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 Tea Party ▬ Missão one post [Kállista]

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Thanatos
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MensagemAssunto: Tea Party ▬ Missão one post [Kállista]   Dom 13 Out 2013, 16:23

Tea Party







“Venha, Kallista. Venha tomar um chá comigo. Estou me sentindo tão sozinho...
Vá até a cachoeira e dê vinte e três passos ao norte e mais trinta ao oeste. Estarei lhe esperando lá!”




O bilhete que a garota encontrou ao lado de sua cama era convidativo. Estava escrito em um papel de seda rosado e exalava um cheiro doce que remetia ao odor de um marshmallow. Quem havia escrito e deixado ao lado de sua cômoda? Ela não sabia, só sabia que estava com muita fome e não iria recusar uma oferta dessas.
 

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Diretrizes da missão

*Vá apenas com algumas armas básica, afinal, você não acredita que o convite é, na verdade, uma armadilha de um monstro faminto.

*Ao chegar ao local marcado, você irá encontrar um garoto sentado a uma mesa de pedra enfeitada com várias guloseimas.

*O garoto irá recebê-la de forma gentil e amigável, mas quando menos esperar, estará algemada a uma cadeira de pedra. A névoa que disfarçava o horrível rosto do garoto irá se dissipar vagarosamente.

Informações úteis:

*Zumbis: Mais fracos que esqueletos, são essencialmente corpos em processo de decomposição. A velocidade deles pode variar e podem atacar com armas naturais ou normais, mas não transmitem seu status aos oponentes. Resitentes a poderes mentais e emocionais.

*A chave das algemas está sobre a mesa.

Prazo de postagem: 1 semana.

Boa sorte



 



Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

  
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Kállista Davis
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MensagemAssunto: Re: Tea Party ▬ Missão one post [Kállista]   Dom 20 Out 2013, 22:27


- Stercore! – murmurei em latim abusando da minha habilidade extra, balançando duas vezes o meu rabo de cavalo sob a luz alaranjada do sol que se punha atrás das colinas enquanto andava pelo acampamento em direção ao chalé.

Eu ainda não havia tido uma chance de provar aos deuses que era merecedora da reclamação. A espada esquecida dentro da bainha não havia tido a chance de fatiar um monstro, de rasgar a pele de um semideus em um treino, ou algo parecido.

Ela apenas ficava ali: pendurada na altura da minha cintura esperando o momento certo para que pudesse empunhá-la e brandi-la como se fosse a coisa que eu mais apreciasse em todo o universo...
E realmente era.

A construção com várias cores em suas paredes externas e janelas com aparência de poças de água parecia me chamar com uma melodia harmoniosa. Era assim, o Chalé 14 me fazia esquecer os problemas, a sensação calorosa de ter a presença da minha mãe deixava-me aérea, no entanto, com ainda mais vontade de provar que mereci o seu reconhecimento porque ali era a minha casa.
Antes mesmo de poder me deitar no colchão aconchegante que há pouco me pertencia, um bilhete rosado chamou-me atenção.

Estava esquecido ao lado da minha cama, mas a ideia do remetente com certeza não era de que fosse ignorado. A textura de seda e o odor doce que exalava do mesmo foi o que me lançou a curiosidade.

“Venha, Kallista. Venha tomar um chá comigo. Estou me sentindo tão sozinho...

Vá até a cachoeira e dê vinte e três passos ao norte e mais trinta ao oeste. Estarei lhe esperando lá!”

Enruguei a testa e juntei as sobrancelhas ao ler o que havia escrito. Quem estava se sentindo sozinho a ponto de me chamar para tomar um chá? Talvez um dos campistas que haviam me acolhido após chegar ao acampamento, quem mais poderia ser? Sorri, estava com fome e um chá com certeza me faria bem. Não pensei duas vezes e caminhei para fora do chalé, esquecendo-me de guardar a espada no baú.

Atravessei o acampamento rapidamente. O som da cachoeira e o de alguns pássaros era só o que enchia os meus ouvidos, não havia campistas por aquelas bandas e nenhum sinal de ninfas ou sátiros, como instrução, avancei passos para o norte, contando-os a esmo e ao chegar ao vigésimo terceiro comecei outra contagem – dessa vez me direcionando para oeste – desviando de pequenas árvores e saltando pedregulhos até dar a trigésima e derradeira passada.

Ergui o olhar dos meus pés e encontrei um garoto sentado diante de uma mesa de pedra. A princípio as cores sortidas prenderam meu olhar durante alguns segundos, o cheiro das guloseimas era levado pelo vento até as minhas narinas e as inflei para captura-lo melhor.

Sorri enquanto observava o garoto. Tinha traços bonitos e um rosto familiar, mas eu nunca o havia visto pelo acampamento, tinha certeza daquilo. Aproximei-me e ele apontou para uma cadeira de pedra na outra extremidade da mesa onde me sentei.

- Fico feliz que tenha vindo - o garoto sorriu preguiçosamente, a camisa laranja do Acampamento Meio-sangue pareceu tremeluzir um pouco, mas não liguei. – Espero que esteja com fome, porque eu também estou. É ótimo ter uma companhia como você.

Apesar de tudo não me senti desconfortável, somente tímida afinal estava com um garoto estranho na floresta e ele havia preparado um chá para nós. Seja como fosse ele ainda sorria, mas tinha como obrigação que deveria agradecer aos deuses, meus patronos.

Fiz uma prece silenciosa, afinal de contas não havia uma fogueira para eu queimar alguns donuts para Íris.

- Sinta-se a vontade.

Então, por um momento, tudo aconteceu rápido demais.

Estendi a mão para alcançar alguns biscoitos e perguntar o nome do garoto quando uma força não me deixou realizar o movimento.

O metal frio apertou meu pulso. Correntes grossas estavam ligadas as algemas, presas à cadeira de pedra. Abafei um grito surpreso, movimentando um dos meus braços. A corrente não me deixava alcançar muita coisa, apenas o suficiente para chegar ao meu outro pulso, o que não servia para nada.
Olhei para o garoto. A camisa do acampamento tremeluziu outra vez, mas acabou se tornando trapos acinzentados e sujos. O humano deu lugar a uma mistura bizarra de carne e dentes podres, contrastando com a pele ora acinzentada, ora azulada. O odor pútrido pairou sobre as guloseimas, senti uma ligeira vontade de vomitar.

Meu radar interno apitava como uma sirene policial: Zumbi!

Ele sorriu, ou pareceu fazer isso. Uma pequena lagarta passeou pelo canto do seu olho direito quando ele disse vagarosamente: Comer. Você.

Entrei em estado de pânico, o zumbi se aproximada em passos lentos, mas precisos, a qualquer momento ele chegaria até a mim e digamos que eu não sobreviveria por muito tempo para contar alguma história. Um brilho prateado me chamou atenção. Um raio de sol refletia sobre uma pequena coisa em cima da mesa, próxima aos biscoitos que eu pegaria se não tivesse correndo o risco de conhecer o mundo inferior tão precocemente. Percebi que era uma chave e que obviamente me desencadearia.

O único problema era que a minha mão não chegava até ali e o zumbi me alcançaria em menos de dois minutos.

Por um momento pensei um utilizar a persuasão para fazer com que ele trouxesse a chave até a mim, ou impedisse-o de me ferir, mas  me lembrei que zumbis eram extremamente resistentes a poderes mentais.

Meus olhos repousaram sobre a lâmina na bainha presa ao meu jeans, se eu conseguisse pega-la talvez conseguisse trazer a chave até a minha mão e me libertar das algemas.

O zumbi sacou uma adaga de seu jeans esfarrapado e podre. Eu teria de ser rápida, ele me tomaria como lanche em pouquíssimo tempo.

Utilizei minha mão esquerda para puxar o cabo da espada, era destra, portanto mais hábil com o braço direito. Estava quase conseguindo tirar a espada por completo quando o zumbi estava próximo demais: Ele fez um corte em linha reta em meu braço esquerdo, o sangue começava a derramar quando o chutei, dando-lhe um tipo de rasteira para ganhar mais tempo – aproveitando que, felizmente, as minhas pernas estavam livres. Grunhi. O corte ardia e meu movimento esquerdo se tornava mais lento. Empurrei a minha perna esquerda para o lado, a lâmina se projetou para cima e consegui segurar o seu cabo com a minha mão direita. O zumbi se recuperava, prova disso foi a mordida lancinante que recebi no tornozelo.

Doía. A sensação era de que estavam jogando uma substância química corrosiva em minha carne, meus olhos se apertaram quanto utilizei a pouca força que restava na minha perna mordida para retarda-lo outra vez, eu estava em desvantagem e começava a acreditar que viraria lanche.
A corrente limitava meus movimentos, mas consegui alcançar a chave com a minha espada, fazendo que a chave caísse em meu colo, trazendo junto alguns biscoitos recheados de chocolate. Tudo bem, eu poderia comê-los mais tarde, assim que acabasse com aquele monstro.

O zumbi se levantou, estava chegando perto outra vez e parecia furioso. Por um momento larguei a minha espada no chão para poder pegar a chave sobre meu colo. Com a mão direita segurei-a e destravei as algemas, me libertando.

A dor no meu tornozelo era cruciante, então, com o meu peso sobre a perna direita me esgueirei até a espada, traçando um arco enquanto me virava e atingindo o peito do zumbi, que já estava bem atrás de mim. Ele recuou. O cheiro de ferrugem do meu sangue se misturava com o cheiro da carne pobre, me concentrei para não desmaiar pela dor e pelo mau cheiro. Com a parte chata da minha lâmina, empurrei-o, fazendo-o cair. Seu rosto tremeluziu mostrando por pouquíssimos segundos o garoto que me recebera gentilmente no primeiro momento, mas dessa vez eu não me deixaria enganar, enfiei a espada no seu peito e logo depois cai sobre meus joelhos onde alguns minutos atrás ele se encontrava.

Segurei o meu ferimento, banhando de sangue a minha mão. Ouvi um gritinho e uma dríade apareceu há alguns metros e logo se aproximou, ajudando-me alevantar e me guiando para além da cachoeira, em direção à enfermaria.

Da próxima vez, seria melhor tomar um chá sozinha.

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MensagemAssunto: Re: Tea Party ▬ Missão one post [Kállista]   Seg 01 Set 2014, 17:46



Missão Cancelada


Com a reforma no forum, foi decidido que todas as missões serão canceladas. O deus responsável pela missão deve premiar, ou não, os participantes como achar justo. Logo em seguida, o tópico será atualizado e movido para o Tártaro.
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MensagemAssunto: Re: Tea Party ▬ Missão one post [Kállista]   

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