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 Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo

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Thanatos
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MensagemAssunto: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Ter 12 Fev 2013, 21:02



N Ele é o meu assassino! N




Apenas um tiro bem mirado era o suficiente para estourar a cabeça daquele magricelo. O porquê que ele tinha de matá-lo, ele não sabia. O sangue manchou o colchão do seu quarto e sua esposa gritou. Uma triste realidade, mas era o seu trabalho e não podia largá-lo. Guardou a arma, entrou no carro e foi embora, simplesmente foi embora.

Aquela tarde do acampamento estava tediosa como sempre, os campistas lutavam com os mesmos monstros, colhiam morangos, limpavam estábulos. Um cheio e suculento prato de “o de sempre”. Mas algo preocupava Quíron, pois os sátiros estavam perdendo os semideuses quando saíam do acampamento para trazer os calouros. Ou os encontravam mortos, ou perdiam seu cheiro.

A fim de entender o que estava acontecendo, Quíron mandou um dos semideuses investigar. Os constantes desaparecimentos estavam ocorrendo na cidade de Toronto, Canadá.

Código:
Diretrizes da missão

Quíron irá convocá-lo para a sua sala, onde você terá de desenvolver o diálogo sobre os freqüentes assassinatos;

Após isso, Argos irá te levar ao aeroporto mais próximo do acampamento, porém você não deve embarcar no avião ainda;

Coloque as armas, assim como os poderes e perícias utilizados, em code ou spoiler;

Os sistemas tanto de premiação quanto de punição seguem as regras do fórum;

Não narre por mim;

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Paulo J. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Ter 12 Fev 2013, 22:38


Investigação em ação.



Tarde no Acampamento pode se tornar legal com três coisas:
1° - Quando se tem um treino marcado, e você pode extravasar sua raiva matando um monstro na Arena.
2° - Quando alguns campistas se reúnem para fazer atividades em grupo, seja ela qual for.
3° - Quando você recebe por mérito uma missão!

Para minha alegria (Ou não, é claro) uma dessas três coisas iriam me surpreender naquela tarde de sábado. Eu me encontrava no chalé doze, aquele que se encontrava no final da Alameda destinado aos chalés dos Deuses primordiais, e apesar de eu agora ser curandeiro de Asclépio ainda dormia e passava um bom tempo no chalé destinado a Dionísio.

Eu estava me revirando na cama de solteiro que se encontrava no meio das outras. Eu possuía um mal dormido, ok... Mas eu adorava ficar esparramado na cama, sozinho, solitário e pensativo. Aproveitei que o chalé se encontrava vazio para curtir a minha privacidade rara. Meus olhos já estavam pesados e eu tentava encontrar a posição certa para dormir durante algumas horas, até que a porta do chalé doze fez um barulho estranho. Alguém estava entrando. Dei um pulo da cama e joguei uma coberta por cima da mesma para tentar disfarçar a bagunça.


- Olá. Desculpe-me pelo incômodo – Disse o sátiro que havia entrado no meu chalé – Seu nome é Paulo, filho de Dionísio e um dos Curandeiros?

- Sim, sou eu – Disse cumprimentando o sátiro.

- Quíron o chama na Casa Grande.

Assenti antes de o sátiro dar meia-volta e saísse do chalé. Ajeitei minhas roupas e sacudi meu corpo tentando estimular meu cérebro á imaginar o que me aguardava. O sátiro já estava longe quando saí do chalé. Mas segui para a Casa Grande sem muitas preocupações. Por sorte a porta da Casa Grande estava aberta, eu odiaria ter que bater e acordar a fúria do meu pai, eu realmente ficaria roxo de vergonha.

Quíron me esperava na sala principal, da Casa Grande, fez um sinal para que eu me sentasse á sua frente para poder tratar de assuntos sérios, já que a cara do Centauro não era de boas novas.


- Paulo, você vem tendo um crescimento muito bom desde sua chegada ao Acampamento. Tenho uma missão fora dele, esse é a hora de provar sua eficiência fora das barreiras de proteção, sozinho... Está de acordo?

- Sim, Quíron – Tentei falar com força e sem demonstrar receio.

- Então, vamos às diretrizes. Muitos sátiros a fim de escoltar todos os semideuses que estão espalhados de ponta á ponta nesse mundo. Anualmente o número de semideuses dobrava ou até mesmo triplicava de quantidade! Só que infelizmente algo estranho está acontecendo.

Inclinei-me mais para frente a fim de captar a história mais claramente. E Quíron continuou argumentando:

- Sátiros voltam de mãos vazias, e com explicações macabras. Alguns dizem ter encontrado muitos deles mortos!

- Mortos? – Indaguei me erguendo tentando fazer com que eu ouvisse aquilo mais claramente.

- Sim, mortos! Ou até mesmo perdiam seus faros em plena busca, como não podiam vagar eternamente em busca deles, voltavam para o Acampamento sem o objetivo alcançado. O Sr D. achou que fosse incompetência dos sátiros nos primeiros casos, depois que isso tornou-se corriqueiro não havia o porquê de colocar a culpa nos pobres sátiros.

- Estranho, já tem suposições do que pode estar ocorrendo? – Perguntei a Quíron.

- Não. É por isso que convocamos você a ir investigar o caso. Você seguirá para Toronto, Canadá onde os casos estão mais constantes. Volte para o seu chalé e leve o necessário, Argos o levará para o Aeroporto aonde você seguirá sozinho contando com si mesmo. Tome o dinheiro da passagem de ida e volta – Disse Quíron me entregando algumas notas de dólares.

Terminei de ouvir as instruções e assenti, tentando parar de tremer. Tentei me despedi, mas creio que não soou bem como uma despedida. Voltei para o chalé doze colocando as mãos sobre a testa, tentando juntar as informações na minha cabeça. Então, segui para o meu baú que ficava ao lado da cama onde eu guardava todas as minhas armas.

Peguei a Máscara das mil faces e coloquei sobre meu rosto. Minha espada das videiras estava desativada na forma de anel no meu dedo indicador. Vesti a minha armadura de couro e coloquei o escudo no meu braço esquerdo, rezando para que os mortais vissem qualquer coisa, menos aquele traje de guerra. Na mochila guardei o bastão do curandeiro, o jaleco e o estetoscópio. No fundo do baú achei meu pingente de floco de neve, e guardei o mesmo no meu bolso. Era o bastante? Talvez, não arriscaria levar muitas coisas, mais peso, mais cansaço, mais dificuldade. Lembrei-me que Canadá fazia frio e logo arranjei alguns casacos e um par de botas, para me tentar não me congelar.

Segui até a Colina do Acampamento atravessando as fronteiras e me encaminhando para Argos. Eu sabia que ele ao menos me daria um “oi” então sorri, demonstrando minha simpatia e logo em seguida entrando no carro que me levaria até o Aeroporto. Minutos se passaram e eu durante toda a viagem me concentrava na missão – Investigar, solucionar, voltar, e me livrar – eu sabia que não iria ser assim, mas usei meu otimismo para me auto iludir.

O Aeroporto era enorme, eu saí do carro do Argos balançando as mãos em despedida esperando que ele fizesse o mesmo. Vácuo. Ele apenas subiu o vidro do carro e partiu de volta ao Acampamento. Adentrei aquele que talvez fosse o Aeroporto mais próximo do Acampamento, já que a viagem demorou poucos minutos. Com o dinheiro em mãos, fui para o caixa fazer o check in e espera o próximo voo com destino á Toronto, Canadá.





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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qua 13 Fev 2013, 20:24



N Ele é o meu assassino! N




Paulo nunca havia reparado que pequenas gárgulas de trinta centímetros enfeitavam o aeroporto. Tinham o formato de pequenos felinos com asas, talvez para mostrar que a viagem da empresa de aviões seja tão rápida como um felino. Ou talvez eles tenham incorporado as gárgulas à estrutura do local nos últimos meses.

Apenas duas pessoas estavam a sua frente para comprar a passagem do vôo. Momentos antes de ser atendido, Paulo ouviu pequenas risadinhas diabólicas. Para a sua surpresa, cinca das gárgulas ganharam vida e agora ele teria de enfrentá-las sem se preocupar com o que as pessoas estariam pensando.

Gárgulas:
 

Código:
Diretrizes da missão

Você tem direito a um ataque por gárgula;

Não se esqueça de narrar a reação das pessoas;

Coloque as armas, assim como os poderes e perícias utilizados, em code ou spoiler;

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Paulo J. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qui 14 Fev 2013, 18:39


Um show á parte!!



Minha viagem estava indo bem, até então.

Eu estava na fila para comprar a passagem para o voo, tinha apenas duas pessoas na minha frente, uma senhora de idade com bagagens cor-de-rosa e um rapaz alto e magricelo que gaguejava enquanto pedia passagens para sei-lá-aonde.

Eu agitava meus pés (Como se isso fosse fazer a fila andar mais rápido) quando então, subitamente olhei para cima e mergulhei nos meus pensamentos, como eu sempre fazia quando estava parado e sem fazer nada.

Imaginei o meu irmão e a minha namorada que havia deixado no Acampamento. Imaginei voltar com vida e poder seguir minha vida de semideus adiante. Imaginei... Risadas diabólicas? Sim, eu estava imaginando risadas diabólicas! Abri meu olho saindo dos meus pensamentos e agradecendo por isso, já que aquela risadinha estava me dando arrepios, meu anel começou a brilhar e me fez ter certeza de que algo estava errado. “Hihi, hihi...” O quê? Aquelas risadinhas não cessavam, então conclui que aquilo não vinha dos meus pensamentos. Rodei meu corpo tentando ver alguma coisa suspeita. O que eu vi não foi nada de suspeito... Foi a prova viva de tudo estava indo de mal á pior! Cinco gárgulas voavam na minha direção, fazendo aquelas risadinhas retumbar nos meus ouvidos e me deixar perturbado.


Eu ia me preparar para a batalha quando me lembrei que estava em um espaço aberto, cheio de gente... Cheio de oficiais da lei! O que eles achariam de ver um menino psicopata atacando “passarinhos”? Sim, a névoa não permitiria que vissem Gárgulas, e eu ficaria taxado como um louco, um bagunceiro e/ou um perturbado.

Não sei o que havia me dado, mas então gritei em alto e bom tom:


- Afastem-se! – Disse apontando para as Gárgulas que já estavam me alcançando – Vocês estão correndo perigo! – Depois de dizer a última frase tive a certeza que tinha feito a pior coisa que eu podia ter feito isso porque, todos saíram gritando e derrubando suas malas formando um buraco no meio do Aeroporto que seria suficiente para eu acabar com aquelas Gárgulas... Ou não.

As duas primeiras vieram em minha direção rapidamente, fui rápido em ativar meu anel em milésimo de segundos uma espada de ouro-branco se erguia em minha mão. Girei no momento em que ambas passavam por mim, talvez eu estivesse ferido as duas, não parei para olhar e logo me concentrei nas outras três que vinham.

Desativei minha espada e ergui meus braços seguido de um grito. Dos meus pulsos até a ponta dos meus dedos uma aura roxa surgiu. Meu toque de insanidade estava ativado. Pulei aproveitando a altura que uma delas voava, socando a parte frontal da criatura. Desde minha saída do Acampamento o meu escudo permaneceu no meu braço esquerdo, já tinha me acostumado com ele e ás vezes não o sentia. Levantei o escudo e aproveitei os cravos que havia nele, inicie um ataque defeso-ofensivo, pondo o escudo a minha frente e impactando seja lá o que estivesse na minha frente. Olhei á cima dele e percebi as duas Gárgulas seguindo na minha frente, girei com o escudo e o impus á frente numa tentativa de ferir ambas criaturas.

Parei no fim do círculo, rodeado de pessoas que cochichavam e protegiam seus filhos. Um silêncio se formou. Não tinha como fazer aquilo passar como despercebido, mas eu rezei para que eles tenham enxergado um show teatral sobre as artes marciais e que abrissem suas carteiras e me jogassem dinheiro. Não sabia se havido matado as criaturas, mas não olhei para trás... Na verdade não ousaria á olhar para trás.


Legenda:
Spoiler:
 


Armas levadas para missão (Em vermelho as que usei na narração):
Spoiler:
 


Poderes e Habilidades usados em narração:
Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qui 14 Fev 2013, 22:03



N Ele é o meu assassino! N




A lâmina de Paulo atravessou o corpo de uma das gárgulas e ela se desfez. Transformou-se em pó que o vento levou e se perdeu pelo mundo. O semideus não deu importância, ele não sabia por que lutava, não sabia o que estava fazendo ali ou por quem ele procurava. Apenas lutava.

As pessoas o olhavam estupefatas e não conseguiam entender o que ele estava fazendo. Os seguranças fizeram um sinal com a cabeça e caminharam com passos pesados na direção do garoto, o qual continuava lutando.

Uma das gárgulas avançou com velocidade sobre o garoto, entretanto ele contra-atacou com o escudo e a cabeça da pequena gárgula rachou. Ela abria e fechava a boca sem parar – como um gato quando vomita uma bola de pelos – e, também, virou pó.

Um dos seguranças falou algo em grego antigo, mas Paulo não conseguiu compreender, apesar de ter entendido que era em grego antigo. As gárgulas pararam de atacar e voltaram aos seus lugares. O semideus sentiu uma picada nas costas e o líquido, injetado a partir de uma seringa por um dos seguranças, começou a fazer efeito e Paulo fechou os olhos.

Código:
Diretrizes da missão

Narre como os guardas o abordaram, você pode resistir no início, mas eles usaram armas de choque para te sedarem;

Você acordará preso a uma cadeira em uma sala qualquer em frente a um homem. Descreva-o.

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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qua 20 Fev 2013, 20:47


Será o fim?
Ação e Reação!!



Eu não sabia por que lutava, não sabia o que eu estava fazendo ali ou por quem eu procurava. Apenas lutava.

Percebi que muitos me olhavam e não entendia o que eu estava fazendo, além de que não era da conta deles, só queria entender porque todos me olhavam como um louco... Se ao menos soubessem do que estou em busca ou com o quê eu estava lutando eles me entendessem, e até me ajudassem a matar aquelas Gárgulas... Tudo bem, a névoa não permitiria, mas não custava tentar.

No calor da batalha, ouvir... Grego antigo? Sim, alguém falou em grego antigo, mas não dei importância, algo me admirava mais: Com certeza eu admirei quando as Gárgulas que me atavam, talvez com medo de morrer, parecer e não resistir aos meus ataques, sucumbiram, e pararam de me atacar, voltando uma á uma aos seus lugares.

Ofegante, abaixei minha espada das videiras e a desativei e girei meu corpo já formulando uma desculpa para o acontecido:


- Moscas... Fazer o quê, né? – Sorri coçando minha nuca e sorrindo desanimadamente.

Ouvir passos pesados vindo em minha direção... O que seria aquilo? Virei meu corpo para os lados ao ver seguranças vindo em minha direção, com certeza me prenderiam e me forçaria á dizer para qual sociedade secreta eu servia. Foi um erro lutar em público e agora sofreria muito mais do que a terceira lei de Newton afirmava: Toda ação gera uma reação.

Primeira ação: Lutar em público, reação? Seguranças andando em minha direção conter um suposto “louco”.

Segunda ação: Reagir contra os seguranças e tentar dar um soco, no primeiro que se encostou a mim. Reação? Um ataque de arma de choque deflagrado por um dos seguranças!

Caí no chão em posição fetal, gemendo com o impacto elétrico em meu corpo, por um segundo desejei ser filho do meu avô, Zeus. Movido pela raiva, meus olhos tomou uma aura roxa, fazendo-me chutar o quer que estivesse próximo aos meus pés: Um guarda, ou melhor, o guarda.

Ele me chutou com toda a força, fazendo lágrimas brotarem dos meus olhos, sacando da sua cintura uma injeção com um líquido verde fluorescente, então enfiou em minhas costas. Então antes de apagar disse:


- Merda, seus filhos da...

Não lembrei de mais nada, depois da minha tentativa de palavrão mal sucedida e simplesmente “apaguei”. Seja o que eles estivessem injetado em mim fez um efeito catastrófico e eu acordei tonto, tentei levar minha mão aos meus olhos e tentar acordar, mas sentir que meus punhos estavam imobilizado. Meus sentidos começaram á reagir, e sentir um cheiro forte de mofo, minha visão tornou-se menos turva e clareou, permitindo olhar para a sala e ver o tão horrível era aquilo, uma sala fechada com infiltrações e teias de aranha, aquele lugar era medonho. Mas havia algo mais medonho que a sala: O segurança á minha frente.

Aquele homem era de dar medo, ele usava óculos pretos e um terno da mesma cor. Sua pele negra, agora reluzia pelo efeito da presença de algumas fendas de luz vindo de sei lá aonde. Seu cabelo era de um tom estranho, eu não sabia discernir, a pouca iluminação não me permitia visualizá-lo com detalhes. Entretanto não era sua forma física que me preocupava, algumas perguntas se formaram em minha cabeça misturando o medo com a raiva.

Quem era ele? O que queria comigo? Onde eu estava? Como me explicaria á Quíron sobre esse imprevisto? Graças á merda que eu fiz, quantos semideuses continuavam sendo assassinados por aí?

Eram milhões de perguntas e até agora, nenhuma resposta.



Legenda::
 


Poderes e/ou habilidades usados no post::
 


Armas usadas no post::
 


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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qui 21 Fev 2013, 21:52


N Ele é o meu assassino! N


O homem ria cinicamente, o traseiro sobre a mesa apoiava o seu corpo enquanto suas mãos seguravam sua barriga e os pés se agitavam no ar exibindo suas botinas de couro. O homem fitou o semideus com olhar de desdém. Paulo estava amarrado em uma cadeira, seus pés estavam presos as pernas da cadeira e suas mãos estavam imobilizadas nas costas. Em sei peito, a corta passava formando um “X”.

- Isso é o máximo que Quíron pode enviar? – o homem ainda ria – Eu esperava por alguém que tivesse uma expressão ameaçadora, no mínimo!

Paulo rangeu os dentes para conter a raiva. Ainda não sabia quem era o sujeito, mas já não gostava dele.

- Acredito que aquele centauro estúpido mandou você investigar o caso dos assassinatos, não? – ele encheu um copo de cristal com vodka – Ainda são poucas as pessoas que sabem a respeito de vocês, semideuses.

O homem andou para detrás da cadeira que Paulo estava e, com tom sereno, falou em seu ouvido:

- Mas as que sabem, querem vocês mortos!

O garoto sabia que isso não é verdade porque se toda a sua família soubesse quem ele realmente era, não iriam querer matá-lo. Ele tentou retrucar, porém recebeu um belo soco no rosto que o fez cair, juntamente com a cadeira, no chão.

A mão do sujeito segurava uma arma engatilhada e apontava para a cabeça do garoto. Ele sorria, a maldade estava estampada em seus olhos, sua alma estava manchada pelo pecado da morte.

Código:
Diretrizes da missão

Desenvolva o diálogo que você teve com o homem;

O sujeito está fiel a ideia que irá te matar, portanto não faria diferença se ele contasse para você;

Você irá descobrir que ele é apenas um membro de uma organização que quer acabar com os semideuses. A identidade de cada membro permanece secreta e usufruem do trabalho de mercenários (assassinos que são contratados para matar). Raramente matam com as próprias mãos, como o rapaz que está te ameaçando neste post;

Arrume um plano para não ser atingido pelo projétil da arma e embarque no avião (lembre-se de que os seguranças ainda estarão no hall do aeroporto);

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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Ter 26 Fev 2013, 19:06


A hora é essa?
A hora é essa!!



Dos meus olhos, emanava uma aura roxa sombria que fazia meu corpo estremecer e com certeza eu afirmava a mim mesmo, que se eu não estivesse atado eu já teria arrancado aqueles dentes amarelos e a maioria dos órgãos daquele grande cretino, que agora ria cinicamente. Era como se ele soubesse da minha fúria, e no fundo quisesse ver até onde eu iria... E ele estava quase conseguindo.

Eu estava bem amarrado, para o meu desespero. Amarrado em uma cadeira, meus pés estavam presos às pernas dianteira da cadeira e minhas mãos imobilizadas nas costas. Em meu peito, uma corda passava formando um “X”. Eu mexia minhas mãos freneticamente, antes das mesmas começarem a latejar de dor.

- Isso é o máximo que Quíron pode enviar? –
O homem ainda ria – Eu esperava por alguém que tivesse uma expressão ameaçadora, no mínimo!

Rangi os dentes para conter a raiva. Ainda não sabia quem era aquele cara, mas já não gostava dele.

- Me desamarra e encara! Quero ver como se sai falando comigo sem essas coisas me segurando. Adoraria vê-lo morto aos meus pés se perguntando “Isso é o máximo que Quíron pode enviar?” Disse já com o rosto quente, e imitando uma voz feminina e irônica na última parte.

Aquele grande imbecil não ligou para minha ameaça, ele apenas revirou os olhos e continuou dizendo:

- Acredito que aquele centauro estúpido mandou você investigar o caso dos assassinatos, não? – Ele encheu um copo de cristal com vodka – Ainda são poucas as pessoas que sabem a respeito de vocês, semideuses.

Eu iria perguntar quem ele era, o que queria comigo e o que sabia sobre semideuses (e é claro, desmentiria sobre o fato de eu ser um), mas algo me fez calar a boca. O grandão levantou da cadeira e de pé ele com certeza lhe concedia um ar mais “importante” então, ele andou para trás da minha cadeira e agachou a fim de falar algo nos meus ouvidos. Daquele bafo quente e fedorento saiu algo mais podre ainda:

- Mas as que sabem, querem vocês mortos!

Eu tentei virar e dizer algumas verdades naquela cara pútrida e arrogante, mas recebi um soco no meu rosto que fez minha visão se tornar turva e uma breve escuridão aparecer. Eu estava no chão ainda amarrado e caído de lado em cima do meu braço esquerdo ,mas a dor teria de vim depois, eu já podia ouvir alguns “clicks, clicks” e meus olhos se esforçaram para ver... Ver o que com certeza eu não queria ver. O grandão engatilhava uma arma apontada para mim. Esse era meu fim? Eu havia passado por monstros horrendos para morrer com um projétil de alguns centímetros?

“Ei... Espera aí!” disse a mim mesmo, logo sem seguida agradecendo ao meu mestre: Asclépio.

O rapaz resmungou algo do tipo “Matar... Isso não é comigo, mas é a única saída” eu o encarei, e com toda força e ódio que eu estava acumulando, gritei e de repente um enjoo forte me abateu, minha cabeça girava á mil por hora, e só enxergava uma única cor: Roxo. De repente meu corpo se modificou e uvas tomaram o que era meu lugar, a cadeira e as cordas. Apareci quase desmaiando logo atrás do meu suposto assassino, e me apoiei sem pensar nas costas dele.

Bam! Bam!

Tiros de revólveres foram disparados e graças a estes eu pude acordar e me preparar já que agora eu estava solto... E meu inimigo armado!

Ele se virou para mim com a arma apontada para minha cabeça.

- Como fez isso? Aliás, pouco me importa. Daqui a alguns segundos isso não fará a mínima importância, já que você estará morto! –
Disse o homem, atirando em minha direção ao mesmo tempo em que eu produzia um escudo de energia á minha frente.

Fechei os olhos fiz uma careta, logo em seguida pude perceber que o escudo desviou o projétil. Eu estava cansado e não podia mais usar nenhum poder. Eu não sabia onde eu estava e muito menos como voltaria ao aeroporto. Então girei meu corpo levantando minha perna direita. Senti um impacto forte na perna em que eu deflagrei o ataque, e por pouco não desloquei a mesma.

O homem caiu no chão e eu pensei em ativar minha espada das videiras. Foi aí que percebi que ele não era monstro, e sim um humano qualquer. Sim, eu sei que sou lerdo, mas no calor da batalha “morte” era a única coisa que me importava. Pulei em cima do meu adversário e soquei sua cabeça o mais forte que pude. Logo em seguida apertei uma região entre sua nuca e seu ombro direito, o rapaz apenas suspirou e ficou inconsciente.

Levantei desesperado, sabia que tinha pouco tempo antes que ele acordasse de novo. Então primeiramente peguei a sua arma e me dirigir á uma bancada onde encontrei minha mochila (Para minha alegria e alívio) e uma pasta de documentos dentro da gaveta. Peguei a pasta e deixei a arma do senhor sinistro lá dentro. Coloquei minha mochila nas costas e respirei fundo.

Saí da sala e percebi que estava ainda no aeroporto, em uma sala qualquer de bagagens. Escondi-me na parede de trás da sala e li a pasta superficialmente e constatei algo importante: O senhor sinistro era membro de uma organização “exterminadora” de semideus; O que explicava tudo que eu havia passado. Mesmo não sabendo o nome dele não me preocupei e seguir para as portas do fundo do aeroporto, evitando passar pelo hall que com certeza deveria estar lotado dos membros daquela organização estranha.

Fiz o check-in com a cabeça baixa e fazendo de tudo para ninguém perceber a minha presença e gritar “Olha o menino louco logo ali!”. A mulher do caixa me olhava com receio e pude um crachá no seu peito direito, Annie era o seu nome. Não dei muita bola e logo após o pagamento quase pulei de felicidade. Em passos pesados me encaminhei para o saguão de embarque.

Toronto, Canadá.

O primeiro chamado fora feito e eu me apressei para entrar no avião. Ao passar pelo detector de metal, desejei que a névoa aparecesse em carne e osso para que eu pudesse beijá-la e agradecê-la de pé!

Sentei-me na poltrona 12D o que me assustou, meu chalé e a letra inicial do meu progenitor. Bom sinal? Eu mais que nunca, esperava que sim.


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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qua 27 Fev 2013, 22:36

N Ele é o meu assassino! N


Quíron arrumava algumas folhas em seu escritório naquela tarde. Ele parecia cansado, mas batalhava contra o sono e o cansaço. Dionísio estava irritado e, a cada minuto, mandava o centauro apurar com a papelada.

Quando a mensagem de Íris apareceu, o quadrúpede largou todas as folhas que segurava em um canto da mesa e prestou atenção nas palavras de Paulo. A prole do deus do vinho explicou sua situação a Quíron e o informou da organização secreta responsável pelo desaparecimento de vários semideuses.

- Que horror! – exclamou o homem-cavalo – Paulo, eu sei que é complicado, entretanto eu preciso que você capture esse homem e o traga vivo para o acampamento para que eu possa saber mais sobre essa organização e acabar com ela de uma vez por todas!

O garoto assentiu em positivo e a mensagem se desfez.

A porta da sala de Quíron se abriu bruscamente.

- Termine logo com essa papelada, seu animal! – e daqui a dez minutos a cena iria se repetir.

Alguns minutos mais cedo...

O homem, cuja identidade ainda não fora revelada, não conseguiu dar um fim à vida de Paulo, uma vez que esse conseguiu se safar dos disparos da arma de fogo. O meio-sangue chutou o homem o qual caiu no chão e Paulo tentou desferir mais um ataque, porém o homem revidou com um soco em seu queixo.

Paulo vacilou alguns passos para trás com as mãos segurando o queixo e se apoiou sobre a mesa. O moço sorriu e disse que aquele era o fim dele, mas a garrafa de vodka foi a salvação do meio sangue. Os vários cacos de vidro que se espalharam pelo chão denunciavam o quão forte fora o impacto, o cheiro da bebida alcoólica se espalhava pela sala e infectava o nariz de ambos. O garoto aproveitou que seu oponente encontrava-se atordoado e pegou a sua arma – que já estava sem munição.

O seguir de Asclépio tentou encontrar uma saída, mas os seguranças estavam lá embaixo de guarda. Ele conseguiu comprar as passagens, entrar na aeronave, entretanto, não.

Código:
Diretrizes da missão

Conte-me como conseguiu enviar a mensagem de Íris a Quíron;

Você deverá encontrar um meio de capturar o homem desconhecido, porém narre apenas até o momento em que você o encontra;

Os sistemas tanto de premiação quanto de punição seguem as regras do fórum;

Não narre por mim;

Quatro dias para postar;

Boa sorte ‘u’

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MensagemAssunto: Perdão Thanatos pelo atraso, estou passando por problemas pessoais e fiquei sem net por 5 dias. Minha vida está corrida mais continuarei postando, não se preocupe. Farei de tudo para que mais atrasos não ocorram de novo. Peço mais uma chance Ç.Ç   Dom 10 Mar 2013, 15:56


SOCOORROO !
Uma missão impossível numa missão impossível



Passagens na mão e mesmo assim não conseguir entrar na aeronave. Pude ver os seguranças lá embaixo e no fundo da minha mente algo dizia “Não entre, avise. Não entre, avise. Não entre, avise” quem eu deveria avisar?

Entrei em um corredor escuro e rebulicei minha mochila, pude sentir a arma agora gelada, que pertencia ao meu quase assassino e um frio na minha espinha se fez. No fundo sentir um objeto conhecido que fez minha mão gélida se esquentar. Um dracma.

Mais à frente, encostei um dos meus ouvidos em uma porta no mesmo corredor do Aeroporto. Nada pude ouvir o que me deixou feliz, isso significava que não tinha ninguém ali. Girei a maçaneta e adentrei ao cômodo. Uma sala de objetos perdidos. Saquei o dracma e joguei no ar dizendo:


- Ó, deusa do arco-íris, mostre-me Quíron no Acampamento Meio-sangue.

Logo uma imagem do centauro se fez á minha frente. Quíron jogou as folhas que segurava para me dar toda atenção, o que era de se esperar. Olhei para os lados tentando passar para Quíron toda tensão que eu estava passando e quem sabe ele dizer “Volte Paulo, volte para as proteções do Acampamento e usufrua de uma longa folgas de missão que coloque sua vida em risco. Você é bom demais para morrer.” Ok, momento de sonhar havia acabado e eu comecei a dizer ao meu instrutor.

- Quíron, minha situação não tá legal. Ainda não cheguei ao meu destino, mas nem por isso passei por menos dificuldades. Descobrir sobre uma sociedade secreta que pretendem exterminar e eliminar todos os semideuses que ainda não tiveram escolta e/ou estão indefesos, pronto para serem atacados. Fui amarrado e quase morto por um desses agentes que agora deve estar desacordado na sala onde eu lutei pela minha vida. O Aeroporto está cercado deles, eu estou encurralado, de fato um franguinho no meio de dezenas de coiotes! – Respirei fundo tentando recuperar o fôlego de um discurso de piedade.

- Que horror! – exclamou o homem-cavalo – Paulo, eu sei que é complicado, entretanto eu preciso que você capture esse homem e o traga vivo para o acampamento para que eu possa saber mais sobre essa organização e acabar com ela de uma vez por todas!

Eu queria retrucar, afinal eu duvidava que eu conseguisse leva-lo até Quíron sem ter meu corpo fuzilado. Ia levantando minha mão para pedir arrego e dizer “Desisto! Estou amarelando, estou caindo fora!”, mas sabia que nunca eu seria capaz de dizer isso. Que tipo de semideus eu seria?

Eu então assenti e, para conter minha língua e minha injúria desfiz a mensagem de íris com o rosto quente e avermelhado. Com passos pesados coloquei minha mochila de volta a minhas costas e aproveitei para colocar minha cabeça no lugar. Era hora de levar um assassino para Quíron.

Abrir a porta com cautela e fiz o mesmo processo para saber se alguém estava vindo ao meu encontro. Por sorte o corredor continuava na mais pura calma. Corri sem dar a entender que eu estava fugindo, mexia minhas mãos como um tique nervoso, mordia meus lábios fazendo o mesmo ficar da cor de sangue. Eu suava, eu tremia eu hesitava e por fim eu chegava.

Conseguir achar no fim do corredor uma escada de emergência posta nos fundos do Aeroporto e com alívio seguir à sala do meu suposto assassino para tentar convencê-lo a vim comigo tomar um chá e comer biscoitos, enquanto um homem-cavalo lhe perguntava algo sobre a sociedade onde o mesmo servia. Seria tão fácil!

Fim da ironia. Cai bruscamente na realidade quando me vi á menos de dez metros da sala onde eu travei uma batalha que com certeza ficaria na minha memória eternamente, era estranho imaginar que já matei monstros mitológicos e no fim quase havia morrido nas mãos de um mortal desgraçado.

Olhei para meu corpo e minha armadura de couro ainda estava ali. Ativei meu escudo e cerrei os punhos onde se encontrava meu anel das videiras. Eu sabia que quando eu abrisse aquela porta, meu destino tomaria dentre dois, um rumo decisivamente importante.

A porta foi aberta. E minha sorte fora lançada.



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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Sab 13 Abr 2013, 20:04

N Ele é o meu assassino! N


O semideus e o possível assassino estavam cara a cara. Um mais tenso que o outro. Respirações pesadas e pulsações aceleradas. Que fim aquilo iria dar?

Código:
Diretrizes da missão

Paulo, prepare-se. Tome muito cuidado para narrar esse post, pois ele vale 30% da sua nota final;

Você terá a liberdade de narrar as ações do seu oponente, mas fique atento quanto ao quesito de coerência;

Algumas ações do oponente são obrigatórias, encaixe-as onde julgar ser melhor:

  1. Ele deve acertar um tiro em você, pelo menos;

  2. Um dos golpes dele deve machucar bastante o seu tornozelo;

Apenas obedeça ao pedido de Quíron: leve o homem até o acampamento com vida!

Não esqueça de me contar como levou o homem até o acampamento.

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Paulo J. Goodwin
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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Sex 19 Abr 2013, 23:41


Aquele SERIA meu assassino!


Sorte lançada... E meu azar partira da abertura daquela sala.

O grandalhão havia se recuperado rápido do meu golpe de imobilização... Nossa, eu contava que não duraria muito, mas ele levantou em tempo recorde. Eu não queria, mas mesmo assim, tremia. Antes de aquilo ser uma luta contra eu e meu assassino, aquilo estava sendo uma luta contra o meu eu, desde o começo, desde a convocação para missão... Eu sempre estive com um “pé atrás” sempre duvidei da minha capacidade, e diante de todos os perigos, eu culpava a mim mesmo.

Respiração pesada e pulsação acelerada. Eu duvidava muito que saísse vivo daquela. Eu poderia paira por ali e pensar em mil maneiras e estratégias para matar aquele homem, mas duas coisas me impediam; A primeira era o meu medo e a segunda era a consequência, Quíron havia me dito claramente “Traga-o vivo” eu era submisso, tinha ordens para cumpri.

O meu possível assassino rosnou, e um frio me percorreu por todo o corpo, ele estava disposto a me matar. Adentrei no quarto pela dianteira, em movimento brusco. Pude ouvir a porta bater, ele tinha aquele mesmo sorriso vingativo e perturbador desde a primeira vez que o vi, eu tinha uma péssima impressão sobre aquele agente. Pousei minha mão a frente do peito, como se pedisse trégua, ou uma pausa para eu poder falar. Falar o quê? Isso nem eu mesmo sabia... Eu não sabia o que fazer, eu estava sendo movido por um medo... O medo da morte.


- Não faça nada do que possa se arrepender, sei que posso parecer pouca coisa... Isso é só a primeira impressão.

O homem pareceu me ignorar, e já não pude mais ver aquele seu sorriso bizarro. Mau pressentimento, mau pressentimento. O quarto estava escuro, e a silhueta daquele homem parecia sombria, mas ainda sim risonha.

Ele sacou algo, e por um segundo achei que fosse uma arma, que seria mirada contra meu peito e um clique iria se fazer, tirando minha vida... Mas na verdade era algum outro objeto, imperceptível no escuro. Ele falou em alto e bom som:


- Traga reforço, ele está aqui.

Demorei alguns segundos para entender o que havia acontecido... Eu fui para a sala captura-lo, mas na verdade eu estava prestes a ser capturado. Levantei meu escudo e corri, lançando o homem e o tal objeto – Um celular, agora já detectado – no chão. Chutei sua barriga, não havia tempo de imobilizá-lo e sair caminhando até o Acampamento com um humano desmaiado em braços... Eu já havia causado muita confusão naquele lugar.

Eu estava ciente que reforços viriam... Não sabia quantos viriam, nem mesmo sabia quais riscos eu estava correndo. Mas aquilo era uma missão, missões são como tarefa de revisão... Você tem que fazer para se dar bem na prova final, que na maioria das vezes vem logo em seguida... Nessa revisão todos os seus conhecimentos têm que ser aplicado, caso queira se sair bem no futuro... Eu iria aplicar todo aprendizado que obtive naquele Acampamento, afinal... Com medo ou não, com receio ou não... Eu realmente era um semideus!

Já era hora de provar isso, não é?

Girei meu corpo e movimentei minha nuca, em quanto o homem gemia com o golpe severo, mas ria da minha cara como se dissesse “Faça o que quiser, mate-me se quiser, você irá morrer mais cedo ou mais tarde” agachei até o homem caído e segurei no seu pescoço, em seu ponto vital, apertando levemente apenas dificultando a respiração do mesmo, então disse pausadamente:

- Pare de ri seu desgraçado! Irei perguntar apenas uma coisa, sem rodeios, ok? – Quando estava preparado para perguntar, pude ouvi uma movimentação estranha, vindo ao longe... Os reforços estavam chegando. Todos aqueles agentes que estavam protegendo o Aeroporto agora, estavam vindo tentar tirar a vida de um garoto que para eles fora até agora apenas um infortúnio. – Ande depressa! Qual a saída mais próxima daqui?

O agente riu de mim e rolou a língua diante dos seus dentes, falando com o pouco ar que o tinha:

- A saída mais próxima? Para você? É a morte!

Não consegui aguentar aquilo, então acabei por puro ódio e falta de opção, apertando mais forte o ponto vital daquele idiota, apagando ele novamente. Na mesma hora que fiz aquilo... Pude ouvi um baque. Uma porta sendo arrombada. Eu era um detetive amador... Eu estaria ali para investigar, capturar e fugi! Então usei a escuridão do quarto ao meu favor, e me joguei diante de uns sacos amontoados.

- Agente 221! Agente 221 está morto? – Disse uns dos vários agentes que estavam armados, pronto para atirar naquele que estavam complicando tudo, para eles, apenas uma pedra no sapato.

Um outro, abaixou-se e segurou os pulsos do agora conhecido por mim “Agente 221” dizendo em seguida:

- Não... Ainda há pulsação, alguém o imobilizou.

- Investiguem o local! – Ordenou o agente da frente.

Uns 20 agentes? Talvez... O número era exato, e eu não estava contando, eu estava mesmo era bolando um plano, que se concluíra... Agora!

Dois agentes estavam vindo em minha direção, contei até três até que pudesse me levantar e gritar bem alto:


- Leopardo! Avante!

Um erro... Um acerto... Qual pesaria mais na balança?

O erro: Eu estava escondido e chamei a atenção de todos para mim, além de ter conjurado um Leopardo... Aquilo eu não costumava fazer, e o impulso me lançou para trás. Senti meus olhos pesarem. Não, desmaio não! Não agora, não ali! Contrair meus olhos, a fim de retomar toda a minha consciência. O acerto: O Leopardo tirou por alguns segundos a atenção dos agentes, mas eu saberia que dois tiros e aquele pobre animal já era, afinal ele não era nenhum monstro mitológico. Antes que algum agente pudesse se dar conta do que fazer, foi o tempo necessário para eu poder me recuperar.

Levantei e empurrei um agente, enquanto o Leopardo rugia após alguns disparos, eu não iria olhar, afinal, eu sabia que ele havia partido. O agente que empurrei caiu sobre outro, desestabilizando a organização disposta do grupo. A sala era pequena demais para que eu pudesse sair sem ser percebido. O agente 221 ainda estava no chão. Então levantei ele na mesma hora que os outros agentes disseram:


- Ali está! Atire naquele moleque!

Meus instintos tomaram conta de mim. O Leopardo, animal que meu pai olimpiano regia, eles haviam matado... Eles ousaram matar semideuses para investigar nosso segredo... Eles teriam que pagar.

Aquele homenzarrão era muito pesado, agradeci pela minha força não vim apenas fisicamente, como qualquer outro semideus, minha força, minha agilidade e minha tática e luta eram sobrenaturais. Então ofegante carreguei o Agente 221, correndo e usando o homem como um escudo humano.

Eu não estava cansado por está carregando o tal agente, e sim porque eu estava com o escudo de energia ativado, aquilo estava me cansando, mas ao mesmo tempo estava protegendo a região das minhas costas, enquanto eu saia da sala.

Não parei de correr depois que eu saí da sala, então mudei meu curso. Fui para a zona de decolagem, um lugar aberto... Minha visão de batalha, ali, iria ser gigantesca. Então algo me chamou atenção, algo que eu não duvidara muito que fosse enviado pelos Deuses: Um carrinho de primeiros-socorros.

Dei sinal para o homem que dirigia, enquanto percebia que o enorme grupo de Agente corria atrás de mim. Alguns segundos... Era isso que eu tinha. O homem redirecionou o carrinho para a minha direção, então ofegante disse:


- Tem um homem ferido aqui, por favor, vá buscar ajuda. Mas deixe o carro, ele precisa se deitar em algum lugar – Disse isso usando as palavras mais dóceis e delicadas, mostrando uma expressão sofrida e solidária, convencendo facilmente o homem de abandonar o carrinho e sair gritando feito um louco “Alguém ajude aquele senhor!” ignorei o motorista então, joguei o Agente 221 de alguma maneira no assento traseiro, e subi no banco do motorista, perguntando como aquilo partiria. Um acelerador, um volante. Ok, eu era filho do Deus dos vinhos, subjugado (Com razão) como Deus dos bêbados, então resumidamente pode se dizer que se eu dirigisse aquele treco em qualquer Avenida dos Estados Unidos, no mínimo, tomariam minha carteira, o veículo e uma cláusula me proibindo de entrar em qualquer veículo existente.

Distanciei-me muito dos Agentes, alguns tiros se ouviam ao longe, mas estranhamente, ao olhar para trás não havia mais ninguém atrás de mim. Quando virei minha cabeça, retomando a visão central, deparei-me com outro agente. Então conclui que apenas uma parte deles invadiram aquela sala... O Aeroporto estava transbordando assassinos de semideus. O agente sorriu, e antes que eu passasse em cima dele, uma arma fora levantada e um tiro disparado... Comprimi meus olhos, aquilo realmente ardia. Não fora pior que o corte que levei de uma Harpia, na minha primeira missão, mas sem duvidas chegava bem perto. Urrei de dor. Meu braço esquerdo tinha sido alvo daquele projétil. Eu não estava conseguindo equilibrar o carrinho com apenas um braço, mas me mantive assim, até avistar a saída do mesmo.

Um controle de carros estava mais a frente, e uma barreira eletrônica subia durante pouquíssimo tempo, apenas para que o carro pudesse passar. Calculei em alta velocidade, talvez meus miolos estivessem confusos... Mas, pensando por um lado... Minha mente sempre esteve com os miolos confusos. 12 segundos... Era o tempo em que a barra se levantava... O felino que havia dentro de mim ressurgiria.

Meu braço ardia, então entendi que: Ou eu tratava daquele tiro, ou o Acampamento seria o ultimo lugar em que eu chegaria. Desviei o trajeto e fui para uma área ornamental do Aeroporto, onde uma fonte corria magnífica. Desci do carrinho, olhando para o Agente 221 novamente... Ele ainda estava apagado, meu toque havia afetado muito ele. Atravessei a placa que dizia “Não entre na fonte, Não beba a água da fonte, Não jogue lixo na fonte, Não ultrapasse a barreira da fonte.” Ignorei o ultimo e o primeiro aviso, ultrapassando a fonte e enchendo minha mão com a água da mesma. Então pensei “Oh Dionísio, concede-me que possa mais uma vez transmutar essa água, e que o vinho mais brando e puro apareça aqui, e cure a dor que me consome.” Ao abrir os olhos, vinho escorria das minhas mãos. Banhei o local do tiro fazendo o mesmo arder como chamas.

Tentei ignorar a dor, e entrei no carrinho novamente, voltando para a saída. Ao virar a esquina que dava para fora do Aeroporto, vi meu plano ir por água a baixo. Dezenas de agentes cobriram a passagem da saída. Saí do carrinho, e abri minha mochila. Guardei todos meus itens nela e peguei a Máscara das mil faces e cobri meu rosto com a mesma. Agora eu era um deles, um dos Agentes. Segurei o Agente 221 e formulei um discurso. Meu braço, já apresentava uma melhora significante.


Corri até a saída e falei com minha voz mais sombria:

- Capturamos o jovem, senhor. E aqui está o Agente 221. Permita-me que eu o leve até meu carro lá fora. Ele está quase perdendo a vida. Ele conseguiu provar ser o melhor entre todos nós. Missão completa só é realmente completa se o herói da mesma estiver vivo.

- Que bobagem, é essa? – Por um momento achei que ele fosse zombar de mim, e desconfiar da minha falsa identidade, mas então o agente continuou – Leve-o, mas tanto faz que morra ou não. Aliás... Se capturaram o jovem, porque ninguém nos comunicou? A ordem foi abrir a passagem depois de apreender o garoto.

Abaixei a cabeça dizendo, pausadamente:

- Foi um erro nosso, senhor. Permita-me que passe.

O homem retrucou e apertou o botão, abrindo a barreira... Então passei. Respirando ofegante... Eu havia conseguido? Quase. Corri para uma viela vazia, então vi um carro, em péssimo estado. Ele não faria falta á ninguém, não era?

Forcei a tranca do carro e arrombei a porto do motorista, agora, destrancando facilmente a porta traseira, enfiando o Agente 221 ali, percebendo que o mesmo respirava fluentemente agora, ele acordaria em pouco tempo. Retirei a Máscara das mil-faces, e assumi meu corpo normal novamente.

Chave... Cadê a chave? Procurei em todos os cantos, e achei algo que talvez fosse útil. Peguei um grampo e desenrolei, precisando de duas tentativas sem êxito para então ligar a máquina. Eureka!

Acelerei o carro a toda velocidade, e fiz uma enorme confusão no trânsito, até avistar a Colina Meio-Sangue. Parei o carro na entrada na Colina. E segurei o Agente 221, retirando-o do carro.


- Bom dia, semideus. – Disse o Agente 221. Ele despertara.

Antes que pudesse correr, ele me chutou no tornozelo. Dor... Muita dor! Caí no chão sem nenhuma reação sem ser gritar. Ele sacou uma arma, engatilhou-a e antes que pudesse atirar sorriu e indagou:


- Espera um pouco... Esse... É esse o local onde vivem esses semideuses, não é? – O homem começou a ri como um louco. – Muito obrigado, otário. Hora do meu êxito.

Meu tornozelo estava latejando. Ele com certeza sofreu algo sério. O homem apontou a arma para mim, então disse com esforço, tentando reprimi a dor:

- Espera... Tudo bem, tudo bem... Você venceu, mas sinto em lhe dizer que. O local está protegido por uma magia. – Ofeguei pausando a fala, que infelizmente, junto à dor, estava me matando. – Você precisa do meu toque de semideus para adentrar.

- Tolo. Você acha que sou como você? Tolo? – O Agente 221 sorriu e retrucou – Acha que não sei que assim que aceitar tua ajuda, você irá fazer algo contra mim?

- Como?! – Gritei desesperado, com lágrimas caindo dos meus olhos. – Eu estou destruído, meu tornozelo, olhe! Olhe o que você fez! Não consigo ficar de pé! Farei o que contigo?!

O Agente 221 se surpreendeu com minha atitude, então me chutou para o lado, mirando a arma a todo o momento na direção da minha cabeça:

- Apoie-se em algo... Vamos! Qualquer reação que você tiver... Diga adeus a sua vidinha!

Assenti e me apoiei no carro levantando com o tornozelo esquerdo, o que não foi afetado, e fingindo um suposto desequilíbrio, ele ergueu o braço então, me segurei no mesmo. Sorrindo disfarçadamente e dizendo:

-Obrigado. – Falei no meu tom mais manso, mudando drasticamente para um tom maléfico. – Obrigado por ser tão otário!

Antes que o Agente 221 apresenta-se alguma reação. Meu corpo tomou um brilho dourado, minha mão segurava o seu braço... Aquilo era somente o que eu precisava. Com o restante das minhas energias, invoquei algo nunca antes tentando... Uma habilidade que eu havia conquistado, e nunca posto em prática. O toque de Midas. Ergui-me e gritei, quando o rosto do Agente 221 adquiriu uma forma contráctil e fixa. Ele havia sido recoberto de Ouro, paralisado, ali, agora sem demonstrar nenhum perigo, uma bela estátua de um Agente com uma arma em mãos.

Tonto, tentei me manter de pé com apenas os membros inferiores do lado esquerdo. Gritando a todo o momento, por socorro.

Felizmente a guarda de semideus que ficava na frente do Acampamento estava á ativa. Então vieram correndo, me socorrer. Explique-os sobre a missão, e pedi que levassem o Agente 221 para a sala de Quíron e o imobilizassem, já que a placa de ouro sairia em pouco tempo. Expliquei que o carro fora roubado de uma rua próxima ao Aeroporto, e pedi que me levassem para a Enfermaria.

Um filho de Ares carregou a estátua do Agente 221, levando ás pressas Colina á cima. Uma recruta e outro jovem me levaram como duas muletas humanas. Todos no Acampamento me observavam e cochichavam entre si. Na chegada a Enfermaria, me deitei e tomei néctar e ambrosia, depois adormeci.

Acordei com um sátiro posto a minha frente, dizendo:


- Campista, Quíron quer tratar de assuntos com você assim que sair daqui... Principalmente dos estragos que fizestes no trânsito, e do carro que você “tomou emprestado” – O sátiro disse essa ultima parte com uma ironia antipática. – Felizmente, o Agente 221 contou sobre tudo para Quíron, é claro depois de muitas surras e pressões psicológicas, todo o esquema fora descoberto. Parabéns... Por uma certa parte.

Antes que eu pudesse xingar aquele sátiro, o mesmo se retirou, me deixando sozinho naquela ampla Enfermaria, agora, podendo ri do que aconteceu... Somente agora...

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MensagemAssunto: Re: Ele é o meu assassino! ▬ Missão comum externa para Paulo   Qua 01 Maio 2013, 09:02

♦ Avaliação - Ele é o meu assassino ♦




♦ Ortografia: 9/10 pontos: Você cometeu alguns errinhos básicos em seu texto, podendo ser facilmente corrigido. Sem problemas.

♦ Coerência, Coesão,Organização, Conteúdo e Ideias: 30/30 pontos: Gostei bastante do seu post, mostrando-se muito coerente e organizado. Achei que suas ideias foram passadas corretamente, deixando seu texto cômico e interessante para se ler. Continue assim!

♦ Organização da Postagem: 10/10 pontos: Sem comentários!

♦ Uso Adequado de Linguagem: 15/15 pontos: Muito bom!

♦ Estratégia e Uso de Armas/Habilidades e Poderes: 10/10 pontos: Suas estratégias realmente foram muito boas e bem caprichadas, tanto quanto o uso das armas e poderes.

♦ Capacidade Descritiva: 25/25 pontos: Tudo muito bem detalhado e perfeito. Parabéns!

Experiência obtida em post: 450xp

Ganhos em missão:
> 450 pontos de experiência;
> 30HP/MP nos pontos finais;
> - 15HP/MP nos pontos atuais;
> 50 dracmas;
> Presente de missão: Capa da Invisibilidade [Durante qualquer ocasião, o semideus pode colocar sua capa ficando invisível por até três turnos.][Só pode ser utilizada três vezes][Presente da missão 'Ele é meu assassino' por Apolo]




Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


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