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 The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL

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Deuses Olimpianos
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MensagemAssunto: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Sex 21 Set 2012, 21:36








Deuses e deuses, semideuses e semideuses - Anunciou a voz de Hefesto em um pequeno microfone que o mesmo segurava - Chegou o momento que todos os habitantes do mundo mágico esperavam o mais novo Reality Show da TV Hefesto está prestes a começar. - A divindade sorriu, enquanto tentava fazer uma voz mais dramática - 9 Campistas lutarão por suas respectivas vidas, dentro de uma enorme Arena construída magicamente no estado Arizona...

As palavras proferidas por Hefesto eram deixadas de lado pelos campistas que estavam terminando os preparativos para o evento em seus respectivos vestiários, todos trajavam vestes semelhantes, mudando somente alguns mínimos detalhes: Uma roupa preta feita de couro, que cobria inteiramente o corpo de seus usuários. Pequenos bolsos eram espalhados por ela, para que pudessem guardar itens de pequeno porte com mais facilidade e nas costas havia uma imensa costura dourada, representando o principal símbolo de seus progenitores divinos...

Agora, com vocês... Os escolhidos! - Falou novamente o deus, enquanto uma de suas câmeras exibia imagens de um enorme campo florido, decorado com os mais diversos tipos de armas e alimentos, aquilo era uma tentação a qualquer pessoa que olhasse, até mesmo para Hefesto, o criador daquilo tudo.

Antes de saírem dos vestiários localizados no subsolo, os campistas receberam os últimos conselhos de seus mentores e respiraram fundo, poderiam desistir de tudo, ainda dava tempo.

Todos os 9 jovens, então, caminharam lentamente até um pequeno elevador e foram deslocados para o andar superior. A visão dos escolhidos, assim como a de todos os outros, era a da Arena, produzida e construída por Hefesto e Athena.

A Arena daquela edição era enorme, parecia um enorme estado, com árvores de diferentes tipos, algumas que deveriam medir um ou dois ciclopes gigantes, elas eram ótimas para a coleta de madeira, deveria dar uma lenha sagrada, devido ao brilho divino emanado pela mesma. O solo do local onde eles estavam era feita de grama, que por sinal era bem cuidada. Ao sul, poderiam ver um pequeno riacho cristalino, sua água deveria ser potável, e por fim, uma luz aconchegante iluminava tudo.

Estavam todos em pé sobre uma pequena estrutura de prata, não deveriam sair dali até o sinal de Hefesto. A frente dos campistas havia uma pouca quantidade de itens, porém todos eram tentadores. Espadas, escudos, armaduras, arcos, alimentos suculentos e bolsas com suprimentos misteriosos, quem conseguisse coletar algo dali e ainda continuar com "vida" com toda a certeza iria largar na frente de seus oponentes.

O que deve ter no primeiro post?

1) O fim da preparação de vocês no vestiário.

2) Quais foram os sentimentos que tiveram enquanto eram levados a Arena?

3) Opinião quando viram o Campo de Batalha.

4) Não saiam de suas "bases" isso acarretará em perca de 20% de cada Status.

5) Essa informação não será tão importante agora no primeiro turno, mas para adiantar, ai vai a imagem do MAPA COMPLETO e Localização Atual, também temos a nossa grande amiga Rosa dos Ventos (Mais explicações no próximo post.

Prazo para postagem:

Sem ordem de postagem.

Postagem:

Em até 14 Dias - Nada acontece.

Em até 15 Dias - Perde 10% em um Status.

Em até 16 dias - Perde 10% de dois Status.

Regras Gerais

R1 - Mortes não serão permitidas, porém sequelas serão.
R2 - Tudo o que você postar poderá ser usado contra ou a favor de você. Tome cuidado.
R3 - Armas não poderão ser levadas. Somente as que serão encontradas na arena serão utilizadas;
R4 - Os deuses podem enviar "presentes" a seus filhos ou escolhidos, funcionaria como o patronício, mas estes variam de itens, benções e alimentos.
R5 - Cada membro terá o seu inventário particular durante o Evento.
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Ciel Evans
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Qua 26 Set 2012, 16:31

nhac :3
post #01
passe o mouse, porfa

--------------------



Eu cantava uma das minhas músicas preferidas enquanto provava o melhor tamanho do uniforme dos jogos vorazes do acampamento meio-sangue. Já era a quinta roupa que provava e pela quinta vez eles, os estilistas, fizeram cara feia dizendo que poderia ser um pouco maior aqui ou ali. Um deles entregou-me uma nova peça de roupa para provar.

- Você deve gostar de cantar, não? – disse um deles com expressão séria.

- Sim.

- Então por que você não aprende? – risinhos de seus companheiros de trabalho vieram logo após ele ter dito isso.

Deixei escapar um pequeno riso, pois dificilmente sinto-me ofendido e sempre ando feliz. Fui ao provador trocar o uniforme por outro cujo tamanho era maior e, pela primeira vez, os estilistas aprovaram o caimento da roupa sobre o meu corpo. Finalmente. A roupa era, deveras, confortável e um tanto bonita, o que fazia com que ela perdesse um pouco de seu valor estético eram os vários bolsinhos espalhados em sua superfície, mas eles não estavam lá só por estar. Os estilistas, responsáveis pelo desing do uniforme da primeira edição dos jogos, sistematizaram diversos bolsos miúdos no uniforme de forma que fosse fácil, aos jogadores, guardar ou pegar pequenos objetos neles.

Um jovem rapaz aproximou-se quando terminei de me aprontar, seu nome era Marcus e aparentava ser legal, embora suas feições sérias não desaparecessem do seu rosto. No meio tempo que conversamos, esse me alertou sobre os mais diversos perigos que poderia encontrar, ele era experiente, pois já havia realizado diversas missões fora do acampamento, portanto era melhor confiar em sua palavra. Disse para eu nunca se esquecer da retaguarda, uma vez que os inimigos mais espertos atacariam por trás. Também lecionou uma pequena aula acerca das plantas venenosas que poderia encontrar, logo só deveria comer frutos que realmente conhecesse.

Marcus quis saber o porquê de eu estar bastante animado diante de um evento tão macabro como aquele, respondi que não havia motivos para ter medo, afinal era uma experiência única e nenhuma morte, espero eu, iria ocorrer. Sem sombra de dúvidas ficarei com medo quando for à hora de subir para a superfície, onde encontraria a arena, meus oponentes e deuses sabem mais o que existe por lá. O olhar do mentor revelava o quão ingênuo ele me achava.


♪♫♪♫


Chegou a hora. A hora em que um frio transitaria na barriga de todos os participantes. Antes de entrar no elevador, o mentor disse as últimas palavras que eu ouviria dele a fim de me incentivar, ser persistente e manter meu foco: sobreviver. Um sorriso de confiança brotou em meu rosto, embora eu considerasse impossível vencer os jogos vorazes promovido por Hefesto. Virei as costas para Marcus, aos estilistas e a todos lá presentes e entrei no elevador. Sua forma era cilíndrica e era confeccionado de vidro, provavelmente temperado. Com isso, era possível observar a arena surgindo, pouco a pouco, na minha frente. Um arrepio percorreu meu corpo, dos pés à cabeça, e uma forte emoção, uma mescla de medo, ansiedade, agonia, confiança, tomou conta do meu órgão vital, o coração.

Não era permitido ao jogador sair de suas bases, mas nela já podíamos ter uma boa visão da arena, a qual era repleta de árvores com galhos tortuosos, com frutos, outras plantas totalmente desconhecidas. No centro havia uma área plana e bem verde devido à grama, ao longe era notável a existência de algumas pedras.

Conquanto meu corpo estivesse quente, minhas mãos estavam gélidas, seria medo? Tentei relaxar meus músculos para não ficar muito tenso e lembrei as últimas palavras do meu mentor: “Na hora do perigo, a coragem será sua única companheira”.




CREDITS: DILSO/TROWLSENN AT @ OOPS!


Última edição por Ciel Evans em Sex 28 Set 2012, 14:48, editado 1 vez(es)
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Andy Almeida
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Qua 26 Set 2012, 17:09

The Hunger Games Half Blood – Preparation.


* Post 01
* Arizona - Arena
* Andy Almeida - Melinoe's Child

Concentração nos últimos instantes que antecediam a aberturas do evento. Em cada vestiário, os selecionados recebiam as últimas instruções. Representantes de deuses haviam sido escolhidos, cada um devidamente vestido, trazendo às costas imensas costuras douradas com os símbolos de seus progenitores. As más línguas diziam que mutilações horríveis poderiam acontecer nos jogos, tendo semideuses perigosos participando. No fundo, era o que todos esperavam. O sangue a jorrar pelos ferimentos dos perdedores, coroando o primeiro vencedor do grande evento.

Andy daria o que eles queriam. Esforçar-se-ia ao máximo para ser a melhor, mesmo que tivesse sido ameaçada. Isso somente atiçava sua vontade de participar. A garota flutuava pelo vestiário com seus passos longínquos e elegantes. Meneava a cabeça e sacudia as mãos em uma falha tentativa de acalmar seu já descompassado coração. Sua roupa negra como o céu noturno colava-se ao seu corpo, acentuando as curvas da loira. Seu cabelo era amarrado para trás, descendo em longos cachos pelo ombro esquerdo da semideusa. Ela era uma das mais velhas na competição, no auge de seus dezoito anos. Seu caminhar foi interrompido por um gélido toque em seu braço. Andy virou-se quase imediatamente, fitando a filha de Quione com uma alegria muda. Maddie puxou-a para um beijo longo e delicado, tranquilizando a filha de Melinoe. No entanto, foram interrompidas por um pigarrear masculino.

– Sinto informar, mas a partir de agora, eu serei o responsável pela srta. Almeida. Então, eu gostaria que a srta. Winstead se retirasse, para que eu pudesse discutir alguns pontos principais com Andy. – Maddie riu. Deu um último beijo em Andy e saiu, sorrindo ameaçadoramente para Leveck. A prole de Melinoe acenou para que o garoto se aproximasse. - Bem... Você e Aahron foram os escolhidos para representar Melinoe neste grandioso evento. Que os deuses estejam com você, principalmente sua mãe. Levarei você a um elevador, por onde poderás sair. Então, estarás em uma base e não deve sair dela até segunda ordem. – As palavras soaram extremamente agourentas aos ouvidos da loira.

Thiago guiou-a até uma espécie de elevador que tinha como função retirá-la do subterrâneo.

Pronto. Não havia mais como desistir. Andy deveria honrar sua progenitora e dar tudo de si. Enquanto os primeiros raios de sol surgiam, a garota assumiu feições indiferentes, sendo conduzida pelo elevador. Então, a arena assomou-se.

O verde intenso da grama aparada enchia o olhar da filha de Melinoe, junto a árvores brilhantes que deviam ser encantadas. A arena era tão grande que alguém poderia se perder por mera falta de atenção. No centro desta, inúmeras armas e alimentos repousavam, atiçando a ganância dos semideuses. Se os participantes fossem obrigados a lutar por aquilo, muitos sairiam gravemente feridos. A voz de Leveck ecoou em sua cabeça, lembrando-a que a base não poderia ser deixada. Portanto, as armas e alimentos deveriam ser deixados para depois. Ela logo poderia surrupiar alguns deles para si. Um sorriso de puro escárnio formou-se em seus delicados lábios.

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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Sex 28 Set 2012, 22:53

 The Hunger Games Half Blood


TGHB - Evento Atemporal

- Deuses e deuses, semideuses e semideuses! Chegou o momento que todos os habitantes do mundo mágico esperavam o mais novo Reality Show da TV Hefesto está prestes a começar. Nove campistas lutarão por suas respectivas vidas, dentro de uma enorme Arena construída magicamente no estado Arizona...
Foram essas palavras que me tiraram do transe em que eu me encontrava. Ainda tentava processar o fato de que eu estava me preparando para a Arena. Me preparando para a morte. Os estilistas já haviam saído, me deixando sozinha.
Lembrei-me de quando eu ainda estava com companhia.

-------

Uma mulher chamada Natália me ofereceu uma roupa preta. Sorri para ela, mas não recebi um em troca. Peguei a roupa e torci o nariz ao ver como ela era. Cobria todo o meu corpo e era feita de couro. Nela, haviam vários bolsos e nas costas, havia uma mochila costurada. E dourada. Engoli em seco, segurando aquilo com a ponta dos dedos. Falei:
– Pode me dizer o que é isso?
Ela sorriu e me respondeu, irônica:
– Isso é o seu traje. A roupa que vestirá para os Jogos.
Depois disso, foi embora, deixando-me com... Aquilo. Suspirei, derrotada. Sabia que o caminho que eu escolhera não teria volta talvez, seu eu saísse pelo campo gritando que desisti, eu sairia qqqq.
Virei a roupa e vi alguma coisa bonita nesta; o símbolo de minha mãe, Afrodite, a deusa do amor e da beleza.
Me vesti e vi que a roupa era confortável. Pelo menos isso.


-------

- Agora, com vocês... Os escolhidos!
Ouvi a voz de novo e percebi que o próprio Hefesto que estava falando. Respirei fundo e saí do lugar em que me encontrava, após uma conversa breve com meu mentor, da qual não prestei atenção. Seria a mesma coisa de sempre; encontre água, se abrigue, faça alianças fortes, não confie em ninguém. É claro que pensei na opção de desistir, largar tudo e não correr perigo, mas desisti desta. Não voltaria para a vida do Acampamento logo de cara.
Andei até o elevador e dele, fui ao andar superior.
Observei a vista e arregalei os olhos, impressionada. Realmente, Hefesto e Atena fizeram um bom trabalho. A Arena era linda e enorme. Haviam muitas árvores, o que seria útil na coleta de madeira, conseguia ver algo que parecia ser uma riacho, mas não tinha certeza. Havia também uma luz suave, que iluminava tudo.
Eu ainda estava boquiaberta, admirando a paisagem, quando vi os itens à disposição de nós, os jogadores. Haviam espadas, escudos, arcos, e tudo o que se podia imaginar, ali, à alguns metros de distância.
Olhei para os outros e percebi que todos nós trajávamos a mesma roupa, porém, haviam alguns detalhes diferentes, o que me deixou satisfeita. Concentrei minha atenção para o centro, onde estavam os objetos que iriam garantir minha “sobrevivência”.
Respirei fundo, preparando-me. Mordi o lábio inferior, em um sinal de nervosismo. Diversas perguntas rondavam minha cabeça. Eu realmente estava lá, ou isso era apenas um pesadelo, pronto para acabar quando eu abrisse os olhos? Eu iria sair inteira desse jogo confuso e cheio de traquinagens? Eu não sabia.
Apenas uma coisa rondava a minha cabeça: Não confie em ninguém.

Humor: Nervosa | Tagged: ----- | Notes: Lálalalala -q

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Alicia Lewis-Patel Ward Carolline Hills
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Blair C. Morgenstern
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Dom 30 Set 2012, 01:44

The Hunger Games - The Start

۞ Post I
۞ Preparação
۞ Vestiário | Arena


Faltava pouco para começar e eu estava trancada no vestiário, olhando a – possível e talvez – roupa que usaria para começar a “jogar”. Um instrutor viera-me auxiliar para quando eu entrasse na arena do Hefesto, mas havia me deixado, segundo ele, por uma briguinha inútil. Duas cabeças duras. Sentia-me como uma atração de circo indo para o picadeiro. Com certeza os deuses veriam o novo showzinho, proporcionado por Hefesto, onde os integrantes seriam os próprios filhos. Como é incrível a ironia deles sobre nós. Ainda mais quando pode existir algum dos filhos, por lá, que não tenha ressentimentos com eles, uma pena.

– Blair... Posso entrar? – Perguntaram-me. Não respondi, apenas continuei a olhar para a roupa. O que causou um suspiro vindo do garoto. – Blair. – Virei-me para ele, revirando os olhos e cruzei os braços, olhando-o seriamente, enquanto ele olhava-me sem expressão alguma. Totalmente indecifrável era o que eu poderia dizer sobre este momento.

– Você já entrou e não se pergunta se pode fazer quando já se fez. É idiotice pura e... Não foi você quem disse que não voltaria e que eu pudesse fazer o que quisesse lá fora?

– Blair, por favor, não vamos começar de novo. Conseguir lhe trazer isto. –
Disse ele, tirando as mãos de trás das costas que, até agora, estavam escondidas e mostrando uma calça preta, bem parecida com a que era para eu vestir, exceto que não era de couro, e coturnos com fivelas, igualmente preto. Sorri de canto, indo até ele e pegando a calça e o coturno. Olhei para ele, prestes a começar a falar, pois eu recusava-me a usar calças de couro naquele lugar, mas ele não me deixou. – Sim, o coturno é de couro para caso alguma cobra a ataque, por precaução.

Revirei os olhos, mandando-o sair para eu me trocar e, assim o fez. Troquei-me rapidamente, – colocando as roupas necessárias e, por fim, o casaco com o símbolo, em dourado, do meu pai –, pois não sabia o horário de quando iriam me chamar para subir então, mandei Enzo entrar. Ele havia sido uma pessoa legal e eu acabei sendo injusta com ele e provocando uma briga, mesmo com ele me ajudando e auxiliando. O garoto entrou, andou e parou em minha frente, olhando-me talvez, preocupadamente. Ele não era tão fácil de decifrar quanto parecia, estava mais para uma caixa de surpresas, do que um livro aberto e entediante, em cima da mesa pronto para qualquer um ler de forma desinteressante.

– Vamos re-começar novamente? – Assenti, concordando. Iria dar créditos ao garoto, não o deixaria com remorsos por eu tê-lo ofendido ou coisa parecida; Ele estendeu a mão direita para mim e eu a apertei. – Oi, sou Enzo, filho de Dionísio e serei seu instrutor.

Involuntariamente, sorri naturalmente , não contendo um riso pela maneira engraçada de como ele falou. Não sei se ele havia feito de propósito ou o quê, mas acabei por rir. – Sou Blair, filha de Poseidon. E não é um prazer em conhecê-lo.

– Deuses, um milagre aconteceu. Você sorriu e riu tão voluntariamente que foi emocionante.

– Não perturbe, idiota. –
Reclamei e ele me abraçou e retribui. De certa maneira, ele me lembrava a Nathalie, na versão feminina, é claro.

– Você é tão amável e delicada, garota. – Balancei a cabeça, dando um tapa na cabeça dele pelo tom sarcástico que ele falara, e acabou por fazer uma careta e, então, anunciarão que todos os participantes deveriam ir para a rampa. Abracei fortemente o garoto, que beijou minha testa, de maneira protetora, soltou-me em seguida e sorri, levemente. – Boa sorte, lembre do que falei e tente não se machucar muito, ok?

Assenti, dando um último abraço nele e, então, fui até o elevador e acenei para Enzo que sorriu para mim. Estava na hora, apesar de ainda poder desistir, mas não iria dar o braço a torcer para os Deuses. Iria jogar o jogo deles. O elevador subia lentamente, o que deveria me deixar ansiosa, mas eu estava calma, por alguma razão desconhecida. Sentia que coisas boas não viriam assim tão fácil. Tentei observar o local, mas a nova claridade atrapalhava meus olhos, irritando-os. Fechei-os e os abri novamente, já acostumada com a claridade. Uma vasta e imensa arena, frondosas árvores grama verde e ao longe, um riacho faziam a decoração do cenário. Seria por ali que teria que me embrenhar e “sobreviver” até, quem sabe, o final desse Reality Show, algo totalmente idiota. Mais a frente de nós, sim nós, todos os outros participantes estavam ali, alinhados, olhando para a tão cobiçada pilha de suprimentos, armas de ataque e defesa, proteção e itens necessários para a sobrevivência. Ninguém ali sabia o que se passava na cabeça de cada um, mas com certeza, eles iriam pegar alguma coisa dessa pilha, mas se sair bem, seria outra história que ninguém sabe, ao certo, se irá acontecer. Só dependeria de nós. Hora de jogar.

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☠ Blair Claire Morgenstern 
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Última edição por Blair C. Morgenst em Dom 14 Out 2012, 15:27, editado 1 vez(es)
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Chuck B. Heineken
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Dom 30 Set 2012, 19:51




♠ Inventário ♠



♠ Poderes Utilizados ♠




→ Local: Arizona
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→ Vestindo: Hunger Games's Wear
→ Sentindo: Nervoso
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♠ Poderes Utilizados ♠
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- Deuses e deuses, semideuses e semideuses. Chegou o momento que todos os habitantes do mundo mágico esperavam. O mais novo Reality Show da TV Hefesto está prestes a começar. 9 Campistas lutarão por suas respectivas vidas, dentro de uma enorme Arena construída magicamente no estado Arizona...

As palavras do deus das forjas, distantes e reproduzidas por uma pequena caixa de som presa no canto superior da parede, mal eram ouvidas por mim. Estava nervoso e concentrado demais para dar importância ao que dizia o deus. A que ponto eu chegara? Tributo de um joguinho divino. Não conseguia me lembrar o porquê de estar ali. Talvez pelo prazer de fazer algo menos entediante do que estar no acampamento meio-sangue, ou saciar um desejo avassalador de avançar o processo do qual é impossível fugir: a morte. Eu já trajava as vestes padrões da competição. Uma estranha vestimenta feita de couro e que revestia todo o corpo do competidor. Uma quantidade enorme de bolsos estava espalhada pela roupa. A princípio, pensei que aquilo esquentaria sob o sol do Arizona, mas não aconteceu, pelo contrário, a roupa era mais confortável do que aparentava ser. Por fim, nas costas, existia uma costura dourada, com o símbolo de Hades: Uma caveira.

- Mesmo que eu já conheça a resposta, preciso perguntar. - A voz grave de Hover arrancou-me de meus pensamentos. Soava como garras arranhando um quadro negro. Ele permanecia um tanto distante, encostado em um canto da parede atrás de mim, por isso eu não via seu rosto, nem queria. Finalmente, após um breve suspiro, indagou. - Chuck, você quer desistir? É agora ou...

- Cale a boca, Hover. Você sabe que eu nunca desistiria. - Resmunguei ríspido, interrompendo-o.

- Nesse caso, boa sorte. Lembre-se do que eu te ensinei e vai se sair bem.

- Guarde suas palavras de apoio para quem se importa. - Repliquei, ainda seco e ríspido. Ele gargalhou.

- Adoro sua personalidade. Seria uma pena morrer tão jovem... É claro, essa é a sina meio-sangue. - Disse ele.

- Agora, com vocês... Os escolhidos! - A única frase importante, até o exato momento, que Hefesto dissera. Meu rosto preocupado voltou-se para meu mentor, que apenas apontou para uma plataforma circular de prata.

Levantei-me do banco, dirigindo-me à plataforma e posicionando-me sobre ela. Respirei fundo e meus olhos fecharam-se, voltando a abrirem no momento em que o disco de prata começou a elevar-se. Meu estômago embrulhou-se, minhas mãos suavam e o pânico começou a tomar conta de mim. A forma mais cruel de diversão divinal estava preste a ser iniciada. Uma luz poderosa brilhava, enquanto eu continuava a ascender... E ascender... E ascender...

Uma luz poderosa brilhava acima de minha cabeça. Não tinha certeza de que aquilo era mesmo sol, mas esse não era o foco de meus pensamentos, afinal. Encontrava-me em uma floresta. A grama, pelo menos naquele ponto, era bem cortada e verde como eu jamais visto antes. Árvores fulgurantes de diversos tamanhos nos cercavam, assim como arbustos, plantas e todo o tipo de vegetação que se podia imaginar. Muito próximo dali encontrava-se um pequeno riacho, de água cristalina.

À minha frente encontrava-se um amontoado de equipamentos, frutos, mochilas, espadas, tudo o que pudesse ser útil naquele lugar. E finalmente, ao meu redor, encontravam-se meus oponentes. Eram 10, todos ao redor da pilha de objetos. Alguns rostos eu podia reconhecer, mas a única entre todos que eu já tive algum contato era Blair, filha de Poseidon. Quando nos encontrávamos a rivalidade entre nossos pais tornava-se evidente. Juntos, éramos como um punhado de trinitrotolueno, prontos para explodir. Voltei a observar o que mais importava ali: A monte de itens. Uma vontade enorme de coletar o maior número de objetos daquele monte me consumia. Aquele parecia o caminho correto para a vitória. Mas eu sabia que não era o único que pensava assim. As pessoas matariam uns aos outros, apenas para conseguirem o melhor do que tínhamos à nossa frente. Eu podia ser em seus rostos... Estavam tão nervosos - e talvez até mais - quanto eu. É a hora. E que a sorte esteja sempre a meu favor.



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Dan S. Hatfield
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 01 Out 2012, 10:06

APreparação! A Batalha Começa!...

Postagem #001.
One Hot Angel One Cool Devil


Andava de um lado ao outro no meu pequeno espaço, estava mais para um quarto de doidos. Tinha uma cama, uma mesa com duas cadeira estilo interrogatório, uma porta trancada e um pequeno círculo. Tá isto está parecendo aquele filme, Jogos Vorazes, eu penso. A porta se abre e de lá sai duas pessoas, a primeira eu reconheço, Damon, meu irmão. A segunda é uma garota, Estela ela se apresentara.

- Damon, o que é isso? – Eu pergunto à espera de uma resposta.

- Também não sei cara, mais me disseram para vir aqui e me despedir. Eu não sou bom e despedidas então...Adeus – Ele responde.

- Ah, ajudou muito. Adeus cara. – Eu digo apertando-a mão.

Ele sai pela porta e me deixa sozinho com Estela.

- Olá, eu sou Estela filha de Afrodite – Ela se apresenta novamente. – Eu estou aqui para te arrumar para a primeira edição do The Hunger Games, apresentado por Hefesto. Tome vista esta roupa.

Ela me entrega uma muda de roupa. Calça preta com as laterais azuis, a camisa preta também a não ser por um “1” que ficava na parte da frente da camisa e atrás havia o símbolo de meu pai, um raio.

- Cadê as minhas armas? – Eu pergunto confuso.

- Nananinanão, sem armas, apenas sobrevivências. Só o que encontrar na Arena. – Ela me diz balançando o dedo.

Um pequeno sorriso irônico abre em mim. Se eu não posso usar minhas armas então obviamente os outros também não irão usar. Fiz um movimento para a filha de Afrodite virar para não me ver trocar de roupa. Tirei a calça e a blusa, botei a roupa que haviam me dito para botar.

- Bom, boa sorte. Adeus!- A Filha de Afrodite se despedia.

- Adeus. – Respondo mandando um sorriso.

Entro na cúpula e sou levado a arena. O sol finalmente queima meu rosto, como era bom o ar livre, eu sentia uma corrente fria de um lado. Só conseguia ver a floresta direito. Olho para meus participantes, estava quase tudo bem, a não ser por três pessoas, Ciel Evans, filho de Apolo, Chuck Heineken, Filho de Hades, também o chamo de fornecedor de Cerveja maluco e Blair Morgenst, filha do titio Poseidon. Um arrepio correu no meu corpo, eu poderia morrer... Só tinha uma coisa em minha cabeça, honra. Devia honrar meu pai e meus irmãos, não iria morrer sem lutar. Estalei meu dedos e me preparei para correr, quando tocasse o sinal, eu iria correr sem parar. Respirei fundo, e uma frase ficou em minha cabeça “Eles querem um show? Um show eles terão.”






Ass: Raiser W. Phoenix


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Amarelo- Susto, espanto.
Rosa- Apaixonado, excitado...
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Preto- Interessado
Verde- Confuso ou desesperado
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------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Só olhe para meu olhar seduction

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Lucy M. Davenport
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Ter 09 Out 2012, 19:00

Que os jogos comecem...





- Deuses e deuses, semideuses e semideuses! Chegou o momento que todos os habitantes do mundo mágico esperavam o mais novo Reality Show da TV Hefesto está prestes a começar. Nove campistas lutarão por suas respectivas vidas, dentro de uma enorme Arena construída magicamente no estado Arizona... - Essas palavras ecoaram em meus ouvidos, pisquei os olhos por um instante, sem expressão nenhuma. Aquilo seria uma loucura e tanto, uma loucura que gostaria de ariscar, sem morresse... E dai? Ser uma meio-sangue é ariscado. Naquele momento encontrava-me submersa em pensamentos, nem notará que duas garotas haviam entrado no vestiário. A garota pigarreou, querendo chamar minha atenção. Balancei a cabeça, fitei-as esperando que falassem algo, apenas fitavam-me pensativamente. Revirei os olhos - O quê é? Vocês não tem nada a dizer? - Perguntei friamente, ela se olharam por um instante - É melhor guardar sua frieza para os jogos, querida. - Disse uma das garotas, trazendo uma arara de roupas - Bom, o trabalho parecesse que vai ser difícil... Mas somos filhas de Afrodite, damos jeito em tudo! - Disse a outra garota, sorrindo para mim e me entregando um conjunto de roupas pretas feitas de couro.

Após um longo tempo, consegui achar a roupa ideal, vestia uma roupa de couro preta que cobria meu corpo por inteiro, haviam vários bolsos pequenos por ela, e atrás um simbolo de caveira dourado que reluzia quando as luzes o atingia. As garotas saíram, deixando-me sozinha novamente. Sentei-me mais uma vez na cadeira, pensando no estrategia para o jogo, a porta abriu-se novamente, vire-me, meio que revoltada - Não se pode ter um minuto sozinha aqui?! - Exclamei, uma garota de cabelos pretos entrou no vestiário, percebi que era Meredith - Meredith! Precisava falar com você! - Disse puxando a garota para se sentar  - O que está havendo? - Perguntei a Meredith, meio que desesperada - Parece que está havendo um jogo... E falaram-me para vir dizer adeus - Disse Meredith, franzindo o cenho - Eu sei que estão fazendo um jogo, mas por quê? - Perguntei a ela, podia-se notar o desespero em minha voz - Não sei, o porquê disso tudo, não falaram quase nada - Disse Meredith, um garoto apareceu na porta - Vamos logo! - Exclamou ele impaciente - Calma garoto! - Disse lançando um olhar furioso para o garoto, que fechou a porta no mesmo instante. Eu e Meredith ficamos por mais alguns minutos conversando, até que o garoto veio mais uma vez, falando que não podeira dar mais tempo - Adeus então né - Disse Meredith - Adeus, Mere - Disse a ela, dando-lhe um abraço, o que não havia feio nunca, mas Meredith era minha amiga, ela saiu olhando feio para o garoto.

Um garoto entrou em meu vestiário, percebi que ali ninguém podia-se pensar sozinha - Olá, jovem semi-deusa, me chamo Daryl... Serei seu mentor. - Disse o garoto, sua voz soou grossa, como se fosse ele que mandasse em minhas ações, fitei-o por um instante - Você sabe que não farei nada que me mandar né? - Perguntei a ele, friamente. Ele se virou para o lado, andando de um lado para o outro - Se você gostar de sentir dor... Uma dor profunda, que causará sua morte... Tudo bem, não precisa me ouvir - Disse ele, passando a mão esquerda nos cabelos, lançando um olhar frio para mim, apenas o observei por um instante - Então fale logo! - Exclamei, ele não parou quieto nenhum instante, ficou andando de um lado para outro, aquilo já estava me dando nos nervos, olhei para o outro lado, para não fazer aquele garoto ficar parado em um só lugar. O garoto me contara que já se aventurara por muitos lugares, lutando contra diversas coisas diferentes, me informou que tinha de ter cuidado com os outros jogadores, pois eles poderiam atacar-me sem dó, nem piedade. Apenas o ouvia, olhando para baixo, após longos minutos ele parou de falar, fitando-me - Entendeu o que disse? - Falou o garoto asperamente, balancei a cabeça positivamente - Agora, com vocês... Os escolhidos! - Soou a voz pelos autos-falantes, o garoto observou o vestiário por um instante - Vamos, chegou a hora - Disse, ele dando um estralo com a língua, ergui uma sobrancelha - Hora do quê? - Perguntei friamente, o garoto deu um sorriso sarcástico - Hora dos jogos.

O garoto levou-me a uma plataforma onde ela me levaria para a arena - Boa sorte - Disse o garoto de mau humor, revirei os olhos, olhando para minha frente, havia chegado a hora, se morresse... Talvez fosse uma felicidade para meu pai, se sobrevivesse, acho que seria uma infelicidade para todos, a plataforma elevou-se, deslocando-me para o andar superior, respirei fundo, observando a arena, cheguei lá no mesmo tempo que os outros campistas, olhei para todos, alguns eu conhecia, meu irmão Chuck B. Heineken, obviamente filho de Hades, Blair C. Morgenst, filha de Poseidon e, Dan S. Lancaster, filho de Zeus. Os outros havia visto algumas vezes, mas nunca havia falado com nenhum. Várias árvores que emanavam luzes brilhantes jaziam espalhadas pela arena, ao sul, um pequeno riacho de água cristalina, o sol tocava cada canto da arena, dando luz ao local. Olhei para todos que permaneciam parados, ao centro havia um quantidade mínima de objetos, porém, todos tinham um uso necessário, precisava pegá-los, se quisesse sobreviver. Espadas, escudos, armaduras, arcos, mantimentos e bolsas que continham suprimentos misteriosos, pegar aquilo tudo seria uma tolice, que teria de me ariscar, fitei todos por um instante, pronta para os jogos.



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Noah T. Heverly
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Qui 11 Out 2012, 15:38

Post 01/ THG/ Arizona
Enquanto subia pelo elevador de metal caia em devaneios sobre o que havia acontecido nas últimas horas, fui convocado para o evento, preparado por um filho de Ares e tive uma filha de Afrodite como estilista...

[...]
Continuei sozinho ali, naquela sala que ficava debaixo da arena. Meu pulso estava acelerado, sentia que os batimentos do meu coração também estavam mais rápidos e a respiração mais pesada e ofegante. Sentei em uma cadeira que havia ali e levei meu rosto até o chão e me pus a encara-lo, encarar o chão? Por que? O que ele havia feito? Nada, mas apenas precisa parar de pensar no que estava acontecendo por um pequeno momento. O tempo passou rapidamente e logo encarei uma filha garota entrando naquela hora, no momento em que meus pensamentos iam de um lado para o outro, ela era loira, olhos azuis intensos e escuros, me lembrava...
- Olá! Sou Thaisy, filha de Afrodite e vou cuidar do seu visual! - ela parecia ser alegre assim o tempo todo, seu sorriso era verdadeiro e a sua voz transmitia confia. - Podemos começar? - ela perguntou sem perder o sorriso.

O que eu podia fazer? Apenas assenti positivamente com um sorriso de canto de boca e então ela aproximou-se de mim com uma roupa em mãos, era totalmente preta e o que mais eu consegui ver foram bolsos espalhados por todos os lados, aqui, ali e acolá. Segurei a roupa e olhei para ela por completo, abri diante de mim e virei. Me deparei com uma bigorna e um martelo feitos com fios dourados e por mãos realmente habilidosas. Passei o indicador pela custura e senti uma sensação boa percorrer o meu corpo, um calor forte, uma sensação de queimação rápida, mas que me fazia bem, me fazia sentir que estava protegido. Apertei com um pouco de força a roupa e sorri, um sorriso sincero, bobo e infantil, completamente verdadeiro. Lembrei o motivo pelo qual estava ali, quero provar o meu valor, mostrar o que posso fazer e o que irei fazer naquele lugar. Sorri para a filha de Afrodite diante de mim.
- Obrigado... - consegui falar baixo para ela, ainda sentia meu peito ardendo de um jeito bom.

Thaisy aproximou-se mais um pouco de mim e beijou a minha bochecha, senti algo bom dentro do meu peito e por um segundo meu corpo inteiro relaxou.
- De nada e tente ficar vivo... - ela disse com uma voz baixa e virou-se para a porta caminhando a passos lentos e pesados.

Continuei sozinho ali até a porta abrir-se novamente, um garoto um pouco mais velho do que eu aproximou-se de mim e tocou meus ombros.
- Sou Ron e serei seu mentor para esse evento... - ele falou com uma voz rouca e grave sem largar meu ombro, posicionou-se diante de mim sentando-se em uma cadeira e começou a falar. Ele falava de um jeito pausado, começou a falar sobre sobrevivência na natureza, passou para modos de encontrar água, estrategias de lutas corporais e vários outros tópicos em seguida. Ele falava e falava enquanto eu mantinha meus ouvidos atentos as suas palavras sem querer perder sequer um detalhe da explicação.
- Você está entendendo tudo até aqui? - Ron terminava, depois de umas duas horas de explicação sobre lutas corpo a corpo, plantas venenosas e sobre como sobreviver sem ser atacado o máximo de tempo possível.

- Estou. - consegui falar para ele após processar todas as suas palavras dentro da minha cabeça.

- Ótimo... - ele disse e começou a virar seu corpo em direção à porta. - Ah, estava me esquecendo... Boa sorte. - ele disse assim que estava saindo daquela sala.

Vesti a roupa em poucos minutos e esperei alguns minutos. Sentei na cadeira e comecei a tamborilar meus dedos sobre as pernas pensando no que estava por vir e no que fazer depois que o sinal para todos os ataques fosse dado. Porem tentei na pensar nisso, agora permanecia calmo e tranquilo de todas as maneiras, apenas focado no motivo que havia feito eu continuar ali, na vontade de provar quem sou. Escutei um rangido e logo uma porta fora aberta, dando acesso a um elevador subterrâneo, levantei da cadeira e respirei profundamente sentindo meu peito inflar-se de coragem de coragem. Caminhei pesadamente até o elevador e me posicionei na bandeja, então o elevador começou a subir sem pressa.

[...]

Assim que senti os primeiros raios de sol atingirem meus olhos os fechei, foi mais por que eles incomodaram a minha vista, assim que senti que a luz já havia deixado de me incomodar os abri e fitei a arena. Um campo florido cheio de... Armas e alimentos, espadas e escudos misturavam-se com sacos de salgadinhos e afins. Minha vontade foi de pegar tudo aquilo, mas precisava apenas do necessário, água, comida e alguma arma boa. Olhei por cima de todos os que estavam ali, eram oito campistas sem contar a mim, cada um em cima de uma base como a minha esperando que o sinal para que o evento começasse fosse dado. Apertei minha mandíbula com força e encarei uma direção com os itens que iriam ser meus, estava mais do que pronto.

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Tomoyo L. Hawyoung
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Qui 11 Out 2012, 23:02


PONPONPON
Ano kousaten de minna ga moshi skip wo shite moshi ano machi no mannaka de te wo tsunaide sora wo miagetara.... Moshimo ano machi no dokoka de chance ga tsukamitai no nara mada naku no ni wa hayai yo ne kuramai susui meshika nai wa iya iya pon-pon dashite shimaeba ii noz enzen shinai no tsumaranai desho epon agete rhythm ni nosete way-way akete atashi no michi wo.




Então todo sue eu tinha que fazer era vicar viva e consiente até o fim daquele jogo? Essa era fácil! Eu adoro jogos, disso todos já sabiam, e a oportunidade de ir em um jogo daquele porte era simplesmente extraordinária! Não só iria me divertir como também poderia bater em pessoas sem motivo e ainda sair feliz por isso. Por este motivo meu sorriso estava tão largo enquanto me arrumava no vestiário. Minha mentora
– a qual era séria, fria, rude, grossa, estressada, não gostava de sorrir e nem de me ver sorrindo –, que eu não sabia o nome, andava de um lado para o outro nervosa enquanto xingava-me numa língua que eu não reconhecia, porém sabia exatamente que aquelas palavras não eram elogios. Mostrei a língua para ela e voltei a me vestir. Mentora chata….

Estava empolgada com aquilo tudo. Não pensava muito na parte em que eu poderia perder ou sair machucada em demasiado, morrer de sede ou fome, ou ganhar um selo de "Você consegue!" como ajuda da minha mãe, apenas queria participar e me divertir. Seria legal! Corri alegre até um banco do cômodo, os que costumavam haver em vestiários, e peguei meu morceguinho de pelúcia, apertando-o contra meu corpo fortemente. Talvez ele fosse a única coisa para qual valeria à pena voltar, afinal quem o lavaria e o levaria para passear? Estiquei os braços segurando o bichinho de pelúcia nas mãos e o olhando com as sobrancelhas franzidas enquanto inflava as bochechas com ar e fazia um bico.

– HAAAI! Vou voltar para você, Mrs. Shadow! – Disse assentindo uma vez e depois abraçando-o novamente enquanto sorria.

A mentora, a qual batizei de Amora já que fora a primeira palavra que veio à minha mente, gritou para que eu me apressasse. A mulher de olhos raivosos e brilhantes segurou-me pelos ombros e explicou-me vária coisas sobre aquilo, orientando-me da maneira como deve ter sido instruída à fazer. Ela sorriu largo, um sorriso de competidor (ou talvez um sorriso maníaco) enquanto me empurrava para o pequeno elevador do local. Entrei nele decidida e animada com aquilo. Puxava um pouco a roupa de couro que vestia e pensava que isso fazia-me parecer uma cosplayer da mulher gato, o que era engraçado já que eu não tinha o corpo, aparência e nem a personalidade dela, e ainda preferia o Batman. Prendi meu cabelo agora loiro num rabo-de-cavalo alto, o qual acabou fazendo com que eu sentisse cócegas na nuca por causa da ponta que teimava em bater ali. Ataques de risos no elevador, nada conveniente.

– BOA SORTE! ACABA COM ELES! – Gritou Amora enquanto o elevador começava a subir, e eu ria descontroladamente.


O sol nunca foi meu inimigo. Ao contrário, ele era brilhante, alegre, contente e todo positivo, era quase minha alma gêmea, isso caso Apolo não fosse a personificação dele, é claro. Eu gostava de dias com sol, dias nublados, dias com chuva, menos dias com muito sol, afinal dias muito quentes são ruins e atraem muito mosquitos chatos! Não gostava de mosquitos, eles eram irritantes e ainda
pareciam mini vampiros voando por aí e sugando o sangue alheio. Acho que se eu fosse personagem de alguma história meu maior vilão seria o Homem Mosquito, com seu poder de sugar sangue, irritar os outros, fazer barulhos irritantes e parecer convocar outros mosquitos quando morre! Odeio mosquitos. Enfim, como eu ia dizendo… O sol era legal, no entanto naquele momento ele me irritou. Não tanto quanto mosquitos me irritam.

Por alguns segundo paria ter ficado cega pela luminosidade – porque diabos o sol tinha que ser tão luminoso?! –, porém, no momento seguinte conseguia ver perfeitamente, e assim como minha visão o lugar também era perfeito. As árvores altas, tão altas que precisava erguer meu rosto para observar seu topo. A grama verde e com pequenas gotas de orvalho sobre elas fazia parecer com que aquela cena fosse retirada de um filme. O som ao longe de um riacho chamou-me a atenção tanto quanto sua água cristalina deste. Era tudo magnífico, um cenário deslumbrante, de fato. Sem dúvida era o lugar perfeito para ocorrer uma cena de luta entre o Homem Mosquito e eu. Seria perfeito! Um sorriso extremamente largo e entusiasmado estampou-se em minha face enquanto me continha para não dar meus pulhinhos animados ali.

Meus olhos finalmente fixaram-se à frente, e pude ver tudo que estava ali. Comida, armas, mochilas, várias coisas que nos ajudariam, o grande problema eram os outros. Os outros… Notei a expressão de cada um dali por um momento e tentei reconhecê-los, em vão. Juntei as mãos com força como se tivesse batendo palmas, no caso uma palma, e assenti uma vez. Meu sorriso agora era tão determinado quanto o de Amora outrora. Mr. Shadow, eu vou voltar pra você e ainda exterminarei todos os mosquitos da face da Terra!




tagged amora e mr. shadow, meu morceguinho. *-* / wearing uniforme ]cosplayer] / credits jess @ OPS!
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Aahron Rewest
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Sab 13 Out 2012, 12:14


You haven't any choice



# Chapter One

Diretrizes Iniciais (clique)

A
inda deitado, soltou pelos umedecidos lábios entreabertos uma lufada tênue de ar como um filhote de felino que ainda sorvia do seio materno. — Hey, bela adormecida, acorda! — exclamou Amaranthyne, cutucando o corpo inerte dele sobre a tábua aveludada (conhecida por cama dentro daquele cubículo) em que se deleitara. — Vai acabar perdendo o evento, moço. — lembrou-lhe, cruzando os braços frente ao busto pouco – até nada – desenvolvido. Levando as mãos até o rosto, o sonhador passou o dorso de seu metacarpo pelos olhos escuros; com um bocejo, ronronou: — Obrigado, mãe, só que hoje não tem aula. — Virou para a parede e fingiu continuar no mundo onírico; ela reclamou, pulando em cima dele: — Ah, levanta logo, Aahron! —

Definitivamente, a pequena dríade não poderia ser nomeada a melhor mentora do ano; mesmo assim, fora a que o adolescente escolhera para acompanha-lo até os jogos que se prosseguiriam. Com cerca de meio metro a mais que a garotinha, Rewest sabia que ela era a única com quem poderia contar; todos os outros, adultos ou mesmo jovens como ele, eram facilmente manipulados pelo sistema imposto – a ingenuidade, teimosia e otimismo eram as qualidades que sobrepunham-se no âmago da habitante da floresta e que a faziam única. Ultimamente, ele preferia passar horas e mais horas acompanhado do espírito de amaranto do que sobre o olhar ocre dos fantasmas, subordinados de sua progenitora; portanto, arranjara um amuleto especial que a permitia sair dos limites impostos pela sua fonte principal, apenas para ela o acompanhar sem nenhuma desculpa (sim, era perigoso que algo acontecesse com o amaranto, mas ele era insistente).

— Aahron, Aahron, Aahron! Anda, sai desse colchão! Por favor! — pediu, dando fracos socos no ombro do mais velho. Com uma expressão de incredulidade na face, ele fitou-a. — Por favor? — inquiriu, como se não acreditasse no que ela dissera. Assentindo com a cabeça, Amaran corrigiu: — Por favorzinho! — Na mesma hora, ele jogou as pernas para fora do apoio e puxou-a de forma que esta colocasse a cabeça em seu colo. — Por que você acordou o monstro das cócegas? O monstro das cócegas não gosta de ser acordado! — brincou o garoto, usando uma voz grossa e falsa. — Não! Ah, por favor, não! Não, Aahron! — esperneou enquanto ele direcionava os dedos dançantes para a barriga da “responsável por seus ensinamentos”; as falanges superiores bailaram sobre a pele, arrancando risadas e sorrisos de ambos. Aos poucos, os movimentos se abrandaram e ela finalmente conseguiu respirar, ainda que ofegante. — Para de brincadeira, moço! Agora o papo é sério! — A máscara facial do menino transformou-se numa de seriedade e o sorriso sumiu. — Você vai me pedir em casamento? — indagou com firmeza. — Não! Ilk, ilk! — negou, como se estivesse enojada com a possibilidade; tal fato fê-lo gargalhar. — Então não é sério. Mas, vai, diz logo. —

— ‘Tá bom. Olha, tu sabe o porquê de estar aqui, coisa e tal, né. — Ele concordou. — Bom, mas não sabe o que é isso. É tipo um game muito realístico e perigoso onde tu tem que sobreviver só com as suas técnicas num campo aí. — Já esperava por isso, então nada disse e apenas continuou a escutar. — Daí, os deuses podem “patrocinar” — explicou ela, fazendo sinal de aspas com o indicador e o médio. —, ou seja, ajudar vocês. Vocês não podem usar suas armas e a única coisa disponibilizada pela organização do evento é… — Amaranthyne circundou o recinto com as órbitas azuis e apontou para uma espécie de roupa preta. — aquilo, um uniforme todo confortável e cheio de espacinhos para você por coisas. — Rindo baixinho, Aahron interrompeu-a: — Também conhecidos como bolsos, sim. — Retirou o macacão do cabide; ela deu de ombros e virou-se de costas. — É isso aí. Se veste logo. Enfim, lá dentro você deve tomar as decisões e parece que é algo como um duelo bem grande. Ah, não vou me aprofundar em detalhes. — Fechando o zíper, ele supôs: — Ou seja, você se esqueceu do resto. — A temperatura subiu ao rosto da menininha e ela questionou, brava: — Já se vestiu!? —

Sorridente, ele abaixou-se e ergueu-a acima da cabeça, colocando sua cabeça entre as pernas da dríade. — Já sim, plantinha. Precisa falar mais alguma coisa? — Ela, ainda procurando onde se segurar, balançou a cabeça em sentido afirmativo. — Sim. Primeiro: me põe no chão. — Este pedido ele resolveu ignorar. — Segundo: você tem que ir praquele círculo e esperar até ele subir. — Com calma, caminhou até a circunferência indicada. — Terceiro: me põe no chão! —

Fora o tempo dele coloca-la a salvo no solo e dar um beijo estalado em sua bochecha; ela começou a limpar a maçã com as delicadas mãos esverdeadas e mostrou a língua a ele. — Nojento! — Assim, ele passou a ser elevado numa velocidade crescente; não o suficiente para um murmúrio lá de baixo chegar aos seus ouvidos. — Volte vivo, Aahron. Boa sorte.


    “Logo se encontrava na respectiva base. De início, não absorveu as informações do ambiente com clareza, pois ainda estava parcialmente cego pelo sol repentino; depois, viu que o terreno era florestal e um conjunto de equipamentos de sobrevivência estava no centro dos outros – outro fato que lhe chamou a atenção fora ver Andy, sua irmã, ali; aquilo era quase como uma facada pelas costas.”
Poderia também ser considerado traição; não no sentido amoroso, mas no sentido completo. Haviam lhe dito que somente uma pessoa deveria representar cada chalé; uma e, portanto, ele se candidatara. Nem todos os chalés estavam representados ali; muito menos com apenas um único representante, como era o seu exemplo. Se ele soubesse antes disso, possivelmente não teria vindo; ainda estaria brincando e rindo com a inocente que trouxera graças a um objeto especial que a permitia ficar por tempo indefinido longe de sua fonte natural principal, ou seja, ainda estaria vivendo com a normalidade cabível a um meio-sangue. E o pior de tudo era que aquele não passava de um joguinho para os deuses se distraírem; Aahron Rewest era, agora, uma marionete.

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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 15 Out 2012, 19:03

Hefesto escreveu:







Todos os escolhidos para a primeira edição dos Jogos Vorazes Meio-Sangue entraram em seus pequenos elevadores e foram levados a superfície, com a exceção da filha de Hécate, Ariadne, que sofreu um pequeno ataque de pânico segundos antes de subir a Arena e teve de ser retirada as pressas de seu vestiário, isso significava que um dos tributos já havia saído dos jogos, agora dos onze iniciais, restavam apenas dez semideuses, o jogo se tornaria mais disputado com essa baixa logo de inicio ou os campistas com medo recuariam?

Campistas, antes dos jogos começarem, tenho que dar um pequeno aviso. - A voz de Hefesto ecoou novamente por toda a Arena, alguns passáros ao sul voaram com medo - Um dos tributos teve uma desistência de ultima hora e está fora da primeira edição dos Jogos Vorazes ou seja, restam apenas 10 competidores. - O deus suspira e fala - Aliás, gostaria de desejar Boa Sorte a todos e dizer que isso não é uma competição em si e apenas um jogo para testar as suas habilidades em algum imprevisto. Só saiam quando o relógio indicar.

Os dedos de Hefesto estalaram, e um enorme relógio formou-se no céu, parecia estar em contagem regressiva. Clac. 30 segundos para a nova competição entre semideuses se iniciar. A cornucópia estava atrativa aos olhos dos semideuses, haviam seis enormes bolsas pretas - Era impossível saber o que elas guardavam, deveriam arriscar? - algumas armas jogadas no chão, entre estas estavam: Duas espadas de aço, cada uma deveria medir 60 centímetros, um enorme arco feito de prata, um chicote de couro, um machado de lenhador, duas Aljavas - A primeira continha 20 flechas de madeira e a segunda 15 de aço -, uma foice com o cabo de madeira e a lâmina de bronze, um martelo de guerra, onze facas com serrilhadas espalhadas pelo chão e um escudo. Os alimentos eram compostos principalmente por frutas 3 sacos com 20 laranjas cada, 4 carnes cruas em recipientes no chão e duas garrafas contendo algum liquido estranho em seu interior. Só saberiam o que continha ali dentro quando provassem do mesmo.

Blem. O Relógio soltou um alarme e desapareceu no céu, o jogo começou.

O que deve ter no primeiro post?

1) Ao sair da base, digam se foram para outro local ou correram para tentarem a sorte com os itens.

2) Digam quais itens tentaram pegar e o que fizeram após isso.

3) Seguindo o meu péssimo desenho tentarei explicar onde está cada item: No local do saco de dormir, estão as bolsas, no local dos nabos, estão os alimentos, as duas garrafas estão posicionadas no local correto e as armas também.

5) Essa informação não será tão importante agora no primeiro turno, mas para adiantar, ai vai a imagem do MAPA COMPLETO e Localização Atual, também temos a nossa grande amiga Rosa dos Ventos (Mais explicações no próximo post.

Prazo para postagem:

Sem ordem de postagem.

Postagem:

Em até 14 Dias - Nada acontece.

Em até 15 Dias - Perde 10% em um Status.

Em até 16 dias - Perde 10% de dois Status.

Regras Gerais

R1 - Mortes não serão permitidas, porém sequelas serão.
R2 - Tudo o que você postar poderá ser usado contra ou a favor de você. Tome cuidado.
R3 - Armas não poderão ser levadas. Somente as que serão encontradas na arena serão utilizadas;
R4 - Os deuses podem enviar "presentes" a seus filhos ou escolhidos, funcionaria como o patronício, mas estes variam de itens, benções e alimentos.
R5 - Cada membro terá o seu inventário particular durante o Evento.
Status dos Personagens até agora:
 





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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Dom 28 Out 2012, 20:19

nhac :3
post #02
passe o mouse, porfa

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A voz impetuosa do deus Hefesto caminhava por toda a arena e trazia consigo a informação de desistência. Por quê? Por que logo agora ela desistiu? Será que ela teve medo ou foi esperta o suficiente para preservar sua vida? Agora era tarde de pensar acerca disso, afinal eu estava trancado em um cilindro de vidro temperado frente a um enorme mar de tensão e voracidade.

Um gigantesco relógio branco e redondo com ponteiros pontiagudos e números romanos dourados pairou no centro da arena, sobre todas as armas que lá havia. Trinta segundos. Trinta segundos era o tempo que eu tinha para elaborar uma estratégia de sobrevivência: pegar alimentos e armas ou me refugiar na floresta e deixar meu destina sob a responsabilidade da sorte. Eram muitas as armas, desde adagas, flechas, para espadas e mochilas com suplementos. E agora, floresta ou armas? Floresta. Armas. Floresta. Armas. BEEEEEEEEEEEEEEEEN. O relógio gigantesco soou e dissipara-se no ar, quando isso ocorreu, os campistas mais animados correram velozmente até o centro da arena, alguns se empurrando, outros fugindo e um, apenas um, parada feito um idiota. Sim, era eu.

Felizmente os três anos no grupo escoteiro serviram para alguma coisa. Corri para o centro da arena a fim de pegar algumas flechas, um arco e, se tivesse sorte, tentaria pegar uma mochila. Sem demorar, sem olhar para trás, corri para lugar mais próximo onde pudesse me esconder até os outros campistas se acomodarem. Limpei as gotas de suor que corriam pela minha testa, nem acreditava que estava suando, era adrenalina? Os pelos dos meus braços estavam arrepiados e meus pés formigavam, o que era um tanto engraçado. Depois de um tempo caminhando no imenso local, avistei um pequeno arbusto que escondia uma pedra um pouco achatada. Parei por lá para descansar e bisbilhotar as coisas que havia conseguido.




CREDITS: DILSO/TROWLSENN AT @ OOPS!

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Chuck B. Heineken
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 29 Out 2012, 20:36




♠ Inventário ♠



♠ Poderes Utilizados ♠

Passivos
LEVEL 10
→ Língua Abismal – Agora você pode se comunicar com qualquer ser proveniente do Submundo em uma língua onde só os filhos de Hades e tais criaturas entendem.

Ativos
LEVEL 08
→ Fogo Grego – O semi-deus é capaz de invocar o fogo grego e dominá-lo ao seu bel-prazer. Neste nível suas chamas não são muito grandes, no entanto à medida que sobe de nível as labaredas aumento assim como seu poder.
LEVEL 15
→ Conjurar Cães Infernais II – Neste nível o filho de Hades conjura até dois cães infernais. Cada um tem 150HP e o gasto de energia é grande. [-30MP] [ À partir deste nível, os cães podem fazer viagens das sombras.](Quanto ao gasto de energia, deve-se considerar que foi invocado apenas um cão infernal)



→ Local: Arizona
→ Horário: Manhã(?)
→ Vestindo: Hunger Games's Wear
→ Sentindo: Concentrado
→ Feat.: Cão • Competidores



♠ Poderes Utilizados ♠
Chuck
Actions
Others
Toughts



→ Template by Chuck. 'u'
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Estávamos ali, parados. Nossos pensamentos fixos nos objetos centrais. Mais uma vez a voz de Hefesto se fazia audível, mas pouco me interessava o que ele dizia, exceto pelo comentário sobre a desistência de uma dos participantes. A notícia era bastante animadora. Quanto menos jogadores menos tempo toda aquela brincadeira levaria. A pilha de itens atraía cada vez mais os olhares e a ambição dos participantes. Meus olhares, vez por outra, procuravam por Blair. Antes do início do jogo nossos conselheiros nos orientaram em uma aliança. É claro que não nos dávamos bem, mas ela sabia se cuidar e talvez juntos nós conseguíssemos dar um fim naquilo mais rapidamente. De repente o alarme soou e deu-se início ao jogo... À matança.

Alguns semideuses avançaram sobre os objetos. Outros abandonaram a oportunidade e fugiram floresta adentro. Eu ainda não havia me movido, mas estava prestes a fazê-lo. Meus olhos brilharam em tons de vermelho. Da grama verde uma criatura maligna surgiu. Olhos malignos e cruéis, garras afiadas e patas gigantescas. A baba escorria-lhe de sua boca e regava o verdejante gramado bem cuidado. Um cão infernal adulto e enorme fazia-se presente bem ali, próximo a mim. O cão mirou seu olhar para mim e de meus lábios saltaram sons e grunhidos de uma língua desconhecida. Sons que só uma criatura infernal. A língua do submundo.

Quando os sons cessaram o cão saltou em direção ao monte de objetos. Rosnava para os semideuses próximos a eles, alertando-os do quão perigoso seria mexer com ele. Voltei-me para Blair outra vez, que ainda permanecia ali, não muito longe. Balancei meus braços acima da cabeça, fazendo sinal até que ela notasse. Quando a filha de Poseidon voltou-se para mim o meu braço esticou-se, apontando para norte, para onde ele deveria seguir. Esperando que ela compreendesse o pedido, concentrei-me outra vez no cão. O animal abocanhou rapidamente uma aljava de 20 flechas de madeira e o arco de prata. Curvou sua cabeça para o lado, ganhando impulso, e lançando os objetos em minha direção. Consegui pegar o arco no ar, enquanto a aljava caiu ao meu lado. Eu coloquei o estoque de flechas em minhas costas e retirei de lá uma das setas de madeira, posicionando-a no arco e esticando o cordel rapidamente, para que não fosse surpreendido. Enquanto isso o cão continuava com seus movimentos, tomando em sua boca cheia de saliva uma das espadas de aço e um saco contendo 20 laranjas. A criatura, depois disso, deixou o monte de objetos, escapando de qualquer ataque dos jogadores e escapando do lugar. O animal seguia Blair, que agora corria na direção Norte, quase chegando à densa floresta de vegetação estranhíssima. Eu finalmente deixei a plataforma inicial, partindo na mesma direção, mas atento e com a flecha ainda posicionada. Assim que cheguei a uma distancia segura vir-me-ei fitando a montanha de objetos e os campistas que ali permaneciam

- On fire. - Um brilho psicopata e demoníaco em meu olhar, evidenciava o que estava prestes a acontecer.

Uma chama de coloração esverdeada surgiu na ponta de minha flecha, consumindo a madeira. Era provável que ninguém ali reconhecesse aquela chama, exceto eu. Liberei o cordel e a flecha flamejante avançou em alta velocidade na direção da pilha de itens, explodindo-a. O fogo grego consumiria a todos os que ali permaneciam, assim como os objetos. Isso ao menos deixaria os semideuses sem aquela variedade de itens que existia ali, sem falar que poderia ferir a qualquer um.

Eu não permaneceria ali para ver os efeitos. Meu corpo pôs-se em movimento outra vez, correndo em direção ao cão infernal e Blair. Eu ainda podia vê-los, à distância, correndo pela floresta. Logo estaríamos todos juntos, e eu esperava não ter muitos problemas com minha prima.




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Blair C. Morgenstern
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 29 Out 2012, 22:23

The Hunger Games - No Obstacle Race


۞ Post II
۞ Esperando
۞ Meio do Nada | Arena


Dei mais uma olhada ao redor, mas faltava algo. O número de pessoas. Enzo havia dito que seriam onze e não dez. Alguém havia desistido de ficar ali o que, em partes, seria bom. Menos pessoas para ficar ocupada. Quanto menos pessoas melhor, ainda mais com todos esses semideuses em um lugar só, espalhados por aí a mercê de perigos. Um pouco irônico pensar sobre isso, pois não me importava com as pessoas, mas tinha uma explicação de não querer muitas pessoas no local: quanto menos, melhor. Essa era a minha visão que não iria mudar.

– Campistas, antes dos jogos começarem, tenho que dar um pequeno aviso. – Franzi o cenho, ouvindo atentamente a voz de Hefesto, que era ouvida de todos os lugares possíveis. Em seguida, ele começou a nos informar algo que já havia notado antes. Alguém realmente tinha saído, mas não dissera o por que de ter saído saído assim, do nada. Talvez tenha entrado em choque ou, tenha ficado com medo? Não sabia dizer, não estava lá. – Aliás, gostaria de desejar Boa Sorte a todos e dizer que isso não é uma competição em si e apenas um jogo para testar as suas habilidades em algum imprevisto. Só saiam quando o relógio indicar.

Soltei um sorriso sarcástico. Deuses... Sempre querendo nos testar. Típico deles, Não terem nada para fazer e, então, querem testar os próprios filhos em algo como isso. Algo lastimante para eles. Um imenso relógio apareceu no ar, em cima da gente, marcando 30 segundos. Com mais uma olhada em busca de Chuck para ver o que ele faria a seguir, enquanto os outros olhavam para pilha de armas, mochilas e alimentos em nosso meio, como fosse os salvar – o que não deixava de ser verdade, em partes. Olhei há minha frente, na direita mais nada dele. 5... 4... 3... 2... 1. Todos correram para se salvarem e eu continuei ali, parada, procurando Chuck. Tudo acontecendo rapidamente.

Praguejei baixo, quando algo chamou minha atenção. Um cão infernal aparece no meio do campo, correndo atrás dos outros semideuses, quando meu cérebro captou outra coisa, fazendo-me olhar para minha esquerda. Lá estava Chuck, acenando, com os braços, para mim apontando para o norte, em seguida. Olhei novamente para o cão e para ele e, então, entendi o que ele queria dizer. Pulei da plataforma correndo para a direção que ele havia apontado. Enquanto corria, dei uma rápida olhada para trás vendo o cão correr em meu encalço com uma espada e um saco de alguma coisa na boca. Só poderia ter sido obra do Chuck. Balancei a cabeça, prestando atenção em minha frente, continuando a correr, entrando na floresta sem saber o que acontecia atrás de mim e tomando o cuidado para não tropeçar em algum galho, raiz ou qualquer coisa desconhecida. Estava na hora de ser legal e sociável com meu priminho.

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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Dom 04 Nov 2012, 16:49

The Hunger Games Half-Blood



Fiquei a fitar os mantimentos a minha frente, tentando achar um local, pelo qual consiga pegar algum e fugir pela floresta, não tendo de lutar com ninguém, apenas estava decidindo o que escolher, Armas ou fugir para a Floresta? Deveria decidir, se escolhesse fugir pela floresta, com certeza decepcionaria meu pai, mas não era ele que estava aqui, e mesmo se tivesse aqui em meu lugar, ele escolheria lutar, uma das coisas que não estava afim de fazer.- Campistas, antes dos jogos começarem, tenho que dar um pequeno aviso. - Soou a voz do deus das forjas, Hefesto. Ecoando pela longa arena. Revirei os olhos, com pressa para que esse jogo, terminasse logo. - Um dos tributos teve uma desistência de ultima hora e está fora da primeira edição dos Jogos Vorazes ou seja, restam apenas 10 competidores. - Ouvi o deus falar, olhei para os lados atenta, vendo que havia mesmo apenas 10 semi-deuses, isso até seria melhor, uma vantagem para alguns. - Aliás, gostaria de desejar Boa Sorte a todos e dizer que isso não é uma competição em si e apenas um jogo para testar as suas habilidades em algum imprevisto. Só saiam quando o relógio indicar. - Hefesto estalou os dedos, e em alguns segundos um enorme relógio formou-se no céu, fazendo a contagem regressiva de 30 segundos, iriam dar início os jogos, respirei fundo, esperando o alarme.

Algumas imagens de minha chegada ao acampamento passaram-se como borrões em minha mente, não sabia porque estava acontecendo isso, mas quando estava muito nervosa, as vezes isso acontecia, demonstrando alguns momentos bons em que passara em minha vida, poderia ter até pouco tempo ali no acampamento. Mas já havia conhecido muitas pessoas ali, pessoas que realmente poderiam me ajudar no que der e vier... alarme tocou, tirando-me do transe, os campistas corriam para pegar algum objeto ou corriam para a floresta. Não iria tentar o absurdo de atacar alguém, com isso apenas perderia tempo,alem do mais... Com que os atacaria? Deveria ir pegar algo primeiro, mas mesmo assim, isso era um absurdo, sabia que uma filha de Hades não deveria pensar assim. Mas correr para pegar algo era uma de minhas opções ou se não corria para a floresta. Decidi tentar pegar algo da pilha, fitei o objeto que estava ao meu alcance, uma garrafa que continha um líquido estranho, pelo qual nunca virá, mas podeira servir para algo. Tive alguns reflexos de um cão infernal correndo, junto com uma garota, parecia ser a filha de Poseidon, e com certeza, o cão era obra de Chuck, o filho de Hades, meu meio-irmão. Tentei pegar o máximo de coisas que estariam ao meu alcance, avistei algumas das enormes bolsas pretas, tentando pegar uma, coloquei-a sobre meu ombro e ao lado das bolsas haviam algumas espadas, peguei uma delas.

Olhei rapidamente para os lados, vendo meu irmão Chuck segurando um arco, apontando uma flecha que continha uma chama verde, eu conhecia aquilo, só esquecerá o nome, mas sabia que causaria uma grande explosão ali e deveria correr rápido. Com agilidade, corri na direção mais próxima da floresta, não querendo me machucar. Percebi que parecia estar cada um por si, tirando a Blair e o Chuck, que estavam juntos nessa. Ou eu deveria seguir até o fim dos jogos simplesmente sozinha... Ou encontrava algum campista pelo qual podeira juntar-se. Mas por enquanto, seguiria sozinha, apenas para ver os perigos que iria percorrer. Os jogos começaram e teria de usar todas as minhas habilidades.

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Aahron Rewest
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 05 Nov 2012, 13:01


You haven't any choice



# Chapter Two

Diretrizes Iniciais (clique)

O
vozeirão retumbante saiu das caixas de som em direção à platéia como num eco robótico, ou seja, algo típico para o deus ferreiro. Já prevendo o que aconteceria, Aahron abaixou a cabeça e fitou, tristemente, o solo. Seu punho fechou-se com mais força, criando nós brancos nas juntas; a raiva parecia canalizada num ponto fixo: deuses. Ele saberia que nada podia fazer, por enquanto, então procurou se manter calmo; a mente fora focada em seu dever, seu objetivo de sair vivo dali e, após fê-lo, erguer a menininha de silhueta verde do chão na infantil brincadeira de aviãozinho.

De início, esperara um pouco, vendo as reações dos semideuses ao seu redor; não correria como louco, não era uma característica sua. Seu jogo era mental e fora isso que fizera. — Afinal, quem tem medo de fantasmas? — murmurou num de seus devaneios ditos. Com os olhos negros, tão escuros quanto carvão, fitou as coisas que lhe interessavam, ou seja, tudo: desde alimentos até armas, passando pelas bolsas pretas e, ainda mais, pelas garrafas de líquido duvidoso. Arriscou trazer tudo, dando preferência às garrafas, a um recipiente de carne e uma das bolsas pretas. O resto, tentaria pegar depois; isto se houvesse um depois, já que ataques já foram feitos. De início, viu as labaredas consumindo meio-sangues e outras coisas; não tenho nada a ver com isso, pensou, embora tivesse que morder o lábio com intensidade para que contivesse a raiva crescente.

— E que os responsáveis — ele sussurrou, juntando tudo o que conseguisse pegar numa trouxa. — ainda paguem por isso. — terminou, deixando a ameaça no ar e voltando-se para o corredor atrás de si; sem mais hesitar, sumiu por aquele caminho, com a mente a bolar planos e mais planos de sobrevivência. — E que se faça justiça. —

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Alicia C. Hills
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Ter 06 Nov 2012, 15:08

The Hunger Games Half-Blood
Lá estava eu, com a mente flutuando em algum lugar, imaginando coisas inúteis, quando ouvi a voz do deus:
- Campistas, antes dos jogos começarem, tenho que dar um pequeno aviso. Um dos tributos teve uma desistência de ultima hora e está fora da primeira edição dos Jogos Vorazes ou seja, restam apenas 10 competidores – ele suspirou e senti pena da garota. Sim, eu sei que eu deveria estar feliz, por ter menos adversários... Mas era certo? Ficar feliz porque um semideus saíra, por algum motivo particular? Para mim, não parecia - Aliás, gostaria de desejar Boa Sorte a todos e dizer que isso não é uma competição em si e apenas um jogo para testar as suas habilidades em algum imprevisto. Só saiam quando o relógio indicar.
Respirei fundo, preparando-me. Era agora ou nunca. De repente, um relógio gigantesco apareceu no céu, com apenas um número; 30. Mas trinta o que? Segundos? Minutos? Horas? Sim, eu sei que era improvável que os deuses fizessem suas crias ficarem umas trinta horas embaixo do Sol, mas sempre havia a terceira possibilidade, não é mesmo?
Balancei minha cabeça, tentando afastar os pensamentos, que eram, sem dúvida, inúteis naquela hora. Concentrei-me no centro da Arena. Nele, haviam seis bolsas pretas, porém, eu não sabia o que havia dentro. Forçando um pouco a minha vista, enxerguei algumas armas, que eu nunca conseguiria manejar; espadas, um arco, um machado, algumas aljavas, foice, martelo, facas, escudo e... um chicote? Sim! Um chicote, de couro. Exatamente o que eu precisaria. É claro, eu teria sorte se eu conseguisse pegá-lo, mas seria um risco que eu teria que correr.
Engoli em seco. Respirei fundo, tentando acalmar-me. Não estava muito longe do centro, então não deveria ser muito difícil. Olhei de novo para o local e vi alguns alimentos, como frutas e recipientes estavam sobre o solo. Decidi-me por não tentar a sorte com estes últimos, mas algumas frutas como início de jogo não seria nada mal. Se bem que se eu conseguisse pegar uma bolsa, seria o meu dia de sorte.
De repente, aquele “sino” bateu e eu ainda estava lá, como uma tonta, sem ter me dado conta. Quando percebi, havia um fogo estranho ao redor de todos e um grande cão preto – como os outros campistas chamavam? Cão infernal, não é mesmo? Sim, acho que era isso – obra de algum filho de Hades.
Com a respiração acelerada, comecei a correr na direção dos itens da Curnocópia. Concentrei-me no chicote, e logo, consegui pegá-lo, tendo que desviar de algumas labaredas e uns campistas, evitando trombar com qualquer um. Com certeza não seria bom travar uma briga com alguém logo no começo da “partida”. Quando consegui minha tão desejada arma, disparei em direção à mata que estava antes atrás de mim, pegando uma das malar pretas no caminho.
Parei quando estava consideravelmente “longe”. Agachei-me, usando a própria mata como camuflagem e abri a bolsa, curiosa para ver o que havia dentro.
Foi aí que eu me dei conta.
Os Jogos haviam começado.

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Andy Almeida
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 12 Nov 2012, 12:16

Desespero...
Impele as pessoas a fazerem coisas horríveis.


A voz do deus ferreiro não afetava a prole de Melinoe. Ela mal prestava atenção às palavras dele. Então, viu um enorme relógio aparecer no céu, em contagem regressiva. Baixou os olhos, encarando os alimentos e armas. Tinha que ser rápida. Preparou seus pés e respirou fundo.

O alarme soou, impelindo-a para a frente. Correu desesperadamente em direção às bolsas, tentando pegar uma. Passou seu braço esquerdo pela alça de uma delas e partiu logo em direção ao saco de laranjas. Puxou-o e tentou ir atrás de uma das garrafas. Ao pegá-la, saiu em disparada, rumando a floresta. Atrás de si, viu uma coluna de fogo grego erguer-se, além de um enorme cão infernal desaparecendo por entre as árvores. Não ligava. Sentou-se, mantendo uma boa distância dos outros e procurou abrir sua bolsa. Não havia pegado armas, mas poderia improvisar algo. Sorriu e colocou a bolsa nas costas novamente, pegando o saco e a garrafa e continuando seu caminho.

[P.S= Perdoe-me o post mal feito. Estava apressada. Aceito se vier alguma punição.]


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Alícia Ashford
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Sex 16 Nov 2012, 12:58









------- Let the games begin!

"That the luck be with you"



Suspire.. inspire...

“Agora mantenha-se no controle”, ordeno a mim mesma silenciosamente. Ergo a cabeça, visualizando panoramicamente minha equipe desolada. Meu sorriso inicialmente consolador provavelmente só demonstra desalento. Vejo as faces sem emoção, contendo lágrimas desencorajadoras. Abraço-os um por um antes de caminhar para a plataforma metálica e fria adiante. Não consigo associar nenhuma palavra sequer, meu cérebro aparentemente imerso em uma coluna de neblina não estabelece uma função as frases vindas de Hefesto.

O que quer que tenha sido dito só aumentaria o ódio crescente que me consumia. Minha cabeça se move em negação enquanto o vidro de proteção cumpre seu papel, isolando-me na cúpula que agora vai de encontro ao meu pior pesadelo desde então.

Suspire.. inspire...

O ar puro preenche meus pulmões com vigor para lembrar-me de meus dias felizes e tranquilos, meus dias livre. O quão irônico podiam ser esses jogos? Uma paisagem estonteante nos rodeia, giro a cabeça olhando para cada um dos rostos oponentes. Alguns conhecidos, outros não. Agora nada disso importa.

Posiciono meus pés e acompanho a contagem regressiva para a batalha. A partir de agora eu faria tudo aquilo que prometi nunca fazer, o que com certeza contradizia meus preceitos humanistas. Olhando para o céu, sussurro sarcasticamente.

▬ Vamos dar a vocês sua diversão.. Aproveitem o espetáculo, divirtam-se com nossa ruína.

Ainda entorpecida, ouço o canhão. Começo a correr abruptamente em direção as armas que propositalmente estão reunidas. Escolho uma espada longa e um escudo aparentemente frágil que estão mais próximos. Meus pés tocam o chão com agilidade e rapidez enquanto giro o corpo para ir de encontro aos alimentos, afastando-me o máximo possível dos semideuses. Como já deveria ter previsto, as lutas começam.

Decido apenas arrastar uma mochila média e um tanto pesada, não parando nem por um segundo o ritmo da corrida. Agora estou indo em direção ao sul, entrando na densa floresta úmida. Ouço ruídos e gritos, corro o mais rápido possível.

“Mantenha-se viva”, sussurra uma voz grave, misteriosa e familiar.


"Hey ha.. ♪"



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Logan Lee Fletcher
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Qua 21 Nov 2012, 06:00

Lets Play...
Evento Atemporal.
Gotas de desespero escorriam de meu rosto.

O sorriso confiante que eu levei quando soube do evento havia desaparecido e trocado por um olhar de medo e de desprezo. Primeiramente, não era nem para eu ser um filho de Apolo, não tinha nenhuma semelhança. Minha pele era pálida, meu cabelo era preto como piche e bagunçado, meu corpo era magro e a única coisa de que eu era parecido mesmo, era o arco e flecha.

Sim, é comum para todo o filho de Apolo, mas pareço mais um filho de Hades, pena que não tive a sorte. Não! Pensei. Eu tinha que manter qualquer tipo de pensamento distante, estava na hora de mostrar meu verdadeiro potencial, ou, apenas sobreviver. Meus oponentes deviam ser extremamente fortes, enquanto eu era apenas um arqueiro magrelo.

Dirigi-me a plataforma de metal com a cabeça erguida, logo que vi a luz do dia me revigorei. Observei os participantes, aquilo parecia meio injusto, mas havia três filhos de Hades. Corri o local novamente com os meus olhos e eles se depararam com o meu “maninho”. Eu tinha certa vantagem até então, uma parceria dos filhos de Apolo, nunca tinha pensado nisso. De repente a voz impetuosa de Hefesto rompeu o silêncio e todos dirigiram olhares para o deus.

Ouvi atentamente suas palavras e então pensamentos vieram à tona em minha cabeça, alguém já havia desistido? Melhor assim, não? Por enquanto minha consciência era plena e limpa e eu só esperava os jogos começarem, no centro do campo havia itens, vários, itens. Deparei-me com duas garrafas e logo me interessei, o mistério me atrai e aquelas garrafas com certeza continham um pouco disso.

Um enorme relógio surgiu no céu e a contagem se deu inicio, trinta segundos para o derramamento de sangue e... 5, 4, 3, 2, 1! Meus passos moviam-se em direção aos itens, rolei para o lado desviando de flechas e saltei para frente aumentando o passo. Olhei ao lado e algumas pessoas já haviam ido para a floresta. Derrapei em meio a terra e agarrei uma das garrafas. Corri os olhos e vi facas jogadas ao meio do caminho, peguei-as também e corri atrás de meu irmão em direção a floresta, com a intenção de formar uma alinça.


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Logan Lee Fletcher
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Ter 27 Nov 2012, 09:06








Assim que o relógio deu as suas badaladas, indicando que os jogos haviam enfim sido iniciados, todos os campistas saíram de suas bases e avançaram de forma voraz na direção da enorme pilha de alimentos que não estava muito distante.

O filho de Apolo, Ciel, foi o primeiro a chegar à pirâmide. Pegou uma aljava, que levava consigo 10 flechas metalizadas, o garoto também conseguiu pegar uma bolsa de coloração alaranjada. Esta guardava em seu interior alguns itens importantes para alguém que quisesse sobreviver numa Floresta como aquela: Um cantil de 750ml de água pela metade, uma faca de caça, dois palitos de fósforos, uma corda de 20m e um pacote com 30 biscoitos de sabores diversos. Só não conseguiu pegar o arco, pois antes dele um cão infernal tomou a arma em sua boca e voltou a seu criador.

EEsse mesmo cão infernal pegou outra aljava em sua boca e jogou na direção do filho de Hades, um plano perfeito? Talvez. No caminho algumas flechas deslizaram de sua proteção e quando encontraram o chão, partiu-se em duas. Das 20 flechas da Aljava, apenas 15 sobraram. O animal convocado por Chuck ainda pegou um saco de laranjas – que veio caindo pelo caminho, sobrando apenas 17- e uma espada. O cão, então, avançou na direção de Blair e os dois, juntamente com a prole de Hades.

Outra habitante do chalé XIII correu rapidamente na direção das bolsas e quase que ao mesmo tempo em que o filho de Apolo, pegou uma das bolsas. A sua não foi tão boa quando a anterior, esta guardava apenas um cantil vazio com capacidade de 750ml, uma faca de caça de bronze, um palito de fósforo e 10 biscoitos..

Parecia mesmo que todos queriam mostrar o seu valor aos deuses, pois de 8 campistas que participavam, pois nenhum resolveu sair correndo para a floresta, todos foram na direção da pirâmide de itens localizada no centro da arena. E quase todos conseguiram pegar os itens que desejavam. Aahron, o guardião da memória, não foi uma das exceções. Ele pegou cerca de 1,5kg de carne crua, uma garrafa com um líquido esverdeado e uma bolsa. Nesta havia apenas um cantil de 500ml vazio, uma gládio e um palito de fósforo.

A partir deste momento, todos os outros alimentos foram incinerados, graças a uma flecha mal atirada por Chuck, uma das proles de Hades que participavam dos jogos. O seu tiro não foi muito certeiro, mas o fogo grego certamente era mortal. Os alimentos se extinguiram em questões de segundos, levando também algumas armas, entre estas estava o martelo de guerra e o machado de lenhador.

O fogo do filho de Hades não intimidou Alicia e os demais campistas, a primeira, filha de Afrodite deixou toda a delicadeza e cuidados com a beleza de lado para pegar a única arma que a interessava lá, o chicote de couro que estava próximo a uma das bolsas. Só que nesta história toda havia um “porém” a chama verde não tardaria muito para consumir tais itens, e novamente isso não intimidou a garota. Ela conseguiu pegar os dois “armamentos” e correr o mais rápido possível para a floresta ao sul. Ao abrir a bolsa, ela descobriu o que havia lá dentro: Duas facas, um saco de dormir, um cantil de água com capacidade para 750ml vazio e 5 pedaços de carne.

O fogo já havia consumido muitos itens, facas restavam apenas duas de seis, agora esta mesma chama verde avançava na direção das duas ultimas bolsas que restavam. Estas pareciam lotadas e repletas de itens, seria um prejuízo muito grande deixa-las para o fogo. A outra filha da deusa dos fantasmas pensou nisto, e tentou pegar uma das bolsas. A garrafa ela não conseguiu, pois alguém havia já havia o pegado antes ou o mesmo já havia sido consumido pelo fogo. Andy, após se esconder, abriu sua bolsa. Dentro dela havia apenas um cantil de água com capacidade de 800ml cheio e duas facas de arremesso.

A ultima bolsa viva, foi capturada pela filha de Hades, Alícia. Que conseguiu pega-la segundos antes que a mesma fosse incinerada pelo fogo. A bolsa da garota talvez fosse uma das melhores de todas. Havia um saco de dormir ali dentro, um cantil de água com capacidade para 750ml vazio, Uma faca de caça, um remédio para ferimentos pequenos e um pequeno pedaço de carne.

O ultimo a sair de sua base foi Logan, outro filho de Apolo. Este no desespero conseguiu pegar 3 facas serrilhadas e uma garrafa com um líquido vermelho, logo em seguida correu na direção de seu irmão, Ciel.

O restante dos itens foram todos consumidos pelo fogo grego, que de maneira mágica extinguiu-se após completar o trabalho.

Dois deuses resolveram patrocinar alguns campistas logo de inicio. O primeiro foi o deus Ares, que cedeu um escudo laminado a prole de Hades, Lucy, e uma foice a ceifadora, Blair. Ambos os itens estavam presos em enormes lanças (que sumirão após o item ser coletado) que ficaram-se próximos aos escolhidos. O outro deus, Hefesto, também resolveu patrocinar. Este colocou seus itens em um martelo e de maneira cuidadosa aos pés de dois semideuses. Logan e Andy. O primeiro martelo guardava duas enormes cordas para arcos, se ele soubesse utilizar bem, seria capaz de fazer dois arcos. O segundo guardava em seu interior um pequeno sabre de aço.


O que deve ter no primeiro post?

1) Vocês conseguiram pegar os itens, mas e agora? Irão direto para o combate ou formarão alianças?

2) No final do post, digam para qual direção foram. [Norte, sul, leste, oste e entre outros]

3) Essa informação não será tão importante agora no primeiro turno, mas para adiantar, ai vai a imagem do MAPA COMPLETO e Localização Atual, também temos a nossa grande amiga Rosa dos Ventos (Mais explicações no próximo post.

Prazo para postagem:

Sem ordem de postagem.

Postagem:

Em até 14 Dias - Nada acontece.

Em até 15 Dias - Perde 10% em um Status.

Em até 16 dias - Perde 10% de dois Status.

Regras Gerais

R1 - Mortes não serão permitidas, porém sequelas serão.
R2 - Tudo o que você postar poderá ser usado contra ou a favor de você. Tome cuidado.
R3 - Armas não poderão ser levadas. Somente as que serão encontradas na arena serão utilizadas;
R4 - Os deuses podem enviar "presentes" a seus filhos ou escolhidos, funcionaria como o patronício, mas estes variam de itens, benções e alimentos.
R5 - Cada membro terá o seu inventário particular durante o Evento.
Status dos Personagens até agora:
 
Ciel Evans - Filho de Apolo

Energia - 90%
Fome - 95%
Hidratação - 99%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 

Andy Almeida - Filha de Melinoe

Energia - 85%
Fome - 85%
Hidratação - 90%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 

Blair C. Morgenst - Filha de Poseidon

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 95%
Banheiro - 95%
Doença -
Inventário:
 


Chuck B. Heineken - Filho de Hades

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 100%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 
Ariadne V. Frozeart - Filha de Hécate - Eliminada

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 100%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário -

Tomoyo L. Hawyoung - Filha de Nemêsis/Guardiã da Memória - Afastada devido a problemas off.

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 100%
Banheiro - 90%
Doença -
Inventário -

Alícia Ashford - Filha de Hades

Energia - 90%
Fome - 80%
Hidratação - 85%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 


Alicia C. Hills - Filha de Afrodite

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 100%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 

Aahron Rewest - Filho de Melinoe/Guardião da Memória

Energia - 100%
Fome - 100%
Hidratação - 90%
Banheiro - 100%
Doença -
Inventário:
 





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The seductive god of forges Cool
Hefesto
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Fernand B. Oster
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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Ter 27 Nov 2012, 13:40

The Hunger Games
In danger


Deuses e deuses, semideuses e semideuses - Anunciava Hefesto, o deus das forjas, segurando um pergaminho e seu microfone. - Chegou o momento que todos os habitantes do mundo mágico esperavam o mais novo Reality Show da TV Hefesto está prestes a começar. - Ele sorriu, meio que sarcasticamente. - 9 Campistas lutarão por suas respectivas vidas, dentro de uma enorme Arena construída magicamente no estado Arizona...
Uma gota de suor pingava da testa de Fernand. Aquilo talvez fosse medo ou ansiedade, mas ele parecia muito nervoso. Estava em uma espécie de vestiário, no subsolo, terminando de se arrumar para o começo do tal reality show. Usava uma roupa preta feita de couro, que cobria inteiramente o seu corpo, com alguns bolsos espalhados e o símbolo de sua mãe, Deméter, gravado em suas costas. Ele não se sentia muito confortável naquela roupa, mas não poderia fazer nada agora. Já se metera demais nisso e talvez fosse tarde demais para desistir.
Ouvia algumas pessoas falando, meio apressadas, em busca de finalizar as roupas dos outros competidores, que Fernand deduziu que estavam ao seu lado. Ajeitou seu cabelo e ficou esperando novas ordens. Um de seus mentores o explicou o que aconteceria logo e ele ouvia tudo, sem falar nada. Estava muito nervoso para dizer algo. Só estava concentrado em permanecer vivo ou ganhar esse 'jogo'.
O filho de Deméter respirou fundo. Ouviu Hefesto anunciando a chegada dos competidores e notou que era a hora. Talvez seu caminho para a morte, ou para a glória. Ele tentou parar de pensar naquilo e caminhou até um pequeno elevador, onde iria ser levado até a Arena. Suas chances de desistir acabaram. Agora ele tinha que administrar as situações sozinho e torcer para conseguir um patrocinador. Rapidamente, fora levado para cima, enquanto ouvia gritos e mais gotas de suor pingavam.
Ele abriu os olhos levemente, após fazer uma pequena oração para que sua mãe o ajudasse nos momentos de maior perigo e pode ver a grande Arena. O campo de batalha era digno de uma guerra. As árvores eram gigantes e poderia se ver uma grande Floresta. Se não estivesse naquela situação, poderia dizer que o cenário era lindo e que poderia talvez viver ali algum dia, já que ali, talvez, teria tudo o que ele precisasse.
Então, viu os outros campistas que também estavam cada um em um elevador. Poderia sentir seus sentimentos, alguns nervosos, outros um pouco ambiciosos. Fernand não reconheceu ninguém de princípio, mas sabia que alguns amigos dele estavam ali. Não queria machucá-los, mas se fosse preciso ele teria.
O semideus olhou para a frente e pode ver alguns mantimentos, além de mochilas e armas. Aquilo seria ótimo para ele, se pegasse as coisas certas. Não tentaria correr na primeira chance, mas se sobrasse algo ele pegaria, com certeza. Olhou para baixo, fechando os olhos. Logo tudo começaria e ele não teria saída.

★★★

Campistas, antes dos jogos começarem, tenho que dar um pequeno aviso. - Fernand tentou localizar o deus, mas não conseguiu. - Um dos tributos teve uma desistência de ultima hora e está fora da primeira edição dos Jogos Vorazes ou seja, restam apenas 10 competidores. - Suspirou. -Aliás, gostaria de desejar Boa Sorte a todos e dizer que isso não é uma competição em si e apenas um jogo para testar as suas habilidades em algum imprevisto. Só saiam quando o relógio indicar.
Um grande relógio apareceu no céu, mostrando uma contagem regressiva de 30 segundos. O semideus concentrou-se e tentou pensar em o que faria, mas nada vinha. Sua mente estava muito cheia e ele não conseguia pensar em quase nada. Então, como estava um pouco desligado, nem notou o que acontecera. Os 30 segundos já haviam passado e a competição começara.
Fernand saiu de dentro do elevador e ficou parado por um momento. Não sabia o que fazer. Ele tentaria correr para a Floresta e se esconder ou tentar pegar algum item? Teria que tentar se decidir em poucos minutos, ou talvez em segundos, pois ele não poderia confiar, talvez, em ninguém ali.
Enquanto pensava, viu alguns campistas também parados e outros correndo. Uns em direção á Floresta, outros em direção aos itens. Qual caminho Fernand iria seguir? Ele estava perdendo muito tempo decidindo isso, enquanto o jogo desenrolava.

★★★

Fernand estava meio paralisado. Pode ver e ouvir os campistas pegando os itens e indo se esconder. Outros fazendo alianças e destruindo os itens que sobravam. Pouco a pouco, não havia mais nenhum mantimento ou arma lá e o filho de Deméter só dera conta disso quando acordara de seu 'transe'. Pode ouvir alguns gritos mandando ele agir, mas agora era tarde demais. Os itens que sobraram estavam destruídos pelo fogo grego ateado por um filho de Hades e seu Cão Infernal. Fernand estava sem nada. O que restava á ele era se esconder para evitar algum possível ataque.
Ele então, começou á correr para á Floresta, em busca de abrigo ou algum campista que estava á fim de fazer alguma aliança. Pode ouvir alguns passos, mas correu para o outro lado, com a intenção de talvez achar alguma coisa que ele pudesse aproveitar ou roubar. Sem saber talvez para onde ir, rumou para o leste da Floresta, onde talvez pudesse esconder-se por um tempo.

★★★

Enquanto caminhava pela Floresta, ouviu alguns passos novamente e notou que era de uma semideusa. Ele preparou-se para se defender de um possível ataque, mas percebeu que talvez ela não o machucaria. Fernand então, parou-a por um momento e a olhou, temendo que ela o atacasse. Mas, logo iniciou uma conversa com Alícia, que ele percebeu que era uma filha de Afrodite.
- Ahn, Alicia, o que você acha de fazermos uma aliança, já que você e eu estamos sozinhos e, sabe, não consegui pegar nenhum item. - Ele suspirou. - Você topa?
Fernand ficou esperando a resposta da semideusa, enquanto olhava em volta deles.




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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Sab 01 Dez 2012, 11:07

The Hunger Games


Sorri, satisfeita. Talvez achasse água mais tarde, o importante é que havia conseguido armas (mesmo que não conseguisse manipular muito bem facas), alguma coisa que poderia dormir e carne. Pus tudo de volta na bolsa, e joguei a mesma por cima do ombro. A única coisa que ficara de fora foi uma das facas, que levei comigo, em mãos.
Andava pela Floresta, à procura de alguma fonte, quando reparei em um garoto, que não havia visto antes. Ele preparou-se para defender-se, mas dei um meio sorriso. Eu não iria machucá-lo. Ele parecia inocente. Tentei ir embora, mas ele me impediu e pude ver um pouco de medo em seus olhos. Começou a falar:
- Ahn, Alicia, o que você acha de fazermos uma aliança, já que você e eu estamos sozinhos e, sabe, não consegui pegar nenhum item. Você topa?
Levantei uma sobrancelha, pensando. Realmente, ele tinha um ponto. Eu era fraca. Não possuía nenhum atributo de ataque sem meu chicote. Examinei-o com os olhos. Por fim, suspirei.
- Espero que saiba manejar uma faca. Fernand, não é? Já ouvi falar de você.
Sorri para ele e virei a faca, de maneira que o cabo da mesma ficasse virado para o tal menino. Ele parecia ser legal, não um assassino como os outros que estavam participando da carnificina.


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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   Seg 03 Dez 2012, 12:47

Lets Play...
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Meus passos eram longos e desesperados.

Após escapar de uma morte súbita por fogo grego, segui meu irmão. Não sabia muito sobre ele, apenas que era filho de Apolo como eu. Se ele era legal? Bem, isto eu vou descobrir. Confiável? Talvez. Idiota? Não sei.

Desacelerei os passos quando um martelo de madeira surgiu aos meus pés. Quase tropecei, mas depois entendi o sinal. Um patrocínio, e do deus Hefesto ainda por cima. Levei minha mão direita sobre o martelo e um brilho intenso tomou conta de tal ferramenta. E de repente duas cordas espessas de arco surgiram. Eu já devia imaginar, já que ele era um deus ferreiro, queria testar nossa criatividade e acho que com essas cordas de arco eu já tinha um passe para a parceria de Ciel.

Recolhi as cordas e guardei em meus bolsos, antes de continuar coloquei minha mão nos bolsos e conferi meus itens. 3 facas serrilhadas, uma garrafa de líquido vermelho e misterioso e as cordas de arco. Movi rapidamente ao perceber-me que estava perdendo Ciel de vista o segui até um local seguro e o abordei:

- Ciel? Antes de qualquer ataque que tal uma parceria? Tenho cordas de arco, talvez nós poderíamos fazer arcos?! Que tal? – Estendi a mão como forma de reconhecimento. A parceria era quase certa.


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MensagemAssunto: Re: The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL   

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The Hunger Games - Primeira Edição - EVENTO ATEMPORAL
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