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 Personal Adventures's Ethan Highback

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Ethan Highback
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MensagemAssunto: Personal Adventures's Ethan Highback   Sex 22 Fev 2013, 22:54

Aqui será onde eu postarei minhas PA's 'o'
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Ethan Highback
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MensagemAssunto: Re: Personal Adventures's Ethan Highback   Sex 22 Fev 2013, 22:59


Um triste fim


Ethan Highback – Filho de Melinoe – 17 anos

Avisos:
 
Elas não se calavam. Eu podia gritar e mandar para irem embora, mas não me obedeciam e isso me irritava. Eu comecei a ouvi-las quando completei dez anos e elas nunca se calaram. As “vozes de ninguém” diziam que eu tinha de salvá-las, mas eu não as obedecia. Eu odeio obedecer.

Depois de um tempo, eu me acostumei. Algumas pararam de me incomodar, outras não. Mas eu não as escutava em qualquer lugar, havia um lugar específico, e todas as vezes que eu ia lá, elas ficavam mais intensas. Algumas vezes eu as ouvia durante a noite pedindo que eu voltasse para lá, para o hospital psiquiátrico que minha tia trabalhava.

Quando eu completei treze anos, eu vi o primeiro dono das vozes. Era um homem cinzento e sem expressão. Cabelos oleosos e sem penteado. Olhos arregalados e uma boca pequena. A sua barriga estava aberta e era possível ver os seus órgãos internos.

Contei ao meu amigo da escola – Joshua, o que andava estranho – sobre isso e ele me disse para ignorar. Eu, contudo, não queria ignorar.

Meu pai tinha trinta e oito anos, professor. Na mesa da sala de estar sempre tinha uma pilha de provas e trabalhos que ele passava a noite corrigindo. Minha mãe adotiva era uma mulher domada pelo luxo, portanto eu não gostava dela. Segundo meu pai, a minha mãe biológica morreu no parto, mas eu não me importava e não queria saber. Se isso não atrapalhasse a minha vida, estava tudo bem.

Marcus, meu primo, sempre trazia um filme de terror para assistir aqui em casa nas sextas-feiras à noite e eu adorava. Sua mãe morava conosco – aquela que trabalha no hospital – e chegava por volta das três da manhã. Anthony, meu irmão, tinha dois anos e não parava de chorar. Uma vez eu me estressei e bati nele, mas meu pai me surrou e me deixou de castigo por uma semana.

Joshua aparecia aqui em casa algumas vezes para brincar comigo. Sinceramente, eu o achava animado demais. Não podíamos brincar de muitas coisas porque ele tinha um problema nas pernas e não conseguia correr. Na maioria das vezes nós jogávamos jogos de tabuleiro.

Papai tinha problemas com bebidas, porém eu não me importava até ele ter me batido por nada. Ele batia na minha mãe quando voltava bêbado do trabalho e eles brigavam. Eu sugeri divórcio – e foi aí que ele me surrou.

Certo dia, a tia Beatrice, a mãe do Marcus, pediu para que eu levasse um lanche para ela no seu trabalho. Eu reclamei, mas concordei em levar. Comprei um sanduíche no mercado com o dinheiro que peguei no casaco da minha mãe e levei para ela.

Havia um sofá no hall de entrada do hospital, uma atendente com cara de “mal comida” e um corredor que levava para as mais diversas salas do hospital. Ela trabalhava na última. Ao lado de sua sala ficava o grande salão, onde os pacientes ficavam, uma vez e outra um deles berrava e um dos médicos injetava algum tipo de calmante em seus braços.

“Salve-nos”. “Ajude-nos”. “Socorro”.

Era um tanto incômodo ouvir as vozes o tempo todo que eu ficava no hospital, além da sensação desconfortável que eu sentia – era como se eu soubesse que havia alguém por perto, mas não tinha ninguém. Minha tia estava atendendo a um dos malucos, deixei o seu lanche em sua mesa e dei de costas para ela e o paciente. Antes que eu levasse a mão a maçaneta da porta, o homem falou:

- Ajude-nos.

Um arrepio percorreu a minha espinha e eu dei atenção ao paciente.

- O-o que você disse?

- Ethan, eu to trabalhando. Então vai embora.

- Eu não falei com você, sua vaca velha.

Não. Eu não gostava da minha tia. Ela sempre foi uma pessoa animada demais quando estava próxima as outras pessoas, entretanto quando estava comigo, era um mau humor só. Ela já estava acostumada com minha falta de educação e sabia que fazia isso de propósito. Com a mão esquerda, Beatrice arrumou seus óculos e repetiu para que eu saísse. Eu saí.

Os meus passos não ecoavam som no corredor do hospital psiquiátrico. Não havia uma única porta aberta e o silencia domava cada canto do lugar, exceto no grande salão. Eu nunca entrei lá, mas a tia disse que era uma baderna.

Uma mulher vestida de branco estava caminhando no corredor, seu cabelo bagunçado e sua cara de quem passou noite sem dormir denunciavam que ela era uma paciente. Decidi ajudar e estendi a mão para guiá-la, entretanto ela atravessou minha pele como se fosse um holograma.

Segurei um suspiro. A mulher levantou sua veste branca mostrando que suas costas não estavam lá. Havia um buraco que exibia todos os seus músculos e órgãos, apesar de que faltavam alguns. Ela deixou a veste cair sobre as costas e apontou o dedo para mim. Não sei explicar o que aconteceu. Ela simplesmente gritou tão alto que tive que tampar os meus ouvidos. Mas não foi só isso. Um estouro irrompeu as paredes do hospital e todas as portas de todas as salas se abriram bruscamente.

Formei-me no ensino fundamental naquele ano e meus pais me matricularam na mesma escola que Joshua, o garoto que anda estranho. A escola era chata e tínhamos que estudar três tardes por semana, além das aulas de manhã. E os professores eram... animados demais.

Três anos após aquele incidente no hospital psiquiátrico que minha tia trabalhava, eu vi uma mulher em meu quarto – muito linda, por sinal. Cabelos ondulados, olhos penetrantes, vestia um vestido comprido e justo que marcava cada detalhe de seu corpo.

- Ethan, me escute.

Eu fiz que sim com a cabeça, embora eu prestasse mais atenção em seu corpo.

- Você precisar ajudar as almas que vagam no hospital psiquiátrico que sua tia trabalha – a voz dela era suave e persuasiva – Mas tome cuidado porque a sua tia é perigosa.

Não me lembro do que mais ela falou, pois eu caí em sono profundo. Lembro-me do seu nome: Melinoe.

Contei a Joshua sobre isso e disse que tinha sido apenas um sonho.

- Sonho ou não, você terá de fazer o que ela disse...

- Eu não gosto de obedecer – reclamei.

Joshua me deu um soco, o que foi estranho. Ele nunca havia batido em alguém antes, na verdade, ele nunca ficou zangado.

- Você não consegue deixar de ser tão estúpido por um momento? Melinoe é uma deusa grega e se ela mandou você fazer alguma coisa, você tem de fazer!

Não entendi o porquê que ele estava tão agitado. Mas se isso significava que aquelas vozes iriam parar de incomodar, eu iria fazer.

Naquela noite meu pai chegou bêbado em casa novamente. Ele brigou com a mãe enquanto eu checava minhas redes sociais. Estava sentado na cama com o notebock aberto esperando o anime carregar quando ele entrou chutando a porta do meu quarto.

- E POR QUE VOCÊ AINDA NÃO ESTÁ DORMINDO, GAROTO DE MERDA?

- Eu até poderia dormir se o inútil do meu pai não chegasse em casa gritando...

Foi a primeira vez que o retruquei quando ele estava bêbado.

- Ah, e quando você entrar em coma, por favor, vá lá fora. É muito ruim o cheiro de cachaça que você tem e da pra sentir daqui... mesmo que você esteja dormindo no sofá – eu tentei ser rude, logo eu não desviava o meu olhar da tela do notebock para dar a impressão de que meu pai fosse algo insignificante – Você deveria ter vergonha de si mesmo, sabia? Falando nisso, amanhã você não precisa voltar para casa, pode ficar no bar com seus amigos e beber bastante até cair duro no chão. Não vai fazer diferença nenhuma para nós se você não voltar...

Não quero comentar o quanto apanhei naquela noite.

No dia seguinte, na escola, as roupas cobriam as marcas de cinta em minhas costas, porém a dor permanecia. Joshua perguntou se eu já pensei no que fazer para libertar as almas do hospital. Respondi que não e não estava interessado em pensar nisso no momento, mas pensaria em algo para amanhã.

Naquela noite eu sonhei que estava em um lugar semelhante a um porão, e eu sabia que era alguma parte do hospital psiquiátrico que minha tia trabalhava. Havia várias macas, e correntes, e cadeados, e tesouras, e pessoas, e sangue, e gritos. Provavelmente era um lugar isolado do hospital, onde apenas pessoas que sabiam como chegar ao porão, entrava.

As enfermeiras prendiam os pacientes nas macas e injetavam um líquido estranho que fazia a pessoa amarrada tremer e cuspir uma espuma branca. Alguns segundos depois ela morria, ou ficava um bom tempo imobilizada. Então a enfermeira pegava um bisturi e fazia vários cortes no abdome da pessoa que estava amarrada.

Em uma bandeja de alumínio, ela colocava vários órgãos que retirava do paciente e depois os ensacavam e os colocavam em uma caixa de isopor cheia de gelo. Minha tia olhava a todos, como se comandasse tudo aquilo e olhou para mim e... sorriu. Mas foi um sorriso maldoso e perverso.

A imagem perdeu o foco e depois me vi sentado em um sofá conversando com a tal de Melinoe. Ela me disse que aquele lugar precisava ser destruído para que as almas conseguissem sair de lá. Mas para isso, alguém que pareça ser inocente precisava fazer o trabalho sujo.

Eu concordei e o sonho acabou.

Como de costume, contei sobre o sonho para Joshua e ele arregalou os olhos. Ele falou que arrumaria um jeito de destruir aquele lugar.

Duas semanas depois, combinamos de nos encontrar no shopping da cidade e Joshua disse que estava tudo pronto para demolir o local.

- Como assim?

- Eu consegui dinamites, Ethan. Apenas temos de entrar lá sem chamar a atenção e instalá-los.

- Onde você arranjou dinamites? E por que eu faria algo como isso?

- Você quer levar outro soco?

- Se me encostar de novo, eu quebro o seu braço.

Joshua, então, disse que precisaríamos conversar em um lugar mais reservado, onde ninguém pudesse nos ver. Sugeri o banheiro e ele concordou.

- E-eu tava brincando...

Fomos até o banheiro e nos trancamos dentro de uma das “cabines”, o que era tenso. Ele começou com uma conversa estranha sobre meio-sangues – pessoas que eram metade humana, metade deuses. Eu ia sair, mas ele colocou a mão no meu peito e disse que tinha como provar. Não tinha nada a perder, então disse que estava tudo bem.

Ele afrouxou o cinto e abaixou as calças.

- Hey, cara. O-o que você ta fazendo?

- Olha pra mim!

- Eu não sou gay.

Ele socou minha barriga. Perdi o ar por alguns segundos então eu vi suas pernas peludas e seus pés-de-bode.

- Acredita em mim, agora?

Fiz que sim com a cabeça.

Contei a ele que minha tia chegava em casa lá pelas três horas da madrugada. Ele disse que agiríamos durante a noite e que por volta da uma da manhã passaria de carro para me pegar.

Vesti-me com roupas leves e confortáveis – não é todo o dia que você resolve explodir um hospital, então não sabia que roupas usar. Quando o relógio marcou uma e cindo, Joshua ligou para o meu celular. Ignorei a chamada, pulei a janela e entrei no carro.

Chegamos ao hospital e havia dois seguranças na entrada. Joshua disparou dois dardos que acertaram o peito dos dois homens robustos e eles caíram no chão. O hospital estava vazio, nem a atendente estava lá – o que soa um tanto estranho para um hospital.

A voz da minha tia provinha de uma das cabines. Ela falava ao telefone sobre venda de órgãos e quais ela tinha em estoque ali no hospital. Não demoramos muito para entendermos que ela trabalhava no mercado negro de órgãos e retirava órgãos de seus pacientes.

- Você sabe onde é o porão? – o sátiro perguntou.

- Não, mas suspeito onde seja.

Fiz sinal para que ele me seguisse e fomos para o grande salão. Não havia nenhum paciente ali e o salão era realmente grande. Senti aquela sensação desconfortável de ser observado e as vozes começaram a surgir. Elas diziam que precisávamos achar uma porta que era camuflada com a estampa da parede.

Passamos alguns minutos procurando até que Joshua achou uma parede com barulho de oca.

- Nada mal – admiti.

Ele chutou a parede com sua pata de bode e uma buraco suficientemente grande para que nós passássemos se formou. A porta escondia uma escada e no fim dela havia várias pessoas domadas pela loucura, todas elas amarradas, e várias enfermeiras fazendo o seu trabalho.

- Que horror – Joshua falou.

- Como vamos armar as dinamites?

- Olha, há uma pequena estante para cada maca. Nós podemos passar despercebidos e armas as dinamites. Elas não são fortes os bastante para demolir o hospital, mas pelo menos o porão... E qualquer problema nós atiramos. São armas de dardos envenenados, então não se preocupe.

Ele me entregou uma arma com cano longo e explicou que, devido ao cano, ela não emitia som quando disparava. Infelizmente não havia dardos para todas as enfermeiras, então tínhamos de agir.

A primeira dinamite eu armei abaixo de uma maca de um paciente já operado. Provavelmente não voltariam para vê-lo, a não ser para jogar o corpo fora. A segunda dinamite eu armei na parede do porão. A terceira se tornou um pouco mais arriscado, uma vez que havia duas enfermeiras por perto. Não hesitei e disparei.

Elas caíram no chão sem fazer barulho, por sorte. As vozes ficaram mais fortes e deram-me orientações para conseguir armar as dinamites sem ser percebido. Joshua não teve muita sorte. Cinco das mulheres de branco o viram e miraram uma arma para ele. Cinco canos que poderia disparar a qualquer movimento brusco do garoto.

Havia, no total, dez dinamites instaladas e o aparelho que acionavam todas elas estava comigo. Tentei algo maluco, mas era por uma boa causa.

- Soltem ele, ou eu mato todos nós.

As enfermeiras me olharam estupefatas enquanto eu exibia o aparelho. Elas compreenderam que tinham dinamites na sala e suas vidas estavam em minhas mãos.

- Não quero matá-las, então sugiro que soltem as armas e dêem o fora daqui.

Elas obedeceram e correram. Provavelmente contariam a minha tia, mas agora era tarde para pensar nisso.

- Vai matar todas essas pessoas, Ethan?

- Elas já estão sofrendo muito aqui. Vou apenas dar um bom descanso a elas.

Quando voltamos, minha tia não estava mais na sala e, aparentemente, não havia ninguém no hospital. Entramos no carro e voltamos para casa. Antes que ele ligasse a ignição, eu pressionei o botão e a explosão aconteceu. Não era forte, mas o porão, provavelmente, ardia em chamas.

Foi um momento mágico e magnífico. Vários borrões em formato humanóide surgiram nas ruas e corriam faceiros. Era até estranho pensar assim, uma vez que eu pensava nos fantasmas como um pouco mais assustadores.

- Não são todos calminhos assim.

- Você consegue vê-los?

- Alguns. Nem todos. Você conseguiu, se orgulhe.

Eu não me orgulhei porque as vozes ainda não pararam.

Quando chegamos em casa, meus pais estavam caídos e sangrando, minha tia estava sentada no sofá tomando um copo de vinho e segurando uma arma.

- Parece que alguém destruiu meu esconderijo – ela riu – Mas eu não sou tola. Eu escondi os órgãos em um lugar fora do hospital. Falando nisso, aquele hospital ia falir de qualquer jeito.

- Sua vadia! O que você fez?

- Isso é jeito de falar com sua tia?

Ela não tirava o sorriso cínico do rosto. A arma engatilhada estava apontada para mim.

- Você é um garoto saudável, Ethan. Deve ter órgãos tão bons... vai da pra conseguir uma boa grana com eles.

Eu nunca senti tanta raiva em minha vida. Ela matou os meus pais e agora segurava a porra de uma arma que iria estourar os meus miolos. Aquela vadia. Senti um formigamento em meu corpo, principalmente na ponta dos meus dedos e as portas bateram e algumas cadeiras caíram.

- Mas que merda está acontecendo? – Beatrice perguntou. Eu não soube o que responder, mas sentia que era eu que estava fazendo aquilo.

A caneta que meu pai usava para corrigir as provas levitou atrás de minha tia irritadinha.

- Estão Joshua e Ethan... Digam adeus.

Meus lábios se mexeram e pronunciaram tal palavra, contudo, antes que ela apertasse o gatilho, a caneta perfurou sua garganta e ela largou a arma. Seus gemidos eram repugnantes e sua expressão implorava por ajuda.

- Sangre até morrer.

Momentos depois ela parou, mas eu não estava bem, porque as vozes continuavam, e eu havia obedecido alguém e não tinha mais para onde ir. Eu queria ter uma vida normal de volta, queria ter o meu pai bêbado, queria ter minha mãe que só se importava com as roupas, queria ter meu irmão... meu irmão estava afogado na banheira. Um triste fim.

- Está tudo acabado, cara – Joshua me reconfortou.

- Não – eu disse - Neste mundo, há coisas que você não pode recuperar não importa o quanto você se esforce. E também há desespero do qual você não pode se livrar. Talvez você nunca entenda.

Joshua me levou para o acampamento, onde eu fui recebido e contei a minha história para um centauro e um deus mal humorado. Explicaram-me que Melinoe era minha mãe, mas ela nunca mais apareceu para mim, exceto uma vez para dizer obrigado.

Código:
Poderes utilizados:

Telecinece inicial - é reconhecido os fênomenos que os fantasmas provocam, e os filhos de Melinoe herdam um pouco desse poder. Nesse nível, apenas pequenos objetos e efeitos: copos, cortinas que se movem, coisas que abrem e fecham. Até no máximo 5 objetos que juntos não passem de 1,5kg de peso. Duração de 3 rodadas.

Mediunidade - Filhos de Melinoe se comunicam normalmente com fantasmas, estejam no sub-mundo ou não. Além disso, conseguem sentir quando há espíritos próximos a eles. A desvantagem é que os espíritos sentem sua capacidade, e geralmente se aproximam deles(nem sempre com boas intenções), os semi-deuses querendo ou não.


Talvez você nunca entenda

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MensagemAssunto: Re: Personal Adventures's Ethan Highback   Sab 23 Fev 2013, 00:16

♦ Avaliação ♦



♦ Ortografia: Alguns erros de digitação - nada grave, mas podem ser corrigidos com uma releitura ou corretor ortográfico.27/30 pontos

♦ Coerência , Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: Alguns pontos que prejudicaram, tanto na história em si quanto nas habilidades: 1º mesmo que o hospital fosse um fachada, fechá-lo sem motivo só traria mais suspeitas, além disso os pacientes internados precisam ir pra algum lugar, e isso não ser citado quebra um pouco a narrativa. 2º cano longo em armas serve para aumentar a precisão, mas não interfere no som 3º o personagem não tem nenhuma perícia relativa à explosivos - além de que isso não seria algo fácil de conseguir no mundo humano - e até no mundo mitológico. Conseguir 10 bananas de dinamite e montar os explosivos acabou ficando um pouco demais pra quem supostamente nunca teve contato com isso - que é o que a perícia representa. Além disso, a questão principal foi a aceitação fácil do personagem. Ele tem um sonho em que dizem que ele deve destruir um hospital, e ele acha que é sonho, mas ainda assim aceita fazer isso? E nem questiona quando o amigo fala que ele tem que fazer porque a mulher é uma deusa grega? Ficou muito estranho essa questão - afinal, ele só vai descobrir sobre isso no dia seguinte, e nem ao menos estranha tudo?45/90 pontos

♦ Organização da Postagem: nada a declarar 30/ 30 pontos

♦ Uso Adequado de Linguagem: Cuidado apenas com a construção das frases, para evitar repetir termos muito próximos. 42/ 45 pontos

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: Para quem não tem acesso a muitas coisas, usou bem o que possuía, enquadrando na história.30/ 30 pontos

♦ Capacidade Descritiva: Boas descrições, diálogos bem dosados e texto bem construído. Parabéns.75/75 pontos

♦ Total: 249 pontos + 5 hp/ mp + 25 dracmas

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

____

A.k.a.:
 


“Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
(Emília Viotti da Costa, historiadora)
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