InícioInício  PortalPortal  FAQFAQ  BuscarBuscar  MembrosMembros  GruposGrupos  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Atenção deuses! Há um aviso no Staff Loungue para vocês, entrem e leiam.

Important: Seu avatar é registrado? Ainda não?! Evite levantes, corra aqui: [MENINOS | MENINAS].
EM REFORMA, AGUARDEM! Novidades virão, algo que já estava mais do que na hora, não acham?!

Compartilhe | 
 

 Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater

Ir em baixo 
AutorMensagem
Scorpion T. Clearwater
Filhos de Hefesto
Filhos de Hefesto
avatar

Mensagens : 12
Data de inscrição : 06/09/2012

Ficha do personagem
Vida:
100/110  (100/110)
Energia:
100/110  (100/110)
Arsenal Arsenal:

MensagemAssunto: Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater   Ter 22 Out 2013, 15:22

Aqui serão postadas as minhas PA's.

____

Scorpion T. Clearwater
SON OF HEPHAESTUS × BLACKSMITH × BLAZING DRAGON

BY CHUCK
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Scorpion T. Clearwater
Filhos de Hefesto
Filhos de Hefesto
avatar

Mensagens : 12
Data de inscrição : 06/09/2012

Ficha do personagem
Vida:
100/110  (100/110)
Energia:
100/110  (100/110)
Arsenal Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater   Ter 22 Out 2013, 15:53

THE ROAD SO FAR
OBSERVAÇÕES
Legenda
Scorpion
Thoughs
Others
Actions

Armas Utilizadas

Sabre Celestial [Uma longa e fina espada feita de Bronze Celestial, mede cerca de 105 cm. Três vezes por batalha pode criar lâminas de fogo no ar e estas avançam em direção do oponente, ferindo e queimando o local][Vira uma caneta vermelha][Presente de Hefesto][Forjado Por Hefesto]

Poderes Utilizados

×××
O vento cortante tocou o rosto petrificado de Scorpion. Ainda um tanto ofegante, após a longa caminhada até o topo da Colina Meio-Sangue, o filho de Hefesto se permitiu observar o quanto o acampamento, mesmo mantendo as tradições, parecia ter mudado. Em sua mente, buscou a primeira vez que seus pés tocaram a grama daquele lado de Long Island. Seis anos se passaram desde que deixou a vida tranquila daquele lugar para se aventurar no mundo exterior. Apenas não se sentia completo naquele lar. Precisava de uma vida longe daquele mundo. Longe dos deuses. Fechou seus olhos. Agora, seus motivos pareciam egoístas demais, e as consequências de ter deixado o acampamento eram pesadas demais para carregar... Embora o retorno do semideus fosse animador, a verdadeira história por trás de tudo isso merece ser contada. Para isso, precisamos voltar para um mês atrás.

Ω Ω Ω


Scorpion arqueou a sobrancelha, tentando buscar ar entre a densa vegetação do Hawaii. Olhou para frente, buscando a visão de Crystal, mas a garota já desaparecia na mata.

– Crystal! Vai com calma. Você vai acabar se perdendo.
– Você é um medroso, Clearwater. – A voz frágil da garota surgiu, vinda de algum lugar à frente.

Meneou a cabeça, rindo-se e debochando do comentário dela. O filho de Hefesto apressou o passo, na tentativa de alcança-la. Não demorou muito, até que finalmente encontrasse a dona daquela voz. Estavam os dois no que parecia ser uma pequena clareira. À frente, uma formação de granito, de onde escorria uma boa quantidade de água, e que renovava a água da pequena fonte termal que ali existia. Era possível sentir o calor que emanava da água. Ali, mais próxima da água, estava Crystal. Tinha 19 anos, e um corpo perfeitamente desenhado. Sua pele era clara o bastante para se acreditar que nunca fora exposta ao sol. Virou-se, fitando Scorpion. Seus lábios rosados moldaram-se num sorriso. Apesar de ter o sorriso mais bonito que rapaz já vira, eram seus olhos amendoados e de um castanho quase negro que realmente o encantava. Os cabelos, também negros, agora lhe caiam sobre os ombros, enquanto certa parte dele cobria uma parcela de seu rosto.

– Eu disse que valeria a pena. – Outra vez, a voz dela chegou aos ouvidos dele. Acenando com a cabeça, concordou. – Feliz aniversário. – No canto do lábio, um sorriso.

Scorpion crescera rápido demais, e mal percebera. Hoje, em seu 21º aniversário, só tinha certeza de uma coisa: não queria estar em outro lugar que não fosse ao lado de Crystal. Desde que se mudara para a o esquecido estado do Hawaii e conhecera a garota, sabia que ela era seu verdadeiro amor. Desde então, nunca mais se separaram.

Ela pôs as mãos na blusa cinza que vestia, tirando-a lentamente, depois se livrou dos tênis brancos e da saia de couro negro. Usava apenas um biquíni preto, quando finalmente começou a adentrar a fonte termal. Scorp não demorou em se livrar da camisa branca, da bermuda caqui e dos All-stars. Logo, estavam os dois mergulhados na água. O fundo, um tanto profundo, lhes permitia ter o corpo quase totalmente imerso. O calor vindo dos vulcões ativos do Hawaii aquecia, causando uma sensação relaxante e prazerosa. O semideus, finalmente, se deu conta de que tal bem-estar pudesse ser causado pela proximidade do vulcão, local onde seu progenitor costumava esconder suas forjas.

Depois de tanto tempo, continuava tentando esquecer a vida de semideus. Contudo, nunca ia a lugar algum sem levar em seus bolsos as duas canetas dadas a ele por seu pai, no período em que esteve no acampamento. Alguns ataques de monstros o perturbavam, de vez em quando, mas esses eventos foram sempre facilmente controlados, até agora.

– Ok. Isso é o bastante. Precisamos voltar para a cidade. – Ela anunciou, deixando a fonte.
– Já? – Protestou, mas foi silenciado pelo olhar repreensivo da garota.
– Apresse-se. – Disse, antes de pegar as roupas e desaparecer em meio à vegetação.

E o rapaz obedeceu. Deixou a água e começou a recolher as roupas do chão. Teria sido mais rápido, não fosse a estranha visão que seus olhos captaram. Sentada em uma das pedras maiores da pequena clareira, via-se uma figura feminina. O corpo era totalmente coberto pelo manto negro que vestia. O rosto pálido contrata com os lábios vermelhos como sangue. Em seus olhos, apenas a íris branca, sem nenhum pigmento. Nos ombros, os cabelos ruivos e desgrenhados. Olhava fixamente para Scorpion, sem mover sequer um músculo. Surgira espontaneamente, deduziu o semideus, já que, há um segundo, a mesma não se fazia presente ali.

– Senhora? Precisa de ajuda? – Disse, mantendo-se longe. Sabia como os monstros podiam se disfarçar a parecer a mais frágil criatura.

E então, ela finalmente agiu. Não se levantou. Apenas permitiu-se abrir os lábios. E deles, veio a voz estridente. Um grito gutural, mais poderoso que um grito normal. O som insuportável penetrava os ouvidos do filho de Hefesto como milhões de agulhas. O mesmo deixou as roupas caírem, levando as mãos aos ouvidos. A criatura, finalmente, silenciou-se, mas os efeitos de seu grito permaneciam nos ouvidos do semideus, atordoado. Sentia que perdera parte de seu equilíbrio e audição, mesmo assim pode ouvir o chamado que vinha distante. Uma voz que conhecia bem. A voz de Crystal. Clamava por Scorpion. Esse procurou a visão da criatura sentada nas pedras, mas esta já não se fazia mais presente. Assim, apanhou suas roupas, adentrando a mata em direção aos gritos de sua amada.

O rapaz atravessou a pequena faixa de mata, vestindo-se pelo caminho, até chegar a uma clareira maior. Ali, os dois haviam deixado o pequeno Jeep negro. E era dali que vinham os gritos exasperados de Crystal. A mesma, de joelhos na grama da clareira, era segurada pelos cabelos por duas criaturas humanoides, maiores que qualquer humano normal. Eram até mais musculosos que o filho de Hefesto. Em suas bocas, verdadeiras presas afiadas e prontas para arrancar a pele de qualquer oponente. Um deles segurava uma cimitarra de prata afiada, que permanecia encostada na jugular de Crystal. O outro sorria debochadamente.

– Chegou a tempo de ver sua namoradinha morrer, semideus. – O lestrigão anunciou.

Talvez, se não sofresse com os efeitos do grito da estranha mulher, talvez pudesse ter pensado em algo que impedisse o que estava prestes a acontecer. Gritou, em protesto, em vão. Era tarde demais. A lâmina cintilante atravessou a pele branca, rasgando tecidos e vasos sanguíneos. O sangue jorrou do ferimento, cobrindo o corpo da garota e ou metal da cimitarra, até que esse conseguisse corromper todo o pescoço da garota. O corpo acéfalo despencou sobre o gramado, enquanto a cabeça de Crystal pendia das mãos dos lestrigões. Uma única lágrima escorria pelo rosto pálido e sem vida da garota.

O mundo, e tudo em volta, perdeu o foco. As vozes dos lestrigões pareciam dizer alguma coisa, mas nada importava. Scorpion queria gritar, sair dali, voltar a um tempo em que a vida não tivesse que seguir sem aquela que ele tanto amava, mas não podia. E, em seu peito, algo ardia mais que tudo que ele estava sentindo naquele momento. Apenas uma coisa satisfaria aquele coração partido: vingança. Pôs a mão trêmula no bolso esquerdo, retirando dele a pequena caneta vermelha, destampando-a. O objeto desfigurou-se, até transformar-se em um longo sabre de bronze celestial. Seu corpo finalmente recuperava-se, quando ele finalmente avançou na direção das criaturas. Soltaram a cabeça da garota, preparando-se para a batalha. O filho de Hefesto esperou até estar próximo o bastante, até finalmente atacar. Cortou o ar com a lâmina do sabre, e, do mesmo, surgiram labaredas que se dirigiram aos lestrigões. Aquele que segurava a cimitarra conseguiu esquivar-se a tempo de evitar as chamas, mas o outro foi atingido em cheio pelo fogo, que agora queimava tanto suas roupas quanto seu próprio corpo.

Deixando de lado o lestrigão que sofria com as queimaduras pelo corpo, Scorpion atacou o segundo. Seu sabre estava pronto para atingir o oponente, quando se chocou com a cimitarra. Iniciaram assim uma luta de espadas, em que o semideus desferia inúmeros golpes, enquanto o monstro defendia-se como podia. A criatura, no entanto, preocupava-se com o companheiro que ainda sofria com as chamas produzidas pela arma, o que permitiu ao semideus aproveitar-se disso. Num momento de descuido da fera humanoide, o rapaz lançou o bronze celestial contra um dos membros inferiores. Mesmo se tratando de um corte superficial, o monstro urrou de dor, amaldiçoando o semideus em grego antigo.

Scorpion avançou outra vez, dessa vez, desferindo um golpe na lateral do abdome da criatura. Dessa vez, a lâmina penetrou fundo o corpo do lestrigão. Em sua face, uma expressão de pânico, antes que todo o seu corpo se desfizesse em pó. O meio-sangue mal teve tempo de comemorar a vitória. Fora atingido em cheio pelo outro lestrigão, que o acertara com um vigoroso chute. Seu corpo foi lançado contra o chão da grama. Contorceu-se ali mesmo, sentindo seus músculos contraírem com o impacto contra o chão. O oponente, mesmo um tanto desfigurado pelas queimaduras em sua pele, ainda parecia pronto para a batalha. Avançou em direção ao rapaz, levantando o pé direito, pronto para esmagar Scorpion com aquele que parecia ser o membro mais desproporcional ao corpo do monstro. Antes que fosse pisoteado, a cria de Hefesto tratou de agir. Levantou o sabre, balançando-o em direção ao pé que se aproximava rapidamente, até finalmente atingi-lo.

O lestrigão arquejou, recuando e levando as mãos ao pé. Sobre o corpo do semideus, repousava o dedão que fora arrancado do monstro. Scorp levantou-se rapidamente, deixando cair a peça inútil do antes fora parte de seu oponente. Decidira: era hora de acabar com aquele circo. E assim o fez. Lançou o sabre na direção da criatura que ainda urrava de dor. A espada cortou o ar, até finalmente cravar-se na pele do monstro, que, imediatamente, transfigurou-se em pó.

A batalha estava acabada, assim como a vingança do semideus. Mas a dor da perda finalmente o atingiu em sua total plenitude. A visão das duas partes de Crystal que jaziam sobre a grama verde fez seus olhos encherem de lágrimas, até que transbordassem por inteiro. Ajoelhou-se à frente do corpo, o qual sequer tinha coragem de tocar. Em sua mente, apenas um pensamento pairava. “É culpa sua, e você sabe”.

Ω Ω Ω


Scorpion suspirou, livrando seu olhar da visão do acampamento. Conhecia os eventos que culminaram no seu retorno àquele lugar, mas, acima de tudo, sabia que estava de volta por um propósito maior. Havia aprendido que renegar seu passado era perigoso demais. Semideuses foram condenados a uma única vida. E fugir dela só piorava tudo. Meneou a cabeça, permitindo-se um sorriso. Assim, começou sua caminhada em direção ao acampamento, recordando-se de tudo que viveu ali e figurando o que ainda viveria naquele lugar...
edited by chuck. thanks ©



____

Scorpion T. Clearwater
SON OF HEPHAESTUS × BLACKSMITH × BLAZING DRAGON

BY CHUCK
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos
avatar

Mensagens : 50
Data de inscrição : 17/07/2012

Ficha do personagem
Vida:
0/0  (0/0)
Energia:
0/0  (0/0)
Arsenal Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater   Qua 23 Out 2013, 14:15

† Avaliação 


 Ortografia: 30/30 pontos

† Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: 90/90 pontos

 Organização da Postagem: 30/ 30 pontos

 Uso Adequado de Linguagem: 45/ 45 pontos

 Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes:  30/ 30 pontos

 Capacidade Descritiva:  75/75 pontos

 Total: 300 pontos + 10 hp/ mp + 50 dracmas





Atualizado.

____



Hades, Lord of the Underworld

the fucking perfect god Chuck, Arya, Ellen e Lucy ~ Meus pulguentos
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Personal Adventures - Scorpion T. Clearwater
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Dragon Ball Adventures Browser Game
» [Parceiro] Shinki Adventures RPG
» The Pokémon Adventures
» Percy Jackson e os Olimpianos RPG - As Aventuras de um Semideus
» [Bethel Games] Adventures Story Online 1.5

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
 :: Personal Adventure :: Registros de Aventuras-
Ir para: