dedos sobre minha perna – impaciente -, sentei normalmente no banco, deitando a cabeça no vidro da janela; minutos depois suspirei, ligando o rádio e sintonizando em uma frequência prestável.

Demorei um pouco para lembrar qual era a música da Taylor Swift até que boas partes das letras de Love Story preenchessem o carro trazendo uma careta à minha face. E, assim seguiu, comigo agoniada e cantando mentalmente as músicas que conhecia e gostava, na tranquilidade da viagem.

Porém nada era perfeito, principalmente pessoas como nós. Já na saída da cidade, uma mulher, ao longe, fez sinal para que parássemos. Uma provável meretriz trabalhando. Já estava tarde, então era justificável encontrar uma pelo caminho. Mas fiquei surpresa assim que notei que a velocidade diminuía até parar no acostamento.

— Chuck, o que pensa que está fazendo? É uma meretriz, não precisa parar. Vamos perder tempo! Ela pode até ser um monstro. — protestei, fitando pelo retrovisor, a garota que se aproximava. Tive mais certeza com as roupas que ela usava. Não poderia deixar de notar que ela era realmente gostosa.

— Não vejo nada de mal.

Suspirei fundo, de olhos fechados para não começar uma discussão. Assim que os abri, Chuck abaixava o vidro, deixando a mostra a ruiva que sorria com seus lábios vermelho provocante, enquanto nos olhava com seus olhos azuis.

— Então, irei direto ao ponto: o que crianças como você fazem num local como esse? Não está na hora de irem para a cama? Ou estão pensando em aprontar alguma coisa sozinhos neste carro? — ela riu, fazendo-me sorri o mais falsamente possível, segurando discretamente meu priminho irresponsável, impedindo-o de falar algo.

— Seria bom se estivéssemos dormindo, mas temos que chegar a tempo do aniversário nossa tia-avó no Oregon. Sabe, né? Sobrinhos-netos preferidos tem que estar presente em um dia tão importante, mas alguns imprevistos acontecem e nos impede de ir de avião para ser mais rápido. Uma pena. Mas você precisa e algo? Uma carona talvez? — perguntei, com o sorriso mais fingido que já tinha dado em minha vida. Não iria bobear com ela, caso a garota não fosse um monstro e, sim uma mortal, ou semideusa querendo nos passar a perna tentando seduzir o pobre Chuck. Desengatei o cinto quando ela aceitou a carona e ofereci meu lugar para ela sentar, dando a desculpa de não gostar do tal lugar.

Iria ficar no banco de trás, vigiando para que nada acontecesse de surpresa da parte dela, enquanto faria perguntinhas para ela, mas não sem antes de ameaçar o filho de Hades.

— Cuidado para não estragar nada.  — disse entre dentes o mais baixo possível para que só ele escutasse, antes de sair do carona para ir para trás e ficar atenta com a garota desconhecida que estava à minha frente, perguntando logo após que voltamos a percorrer pela estrada: — Então, como se chama e o que fazia por aqui?


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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Sab 10 Ago 2013, 20:23




She Wolf


O
interior do Audi A6 cheirava a carro novo e aromatizante de pinheiro. A pequena Manhattan, superpovoada, crescia em vertical em majestosas formações urbanas. Prédios de diferentes tamanhos, materiais e designs. Observá-los era meu passatempo, enquanto atravessávamos a cidade. Já era um tanto tarde, mas as ruas ainda detinham uma boa quantidade de pessoas, imersas na inconstância de suas vidas isoladas, seguiam seus caminhos pelas calçadas cada vez mais sujas, à medida que nos afastávamos do Upper East Side. O fluxo de pessoas foi diminuindo e diminuindo, enquanto nos aproximávamos dos limites de NY.

O som do rádio invadiu minha mente, lembrando-me de que não era o único no carro. A cantarola Love Story, acompanhando a música. Nesse momento, as ruas se esvaziaram. Só se viam algumas figuras escondidas nas sombras da cidade, aqui ou acolá. Uma, em especial, encontrava-se mais a frente, à beira do asfalto, estendendo a mão em sinal de carona. Não era de meu feitio me desviar de uma missão, mas – talvez movido pela beleza da criatura ou por uma força maior – resolvi que dar carona àquela garota seria o melhor a se fazer agora. O carro parou um pouco mais a frente, quando Blair lançou-me sua nota de protesto.

– Não vejo nada demais. Se te fizer sentir melhor, eu até deixo vocês transarem no banco de trás. – A gargalhada maldosa não agradara Blair, enquanto eu abaixava o vidro do carro.

Finalmente a bela espécime feminina fazia-se completamente visível. Seus seios quase saltavam do decote, quando ela se aproximou do vidro, pondo sua cabeça parcialmente para dentro, Os lábios vermelhos iluminados pela luz dos postes pronunciavam:

– Então, irei direto ao ponto: O que crianças como vocês fazem em um local como esse? Não está na hora de irem para a cama? Ou estão buscando aprontarem alguma coisa sozinhos neste carro? – O sorriso alvo, agora à mostra, assim como o resto de seu corpo.

A filha de Poseidon iniciou uma complicada desculpa para o fato de dois menores estarem deixando a cidade num Sedã àquela hora da noite. Algo que eu não pude ouvir, por estar mais focado no decote, na música que tocava no rádio e na repentina fome e acabava de se formar em mim. Quando voltei a mim, A ceifadora já saltava para o banco de trás e a garota dava a volta no carro, para ocupar o espaço que lhe fora designado.

– Cuidado para não estragar nada. – Pude ouvir quase como um sussurro, partindo dos lábios de Blair. Partimos outra vez. A partida já era menos truculenta do que ante, mesmo ainda representando certo perigo. E assim deixávamos a cidade cada vez mais longe.

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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Dom 18 Ago 2013, 14:50

Citação :


Citação :
Citação :
Citação :

.: The Dragon Age :.


Segundo Blair, a ruiva que haviam acabado de encontrar no meio da rua era uma Meretriz, e suas suspeitas foram realmente confirmadas quando a garota entrou no carro e começou a falar, de forma animada e também provocativa.

▬ Meu nome é Louise, e vejo que vocês também são semideuses. Não são? Vinham da direção da colina e é possível perceber que vocês tem auras mágicas, que até dão um pouco de medo. Tomem cuidado ao oferecer carona na rua para as pessoas, eu poderia ser uma furia ou qualquer outro monstro que estaria em busca de sangue. - Ela fechou os olhos e suspirou. - Enfim, sou filha de Afrodite e fico aqui na rua, pois gosto de ganhar dinheiro fazendo o que mais sei. - Louise, então, riu e falou. - Então, para onde vocês realmente estão...

Antes que ela pudesse terminar a sua frase, uma enorme placa acertou o carro que Chuck pilotava, destruindo completamente boa parte dos vidros e se isso não foi suficiente, eles sentiram pesadas passadas golpeando o chão fortemente. A frente, estava um enorme ser feito de metal, que corria em direção a eles velozmente.
 
Citação :


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Narrem o que fizeram quando viram a criatura vindo na direção de vocês e se possível um ataque. Fica a critério de vocês atacar agora ou não.
4 dias para a postagem.

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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qui 22 Ago 2013, 15:03




Easy Come, Easy Go


O
carro seguiu pela estrada, prestes a deixar os limites da cidade. Ao meu lado, a ruiva acomodava-se nos bancos de couro, às vezes puxando para baixo o tecido colado da minissaia. O silêncio perdurou por alguns instantes, até que a desconhecida resolveu fazer as honras.

– Meu nome é Louise, e vejo que vocês também são semideuses. Não são? – Meu olhar confuso encontrou o de Blair, no retrovisor. – Vinham da direção da colina e é possível perceber que vocês têm auras mágicas, que até dão um pouco de medo. Tomem cuidado ao oferecer carona na rua para as pessoas, eu poderia ser uma fúria ou qualquer outro monstro que estaria em busca de sangue.

– Sabemos nos cuidar. – Interrompi, com a voz carregada de sarcasmo.

– Enfim, sou filha de Afrodite e fico aqui na rua, pois gosto de ganhar dinheiro fazendo o que mais sei. – Meu olhar voltou-se brevemente para a filha de Afrodite. - Então, para onde vocês realmente estão...

Os acontecimentos seguintes ocorreram com tamanha velocidade, que mal tive consciência de meus atos. Do banco de trás, meu nome foi evocado. Blair tentara chamar minha atenção para o que estava prestes a acontecer. Mas era tarde demais. Num piscar de olhos, o vulto atravessou o para-brisa do carro com enorme velocidade. Atravessou o centro do veículo, lançando-se para trás e atravessando os vidros traseiros do Audi A6 com intensa violência. O volante girou em minhas mãos, enquanto eu perdia o controle e a coordenação motora. Meus pés pressionavam todos os pedais, em busca do freio, enquanto o veículo descrevia inúmeras espirais pela estrada, marcando o chão com borracha preta. Finalmente, meus pés afundaram no freio, freando bruscamente o veículo. Nossos corpos foram jogados para trás, quando os airbags expandiram.

– Mas que... – Minha cabeça fervilhava com palavrões que eu nem sabia que conhecia. – Filho de uma gárgula! – Exclamava inúmeras vezes, enquanto tateava a porta, em busca da maçaneta. Finalmente, minha mão envolveu-a, abrindo o carro de uma vez e saltando para a estrada vazia.

Só então pude perceber os constantes tremores, que anunciavam a proximidade de algo com dimensões majestosas e que se movia em nossa direção. A criatura metálica refletia a luz da lua e, por conta de tamanha velocidade, parecia disforme a meus olhos.

– Mexeu com o semideus errado, criatura estúpida. – A voz forçada pela sensação de entalo na garganta, ocasionado pela descarga de adrenalina.

Minhas mãos arquearam-se em direção à criatura. Pude sentir meus olhos revirarem em suas lacunas e a singela pontada no cérebro, antes que o solo rachasse. Logo, uma enorme cratera se abria aos pés da criatura, tomando-o para si. Depois, fechou-se com a mesma velocidade. O chão envolvia os membros inferiores da criatura, mantendo-o fixo ao solo. Isso nos daria tempo para agir.

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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   Qui 22 Ago 2013, 21:59

Blair C. Morgenstern escreveu:
 









 Road: constant danger.

 






— Meu nome é Louise e, vejo que também são semideuses. Não são? — não sabia se ficava surpresa, prestava atenção na estrada e na garota e no que ela dizia, mas notei o olhar – um tanto perdido – de Chuck, pelo retrovisor. Acredito que muitos meio-sangues em um lugar pequeno não seria agradável. — Vinham da direção da colina e é possível perceber que vocês têm auras mágicas, que até dão um pouco de medo. Tomem cuidado ao oferecer carona na rua para as pessoas, eu poderia ser uma fúria ou qualquer outro monstro que estaria em busca de sangue. Enfim, sou filha de Afrodite e fico aqui na rua, pois gosto de ganhar dinheiro fazendo o que mais sei. Então, para onde vocês realmente estão... dei um pequeno sorriso vitorioso pelos meus pensamentos certo, mas ele logo se desfez, fazendo-me revirar os olhos para Chuck que fitava Louise.


Francamente enojava-me ver aquela cena, então concentrei minha visão para além dos dois. Um pouco tardia, diga-se de passagem. Ao longe, algo indefinido estava parado à metros de distância, segurando algo gigante que, sem perder tempo, fora jogado em nossa direção.
 
— Chuck!

Mas era tarde. A tal coisa que fora jogada em nós, uma placa, atingira o carro, quebrando os vidros do mesmo. Minha reação fora simplesmente gritar, proteger minha cabeça, enquanto estilhaços de vidros voavam, formando alguns arranhados em minha pele no momento em que o airbags amortecia o que era para amortecer. O que só ajudou em dificultar minha movimentação para não ser atingida por mais coisas.


Meus olhos estavam embaçados, minha cabeça girava, estava zonza e não conseguia discernir nada. Senti a o chão tremer, queria sair dali, estava me agoniando. Ouvi alguns barulhos e, lentamente, fui puxando minha mão até o pescoço, onde consegui tirar meu pingente do colar, apontar a bola de ar e ativar a espada, estourando meu empecilho. Tirei o cabelo do rosto, procurando pela porta e a empurrando para sair. Com a espada em mãos, finalmente sai do carro destroçado, em busca do ser que nos atingirá. Assim que enxerguei, uma coisa de metal estava com parte do corpo preso no asfalto.


Olhei em volta em busca de algo. A filha de Afrodite estava fora do carro e Chuck estava logo ali, cuidado da criatura. Por mais uma vez em minha vida estava me sentindo inútil. Ao menos queria um pouco de água para estabilizar meu estado estranho de hoje.
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MensagemAssunto: Re: The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken   

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The Dragon Age! ▬ Missão externa para Blair C. Morgenstern e Chuck B. Heineken
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